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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Sometimes you gotta make a door

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MensagemAssunto: Sometimes you gotta make a door   Sometimes you gotta make a door EmptyDom 07 Jun 2020, 16:15

Sometimes you gotta make a door

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Max Evans. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Sometimes you gotta make a door   Sometimes you gotta make a door EmptyQua 10 Jun 2020, 21:19


Act 1
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Recentemente eu havia percebido que a ilha em que estou não iria me segurar por muito tempo. Não que eu não seja grato pelos bons momentos que vivi aqui, e pelas experiências adquiridas no meio do caminho. Mas eu não conseguia mais viver aqui, após uma conversa que tive com meu pai percebi que o melhor jeito de que eu pudesse sair daqui e ainda sim ajudar alguém seria a marinha, já que não era rico ou tinha algum futuro decidido por mim mesmo. Me despediria da minha mãe e meu pai que tanto me ajudaram até aqui abraçando-os forte pois não saberia se essa seria a última vez que a veria - Mãe, pai, obrigado por tudo! - Diria em meio ao abraço.

- Ah sim, preciso de botas novas. - Eu pensaria coçando a cabeça, marcando uma lista mental de coisas que eu deveria ter antes de sair. Tentaria então lembrar o local onde eu poderia comprar botas e se caso não conseguisse eu perguntaria á alguém que estivesse próximo:- Com licença, saberia me indicar onde posso encontrar uma loja que venda botas? -. Se estivesse em casa, tentaria então perguntar para minha mãe ou pai - O(a) sr.(a) me dizer uma loja onde eu acharia um par de botas decente?

Se porventura eu conseguisse chegar a uma loja que vendesse um par de botas, indagaria ao vendedor - Olá, poderia ver quais pares de botas estão a venda por favor? -Com o intuito de identificar alguma que eu pudesse comprar.

Perguntaria ao vendedor também, se ele saberia onde eu poderia me alistar, ou algum jeito fácil de conseguir carona até uma próxima localidade onde eu poderia encontrar um quartel general.

Olharia então para cima, pensando no futuro - A marinha? Tudo havia partido daquela conversa que tive com meu pai. Mas o que eu quero realmente fazer, me alistar, lutar por uma causa que eu talvez nem sempre concorde, ou eu quero fazer a diferença não importa onde esteja? Tanto faz, por hora eu preciso sair daqui. Lvneel Kingdom me traz algumas boas memórias, mas talvez seja pequena pros meus planos.-

O jovem sacudiria a cabeça tentando retornar a realidade, e se situar no presente onde sua aventura lhe esperava.

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MensagemAssunto: Re: Sometimes you gotta make a door   Sometimes you gotta make a door EmptyQua 10 Jun 2020, 23:21




Sometimes you gotta make a door
Primeiro Post




Nascido e criado em Lvneel, este era Max Evans, seu pai é um marinheiro famoso, e agora o garoto estava crescido o suficiente para sair das asas da proteção do seu velho. Ele tinha conseguido uma boa personalidade, tão viva e bondosa quanto justa dado sua formação ao homem que era hoje, não podia negar que parte dela tinha sido resultado do trabalho árduo de seus pais que sempre fizeram o melhor para seu filho. Por mais que fosse um bom marinheiro, Jared deixou que seu primogênito trilhasse seu próprio caminho, sabia que ele não lutaria pelo que era errado e protegeria as pessoas como ele, por mais que a marinha fosse a reposta mais clara, o destino não é a ser decidido.

Suas primeiras ações eram vagar pela sua ilha, a temperatura estava amena e o sol brilhava baixando aos poucos sua orbita, sabia o caminho para a zona comercial de sua cidade natal, mas estava meio lerdo, talvez aquele sentimento de está a deus dará tenha habitado seu corpo, não sabia ao certo. Entrando em uma loja de armas conhecida na ilha, podia ver um homem grande e parrudo digno de ser chamado de ferreiro, ele tinha uma pele bronzeada pelo calor de sua fornalha, cabelos longos assim como sua barba avermelhada, ele estava de frente com o rapaz, porém não dava muita atenção já que com óculos-lupa estava terminando de finalizar um trabalho de precisão em um mecanismo de uma arma especial, fazia os consertos em seu balcão em seu tempo livre. – Bem-vindo.

Sendo recebido pelo lojista, o alaranjado se aproximou sem vergonha de forma sucinta, seus olhos transmitiam bondade por mais perdido que estava. – Um par de botas. Você parece um combatente pra mim. Tudo bem, um segundo. – Ele apenas se abaixava por alguns segundos saindo da vista de Max, o balcão eram bem alto passando de um metro e sessenta. – Aqui, se tivesse chegado aqui um tempo atrás poderia até mesmo encontrar com uma lutadora igual a você.. Pelo menos com os mesmos gostos. – Ele deixava as botas de couro no balcão, era um par novinho em folha e bem lustrado, o ferreiro era bem diligente com seu trabalho. – São 30.000 Berries. – Ele examinou bem o cliente parecendo optar por um par maior do que a maioria, alguns centímetros de diferença que dariam conforto para Evans. – Muito obrigado! – Dado o pacto entre comerciante e consumidor, Evans saia da loja mirando ao céu sem saber o que fazer exatamente, caminharia as sombras de seu pai até um dia supera-lo?

Ao sair da loja, deu um passo e uma bengala foi em direção as suas pernas, o objeto impediu que desse mais um passo, havia um homem acocado ao lado da loja de armas com um chapéu branco de listras verdes sobre sua cabeça. Ele parecia um pouco mais velho e seus cabelos pareciam ressecados, tinha uma coloração loira apagada e seu rosto uma barba rala mal feita, poderia até mesmo o confundi como um mendigo. – Pare ai mesmo, Max Evans..

Ele conhecia o nome do alaranjado. – Seu pai é Jared Evans, ele me deve um favor, você deverá pagar este favor já que o maldito me deixou na berlinda e deu o fora. Você está me entendendo? – Disse o homem. – Toma. – Ele retirou um pedaço de papel parecendo uma carta, e esta escrita com a letra de seu velho, realmente constava na carta um agradecimento ao senhor Urahara e uma frase “Ficarei devendo”, e somente isto com a assinatura do marinheiro. – Eu sou Kisuke Urahara, um caçador de piratas! Han? Que cara de merda é essa sua? Parece seu pai mesmo.


Kisuke Urahara

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MensagemAssunto: Re: Sometimes you gotta make a door   Sometimes you gotta make a door EmptyQui 11 Jun 2020, 03:41


Act 2
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O sol de Lvneel brilhava em meu rosto, não me incomodava, aquilo não era nada fora do comum, crescendo na ilha você se acostuma com um clima desses. Eu conseguia identificar meus ambientes, porém não conseguia me encontrar, o sentimento de estar livre e sem um destino certo havia me distraído a ponto de me perguntar onde eu realmente estava indo - Ah, certo, botas. - Voltava a caminhar em direção a zona comercial de Lvneel, onde tinha uma loja de armas conhecida nas redondezas.

Havia então parado na conhecida loja de armas, respirei fundo como se tivesse me preparando pra algo e adentrei a loja. Observando o estabelecimento tive a atenção rapidamente tomada por um homem com a pele bronzeada, com certeza pela fornalha na qual fabricava o que vendia naquela loja. - Ferreiro com F maiúsculo. - Eu pensava enquanto olhava pro grandalhão de cabelos longos e barba ambos rubros, como se fossem feitos do próprio fogo da fornalha.

Parava de frente com o ferreiro que não percebia minha presença, ou que estava perdido em seu trabalho esquecendo dos arredores, embora eu não entendesse no que o mesmo estivesse trabalhando no momento, conseguia entender a necessidade de precisão devido ao óculos-lupa que o ferreiro utilizava enquanto trabalhava com cautela na peça em seu balcão. Talvez ele aceitava alguns trabalhos customizados ou algo do tipo.

O silencio então era quebrado pela voz do ferreiro:- Bem vindo. -, eu congelava por um momento, mas após ser recebido me aproximava do balcão, informando o grande ferreiro do que eu precisava - Bom dia, eu estou precisando de- entretanto antes que eu completasse o ferreiro após me observar completava o pedido - Um par de botas. Você parece um combatente pra mim. Tudo bem, um segundo. -

O grande ferreiro se abaixava procurando algo, provavelmente as botas que eu havia tentado pedir, o balcão era diferente das outras lojas, era maior certamente guardava bastante itens ali para rápido atendimento aos clientes da loja. Antes que eu pudesse tentar entender a peça que o ferreiro estava trabalhando no balcão o mesmo voltava a minha vista deixando as botas no balcão - Aqui, se tivesse chegado aqui um tempo atrás poderia até mesmo encontrar com uma lutadora igual a você.. Pelo menos com os mesmos gostos. - afirmava o ferreiro.

- Hmm, não posso dizer que a conheço. Mas se gosta de Taekwondo provavelmente estamos falando de alguém que sabe apreciar artes marciais. - Respondi ao ferreiro com tom de brincadeira, esboçando um sorriso no rosto. As botas que foram colocadas na mesa eram definitivamente novas e bem lustradas, sinais de um produto de boa qualidade por parte do ferreiro. Podia reparar o ferreiro me observando novamente e em seguida, trocando o par de botas por outras da mesma qualidade porém um pouco maior - São 30.000 berries - Informava o ferreiro. Eu então então contava o dinheiro até atingir a quantia informada e entregava ao ferreiro pelas botas, enquanto tirava as minhas botas botas atuais para equipar as novas, ouvia no fundo as palavras de agradecimento do ferreiro, e responderia adequadamente - Eu que agradeço. - Terminaria então de calçar as botas e me direcionava a saída da loja.

Saindo da loja eu voltava a ponderar, se viveria para sempre na sombra de meu pai, o famoso marinheiro Jared Evans. Pensava se era aquilo que o futuro guardava para mim, entretanto estava animado com o passo dado em direção a algo novo, não poderia dizer que estava pronto para o que viesse. Mas desde que fosse diferente da rotina que sempre encontrava em Lvneel, sabia que estaria mais do que animado em correr atrás desse futuro.

Dei um passo em direção ao futuro e fui interrompido por uma bengala. Meus olhos acompanhavam a bengala até a figura que a empunhava, um homem parado ao lado da loja de armas, com um chapéu um tanto quanto descolado, branco com umas listras verdes ao redor do mesmo. Com certeza era mais velho que eu, os cabelos ressecados e loiros saiam da parte traseira do chapéu assim como um pouco da frente do mesmo, uma barta mal feita e rala acompanhavam o estilo do homem junto ao seu chapéu e bengala.- Esse velho é estiloso, eu posso dizer isso. Mas - Meu pensamento era interrompido pela voz do homem desconhecido - Pare aí mesmo, Max Evans. - Minha expressão subitamente mudava para uma feição mais séria.

-  O truque da bengala e o seu estilo são legais, velho. Mas como você me conhece?! - Eu questionava o desconhecido, preocupado com a situação em que me encontrava. – Seu pai é Jared Evans, ele me deve um favor, você deverá pagar este favor já que o maldito me deixou na berlinda e deu o fora. Você está me entendendo? – O velho respondia sem pestanejar. O mesmo me entregava um papel, esse pedaço de papel estava dobrado de forma a relembrar uma carta, embora muitas perguntas estavam surgindo em minha cabeça eu decidi ignorá-las por um segundo e aceitei a carta do desconhecido.

Ao abrir a carta, me deparei com uma surpresa, a assinatura de meu pai. Estava ali e era claramente autêntica, conseguia claramente ver os detalhes e falhas que caracterizavam a assinatura de Jared Evans, o marinheiro. Além da assinatura, havia apenas um agradecimento ao um senhor Urahara Kisuke e a frase "Ficarei devendo", realmente era a caligrafia de meu pai, não havia erro algum.

Conseguia inclusive ler a carta com a voz do mesmo em minha mente.- Ura...hara Kisuke? - perguntava em voz alta, sendo rapidamente respondido com – Eu sou Kisuke Urahara, um caçador de piratas! Han? Que cara de merda é essa sua? Parece seu pai mesmo. - Assim me deparava com um caçador de piratas, e um um tanto quanto rude. - Caçador de piratas? Como você conhecia meu pai? - perguntaria eu, primeiramente.

Após receber ou não uma resposta satisfatória do velho desconhecido, eu faria a segunda pergunta - Então Urasuke Kihara, digamos que eu estaria interessado, qual seria o favor? - Eu realmente estava interessado neste favor, pensando bem esse poderia justamente ser o pontapé inicial que eu tanto procurava, além de quitar uma dívida deste homem que poderia ou não ir atrás da minha família caso eu recusasse.

Caso o velho tentasse algum ato mais agressivo, como por exemplo dar a ideia de que iria partir para agressão ou ameaçasse a mim ou minha família, eu manteria minha posição, esboçando uma feição séria, franzindo as sobrancelhas e eliminando a ideia de alguma feição positiva. Utilizando então intimidação eu diria - Você não quer fazer isso, velho, me abordar do nada, cobrando favores não é o melhor jeito de se ganhar ajuda, que tal você parar de ameaçar e começar a falar?

Se o velho pedisse para que eu o acompanhasse, colocando ambas as mãos nos bolsos eu diria - Lide o caminho, velhote. - e o seguiria atentamente, não deixando a minha guarda aberta porém de maneira casual o suficiente para fazer Urahara se sentir confortável em minha presença.







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MensagemAssunto: Re: Sometimes you gotta make a door   Sometimes you gotta make a door EmptyQui 11 Jun 2020, 19:23




Sometimes you gotta make a door
Primeiro Post




Ele dava um meio sorriso com a pergunta do Evans. – Não é como eu o conhecia, é como ele me conhecia. Você é meio lerdo né, falei meu nome e nenhuma reação? Até parece que não sabe quem eu sou. – Disse tirando a bengala da frente do rapaz e a guardando em sua cintura, trajava uma kimono verde escuro e colocando sua mão direita por dentro de suas vestes, retirava um leque ao qual usou para abanar seu rosto. – Ara, ara.. O favor é simples moleque, vou fazer o que faço de melhor, seduzir mulhe.. Pegaremos piratas!

Seus olhos examinavam avidamente o alaranjado que tinha sua cara apática como sempre mantendo sua calma. – Venha. – Nem dava tempo para uma resposta, sabia que Max o seguiria e cumpriria com as palavras, já que um favor era como um pacto, uma promessa e os justos não poderiam deixar de finalizar suas promessas. – É bem simples, iremos até o farol da Grand Line, pegaremos o pirata e pronto. Você estará livre pra seguir adiante ou voltar. – Por mais que falasse de modo simples, ir para o farol não era algo bem comum, muitos tentam todos os dias nos quatro Blues e diversas embarcações rumam ao fundo do mar.

A caminhada não era muito longa, iam em direção ao quartel dos guardas reais daquela ilha monarca. – Ande perto de mim. – Os guardas abriam passagem, sua entrada era permitida assim como no escritório do capitão de toda a guarda, um homem moreno e sério, ainda jovem já que havia poucos anos herdado seu cargo de seu pai, carregava assim como Evans o peso de sua geração anterior. Ele estava em sua mesa assinando alguns papeis, fitou rapidamente a dupla a sua frente, com o manejar de suas mãos permitiu que sentassem, mas Urahara permaneceu de pé. – Soube que um dos piratas foi pegue. – Afirmou o loiro. – Sim, a mesma dupla de caçadores que fez a confusão que soltou os detentos se prontificou para pega-los, apesar deles terem pego o Jamal.. Eles se demonstraram bastante imprudentes. – Explicou a situação. – Por isso quero você nesse caso, aqueles piratas não podem ficar soltos de maneira nenhuma. – Ajeitando seu chapéu, dava sua expressão era uma incógnita entre arrogância e alegria. – Certo. Ah! Este é Max Evans. Daquele Evans.

Eu sou Karick, muito prazer, seu pai é um grande homem para esta ilha, agradeço por seus serviços. – Ficou de pé para apertar sua mão. – Também vai se tornar um caçador? Se for, não seja dominado por seus desejos como Kisuke. – Urahara apenas levou na esportiva. – Ara, ara, não diga isso. Vim só devolver o cartaz da serpente branca e saber da dupla, novos novatos surgindo ein.. Até. – O cartaz do pirata valia cerca de dezesseis milhões de berries, uma recompensa alta para os Blues.

A despedida era rápida. – Se encontrarem os dois outros caçadores, diga a eles, para se cuidarem. – Era as últimas falas antes de saírem do escritório e posteriormente da guarda real de Lvneel. – Vamos ao porto, meu navio está prontinho. Adoro esses serviços privados, sempre ganho algo mais do que as recompensas. – Chegando ao porto, podia ver uma pequena escuna, uma embarcação rápida para transitar entre ilhas, ele parou por um segundo. – Você é filho do Evans, planeja ser um marinheiro? Se quiser, posso rasgar o papel.


Kisuke Urahara

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MensagemAssunto: Re: Sometimes you gotta make a door   Sometimes you gotta make a door EmptyQui 11 Jun 2020, 23:32


Act 3
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Após indagar o velhote sobre sua identidade, conseguia identificar um sorriso abrindo em seu rosto, mantendo minha posição ainda segurando a carta em minha mão aguardava a resposta do suposto Urahara Kisuke - Não é como eu o conhecia, é como ele me conhecia. Você é meio lerdo né, falei meu nome e nenhuma reação? Até parece que não sabe quem eu sou. - A expressão em meu rosto passava a ser de alguém que estava confuso. Aquele rude estranho  havia aparecido do nada, como se devesse ser algum tipo de astro. A bengala era retirada de minha frente, sendo guardada na cintura de seu dono.

O traje verde escuro do recém-conhecido possuia uma coloração verde agradável aos olhos, o homem então levava sua mão por dentro de seu kimono, tirando um leque para se abanar. Talvez fosse um hábito que o homem carregava consigo, ou talvez apenas estava sendo mais afetado pelo sol de Lvneel por falta de costume - Então Urasuke Kihara, digamos que eu estaria interessado, qual seria o favor? - Tentava eu entender qual seria o favor que Urahara pedia de mim – Ara, ara.. O favor é simples moleque, vou fazer o que faço de melhor, seduzir mulhe.. Pegaremos piratas! - Ele respondia enquanto abanava seu rosto.

- Eu tenho quase certeza que ele ia falar seduzir mulheres... Qual é a desse velho? - Eu pensava comigo mesmo, sem entender ao certo o objetivo do homem, após me encarar por alguns instantes, Urahara começava a se movimentar antes mesmo que pudesse ouvir minha resposta - Venha. - Urahara me chamava, por um instante eu pensei em ficar ou simplesmente voltar pelo caminho de onde vim, mas algo falava comigo, ou melhor gritava, essa era minha chance travestida de um velho conhecido de meu pai, então eu começava a segui-lo tentando manter minha calma nesse momento - Já era. Eu comecei, vou até o final disso. Para pagar a dívida do pops e por mim mesmo!

- E então senhor Kisuke, qual é o plano? - Eu perguntava tentando obter informações e tentando quebrar o silêncio presente durante a caminhada, logo obtendo a minha resposta – É bem simples, iremos até o farol da Grand Line, pegaremos o pirata e pronto. Você estará livre pra seguir adiante ou voltar. – Mais uma vez o súbito choque da situação me beliscava, supreso, pensava comigo mesmo - Gr...Grand Line?! A gente ta indo atrás de alguém na Grand Line? Ele não só vai me ajudar a chegar lá mas como eu estarei livre do favor ao chegar no farol? E o que eu iria fazer dep - Me perdia em pensamentos até que o silêncio fosse novamente quebrado por Urahara – Ande perto de mim.

Foi quando percebi que estávamos indo em direção ao quartel dos guardas reais da Ilha. Durante todo o tempo em que estive em Lvneel não pude simplesmente entrar aqui e numa reviravolta de eventos me encontro dentro do quartel por simplesmente estar com um velho recém desconhecido - Mas o que tá acontecendo hoje, cara? - Me indagava, relembrando a improbabilidade daquela situação. Durante todo o caminho da entrada até o antigo escritório do pops os guardas simplesmente nos deram passagem, Max então observaria que Urahara se tratava de um homem de alta relevância.

Observando o lugar pude ver um homem moreno, sentado em sua mesa eu havia o visto poucas vezes em locais aleatórios na vila mas nunca tão de perto quanto agora. O homem estava assinando alguns papéis e apesar de ser jovem ele transpassava a aura de alguém capaz, forte, capaz de carregar não só a responsabilidade da geração atual mas como a responsabilidade de honrar as passadas. Após ver que o homem havia acenando os permitindo que sentassem Max começaria a se sentar em uma das cadeiras, porém ao observar que Urahara permanecia em pé, o mesmo rapidamente desistia do movimento e voltava a ficar em pé ao lado do recém conhecido.

– Soube que um dos piratas foi pegue. – O velho quebrava o silêncio presente na sala iniciando uma conversa entre os dois – Sim, a mesma dupla de caçadores que fez a confusão que soltou os detentos se prontificou para pega-los, apesar deles terem pego o Jamal.. Eles se demonstraram bastante imprudentes. Por isso quero você nesse caso, aqueles piratas não podem ficar soltos de maneira nenhuma. - O homem revelava a importância de Urahara, Max ficava mais tranquilo sabendo que um guarda real confiava no homem que acabava de conhecer.

– Certo. Ah! Este é Max Evans. Daquele Evans. Urahara me apresentava ao homem, que por sua vez se apresentava á mim com grande educação e profissionalidade Eu sou Karick, muito prazer, seu pai é um grande homem para esta ilha, agradeço por seus serviços. – Dizia Karick enquanto se levantava, estendendo a mão como comprimento, eu retribuiria então o gesto, dizendo - Obrigado, o prazer é todo meu senhor Karick! - Após o comprimento, Karick continuava perguntando – Também vai se tornar um caçador? Se for, não seja dominado por seus desejos como Kisuke. –Não sabia nem como responder aquela pergunta naquele momento, mas entendia que os dois tinham um relacionamento no mínimo amigável, uma vez que Urahara levando na brincadeira respondeu - Ara, ara, não diga isso. Vim só devolver o cartaz da serpente branca e saber da dupla, novos novatos surgindo ein.. Até. - Urahara então devolvia um cartaz, Max observando o cartaz entregue, conseguia ver a recompensa informada - DEZESSEIS MILHÕES? - Eu visivelmente me surpreenderia, afinal de contas, a recompensa era mais do que Max havia visto em seu tempo na ilha.

Durante o meu processo de recuperação do choque levado pela quantidade de dinheiro, reparava que ambos os homens se comprimentavam novamente, e Urahara se retirava do escritório, por fim ouvindo as últimas palavras de Karick direcionada a nós dois – Se encontrarem os dois outros caçadores, diga a eles, para se cuidarem - Essas eram as ultimas palavras no escritório do guarda real.

Após nos retirarmos eu ponderava algumas coisas, o quão forte seria Urahara para caçar alguém equivalente dezesseis milhões de berries e quem eram esses dois novatos dos quais Urahara e Karick tanto comentavam, entretanto novamente eu quebrava o silêncio com outra pergunta - E agora, pra onde? - Kisuke de prontidão respondia - Vamos ao porto, meu navio está prontinho. Adoro esses serviços privados, sempre ganho algo mais do que as recompensas. – O fato de ele ter um navio não havia sido de grande surpresa, uma vez que o jovem havia visto tipo de dinheiro envolvido no ramo de se caçar piratas, Urahara ainda aparentemente ainda ganhava mais além da recompensa oferecida pelo pirata entregue, ele devia ser mais do que rico.

Ao chegar no porto, poderia ver a escuna que Urahara havia citado anteriormente, por mais que eu tentaria, não conseguiria não exibir um sorriso no rosto. Além de gostar de navios, aquilo era o que Max tanto esperava, este era o seu futuro. Daria um tapa de leva em meu rosto para que Urahara não visse tal ato. Se ele visse eu tentaria disfarçar com alguma desculpa esfarrapada como - Havia um mosquito em meu rosto -. Antes de embarcar, Urahara fazia uma pergunta para mim – Você é filho do Evans, planeja ser um marinheiro? Se quiser, posso rasgar o papel. - Aquela pergunta era vista por Max como duas portas, com dois caminhos diferentes.

Um dos caminhos o levaria a viver na sombra de seu pai, servindo a marinha, eu seria conhecido como filho de Jared Evans, o marinheiro. Iria carregar mesmo sem querer meu passado em Lvneel e tudo que aguentei nas costas comigo, ao invés de superá-lo e continuar seguindo em frente.

A outra porta se colocava para Max como algo novo, desconhecido, ao mesmo tempo assustador e intrigante. Pensar em atravessar essa porta fazia com que Max tivesse que forçar suas pernas a mover, ao contrário da outra, em que sentia que seria empurrado simplesmente por ser filho de Jared Evans.

Max ponderava a pergunta, a marinha é o que todos esperavam dele. É o que seu pai lhe indicou e colocou em sua mente como se fosse seu sonho - O que eu quero... - Pensava comigo mesmo, finalmente alguém me perguntava o que eu queria e não só me colocava em algum caminho já trilhado, - Eu tenho que ser eu mesmo, nunca vou poder ser você, pai, nunca vou poder ser o meu melhor vivendo a vida de outra pessoa.  Sinto muito se estou te desapontando mas, isso é algo que eu tenho que ver por mim mesmo.

Max responderia a Kisuke, não de forma rude, mas apenas certa de si mesmo - Eu não sou apenas o filho do Evans não pretendo seguir seus passos, e sim achar meu próprio caminho. Não rasgue o papel, eu tenho uma dívida a pagar para ser livre Max então aguardaria a resposta do homem, e abordaria a escuna juntamente dele.

Durante o caminho, perguntaria algumas coisas para estar mais a par da situação - Quem estamos procurando, o quão forte ele é?E quanto a dupla que liberou os piratas? Por fim perguntaria algo que o incomodara desde o momento que lhe foi entregue o papel - Todos aqui conhecem Jared Evans, o marinheiro, mas você foi exclusivamente atrás de mim? Existe algum motivo específico?



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MensagemAssunto: Re: Sometimes you gotta make a door   Sometimes you gotta make a door EmptySex 12 Jun 2020, 12:09




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O caçador de pirata sorria, era como ele achou que fosse, tinha planejado desde o inicio suas ações para fazer o jovem lhe seguir e cumprir o favor, mas ele tinha um motivo escondido, havia tido uma conversa com o pai do garoto alguns anos antes. A relação dos dois era bem estabelecida Kisuke sempre foi um caçador de piratas reconhecido pela marinha local, apesar de seu jeito preguiçoso e despretensioso, fazia seu trabalho direito e Jared já havia trabalhado em conjunto com o mesmo. – Então suba logo garoto.

Os dois estavam na pequena embarcação, Urahara fazia as preparações para partir em direção a Flevance, seu barco não aguentaria as águas violentas do farol, poderia passar pelo Calm Belt, mas os piratas se escondiam exatamente no farol e não em uma ilha da Grand Line. Pegando o leme, segurava seu chapéu e o firmava em sua cabeça para que não voasse com o vento forte da maresia, a viagem se iniciava de maneira simples, não havia sinais de tempestades ou monstros marinhos para acabar com a paz dos dois.

Estamos atrás do resto do bando do outro pirata, eles são mais perigosos e tem uma recompensa maior do que o Jamal. – Citava o cartaz que havia devolvido. – A dupla? Não sei quem são, são novatos. Ouvi dizer que um era ruivo e outro era azulado, fizeram uma baita confusão que deixou os piratas escaparem. – Ele explicava os fatos. – Pelo menos se responsabilizaram, não vou achar estranho se a gente os encontrar na busca pelos piratas, mas não vou deixar, o dinheiro das recompensas é meu.

Aos poucos podia enxergar terra, Flevance era bem próximo de Lvneel, eram ilhas vizinhas e somente com algumas horas de distância, podia enxergar facilmente aquela porção do que seria a última ilha do North Blue. – Se existe motivo? É.. – Ele não olhava diretamente para o alaranjado, ele tinha um motivo além do favor que Jared estava devendo. – Eu vou te contar, mas só se você conseguir capturar um dos piratas. – Sorria, ainda mais próximo do porto, finalmente poderiam desembarcar. – Pronto, devemos procurar uma carona para o farol. – Podiam ver uma grande caravela no local. – Esse barco é perfeito para ir ao farol, não parece que há alguém nele. – Urahara olhava para os lados. – Vamos nos esconder nele? – Sua expressão era pragmática, Max não sabia dizer se estava brincando ou não, ao longe escutavam sons de disparos sendo efetuados, era um som ao longe.


Kisuke Urahara

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MensagemAssunto: Re: Sometimes you gotta make a door   Sometimes you gotta make a door EmptySex 12 Jun 2020, 14:33


Act 4
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Após realizar que queria seguir meu próprio caminho e vocalizar tal desejo para Urahara, pude ver quando o mesmo esboçou um sorriso, como se estivesse satisfeito com minha resposta, ou até mesmo feliz com ela. Por mais que eu tivesse achado estranho Urahara me convidou para adentrar a escuna – Então suba logo garoto. - Eu adentrava a escuna, aceitando o convite do caçador.

Enquanto eu admirava o navio, poderia observar que Urahara realizava as preparações para que nós saíssemos da ilha, embora não soubesse muitas coisas sobre o navio tinha minhas dúvidas se a escuna seria capaz de aguentar as águas mais agressivas que residiam fora de Calm Belt. Porém, acreditaria que o caçador teria algum plano para nos levar até o destino. Ao retornar meu olhar para Urahara, pude ver o velho segurando o chapéu para que o mesmo não voasse enquanto saíamos da ilha.

Eu ainda tinha algumas perguntas para o caçador, e sabendo que ainda teríamos algum tempo até chegarmos em nosso destino, as fiz -  Quem estamos procurando, o quão forte ele é?E quanto a dupla que liberou os piratas?

Estamos atrás do resto do bando do outro pirata, eles são mais perigosos e tem uma recompensa maior do que o Jamal. – Urahara respondia a primeira e a segunda pergunta com certa tranquilidade, enquanto eu só conseguia pensar -MAIOR QUE DEZESSEIS MILHÕES?! - Urahara então continuava, respondendo á terceira pergunta – A dupla? Não sei quem são, são novatos. Ouvi dizer que um era ruivo e outro era azulado, fizeram uma baita confusão que deixou os piratas escaparem. – Enquanto ele continuava não pude ponderar comigo mesmo - Um é ruivo e o outro é azul? Literalmente azul?Ou ele tem o cabelo azul? - Urahara ainda acrescentava sobre a dupla de caçadores a qual estavamos conversando sobre – Pelo menos se responsabilizaram, não vou achar estranho se a gente os encontrar na busca pelos piratas, mas não vou deixar, o dinheiro das recompensas é meu. - Não julgava Urahara, havia bastante dinheiro envolvido nisso qualquer um que desse conta iria querer o dinheiro.

Aos poucos no horizonte, podia enxergar Flevance, não sabia que as ilhas eram próximas assim. Mas me toquei de algo conforme nos aproximávamos da ilha; Flevance era a última ilha do North Blue, além dali era como se apenas os fortes passassem. Lembrava então das histórias dos que fracassavam além daquele ponto. Uma preocupação era criada em minha mente, fecharia minhas mãos e respirava fundo para permanecer calmo, havia mais uma pergunta que eu gostaria de fazer a Urahara - Todos aqui conhecem Jared Evans, o marinheiro, mas você foi exclusivamente atrás de mim, existe algum motivo específico? Urahara havia ouvido a pergunta, mas mas não olhava diretamente para mim enquanto começava a responder a pergunta - Se existe motivo? É. - o loiro pausava por um momento – Eu vou te contar, mas só se você conseguir capturar um dos piratas. – Então havia sim algum motivo específico para que ele viesse atrás de mim. Tava aí mais um motivo para que eu capturasse o pirata foragido.

Chegávamos ao porto de Flevance, onde poderíamos desembarcar. Enquanto desembarcávamos da escuna de Urahara ele então dizia – Pronto, devemos procurar uma carona para o farol. – Eu olharia diretamente para o caçador respondendo - Eu achei que você iria levar a gente - Observaria então o porto, podendo avistar uma caravela no porto, o navio com certeza era a maior embarcação que eu já havia visto.

Quando eu fosse citar a caravela ali presente Urahara foi mais rápido, dizendo – Esse barco é perfeito para ir ao farol, não parece que há alguém nele. – Urahara então olhavva para os lados, talvez procurando alguém que pudesse estar nos escutando – Vamos nos esconder nele? – Eu olharia para Urahara com a cara que alguém olha para uma criança prestes a arrumar problemas - Que tal esperarmos pra ver e pedir os donos uma carona? Respondia eu dando uma ideia que ao meu ver era mais plausível.

O silencio da pausa no diálogo então era quebrado por sons de disparo ao longe, eu observaria tentando identificar de onde o som poderia ter vindo, viraria para Urahara dizendo - Urahara! Você ouviu isso?! Vamos alguém pode estar precisando de ajuda! - Tentaria arrastar Urahara para direção do barulho para que pudéssemos ver o que estava acontecendo.

No caso de Urahara responder de forma negativa para ver o que estava acontecendo, tentaria então argumentar - E se os piratas voltaram para Flevance e estão lutando com a dupla?! Você vai perder a chance de fazer mais dinheiro! - Tentaria apelar para a ganância do caçador. O ponto final era que alguém poderia precisar de ajuda e foi justamente para ajudar que treinei todo aquele tempo em Lvneel, para não fazer ninguém perder a esperança de que a ajuda estava a caminho.







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MensagemAssunto: Re: Sometimes you gotta make a door   Sometimes you gotta make a door EmptySex 12 Jun 2020, 16:15

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Sometimes you gotta make a door
Primeiro Post




Tô brincando, não sabemos se a caravela vai para o farol. – Tratava sua ultima oferta como apenas mais uma de suas brincadeiras, os sons de disparos não estavam muito ao longe e parecia que se estendiam. – Seria uma saudação de boas-vindas? Dispenso. – Brincou mais uma vez com a situação, ouvia o que Max havia dito e mesmo assim não mudou sua expressão. – Não, os marinheiros daqui são bem resilientes, no final isso deve acabar daqui a pouco, precisamos encontrar uma carona assim você pode se livrar de mim o mais rápido possível não acha?

Dava para ver dor e preocupação na expressão de Evans, seu corpo reagia por instinto e não queria perder tempo se tratando de pessoas em perigo, ou ao menos era isto que ele pensava que ocorria. – Não são os piratas, nenhum sobreviveria na travessia do Calm Belt, é bem vigiado pela marinha e governo. E duvido que tenham voltado pela Reverse, pois com toda certeza morreriam.

Podia ver a excitação do rapaz, via que estava ficando impaciente. –Se você quiser ir lá, tanto faz, só volte antes. E se for pra levar um tiro de graça, melhor que não morra se não vou ter que jogar seu corpo no mar. Não quero nem ver a cara do seu pai se o filho morrer de forma tão simples assim. – Se fosse só, depois de uma longa corrida veria homens correndo com suas armas disparando, estava as costas deles, parecia que estavam caçando um especie de ave, mais parecia um pato.


Kisuke Urahara

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MensagemAssunto: Re: Sometimes you gotta make a door   Sometimes you gotta make a door EmptySex 12 Jun 2020, 18:01


Act 5
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- Tô brincando, não sabemos se a caravela vai para o farol. – O caçador revelava que não estava falando sério sobre sua ultima idéia, eu até poderia estar rindo dessa situação, mas barulhos de tiro fizeram com que eu voltasse minha atenção para os tiros em si.

– Seria uma saudação de boas-vindas? Dispenso. – Eu ouvia o caçador comentar sobre a respeito dos tiros, então pedi a ajuda do caçador nessa situação - Vamos alguém pode estar precisando de ajuda! - Após ouvir meu pedido o caçador respondeu – Não, os marinheiros daqui são bem resilientes, no final isso deve acabar daqui a pouco, precisamos encontrar uma carona assim você pode se livrar de mim o mais rápido possível não acha? - Ouvindo a resposta negativa do caçador eu então tentei apelar para sua ganância - E se os piratas voltaram para Flevance e estão lutando com a dupla?! Você vai perder a chance de fazer mais dinheiro! - Entretanto Urahara ainda negou o pedido dizendo – Não são os piratas, nenhum sobreviveria na travessia do Calm Belt, é bem vigiado pela marinha e governo. E duvido que tenham voltado pela Reverse, pois com toda certeza morreriam.

Quanto mais tempo passava, mais fisicamente doía estar ali, podia ser muito bem nada assim como o caçador falou, mas eu só saberia assim que eu visse o que estava acontecendo, assim que me virei para ir de encontro ao som sozinho, o caçador me deu um aviso – Se você quiser ir lá, tanto faz, só volte antes. E se for pra levar um tiro de graça, melhor que não morra se não vou ter que jogar seu corpo no mar. Não quero nem ver a cara do seu pai se o filho morrer de forma tão simples assim. – Por um momento eu parei. Me viraria pra Urahara dizendo Entendo, então não imagine o rosto de um pai que pode estar perdendo seu filho agora. E sairia correndo não em velocidade máxima, tentando guardar energia suficiente para que pudesse utilizar para ajudar alguém no momento em que chegasse na situação, em direção aos sons que haviam dado o pontapé inicial para essa conversa.

Após uma longa corrida, conseguia ver a razão dos tiros, alguns homens estavam atirando com suas armas em algum tipo de ave, eu não podia identificar qual tipo de ave era aquela, entretanto podia ver que a mesma parecia algum tipo de pato. - Todo esse fuzuê por um pato? Ah tanto faz o que seja! Se precisa de ajuda eu tô aqui pra isso! Mas não era só por isso, vendo o pato naquela situação indefesa, talvez não nesse nível mas eu já estive em uma situação parecida.

Tentaria então (utilizando aceleração) entrar na maior velocidade que pudesse para alcançar um dos homens, ao alcancá-los eu saltaria para frente, levando uma de minhas pernas para frente, para que eu pudesse acertar um chute aéreo em um dos homens. Após o chute diria - Por que um monte de marmanjo "tão" tentando fuzilar um pato? - Franzindo meu rosto para uma feição séria tentando fazer com que os homens se sintam ameaçados diria - Deixem o pato em paz. - .

Se o chute falhasse, eu tentaria então me levantar o mais rápido possível indagando os homens - Por que um monte de marmanjo "tão" tentando fuzilar um pato?! - Se um dos homens tentasse me atacar em distância corporal tentaria esquivar para o lado terminando o movimento de desvio agachado e tentaria então dar uma rasteira no atacante.

Caso alguém me apontasse a arma, eu levantaria as mãos, se houvesse uma abertura eu tentaria empurrar a arma para algum outro lado para que mirasse em outro lugar ou em outro alguém.

Observaria o local, tentando identificar quantos homens estavam presente e para procurar algum lugar onde eu pudesse me esconder de tiros caso a coisa ficasse feia. Se eu encontrasse um lugar dada a primeira abertura eu correria para o local me escondendo da vista dos homens armados, tentaria também identificar alguma possível rota de fuga.











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