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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rumo à Grand Line?

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MensagemAssunto: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? EmptyQua 24 Jul 2019, 14:18

Rumo à Grand Line?

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Caçadores de Recompensas Takamoto Lisandro, Nakamura Blumayden e Don Reed’s Wayne. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? EmptyQui 25 Jul 2019, 15:23


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Uma nova aventura começou!
Uma espada para um espadachim

Aahhh, bem, recapitulando a parada toda. Passei um bom tempo como mendigo em uma ilha ao qual pensava que ficava no meio do nada, até que de repente encontrei Taka meu querido amigo de infância e nos dois lutamos bravamente contra um grupo de piratas e no momento que achamos que iriamos perder, apareceu um habilidoso atirador, não qualquer atirador, era Don Wayne, e com a força da nossa amizade conseguimos combater esse grupo rebelde. Pro inferno essa história! Desde quando encontrei esses caras só atrapalharam minha vida e ainda por cima o cozinheiro não sabe que realmente sou o Blum, seu companheiro de anos atrás, não sei como exatamente vou resolver isso. Coçava meus cabelos enquanto soltava um leve sopro. Resumidamente, só ganhei dor de cabeça, vim parar nessa ilha e acima de tudo – Eu não tenho raios de uma espada! – Que tipo de espadachim era eu, provavelmente meu mestre ia me dar umas belas broncas.

Agora, a gente tinha acabado de entregar uns infelizes à marinha e acabávamos por nos tornamos caçadores de recompensas, que ironia do destino para mim, hein? Mas não ligava para esse fato já que era dono de meu próprio nariz, sair daquela minha família de caçadores foi a melhor coisa que fiz. E se bem que não é errado dizer que viramos caçadores de recompensas meio que por acidente. Enfim, tanto faz.

Vendo a necessidade que cada um tinha o nosso cozinheiro dá ideia da gente se dividir para fazermos o que quiser e marcava como ponto de referência a marinha, dessa forma, seria mais fácil para nós nos encontrássemos novamente. – Beleza. Vou comprar uma katana... Aliás, duas. Até! – Falaria para o grupo e seguiria em frente. – Bem, como foi fácil achar a marinha, acho que a chance da gente não se reencontrar é mínima. – Pensara positivamente, dessa vez a dona sorte não iria me ludibriar.

Iria andar pelas as ruas até achar algum cidadão, perguntaria onde ficava a loja de armas mais próxima. Quando achasse o local desejado, iria adentrar ao estabelecimento e me dirigiria a alguém que aparentasse ser um atendente. – Preciso de 2 katanas e boas. – Dessa vez iria me assegurar de comprar algo de qualidade, pois minha outra espada havia quebrado em um momento nada oportuno. – Ah, esse sentimento de tranquilidade é tão bom. Isso sim é vida. Essa ideia do Taka da gente se separar foi genial, desse jeito não tinha como eles arranjarem uma baita de uma confusão. – Começava a sair suor dos olhos, mas era só suor mesmo, não vá se confundir com alguma outra coisa não. – Eh! – Voltava a vida real novamente, agora estava no momento de averiguar a duas katanas. Procuraria ver se elas tinham algum tipo de ferrugem, se o cabo estava bem seguro e se as mesmas estava bem afiadas, chegando ao ponto cortar só de olhar, acho que agora exagerei. Com elas em bom estado, pagaria um preço justo pelas espadas e então guardaria as duas na bainha, se as armas brancas não tivessem em um aspecto tolerável apenas procuraria até achar duas bem conservadas.

Havia aprendido minha lição e não podia chegar em uma outra ilha sem saber nada dela. Então achava o momento oportuno para perguntar ao vendedor(a) da loja de como era ilha e também questionaria sobre algum local que vendesse um kit médico. Ouvido a informação, agradeceria. Se o vendedor(a) não soubesse onde vendesse o tal item, perguntaria as pessoas próximas nas ruas até achar um resposta positiva, encontrando-a iria ao estabelecimento e efetuaria a compra, claro, se ainda tivesse dinheiro para isso. Após as compras feitas iria de encontro a dupla dinâmica.

Será que alguém ficou de vigia no barco? - Essa pergunta assolava minha mente e dissipava-se pelo o vento.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? EmptySex 26 Jul 2019, 23:50

Takamoto Lisandro Eu sou eu.



Apertei meus punhos mais uma vez, essa era minha essência, essa força que me tornava quem eu era. Acho que foi isso que me levou até aqui, com minhas mãos aprendi a cozinhar, proteger, amar e lutar. Sempre tentei mostrar uma determinação de aço, falhei, neste erro tive uma perda, vi um amigo morrer diante dos meus olhos, não vou deixar algo assim acontecer nunca mais, eu prometi e como homem, uma promessa é dívida. Desci do Hawk com um sorriso no rosto e ao lado de meus companheiros de viagem, um mendigo médico chamado Blue e o bundão do Don que nunca deixava de tentar parecer o maioral, tinha que dizer, sua aparência e habilidade com armas de fogo davam uma boa impressão, mas quem o conhecia de verdade sabia que ele é um cuzão com ego enorme, porém um dos melhores cuzões que já conheci e agora um amigo. Estávamos em Lvneel, uma nova jornada, não estava com muita vontade de ficar muito tempo nesta ilha, meu corpo e mente ansiavam pela Grand Line, meu velho já tinha viajado até lá e aprendido muito da culinária e vida, tenho que o alcança-lo e vencê-lo em uma disputa de pratos.

Esses monólogos sempre me fazem parecer sentimentais, eu nem sou tanto assim, já dava um pequeno soco no braço de Blue ao oferecer os piratas para a marinha, eles não tinham lá uma das melhores recepções para civis entregadores de bandidos. Pegava minha parte do dinheiro e enterrava no bolso assim como os outros tostões que eu tinha, sai assoviando dali querendo comprar algumas coisinhas para o navio. – Comprar uns agrados pro Hawk. – Era o nosso navio, se chamava Explosive Hawk, uma caravela bem grande com diversos cômodos, ele estava escasso de mantimentos e não tinha nenhum canhão para se defender, qualquer ataque em alto mar seria fatal se não estivéssemos preparados, esta é a era dos piratas e ao deparar com um navio deles ia ser normal. – Eu vou atrás de mantimentos e equipamento pro Hawk se quiserem explorar a ilha, fiquem a vontade. Vamos nos separar, que tal?  – O mendigo entoava seu desejo, sua espada havia se quebrado nas lutas de outrora e um espadachim sem espada realmente não soava tão bem. Seu adeus era curto e rápido, o navegador continuava ao meu lado por enquanto. – Iai mermão, vai me acompanhar nas compras? Eu não sou um conhecedor de caravelas, ajuda seria bem-vinda. – O atirador não tinha um coração tão bondoso, talvez tivesse que mexer um pouco com seu caráter. – Como um grande navegador como você é, ter ajuda de uma pessoa experiente faria das compras uma vantagem em uma luta no mar.

Olharia a paisagem e as pessoas que acompanhavam toda essa imagem a qual esta ilha passava, já tinha ouvido falar do reino de Lvneel, tinham um bom rei e a ilha não passava por nenhuma dificuldade, gostaria de provar algumas iguarias desta porção de terra. Talvez pudesse descobrir algum novo sabor para usar contra meu pai ou fazer uma boa janta para meus nakamas. Colocaria as mãos nos bolsos e andaria assoviando expressando minha satisfação ao caminhar em lugares novos, procuraria por uma loja de marcenaria especializada em embarcações. – Ei! Sabe um lugar onde posso comprar mantimentos ou canhões? – Perguntaria a qualquer indivíduo que parecesse de bom humor, receberia a ajuda e agradeceria pela informação seguindo as orientações. – Don, nunca tive uma embarcação apenas havia limpado algumas, se o lojista tentar enganar a gente, você me diz. Confio em você nessa. – Não tinha embasamento dos preços dos presentes que daria ao Explosive Hawk, ter o atirador ali seria de grande ajudar. Entraria na loja sem remorso, mas teria respeito pelas pessoas do recinto, com modos e educação expressa minha dúvida. – Quero tornar minha caravela bem forte com vários canhões e quero comprar também mantimentos, gostaria de sua ajuda!




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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? EmptySab 27 Jul 2019, 01:46



Retorno a consciência saindo do mundo das ideias, ao qual a pouco estava preso pensando em tudo que acontecera até chegar aqui, esta tudo caminhando muito de pressa e cada vez mais tenho menos tempo, tempo esse que é precioso, embora eu seja melhor que todos os outros, também sinto o tempo passar e isso não me agrada nem um pouco...  Não sai da minha cabeça que preciso ser mais rápido e aproveitar melhor o tempo que ainda tenho,  já cheguei ate aqui e ainda não tenho uma informação sobre a fonte da juventude, sei que não é algo que vou encontrar em qualquer esquina, mas sou eu que estou procurando e não uma pessoa qualquer.

Olho para a bussola na esperança que a mesma aponte para a direção a qual realmente tenho que seguir para encontrar meu objetivo, não somente para o norte... Infelizmente ainda não sou capaz de mexer com o campo magnético da terra... ainda! Após esse outro “leve” devaneio, me tocaria que já estamos em uma nova ilha, assim, tenho novas oportunidades de  juntar informações sobre a fonte. Falaria baixo. - Espero descobrir algo...

Pude notar que o ruivo e mendigo estavam bastante apreensivos, algum deles dois tinha falado sobre se separar, não prestei atenção e sinceramente não estava nem ai, o Blue foi o primeiro a partir atrás de suas armas, falaria aos dois. – Ai! Se encontrarem problemas... Não venham chorando, não sou baba de vocês. – Taka me faz uma proposta, em relação a da um upgrade no navio, é notório a bajulação dele, e só pode ser por dois motivos... O primeiro seria para me convencer a ajuda-lo, pois ele sabe que apelar para o meu lado sentimental não iria ajudar, e o segundo, ele quer minha companhia para poder ficar sobre a minha sombra e ver como eu sou bom resolvendo tudo... Com certeza é o segundo, pena que também não ira funcionar. Diria ao ruivo. – TSC! Não precisa me bajular, todos sabemos que sou o melhor e não preciso provar nada, boa sorte ai, vou atrás de algumas... informações.- Sairia andando seguindo meu próprio caminho e após alguns passos iria virar em direção ao Taka e dizer – Sejam rápidos, não pretendo ficar muito tempo por aqui... Quando eu voltar e se não achar vocês a bordo, junto alguns “ratos” de convés e parto! – Faria uma reverencia com o meu chapéu segurando na parte da frente com os dedos indicador e polegar, abaixando um pouco e com um leve sorriso, partindo em seguida.

Ao caminhar um pouco, iria procurar algum bar, ou similares, algum lugar para beber e juntar informações, caso não ache sozinho, pararia alguém e pediria uma informação. – Como vai? Onde um forasteiro pode beber e ouvir boas historias sobre alto mar por aqui? - Perguntaria a pessoas aleatórias até receber uma indicação, em seguida iria para o local. Ao chegar no meu destino, iria á bancada e pediria algumas doses, a princípio ouviria as historias que contassem ao redor procurando por qualquer coisa similar a alguma água “milagrosa”, caso ouça alguma historia referente a isso, me aproximaria cada vez mais até chegar na pessoa que estava contando e mostrar interesse em sua historia, perguntando coisas do tipo. – Onde achou? Pontos de referencias? Propriedades milagrosas? Algo mais pra contar? – Caso não consiga nenhuma informação lá, andaria em busca de anciões locais, e perguntaria a eles se em suas longas vidas já ouviram falar de alguma água com propriedades “magicas e/ou milagrosas”. Caso consiga alguma pista, qualquer coisa, iria voltar em direção ao navio e procurar Taka e Blue por lá, se eu acha-los perguntaria. – Conseguiram o que buscavam? – Independente da resposta, não iria querer saber e falaria logo em seguida. – Conseguir informações, tenho que checa-las para saber se encontro algo... – E esperaria a resposta dos mesmos. Caso não estejam la, iria apenas tirar um cochilo.

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? EmptyTer 30 Jul 2019, 16:38

Post 01: Não sei o que aconteceu, mas foi assim...

A ilha católica de Lvneel. Recém-chegados na ilha, Taka, Naka e Don sem perceber haviam formado um grupo promissor, por mais que eles não soubessem ou aceitassem isso. Tendo em mente a ausência de uma espada para seu uso, o segundo partiu em direção a uma loja de armas de combate. Tendo em mente a certeza de que veria aquele grupo, certeza que voltaria a encontrar seu amigo de infância, Blum seguiu sem titubear. Não foi difícil para o espadachim encontrar a loja de utilidades e armamentos do Ging-Gang. Ao adentrar, o rapaz pode perceber a presença de um homem já de meia idade, óculos de grau, muito grau, mais do que ele já havia visto, limpando o que parecia ser um sabre. Aproximando-se do mesmo e questionando acerca de sua compra, o rapaz conseguia tirar um envergonhado sorrido do rosto do vendedor.

— Oh, um freguês! — afirmou ele, surpreso — Sim jovem, eu tenho os melhores sabres dessa ilha... — após afirmar tais palavras, o vendedor envergonhou-se de tamanha audácia em fazer tais afirmações e pegou algumas armas que interessavam o rapaz. — Aqui estão elas. O preço é esse, eu mesmo que fiz. Vai adquirir alguma? — questionou envergonhado. Observando que as armas atendiam o padrão exigido pelo cliente, o mesmo apenas as guardou em suas bainhas e voltando à entregar ao rapaz, o mesmo questionou-o a respeito de onde podia comprar um kit médico. — Oh, um Kit Médico... — desanimado ele comentou, quase como se o assunto não lhe animasse nada — Meu irmão vende, aquele maldito. Vou chama-lo!

Abaixando-se no balcão, não demorou muito até surgir de lá um homem muito similar ao que havia atendido Blum anteriormente. Sem óculos, mais sério e cheio de si, estava a frente do protagonista o vendedor de utilidades... — Gang! Meu nome é Gang! E sou o melhor vendedor de utilidades da ilha. Lhe interessa um Kit Médico? Tenho o melhor aqui! — sem perder tempo, o homem encaminhou-se até outro balcão que havia ao lado do anterior e de lá tirou o Kid Médico que o espadachim almejava. — Aqui está! Com ele você encontrará tudo que precisa! O preço é o de sempre. Posso confirmar a compra? — questionando, o homem já recebia a quantia vinda de Nakamura, enquanto preparava-se para responder a respeito da história da ilha, como o rapaz se interessava.

— Muito bem. Lvneel é uma ilha com família tradicionalista, esta chamada 'Montblanc' que domina o reino local. Fora desses domínios não faço a mínima ideia do que se trata, mas meu idiota irmão Ging afirma ter um povo amaldiçoado, ele afirma ter visto em seu monóculo, mas não leve em questão, ele é meio doido... — sinalizando com o indicador girando ao lado de sua orelha, o homem se aproximava um pouco de Blum, permitindo cada vez mais o espadachim ver a semelhança que ambos tinham. Conseguido tudo que almejava, o espadachim então partia em direção a porta. — Muito obrigado jovem! Desculpe-me por algo que meu irmão falou! — bradou o vendedor de armas, a primeira pessoa que Blum havia conversado, este estando no primeiro balcão dessa vez. O outro havia sumido.

O atirador, por sua vez, buscava uma taverna para saciar sua sede de álcool. Após negar o contive que foi lhe feito, o mesmo seguiu sozinho. Encontrar uma taverna naquela ilha foi até mais difícil do que o rapaz imaginou. Porém, após a ajuda de um velho gago e cego, ele conseguiu achar o caminho para a taverna do Moe. — E-Eu acho q-q-que a ta-taverna do Mo-Moe é para lá-lá! — havia falado o homem, apontando para direção aleatória. Por sorte, o rapaz havia encontrado a taverna. Confiar em indicações cegas era uma peculiaridade e tanto para um perdido. Ao adentrar no lugar, o rapaz poderia ver um bar um tanto quanto desanimado. Alguns beberrões estavam de bruços nas mesas do local, que eram quatro. Um homem mais gordo, barba malfeita e semblante de quem não dormia há certo tempo bebia no balcão, que estava a frente de um completo mal-humorado atendente que limpava umas canecas.

— Milagroso? Tá maluco?! Milagroso só minha bebida chamada de revive brocha! Duvida? — estalando o dedo, o beberrão do balcão caiu em um sono profundo. Pegando a caneca e permitindo que seu odor chegasse as suas narinas, o homem prontamente acordava e voltava a beber. — Tá vendo? Milagre! Vai querer alguma coisa? — questionou ele, apoiando-se no balcão e olhando nos olhos e Don. Ouvindo aquela conversa pela metade, o homem que acabara de ser “revivido” terminava de beber sua caneca de bebida e olhava para o guerrilheiro (eu acho que é ferreiro). — Quando eu era mais novo, meus pais me diziam que meus avós tinham escutados de meus bisavós uma história sobre meus tataravós conheciam uma bebida que permitia a imortalidade. A “Água Benta” ... — comentou ele, refletindo.  O barman, já conhecendo a peça, logo preparava outra caneca. — Você está ficando sóbrio, os problemas podem voltar a acontecer, tome mais uma! — afirmou entregando rapidamente outra caneca de bebida ao homem que no primeiro gole desmaiou novamente, igual os demais dali.

Por sua vez, o ruivo, que teve seu pedido negado pelo atirador, seguiu sozinho observando a ilha. A mesma não era tão movimentada, mas no curto espaço de tempo o mesmo passou por uma grande e bela igreja, onde alguns homens de bata recebiam as pessoas para o que aparentava ser uma celebração religiosa que ocorreria ali. Outra coisa que o mesmo pode observar foi a presença de uma cavalaria, talvez. Alguns homens a cavalo e armaduras passaram com um gigantesco tritão preso. Junto a ele estavam um bode de óculos negros, um homem trajando vestes brancas e um aparente utilizador de drogas ilícitas, todos presos e escoltados. — Eu acho que tem a loja e conveniência da Meredith. É naquela direção... — indicou uma bela dama, com um belo decote, um baita decote, daqueles que os seios quase saem para fora, os típicos seios que distraem qualquer homem seco, que não transa há anos. Não demorou muito para o rapaz, com seu nariz sangrando, chegasse ao local indicado.

No interior do local, que era até amplo, estavam materiais dos mais variados a venda. A grande quantidade de equipamentos enchia os olhos de qualquer cliente disposto a comprar o que necessitava (veja a loja, tem quase tudo lá, escolha algo que caiba dentro do seu dinheiro e do porte da ilha, não vou narrar toda a loja para barcos). — Se interessou por algo? — questionou uma senhora. Sua face remetia a uma senhora bem experiente, porém, parecia algum sonho ou impressão do ruivo, mas como a mulher de antes, essa senhora tinha um baita decote e seus amigos não eram tão velhos quanto sua face, pelo contrário, ela conseguiria se equiparar a qualquer garotinha de quinze anos (já deixo claro que não tenho nada a ver com essa frase, em caso de investigação meu nome é João das Flores...).

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? EmptySab 03 Ago 2019, 16:02


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Estatégia
Em busca de um estilo

Reunia as informações da nova cidade e isso fazia remoer os meus pensamentos. – Uma família dominando todo o reino? Bem, na verdade isso não me impressiona muito, visto que minha antiga família tinha uma grande influência na Grand Line. E que parada é essa de um povo amaldiçoado? O que raios esse cara tá falando? – Antes de reclamar ou tirar qualquer conclusão precipitada, irei recolher mais conhecimento sobre o assunto. Parecia que o coisa ruim me perseguia, só não queria aceitar o fato de que, de alguma forma me encontrasse com esse tal povo. – Acho que estou imaginando coisas demais. – Fazia uma autocrítica, uma nova jornada havia começado, não devia continuar pensando nos males do passado. – Que tolice a se pensar. – Com o termino das compras, ia em direção a porta e olhando para trás via um dos irmãos se despedindo. Esses caras certamente não cheiravam a coisa boa... – Tenho que parar de pensar de mais. – Suspirava de indignação comigo mesmo. Enfim, sairia do estabelecimento.

Coçava a cabeça e olhava para o céu, questionava-me se aqueles caras já estavam à minha espera ou tinha arranjado alguma confusão lá fora, talvez não deva me preocupar tanto com isto, devia dessa vez olhar para mim. Fazia um bom tempo que não tinha posto minhas verdadeiras habilidades como espadachim, estava meio enferrujado, precisava praticar e aperfeiçoar mais meu estilo. Para você que não sabe meu estilo é divido em 5 caminhos, a terra, o fogo, a água, o vento e o vazio. Consegui ter a base dos 4 primeiros caminhos, o quinto não consegui absorver nada, o meu mestre disse que futuramente iria entender, enfim, esse não é exatamente é o problema, se pelo menos dominasse um com maestria já estaria em uma situação bem melhor. O primeiro passo para dominar por completo o caminho da terra era aprender com exatidão o princípio da estratégia, conseguindo-o com certeza facilitaria minha vida. – Mas onde posso encontrar algum maluco pra me ensinar essa parada?

Deveria encontrar alguma pessoa e não sabia nem por onde começar. A única maneira era sair perguntando avulsamente até encontrar alguma resposta positiva, mas isso demoraria muito tempo, mas se bem que não tinha muita pressa. A melhor coisa a ser feita seria pergunta aqueles dois irmãos, mas não queria voltar lá seria meio estranho e vergonhoso. – Droga! – Voltaria para a loja daqueles malucos e perguntaria se conheciam algum exímio de espadachim prontificado a me ensinar e mesmo se não tivesse disposto. Se tivesse alguma resposta favorável ia em direção a esse determinado espadachim, perguntaria as pessoas para mim informar melhor da localização, encontrando-o, pediria. – Me ensine a arte da estratégia. – Seria bem incisivo em minha fala. Caso não tivesse a resposta que queria voltaria em direção ao QG do exército marítimo.


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NEW OBJETIVO* Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? EmptyTer 06 Ago 2019, 22:47

Takamoto Lisandro Poost meia boca.



Amigo.. Amigo? Eu chamei o Don de amigo? O cuzão não quis me acompanhar mesmo depois de amaciar seu ego, olha que amaciar é uma das minhas especialidades na cozinha. Fiquei impressionado, ele havia notado meu plano ou era apenas mais uma de suas ações banais para se achar o bonzão? Sinceramente, não sei o que fazer com esse atirador, uma hora eu quebro ele. Seguindo em frente, olhando para o lado e me ligando em uma igreja, notei que a ilha tinha uma religião predominante diferente da ilha passada que tudo não passava de gelo e bandidos querendo acabar com a vida alheia. Respeito os dogmas das pessoas, manter códigos e regras para si te levam para a direção que você quer seguir, é isto que eu acho. Observei também uma frota de homens montados em cavalos, imponentes e sérios, levavam um carregamento de prisioneiros.

Analisei cada prisioneiro e assenti com minha cabeça a mexendo positivamente, coloquei minha mão direita no queixo e fechei meus olhos, tudo estava normal.. – POR QUÊ DIABOS UM BODE FOI PRESO?! – Gritei histérico. – Como assim?! – O animal ainda usava óculos escuros e o pior que caiu bem nele, ficou bem estiloso. Enquanto delirava pensando no motivo daquele bode ter sido preso, obtive a reposta de uma moça quanto a minha pergunta anterior, havia até me perdido depois de ver aquela cena bizarra. – Muito obrigado. – Agradeci enquanto segurava com meus dedos meu nariz, tampei minhas narinas para não jorrar sangue de tamanha excitação. Meu coração havia acelerado devido ao prisioneiro incomum e depois de dá de cara com um par de seios bem apresentados por um decote matador de homens minha pressão sanguínea disparou nas alturas. – Algodões seriam ótimos agora..

Licença. – Empurrei a porta e entrei na loja de Meredith, presenciei uma magnitude de equipamentos para barco, a loja era grande e com vários modelos de canhões e miniaturas de navios. – Uau. – Tinha preços variados, tinha uma boa porção de grana nos meus bolsos e não tinha miséria se tratando do Hawk, aquele navio era meu xodó. Meredith era uma senhora experiente e também tinha um farto decote, as mulheres dessa ilha realmente não se importam de demonstrar seus atributos femininos. – Gostaria de levar quatro canhões leves desse tipo aqui! – Apontava para um dos canhões de exposição, seu nome era advanced cannon e parecia ser um dos mais potentes, os canhões pesados eram bem caros. Prefiro levar os melhores leves do que os inferires pesados, compraria apenas os produtos de qualidade para a caravela. – Também gostaria de comprar o abastecimento do meu navio e as balas de canhão. E se não for muito incomodo.. A senhorita poderia me ensinar marcenaria? – Talvez por ser dona de uma loja de equipamento para embarcações ela saiba carpintaria ou marcenaria, Blue era médico e Don um navegador, se o Hawk quebrasse ninguém teria conhecimento para conserta-lo. Aprender mais sobre marcenaria renderia bastante para cuidar do nosso navio, e ao entrar nessa loja decidi que eu mesmo cuidaria de Hawk.

Aprendizado de Marcenaria

Caso a senhorita fosse de bom grado me prestar tal agrado, aceitaria com respeito e a seguiria até o local mais adequado para aprender sobre a artes amadeiradas. Buscaria concentração e foco como se estivesse em minha cozinha, quaisquer dúvidas que tivesse diante seus ensinamentos não teria medo de perguntar. Passaria o tempo que fosse preciso para aprender e assim poder consertar o Hawk.

Fim do Aprendizado



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Última edição por Takamoto Lisandro em Seg 12 Ago 2019, 22:03, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? EmptySeg 12 Ago 2019, 01:10

O rapaz de madeixas azuis não se mostrava satisfeito com o andamento das coisas. Mergulhado em pensamentos próprios, obviamente, o mesmo buscava aprender mais sobre o dom da estratégia, porém, algo questionado de tal maneira, essa um tanto quanto avulsa, seria complicado de se encontrar. Ao se aproxima de algumas pessoas, o mesmo apenas lamentou não conseguir o que queria, entretanto, um experiente senhor, usando óculos de coloração rosa e cabelos grisalhos e bem finos, achou a situação cômica o bastante para se ter uma resposta. — Que pergunta curiosa. Olhe, estou usando óculos femininos, mas eu sou homem. Complicado né? Essa é uma estratégia? Não. Talvez. Mas você pode conseguir algo na biblioteca. Por ali... — comentou o mesmo indicando o caminho a se seguir.

Não tendo dificuldade alguma, o rapaz caminhou até o local público indicado. Durante o caminho o espadachim pode perceber um homem sendo levado em uma maca até um determinado local que era na “contramão” que o garoto seguia. Haviam dois homens carregando o ferido e consigo uma dama preparando o medicamento. Ao chegar à biblioteca, o rapaz conseguiu obter o que almejava. — Fale baixo! — esbravejou uma senhora com óculos quase saltando da ponta de seu nariz — Tenho aquele modelo de “Como ensinar estratégia a um burro barulhento”. Acho que cabe bem na sua situação! — afirmou a mulher.

As horas se passaram e o garoto devorava o livro com os olhos. A necessidade e vontade de aprender o estilo desejado de batalha era o que impulsionava a leitura insana. Quando pudesse perceber, horas haviam se passado e havia conseguido terminar o aprendizado. — Está na hora de fechar! Guardem os livros e saiam! — bradava a mulher, começando a arrumar tudo para fechar o local.

Enquanto isso, em uma loja bem próxima a que Blum estava, o ruivo com aparência de cozinheiro tentava aprender a arte da marcenaria com a sensual vendedora. — Fofinho, acho melhor você parar de ficar olhando para os meus seios e focar no aprendizado que irei lhe proporcionar. Após realizar o cálculo do que foi pedido e pago, a mulher pegou o rapaz pelo colarinho e o carregou até a parte traseira da loja. — Lucinda! Tome conta da loja! — afirmou ela. Não demorou muito até que a dupla adentrasse onde os produtos eram feitos.

Por mais que fosse algo não muito profissional, haviam já alguns trabalhadores ali. — Muito bem lindinho. Dependendo de seu desempenho, podemos até dar um prêmio a você! — falou inclinando-se para o ruivo, destacando cada vez mais o ponto frado que pegava de jeito o protagonista. As horas se passaram e a mulher demonstrou como eram feitas as obras de madeira. Os processos criativos e de pratica na criação também foram explanados. Manipulando uma bela madeira, todos os movimentos da mulher podiam facilmente ser entendidos como malícia. Talvez por realmente ser, ou apenas coisa da cabeça, de ambas, do garoto. Sem perceber, o rapaz havia aprendido por horas com a mulher. — Muito bem. Ensinado, agora preciso de um favo seu... — aproximando-se da porta, a mulher fechou com a chave e a colocou em seu decote — Durante muito tempo não consigo ter um homem na minha vida. Por mais que eu tenha isso — afirmou abaixando suas vestes superiores, mostrando seu corpo escultural — Os homens me rejeitam por não ser tão linda como as outras mulheres, nem tão nova. Mas por ter lhe ensinado, eu quero ter uma noite com você, garoto! — suplicou ela, quase que chorando ao olhar para o garoto.

Sem perceber, a chave caía no piso entre ambos. Ficando dentro da distância em que o garoto podia pegá-la. A mulher, alternando olhares entre o garoto e a chave, esperava a mínima reação do mesmo para poder agir.

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? EmptySeg 12 Ago 2019, 23:14

Takamoto Lisandro Um homem entre os homens!.



Ajeitando o preço, pagaria consequentemente por todo aquele equipamento ao instalarem no navio, não fazia pouco caso se tratando de ferramentas para a defesa de Hawk. – Agradeço. – A senhorita tinha olhos afiados e podia sentir quando meus olhos fitavam seus seios, não tinha tanta intenção, mas aquele decote chamava muita atenção. Passava minhas mãos em minha face e com os dedos coçava levemente minhas pálpebras aliviando um pouco da tensão ao manter minhas pupilas longe daquelas montanhas macias de carne. Ela aceitava meu pedido, querendo aprender mais sobre marcenaria, a seguia para os fundos da loja, o segredo por trás de todo aquele material era revelado, vários artesões e trabalhadores reunidos a fim de fornecer o melhor de seu trabalho aos clientes. Eram mãos habilidosas e profissionais, a dona da loja também possuía conhecimento similar ou até mesmo superior ao daqueles homens já que a mesma dispôs de seu tempo para ajudar um simples rapaz.

Seus movimentos tinham certa peculiaridade, suas mãos demonstravam um duplo sentido em cada ação, inclinava seu corpo e seu busto era perspicaz. – Uou.. – Falei sem graça, não pude conter a vergonha ao corar naquele momento, ela lançava seu charme que permeava minhas defesas, porém não podia deixar que estes ataques sexuais dominassem minha mente, tinha que está focado para aprender. Fechei meus olhos por um instante, buscava a calma e concentração, imaginei a mim mesmo dentro de uma cozinha. Franzi minhas sobrancelhas e cerrei meus olhos, com uma expressão neutra busquei derrotar as ameaças que impendiam de tomar posse do aprendizado total. Foi difícil, mas enfim tinha conseguido, soltei um grande suspiro ao terminar de ouvir tudo que ela tinha a ensinar, nunca conheci senhorita tão safada quanto esta, tudo soava malicioso. Ela pedia uma ajuda, seria uma troca de favores, não podia recusar o seu favor. – Tá bom, o que é? – Questionei, ela levantou-se e caminhou em direção a porta, com movimentos circulares em seu pulso, trancou a porta. Engoli em seco, todos aqueles ataques tinham uma razão além de atazanar minha pessoa, sua voz frágil explicava sua história, descia seu vestido ao chão mostrando um corpo abençoado pelo tempo, era maduro e consistente assim como uma fruta em seu auge. Os olhos da moça se enchia de lágrimas e a chave que estava presa entre seus seios caia no chão, seria ali a resposta para sair dessa cena.

Meu peito batia com força, suas palavras me forçavam a retribuir sua ajuda com meu corpo, mas este favor aqueceria o coração desta senhorita. – Um momento. – O sangue quente percorria meus vasos, meu cérebro estava acelerado, pensamentos indecentes passavam e voltavam em questão de segundos, porém não serei levado por pensamentos levianos, eu sou um homem. Com um olhar sério e confiante, percorri de seus pés até seus olhos buscando compreensão. – Rejeitada por não ser tão bonita? – Indaguei ao dá um pequeno passo em sua direção. – Não ser tão jovem? Meus olhos não podem ser enganados. – Continuei em pequenos passos direcionando meu ser até a moça, não tiraria meus olhos do dela, aquela não era a hora de se distrair, pois havia uma pessoa a qual eu devo suplicando por ajuda. – Os homens desta ilha devem ser cegos, vejo uma mulher madura tão bonita quanto uma maçã que acabou de cair de seu pé pronta para ser comida e mostrar o quão deliciosa é. – Chegando bem próximo, joguei meu braço para frente batendo contra a porta e ficando ao lado da cabeça da senhorita, aproximaria meu rosto quase encostando no dela, sentiria sua respiração e a encararia sem qualquer vergonha. – Posso muito bem cumprir seu pedido, mas há um porém. Não serei aquele que ficará ao seu lado, tenho um sonho para perseguir e uma promessa a cumprir. – Pausei, encarei mais uma vez seus olhos e seus lábios carnudos. – Eu sou sincero, não tenho sentimentos por você, prefiro fazer com algum amor e devo dizer que oferecer seu corpo para qualquer um não é um ato agradável, deveria cuidar mais de si mesma. Te devo pelo aprendizado, realmente gostaria de continuar com este pedido? – Seria minha última pergunta.

Ao seu concordar, levaria minhas mãos aos seus braços, os jogaria contra a parede com força e delicadeza, não queria machucá-la. Tinha certa experiência em liderar, começaria a beijá-la calmamente e aumentar a intensidade gradualmente, retirando minha língua de sua boca, observei aquela face erótica enquanto ofegante busquei ar, retiraria minhas mãos envolta de seus braços a deixando livre. – Continuemos.. – Retiraria minhas vestes e iniciaria o que chamo de fazer amor e não pararia até satisfazer todos os desejos carnais daquela senhorita, finalizaria fora para que não houvesse implicações no futuro. – Foi um prazer. – Colocaria minhas calças e beijaria aqueles lábios uma última vez. – Sou Takamoto Lisandro, não me apresentei antes.. Bem.. Não ofereça seu corpo assim novamente, existem caras legais por aí.. Até mais. – Soltaria meu sorriso alegre e ingênuo.

Caso ela pensasse melhor em seu pedido e recusasse, daria um passo para trás e com um sorriso e os braços aberto diria. – Por favor tenha mais confiança, você é linda e deve haver um homem por aí que vai se apaixonar pela senhorita. – Esperava que ela me abraçasse e eu pudesse confortá-la, fui ensinado por meu pai a respeitar principalmente as mulheres, era algo que todo homem deve fazer tipo um princípio, ao menos é nisso que acredito. Não sou nenhum cavalheiro, no entanto, não poderia abandonar uma mulher aos prantos. – Tudo vai dá certo, calma, calma. – Acariciaria suas costas esperando que a mesma parasse de chorar, quando tivesse tirado tudo para fora e desabafado, colocaria minhas duas palmas em seus ombros e direcionando seu corpo para trás e encarando seus olhos, deixaria um conselho. – Cuide-se. – E daria um pequeno beijo em sua testa, acho que era só isso que poderia fazer por ela nesse momento delicado. – Até mais. – Diria saindo da sala ao pegar a chave no chão.

Saindo da loja, poderia realmente me livrar de todo aquele climão. Toda aquela tensão, tristeza e safadeza não combinava comigo, daria um tapa na minha face para recompor minha expressão de sempre. Amor sempre foi meu ponto fraco, sempre mexeu bastante com meu coração que já é feito de manteiga, espero que ela fique bem. – Volte a si Lisandro! – Gritaria para mim mesmo, retornando aos meus pensamentos habituais, agora teria que ir até o navio para receber as encomendas e verificar que tudo estava perfeito.



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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? EmptyQui 15 Ago 2019, 14:35


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Vamos aprender
Não perda tempo, corra!

Parecia que uma força maior me guiou para o meu desejo de uma maneira meio estranha até, entretanto não podia reclamar muito já que havia conseguido o que queria. Algo chamava minha atenção e era aquele título peculiar do livro. - Quem diabos faria a merda de um título assim? Isso por acaso é uma coincidência do destino ou será que existe uma força determinada a me lubridiar? Ahh... Quanto faz! - Só pegava aquele livro idiota e começava a devorá-lo. Em minhas leituras percebera que mesmo com um título inerente daquele, conseguia entrar no mundo das palavras e entender os mais variados modos de fazer estratégia, e tal conhecimento fazia-me crescer não só como espadachim, mas sim como pessoa, dessa forma, obtia novas maneiras de me livrar de encrencas, afinal a própria origem da palavra remetia a isso: "a arte do geral", era um conceito tão genérico, mas tão amplo. Não tinha mais dúvidas quanto a integridade daquele artefato de sabedoria, de fato era um ótima fonte de conhecimento. - Pera aí? Se eu consegui aprender com ele... Isso significa que eu sou um idiota e barulhento? Pro inferno isso! - Quando menos esperava aquela mulher mandava sair da biblioteca. Dava um leve suspiro jogando aquele leve estresse para fora e me retiraria do local.

Agora que estava nessa onda incessante de aprender, aproveitaria aquele momento para compreender mais sobre o mundo. Já que havia conseguido polir o meu estilo de combate, por que não especializar-me em meu ofício? Talvez dessa forma consigo encontrar a resposta para a doença de minha mãe... Doía recordar-me dela, mas se não fosse por ela me incentivando, nunca seria um médico, por isso devia agradecê-la. Agora como posso encontrar alguém para me ensinar? - Hum... - Pensava. PLIM! Uma lâmpada se acendia em minha mente e me lembrara que havia umas pessoas correndo para tratar de um homem, se conseguisse ajudar lá de alguma forma ou até mesmo convence-los, eles podiam me ensinar algo. Bem, não era hora de ficar perdendo tempo, tinha que trabalhar ao invés de outras pessoas. Sairia correndo em direção aquele grupo de possíveis médicos. Caso achasse os indivíduos me apresentaria de forma bem clara. - Sou Blum, quero aprender algo com vocês, em troca, posso ajudá-los em algo. Pode não parecer, mas sou um médico.


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Spoiler:
 

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