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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rumo à Grand Line?

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 11 EmptyQua 24 Jul 2019, 14:18

Relembrando a primeira mensagem :

Rumo à Grand Line?

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Caçadores de Recompensas Takamoto Lisandro, Nakamura Blumayden e Don Reed’s Wayne. A qual não possui narrador definido.


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Ficha | Aventura

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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 11 EmptyTer 05 Maio 2020, 20:19

Narração




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Desembarcando em Flevance, Takamoto imediatamente se dava a testar a sua sorte naquele jogo. Se aproximando da bancada, o cozinheiro retirava a sua bola, sob o olhar do anunciador — Teste a sua sorte e abra, se acha que tem o que é preciso! - estimulava. Olhando os estranhos ao lado, todos abriam bolas que não possuíam nada dentro. Assim, Lisandro pegava a sua bola e abria lentamente. Plock! Ela se abria, revelando uma chave metálica — M-mas... - o homem de cartola gaguejava, olhando para a bola e para o balde, um tanto atordoado — Olhem! Ele venceu! - uma das pessoas próximas falava, fazendo todos os olhares recaírem sobre o ruivo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sem perder tempo, o caçador se dirigia à jaula e, nesse momento, o pato levantava a cabeça, observando-o. Assim que colocou a chave, o animal se levantou. Ao abrir a porta, ele permaneceu ali. E lentamente, passo a passo, foi se aproximando da saída, sem retirar os olhos de Takamoto. Se aproximando, de repente... uma bicada! Uma bicada feroz no estômago de Lisandro, seguida de diversos bateres de asas em sua face, com mais bicadas. E, no instante seguinte, o pato partia em disparada, correndo a uma velocidade surpreendente! Não fosse o suficiente, o cozinheiro logo sentiria a ausência de algo. Era a sua bandana. Ela havia se prendido no bico do pato! O seu precioso tesouro em uma fuga de alta velocidade!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto isso, Blumayden se dirigia ao hospital local. Conhecia um pouco daquele país; afinal, era impossível não conhecê-lo, sendo um médico. Foi ali que a doença do Chumbo Branco se espalhou e, também, foi curada, graças ao Hospital Trafalgar, que se agigantava à sua frente, com suas enormes colunas brancas. Havia conseguido a informação com um homem que esbarrara consigo, o qual, um tanto ríspido, lhe informou.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] Superado tal feito, tão logo ultrapassou a porta, junto com o felino, escutou um grito — Pelo amor dos céus! O que é essa mancha branca em seu braço?! - o grito chamou a atenção de vários presentes e, se olhasse, realmente havia uma grande mancha branca em seu braço direito Llogo um enfermeiro se aproximou — Se afastem! Se afastem! Senhor, venha conosco! - e imediatamente diversos outros enfermeiros e enfermeiras começaram a surgir, trazendo uma maca para levar o médico à sala de cirurgia e diversos panos para cobri-lo, se assim o permitisse. A correria era grande e, no processo, ignoraram completamente a apresentação do rapaz — Chamem o Doutor Leon! Rápido! Precisamos fazer os testes! Talvez seja a doença do Chumbo Branco! - exclamava. A onda de azar do espadachim parecia ter retornado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De volta ao porto, Alejandro fazia o que ele sabia fazer de melhor — Dê o fora daqui! - a mulher o rejeitava, enquanto o astro tocava uma bela serenata para a sua nova paixão: uma formosa beldade de cabelos roxos. — Eu irei chamar a marinha! - ameaçava, ao ver que estava sendo perseguida pelo inoportuno homem. Sua expressão era severa e parecia bastante irritada, mas isso só parecia alimentar o espírito trovador do músico. Talvez fosse o tipo de mulher que gostasse; ou a forma de ser tratado que preferia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O que importava, no entanto, era que a moça rapidamente virava a cabeça, gritando de espanto. Ao acompanhar instintivamente aquilo que chamava mais atenção do que si, Alejandro se deparava com um pato dourado correndo a toda velocidade em sua direção, com uma longa bandana a cobrir-lhe o rosto — QUAAAAAAAAAAAAACK! - o pato levantava até mesmo uma nuvem de poeira atrás de si e estava em alta velocidade, às cegas, rumando ora em direção à moça, ora em direção ao próprio Alacran. Este que possuía a oportunidade de fazer algo!


Off


PS: Ciente que é uma pata.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 11 EmptyQui 07 Maio 2020, 21:07


Cap. II
Rumo à Grand Line?

O melhor jeito de conhecer algo, é tendo o
Não existem acidentes

- Mãe? Pai? Vocês estão aí? Não se preocupem que logo, logo estarei com vocês... – Fechava os meus olhos e esperaria pacientemente para minha entrada ao novo mundo e não é esse que vocês está imaginando claro amigo, mas estou falando daquele outro, onde nunca sentirei fome, pois estarei cercado de mayo, arroz e muito amor. Obrigado a todos que seguiram essa jornada comigo.

- Como se fosse verdade! – Debateria-me de um lado para outro. – Me soltem daqui, acho que houve um engano! – Era claro que não estava com nenhuma doença e muito menos com a do Chumbo Branco, nem sequer peguei em nenhum produto daqui ou coisa do gênero.

A tese que fui amaldiçoado aumentava ainda mais. Agora tenho o combo duplo, azar e maldição –  Mas pera aí, a maldição é apenas consequência do meu azar. Logo, não era efeito duplo. – Pusera minha mão no queixo e analisava. – Se o azar é tão traiçoeiro assim, então independente de está ou não com o Taka o meu destino é sempre ir de mal a pior. – A resposta era clara. – Eu não devia tá pensando nisso agora! – Estava sendo levado para a sala de cirurgia e caso fosse anestesiado, só os céus saberiam como eu voltaria.

O que devia pensar era como diabos esse pó branco chegou em mim? Não recordava-me em nenhum momento de tocar em algo relevante. Então, quando ocorreu isso? Respirava lentamente e recordava-me lentamente. – Sim! Aquele cara. – No instante em que nos embarramos ele deve ter derrubado algo em mim, será que poderia ser giz? De fato, não sabia o que era, mas com certeza isso não mudava em nada minha situação.

Eu sou um médico! – Apelaria por exibir meu oficio e arranjar um ar autoritário. – Isso não é doença do Chumbo Branco, vocês estão cometendo um erro. – Tentaria convencer os funcionários do local, dessa forma, poderia escapar dessa enrascada.  Caso não conseguisse escapar dessa, não tinha escolha ao não ser fazer meu próprio testamento. – O Taka pode ficar com minha mochila, eu daria o resto de mayo pro Don, o músico era problemático, mas mesmo assim deixaria o levar esse laço do meu dedo, já o gato, fica com o Hawk. Adeus!

Na hipótese de está bem, sairia daquela maca e ajeitaria minha roupa. Soltaria toda aquela dor de cabeça em um simples sopro. – Não precisam se preocupar, já estou acostumado com isso. – Coçaria minha cabeça e olharia ao redor. – Entretanto, terei que pedir uma recompensação por isso. Preciso saber como vocês derrotaram a doença do Chumbo Branco. – Esse assunto era importantíssimo, talvez isso me desse uma pista para saber qual foi a doença que minha mãe havia tido.

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 11 EmptySex 08 Maio 2020, 14:40

Pato

Heh, parece que esta mujer é do tipo que foge dos sentimentos! Ela sabe que não pode me resistir, então foge, insulta e mente para não derreter completamente. Abrir esta donzela vai ser uma desafio digno; quando o peixe luta contra o anzol, a pesca é muito mejor. Ela pode lutar o quanto quiser, pode chamar a Marinha, pode fugir até os confins do Novo Mundo, pode se esconder no fundo do All Blue... eu ainda irei caçar, e clamar seu corazon para mim. Sua conquista é apenas uma questão de tempo, e, um momento ou outro, como uma cidade sitiada, suas muralhas irão ruir, e ela estarà perdidamente entre minhas mãos. Ahhh... Apenas pensar neste instante de triunfo alimenta ainda mais meus esforços.

Quando ela gritou, seus belos cabelos roxos balançando em minha direção, eu quase soltei um suspiro de decepção; teria ela derrubado suas defesas tão cedo, e se jogado na boca do jaguar? Raios, isto estragaria toda a caça! Porém... logo eu percebi o que realmente a fez berrar, e para meu alivio, não eram meus músculos definidos ou meu rosto esculpido de maneira magistral. Um pato, completamente fora de controle, estava correndo em nossa direção, como um touro furioso em um rodeio. Porém, eu não poderia brincar de torero nesta ocasião: o pato tinha seus olhos cobertos, e não poderia seguir pano vermelho nenhum.

Olhando aquela criatura desgovernada correr em nossa direção, minha primeira reação é de fugir. Sou ágil o suficiente para simplesmente correr fora do caminho daquela ave bizarra sem ferida alguma, ou pelo menos eu espero. Assim, eu logo começaria a esboçar uma corrida para longe, até que eu percebesse a mujer, minha caça, no caminho daquela máquina de matar repleta de penas. Se eu quiser conquistar seu coração, eu preciso dela viva e consciente! E, mesmo se ela sair sem muitos danos daquela situação, ela nunca me perdoaria de tê-la deixado para virar patê sobre a calçada. Não, eu preciso agir, e não fugir, se eu quiser ganhar. Mas como?

O pato não pode reagir a nada que eu faça para lhe chamar a atenção; ele não pode ver com aquele tecido no rosto, e a comoção por aqui é tão grande que ele provavelmente não me ouvirá. Não acho que eu consiga desviar sua trajetória, ou para-lo completamente. A menos que... eu o ataque. O que parece besta: aquele pato é grande, sua velocidade é alta, e eu não tenho arma nenhuma. Se bem que... não! Eu não posso! Acabei de conseguir uma nova guitarra, e eu mal consegui aproveitar de sua musica ainda! Mas... se eu não fizer nada, o coração daquela mujer hermosa será perdido para sempre! Puta madre... parece que eu não tenho escolha. Guitarras vão e voltam; mas uma conquista é eterna. Tsc, espero que isso valha a pena.

Prontamente, eu seguraria minha guitarra firmemente com as duas mãos e, os passos cheios de determinação heroica, eu iria a frente do pato, esperando sua chegada cega. Flexionaria as pernas, contraria os músculos do ombro, e, como um jogador de baseball, golpearia com força o pato, bem no bico, pondo todo o peso de meu corpo naquele ataque. Visto a velocidade de impacto, se aquele ataque não parasse o pato, nada o pararia. Então, caso ele continuasse seu caminho, eu apenas abandonaria a causa, deixando o correr para onde quisesse. A hermosa pelo menos apreciaria meu ato valente e galã, se ela ainda estiver viva.

Caso o pato parasse com meu poderoso golpe, eu abriria um sorriso convencido, e me viraria na direção da mujer, curvando-me graciosamente:

Eu me jogaria nas chamas do inferno por você, mi amor. Apenas me dê a chance de lhe dar tudo que tenho.

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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 11 EmptySex 08 Maio 2020, 15:24




Rumo à Grand Line
O Pato




Estava certo, a minha sorte tinha ficado em seu ápice e nada poderia dá errado, o anunciador do evento gritou para mim, havia me tornado um vencedor naquele jogo assim como fui na aposta contra Alejandro. – Yeah! – Levantei o braço entusiasmado querendo ver com meus próprios olhos o prêmio, foi quando notei a gaiola de aço e andei até ela com a chave em mãos dada pelo patrocinador. O pato levantava sua cabeça e seus olhos eram azuis destemidos, não estava preocupado ou sendo tímido, ele me encarava sutilmente de forma calma. Abri a porta e em passos lentos se aproximou de mim, não sabia o que esperar, não pretendia mais assar aquele animal e nem mesmo sabia como cuidar de um daquele porte. – Pode vim, você está livre agora..

Subitamente levei uma bicada no estomago, curvou imediatamente com a dor, não esperava essa reação do pato que mudava sua feição pacifica para selvagem, por isso era um pato selvagem. A investida dele não parou por ai, mais bicadas e açoitadas com suas penas, a besta era rápida, me defendi como pude colocando meus braços protegendo as áreas vitais de forma inconsciente. A experiência e treino moldavam meus reflexos e corpo, não sofri dano de verdade, e a fera metia os pés no chão e corria avoado. Apenas observei ele de longe quase desaparecendo da minha vista, talvez fosse melhor assim.. Limpei a sujeira deixada pelo animal em meu corpo, e notei uma coisa, o lençol de minha mãe, meu tesouro havia sumido e levantei o rosto olhando na direção da ave. – Ah filha da mãe!

Melhor assim o caralho, o pato tinha roubado algo precioso, não podia ficar parado, mesmo estando longe teria que persegui-lo, não tinha noção da ilha e muito menos das ruelas dela tornando a perseguição bem mais difícil do que contra o pirata de outrora. – Ovo te pegar! – Assim como a ave teria que correr feito um idiota atrás dela, sua velocidade era alta e não tinha o que fazer além de comer poeira deixada pelas patas dele. – Alguma hora ele vai parar, eu vou pegar nessa chance. – Continuava no encalço do pato, mais a frente consegui ouvir um grito de uma mulher. – Não! – Eu não podia envolver civis nos meus problemas, não seria como em Lvneel novamente, o pato era minha responsabilidade. Rangi os dentes, meu corpo ainda estava pesado, mas não podia parar por aqui, faria com que meu limite fosse ultrapassado mesmo que com poucos segundos, precisa encostar na ave ou ao menos segura-la com toda a minha força, era isto que faria, não deixaria que ninguém se machucasse além de mim, mesmo que tivesse que ficar na frente para segurar todo o impacto daquele pato.



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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 11 EmptySeg 11 Maio 2020, 23:01

Narração




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No hospital, colocado sobre a maca, com a típica luz de hospitais ofuscando sua visão, Blum tinha uma visão do paraíso. Entretanto, logo escutou a palavra "operação", ergue seu tronco de imediato, voltando à realidade e tentando convencer os enfermeiros de que era médico e que não estava doente — Senhor, preço sua compreensão, é um assunto de extrema emergência! - um dos enfermeiros falava, fazendo menção de tocá-lo no ombro, mas logo detinha o movimento — Senhor, são ordens nacionais... - uma enfermeira tentava explicar. Todavia, Blum não parecia muito disposto a escutar, já se levantando - fazendo todos recuarem - e ajeitando suas vestes, sob a ameaça de que iria sair.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Você ficará onde está - escutava uma voz robusta e imperiosa, seguida de um bater da porta — Se alega ser um médico, sabe o que a Doença do Chumbo Branco fez ao nosso país. Se reconhecesse a importância disso, volte para a maca e me deixe testá-lo - se aproximava. Blumayden não deixava de o reconhecer. Já havia-o visto em jornais e até mesmo em gravuras de livros de medicina. Aquele era o Patriarca e Dr. Leon Trafalgar. Carregava consigo um enorme livro entre um dos braços e o corpo, enquanto a outra mão segurava um pedaço de papel de cerca de cinco centímetros — Com uma longa pesquisa, desenvolvemos um método rápido para verificar se o paciente está contaminado. Só preciso colocar isso sobre a sua língua - balançava o papel.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com o consentimento de Nakamura, Leon realizaria o teste com ele, tirando o papel — Não há indicativo - seu semblante cerrava. Em seguida, o homem retirava o frasco de vidro, contendo um líquido amarelo — É urina de gato... incrivelmente, ao reagir, ela muda a cor do chumbo branco para esverdeado. Se incomoda? - Blum nunca ouvira falar de nenhum desses meios, tanto do primeiro teste, quanto deste segundo. Em ato contínuo, Leon despejaria lentamente a substância sobre a mancha, com o aval do caçador — Cubra com essa gaze - oferecia o pedaço de pano para ele — Leva alguns minutos para reagir. Talvez por isso ninguém descobriu antes... - observava — Desculpe por não ter me apresentado. Me chamo Leon Trafalgar, dono deste instituto hospitalar. É um prazer conhecê-lo, como posso chamá-lo? - indagava — Oh... se quer saber mais sobre a história da cura, podemos conversar mais tarde, quando descobrirmos o seu resultado - alternando os olhares e esperando o tempo passar, ele voltava a dizer — Pode retirar a gaze - seus olhos recaíam sobre o lugar, vidrados. Estava ansioso pelo resultado.

PP - Leon Trafalgar:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Longe dali, no porto, a situação envolvia mais adrenalina — QUAAAAAAAAAAAAAAACK! - o pato continuava a avançar. Seu obstáculo, no entanto, agora era outro. Alacran havia voltado para proteger a sua mujer, erguendo o seu violão como se fosse a mais poderosa das armas. Atrás de si, a mulher cobria a boca, sem reação para os absurdos que aconteciam. Só deixou um "Oh! Ooh!" quando um rapaz ruivo, com toda impetuosidade, corria atrás do pato com todo o seu vigor.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era difícil alcançar a ave, mas com o coração à mil e os pulmões quase estourando, Lisando chegava bem próxima a ela, momentos antes da colisão. Determinado a impedi-la de se chocar, o cozinheiro se jogava para frente, dando um mergulho heroico, com os braços esticados, a fim de segurar o pato e parar a sua trajetória assassina. Ocorre que, inesperadamente, o pato mudava de direção. Agora, Alejandro já se encontrava a meio caminho do golpe, já tendo completado quase todo o arco do movimento com a sua guitarra. À sua frente, não estava mais um pato. Na verdade, era o rosto conhecido de Takamoto, o rapaz que havia ganho a aposta contra si, que voava em direção ao violão. O choque foi inevitável.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]PLAAACK! CRACK! TRUM! BUM! A caixa da guitarra se desprendia do braço, quebrando em diversos pedaços que explodiam como um fogo de artifício. Nas mãos do músico, restava apenas o dito braço do violão. Já para Lisandro, restava apenas um poderoso golpe dado no rosto desprotegido, o qual desfigurava a sua bochecha e jogava a sua cabeça violentamente para o lado. Não fosse o suficiente, seu corpo rodopiou no ar, rebolando no chão por seis vezes até parar, completamente torpe. Por alguns milésimos de segundo - ou talvez um segundo inteiro - havia perdido a consciência, mas havia a recobrado rapidamente, ainda no ar, caindo com a cabeça erguida ao céu, onde poderia ver alguma alucinação — AAAAAAAAAAH! - a mulher gritava horrorizada, recolhendo as pernas e correndo de Alacran, com medo. Enquanto isso, o pato continuava a correr!

Off

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Parei o post onde parei para te dar a chance de dar ou não dar o consentimento. E narrar a ansiedade ou sei lá sobre o suspense do resultado.




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Ficha - Karyo Shen, Ceifador Branco
I - Goatman Kill Streak
II - Do Espírito das Leis
III - [Divine Tools] Juntando as peças!
IV - Diante da Lei
V - Zarpando para Utopia!
VI - Caos em Utopia!
VII - [LB] O Florescer de Utopia
VIII - [LB] O Florescer de Utopia II
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 11 EmptySab 16 Maio 2020, 14:37


Cap. II
Rumo à Grand Line?

A doença de Sakura
O maior dos médicos

A presença daquele homem fazia-me arregalar os olhos, estava diante do Dr.Leon em carne e osso, eu já vi ele em livros, mas nunca pensei que sentiria um aura tão devastadora, após ouvir a voz potente do doutor não puder fazer mais nada a não ser obedecer a suas ordens. – O próprio tá aqui por conta desse acidente, se eu não aceitar vai ser uma desonra por minha parte. Talvez eu possa extrair algo dos métodos do doutor.

Seguia as os procedimentos dados por Leon, deixava ele inserir aquele papel na minha língua. – Isso soou meio errado, não? – Porém o papel não havia indicado nada e isso fazia-me abrir diversas dúvidas, do que seria feito ele? Ele deveria mudar de cor algo do gênero? Talvez pudesse funcionar com um medidor de PH. É melhor ficar de olho nos outros passos. Logo após isto o curandeiro falava sobre passar urina felina no meu braço, nesse instante surpreendi. – Isso cheira muito estranho, literalmente. – Olhava abismado para aquele frasco cheio daquele líquido duvidoso. Não pode ser, só pode tá brincando comigo, deve ser alguma pegadinha. Mas os olhos incisivos do benfeitor mostravam o qual sério ele estava sobre aquela questão, não tive escolha, tive que deixar, além disso, acho que ele não me deixaria sair por aí se não fizesse o teste.

Após a aplicação, imediatamente cobria com o gaze para não deixar o líquido escapar e, principalmente, para tampar o odor do mijo. Após algumas trocas de palavras, aparentemente o doutor explicaria sobre a doença, agora acredito que há males que vem para o bem... Ou talvez não, pensando melhor.

Mesmo com todos em um momento de tensão, sabia que não havia adquirido doença alguma, não havia motivos para alarde. Porém a cada minuto que passava ficava um pouco pressionado, pois minha mente começava a sussurrar: "e se". E se aquilo fosse derivado do Chumbo Branco e não giz, o que seria feito de mim? Entretanto, estava de frente do homem que conhecia a cura mais do que ninguém, mesmo se tivesse não teria com o que me preocupar.

Agora estava na hora de tirar o gaze, tiraria calmamente e veria o resultado tão aguardado pelo nosso espectador. Caso não fosse verde, apenas suspiraria. – Viu? Não há com que se preocupar. – E se não fosse o resultado esperado, apenas ficaria em estado de choque, não tinha nem mais o que falar, estava definitivamente amaldiçoado por toda a minha vida. Depois apenas seguiria com as ordens que fossem impostas pelo doutor.

Na hipótese de está tudo bem agora, iria conversar com o cirurgião. – Meu nome Blum, é um prazer está conhecendo o senhor. – Cumprimentaria adequadamente. – Estou aqui para saber mais sobre a doença e como sua família conseguiu exterminá-lo. – Ouviria o que o médico tinha a dizer sobre o ocorrido. – Interessante... – Pausava, pois o assunto que iria entrar agora era bem complicado para mim. – Dr.Leon, o senhor já ouviu falar sobre a doença de Sakura? – Olharia para cima e continuaria. – Como o senhor deve saber, o tempo que a flor da Sakura permanece viva é curta, igual a do paciente, o qual suas células simplesmente param de se renovar. Sabe algo sobre isso...

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 11 EmptyTer 19 Maio 2020, 22:31




Rumo à Grand Line
O Pato²




A corrida era intensa e não havia uma faixa de chegada para me parar, já estava quase colocando os pulmões para fora sabendo que não aguentaria correr naquele velocidade tentando pegar o pato, minhas coxas queimavam enquanto bufei encarando meu objetivo de frente, o animal não poderia ficar com algo tão precioso, eu já lhe dei liberdade e isto por si só já era o suficiente. Sentia aquele calor envolver meu corpo, meu coração pulsando, meu estomago se embrulhava e aquela ânsia de vomito do esforço repentino. Era normal pela atividade vigorosa, não podia parar até que estivesse com meu amado tesouro em minhas mãos, o pato foi em direção a mulher e tudo que pude fazer foi elevar meu ser ao máximo.

Pulei e estirei meu corpo observando o pato sumir da minha frente e aparece um rosto conhecido, um famoso perdedor e este era o homem que me atingiu com seu instrumento, senti o golpe bem colocado na minha cara, minha bochecha sendo puxada para o lado devido ao impacto, apaguei por um segundos enquanto minha mandíbula se deslocou por alguns segundos, acordei em meio as quicadas que meu corpo deu no chão. Não sei se foi na quinta ou sexta rodopiada que dei no chão que despertei com um grito feminino enquanto olhei para o céu aberto. – É bonito. – Tentei dizer com a boca cheia de sangue, virando meu corpo e cuspindo pra fora todo aquele liquido rubro, ainda estava meio zonzo devido a pancada, o maldito do Alejandro tinha tentado acertar o pato e acabou por me acertar.

Tentei levantar, mais perdi o equilíbrio quase voltando a ficar deitado, meus antebraços ao concreto não permitiriam que voltasse a ficar caído. – Merda. – Balancei a cabeça recobrando os sentidos, enquanto olhei adiante, o pato continuava correndo e com ele um pedaço da minha alma. – Você.. Não.. Vai fugir. – Flexionando os joelhos e colocando ambas as mãos nos joelhos, forcei que meu corpo ficasse ereto, erguido massagearia o local do golpe enquanto caminharia em direção ao pato ignorando o músico, olhei de relance e vi a mulher correndo dele ou ela isso que parentava. – Euu.. Tô bem, nada demais. – Elevando meu braço e estirando meu polegar, deixaria claro meu estado aparente, se nem balas me mataram, não seria uma guitarra que me mataria.

Desnorteado,  andaria em direção ao pássaro em pequenos passos até voltar a mim, com a mente sã teria que voltar a perseguição, não poderia perder o encalço do pato, perguntaria as pessoas ao redor se tivessem visto a criatura perambulando por ai  se eu a perdesse, continuaria com a corrida, mas dessa vez atento para não receber nenhum golpe que me fizesse ver estrelas.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 11 EmptyQui 28 Maio 2020, 21:07

Narração




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No hospital, Blum lentamente retirava a gaze. O que estava por baixo dela era um mancha esverdeada. Assim que ela foi exposta, os enfermeiros deixaram sair um "Ohh", uníssono — Vamos fazer uma raspagem da área e coletar o material - o Doutor dizia de forma serena. Assim, a equipe parecia se tranquilizar e logo os equipamentos eram passados. Também neste momento, Nakamura percebia um olhar diferente entre o médico e um de seus subordinados, o qual saía do recinto  — Precisamos raspar um pouco da sua pele para que o chumbo branco não o infecte - comentava — Irá deixar uma pequena ferida, como se você tivesse se ralado. Há problemas? - indagava — Lembrando que se trata de uma doença mortal! - acrescentaria, no caso de uma recusa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O cheiro já não era mais de xixi de gato, mas sim de algo diferente. Assemelhava-se mais ao enxofre — Você não me parece com a doença. Uma quantidade assim também não irá te tornar doente... mas pode causar alguns prejuizos - comentava, à medida que começava a raspar a mancha branca, junto da pele de Blum, lhe dando uma leve sensação de ardência e algumas fisgadas  — Como isso veio a ocorrer? O chumbo branco é proibido aqui no país - o doutor comentava, olhando nos olhos do azarado, o qual teria que se explicar. A raspagem estava demorando mais do que Blum gostaria, e logo descobria o motivo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Circulem o alvo - quem entrava na sala era o Capitão Eric, junto de seis homens, os quais corriam para cercar Nakamura — É bom que se explique rápido, antes qu- - se interrompia, quando seus olhos se encontravam — Você de novo?! - exclamava — O que está fazendo aqui? E por quê você está envolvido em metade das últimas confusões que resolvi?! Se bem me lembro, lhe disse que na próxima iria te prender - se aproximava, com as mãos tocando nas algemas — Espero que tenha uma boa explicação para ter um punhado de chumbo branco em seu corpo... e também espero que entenda que isso é uma questão de segurança nacional - ao seu redor, Blum perceberia que três dos seis outros marinheiros eram Sargentos. Seu azar havia voltado, e havia voltado com força.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No outro lado da cidade, na região portuária, Takamoto também via patinhos voadores circulando em cima de si, em um estado de torpeza. Estava certo, não seria uma guitarra que lhe mataria, mas não havia dúvidas de que ela poderia lhe deixar abalado. Precisou de um esforço herculeo para levantar do chão, quase caindo novamente, devido ao desequilíbrio. Tão logo se colocou de pé, a pancada demonstrou ser tão forte que esquecera que Alacran havia lhe golpeado com toda a força e sequer o ajudara a se levantar. Devia estar se deliciando da cena após perder a aposta, como uma forma de vingança.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De toda sorte, Lisandro estava bastante motivado e empenhado em parar aquele pato. E não era a toa, pois ele estava fugindo com o seu grande tesouro. O problema era que o papalégoas já havia se evadido de sua vista. Entretanto, não era difícil supor o seu caminho, pois logo visualizava um grupo de pessoas perplexas, olhando para o final da rua — Sim, ele foi por ali! - um cidadão indicava — Mas o senhor está bem? Há algo que possa fazer por você?! - ao ver o estado do cozinheiro, com um enorme galo na lateral da cabeça e com a bochecha roxa, o homem comum indagava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Para piorar a sua situação, Takamoto não parecia o único a estar atrás do pato — Vamos atrás dele! - escutava alguém gritando — Vai dar um belo de um jantar! - outra voz respondia. E logo três homens saíam daquela rua com espingardas em mãos, a fim de caçar o pato. E sabe-se lá quantos outros haviam tido a mesma ideia!

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 11 EmptySex 29 Maio 2020, 21:22


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Despistando
Banhado de azar

- QUUUUÊ?! – Só podia está brincando com minha cara, não era possível que um homem tenha tanto azar. Definitivamente estava ferrado, como diabos veio justamente Eric para cá? E outra coisa também... – EU TAVA COM O CHUMBO BRANCO MESMO! – O coisa ruim fez alguma aliança com a senhora má sorte para me levar ao seu reino mais rápido. Essa situação sinistra está me atrapalhando cada vez mais e olha que já está faltado 2 posts para acabar a aventura(será?).

Olhava para minhas mãos e começava a ter pensamentos bem estranhos e tudo indica que foi depois daquele maldito laço. Será que o hombre havia razão, eu não havia sido caridoso suficiente na minha vida? – Droga, eu devia ter divido aquela espinha de peixe com aquele outro mendigo. Merda! Ele deve ter me amaldiçoado, pois vi ele resmungando alguma coisa depois que recusei em cooperar. – Cerrava meus punhos, enquanto pensara no ocorrido.

Olhando novamente ao redor, percebia que minha situação não era nada agradável e deveria tomar bastante cuidado, pois se não, seria daqui ao xilindró. O que me restava era que enrolar um pouco, enquanto pensava em algo. – Eric, a tanto tempo. – Cumprimentaria o capitão adequadamente. – Eu não tenho nenhum envolvimento com essa parada, se eu falar a verdade, acho que dará certo. – Travava por um tempo, pois algo em mim dizia que isso era furada. – Pensando melhor, se dissesse que foi apenas um homem aleatório que sabotou-me, com certeza iria desconfiar. Jamais acreditaria em algo como isso. – Fechando os olhos e reorganizando as ideias, enfim tinha minha resposta. – Vou abrir o jogo.

Encararia sua face. – Na verdade vi um homem correndo desesperadamente e acidentalmente derrubou algo em mim, enquanto eu andava. – Tossiria um pouco para criar folego, pois não é todo dia que alguém mente na cara dura de um capitão. – Por sorte ainda lembro um pouco de seu rosto... – Tinha que desviar as pistas, de modo que ele procurasse por homem que nem sequer existia e quando percebesse tal fato, eu já estaria noutra ilha. Dessa forma, tomei cuidado com a descrição, indicando uma aparência que, presumo, ninguém a tenha. – Bem... a cara dele parecia meio estranha, estava um pouco deformada... e também... A cabeça dele parecia um pouco maior que do normal, além disso, estava bambo... – Acho que a descrição ficou boa, não conseguirão encontrar alguém com tais artifícios. – Desculpe, isso é tudo que tenho a dizer, espero que tenha ajudado.

- Ah, Eric. – Chamaria sua atenção. – Eu fiquei mais forte, espero que um dia possamos nos enfrentar novamente. – Para ser franco fui obrigado a desafia-lo devido as circunstancias anteriores. Nesse instante chamava o ao confronto de forma certa. Sabia que ele era um grande espadachim e com certeza outra luta com ele faria-me avançar no caminho da espada, apesar de não demonstrar tanto interesse ultimamente. Por que um homem como eu busca tanto o caminho da espada? Para ser franco nem sei exatamente, mas se me lembro bem, o mestre falou que isso me manteria fora de confusão e isso já estava de bom tamanho.

Caso conseguisse escapar das garras de Eric, iria questionar o doutor, pois queria saber ainda mais sobre os seus métodos e a tal doença que quase levava-me para OUTRA DIMENSÃO. Em um momento oportuno, perguntaria se sabia sobre a doença de Sakura, uma enfermidade que faz as células da vítima pararem de se renovar. Obtendo êxito, agradeceria ao Dr.Leon e, antes de partir, pediria mais um favor. – Talvez seja meio rude, mas aqui teria algum kit médico profissional para mim dar. – Independente da resposta, agradeceria novamente e iria a um petshop para comprar ração e algum acessório ao gatinho, perguntaria aos cidadãos até acha-lo.

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Última edição por Blum em Qua 03 Jun 2020, 12:54, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 11 EmptySab 30 Maio 2020, 23:19




Rumo à Grand Line
O Pato²




Era hesitante, meu corpo não queria se mover de acordo com minha vontade fazendo meus joelhos estremecerem ainda de pé. O cansaço e a bochecha dolorida tentavam me jogar no chão, mas não podia ficar parado quando algo tão importante para mim se distanciava a cada segundo não deixando que meus passos cessassem. Prossegui sem remorso do entusiasta, ele apenas havia tentado parar a ave e quem pagou o pato foi eu, o tempo era curto e tinha perdido o animal de vista, tinha que me recompor o mais rápido possível começando a caminhar mesmo que fosse devagar.

Um homem até me oferecia ajuda observando meu estado, virei para ele e de forma prática teria que achar alguma maneira de chegar naquele pato, a sua velocidade não poderia ser ultrapassada por meras pernas humanas. – Senhor, eu agradeço. O senhor teria algum tipo de animal ou veiculo para ir atrás do pato, ele pode fazer muita bagunça na cidade e além do mais, tenho medo de alguém o pegar. É precioso pra mim. – Sim, era muito, muito importante o presente da minha falecida mãe, não poderia deixar que ele sumisse. – Preciso de sua ajuda, eu até pago! – Tinha sobrado algum dinheiro depois de gastar tanto no Hawk, perseguir o pato em velocidade igual ou superior ajudaria muito, iria seguir seu rastro. Além do mais apareciam sujeitos querendo a posse do pato para efetuar um jantar, se eles realmente soubessem de culinária saberiam que aquela ave não serve para comer, graças ao seu porte sua carne é dura e musculosa não podendo ser ingerida mesmo se passassem dias na panela de pressão, ela precisa de um corpo resistente para se locomover naquela velocidade.

Ou poderia ser o motorista, eu ficaria na traseira só esperando a hora certa de dá o bote no pato. Eu vou falar de novo, se quiser eu pago pela ajuda. – Tirar o homem de seu cotidiano sem oferecer nada em troca poderia ser uma oferta muito difícil para um estranho aceitar, se fossemos amigos seria outra história. Se ele não tivesse como me ajudar, teria quer ir atrás do pato apenas com minhas pernas. Buscaria então informações sobre a geografia e das ruas da cidade para tentar achar um atalho, perguntaria tudo para o sujeito e se teria rotas melhores para ganhar do pato e recuperar o tesouro.

Com ajuda ou sem, tomaria o melhor rumo e ficaria disposto a pegar o pato quando se aproximasse dele, gritaria também para os malas que queriam meu pato. – Saiam fora! Esse pato é meu! Se acontecer algo acabo com vocês e mando para a cadeira! – Assumia um pouco o papel de um caçador de recompensas, já que tomar posse da minha propriedade qualificava eles como criminosos, assumia um pouco o manto imposto por Karick. Se houvesse chance para pegar o pato, saltaria em sua direção e seguraria seu pescoço o montando, colocaria os pés no chão para frear a ave e seria uma disputa de força para quem cedia primeiro e pode apostar que eu não vou ceder.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 11 EmptyQua 03 Jun 2020, 17:37

Narração




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O azar de Blumayden não parecia encontrar limites e, definitivamente, aquela história parecia que iria se prolongar por mais algum tempo. Salvo conseguisse arranjar uma boa desculpa; o que não era o caso — Você acha que iremos acreditar em uma história esfarrapada como essa? - o Capitão Eric aumentava o tom — Desde o início eu pensei que havia algo de muito suspeito com você... - complementava — Pois se considere com sorte, porque iremos nos enfrentar se você não colaborar e nos contar a verdade - escutava o som do metal raspando em sua bainha, ao passo que ele brandia a arma na direção de Nakamura, postando-a à frente do corpo, verticalmente — Como eu disse, é uma questão de segurança nacional - decretava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Longe dali, socorrido por um outro senhor, os planos de Takamoto eram frustrados antes mesmo de serem executados — Um animal? Não, não tenho. Por que teria? Vivemos aqui na cidade, na capital. Não é algo comum... deve ser por isso que estão atrás do pato - declarava, afagando a sua barba marrom — Se você  quer ir atrás dele, tente usar uma isca de pato, quem sabe... funciona com os peixes, ao menos. Sou um velho pescador, entende? - prosseguia — Agora, se você ama aquele pato, ponha o seu coração nisso! - exclamava, dando um tapão nas costas do cozinheiro, que o fizeram cambalear para frente. Erguendo a cabeça, poderia ver que aquela era uma rua comercial, cheia de armas, comida e utensílios.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sem acesso ao seu plano original, Lisandro começava a andar lado a lado com o velho, indagando-o sobre a região — Ah! Aqui é cheio de vielas, como pode ver - apontava. E era verdade, havia pequenos becos que ligavam ruas paralelas. Dessa forma, era possível atravessar diversas ruas em um espaço curto de tempo — Mas tenha cuidado, que nem sempre são um lugar seguro. Na verdade, dificilmente! - pontuava — Quanto às outras questões... há uma grande floresta cercando Flevance e, após, uma montanha. Se está preocupado com o seu pato, ao menos saiba que ele estará aqui ou lá, mas uma vez que entre na floresta, será difícil achá-lo... - explicava, em um tom de urgência.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De volta ao hospital, o médico Leon Trafalgar dava um passo à frente — Lutei muito para encontrar uma cura para esta doença. Essa substância é terminantemente proibida em nossa país. Temos uma cura, o que diminui o seu perigo. Ainda assim, ele existe... e foi responsável por matar milhares de pessoas. Então, me diga, você que afirma ser um médico, por quê?! - exclamava. Ao que tudo indicava, a dupla de irmãos teria que se esforçar mais para conseguir o que queriam.


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