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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 7 EmptyQua 12 Fev 2020, 23:02

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cory Atom. A qual não possui narrador definido.


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Ficha | Aventura

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Kiomaro
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 7 EmptyQua 27 Maio 2020, 23:08



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Tenente de Sabugosa e a chave


A microfonia ensurdecedora fez com que eu levasse as mãos ao ouvido imediatamente implorando para que parassr logo "socorro! Eu preferiria mil vezes em sermão do Kouha…"

Por sorte o barulho parou e então o tenente surgiu para meu alívio cômico…

O idoso surgiu naqueles trajes incrivelmente ridículos e eu logo que percebi minha influência naquele visual exótico não consigo conter a risada, tendo que levar as mãos a boca para conter o riso e pressionando com força ficando a praticamente um passo de explodir.

"Parece um abacate estragado… Retiro tudo que eu disse sobre essa minha roupa, obrigado pela chave chapéu!"

Tive que virar de costas na tentativa de não olhar muito na cara dele antes que minha risada ficasse nítida para todos os nobres, curvando o corpo um pouco para frente como se o riso quisesse ser vomitado para fora a qualquer custo.

E foi então que eu vi a menina misteriosa.

Lá no convés onde alguns nobres metidos a besta tomavam seu banho de sol havia uma menina com uma torrada na boca, de olhar curioso, misterioso e familiar… "Seria uma espécie de Stalker ou algo assim? Credo…"

No momento em que pensei em me aproximar dela a microfonia irritante voltou "aaaa de novo naaaao"

Mas dessa vez era algo realmente importante, algo na verdade absurdamente importante. Nenhum dos nobres desavisados havia entendi o que aquelas palavras -que beiravam a poesia - diziam. Para os ladrões aquilo era claramente as regras da competição, o ladrão lendário -ou organizador com eles diziam- havia ditado as regras e aquilo me empolgava tanto que até esqueci por tempo do tenente abacate estragado…

"Conquistar" significava roubar, notei que havia uma espécie de baú preso ao meu cinto de forma muito exposta, tentaria tirar ele de lá e guardar em um bolso mais escondido naquelas roupas cafonas, mas se ele estivesse totalmente preso eu teria que tomar cuidado redobrado para não ser abordado por um nobre perguntando sobre aquilo, já quanto a chave eu apenas manteria a minha mão dentro do bolso segurando ela com firmeza para ter certeza que aquele garçom não iria aparecer do nada e roubá-la de mim.

A menina misteriosa também tinha um baú o que significava que ela também era uma competidora, eu sabia da localização de todos eles mas ela sem dúvida era a que  mais me intrigava e o fato de ser uma das que eu não conhecia despertava totalmente minha curiosidade.

ela seria meu primeiro alvo…

Tentaria me aproximar de forma amigável dela e me posicionar ao seu lado no convés, apoiando os braços na amurada e olhando o horizonte da mesma forma que ela e falaria com ela como se fosse um conversa casual dizendo:
-Oi, meu nome é Cory Atom, filho d… quer dizer… E o seu nome qual é?- se ela me respondesse eu abriria um sorriso em sua direção e voltaria a olhar o horizonte, mas caso ela me deixasse no vácuo e não desse qualquer tipo de resposta eu continuaria a tentar conversar mas não expossaria reação a sua ignorância, prosseguiria em ambos casos dizendo:
-Sabe… É ruim quando a gente se sente observado mas eu entendo sua curiosidade, entendo mesmo… Já conhece os outros competidores tanto quanto a mim?- agora eu olharia em seus olhos com um olhar afiado e sorriso entreaberto, convidando-a mais diretamente para aquela conversa. Se ela conhecesse daria uma risada breve e social, daquelas de quem não achou realmente engraçado mas que ri para demonstrar que de fato ouviu o que havia sido dito e então responderia com um tom de voz leve e descontraído:
-Uau, eu só tive o desprazer de conhecer oito desses aí… Não é engraçado como só alguns conseguiram embarcar? Me pergunto se a pessoa que organizou isso esperava por esse contratempo haha. Eu te perdoo pela sua bisbilhotada se você me entregar sua chave - e ergueria mão que não segurava a minha chave em sua direção
Já se ela não conhecesse os outros eu seria amigável em lhe falar sobre os que eu conhecia, mantendo o tom cordial da conversa:
-Gaivota, cowboy sinistro, garçom escorregadio e roqueira parruda… esses são os que eu conheço, essa informação te custou uma chave!- ergueria a mão que não estivesse segurando minha própria chave no bolso em sua direção de modo sarcástico, pois sabia que ela não me entregaria assim tão fácil, se entregasse eu ficaria imensamente surpreso, mas se o óbvio ocorresse e ela não entregasse eu voltaria a mão ao bolso e daria uma risada sutil dizendo:
-Brincadeirinha… Seria um pouco deprimente na verdade se você me entregasse assim tão fácil. Afinal estamos aqui pra jogar né? O importante é que eu pegarei essa chave de você de uma forma ou de outra, você fará o mesmo comigo não é?- aguardaria sua resposta e então iria embora caso ela não propusesse nenhum acordo e iria observar os outros competidores.

Era possível que alianças se formacem ou que algum dos ladrões já estivessem se preparando para atacar alguém e por isso eu ficaria de olho na movimentação dos participantes e se algum esboçasse uma reação suspeita eu o seguiria, me mantendo furtivo andando junto com os nobres e até comentando com eles sobre aquele pronunciamento poético com frases como: -acho que o baú é o nosso coração e a chave e a nossa simpatia com o próximo…- caso algum dos competidores percebesse que eu o estava seguindo.




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Oni
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 7 EmptySab 30 Maio 2020, 14:36


Narração - Cory Atom



Um baú retangular de madeira relativamente pequeno, um pouco maior do que uma garrafa de vinho, se encontrava preso ao cinto de Cory. Conseguiu tirar o baú com facilidade, percebendo que ele estava preso ao cinto por uma pequena estrutura de ferro. A estrutura era uma presilha formada de duas pequeninas chapas de ferro, bem finas, que estavam separadas uma da outra por menos do que um centímetro e presas à caixa, tendo apenas uma função de encaixe, que se liberaria facilmente do cinto apenas com um puxão. Por mais que conseguisse tirar o baú com facilidade do cinto, não foi capaz de encontrar bolsos naquelas roupas que o permitissem guardar um baú daquele tamanho.

Os aplausos ainda preenchiam o ambiente e a multidão emocionada e completamente enganada seguia comemorando o discurso com pouquíssimo sentido.

A garota misteriosa, que se percebia sendo encarada por Cory, o olhava com um rosto simpático e saía de onde estavam no primeiro subconvés e voltava para o convés principal, onde Cory a havia visto pela primeira vez. única forma de a sua ação fazer sentido. Preste atenção.

A multidão no corredor ainda o apertava bastante, um ambiente perfeito para ter seu baú roubado com facilidade, mas por pura sorte manteve-se com ele à cintura até o fim do seu percurso até voltar para o convés principal.

Encontrou-a de costas viradas para o lugar de onde ele viria, cotovelos apoiados à amurada em que se encostava, fazendo uma expressão inocente e simpática, observando-o se aproximar.

Como ator, Cory percebeu que cada ato dela era absolutamente fingido.

-Oi, meu nome é Cory Atom, filho d… quer dizer… E o seu nome qual é?

- Olá.. Pode me chamar de Ann. - Virando o pescoço de lado, ergueu a mão e fez um aceno na altura do rosto tão artificial que chegava a ser claro que ela queria demonstrar a artificialidade. - Eu já o conheço.. - Sorriu.

-Sabe… É ruim quando a gente se sente observado mas eu entendo sua curiosidade, entendo mesmo… Já conhece os outros competidores tanto quanto a mim? - Fingindo surpresa ela deu uma risadinha como se tivesse sido descoberta.

- Hahahaha... Mas é claro que eu conheço todos! Bem... Apenas de visa e de fama... Se me perdoa... O senhor Cory acaba sendo o menos famoso de todos. Mas é um prazer conhecê-lo. - Cory ria com simpatia igualmente fingida de volta para ela.

A timoneira negra vestindo roupas sociais observava os dois com uma expressão de satisfação; os olhos apertados, o sorriso irônico de quem aguarda o que irá acontecer.

-Uau, eu só tive o desprazer de conhecer oito desses aí… Não é engraçado como só alguns conseguiram embarcar? Me pergunto se a pessoa que organizou isso esperava por esse contratempo haha. Eu te perdoo pela sua bisbilhotada se você me entregar sua chave...

Desta vez, a risada dela foi sincera.

- O que me diz de eu lhe devolver a sua chave? - Foi quando ela levantara a mão para cumprimentá-lo, Cory percebeu. Naquele momento o havia distraído o suficiente para mexer em seus bolsos. Seu plano perfeito para defender a chave era manter as mãos no bolso... Mas no momento estava com os braços apoiados à amurada, completamente exposto. Ela levantou a chave para ele na altura dos próprios olhos, fazendo uma expressão de desprezo, ironia e frieza de uma forma que ele nunca havia visto tão perversa: Mantinha um olho maior do que o outro como quem diz ''sério?!'' e os lábios colados em nojo e superioridade. - Afinal de contas... É mais útil para mim se você descobrir qual baú ela abre. - Ela tentava abrir o baú com a chave de Cory, percebendo que era inútil, e então a devolvia para ele.

Ao se movimentar para receber a chave de volta, a falta de peso em sua cintura o incomodou.

O gatuno teve suas palavras roubadas.

- Eu não sou o Cowboyboy, garoto... E não sou do tipo que esperaria a sua recompensa aumentar para te matar em nome do Governo Mundial... - A Agente do Governo se afastava dele com o baú do ladrão em mãos. - Se aproxime de mim e eu não irei te subestimar como o Peixe Podre fez. Você será morto.

Ela desceu a rampa e voltou à multidão.

A timoneira deu um sorriso enquanto encarou o mar, olhando distante.

O barco estava bem longe de Toroa, fazendo um percurso colateral à ilha, rumo aos campos floridos.

Cory sabia que sua chave não abria o baú da agente. Faltavam outros cinco para testar.

Mas, ainda que descobrisse qual chave dos outros cinco abriria o seu baú... Ainda teria de roubá-lo de volta de Ann, a Agente.

A brisa soava no convés... Qual seria o seu próximo passo?

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Kiomaro
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 7 EmptySeg 01 Jun 2020, 14:18



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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New persons same old mistakes


Mais uma vez me via em desvantagem graças a minha incontrolável mania de me expor para conseguir me informar melhor. O que mais me incomodava não era nem ela ter roubado o meu baú "Eu pego de volta, sua agente metida…", mas sim o fato de ela não ter me dito quem eram os participantes que eu não conhecia… "Eu devia ter feito a pergunta de uma forma mais específica…"

De qualquer forma o mal feito já estava feito e agora forçar uma interação forçada com a agente seria uma completa besteira, afinal eu nem sabia qual era a forma que ela poderia me matar, seria veneno? Faca? Talvez uma arma de fogo como o peixe...Talvez eu deva ir lá perguntar…. Não né idiota!

Haviam tantas pontas soltas dentro daquele navio que até me traziam a sensação de embrulho na barriga. Primeiro, quem foi o desgraçado que colocou esse baú em todo mundo? Se todos tiveram o baú e a chave acoplados ao corpo ao mesmo tempo provavelmente foi uma equipe de desgraçados ou talvez só um rápido feito o diabo, talvez tenha sido até o próprio organizador, afinal ele estava ou não dentro do navio? Se eu fosse o organizador não seria burro a ponto de ficar exposto com esse bando de ladrões psicopatas num só navio querendo a minha cabeça, talvez ele não seja lá tão lendário assim….

Minha cabeça se recusava a acreditar que esse ladrão seria o Kouha, muito embora ele vivesse tirando onda de que era o maior ladrão de todos os tempos, mas não conseguia deixar de cogitar por algum momento que poderia sim ser ele e isso me deixava um tanto irritado e aumentava ainda mais minha curiosidade em saber quem era aquele organizador. Eu não era tolo o suficiente de sair procurando por ele e esquecer da competição, eu já havia começado três passos atrás dos outros por conta de ter o baú roubado, isso claramente tiraria qualquer um do sério e levaria ao pânico de já ter perdido a competição ali, mas a última coisa que eu faria era perder o controle, mesmo que eu estivesse noventa passos atrás na competição eu ainda consideraria a probabilidade da vitória, afinal eu fui ensinado assim...

~flashback~
-Em um jogo de estratégia é normalmente que no final da partida aconteçam a maioria dos erros… Sabe porque não é Cory?- dizia Kouha levando a mão em forma de pinça ao cavalo negro posicionado tabuleiro 8x8 de xadrez e avançando, de forma quase despretensiosa, em direção ao campo das peças brancas, ficando na diagonal de um bispo branco e sem nenhum tipo de cobertura.

Cory, do outro lado do tabuleiro, viu aquela cena com um sorriso gigantescos e arregalou os olhos quase que fazendo-os pular da cabeça. -Claro que eu sei… É por que o adversário que tá perdendo fica afobado e faz cagada igual você acabou de fazer HAHAHAHAH- Disse Cory no auge de sua arrogância capturando a peça indefesa de Kouha e esfregando na cara dele como se fosse um troféu. -É quase isso garoto…- disse o ladrão veterano olhando bem para a posição de suas peças com uma serenidade admirável.

Cory havia caído em uma armadilha.

Com toda calma e leveza do mundo Kouha moveu sua mão até uma torre que estava escondida atrás do cavalo e arrastou-a verticalmente até o campo de Cory, onde o rei estava posicionado totalmente exposto e sem possibilidade de escapatória, com um sorriso debochado no rosto Kouha sussurou:-cheque-mate…-

Cory claramente incrédulo apontou o dedo na cara do ladrão e reclamou: -Você roubou!-. Kouha deu uma risada alta dentro do navio e uma onda bateu na lateral fazendo as peças todas caírem no chão. Quando recuperou fôlego de tanto rir ele finalmente respondeu o questionamento que ele mesmo havia feito a Cory.

-O que você disse não está errado, a maioria das pessoas em desvantagem se afoba e acaba perdendo por conta disso, mas tem algo que causa ainda mais derrotas…- Disse Kouha recolhendo com calma as peças caídas no chão enquanto Cory rangia os dentes de raiva e impaciência. -Fala logo! O que é??- resmungou Cory, Kouha deu lhe um peteleco na testa.

-Arrogancia… Quem está com a vitória garantida quase sempre abaixa a guarda, isso claro não é uma regra, alguns inimigos não vão te subestimar nem quando você estiver caído morto no chão, mas lembre-se sempre...- Kouha recolheu o rei brando e o mostrou bem na frente dos olhos em fúria de Cory.

-é no último golpe que a guarda do seu adversário fica mais aberta-

~fim do flashback~

Peixe podre era um idiota de maior categoria assim como eu fui quando subestimei Kouha naquela partida de xadrez, contudo aquela agente do governo parecia ser o tipo de inimigo que Kouha havia me alertado que não me subestimaria até quando eu estivesse morto no chão, isso por um lado era emocionante só pelo fato de saber que poderia esperar dela uma batalha a altura, mas também era aterrorizante pois esse era o tipo de inimigo mais poderoso…

Notei que a timoneira do navio encarava minha conversa com uma expressão de satisfação, talvez ela estivesse só achando graça de me ver sendo passado para trás pela agente. Ela não era uma das participantes ao meu ver, pois não havia notado nenhum baú em sua roupa, mas de qualquer forma eu iria prestar muita atenção em possíveis movimentos futuros e suspeitos dela.

algo me dizia que a timoneira sabia algo e eu descobriria no tempo ideal, mas por hora eu deveria me ocupar de conseguir roubar as chaves de outros competidores. Não ter o meu baú era realmente uma merda, pois mesmo que eu conseguisse a chave certa eu não iria poder saber de cara qual era a que abriria o meu baú e por isso eu não saberia o conteúdo dela. "Aquela agente vai me pagar por mexer com a minha curiosidade dessa forma!".

Meu primeiro alvo seria o garçom, como ele estava vestido com roupas de trabalho e essa era a oportunidade perfeita que eu tinha para arquitetar um plano de roubar sua chave e baú.

Me juntaria a uma multidão relativamente grande de nobres e começaria uma conversa agradável com intuito de fazer amizade e conquistar a confiança deles usando minha atuação para parecer que era de fato um nobre como eles: -Olá gostaria de fazer um comentário pertinente a respeito do pronunciamento do organizador desse magnífico evento. Vocês não acham que essa fala teve tudo a ver com a forma que resolvemos abrir nossos corações?-
Em determinado momento da conversa eu intorremperia a possível conversa que eu mesmo havia iniciado e olharia para na direção do garçom com um espanto contido e comentaria com os nobres: -Tive a impressão de ter visto aquele garçom está servindo um prato fantastico da culinária do South Blue para aquela mesa. Deve ter sido só impressão, eu mesmo só tive a oportunidade de experimentar um prato desses quando estive na mansão de  nobre daquela região, é um prato caro demais para ser servido assim para tanta gente…- Tendo feito o comentário eu esperaria atiçar os desejos de luxo dos nobres e fazê-los rodearem o garçom para conseguir uma amostra do prato exclusivo e então iria junto com a multidão para cima dele e tentaria arrancar de seu cinto o baú e também buscar em seus bolsos a chave.

Assim que conseguisse rouba-lo eu sairia de perto imediatamente de maneira furtiva para não chamar mais atenção e testaria se a minha chave abria o baú dele e se abrisse analisaria o conteúdo dentro dela. Não procuraria roubar mais nada dele, pois da mesma forma que ele era ligeiro para furtar deveria ser para descobrir que estava sendo roubado. "Primeira regra indispensável em um roubo: Não tente roubar mais do que o planejado. Tente roubar mais e será descoberto!"












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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 7 EmptySeg 01 Jun 2020, 21:54


Narração - Cory Atom



A brisa marítima, por ser ainda dia, afastava o cheiro das flores da ilha que ficava distante conforme a volta se dava.

O cheiro salgado da brisa se afiando ao se chocar no amurado do convés foi a melodia da passagem de Cory pela timoneira. A pupila dela deslizou como um laser mergulhado na própria córnea o perseguindo, enquanto ele a olhava de soslaio, por cima do ombro. Presenças se reconhecendo.

A sombra o engolia e ele a deixava para trás descendo as rampas.

-Olá gostaria de fazer um comentário pertinente a respeito do pronunciamento do organizador desse magnífico evento. Vocês não acham que essa fala teve tudo a ver com a forma que resolvemos abrir nossos corações? - A sala do meio do primeiro subconvés era bastante animada. Um número enorme de pessoas se acumulava ali, e o som alto de conversas delimitava o ambiente. Um grupo com quatro nobres com cabelos cheios de laquê observavam Cory de volta. - Ora, ora.. Sim. Sim... - Falava com empolgação. - Parando pra pensar... Eu não tinha visto por esse ângulo.. - dizia uma outra nobre. Os quatro tiveram o assunto modulado para este tema, e começaram a discuti-los com um cômico tom de seriedade. -Tive a impressão de ter visto aquele garçom está servindo um prato fantastico da culinária do South Blue para aquela mesa. Deve ter sido só impressão, eu mesmo só tive a oportunidade de experimentar um prato desses quando estive na mansão de  nobre daquela região, é um prato caro demais para ser servido assim para tanta gente…

E ali estava claro o porquê de roubarem nobres. Além, é claro, de eles serem os únicos que realmente valiam a pena serem roubados, eles eram inocentes como se não fossem desgraçados que escravizavam pessoas. Esta inocência transpareceu entre os quatro no exato momento em que Cory falou aquilo, e um deles automaticamente ergueu uma das mãos para o Garçom.

Habilidoso, o atendente do Bar Atividades Legais girou em torno de si com a bandeja em mãos, caminhando com graciosidade na direção dos cinco nobres.... Pois o disfarce ainda protegia Cory.

- Ah... Olá... Hm.. - O nobre levava a mão até o queixo imaginando a melhor forma de perguntar. - Um nobre senhor me disse que havia uma iguaria sem igual sendo servida em sua bandeja... Será que... - Observando melhor, os quatro notaram uma ausência de comidas em sua bandeja, e tão somente um vinho e algumas taças.

- Ora, ora... Receio que não poderei servi-los iguarias, pois não tenho nenhuma que não seja este vinho sem igual... - Começava a servir uma das taças segurando o vinho em uma mão e apoiando a bandeja na outra... Com ambas as mãos ocupadas.

A distração perfeita.

Tal qual seu mestre felino, Cory se atirou com velocidade e o máximo de precisão que pôde reunir em direção à cintura e aos bolsos do Garçom.

Encontrando absolutamente nada.

Sentindo-se validado e com a guarda em absoluta alerta, o Garçom simplesmente continuou servindo as taças com calma, permitindo que Cory andasse para longe dele.

Deixou que ele andasse mais, cada vez mais adentro da festa.

Com um olhar frio e vingativo ele piscou devagar.

Pegou uma pequena colher do bolso da camisa e a trouxe até a garrafa de vinho que estava na bandeja.

Com três toques ritmados na garrafa, que soaram completamente inocentes aos outros membros do salão de refeições, ele havia dado o sinal pra a sua companheira.

Cory percebeu o corpanzil de Iron Maiden, vestindo as suas roupas de sempre, crescendo colossal conforme ela se levantava da mesa o observando através dos diversos nobres.

Com suas duas baquetas ela fazia um ritmo igualmente inaudível para os nobres ao redor, mas que era o suficiente para chamar a atenção dos seus capangas que estavam espalhados pelo salão.

Cinco homens musculosos seguiram o comando dela: Como se fosse uma varinha mágica, ela apontava exatamente para a posição em que Cory, e os cinco colossos caminhavam por entre os ricos comendo distraídos na direção do seu pobre alvo.

A Iron Maiden em si mantinha-se de pé do lado da mesa. A sua mão enorme estava apoiada sobre dois baús do mesmo tamanho que o de Cory. Como se o chamasse para roubar os tesouros dela mesma e do Garçom.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 7 EmptyTer 02 Jun 2020, 20:53



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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primeiro confronto: Roqueira parruda!


Não era como se houvesse algum alvo fácil naquela competição, na realidade todos pareciam extremamente preparados para aquele momento, eu por outro lado nem tanto… Mas se havia um alvo que eu gostaria de evitar em um confronto direto esse era com toda certeza a roqueira parruda.

Não era só pelo fato dela ter no mínimo o triplo do meu peso só no braço esquerdo mas sim por ela ter o maior número de capangas igualmente parrudos, que por sinal já haviam me notado e provavelmente em segundos me cercariam. "engraçado, acho que já passei por isso em algum lugar…"

A forma com que a roqueira me intimava para o confronto esbanjando os dois baús na minha cara era uma clara forma de me fazer desistir logo, tanto eu quanto ela tínhamos certeza de que eu não venceria na força bruta com ela e era improvável que eu conseguisse tirar o baú a força, só havia uma forma de eu conseguir roubá-la naquela situação…

Me aproximaria da roqueira caminhando pacíficamente com as mãos nos bolsos e esbanjando um sorriso genuinamente feliz olhando-a nos olhos com um olhar afiado, sabia que ela não seria idiota de me socar pois se fizesse isso haveria um pânico generalizado entre os nobres e pânico significaria o fim do evento e da competição. "Os nobres amam utilizar a violência com aqueles que escravizam, mas são muito sensíveis com brigas, não entendo essa classe abastada…"

Quando estivesse de frente para a mesa que ela estava apoiada eu me certificaria que estava com a minha chave no bolso uma última vez e então daria de ombros com as mãos ainda no bolso (apenas movendo os ombros pra cima e pra baixo) e dando um sorriso bobo e assumiria a derrota usando minha lábia e charme natural para elogia-la pela força:

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-O que? Achou que eu ia conseguir pegar o baú de você assim na sua cara? Cory Atom pode ser muitas coisas mas certamente não é burro pra não perceber a diferença de tamanho entre eu e você. Se os baús estivesse com alguns daqueles seus capangas ali eu até tentaria, mas com você eu não tenho chance nenhuma, você com certeza é mais forte que eles!- Analisaria sua reação ao meu elogio e usaria disso como arma para continuar diminuindo cada vez mais sua guarda em relação a mim.

Inclinaria a cabeça em direção ao seu braço musculoso e levaria a mão esquerda ao queixo, observando com cuidado e admiração as fibras que formavam o seu braço, dizendo: -Sabe, desde que eu te vi naquele Pub eu fiquei curioso em saber se você trabalha com fisiculturismo ou algo do tipo, seus músculos são extremamente bem esculpidos, como uma obra de arte!- Olharia em seus olhos com um sorriso ingênuo e curioso e esperaria sua resposta sobre o fisiculturismo.

Se fosse negativa e ela nunca tivesse feito fisiculturismo ou nem tivesse ouvido falar daquilo eu tentaria parecer surpreso e diria: -Você seria uma fisiculturista perfeita! Seria só você exibir esses músculos incríveis para o público e todos iriam a loucura, talvez você poderia até usar esse recurso em seus shows, seria um tempero a mais para o público…- No fim das frase eu faria alguns movimentos de fisiculturismo, flexionando os músculos acima da cabeça mas dando risada logo em seguida dizendo: -ahahahha desculpa, eu sou magrelo demais pra isso… Pode me mostrar como que se faz?-

Caso ela conhecesse o fisiculturismo e falasse que era uma praticante do esporte eu faria uma expressão de admiração e diria: -Wooow! Eu sempre admirei os fisiculturistas, até penso em ser um algum dia, acha que eu levo jeito?- Flexionaria os braços também nesse caso, como se tentasse mostra-los ao público e daria uma risada sincera no final da demonstração dizendo: -HAHAHAHA patético eu sei… Será que você poderia me dar uma demonstraçãozinha de como se faz?-

Independente do caso eu esperaria o momento em que ela começasse a demonstrar os músculos e aplaudiria dando incentivo para que ela mostrasse cada vez mais. -Isso! Você é excelente nisso! Agora o das costas por favor, por favoooor!- diria indo praticamente ao delírio com sua demonstração de força, usando minha atuação para parecer um fã lunático e quando ela mostrasse o músculo das costas é que o meu plano viria a vigor…

"Antes de contar o plano gostaria de comentar com uma coisa com você querida consciência:
É engraçado flertar com uma mulher elogiado o tamanho de seus músculos, mas eu acho que ela é do tipo que gostaria de receber esse tipo de elogio… Você também acha né?"

"Onde eu parei… ah é! O músculo das costas!"

Quando ela virasse de costas para mostrar os músculos eu pegaria os dois baús de cima da mesa com muita agilidade e tentaria fugir do raio dela e de seus capagas. Driblar os capangas seria a parte mais complexa do plano, mas estava confiante com minhas novas habilidades acrobáticas, então caso topasse de frente com um dos capangas da roqueira eu abaixaria e rolaria por debaixo de sua pernas segurando os dois baús e então levantaria o mais rápido possível e correria no meio da multidão e me misturaria até que os capangas ficassem confusos quanto a minha localização e então seguiria para o saguão aonde haviam diversos banheiros e me trancaria em um banheiro qualquer para verificar se minha chave abriria algum dos baús que eu havia roubado.

Caso ele abrisse um dos baús eu retiraria o conteúdo de dentro dele e deixaria o baú vazio em cima da pia do banheiro e o outro eu colocaria no dispositivo que segurava o baú no cinto e seguiria até o sub convés onde ocorriam as danças de salão dos nobres e me misturaria aos que estivessem por lá. Escolheria aquele subconves pois seria fácil diferenciar um capanga vestido com roupas de roqueiro de um nobre com roupas chiques e caso avistasse algum manteria a maior distância possível.









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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 7 EmptyQua 03 Jun 2020, 22:03


Narração - Cory Atom



Os capangas da Iron Maiden criavam uma amurada de músculos que se cercava em torno do gatuno. Tal cerco se apertava cada vez mais em torno dele conforme os colossais andavam por entre os convidados para se aproximar dele.... Exceto por um lado.

Eles nunca imaginariam que o gatuno iria evitar os músculos para ir diretamente para a parte mais intimidante daquele bando: O cérebro.

Ou algo próximo disso.

O que importa é que Iron Maiden, ao notar o ultraje do magérrimo Cory Atom se deslocando em sua direção, somente pôde ranger os dentes e deixar as veias saltarem em todo o corpo, apertando o baú em que sua mão estava posicionada com ainda mais força.

Assustados, os capangas pararam de cercar Cory e se mantiveram parados.

Diante da mais violenta e ameaçadora dos concorrentes ele era completamente impotente. Como uma criança diante de um urso.

A raiva da Iron Maiden virava satisfação e ela lhe entregava um sorriso selvagem... Aguardando como ele se posicionaria perante a ela. Qual seria o seu primeiro golpe.

Mas ele apenas deu de ombros.

-O que? Achou que eu ia conseguir pegar o baú de você assim na sua cara? Cory Atom pode ser muitas coisas mas certamente não é burro pra não perceber a diferença de tamanho entre eu e você. Se os baús estivesse com alguns daqueles seus capangas ali eu até tentaria, mas com você eu não tenho chance nenhuma, você com certeza é mais forte que eles! - Ela desviava o olhar para o lado rapidamente, levemente enrubescida, mas ainda mantendo a feição séria. - Nós poderíamos ser parceiros, Cory... Se você não tivesse traído a Máfia que iria decifrar o enigma de entrada para mim.. - Mas ele pouco se importava com o que ela dizia, mantendo ainda a sua investida contra a pobre pirata. - Sabe, desde que eu te vi naquele Pub eu fiquei curioso em saber se você trabalha com fisiculturismo ou algo do tipo, seus músculos são extremamente bem esculpidos, como uma obra de arte!

Ela desviava os olhos para o outro lado mas ele os seguia com os seus.

-Você seria uma fisiculturista perfeita! Seria só você exibir esses músculos incríveis para o público e todos iriam a loucura, talvez você poderia até usar esse recurso em seus shows, seria um tempero a mais para o público… - Quando ele fez os movimentos com o próprio braço, a baterista deu um riso grave e um tanto quanto estranho, cobrindo a boca com a ponta dos dedos. - Hahahahha desculpa, eu sou magrelo demais pra isso… Pode me mostrar como que se faz?

A Iron Maiden, que já achava Cory interessante desde a sua luta no Pub, não pôde deixar de se render à sua lábia.

Seus dedos se descolaram dos baús e em algum lugar lá atrás era possível ouvir o garçom gemendo de tensão.

Flexionou os músculos e apenas o seu bíceps era do tamanho da cabeça do gatuno.

-Wooow! Eu sempre admirei os fisiculturistas, até penso em ser um algum dia, acha que eu levo jeito? - A Iron Maiden apenas olhava para o chão, envergonhada, e então para Cory, e então para o chão novamente. -HAHAHAHA patético eu sei… Será que você poderia me dar uma demonstraçãozinha de como se faz? - Desta vez ela flexionava os dois braços ao mesmo tempo. -Isso! Você é excelente nisso! Agora o das costas por favor, por favoooor! - Sem nem pensar duas vezes ela se virava de costas e exibia os músculos dos dois lados.

- OH, NÃO!! - Arruinado, crendo estar completamente seguro ao deixar a proteção dos seus roubos com a Iron Maiden e a habilidade de roubar na linha de frente consigo, via seu plano ruir em sua frente conforme Cory levava os dois baús pra longe.

Foi muito simples para Cory sumir na multidão e desaparecer diante dos olhos dos outros.

Já no banheiro... O gatuno encontrava uma cabine vazia e tentava usar a sua chave para abrir os dois baús em vão.

Tanto o garçom quanto a baterista ainda possuíam as suas próprias chaves, e Cory havia chamado a atenção de dois inimigos para si. Ainda faltavam diversas horas até o fim da competição.. O que faria para se manter com os dois baús?

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 7 EmptySab 06 Jun 2020, 02:18



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Segundo Confronto?


Vamos recapitular…

Minha primeira vítima foi a agente Ann, se é que posso chama-la assim… A verdade era que eu fiquei totalmente merce de suas habilidades como ladra e perdi meu baú logo de primeira. Para minha sorte minha chave era inútil para ela e por isso obtive ela de volta quase como uma caridade. "Ela é metida mesmo… podia ter ficado com a chave e com o baú e depois ainda diz que não vai me subestimar como o idiota do peixe-podre, hmm"

Eu já tinha certeza que minha chave não abria o meu próprio baú, óbvio, e se ela não abriu o baú da roqueira e nem do garçom só me restava uma certeza…

Minha chave abre o baú do cowboy ou da gaivota!

Meu corpo tremia de entusiasmo e a ponta dos meus dedos formigavam querendo se apossar daqueles dois baús. Saber que eu só precisaria colocar as mãos neles e teria acesso ao seu conteúdo com toda a certeza, despertava o ápice da minha curiosidade, eu queria… não! Eu precisava deles a qualquer custo!

Afinal... Que tipo de segredos estavam ocultos dentro daquela caixa de Pandora? Seria a conta do banco? Quem sabe o perfume, ou o vinho, talvez nada disso, talvez nenhum dos item listados naquela carta fossem de verdade os itens contidos dentro do baú, talvez fosse só uma forma de cativar nossa atenção. Mas se tinha algo que eu precisa mais do que tudo era o diário de bordo do desgraçado do organizador... Aquilo mataria de vez minha suspeita quanto a ele ser o Kouha ou simplesmente outro desgraçado, era o item mais valioso de todos e eu precisava logo dele em minhas mãos!

"Talvez, talvez… Não quero o talvez, eu quero a certeza, porra! Quero abrir aquele baú e ver com meus próprios olhos o que tem lá dentro, eu não tô nem aí que aquele cowboy mete medo, nem que a gaivota anda com a marinha, eles tem algo que me pertence, se ele ficarem na minha frente… Eu os mato!"

Minha mente estava confusa demais, mas sabia que perder a sanidade e acabar com a competição por conta daquele desejo seria idiotisse, então me acalmaria rapidamente dando dois tapas fortes no meu próprio rosto, um em cada bochecha, na tentativa de recobrar um pouco da razão e puxaria o ar com toda a força e soltaria com calma, sentido os aromas típicos do banheiro e meu corpo tensionado se relaxando com a retração de meu diafragma própria. "Será que o banheiro tem cheiro de lavanda ou algo do tipo? Talvez alguém estivesse com uma diarréia das bravas e essa não tenha sido a melhor ideia…" .

Uma vez estando mais calmo começaria a pensar em estratégias reais para conseguir o baú do Cowboyboy e também sua chave, visto que a gaivota ainda era um plano distante:
"Desde que encontrei ele no restaurante com o peixe podre vi como ele era uma homem perspicácia e observador, de forma que conseguiu até mesmo ver por trás de meu truque de atuação como se fosse a coisa mais manjada do mundo. A perspicácia do maldito é tanta que ele espera a recompensa de suas vítimas chegar até o limite para executá-las, só a um jeito de lidar com um homem perspicácia como ele… Barganhando!'

O fato do cowboy sempre deixar suas vítimas ficaram mais fortes era sua maior fraqueza se me lembro bem da frase que ele disse para o peixe-podre, portanto usaria isso como instrumento de barganha para meu plano de adquirir seu baú e também sua chave.

Sairia da cabine do banheiro segurando os dois baús debaixo do ombro e sem nenhum tipo de cerimônia colocaria ambos em cima da mesa isolada do cowboy e puxaria uma cadeira para sentar com junto a ele a mesa e fitaria seu olhos com absoluta frieza, tentando ao máximo não reagir a nenhum tipo de intimidação que ele viesse a esboçar para me afetar, dizendo:
-Sim… eu roubei esses dois baús, com algum esforço eu poderia roubar o seu também, mas quem iria segura-los pra mim? Não tenho capangas como aquela roqueira idiota e nem aliados aqui dentro… Não me entenda errado cowboy, eu não quero a sua aliança, quero a sua chave!- estenderia a mão em sua direção e abria um sorriso esperto em contradição com meu olhar ainda frio. -Não faz meu estilo ficar sentado esperando que as presas fiquem prontas para o abate, portanto não faz sentido eu andar com tantos baús por aí esperando elas virem com suas chaves para cima de mkm, por outro lado acho que você adoraria ficar parado esperando o momento certo para dar o bote não é? Então o que acha? Sua chave pelos meus baús, justo não é?- aproximaria os dois baús de seu lado da mesa para que ele já sentisse que eram dele, mas distanciados logo em seguida para fazer um último parágrafo daquela cláusula do nosso contrato:
-Calma aí xerife, tem uma condição primordial antes de fecharmos esse acordo que claramente está favorecendo o seu lado e não o meu…- estenderia novamente a mão em sua direção e dessa fez não sorriria nem esboçaria nenhum tipo de sarcasmo ou risada dizendo:
-Eu vou testar todos os baús dessa mesa antes de te entregar, se abrir,  o conteúdo dentro será meu. Sinta-se a vontade pra roubar depois... já sabe que vai estar comigo não é mesmo? Vou acumular todas as chaves dessa competição e você vai segurar todos os baús, esperando a hora certa para me executar. Será que consegue, cowboy?-

Caso ele se recusasse ou ficasse em algum momento relutante com a proposta eu me levantar imediatamente com os dois baús em mãos e iria embora dizendo: -Não estou aqui pra brincadeiras, se me ajudar você tem alguma chance de ganhar, se não ajudar, nenhuma, é simples assim.- caso essas palavras o fizessem mudar de ideia eu me sentaria novamente, caso não funcionasse eu iria embora segurando os baús debaixo de um ombro e segurando a chave dentro do bolso no outro, enquanto me pocisionaria melhor no salão de danças, tentando me manter furtivo para planejar um novo plano. "Cowboy idiota… Vou roubar até aquele chapéu na cabeça dele! Ele me paga"

Caso eu conseguisse um acordo com o cowboy eu pegaria sua chave e junto com a minha minha testaria todos os baus, caso conseguisse abrir algum pegaria o conteúdo e devolveria os três para eles ficando apenas com as chaves. -Volto outros baús logo, não garanto que tenha alguma coisa dentro…- diria e me despediria com aceno de mão, o fato de estar mais leve sem os baús nesse caso me daria mais confiança e eu começaria a andar por aí procurando a agente metida de forma furtiva, para planejar uma maneira de recuperar meu baú e roubar a chave da maldita…







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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 7 EmptyDom 07 Jun 2020, 11:40


Narração - Cory Atom



Preso pelos dois braço e pelas duas pernas Cory se via a um passo de ser lançado para fora do navio.

Vamos recapitular...

O nosso antiherói deixou o banheiro que ficava no subconvés do meio e atravessou o corredor em direção à rampa, subindo para o salão de refeições do subconvés de cima, o lugar em que estava havia pouquíssimo tempo. O mesmo onde havia ofendido diversas pessoas ao mesmo tempo.

Ao adentrar o local não conseguiu identificar grande parte dos subordinados da Iron Maiden, tendo conseguido observar apenas um deles. Este mesmo subordinado o encarou com um ódio profundo, olhos nos olhos, e Cory desviou o olhar para procurar o local onde achava ter visto o Cowboyboy antes.

Por pura sorte ele se encontrava ali, ainda sentado na mesa, comendo frutos do mar típicos da ilha enquanto observava a região.

O som de uma colher batendo em uma taça chamou a atenção de Cory, mas não o interrompeu. Aquele certamente era o som do Garçom avisando ter avistado o gatuno atrevido voltando para o andar. Os homens da Iron Maiden, músicos que eram, com certeza conseguiriam distinguir aquele som específico de qualquer região do navio.

Mudei a cor do cowboy e do Garçom a pedidos do player para que ele possa ler melhor.

O Cowboy afiou o olhar e cruzou as pernas se curvando para a frente, apoiando os braços sobre as pernas cruzadas, observando a aproximação de Cory.

- Ora, ora... - Levou um camarão até a boca com a ponta dos dedos e se recostou novamente na cadeira, ainda de pernas cruzadas. - Eu confesso que não esperava por isso. - Erguia o queixo, como se avaliasse Cory o olhando de cima, tentando prevê-lo. - Você está diferente, garoto. - Ele não tentou intimidar o ladrão.

-Sim… eu roubei esses dois baús, com algum esforço eu poderia roubar o seu também, mas quem iria segura-los pra mim? Não tenho capangas como aquela roqueira idiota e nem aliados aqui dentro… Não me entenda errado cowboy, eu não quero a sua aliança, quero a sua chave! - O cowboy assistiu o sorriso falso e o olhar frio de Cory. Apenas assistiu. Apertando os olhos como se tentasse prever. -Não faz meu estilo ficar sentado esperando que as presas fiquem prontas para o abate, portanto não faz sentido eu andar com tantos baús por aí esperando elas virem com suas chaves para cima de mkm, por outro lado acho que você adoraria ficar parado esperando o momento certo para dar o bote não é? Então o que acha? Sua chave pelos meus baús, justo não é? - O cowboy manteve-se parado, esperando a conclusão. Como se já soubesse que haveria mais uma cláusula do contrato. -Calma aí xerife, tem uma condição primordial antes de fecharmos esse acordo que claramente está favorecendo o seu lado e não o meu… Eu vou testar todos os baús dessa mesa antes de te entregar, se abrir, o conteúdo dentro será meu. Sinta-se a vontade pra roubar depois... já sabe que vai estar comigo não é mesmo? Vou acumular todas as chaves dessa competição e você vai segurar todos os baús, esperando a hora certa para me executar. Será que consegue, cowboy?

O cowboy apenas sorriu, desconcertado e impressionado. E então, com apenas uma contração, expeliu apenas quantidade de ar o suficiente para uma risada de um segundo, expondo o sorriso branco e olhando para o chão. - Um dia eu vou até você, garoto. A sua recompensa ainda vai crescer muito. Até lá, eu estarei te assistindo. Te estudando. Prevendo o seu próximo passo... Você é do tipo mais difícil de prever: Um idiota que nem mesmo sabe o que está fazendo. Mas que consegue fazer tudo dar certo... Mas eu vou conseguir. Acordo fechado. - Embora tenha dito acordo fechado, olhou para Cory de uma forma que toda a sua aura assustadora conseguiu congelar o ambiente ao redor. Um prelúdio do fim que aquela aliança teria em breve. O momento em que os dois se reencontrariam como adversários.

O cowboy pegou a própria chave e a direcionou na direção do baú do Garçom.

Como se já soubesse que aquela era a fechadura exata, ele conseguiu a abrir com facilidade.

Uma garrafa de um vinho da Vinna della Rosa estava dentro do baú, absolutamente intacta. - Este vinho vale cerca de 250 milhões de berries... - O Cowboy observava se aproximando. - E é original... Mas será que aqui tem alguma pista... Algo que possa indicar onde está o Organizador...

Cory pegou apenas a própria chave e testou o baú do Cowboyboy. Nenhum efeito.

Se despediu com um aceno de mão, levando tanto a chave (inútil, por já ter mostrado que baú abriria) do Cowboyboy e a sua própria, deixou a garrafa e os três baús sobre a mesa. Com um cumprimento tocando o chapéu com as pontas dos dedos, o cowboy se despediu de Cory, que acenou com a mão de volta para ele. Se recostou novamente sobre a cadeira, o olhar aguçado brilhando sob a sombra do chapéu.

E neste momento Cory foi pego pelos braços por dois subordinados da Iron Maiden e carregado para longe do salão.

Antes que pudesse fazer algo, com os dois braços presos, foi levado para a rampa, subindo até o convés.

- Ora, ora... Vocês nem imaginam!! Estão fazendo uma competição de quem é mais rico! O vencedor vai ficar mais rico!! - O garçom anunciou para os nobres que estavam no convés, e os poucos foram convencidos a descerem a rampa. Um capanga que já estava no convés tampou a entrada com o próprio corpo, e os outros dois continuaram levando Cory.

Completamente impotente, assistiu a timoneira segurar a risada até ficar vermelha ao encará-lo. Com um movimento de cabeça ela o cumprimentou, como quem diz ''você de novo?''.

O navio já estava parado, e a vista dos campos floridos de Toroa era realmente estonteante... Não fossem o fato de que, como dito no começo: Preso pelos dois braço e pelas duas pernas Cory se via a um passo de ser lançado para fora do navio.

Os grandalhões balançavam ele, ameaçando lançá-lo, quando o garçom apareceu com mais um dos grandalhões ao seu lado. - Esperem! - Anunciou. - Você não achou que eu fosse te dar a vitória de bandeja, não é? - Jogando a bandeja no chão, como se não tivesse tido a intenção de fazer o trocadilho, o Garçom se aproximou de Cory. - Você realmente aprendeu o que eu te ensinei rápido... Mas te faltam anos de experiência. - O garçom pegou as duas chaves que estavam com Cory, o deixando sem nenhuma, e então fez um gesto com as mãos. - Você deveria ter aprendido com o Peixe Podre. Eu mandei você para roubá-lo... Da mesma forma que irei mandar estes homens jogarem você fora do navio agora.

Os dois brutamontes lançaram Cory contra a amurada do navio, capotando e girando no chão antes de se chocar com um baque seco contra ela.

- Espanquem o desgraçado até a morte e o joguem para fora do navio. Mas aguardem a Iron Maiden. Ela quer provar um pouco da surra que ele irá receber também. - O cheiro do suor dos grandalhões eram o único aroma que sentia, conforme as sombras dos dois se projetavam sobre ele conforme ia sendo cercado...

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 7 EmptySeg 08 Jun 2020, 15:27



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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O vinho

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-d-d-du-duzentos e cinquenta MILHÕES?!!!- Gaguejava impressionado e assustado com aquela taça posta na minha frente."Eu nunca vi tanto dinheiro assim na minha vida e de forma tão compacta… Já havia visto muitas cabeças de piratas valerem menos que isso, qual será que é a história por trás desse vinho chique?"

Finalmente o primeiro baú estava aberto, aquilo me trazia uma sensação de conforto e alívio por finalmente espiar o conteúdo de um, mas minha curiosidade ainda não estava completamente saciada, não enquanto ainda houvessem mais cinco baús para serem roubados.

Eu estava mais confiante do que nunca agora que estava leve sem aquele tanto de peso pra carregar de um lado para o outro, sentia que nada poderia me impedir! Ou quase nada…

Em um segundo senti o chão debaixo dos meus pés ficando mais leve e quando me dei conta lá estavam os dois capangas da roqueira parruda. "ah ótimo...Eu devia ter  imaginado que isso iria acontecer alguma hora…"

A sincronia entre a distração do garçom para distrair os nobres e os movimentos dos capangas era perfeita, tão perfeita que se eu fosse jogado pra fora do navio ninguém ia nem reparar, com excessão da timoneira que olhava pra tudo levemente satisfeita… "Você de novo timoneira? Não tenho tempo pra você agora…"
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Olharia por meio segundo na direção da timoneira incherida e sorriria confiante em sua direção transmitindo a ideia que estava no controle da situação -mesmo que claramente não estava-, afinal, se era um show que ela queria ver, um show ela teria.

"Assista de camarote senhora timoneira, a estreia: Roqueiros afogados e o garçom com o cu trancado..."

-Colé gente… Vamos resolver isso como seres civilizados…- diria sorrindo para os dois agressores que estavam loucos para me encher de porrada, enquanto tentaria me recompor lentamente para ficar de pé.

Não sabia até que ponto eu conseguiria me levantar antes de se alvejado, mas tentaria ficar o mais disposto possível e levaria a minha mão a adaga escondida em algum lugar da minha roupa, olhando diretamente para o garçom quase que segurando a risada e dizendo: -Você é mais burro que eu imaginei garçom… Devia ter pegado a minha faca ao invés das chaves!-

Dito isso eu sacaria a minha arma e se estivesse prestes a receber um ataque nesse momento faria um contra ataque utilizando a lâmina de forma defensiva:

Se eu fosse alvejado com um chute frontal eu efetuaria um giro para esquerda para desviar, se fosse por um chute lateral mirando alguma costela eu me abaixaria com agilidade, se fosse uma rasteira eu pularia por cima do golpe.

Se eles preferissem golpes de mão mirando meu rosto com um soco direto e frontal eu efetuaria uma finta deslocando meu corpo levemente para a esquerda e quando a mão passasse direto por mim eu apunhalaria o ombro do capanga para o inutilizá-lo com a dor. Se fosse um golpe cruzado mirando meu rosto eu agaixaria e no momento que ele abrisse a guarda com o golpe que acertaria apenas o ar eu aproveitaria que estaria abaixado para rolar para trás do capanga e cortar os seus dois tornozelos com uma passada rápida de minha lâmina, para diminuir sua mobilidade. Se eu fosse alvejado com socos na barriga vindos de qualquer direção eu ao invés de desviar cortaria a mão do capanga que fosse me alvejar e se ele viesse com outro soco logo em seguida cortaria novamente, para inutilizar ambos os socos

Por fim, quando me defendesse fincaria a faca no meio do peito do capanga ques estivesse mais proximo e em seguida giraria a faca em torno do próprio eixo para ter certeza seria um ferimento fatal, retirando a faca de dentro dele e limpando na suas própria roupas enquanto calmamente empurraria o maldito para fora do barco como forma de ocultar o cadáver. Em seguida para lidar com o outro capanga em subiria na amurada e ergueria os dois braços para provocá-lo dizendo: -Um já foi, sua vez...- dizendo isso esperaria que ele se aproximasse furioso pelo seu parceiro e quando ele chegasse bem perto eu realizaria uma pirueta acrobática por cima de sua cabeça e cairia em pé em suas costas, dizendo-o umas últimas palavras enquanto colocaria a adaga em sua garganta: -Nada pessoal, é que eu não gosto de Roqueiros, ok, acho que é um pouco pessoal sim…- e por fim cortaria sua garganta e o atiraria para fora do navio.

Tendo eliminado os dois capangas eu olharia para o garçom com um sorriso simpático enquanto balancaria o sangue na adaga deixando-o pingar no convés. -Então… Vai me devolver as chaves ou será que eu vou ter que pedir com educação?- diria com a mão esquerda estendida direção.



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 7 EmptyTer 09 Jun 2020, 22:45


Narração - Cory Atom




-Colé gente… Vamos resolver isso como seres civilizados… - A timoneira fazia um bico intrigado enquanto Cory se levantava. O garçom se aproximava da saída. -Você é mais burro que eu imaginei garçom… Devia ter pegado a minha faca ao invés das chaves! - O susto foi tamanho que o garçom girou apenas o corpo da cintura para cima para olhar para trás, os dois olhos arregalados. - Quê.. Espanquem ele!! - A voz esganiçada e o dedo magrelo apontavam para Cory conforme voltava a se aproximar girando a parte cintura a baixo também. - Vamos!!

Os dois brutamontes mais próximos caminharam em sua direção com os passos pesados...

O primeiro que se pôs à frente lançou o peso sobre ele na forma de um direto contra seu rosto. Com alguma facilidade conseguiu evitar o golpe, mas antes que pudesse acertar a faca contra o ombro do inimigo foi interrompido por um chute frontal que o obrigou a girar para evitá-lo do outro brutamontes. O primeiro voltou a tentar acertá-lo com um cruzado, que o ladrão teve de evitar ao se agachar com velocidade.

Quando se levantou atrás dele, seus dois tornozelos já estavam cortados e ele foi obrigado a se apoiar sobre a amurada, de costas para Cory. O segundo homem berrou e tentou acertar um cruzado contra o larápio, tendo o mesmo triste fim do primeiro, terminando apoiado na amurada com os dois tornozelos cortados.

Os homens eram muito pesados para serem movidos, mas estavam absolutamente imobilizados.

- MÉDICOS... MÉDICOS, POR FAVOR... - A voz não vinha daquele andar. Mas do logo abaixo. - DOIS HOMENS ESTÃO SE ENGASGANDO...

A mulher que havia lido sobre a viagem mais cedo anunciava, com a voz se sobrepondo às outras. - Cowboyboy!!!... - O garçom rugia. - A Iron Maiden deve estar em problemas...

Entretanto, para a surpresa de todos, a baterista projetava a sua sombra sobre todos.

O capanga dela que estava segurando a porta abria caminho, e ela entrava no convés com um olhar de revolta e um ar sombrio ao seu redor. - Você tinha que ver... Eu pus meus dois companheiros para roubar os baús do Cowboyboy. Ele pisou no pé dos dois e lançou azeitonas em suas bocas. Fez tudo parecer um engasgo... - As veias da Iron Maiden saltavam, e ela parecia estar querendo descontar a raiva em alguém.

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- Cindy Vallar  

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Kiomaro
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Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Cory Atom vs Iron Maiden-Liberdade



Meu plano de afogar os capangas não havia saído como previsto, mas ao menos eles não iriam incomodar por algum tempo e eu não tinha apanhado feito a última vez, o que já era um ótimo avanço. "excelente eu diria… Antes um plano mal sucedido que outra surra..."

No entanto, por mais que eu tivesse lidado com aqueles dois problemas, havia mais alguns para resolver. Antes que eu pudesse me aproximar do garçom para recuperar o era meu por direito -ou não- fui surpreendido com a notícia de que o Cowboyboy havia agido. "Impressionante, xerife…" pensei num impulso imediato ao ouvir da boca da própria Iron Maiden que ele havia feito tudo parecer um acidente, aquela era uma solução inteligente para não chamar atenção, infelizmente eu não tinha como ser furtivo como o Cowboy, a luta contra a roqueira seria sangrenta, mas por algum motivo eu me sentia preparado para aquilo...

Eu me sentia mais forte do que quando cheguei em Toroa. O tempo sobre a tutela de Kouha não chegou perto de me ensinar tanto quanto dois dias nessa ilha perfumada. Meu sangue pela primeira vez fervia com combates reais, se eu me metesse em uma situação complicada não haveria ninguém para me salvar, ninguém para me tirar da prisão ou interceptar um navio da marinha minutos antes dele atracar na ilha e estragar todo um plano de assalto. "Sim, o Kouha fez isso uma vez. Não queria estar na pele daqueles marinheiros…".

Talvez essa sensação ilusória de força fosse justamente fruto da minha recente liberdade. Antes de decidir ser ladrão eu decidi abrir mão da minha liberdade para aprender os alicerces dessa profissão do submundo, embora eu tenha de fato aprendido tudo que é necessário, faltava ainda o mais importante, o fundamento primordial que eu havia renegado durante 7 anos e agora começava a emergir dentro de mim:

A liberdade.

A falta dessa liberdade me tornou mais inocente do que a maioria dos ladrões, justamente por isso tomei a iniciativa de partir sozinho para conquistá-la. Ter a liberdade era mais complexo do que eu imaginava, seu preço era inestimável. Um ladrão sem sua liberdade não passa de um prisioneiro qualquer dentro do sistema, se eu quiser um dia almejar roubar o posto de maior ladrão do continente do infeliz do Kouha eu tenho que conquistá-la por completo, ainda me faltava muito para aquele posto, mas tudo que era necessário já estava comigo, eu podia sentir aquilo fluindo dentro de mim…

"Que viagem é essa Cory? Ali oh, oh a roqueira ali…". Um lembrete da minha consciência me avisava do óbvio perigo na minha frente…

Com sorte, minha mente já teria voltado a realidade depois de todos aqueles devaneios para olhar a roqueira nos olhos e provoca-la antes daquele iminente combate, apontando minha adaga para o centro de sua testa e sorrindo triunfante:
-Desculpe Iron maiden, eu prefiro mulheres mais delicadas se é que você me entende...- Como estava a uma distância relativamente segura dele não preocuparia com um golpe logo após as minhas palavras, mas aquelas palavras certamente inflamaram ainda mais sua fúria descumunal.

Que era exatamente o que eu precisava.

Assim que ela resolvesse avançar em minha direção eu também não perderia tempo, avançaria ligeiramente abaixado em direção da roqueira andando em zique e zaque para tornar meus movimentos imprevisíveis, não que aquilo fosse a melhor defesa possível mas era melhor que andar em linha reta. Minha intenção pela primeira vez seria atacar primeiro, tanto para descobrir mais sobre seu estilo de combate quanto para mantê-la sob pressão durante todo o combate.

A luta teria início apartir do momento que eu estivesse bem próximo da mulher, apartir dali ambos poderíamos desferir golpes um contra o outro e justamente por isso eu tomaria cuidado naqueles primeiros e decisivos momentos da luta.

Se ela resolvesse atacar com seus punhos eu tentaria evitá-los jogando o peso de meu corpo para baixo, agaixando o máximo possível e aproveitando o momento para cravar minha adaga em seu joelho, puxando-a com força para retirá-la, isso é claro se ela resolvesse me atacar com as mãos, caso o contrário aquele ataque seria inútil. Se ela resolvesse usar os pés ou optasse por um ataque vertical eu jogaria todo meu peso  para trás com um movimento ágil, porém eve, para realizar um mortal de costas, jogando meus pés também para o ar e me apoiando no chão com as mãos, usando-as para me impulsionar novamente para cima e por fim ficar de pé. No momento que eu estivesse de pé usaria minha mão esquerda para fingir um ataque lateral em direção ao seu rosto, observando se ela tentaria se esquivar ou bloquear o ataque.

Se ela tentasse bloquear o falso ataque eu realizaria uma estocada certeira em direção ao a sua garganta enquanto ela estivesse impossibilitada de se defender. No caso de uma esquiva, visto que ela só poderia se esquivar para baixo ou para os lados, eu seguiria os movimentos de seu corpo com a adaga, para realizar um corte veloz em direção ao seu rosto, tentando fazer com que a lâmina cortasse o mais fundo o possível. Após aquela investida inicial eu daria um pulo para trás para tomar um distância e avaliar o arredor, não poderia descartar a possibilidade de alguém tentar interferir na luta, seja o garçom ou o capanga que faltava (se não me engano eram 5 só foram neutralizados 4). Se esse fosse o caso eu esperaria o homem realizar seu ataque antes de fazer os meus, focando principalmente em avita-los, abaixando em caso de um golpe da altura do ombro para cima ou saltando para trás no caso de um golpe na altura da cintura pra baixo. No caso de um golpe onde tanto o salto quando o agaixar fosse inviável eu tentaria girar o corpo ou realizar esquivas ágeis, apenas para sair da trajetória dos ataques, sempre buscando uma abertura para avançar com tudo.

Se em algum momento da troca de golpes com o(s) oponente(s) eu encontrasse uma chance segura de atacar eu partiria pra cima com agressividade, tentando tomar o controle da luta com ataques alternados entre estocadas, cortes e fintas, sem que estás me colocassem em perigo demais. No entanto se em algum momento do combate a roqueira se distraísse com alguma coisa ou simplesmente abrisse uma grande brecha em sua guarda eu faria assim como fiz com seus subordinados e rolaria por debaixo de suas pernas e cortaria ambos seus calcanhares, fazendo com que ela perdesse totalmente a sua mobilidade e também a luta.

Caso a luta tivesse fim naquele momento eu olharia com ódio na direção do garçom e colaria meu corpo junto ao dele, limpando o sangue da Iron maiden em suas roupas refinadas, usando minhas habilidades de disfarce para fazer parecer que ele havia lutado com a mulher, pincelando minha adaga em suas vestes como se estivesse pintando um quadro casa m tinta de sangua e então o chantagearia dizendo: -O sangue dela está com você e não comigo… Me de todas as suas chaves ou eu coloco a culpa disso tudo em você… Acho que os nobres não iriam gostar de saber que um garçom está arrumando confusão no meio da festa não e mesmo?- sorriria olhando em seus olhos com desdém.












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