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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap.2 - O caminho de sangue

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MensagemAssunto: Cap.2 - O caminho de sangue   Cap.2 - O caminho de sangue EmptySex 29 Maio 2020, 18:25

Cap.2 - O caminho de sangue

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Jhonathan Wolf. A qual não possui narrador definido.


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Gyatho
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MensagemAssunto: Re: Cap.2 - O caminho de sangue   Cap.2 - O caminho de sangue EmptyQua 03 Jun 2020, 18:37


Cap.2 - O caminho de sangue
P01 - Donde estoy?


Uma batalha sangrenta e uma amizade estranha. Aquela noite havia passado tão rápido que mal pude perceber o quão longe eu progredi em tão pouco tempo. De mentiras e verdades duvidosas, conheci Nasgo, o comandante da base de agentes de Gecko Island. Sua grande habilidade em disfarce realmente havia me pegado de surpresa naquela noite, quem poderia imaginar que um civil desmaiado podia ser um homem de tal patente. – [...] Você  pode simplesmente seguir o seu nome, sem necessidade de ser agente ou qualquer outra coisa ... – Suas palavras acompanhadas de um drinque me motivavam ainda mais a seguir por aquele caminho ” Seguir esse caminho...” contemplava essa grande ansiedade que tinha em minha mente ” Realmente, eu não pretendo ser um agente... Caçar esses bandidos foi uma experiencia valida para uma repetição, e eu particularmente gostei... gostei do fervor quente correndo em minhas veias, da adrenalina, do suor.... do sangue.”.

Encontrava-me distante, remoto em meus pensamentos. Procurava achar a resposta para a tão esperada pergunta ” Mas e agora? Para onde vou?”. De fato, deveria encontrar ou ao menos procurar o meu rumo, a ilha estava bem protegida, e tal carreira sem a chance se progresso nunca iria tão longe. Por isso, eu deveria partir, sair daquela ilha que mal havia chegado. Por mais que a curiosidade de conhece-la ainda mais, detalhe por detalhe, de seu povo e cultura pudessem ser interessante, minha mente ansiava por mais uma batalha, EU queria mais uma batalha ” É como Nasgo disse, eu deveria ir para outras ilhas. Quem sabe que outros piratas e outros criminosos poderosos eu possa encontrar por ai? Quem sabe o quão diferente o meu nível é do deles?”.

Perambulando sem rumo aparente, procuraria ter uma noção de onde estava na ilha. Havia passado um tempo nela e com um mapa dela em mãos, me localizar não deveria ser uma tarefa difícil. Assim que conseguisse ter algum grau de certeza do meu ponto, procuraria chegar ao porto da ilha, o mesmo lugar por onde eu havia chegado à aquela ilha. Observaria os navios, vendo quais pareciam ser focados em cargas e quais seriam focados em transporte de pessoas.


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MensagemAssunto: Re: Cap.2 - O caminho de sangue   Cap.2 - O caminho de sangue EmptyDom 07 Jun 2020, 02:41



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Era mais uma manhã primaveril em Gecko Island, com o céu limpo e azul, sem nenhuma nuvem. Estava quente, mas não tanto. Na casa dos 27°, mas tudo indicava que aumentaria mais ao longo do dia. E sob este céu, andava Jhonathan Wolf, um mink lobo que pensava sobre seu futuro. Se antes tinha dúvida de qual seria seu destino, os eventos que se decorreram no dia anterior o faziam saber por qual caminho escolheria seguir: o do sangue.

Elegendo seu ponto de partida como o porto da cidade, se pôs em direção a ele. Como já estava familiarizado com a geografia da ilha, sabia que estava a menos de dois quarteirões do mesmo. No caminho, podia ver certa movimentação nas ruas, diversas pessoas em seus afazeres diários, como compras ou trabalhando em suas lojas, mas nada que tornasse difícil a movimentação, muito pelo contrário. Podia perceber que, por onde andasse, haveria alguém olhando para ele, afinal, não era todo dia que era possível ver um mink de dois metros de altura andando pela cidade.

Conforme se aproximava do porto, podia sentir o cheiro da maresia aumentando e gaivotas voando no céu. Também via algumas pessoas com o perfil diferente do habitual, com ternos e óculos escuros. Elas estavam espalhadas, talvez pudesse supor que eram agentes, por conta de seu encontro com Nasgo.

Lá, via que estavam quatro navios aportados, mas todos pareciam ser navios de carga, com caixas e contêineres visíveis, uma vez que não estavam muito longe. Infelizmente, parecia que não seria naquele momento que encontraria um navio comercial, que o permitisse sair. Wolf se encontrava na calçada, entre uma rampa que ligava o asfalto à madeira do porto e uma pilha de caixotes. Foi quando o mink ouvir - COM LICENÇA, SUBINDO COM PESO!!! - e poderia ver, daquela mesma rampa, dois homens subindo com um caixote, um barbudo e o outro um pouco mais gordo.

Colocaram o caixote junto aos demais da pilha e então pararam para respirar. Podia perceber que ambos estavam suados, e foi quando o mais cheio se virou para Jhonathan e disse, entre suspiros e bufadas, demonstrando seu cansaço - Você tem cara de ser forte... arf... pode nos ajudar a terminar com os caixotes?... Por favor? - e apontou para o pé da rampa, onde estavam mais dois rapazes e outros seis caixotes faltando.

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MensagemAssunto: Re: Cap.2 - O caminho de sangue   Cap.2 - O caminho de sangue EmptyDom 14 Jun 2020, 14:01


Cap.2 - O caminho de sangue
P02 - Bora trabaiá meu povo

Dia ensolarado com temperatura numa faixa aceitável. Começava minha busca por uma maneira de sair daquela ilha, seguir o meu caminho. Ia até o porto onde para minha infelicidade haviam apenas navios cargueiros ”Droga...” pensei, tentando bolar outro plano para zarpar ” Não me lembro se essa ilha tinha algum daquele outro porto de treco que voa... acho que eram zepelins? – me indagava sobre qual o próximo passo que deveria tomar quando uma voz alta atrapalhava meus pensamentos com um aviso. Eram dois homens carregando um caixote. Suas descrições eram de um homem barbudo e outro mais gordo, suas vestes pareciam simples, o que eu acreditava ser o traje comum para trabalhadores daquele ramo ou daquela cidade.

– Carregar? – perguntava sobre o pedido do homem gordo ” Isso seria uma perda de tempo... mas esses caras podem saber de alguma forma de sair dessa ilha além dos barcos para civis” pensava, enxergando a oportunidade que via na frente – Tudo bem, se nós três pegarmos o mesmo caixote o peso deve dividir bastante para cada um – Esperaria pela ajuda e a movimentação dos homens. Por ser alto e provavelmente mais forte pelo dito do homem, me posicionaria mais atrás dos caixotes, de forma a segurar maior parte do peso à medida que subia a rampa. Continuaria a levar os caixotes e dialogaria com os homens nos intervalos dos pesos – Então... vocês devem fazer isso muito não... vocês devem conhecer bastantes ilhas também né... – diria, esperando algum comentário deles – Conhece algum lugar onde os piratas se agrupam? Estou procurando adversários fortes sabe... – tentara arrancar algumas informações sem passar a intenção real de querer caçar os piratas e criminosos por ai – Entendo – diria assim que falassem – Por um acaso vocês sabem se o navio de vocês vai para um lugar próximo dai? – Esperaria ouvindo o que os homens tinham a dizer – E os outros barcos? Sabem pra onde os outros vão? –

Esperava que o carregamento dos caixotes estaria finalizado assim que acabassem as perguntas. Viraria-me para os homens barbudos, e diria – Estou pensando em pegar uma carona com um navio cargueiro. Eu preciso ver se os outros barcos vão para um lugar que eu penso em ir. Que horas vocês partem? – Esperaria pela resposta para então seguir com o dialogo – Hm... Aceitariam que eu entrasse pra sua tripulação até a próxima ilha? Quer dizer, se eu não encontrar outro navio até lá? – Precisava saber o máximo do mundo a fora, não tinha saído do meu cantinho recluso a muitos anos, então não sabia muito do mundo, apenas o que era dito em livros. Navegação e até mesmo mapas nunca foram uma praia explorada por mim, então desconhecia todo o mundo. Para mim, era tudo novo. Sairia em busca de mais informações sobre o meu próximo destino, indo de barco em barco perguntando a alguém que parecesse ser da tripulação – Eae, sabe me dizer pra onde esse barco vai? – Esperaria pela resposta, e independente dela, iria sair dali, agradecendo com um rápido – Valeu – e perguntando o mesmo para os outros barcos. Pararia no ultimo, logo após as respostas da pessoa que resolvi questionar, analisando os possíveis destinos que cada um daqueles barcos levavam.



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Última edição por Gyatho em Qua 24 Jun 2020, 01:55, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap.2 - O caminho de sangue   Cap.2 - O caminho de sangue EmptyTer 16 Jun 2020, 19:34



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O começo da saga do mink lupino para sair da ilha não parecia começar de maneira muito promissora. Ao perceber que nenhum dos navios ancorados no porto pareciam ter foco em carregamento de gente, ele chegou a cogitar sair de zeppelin, porém não havia nenhum porto da Apple na ilha. Realmente, não parecia ser um dia de sorte. Quer dizer, será?

Ao ouvir o pedido do rapaz gordo, Jhonathan aceitou como uma forma de adquirir informações. O rapaz que lhe fez o pedido o respondeu com - Muito obrigado...arf - demonstrando seu cansaço. Desceram até o começo da rampa, enquanto o rapaz começou a se apresentar - Aliás, eu me chamo Boyle. O mau humorado aí é o Shiji - e terminou chegando ao pé da rampa, quando Wolf pode ver os dois homens restantes com mais exatidão, e ser apresentado a eles - O do cavanhaque é o Brock, o outro é o Eddie. Gente, esse moço vai nos ajudar a terminar com os caixotes - anunciou aos dois, sendo respondido por Eddie - Pô cara, muito obrigado. Estamos desfalcados de um funcionário hoje. Caso tivesse prestado atenção, poderia ouvir Shiji dar um resmungo após essa fala.

Se realocaram para pegar os caixotes, com o mink atrás escorando, enquanto Boyle e Eddie iam na frente. Os cinco ficavam revezando de posições e de quem subia e quem ficava ao pé da rampa, para dividir melhor e permitir um descanso aos que estivessem mais penalizados, dependendo do peso das caixas. Em cerca de quarenta minutos, todos os caixotes já estavam colocados no topo da rampa, com os quatro bem cansados, mas o mink nem tanto. Apenas com um certo desgaste, mas nada que alguns minutos de descanso não fizessem passar.

Durante as subidas e descidas com os homens, o lupino fez suas perguntas, visando ter o máximo de informações possíveis para sair logo dali. Ao serem questionados sobre onde achar piratas fortes, Eddie respondeu - Pô cara, pior que eu nem sei. A gente só carrega e descarrega os caixotes, não ficamos tempo o suficiente na cidade pra saber esse tipo de coisa… - e então foi Boyle quem respondeu, após ser perguntado sobre o destino do barco - Os outros barcos não sei pra onde vão, mas nós daqui vamos até Loguetown, em Polestar Island. Moramos lá.

Findado o serviço, Jhonathan perguntou aos homens sobre que horas partiriam, quando presenciou o começo de uma discussão entre eles.

- Partimos depois do almoço, assim que o cliente vier buscar os caixotes - disse o barbudo, que completou após o pedido do mink, dizendo - Estando aqui até a hora em que formos sair, pode embarcar conosco até Loguetown. É o mínimo que eu posso fazer.

- Mas chefe, e o Tetsutetsu? - perguntou Eddie.

- Esse garoto ingrato deveria estar aqui para nos ajudar a descarregar. Cuido dele desde que era criança e os pais dele morreram, já tô cansado de ver ele rachar a cara e eu ter que arcar com as consequências.

- E se ele se meteu em alguma confusão? - perguntou Brock, sendo essa a primeira vez que era possível ouvi-lo falar algo.

- E que tipo de confusão ele pode ter se meti… Espera, ele tá se encontrando com aquele traficante de novo? - perguntou, num tom mais estressado do que seu estressado habitual. Foi quando os três assentiram e o homem fechou mais ainda a cara. - Vocês sabiam disso e não me falaram nada? Eu vou atrás daquele maldito! - esbravejou com raiva.

- Chefe, calma - disse Boyle, segurando o braço de Shinji, junto com os demais - O Baco tem uma recompensa de 6 milhões pela cabeça dele, não podemos arrumar confusão com alguém tão perigoso...

- Chefe, eu vou atrás dele. Pode deixar que eu vou no bar em que o Baco costuma ir e procuro o Tetsutetsu. Vocês três olham os caixotes, ok? - anunciou Brock. Os outros três apenas pareceram assentir e ele saiu, indo em direção a rua.

Agora, restava saber o que Jhonathan faria após presenciar essa cena. Ele poderia descer e ver se encontrava alguém em um dos barcos restantes, ou poderia acompanhar Brock em sua procura por Tetsutetsu, que talvez estivesse junto a Baco, um traficante cuja cabeça estava a prêmio.


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MensagemAssunto: Re: Cap.2 - O caminho de sangue   Cap.2 - O caminho de sangue EmptyQua 24 Jun 2020, 01:53


Cap.2 - O caminho de sangue
P03 - Tetsu -boy

Conversava com aqueles trabalhadores a medida que terminávamos o trabalho. Conheci mais outros dois homens que eram daquela mesma tripulação, e conforme o trabalho ia de desenrolando, as informações vinham e me faziam pensar ” Polestar Island hm.... esses homens tem moradia lá, talvez ir com eles seja a maneira mais fácil de continuar, já que eles podem me ajudar naquela cidade”.

Perguntava o horário de partida e fui respondido sem demora. Estar presente no embarque já era o necessário para sair daquela ilha. Foi então que os homens começaram a falar entre si. O assunto era um cara chamado Tetsutetsu, que deveria estar por ali para ajudar os homens no carregamento dos caixotes ” Traficante?” Me exaltei ao ouvir a palavra. Uma oportunidade para pegar um criminoso e de quebra resolver o problema de uma fonte segura de auxilio, parecia cair como uma luva aquela situação – Você disse 6 milhões? – Não acreditava no valor. O que um homem com tal recompensa pela sua cabeça fazia naquela ilha de agentes? Um movimento descuidado presumia. Sabia que lidar com um homem como aquele não seria tão fácil como foi matar o cara na noite passada, mas não tinha problema, era isso que estava procurando, um desafio, uma nova experiência, meus pelos se arrepiavam só de pensar no quão perigoso aquele cara poderia ser, quem sabe os limites que ele me faria explorar num embate?

– Eu vou com ele – Caminharia, apressando aos poucos para alcançar Brock – Hey! Espera! – Diria, tocando Brock nos ombros com a mão – Se você for de frente com um cara tão perigoso assim, não deveria ir sozinho. Vamos, eu vou com você – Diria sinalizando com os braços para que ele continuasse – Então... Como é esse Testu ai? – Perguntava esperando uma descrição física, e, se por sorte, de vestuário do mesmo – Ele sempre foi de se meter com gente ruim assim? – continuava, traçando um perfil na mente de como era o rapaz – Ele também mora como vocês em Polestar? Imagino que não vão partir sem ele... – . Esperava chegar no local sem muita demora, e assim que recebesse um indicativo para adentrar ou mesmo para abordar o rapaz, seguraria Brock antes, dando-lhe um aviso – Tem uma chance das coisas ficarem feias. Se isso acontecer, sabe se defender? – Esperaria uma resposta positiva do homem, já que com um trabalho daqueles, seu corpo forte poderia facilmente dar cabo de um ou dois caras mais fracos, diria assim que receber uma resposta afirmativa – Ótimo. Odiaria te carregar pro seu chefe machucado – Caso a resposta fosse negativa, deveria repensar naquela hipótese enquanto ainda tinha tempo – Então, no menor sinal de merda, tu pega o muleque e vaza, se junta com os outros, e me espera –.

Adentraríamos o bar numa sequencia lógica. Procuraria pelo rapaz usando as informações de Brock. Tentaria não me manter muito longe dele, mantendo-me na faixa da visão e audição. Se encontrasse alguém que batesse com as informações, abordaria a pessoa, perguntando num tom direto – Hey, tu que é o Tetsutetsu? – Se fosse engano, diria, me virando e continuando a busca – Ah, mal ai – Repetiria a pergunta para as personalidades até encontra-lo. Com a confirmação da identidade dele, continuaria rapidamente – Estou com Brock, um colega do teu chefe. Viemos te buscar – O puxaria pela camisa para encontro de Brock caso este não notasse que eu o havia encontrado.



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MensagemAssunto: Re: Cap.2 - O caminho de sangue   Cap.2 - O caminho de sangue EmptySex 26 Jun 2020, 03:21



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Com base nas informações as quais recebera, a cabeça de Jhonathan não parava de funcionar, ainda mais tendo achado uma oportunidade perfeita para sair da ilha. A única coisa que precisava fazer era estar no porto antes de irem embora, e isso não era lá uma das tarefas mais impossíveis do mundo. Porém, ouvia do maior empecilho para sair da ilha: um dos companheiros dos rapazes. E, o que para eles era um problema, o mink via como uma oportunidade.

Para garantir que seus ouvidos não estavam pregando-lhe uma peça, Wolf confirmou o valor pela cabeça do procurado, e foi confirmado pelo próprio Boyle - Sim, ele é realmente perigoso… - disse com uma voz receosa, o que provocou mais uma forte bufada de Shiji, que começou a bater seu pé no chão, como quem está impaciente e tentando se acalmar. Com a saída de Brock para ir atrás de Tetsutetsu, correndo o risco de encontrar com Baco, o traficante de seis milhões de berries, Jhonathan partia em sua direção, anunciando que o ajudaria.

Brock não havia se locomovido tanto, então Jhonathan conseguiu alcançá-lo sem dificuldades, explicando suas razões. Ainda pedia a descrição física do procurado, isto é, aqueles a quem a dupla procurava, e não o governo. Obrigado, toda ajuda é bem vinda hahaha - disse, com uma risada que estava no meio termo entre ser forçada e ser genuína - Pode dar merda a qualquer momento… Então, estamos procurando um garoto de dezessete anos, com um metro e sessenta e oito, mais ou menos. Branco, cabelo preto longo e olhos azuis. Então o mink perguntou sobre a índole do rapaz, então viu o semblante do homem de cavanhaque, que até então tentava se mostrar leve, se fechar. - Ele começou a usar drogas há quase dois anos. Achávamos que era só uma fase, mas a parada foi piorando… - disse firme, mas nitidamente tentando esconder seus reais sentimentos. Talvez fosse tristeza? Talvez fosse frustração? Vai saber.

Perguntou também sobre a residência do garoto, e essa resposta talvez complementasse a anterior. - Sim e não… Os pais dele tinham casa aqui, antes de falecerem. Aí ficou pra ele. Aí ele aluga um quarto em Polestar, e fica nesse lá e cá. Foi assim que o problema começou… Essa ilha tem um tráfico bem forte… - falou, agora deixando transparecer mais sua mágoa. Quando questionado se podia se defender, o sorriso voltou ao rosto do homem. Hahahaha. Eu cresci na rua, pode ficar tranquilo que se tem uma coisa que eu sei, é me defender - proclamou, recuperando um pouco de sua vitalidade.

A caminhada até o local era até que tranquila. Haviam poucas pessoas na rua, a dupla chamava certa atenção, mas era mais por conta de um mink de dois metros de altura andando do que qualquer outra coisa. Sentia o cheiro da madeira do porto e da maresia se afastando. Seguram reto, viraram a quarta direita, depois a segunda esquerda, por fim, a direita novamente. Então, se depararam com um bar, chamado “Diabolik’s Pub”. Desde o lado de fora, já era possível ouvir o barulho de diversas vozes vindas do lado de dentro. Ao entrar, se depararam com um ambiente até que aconchegante. Ou, pelo menos, seria. Se não fossem pelas cerca de vinte pessoas lá dentro, que automaticamente começaram a encarar a dupla desde o momento que entraram lá. Então Brock disse para Jhonathan Deixa comigo, vamos tentar evitar confusão. Ninguém que tá bêbado às dez e meia da manhã tem tendência pra ser gente boa… - e então ambos se dirigiram até o balcão, enquanto aos poucos as conversas paralelas voltavam. Porém, caso prestasse atenção, ainda poderia ver que algumas pessoas o encaravam, entre elas um quarteto, sentado em uma mesa não muito distante.

Então, enquanto Brock se sentava e esperava pela atenção do barman, o olhar do mink se encontrava com uma pessoa de costas, mas que a descrição casava com o descrito. Bem branco, mesma altura, além de ter um cabelo preto e longo. Então Jhonathan o abordou e pode perceber que não era aquele homem, pois seus olhos eram castanhos, além dele parecer estar na casa dos trinta anos. - hic… O que? Não… - retrucou o homem para Wolf, que prontamente o pedia desculpas.

Foi quando o quarteto que antes o observava se levantou e se dirigiu ao mink, com um rapaz de cabelo laranja tomando a frente. Então, ele perguntou com um sorriso presunçoso em seu rosto. - Tudo bem por aqui, cachorrão? Tá precisando de alguma ajuda? - perguntou, mantendo o sorriso cínico em sua face.

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