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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptyTer 03 Dez 2019, 01:15

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Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Lurion e Kingler Irontooth. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptySex 06 Dez 2019, 19:15

No espelho, os dentes afiados perfilados num macabro sorriso tornavam-no irreconhecível a si mesmo, aquela torpe fealdade facial refletindo o tormento de sua alma violada; os dourados olhos, agora lúgubres, enalteciam esse aspecto mórbido de desesperança que engolfava cada milímetro de sua existência. O tronco desnudo ostentava escamas argênteas que, inexplicavelmente, ofereciam um aspecto carbônico e mortiço, era todo ele escuridão. Seis anos de escravidão originaram o caos que lhe dominava, fazia florescer sensações que lhe pungiam o espírito e aturdiam-lhe os pensamentos. Os últimos anos, foram vividos no interior de páginas silenciosas das cruéis narrativas históricas e, também, dedicados ao aprimoramento de sua saúde e constituição física, tudo isso sob abraço hediondo do anonimato, este cruel substantivo que reduzia-o a mera estatística, alimentando a obscuridade a qual estava preso neste momento.

Lento, em transparente resignação, , volveria o olhar aos pulsos, contemplando devoto a cicatriz rósea, perscrutando gravemente o círculo descamado traçado sob a frigidez dolosa do aço. Sem o menor esforço visualizava os grilhões a comprimir-lhe os pulsos. Submergindo mais em sua imaginação, rememorava a dor; as costas vergastadas ardiam conforme afundava em sua memória, seu corpo inflamava, as feições rígidas contrair-se-iam em pesar, para enfim, cessar todo este simbolismo ígneo decorrente de mazelas passadas.

Encararia novamente o espelho, semblante leve, o negrume de sua consciência evolara-se parcialmente após um breve instante de lucidez, regredir ao tempo de escravidão imbuia sua alma do mais puro ódio. Resistir é penoso, lutar contra a própria natureza é tarefa árdua, principalmente diante da intolerância regente em todo continente.  Sob o anonimato percebia o desprezo em olhares que o trespassavam como flechas, ou na arrogância com a qual retribuíam sua força laboral com tostões minguados. Desejava em seu âmago exterminá-los impiedosamente, mas se assim o fizesse igualaria se a eles em sua maldade demoníaca, contudo, não podia simplesmente permitir que prosseguisse, eis aí o dilema que corroía sua alma. Daí nascia este negrume que engolfava seu espirito, vilipendiava sua aparência e consumia sua sanidade, esta luta constante contra si mesmo e a impossibilidade de se extinguir a vileza residente no cerne da civilização. Golpearia a pia com o punho direito, sem preocupar-se com a resistência da mesma, ou com a dor proveniente de sua decisão, urraria em seguida, de dentro do cubículo isolado acreditava não poder ser ouvido. Necessitava dar vazão ao que lhe afligia.

Este era seu último dia no casebre, tinha de deixa-lo antes do anoitecer, portanto, tratava-se uma manhã favorável as desnecessárias reflexões anteriores, uma vez que, estaria novamente à mercê da compaixão, desprezo e crueldade de seus algozes. Sim! Algozes! Economizara cinquenta mil berries que acreditava ser o suficiente para partir ou pelo menos se manter, dependeria exclusivamente de suas decisões, que em seu estado atual pendiam para o pior lado da balança. Observaria o espelho uma última vez, contemplaria seu aspecto nu, o mapa delicado e selvagem que suas escamas traçavam, os dentes alvos e pontudos como serras; sentia-se bonito, sentia-se único, sentia-se livre. Mas vestir-se-ia ao enfastiar-se de si, com o ego devidamente alimentado, Kingler optaria por uma camiseta negra, deixando à mostra os braços rijos e um short que deixaria desnudas parte das pernas, a cabeleira negra e longa disposta para trás como sombria cachoeira. Estava pronto!

Sairia de casa e seguiria rumo ao centro da ilha, tencionava encontrar uma taverna ou um estabelecimento semelhante, queria despedir-se da ilha que o abrigara e, nada melhor que um drink para acalmar os ânimos e clarear o raciocínio. De forma alguma perguntaria caso encontrasse dificuldades no trajeto, era capaz de ler, e fazia o bem, portanto, atentar-se-ia as placas e outras formas de sinalização. Caminharia absorto, imponente, com a cabeça erguida e os ombros leves; expressão fechada, ocultando os dentes e oferecendo um olhar inquisidor e feroz. Os passos seriam largos, espaçados, não se dignaria a cumprimentar e, tampouco, sorrir a quem quer lhe dirigisse o olhar. Se lhe movessem olhares de desprezo, retribuiria. Era gigante – não literalmente – e estava obstinado.

Cessando sua busca, adentraria no estabelecimento com firmeza, passos pesados e postura hirta, suas escamas, derme, músculos transpiravam desafio, exalavam uma ousadia até então inefável, contrastante com sua baixa estatura e sua força. Idealizava-se como um bastião da diferença, quem poderia questioná-lo em sua fantasia?  Aproximar-se-ia do balcão e pediria com voz grave:


_ Uma cerveja! e logo que a recebesse, sorveria metade do conteúdo de uma só vez, depositando a caneca (ou seja lá qual recipiente fosse) com força no balcão, ocupando-se da responsabilidade de equilibrar a força para não quebra-la com o impacto, e diria despretensiosamente. –   AHH! Tava numa sede absurda ... e completaria após um curto silêncio para o balconista Sabe que horas o barco para Longuetown sai?
Objetivos}
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MensagemAssunto: Re: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptySab 07 Dez 2019, 00:49

"A forma de chegar não foi nada serena", pensava ele enquanto andava, mas o que em sua vida poderia ser ?. Seguia fomentando enquanto prosseguia, não sabia direito que rumo tomar, só tinha em mente alguns próximos passos que deveriam acontecer se ele quisesse obter o mínimo de sucesso na sua nova empreitada, sim, se um pouco desse certo já seria o suficiente. Apesar da pouca idade, ele achava ser um pouco mais maduro que as pessoas normais, não dizia isso abertamente é claro, mas essa questão se fazia evidente ao se iniciar e manter uma conversa por tempo mínimo, achava que as pessoas comuns estavam completamente imersas em seus cotidianos, tão enraizadas em seus afazeres diários que não percebiam ou simplesmente ignoravam que a vida é algo muito maior, mais cativante e que pode ser aproveitada.

"Jovem, ainda assim". Abria um pequeno sorriso, provavelmente deixará em evidência seus caninos, alvos e brilhantes, mas o sorriso se dirigia apenas a sua atual divagação, não costumava ser do tipo que via as coisas boas da vida, sem dúvida era um daqueles realistas, talvez a única parte que deve ser ressaltada por aqui reside no fato dele conseguir rir da própria desgraça como ninguém, era uma das poucas alegrias que ele tinha de fato, e achava que era uma coisa boa conseguir levar algumas coisas que para a maioria das pessoas seria ruim com bom humor, de fato queria aprender e observar diversas coisas novas, por isso tomou a decisão de deixar sua ilha para trás, e era por isto que ali se encontrava, caminhando.

Necessitava de um objetivo, o primeiro e problemático empecilho era não ter conhecimento algum do lugar em que estava, chegará a pouco tempo e sua observação até então não havia lhe trazido nenhuma informação relevante, precisaria de um lugar com fácil acesso as pessoas que estejam dispostas a falar e que não se importam em ao menos olhar para um Mink de uma ilha longínqua, de certo ele não se importava com o que as pessoas dizem sobre ele, entende que a primeira reação pode ser ruim devido ao estranhamento que aquele contato pode causar, mas acredita que pessoas abertas a mínima compreensão podem se apresentar de alguma forma em algum lugar, no tempo que passou no navio, aprendera que os humanos gostam muito de momentos de recreação, um em particular e que lhe chamava atenção pelo alto consumo eram as chamadas festas, não tinha resoluta certeza de que encontraria uma festa aquela hora porém sabia que este tipo de reunião se dava em lugares conhecidos como bares e tabernas, era o que ele faria em sequência, caminharia com olhar atento ao primeiro sinal de um estabelecimento como o descrito e entraria no recinto procurando um lugar ao canto que lhe proporcionasse uma boa visão de todo o local, caso obtenha sucesso na localização, procuraria inicialmente algum semelhante para que assim a comunicação se desse de forma mais natural e fácil, ao menos alguém que não fosse humano, caso não encontrasse ninguém que se encaixe na descrição, pediria com um aceno uma bebida e, gentilmente, perguntaria para aquele que lhe servisse: - Saberia me dizer onde encontro uma boa loja de armas por aqui ?
Objetivos:
 

Histórico:
 

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"Pensamento"
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 ''Não se engane, eu realmente não me importo"


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MensagemAssunto: Re: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptySab 07 Dez 2019, 05:22

NARRAÇÃO


Clima: 23° C, parcialmente nublado

IRONTOOTH


Kingler Irontooth é um homem que já presenciou o inferno. Suas cicatrizes, prova de seus dolorosos dias de escravo, mesmo que fechadas, ainda eram uma lembrança tortuosa de dias sombrios, lembranças essas que o atormentariam pelo resto de sua vida, quase que miserável para quem olhasse. Em seu ultimo dia vivendo nas sombras de Conomi, Kingler encarava-se contra um espelho, como se buscasse algo que havia perdido dentro de si, mas, logo baixava seu rosto, o que acabara fazendo-o ver cicatrizes em seus pulsos, devido ao uso contínuo de algemas. Quanto mais o tritão olhava para estas marcas, era como se a dor que havia causado-as retornasse. Mas, por mais que seu psicológico tivesse sido destruído, Kingler finalmente havia conseguido sua liberdade, a qual acabou por direcionar em descanso para seu corpo ferido, e em estudos históricos, além de, claro, formas de sobreviver neste mundo cruel, o qual parecia desprezá-lo de todas as formas, devido a sua aparência. Mesmo com raiva, a qual era proveniente de  tudo ao seu redor, um resquício de bom senso e auto-controle ainda manifestavam-se em suas ações. Entretanto, uma hora toda essa raiva deveria ser dissipada, o que, na falta de algum objeto duro o suficiente para receber seu acesso de fúria, acabara fazendo o tritão desferir um soco destro, no espelho o qual havia contemplado-se inúmeras vezes, o que era seguido por um libertador brado, enquanto via fragmentos de si, espalhados pelo espelho que quebrara. Por sote, não havia cortado-se com os estilhaços.

Uma vez feito isto, Kingler finalmente colocara suas roupas rotineiras, enquanto encarava-se pelo resto do espelho que ainda estava preso à parede, admirando sua aparência, a qual certamente faria bastante sucesso entre os de sua espécie. Uma vez vestido, finalmente, estava pronto para partir desta ilha, rumo aos seus objetivos, mas não sem antes despedir-se da mesma com uma boa bebida. Quando saíra de seu velho casebre, era possível ver que, alguns dos pobres moradores, dos casebres próximos ao dele, aparentavam-se assustados ao verem o tritão sair de sua casa. Contudo, eles logo retornavam para suas devidas casas, quando a curiosidade deles havia cessado.

Uma vez fora de seu casebre, e rumo ao centro da ilha, era uma caminhada bastante extensa, devido ao local em que morava, mas, por sorte, era um caminho de terra reto até seu o centro entre uma plantação de arroz e uma faixa de floresta, o qual seguiria.
 
LURION

Uma vez que acabara de chegar em Conomi, o Mink parecia divagar sobre sua localização. mesmo que o porto desta ilha fosse um tanto arcaico, ainda era um porto. Sua personalidade era como uma jóia rara em meio à tanto cascalho. Mesmo com as adversidades que a vida lhe causara após a saída de sua terra natal, Lurion ainda via algum motivo para rir. Contudo, este nível de evolução espiritual, sempre é acompanhado de um realismo quase que melancólico, além de uma sensação de superioridade, perante a grande maioria das outras pessoas, devido suas atitudes, bastante maduras para sua idade. Enquanto buscava formas de guiar-se pela ilha, pensava em como havia chegado ali, e, principalmente, no que faria a partir de agora. Devido sua localização, Lurion possuía uma visão bem ampla: atrás dele, o porto de Conomi, com suas simples, mas funcionais construções de madeira, também era possível ver dois barcos médios atracados, e um barco longínquo no horizonte. Á sua frente, via o vilarejo central desta ilha, além de uma área, a qual parece ser uma pequena plantação de laranjas.

Sabendo de sua situação de forasteiro, Lurion tomara a decisão de ir atrás de informações. E, em sua primeira ação, optara por buscar uma taverna pelas redondezas. Após uma pequena caminhada do porto até a o centro da ilha, provara-se uma decisão bastante sábia. Mesmo com o estranhamento das poucas pessoas que estavam andando pela rua neste momento, para com o Mink, a primeiro momento, parecia que não era o centro das atenções. Por sorte, um dos estabelecimentos mais próximos do porto, era justamente a taverna que tanto almejava, o  que fizera que o Mink entrasse no estabelecimento sem antes olhar mais atentamente ao seu redor.

AMBOS

Uma vez dentro da Taverna, Lurion optara por ocupar uma mesa no canto esquerdo, a qual dava à ele uma visão bastante ampla do local. Havia 7 mesas redondas de madeira talhada espalhadas pelo local, com 4 cadeiras em volta de cada uma. Além da mesa que ocupara, apenas mais uma estava ocupada, por duas pessoas. Um senhor com cerca de 50 anos de idade, com uma enorme caneca de metal em mãos, enquanto bebe algo. Suas vestes são uma camisa branca, completamente encharcada de suor e bebida, uma calça preta, que mal cobria as canelas do homem, além de um par de sapatos pretos com cadarços amarelos. em sua cintura carregava um suporte de espadas, assim como a espada presa devidamente no lugar. seu rosto possuía rugas por toda sua extensão, e seus cabelos, apesar de não aparentarem fios brancos, não possuía cabelo algum na parte de cima da cabeça, indicando que era calvo, ou, como preferem dizer: um aeroporto de mosquito. Além disso, o senhor era bastante barrigudo, mas seus braços, pernas e rosto, eram quase finos. este senhor era acompanhado por por um jovem, aparentemente com 20 anos de idade, cabelos negros e longos, além de uma aparência bastante decente, apesar de ainda aparentar estar bêbado. suas vestes eram uma camisa amarela-clara, e uma calça preta, junto de um par de sandálias de borracha simples. o jovem tinha em mãos uma garrafa de Rum, e, nçao parecia estar armado. Estes homens bebiam, riam, quase que em berros, enquanto copos e garrafas eram cada vez mais empilhados na mesa em que estavam

Além disso, era possível ver o taverneiro de onde estava, detrás de um balcão, com 5 lugares em sua frente. O taverneiro aparentava seus quase 70 anos, cabelos longos e brancos, amarrados para trás, e bigode e cavanhaque bem feitos. suas vestes eram um terno preto, com uma gravata borboleta e  era possível ver que usava uma camisa branca por baixo do terno. Além disso, o velho encarava fixamente o Mink que havia entrado, enquanto limpava o balcão.

Após sentar-se e observar o local em que estava, o Mink levanta sua mão, acenando para o taverneiro.

-hum... Ei, Zeke!, deixa de preguiça e leva uma bebida pro cara ali no canto!   -dizia o taverneiro, enquanto olhava para o Mink. Nisso, vindo dos fundos do estabelecimento, um jovem de cerca de 15 amos, e, apesar de sua estatura alta para a idade (cerca de 1,80), utilizada vestes bastante largas para o seu tamanho. Seu cabelo era loiro, liso, longo, e despenteado,  cobrindo praticamente todo seu rosto, com a exceção da boca e parte dos olhos. aparentava estar descalço. -Saco... -dizia o jovem, enquanto ajeitava a cerveja em uma caneca de metal detrás do balcão, e depois levava até o Mink, e colocava-a em sua respectiva mesa.

-Espero que goste de cerveja, pois não servimos leite aqui... -dizia Zeke, em um tom de ironia -Enfim, são 2 mil por caneca, mas se quiser uma porção de peixe frito que é 6 mil, servimos outra caneca... -O jovem continuava a falar de forma bastante despreocupada, até que o Mink fizera-lhe uma pergunta; -Loja de armas? Você é cego? tem uma literalmente do lado da taverna! -dizia o jovem mal educado, enquanto bocejava.

Enquanto Lurion e Zeke conversavam, a porta da taverna era bruscamente aberta, e alguém entrara, com passos firmes e uma postura imponente, um tritão, que, apesar de sua baixa estatura, transpassava uma confiança amedrontadora. sua entrada brusca acabara por chamar a atenção de todos no local, enquanto seguia para o balcão e pedia uma cerveja.

-aguarde um pouco, meu jovem... -dizia o senhor enquanto servi uma cerveja para o Kingler, a que, mal colocara em frente ao tritão, e ele já havia tomado metade em um único gole, e exclamara o quanta sede estava... -S-são 2 mil por caneca... -dizia o senhor, um tanto intimidado pela abordagem do tritão. Após alguns segundos de silêncio, Irontooth perguntara sobre o horário do barco que vai para Loguetown.

-Loguetown, sim? bom... que eu saiba, chegou um vindo de lá hoje, mas ele só zarpa amanhã cedo... Mas, se me permite, não dá pra ir nadando, no seu caso? Sinto muito caso tenha sido desrespeitoso, mas-  -o taverneiro parara de falar, e olhara para trás do tritão, e gritara: -MAS QUE FILHOS DA MÃE!!! -dizia o taverneiro, quando via que a dupla que ocupava uma das mesas havia desaparecido sem pagar, deixando apenas a bagunça para trás.

-EI, ZEKE!!! VÁ PEGAR AQUELES MALDITOS E FAZER ELES PAGAREM A FORTUNA QUE NOS DEVEM!!! -Dizia o velho para seu ajudante, que estava atendendo o Mink. Contudo, masi parecia que o jovem estava dormindo em pé, e assustara  quando chamado novamente.

-Zzzzzzzzzzz.... Já tô indo... -respondia o jovem, com total desdenho...

-Francamente... esse meu neto é preguiçoso demais, apesar de lutar tão bem... ei, senhor tritão, quer ir pra Loguetown, correto? Vamos fazer  o seguinte: eu tenho um pequeno barco que uso para transportar mercadorias. Se ajudar-me com isso, eu faço questão de levar-lhe hoje mesmo! -Dizia o taverneiro para o tritão.

A situação era tão cômica que chegava a ser trágica. a decisão estava nas mãos de Kingler. Lurion iria intervir na conversa entre os dois? A decisão cabe apenas à eles.

Off:
 



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Legenda:
 



KID FARWAY

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MensagemAssunto: Re: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptyTer 10 Dez 2019, 21:03

Indescritível deleite lhe preenchia a alma conforme o líquido dourado transitava incólume garganta abaixo. Sentia a tensão esvair-se conforme a caneca esvaziava e o ódio amainava-se inexplicavelmente, como se a cerveja, amarga invenção, viesse imbuída de inefável encanto, insólita magia que apagava, momentaneamente, as agruras de uma existência dolosa.   Durante poucos segundos ignorou parte da realidade ao redor, atentando-se aos detalhes que compunham o ambiente somente em um momento posterior.

Decerto que a decoração nada apresentava de insólito, mas uma figura destoante lhe atraiu o olhar, inenarrável magnetismo guiava os dourados olhos à sua contemplação, não necessariamente contemplação, mas uma fixação angustiante. Indiscretamente volveria o olhar ao ser de aspecto leonino. Observaria calmamente os cabelos vulcânicos contrastando com os frígidos olhos azuis, a pelagem, os traços animalescos, claramente tratava-se de desumana representação, assim como Kingler. Em seu imo o tritão compactuava com aquele indivíduo, embora desconhecesse as narrativas originárias de sua história, não mais sentia-se isolado, naquele universo particular não era mais a única aberração e, involuntariamente, sua postura rígida esboroava como o frágil castelo que era. As demais pessoas não lhe despertavam interesse, notara as vestimentas e pouco se importou com os detalhes restantes.

É importante pontuar que o parágrafo anterior diluiu-se no contexto temporal, este misto de sensações que se apresentaram em milésimos de segundos e desfizeram-se com os eventos posteriores, sejam as frases pueris do balconista ou fuga dos picaretas. Dentro de não mais que minutos estava diante de uma trama irrisória, da qual poderia, se quisesse, assumir o papel de protagonista. A metáfora agradava-lhe, ele, marionete por toda a vida, vilão e coadjuvante por imposição tinha diante de si, agora, a oportunidade de sagrar-se herói. “Que ironia...” pensaria descontraindo a feição. Bastava aceitar a oferta e partir atrás dos “criminosos”.

Dado a velocidade com que tudo se sucedeu e o tempo que o tritão perdera divagando, seria teoricamente impossível encontrá-los na multidão, mesmo que, apresentassem características distintas e roupas chamativas. Em dados momentos munia-se da razão, portanto, não sairia de imediato, v voltaria lentamente o olhar para o balconista. Analisando grotescamente a sentença do mesmo, interpretara que este incidente parecia comum ao estabelecimento e, provavelmente, os clientes em questão eram frequentadores usuais da taverna. Óbvio que todo esse breve raciocínio constituía-se por mera suposição, dedução fraca, sem profundidade, mas que para a situação em questão viria a calhar. Diria calmamente ao taverneiro, desfazendo a expressão rígida de outrora:


_ Ao que parece eles já tinham planejado e provavelmente devem ter se dispersado na multidão. Procurar por eles vai ser que nem procurar uma agulha num palheiro... Tem alguma informação a respeito desses dois que pode vir a ser útil? Outras tavernas que eles frequentem na região, nomes ou seja lá o que eu puder usar. aguardaria alguns segundos a resposta de seu interlocutor, em qualquer caso retrucaria - De qualquer forma temos um acordo. diria com seu tom grave.

Embora não demonstrasse, divertia-se com a situação. Embora fosse humano, o taverneiro demonstrava simplicidade e, também, respeito, mesmo em sua zombaria, como a referente a ir para Longuetown nadando. Diante de um tom de voz diferente, ou outro contexto, certamente teria recorrido a violência. Teria partido o velho ao meio sem o menor escrúpulo. Mas não foi o caso.

Pegaria a caneca novamente e sorveria o restante de sua cerveja numa golada só, sentindo o êxtase dionisíaco elevar seu espírito ao estado de pureza, quase um nirvana. Pousaria a caneca no balcão de forma leve enquanto balbuciaria um “AHHH!!”de excitação. Puxaria do bolso um maço de berries, contaria exatos quatro mil, depositaria os com força no balcão e tornaria a dizer:


_ Tô pagando a minha cerveja e do leão esquisito ali.   – a expressão tornar-se-ia severa novamente, munido de um autoritário indagaria de forma grave, aludindo um comentário feito anteriormente. - Se houvesse uma estrada que unisse Conomi a Longuetown, o senhor preferiria ir andando ou de carruagem? sorriria vitorioso, um sorriso brando com os lábios sem exibir os dentes .

Não compreendia o ímpeto que guiara a tal cortesia monetária, mas um estranho senso coletivo brotava em seu cerne, experimentara tal sensação cerca de quatro anos antes, remando nas galés rodeado por irmãos de raça. Desde o naufrágio estivera sozinho, um ponto negro em meio a vastidão alva. Nem mesmo os livros libertavam-no desse vazio existencial, a necessidade de compartilhar e estabelecer um lugar comum atormentavam-no todos os dias e, agora, florescia do improvável a possibilidade de estabelecer essa correlação. Levantar-se-ia e caminharia rumo a saída, resoluto, expressão firme e confiante. Durante o trajeto olharia para o desconhecido mink enquanto diria:


– Vai ficar aí parado com cara de pastel? esboçaria um sorriso com canto da boca, movimentando em crescente a bochecha esquerda, tornando visíveis os dentes os afiados dentes cândidos. Sorriso terno e amistoso, ansiava que aquele estranho compreendesse o pacto silencioso forjado por esta condição comum. Sairia do estabelecimento.

Caso o taverneiro houvesse lhe transmitido informações a respeito da dupla, seguiria os possíveis caminhos indicados com rigor, de forma alguma ousaria perguntar a qualquer transeunte a respeito de determinadas localizações, perseveraria obstinadamente até que alcançasse seu objetivo. Se os encontrasse, não procederia de imediato, avaliaria calmamente as possíveis saídas e outros métodos que permitissem outra fuga aos indivíduos, para então, num momento posterior, agir.

Se o taverneiro não dispusesse de informações a respeito, sairia a procura dos fugitivos pelas ruas. Atentando-se as características físicas de ambos, um gordo e calvo trajando camisa branca e calça negra, o outro mais jovem trajando amarelo e negro ostentando uma extensa cabeleira. Seria metódico dentro dos seus limites, sabia tratar-se de tarefa árdua, mas encontrando qualquer transeunte que obedecesse tais características segui-lo-ia de forma despistada, mas caso fosse descoberto em decorrência da sua pífia capacidade furtiva ou de camuflagem, prontificar-se-ia em defender-se de possíveis investidas e recuar para reformular suas táticas ofensivas.
Off:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptyQui 12 Dez 2019, 20:15

Sento-me no canto esquerda de uma cômoda taberna local, que naquela hora do dia se encontrava na mais serena paz, apenas uma dupla de homens se encontrava também no local e apesar da diferença de idade notória entre ambos, nada mais lhe chamará atenção ou levantará suspeito em relação a eles, porém não pode evitar de olhar rapidamente para a espada do ancião e como que por impulso levou a mão a lateral da cintura, onde deveria estar repousando artefato semelhante, sentia-se despreparado sem portar tão confortável e familiar arma, sabia por experiência própria que os homens de imediato podiam se tornar hostis e a falta do equipamento necessário para se defender faria toda a diferença em uma situação como essa.

Deixando a divagação de lado, com um singelo aceno, fui prontamente percebido pelo taverneiro do local, “que possivelmente já me vigiava”. Um rapazote de demasiada estatura saiu dos fundos e veio me servir com uma impaciência e petulância bastante aparente, um clássico sinal de sua mocidade, olhava calma e tranquilamente para o rapaz que parecia ser mais novo do que eu enquanto ele destilava suas piadas infames em relação a minha raça, aparentemente qualquer tipo de felino era simplificado como simples gatos para ele, mas tudo bem, estivera acostumado a escutar coisa muito pior no tempo em que passou no navio e isso nem de longe abalaria meu estado de espírito, - obrigado. Disse ao jovem após receber as informações sobre a loja de armas que se encontrava de fato numa proximidade incrível, estava para virar a bebida e dar o pagamento ao jovem quando de súbito entra no estabelecimento um companheiro também bastante distinto dos pelados humanos que ali se encontravam, arrojado e confiante, um tritão baixote se dirigia o balcão com grata imponência e pedia uma cerveja, esta que foi virada de súbito.

Concentrei-me na minha própria caneca e pensamentos mas não pude deixar de notar franca surpresa quando o tritão perguntará ao taverneiro sobre possível transição a Longuetown, este que iria ser meu futuro destino, ouvirá muitas coisas sobre esta cidade e seria um imenso prazer conhecê-la, este de fato era seu objetivo assim que conseguisse se armar e equipar nesta atual localização, sem dúvida gostaria de seguir e aquela conversava agora lhe interessava, então se atentará ao que o taverneiro passava de informação ao novo integrante da taverna, estava a lhe informar sobre um barco que sairia dali na manhã seguinte quando de repente lhe fora atenuado do fato dos homens terem saído sem pagar o que lhe era devido, o homem de imediato chamará o jovem garoto para que ele fosse ao encalço dos dois homens e oferecerá um escambo ao tritão, perseguição e captura em troca de transporte imediato, “ é um ótimo negócio”, pensava enquanto virava o que restava da cerveja e separava o dinheiro para o pagamento.

Ficará surpreso com a análise rápida e perspicaz feita pelo tubarão da atual situação, prontamente ele identificou que a ação dos homens possivelmente fora premeditada e que achá-los seria uma tarefa no mínimo ingrata e por isso já começará a angariar informações sobre os indivíduos e locais que seriam comuns para eles, prontamente o acordo entre eles foi fechado e sua próxima ação acabou por tornar-se uma grata surpresa, este pagava não só sua bebida como a minha, “esquisito ?”, abriria um pequeno sorriso ante aquele comentário do tritão que já começava a se encaminhar para a saída mas sem não antes virar novamente para o jovem leonino e incitá-lo a operação. - Yare yare, diria isso e também abriria um sorriso de canto em direção ao tubarão, se levantaria e diria se dirigindo ao taverneiro: - Tem lugar para mais um nesse acordo ? Eu não me importaria nada em ajudar também, sou muito bom nesse tipo de coisa se o senhor quer saber. Diria e apontaria para seus próprios olhos, esperava que o homem compreendesse o que aquilo significa e atendesse ao seu pedido.

Mas de fato a resposta do taverneiro não importava muito, não esperava a ajuda de um humano e certamente não esperava que dele visse muita coisa, estava naquele momento mais intrigado com a abordagem daquele tubarão que ali se encontrava, começará a pensar que aquele encontro tão surpreendente talvez não tivesse sido tão obra do acaso assim, de fato ele parecia ser interessante e toda aquela confiança era no mínimo cômica, preferia a descrição ao invés daquilo mas isto é algo individual e por vez imutável, e não seria ele a dizer como os outros devessem agir jamais, talvez ele esperasse que pagando a cerveja algum tipo de contrato fosse estabelecido, mas independente da ocorrência desta gentileza, ele gostaria de falar com o tubarão, esses pensamentos se deram enquanto Lurion se levantava e também se dirigia a porta, esperaria as respostas do taverneiro tanto em relação às informações dos dois meliantes quanto sobre envolver o leão no serviço. Independente de conseguir se envolver, decidirá que iria ajudar o companheiro tubarão e por isso o seguiria até fora da taverna, lá então diria e se dirigiria para ele com a mão erguida para um comprimento: - Lurion, muito prazer. Apertaria com confiança a mão do tubarão e esperaria uma resposta, após ela completaria: - Você acha que eles podem ter se separado ? Eu posso facilmente identificá-los a uma boa distância, e ser discreto. Diria isso enquanto olharia para todas as possíveis direções que os dois possam ter ido, caso não achasse nada fora do comum, esperaria ao menos ver o jovem que também trabalhava na taverna e para que direção ele tomou, assim poderiam alcançá-lo e tomar novas informações sobre o paradeiro dos homens que fugiram do estabelecimento.

Objetivos:
 

Histórico:
 

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"Pensamento"
-Fala
Ação




                             

 ''Não se engane, eu realmente não me importo"


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MensagemAssunto: Re: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptySab 14 Dez 2019, 13:39

NARRAÇÃO

AMBOS

Um estranho clima de tensão pairava, de um lado, Kingler era atendido pelo velho senhor que comandava o local. Enquanto o tritão saboreava aquela bebida fermentada que fora-lhe servido. o velho
fazia comentários, de acordo com seus conhecimentos. Para ele, que apesar da idade, pouco sabia sobre diferentes tipos de humanos, Chegava a ser cômico um homem-peixe precisar de um barco para ir até uma ilha tão próxima. Kingler, por sua vez, mesmo irritado pelos comentários do taverneiro, acabara por deixar tais comentários passarem, com uma resposta à altura:

Kingler escreveu:
- Se houvesse uma estrada que unisse Conomi a Longuetown, o senhor preferiria ir andando ou de carruagem?

O taverneiro, após ouvir a resposta do tritão, parecia um tanto aliviado. Seja por sua impertinência não ter acarretado algo violento da parte de seu cliente, ou apenas por ter sido uma resposta bastante amistosa, da parte do tritão. -F-faz sentido... Na minha juventude, eu costumava ser um nadador esplêndido, chegando até a ir e voltar nadando de Loguetown em um único dia. Mas, o máximo que consigo fazer na minha idade é não morrer afogado em uma piscina rasa... -Dizia o taverneiro, enquanto parecia estar tendo algum ataque de nostalgia. -infelizmente, o tempo é um inimigo bastante poderoso. -dizia o velho, que logo olhava para Zeke, que deveria estar servindo o Mink, mas, parecia que preferia dormir em pé ao invés. -Por outro lado, parece que os jovens de hoje não possuem ambição nenhuma!

A conversa finalmente mudava para Lurion e o jovem Zeke. o loiro, com sua atitude bastante incômoda, parecia atacà-lo verbalmente a cada palavra que soltara. Lurion mantinha-se calmo, e respondia apenas com um "obrigado". Zeke, por sua vez, bocejava, e depois dizia: -Que pena... adoraria comer algo que não fosse pão agora... Mas, eu não vou fritar se só eu for comer. -O jovem agia de forma bastante sincera, mas, logo dizia: -aAcho que vou voltar pra dormir até que apareça alguém que queira comer algo. Só enfia o dinheiro no meu bolso depois que tomar a bebida,  ou me chame se precisar de algo. -Zeke fechava os lá mesmo, em pé, e parecia dormir nesta desconfortável posição. Contudo, pelo demasiado interesse de Lurion no tritão que recentemente adentrara no local, o dinheiro nunca havia chegado aos bolsos de Zeke, Pois o tritão havia pagado sua bebida.

Devido às circunstâncias, a dupla de homens que antes estava no local, acabara por desaparecer. A forma em que sumiram era o mais estranho, pois ninguém havia os visto sair. Talvez a movimentação estranha no local tivesse sido o suficiente para a dupla fugir, usando a demasiada atenção que o tritão e o Mink chamavam. A percepção da situação era bastante simples, mas não o suficiente para explicar o convite do taverneiro à Kingler, para encontrarem a dupla de caloteiros. Por sua vez, Lurion aparentava mais interesse na conversa do tritão, o que era bastante plausível, levando em consideração que a pessoa mais próxima dele era um jovem que parecia ser desinteressado em qualquer assunto.

Kingler para Taverneiro escreveu:
_ Ao que parece eles já tinham planejado e provavelmente devem ter se dispersado na multidão. Procurar por eles vai ser que nem procurar uma agulha num palheiro... Tem alguma informação a respeito desses dois que pode vir a ser útil? Outras tavernas que eles frequentem na região, nomes ou seja lá o que eu puder usar.

-Acho difícil... -dizia o taverneiro. -Por mais preguiçoso que seja meu neto, ninguém em sã consciência em Conomi iria tentar calotear o lugar em que ele trabalha. Pode não parecer, mas esse vagabundo tem seus truques. Então, geralmente estes incidentes só ocorrem com clientes conhecidos, quando Zeke não está na taverna. -O taverneiro explicava sobre não conhecer os homens que haviam aplicado o golpe. -M-mas, eu ouvi de uns conhecidos meus, que havia alguém aplicando golpes recentemente. Tentem falar com o dono da loja de armas ao lado, parece que ele teve algumas armas roubadas do estoque mês passado.

Após o diálogo entre o Taverneiro e o tritão, Kingler virava-se para Lurion, e dizia:

Kingler para Lurion escreveu:
– Vai ficar aí parado com cara de pastel?

Kingler já havia tomado sua decisão, afinal, uma carona para Loguetown, sem ter de se preocupar com comentários de terceiros em um barco maior, era bastante chamativo. Lurion ouvia a conversa de longe, mas, logo que a interação por parte do tritão era concretizada, Dizia o Mink:

Lurion para o Taverneiro escreveu:
- Yare yare... - Tem lugar para mais um nesse acordo ? Eu não me importaria nada em ajudar também, sou muito bom nesse tipo de coisa se o senhor quer saber.

O taverneiro, prontamente respondia: Err... como vou entregar  minha cerveja artesanal em Loguetown, para um grupo de caçadores de recompensa, eu só tinha um espaço livre no barco, meu barco é bastante pequeno, apesar de útil. Dizia o taverneiro, um tanto cabisbaixo. -M-mas... eu te ofereço uma pequena porcentagem, caso consigam capturar aquela dupla de caloteiros. o que acha de 20% dos quase 120 mil que eles estão me devendo. 24 mil é um valor próximo ao de um barril  de cerveja, que estaria levando a mais, se não tivesse oferecido carona ao Tritão! Pode ser? -dizia O taverneiro para o ruivo. -Quanto mais ajuda melhor, pode ser que isso seja realmente perigoso...

Após as palavras do velho senhor, Lurion dirigia-se para Kingler, e, logo começava a apresentar-se ao tritão, com um aperto de mão e informando seu nome. Enquanto ambos debatiam sobre como prosseguir em sua busca, o taverneiro olhava para a estranha dupla de humanoides no local, agindo de forma bastante amigável, o que o deixa deveras impressionado. Entretanto, logo olhava para seu neto, dormindo em pé, e dizia: -E-esperem apenas um pouco, por favor.... Logo o taverneiro entrava para o quarto interno do estabelecimento, e era possível ouvir o barulho de água sendo despejada em algum recipiente. em menos de um minuto, o velho aparecia com um balde cheio, e, saia de trás do balcão, e, com um rápido movimento, jogava toda a água fria no balde em Zeke, que acordava com o susto, completamente encharcado, seguido de um grito do vellho: -EU DISSE PARA IR ATRÁS DOS FUJÕES!!!

Zeke, depois do susto, apenas diz: -E-eu estava ouvindo, mas você é tão impaciente que mal falou comigo e começou a mendigar pro tutubarão ali! eu vou junto, mas poxa, velho! -dizia o jovem, um tando triste, mas logo saia da taverna, completamente encharcado, e dizia: -É bom que tenha algo pra comer quando eu voltar!

Após dizer isto, o jovem batia a porta e seguia para fora, mas, logo Kingler e Lurion também saíam.
Após olharem um pouco, viam que a movimentação na rua era bastante baixa, talvez por causa do horário. Zeke seguia para a esquerda, rumo à área rural de Conomi. Kingler já havia  decidido que iria seguir o caminho sugerido pelo taverneiro, então acabara por andar alguns poucos metros e chegar na loja de armas, que  ficara à esquerda da loja de armas. Lurion, que observava atentamente o lado de fora da loja, via que, mesmo com a pouca movimentação na área, não conseguia encontrar a dupla distinta em meio as pessoas presentes. então, suas opções eram acompanhar Kingler pelo caminho que havia escolhido, ou ir atrás do jovem, em busca de informações sobre a dupla.
Off:
 

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Legenda:
 



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MensagemAssunto: Re: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptySeg 16 Dez 2019, 20:56

Escamas e pelos. Com firmeza apertaria a mão do leão. Gesto aparentemente simples, mas no interior do complexo labirinto mental do tritão, simbolizava o preâmbulo de um construto grandioso, o alicerce de um conceito imodesto e indescritível que, uma vida reclusa não lhe permitia compreender de imediato, uma sensação aterradora e, simultaneamente satisfatória envolvia-o. Imprimiria mais força sobre a mão alheia alvejando-o com seus dardejantes olhos dourado, se apresentaria  abstendo-se da cordialidade, como se num instante a cortesia de outrora houvesse se estatelado nos muros da história.

_ Kingler De...- hesitaria por milésimos de segundo antes de retornar ao seu tom grave. Kingler Irontooth. Não sei se é um prazer conhece-lo, mas devo que dizer que, de certa forma, é um alívio. refletira novamente a respeito da indagação de seu interlocutor e responderia com tom desinteressado. Ah, já devem estar longe, vamos ter que procurar do jeito difícil.

Decerto que os acontecimentos seguintes não tragaram sua atenção, transcorreram mecanicamente, portanto não seria de suma importância a eles responder, o fato é que o acordo fora fechado e deveria segui-lo, independente do desgaste ou nível de desafio. Uma fagulha de determinação brotava em seu cerne, uma centelha sutil ao redor de sua alma, disposta a inflamar toda aquela existência glacial, os batimentos se aceleravam ante a imprevisibilidade do futuro, as possibilidades multiplicando-se em infindável rizoma. Por um instante não era poeira ao vento, a sensação de individualidade esvaía-se pelos poros lentamente, mas retornava veloz. Institivamente recolhia-se a si mesmo, escondia-se em seu ego como tartaruga em seu casco, nesse caso, particularmente, em decorrência da postura de Zeke. Não simpatizava com ele e torcia a feição ante sua presença, prontificava-se em seguir o caminho oposto dirigindo-se a loja de armas com a mesma petulância demonstrada ao adentrar na taverna.

Entraria no recinto, não hesitando em manter a postura rígida, não demonstraria interesse em qualquer objeto que fosse, caminharia incólume rumo ao balcão, num passo lento e imponente, dentro de seus limites, esforçando-se para manter a resolução em seu semblante sem franzir o cenho, guardando os dentes dentro da boca e contendo a ferocidade de seus rutilantes olhos. Alcançando seu objetivo, apoiaria o cotovelo direito sobre a superfície do balcão, aguardando ser atendido. Quando o (a) responsável se aproximasse diria com seu habitual tom grave:


_ Estou numa corrida contra o tempo e não posso desperdiçar nem meio segundo, por hora não tenho interesse em arma nenhuma, mas ouvi dizer que furtaram sua loja recentemente. O dono da taverna aqui do lado foi assaltado por um careca gordo e um rapaz mais novo de cabelo preto comprido. – faria uma breve pausa para respirar - O ponto é: Eu e mais um grupo seleto ficamos encarregados de encontrar os sujeitos, queria saber se a descrição bate e se você pode ajudar com alguma informação adicional. abrandaria o tom de voz e a postura, retirando o cotovelo do balcão enquanto levava a mão esquerda até a testa, jogando para um lado uma mexa de seu extenso cabelo.

Ao receber as repostas, sendo elas úteis ou não, dirigir-se-ia para fora do estabelecimento, agradeceria amargamente ao lojista. Ao ganhar as ruas, caso encontrasse o leão ou este o acompanhasse, puxaria assunto de forma leviana, procurando esclarecer questões irrelevantes a seu respeito:


_ Por que não respondeu o garçom da forma que ele merecia? Sabe como é, começa como piada e, num estalar de dedos, você está acorrentado com marcas de chicote nas costas... olharia os pulsos, a derme rosada e lisa, ali fora cravada para sempre a mácula da crueldade e torpeza de espírito. Cerraria os punhos com violência, comprimindo com o ápice dos dedos a carne sólida de sua mão - Não dá pra facilitar com esses caras... enfim, temos trabalho a ser feito.

Lânguida impotência agrilhoava-o gradualmente, a simplicidade exagerada contrastava com a complexidade da situação, esta insólita ambiguidade ferroava intermitentemente seu pensamento. ”Quando isso ficou assim?”. Pensaria fitando o chão. Um súbito desejo de desistir floresceu. “Perda de tempo”. Golpearia lhe novamente o pensamento. Mas se assim o fizesse, suas palavra e honra perderiam valor. Tal emasculação moral significava a derrocada completa de suas convicções e existência.

Faria sinal a seu pseudocompanheiro para que este lhe acompanhasse. Caminharia, independentemente de estar sendo seguido ou não. Se houvesse recebido informações relevantes do vendedor, seguiria suas instruções e dirigir-se-ia a um possível ambiente em que se defrontasse com os assaltantes. Caso retornasse à estaca zero, perscrutaria as vielas de Conomi com pertinácia, adentrando em todas as tavernas possíveis e observando os transeuntes ao redor a procura de quaisquer semelhanças físicas ou um burburinho aleatório que lhe servisse como pista. Procurava uma agulha num palheiro. Carregava a certeza única de que parti-la-ia em pedaços quando a encontrasse.



Citação :
Off: Post simples, mas não tinha tanto o que fazer


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MensagemAssunto: Re: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptyDom 22 Mar 2020, 15:04

Informações inúteis e nada mais, apenas isso, o velho da taverna não fornecera nada que nos fosse útil na possível caçada, nem um bom acordo pôde ser feito, infelizmente não havia lugar para ambos no barco e isso era lamentável, sua contribuição na caçada lhe daria como benefício uma parcela da dívida dos homens referente a taverna, não era o ideal mas tudo bem, com um aceno olhando diretamente nos olhos do senhor, um silencioso acordo seria feito, comprimentava o tritão e recebera como resposta seu nome, Kingler Irontooth era como se denominava, dizia ele que era um alívio encontrar Lurion ali e de certa forma o mink conseguia entender do que se tratava, estavam longe de suas respectivas castas e encontrar outro com quem pudesse compartilhar ao menos o sentimento de se destacar ao ambiente já deixava a situação mais acalentadora, Kingler ouvira a sugestão feita por Lurion mas diria que já era tarde, a essa altura o único modo seria o “difícil”, o jovem leão suspiraria e veria o tritão já se encaminhando ao que parecia ser uma loja de armas.

Lurion decidirá seguir o tritão pois acreditava que até aquele ponto ele tomava decisões acertadas, e de certo que seu modo confiante e chamativo era um adicional para o tímido leão que não gostava de ter tanta atenção para si, apesar da sua aparência fazer exatamente o contrário e se destacar em qualquer ínfima oportunidade, seguiria atrás de Kingler e o veria entrar com confiança e chegar no balcão com a leveza de um canhão prestes a atingir seu alvo dizendo que não tinha tempo e que necessitava de informações o mais rápido possível sobre os dois homens que assaltaram a taverna e aparentemente também haviam acometido a loja de armas com a mesma atividade.

Explicaria que estavam começando uma caçada contra aqueles sujeitos e que quaisquer informações poderiam ajudar, caso o atendente olhasse para Lurion, este iria somente lhe fazer um aceno de cabeça como comprimento, preferia deixar de fato a interrogação com o seu energético companheiro, porém sabia que aquela seria uma boa oportunidade para já lhe conseguir o seu equipamento necessário, chegaria ao balcão ao lado de Kingler e com muita educação, esperando o momento certo para falar com quem quer que estivesse no balcão: - Por gentileza, poderia me arrumar sua melhor espada por até 50.000 berries, e que seja depressa por favor. Caso recebesse alguma espada, inspecionar-ia rapidamente a mesma e lhe entregaria o dinheiro que lhe era devido, agradeceria e seguiria o tritão.



Ao saírem do estabelecimento, o jovem foi indagado o porquê da resposta leviana quanto ao atendente da taberna que o tratou com evidente descaso, responderia então a ele: -Você tem razão, mas é certo que existe a hora correta para uma demonstração de força, não tenho dúvidas de que se ele continuar nessa petulância, uma hora será devidamente colocado em seu lugar, talvez por um de nós ou qualquer outro, quem sabe… Só achei que não era hora para isso de toda forma. Explicaria ao companheiro enquanto o seguia lado a lado, tentaria ser o mais observador possível, tentando anotar cada detalhe que parecesse relevante enquanto seguiam.

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MensagemAssunto: Re: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptySab 04 Abr 2020, 15:33


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Post: 03 (01)  |  Localização: Conomi Island - East Blue  |  Clima: Parcialmente Nublado


Capítulo III: O Trato

Kingler Irontooth ~ #0066cc
Lurion ~ #ff6600
Zeke ~ #ffcc66


O clima parcialmente nublado para os mais céticos podia ser um sinal de mal agouro.  A vila Gosa era a localização das aventuras da dupla muito peculiar que o destino havia reunido. Tendo uma missão simples, o trio encabeçado por Zeke. O felino e o tritão se apresentavam, o que deixava o outro participante dessa empreitada enojado. O caminho não era o mais longo e rapidamente chegavam ao local almejado. — Muito bem, palermas! Não me atrapalhem! Quero resolver isso o quanto antes e partir para a taverna mais próxima. Entendido? — questionou o humano de maneira ríspida.

Ao adentrar no local, os mesmos veriam uma humilde loja. Certamente para um mink leão e um tritão tubarão branco seria difícil adequar-se aquela situação, porém, estranhamente os dois protagonistas eram mais baixos que o normal. — Sejam bem-vindos! Só um minuto que vos atendo! — clamou uma senhora de cabelos grisalhos. No local ambos poderiam ver que não havia quase nada a mostra. As prateleiras e balcões estavam vazios. Kingler podia sentir um forte odor de carne vindo da outra mulher que havia chegado primeiro no local e estava sendo atendida pela vendedora do local.

Lurion podia notar que a senhora que estava atendendo a loja possuía ferimentos em suas mãos, eram pequenos, porém, em grande número. Por sua vez, a garota entregava uma cesta com produtos que eram desconhecidos para maioria, porém, para o leão era claramente uma porção de carne embrulhada em tecidos papel, material usado na ilha para embrulhar carnes, informação essa que talvez Zeke pudesse saber.

— Então é isso. Mais tarde eu retorno aqui, certo? — questionou a garota, incomodada com a presença do trio ali. Pálida, madeixas negras e uma roupa folgada, porém, de boa qualidade. Os costumes claros e rubros combinavam bastante com a pele da garota que, dando meia volta, cruzava o caminho do trio, indo em direção a porta. — Mande um abraço para a sua vó! Agradeça-a por mim. Volte sempre Meri querida! — despediu-se a senhora, voltando então suas atenções para o trio que havia chegado.

— Muito bem senhora, eu estou a procurar o dono esta loja, pretendo... — antes mesmo que pudesse terminar seu pensamento exposto, loiro era interrompido pelo tritão, que de maneira um tanto ríspida, ao menos para a senhora, não media esforços e jogava uma chuva de informações na velha mulher. Zeke, incrédulo com o que havia visto, não acreditava que o tritão havia o soterrado daquela maneira. A senhora, sem saber o que responder, começava a tremer e o felino notava isso. Antes mesmo que pudessem prosseguir ou proferir qualquer palavra, o tubarão podia sentir um breve odor de pólvora antes de um disparo de arma de foco atingia o balcão, assustando (quase) todos.

— Para fora da minha loja! — afirmava uma voz rouca, vindo da passagem do outro lado do balcão. Caminhando com certa dificuldade, um senhor com um tapa-olho esquerdo caminhava com uma espingarda apoiada em seu tronco e manuseada com seu braço destro, enquanto o canhoto se apoiava em uma bengala — Não irei falar outra vez. Não quero minha loja infestada por tritões mal-educados, um leão passivo e um humano fraco. Para fora! Seus monstros! — afirmou, atirando novamente no piso próximo a eles.

Lurion não conseguia nem terminar seu questionamento. Os três personagens eram enxotados daquela loja de mãos abanando, além de informações zeradas. O loiro não se mostrava nada satisfeito com o ocorrido. — O que vocês têm na cabeça? Querem estragar tudo!? — esbravejando, ele partia de encontro ao tritão — Essa ilha já foi assolada por culpa de tritões que vieram e cagaram com tudo, e você me vem e aborda humanos dessa maneira? Se eu tivesse no lugar daquele velho, eu tinha estourado seus miolos de peixe! — irado, o mesmo empurrava o ombro do tritão e partia. — Temos um trabalho a fazer. Se me atrapalhar novamente, eu te jogo aos tubarões! E não é uma metáfora! — bradou.

O trio então, naquele dia nublado, se encaminhava para a taverna mais próxima. Era a Arroz Negro. Tal taverna era conhecida por sua bebida extremamente forte feita do extrato de arroz. Tal informação ficava logo clara no letreiro que tinha acima do balcão de atendimento, logo próximo a uma prateleira com diversas bebidas, algumas fechadas, outras já abertas. As mesas eram de qualidade mediana, juntamente com as cadeiras e qualquer outro objeto decorativo de madeira. O estabelecimento não estava lotado e a maioria das pessoas já estavam de bruços no balcão e mesas. A música de fundo era bem peculiar, depressiva.

Link da música: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

— Muito bem. Não me atrapalhem, ok? Irei falar com a Emma. Se misturem! — bradou Zeke, indo em direção ao balcão. Kingler podia sentir um forte odor de arroz e álcool no local, era muito forte, porém, ele também podia sentir ao fundo, não sabendo exatamente o local, o mesmo cheiro de carne de antes. O leão, por sua vez, não conseguia avistar nada diferente, além dos rótulos das bebidas ao longe. Todas eram feitas de arroz. Literalmente todas! Além disso, ele conseguia ver ao longe a atendente do local que estranhamente aparentava ter seus 10 anos (!?).




Considerações:
1. Sou vosso narrador, então vamos nos divertir. Tritão com monstruosidade já pode ser encarado facilmente com desprezo ou medo, então, tais reações bruscas podem causar isso, ainda mais com o histórico da ilha.
2. Citei o bônus que cada um, com suas vantagens, poderia notar da aventura. Irei fazer isso quando for útil e não irei mais explicar ou dizer que têm que usar.
3. Próximo deslize que tomarem, proposital ou não, é chumbo.

Histórico:

~> Ganhos da Aventura

~> Perdas da Aventura

~> NPCs da Aventura

Fichas Simplificadas:

~> Kingler Irontooth
- Tritão | 1,70m |80 kg
- Dano | Pontaria
- Karatê Tritão
- História | Luta de Rua | Rastreio
- Ambidestro | Olfato Ag. | Psicoglota | Arcada Dentária | Vel. Aquát
- Desprivilegiado | Monstruoso | Curioso

~> Lurion
- Mink Leão | 1,73m | 70 kg
- Pontaria
- Espadachim
- Corrida | Furtividade | Navegação
- Presas e Garras | Visão Noturna | Ambidestria | Visão Aguçada
- Aparência Inumana | Ingênuo

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