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Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte

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MensagemAssunto: Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte   Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte EmptyQua 05 Jun 2019, 13:56

Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte

Aqui ocorrerá a aventura da revolucionária Crisbella Rhode. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte   Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte EmptySex 07 Jun 2019, 08:17

PRINCESS
Capítulo III.I: Rumo ao Horizonte


Desde o primeiro dia em que eu havia saído de casa, percebi o quanto as pessoas que passavam por mim mudavam, de alguma forma, o meu coração. Boas ou más, eram todos os rostos e sorrisos que me faziam seguir em frente, seus espíritos leves ou pesados, suas vidas ainda brilhantes ou já apagada que me davam forças para seguir por um caminho escuro… Incerto.

Olharia para Klaus, meu amigo e fiel companheiro com um pequeno sorriso ao ver o submarino com Thalassa e seus irmãos partirem. Meu sorriso singelo demostrava o quanto eu estava satisfeita por aquela situação toda ter chegado a seu fim… Com passos rasos sobre o lamaçal de Berlique a qual eu havia pisado para ver o veículo partir, olharia nos olhos azuis de Klaus, procurando seu brilho junto ao meu. -  Kl-Klaus… Não te contei uma coisa importante. - Com o rosto cabisbaixo, buscaria forças interiores e um pouco de paz para contar a verdade ao rapaz. -  E-Eu e Hisoka… Quando saímos da enfermaria com aquela caixa para Helena… Nós encontramos ali a c-cabeça de Daario… - Diria engolindo seco, segurando o choro com uma voz trêmula e baixa. - Ele era uma grande pessoa… E acredito que se fizeram isso com ele, quer dizer que todos do nosso antigo navio estão mortos… - Diria com um pesar na voz, uma angústia e agonia muito grande incrustadas em meu peito.

- O que vamos fazer agora? Para onde vamos? Existe um lugar seguro nesse mundo? - Perguntaria de maneira singela enquanto me aproximaria do rapaz, levando minha destra em direção a do rapaz. Segurando a mão dele de maneira doce, quase como uma criança que segurava as mãos de seu pai. - Muitos morreram… Mas para que? Qual o sentido disso tudo…? - Sentiria as lágrima quentes começarem a escorrer sobre a pele alva de meu rosto, marcando-a. - Eu não quero conquistar as coisas assim… Tem de haver outra maneira, um jeito, algo que eu possa fazer para tocar o coração das pessoas sobre essas coisas ruins… Despertá-las. - Olharia para os olhos de safira de Klaus, procurando nele um pouco mais de conforto e abrigo. Se ele me permitisse, deixaria meus sentimentos fluírem por seus braços fortes e suas mãos delicadas. Gostava do abraço dele, mas de certo modo, abraçá-lo era completamente diferente de Hisoka.

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Klaus
IT'S A BEAUTIFUL DAY
SKY FALLS, YOU FEEL LIKE IT'S A BEAUTIFUL DAY! DON'T LET IT GET AWAY, YOU'RE ON THE ROAD BUT YOU'VE GOT NO DESTINATION YOU'RE IN THE MUD IN THE MAZE OF HER IMAGINATION...


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MensagemAssunto: Re: Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte   Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte EmptyTer 11 Jun 2019, 12:25



Rumo ao Horizonte





Post 1 - Conectados



Já não era mais possível ver o peixe metálico, ou melhor, o submarino dos Thalassa afastando-se de Berlinque submerso nas águas tranquilas que no momento marcavam o mar da Grand Line nesta região. A brisa gelada do fim de tarde poderia trazer um frescor aos jovens já que a temperatura da ilha pantanosa era um tanto quanto elevada mesmo nesse litoral lamacento, que inclusive agora, tendo um pouco mais de luminosidade e calma, seria possível observar as pequenas criaturas que se mexiam pela lama, sendo grande maioria desses crustáceos e anfíbios, além das gaivotas que sobrevoam por ali para buscar seu alimento.

Agora estando sozinha com Klaus, Crisbella se sentia aliviada por este momento simbolizar o fim do que começou sendo um grande problema, porém, as consequências deixadas por isso não seriam passageiras como o encontro com a nobreza Ilusiana, elas eram eternas e tal sentimento ruim marcariam para sempre as lembranças da ruiva, que por sinal ainda não havia contado para o amigo o que aconteceu com Daario e provavelmente o restante da tripulação com quem navegaram.

Ao chamar pelo espadachim, o semblante triste da garota era facilmente detectado por ele que agora já estava preparado para ouvir uma notícia ruim. Com calma para não cair no choro, Cris foi explicando para Klaus o momento traumática onde encontraram a cabeça do major em uma caixa, contudo, por mais que tentasse segurar as lágrimas, era impossível para ela lutar contra a horrível sensação que aquilo lhe trouxe e volta a lhe assombrar terrivelmente só de lembrar… Crisbella sabe que será difícil superar essas memórias, mas ela precisa ser forte, caso contrário será como um fantasma que lhe perseguirá pelo resto de sua vida.

A intenção de Cris era segurar a mão de Klaus enquanto olhava para ele e desabafava suas incertezas e inseguranças sobre o futuro, mas no instante que percebeu o que iria acontecer, o jovem de cabelos nevados puxou a ruiva pela mão e a trouxe para mais perto de seu corpo lhe dando um abraço caloroso para que ela pudesse extravasar as lágrimas em seu peito. As mãos quentes do espadachim afagaram as costas da garota e lentamente se moveram até (opa) os cabelos dela, tentando dessa maneira trazer o máximo de conforto e segurança para sua companheira. Enquanto isso, ao fundo, o sol ia se pondo e trazendo o tom alaranjado para o cenário acastanhado de Berlinque.

Spoiler:
 

- O mundo em que vivemos é perigoso, Bella, e eu sei disso mais do que você… Sinto que não há nada que possamos fazer para mudar isso, mas se enfrentarmos nossas dificuldades juntos, não há nada que a gente não consiga superar na nossa jornada. Existe um lugar seguro para podermos ir? Sinceramente eu não sei, mas o que eu sei é que se no final do dia eu estiver ao seu lado, isso significa que eu estou bem, pois nada mais importa… E eu quero lhe trazer a segurança para poder sentir o mesmo. - Depois de dada as suas palavras, Klaus continuou para ouvir o que Cris ainda teria para dizer, então afastou-a um pouco de seu peito e com a mão direita ergueu a cabeça dela tocando-lhe o queixo para que pudessem manter o contato visual. - Bella, você é com certeza a pessoa mais gentil que eu já conheci e provavelmente tem um dos corações mais bondosos desse mundo… E eu acredito que a sua principal arma está na capacidade que você tem de encantar as pessoas, assim como fez comigo. É uma pena que poucos tiveram a chance de conhecer você e saber o quão incrível você é.

Spoiler:
 

Enquanto dizia isso, Klaus limpava com os dedos as lágrimas no rosto de Cris, mantendo seus olhos safira fixos no verde esmeralda dos olhos de sua amiga. Talvez um silêncio viesse a pairar pelo local durante esse momento onde os dois conectaram os olhares, parados um na frente do outro com os corpos tão próximos que poderiam sentir e ouvir a respiração um do outro. Uma segunda brisa atingiu os dois, agitando os fios escarlate de Crisbella e cobrindo parte do seu rosto e atrapalhando-os de manter o contato visual, então Klaus com sua mão destra ajeitou o cabelo da ruiva passando levemente os dedos por detrás da orelha dela e assim podendo voltar a ver com clareza cada detalhe do belo rosto da garota a sua frente.

O que estava acontecendo? Cris poderia se perguntar isso, mas ao mesmo tempo ela também não conseguiria entender o motivo pelo qual não estava constrangida, nem mesmo a razão pela qual o seu coração havia acelerado os batimentos, e mais estranho ainda era ela não entender o porquê tinha a sensação de que podia sentir as batidas cardíacas de Klaus seguindo um mesmo ritmo, como se ambos estivessem dançando em sincronia uma mesma canção. O desejo que viria em seguida poderia ser parado, mas ela iria parar? Ele iria parar?

Certamente era muito confuso, talvez ambos os rostos estivessem se aproximando, ou talvez fosse apenas a imaginação da garota, o que importa é que o som das árvores caindo no chão quebrou completamente o que estava acontecendo entre eles e desviou a atenção deles para o interior da ilha, onde logo viram a monstruosidade que estava se aproximando. Era um caranguejo gigante, devia ter cerca de 4 metros de altura e certamente sua garra maior era do tamanho do corpo deles, podendo esmagá-los facilmente se fossem agarrados por aquilo.

Spoiler:
 

- Mas o que diabos… Bella, fique atrás de mim! - Exclamou Klaus sacando sua katana imediatamente. Ainda não sabia se teria que enfrentar a criatura ou teriam alguma chance de retornar para o navio sem entrar no confronto… Berlinque não é conhecida como a pior ilha do mundo à toa, e parece que a dupla estava agora prestes a descobrir isso.

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte   Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte EmptyTer 11 Jun 2019, 16:53

SUNSHINE
Capítulo III.I: Rumo ao Horizonte


As borbulhas que saíam de baixo da terra molhada me fazia lembrar dos pequenos caranguejos que poderiam viver por ali. Soltei um pequeno sorriso ao lembrar-me que em Shell’s os caranguejos eram muito menos abundantes por conta da ação humana, e que, como Berlique mesmo sendo considerada uma ilha horrível para humanos normais, ainda sim era um local cheio de vida para todos os lados. Após a reflexão breve, me voltei a Klaus, de maneira agoniada meu coração batia em meu peito, trazendo a tona a adrenalina de contar a verdade ao rapaz.

Na tentativa de buscar um pouco de conforto a minha aflição, estendi minha mão a Klaus, que a puxou para perto de si, fazendo com que nossos corpos se tocassem de maneira repentina. Seus braços fortes e macios eram quentes, assim como seu peito. Me surpreendi com a atitude dele… Klaus nunca fizera algo assim antes, mas eu não poderia dizer que não gostava de seu carinho sobre minha cabeça. Me aninhei em seus braços, levando minhas mãos de encontro com seu peito e em seguida, até os ombros. Meus dedos finos e brancos agarram-lhe a camiseta, puxando-a até mais perto de mim como uma criança indefesa. Sentia minha emoções escorrerem novamente por entre minh’alma. O sol se punha de maneira tímida enquanto eu ouvia atentamente as palavras de Klaus para mim após minhas palavras doloridas.

Ele estava certo. Não havia um local seguro, o mundo inteiro era hostil e, mesmo os lugares de ‘’paz’’ tinham seus locais podres e cruéis abaixo da sociedade. Sabia que eu não poderia mudar o mundo, que eu não era ninguém para isso…Mas em minha ingenuidade e talvez esperança, eu queria poder fazer algo a mais por aqueles que eram oprimidos pelo sistema. Klaus logo citou que não importava a onde estivéssemos, se estivermos juntos, nada mais importava. Com um pequeno sorriso singelo em meio as lágrimas frias, lhe respondi.- Eu me sinto melhor perto de você Klaus… Sempre me sinto… - Disse com uma voz doce e suave antes de ter minha cabeça afastada do peitoral do rapaz por sua mão firme que segurava a ponta de meu queixo. Meus olhos verdes traziam consigo marcas vermelhas, típicas de um choro sincero, encarei as safiras da face do rapaz, seu brilho sincero e gentil enquanto os últimos raios de sol tocavam nossa pele naquele crepúsculo. - N-Não sou assim… - Disse de maneira acanhada enquanto desviava o olhar dos dele, evitando encará-lo. Eu estava acanhada com suas palavras, não me via como essa pessoa e maravilhosa que o rapaz cantava que eu era, pelo contrário, me achava ingênua e infantil por sempre tentar evitar conflitos e sonhar com a mudança do mundo.

Não demorou para eu perceber que ele continuava me encarando. - Fico feliz q-que você está bem Klaus…- Diria enquanto voltava minha face a ele novamente, sentindo os dedos frios do rapaz tocarem minhas bochechas enquanto ele enxugava as pequenas lágrimas que eu havia derramado. Por instantes, as palavras que eu tinha em mente de dizer a ele haviam sumido. Senti uma brisa gélida passar por nós, esvoaçando os fios rubros de minha cabeça em uma dança desordenada. Pacientemente, o rapaz levou sua mão até os fios, ajeitando-os atrás de minhas orelhas. Nunca havíamos estado tão pero antes e podia jurar que sentia a respiração do rapaz assim como podia sentir meu coração disparar junto ao dele em uma sinfonia desordenada.

Nossos corações, próximos e agitados traziam uma sensação boa ao meu corpo. Me sentia leve, segura e bem junto a ele. Diferente do abraço que Hisoka havia me dado, aquele era mais quente… De uma forma estranha da qual eu nunca havia sentido antes. Nossos olhos, tive a impressão de que estavam mais perto um do outro, queria fechá-los e apenas sentir a respiração de Klaus em meu rosto. Estávamos tão próximos... A imagem de Sam veio a minha mente, nossos lábios se tocando e, por um segundo, me peguei imaginando o mesmo com Klaus… Mas diferente do Agente, com ele não deveria ser uma obrigação e sim um prazer mas… mas….

Perdida em pensamentos até que, com um estrondo, o som de árvores caindo adentraram meus ouvidos. No susto, daria um pequeno pulinho para trás, ainda com minhas mãos agarradas a camisa de Klaus. Do interior da floresta, um enorme caranguejo começou a vir em nossa direção. Em um movimento espontâneo, soltei um pequeno gritinho de susto ao ver tamanha criatura. Aquilo definitivamente atualizava minha mentalidade a respeito da ilha e de como ela era realmente hostíl. Klaus não demorou para se colocar entre mim e o animal, me protegendo. As garras do animal eram enormes e ao julgar que um caranguejo pequeno era capaz de arrancar um dedo com sua pinça, aquele ali poderia nos cortar ao meio como se fosse nada. - O-O-O que é isso! C-Como pode um t-tão grande assim? - Disse enquanto observava o animal se aproximar. - Não podemos ficar aqui! - Diria para Klaus de maneira aflita, segurando seu ombro esquerdo. - C-Caranguejos são muito resistentes, seu esqueleto é do lado de fora… Precisamos fugir, AGORA! - Diria ao rapaz antes de dar uma puxada em sua camisa. Caso ele concordasse com a fuga, me apressaria entre o lamaçal da ilha, correndo em direção ao navio. Se ele não concordasse em fugir, diria novamente. - KLAUS, NÃO PODEMOS LIDAR COM ELE, É MUITO PERIGOSO! - O desespero em minha voz seria iminente o suficiente para deixar o rapaz atento.
Caso o caranguejo nos alcançasse e resolvesse nos pegar com suas grandes garras, tentaria um desvio para a direita, procurando me esconder entre o mangue da ilha. Procuraria ficar perto de Klaus sempre e, caso conseguissemos escapar, gritaria para as pessoas do convés: - CARANGUEJO GIGAAANTE! SOCORRO! - A fim de alertá-los.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte   Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte EmptyTer 11 Jun 2019, 22:56



Rumo ao Horizonte





Post 2 - Rage Cutter!



Talvez a cena que foi interrompida pela chegada do caranguejo gigante viesse a ser concluída nos pensamentos ou sonhos de Crisbella, mas é certo que no momento atual não cabia mais espaço para que o casal viesse a fazer qualquer outra coisa se não lutar ou correr. Klaus, por ser um espadachim, não pensou duas vezes e já sacou sua espada ficando de prontidão para atacar ou se defender, já a sua companheira ruiva mostrou uma preocupação maior com as chances deles de saírem vitoriosos no combate contra tal criatura e pediu para que eles fugissem imediatamente.

- Volte para o navio, darei cobertura! - Gritou Klaus empunhando sua espada com firmeza enquanto observava o próximo movimento do enorme crustáceo.

Por mais que a ideia do espadachim fosse bastante nobre, Cris não dava a mínima para o plano dele, pois a criatura gigante lhe deixava bastante apavorada e ela sabia que derrotá-lo não seria um trabalho fácil, visto que por ser uma nativa de Shells Town isso trouxe para ela o conhecimento sobre esse tipo de animal, portanto a ruiva sabia muito bem sobre a resistência de um caranguejo devido ao seu exoesqueleto. Obedecendo o pedido de sua amiga, Klaus ignorou o avanço do crustáceo e apenas correu para longe junto de Crisbella, porém bastou alguns passos do monstruoso animal para que ele os alcançasse e com uma porrada no chão lamacento fizesse o espadachim vir a cair no chão por conta da onda provocada pelo impacto.

- Droga! Vou ter que tomar outro ba… WOW! - E antes de completar sua frase, Klaus teve a perna agarrada pela garra gigante do animal colossal e em seguida foi suspenso no ar de cabeça para baixo. Aparentemente o caranguejo estava movendo o corpo do humano em direção a sua enorme boca. - Me solta, maldito! - Xingou o garoto agitando sua espada contra a garra gigante que o segurava, mas realmente a resistência do bicho neutralizava qualquer dano provocado pela sua espada. - Ah, se acha o resistente, é? Vamos ver se é resistente aqui também!

E aproveitando o momento em que o caranguejo o levou para mais perto de sua boca, Klaus brandiu sua lâmina contra um dos olhos da criatura, arrancando-o sem muita dificuldade e fazendo o crustáceo soltar um estranho urro de dor. O ferimento fez com que a garra gigante do bicho se abrisse e levasse Klaus a ser puxado novamente para a lama por conta da gravidade. Sua perna estava sangrando um pouco na região que foi agarrada, mas a queda não lhe trouxe muitos danos, permitindo que o espadachim ficasse de pé rapidamente, trazendo alívio para Crisbella que nesse momento poderia estar muito nervosa ou aliviada ao observar o desenrolar dessa cena.

- Ficou com raiva, né? Pois é, eu também. - Falou Klaus segurando o cabo de sua espada com as duas mãos enquanto encarava o caranguejo avançar na sua direção enfurecido.

Com o corpo cheio de lama e a perna ferida o impedindo de sair correndo como era a intenção de Crisbella, a única alternativa do espadachim era ficar e lutar… Mas como ele poderia cortar algo tão duro quanto a couraça desse caranguejo? Confiando no seu potencial, Klaus fechou os olhos e respirou fundo, se concentrando no que seria o seu próximo e definitivo ataque. “Pare de reprimi-la! Libere-a, Niklaus!”

- Rage Cutter! - E com um rápido e poderoso corte, o espadachim de cabelos brancos moveu sua lâmina de baixo para cima no momento que o caranguejo ousou se aproximar para tentar agarrá-lo uma segunda vez… Só que agora todo o membro da sua garra gigante foi cortado e separado do restante do seu corpo, fazendo-o produzir outra vez o seu som característico de dor. Klaus encarou com frieza o crustáceo enquanto a pata decepada afundava na lama do pântano. - Se tem valor pela sua vida eu aconselho que fuja agora, pois na segunda vez que eu lhe cortar... Será para matar. - Não seria necessária mais nenhuma demonstração de poder para fazer o caranguejo gigante correr assustado para dentro da mata escura de Berlinque, portanto, livre desse perigo, Klaus pode guardar sua espada na bainha e mancar em direção à enorme garra que o crustáceo deixou para trás. - Acho que aquele cozinheiro vai ficar feliz se levarmos isso tudo de carne para ele.

Ao menos Crisbella poderia ajudar o espadachim a carregar a pata gigante de caranguejo, principalmente agora que ele estava com uma das pernas feridas. Tratar de um ferimento no meio dessa lama não era a melhor das ideias, portanto a melhor opção era retornarem logo ao navio para que pudesse ser feito um curativo adequado depois que ambos estivessem outra vez limpos. Klaus permaneceria o trajeto até o Paradise Star em silêncio, podendo responder algumas perguntas básicas de Cris se fosse necessário, de qualquer forma, a ruiva poderia aproveitar o caminho para refletir sobre a força de seu companheiro, visto que desconsiderou a possibilidade dele ser capaz de derrotar aquela criatura gigante, mas no fim parece que a força do cabelinho nevado não ficava nem um pouco atrás da de Hisoka.

O caminho de volta para o navio seria bastante tranquilo e eles não teriam o azar de serem atacados por outras criaturas nativas da ilha, nem mesmo se perderiam dentro do pântano escuro, já que bastava caminharem próximos do litoral para avistar o grande Paradise Star ancorado na costa. Com o sol já quase inexistente no céu e mais um dia chegando ao fim, a dupla poderia colocar os pés na embarcação e já se adiantar para levar o ingrediente gigante para a cozinha e depois tomar mais um bom banho para tirar a lama da maldita ilha de Berlinque… Lugar que se tudo der certo, nenhum deles terá o desprazer de voltar a visitar.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte   Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte EmptyQui 13 Jun 2019, 16:52

PRINCESS
Capítulo III.I: Rumo ao Horizonte


Entre abraços quentes e olhares singelos, uma nova criatura, horripilante e tremenda vinha para acabar com a nossa paz. Klaus ao contrário de mim, era uma pessoa mais confiante em suas habilidades, o que o fazia um pouco precipitado às vezes. Ao contrário do rapaz, eu gostava de ter o controle das situações e deixá-las favoráveis a mim. A ideia de encarar uma criatura gigante daquela com minhas mãos ainda doloridas era algo impensável, assim, minha insistência junto a Klaus havia funcionado, porém nem tanto. Ao corrermos, a grande criatura levou suas poderosas garras até a lama de Berlinque, fazendo nossos corpos se atrapalharem e caírem diretamente sobre o chão.

Senti a lama em minhas roupas novamente, a sensação dela era horrível, sem falar do cheiro de sal. Mas antes que eu pudesse me levantar, ouvi a voz de Klaus atrás de mim, reclamando de que teria de novamente tomar um banho antes da poderosa garra do caranguejo o capturar. - KLAUS! - gritei em desespero ao ver o rapaz sendo suspenso ao ar pelo animal. Tentei me levantar o mais rápido que eu pude, mas a lama pegajosa parecia densa como borracha. Senti meu coração disparar em desespero enquanto eu tentava me aproximar do animal, mas quando menos eu esperava, Klaus cortou um dos olhos do bicho, fazendo a criatura gritar em desespero e dor.

Arregalei os olhos ao ver tal cena. Não imaginava que a espada de Klaus fosse boa o suficiente para cortar o animal, mas talvez a parte do olho fosse bem menos resistente que o restante do corpo, um ponto fraco daquela criatura. Surpresa e preocupada, sentia meu coração pular em meu peito e, logo que o grande animal com dores soltou Klaus, correria em sua direção, podia ver que ele estava machucado, sangrando no local a onde a pinça do caranguejo o havia pego. - Corre corre! - Disse enquanto via o animal ir na direção de Klaus. Minha preocupação só passou após ver a espada do rapaz cortar uma das garras do animal. Arregalei os olhos enquanto ouvia  os gritos do bicho de dor e logo ele voltar para dentro da floresta de onde havia saído. Confusa em como ele havia conseguido tal feitio, me aproximaria do rapaz. - Está ferido! - Disse enquanto me aproximava, com certa dificuldade por conta do peso da lama. Observaria seu corpo para checar se ele estava bem. Meu kit médico em minha bolsa poderia ser útil, mas não adiantava eu tentar fazer muito com toda aquela lama. - Que susto você me deu… Pensei que ia ser comido! - Disse com uma voz serena mas preocupada enquanto examinava o rapaz para ver se ele precisava de cuidados médicos urgentes.

Se eu chegasse à conclusão de que ele estava bem, ouviria suas palavras a respeito da garra decepada. - C-Carne de caranguejo é muito bom…V-Você gosta? - Perguntaria de maneira tímida enquanto o ajudava a carregar a grande garra do animal até o barco. Independente da resposta dele, comentaria. - Eu costumava pegar muitos d-deles quando era mais nova, minha mãe sempre fazia para o almoço… Talvez eu p-possa fazer para você… - Diria de maneira acanhada enquanto carregava o grande animal junto ao rapaz. O passos curtos de uma caminhada pesada logo teriam a recompensa de chegar ao navio. Ajudaria Klaus a subir a grande garra e a soltaria no convés. Observaria se havia alguém por ali para nos levar aquilo até a cozinha.- P-Por favor, poderia levar a garra para a cozinha? Eu estou muito suja para ir até lá agora. - Diria a pessoa e caso ela concordasse, daria um singelo sorriso. - Obrigada! - Agradeceria antes de me voltar a Klaus.

Assim como ele, eu também havia caído na lama. - E-Eu vou tomar um banho, t-te encontro na cozinha? - Perguntaria a ele e, caso a resposta fosse positiva, acenaria com a cabeça de maneira animada. - Okay!- Caso não, apenas daria um sorriso a ele antes de sair do local. Desceria as escadas do convés para adentrar a embarcação, procuraria o corredor de meu quarto e o encontrando, separaria uma muda de roupas limpas e uma toalha. Sabia que o banheiro não era longe dali, me aproximaria do mesmo com as roupas limpas e a toalha, adentraria o local, deixando as roupas limpas em algum lugar que não ficassem sujas. Calmamente, tiraria as roupas enlameadas de meu corpo, deixando-as cair sobre o piso do banheiro. Sem delongas, entraria debaixo do chuveiro, deixando a água limpa cair sobre minha pele, levando embora toda a sujeira que estava em meu corpo. Usando sabonete e shampoo, lavaria os fios vermelhos de minha cabeça, massageando os mesmos.

Levando o sabonete por toda a extensão de meu corpo, tiraria até o mínimo resquício de lama que estivesse sobre minha pele, tendo a sensação de liberdade outra vez, alívio ao sentir a pele refrescada e limpa. Secaria o corpo com a toalha macia e vestiria as roupas limpas antes de sair do local, deixando as sujas para lavar em algum cesto ou compartimento para isso. Saíria do banheiro calmamente e iria em direção a cozinha, esperava que a garra gigante já havia sido entregue a aquela hora.



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MensagemAssunto: Re: Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte   Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte EmptySex 14 Jun 2019, 10:07



Rumo ao Horizonte





Post 3 - Pensamentos



Depois de espantar o caranguejo gigante, Klaus acabou adquirindo um ferimento na perna direita e garantiu também uma refeição pro navio inteiro com aquela enorme garra que arrancou do bicho. Para Cris tudo isso foi um grande susto, desde a aparição do crustáceo até o fato de que Klaus foi quase devorado na sua frente, mas pelo menos no fim tudo deu certo, digamos que saíram até no lucro, já que carne de caranguejo era uma de suas preferidas e lhe trazia boas lembranças de casa.

Quando enfim retornaram ao Paradise Star, Cris e Klaus rapidamente levaram para as proximidades da cozinha a garra gigante, o troféu de uma batalha vencida na perigosa lama de Berlinque. Shizuo não estava por perto, mas seus dois ajudantes trataram de cuidar do valioso ingrediente para que a dupla suja de lama pudesse ir direto para o banheiro tomar mais um banho. Já era a segunda vez no mesmo dia que os dois teriam que limpar não só o corpo, mas também as vestes devido a passagem por essa ilha terrivelmente chata.

- Na verdade, depois do banho é melhor eu ir procurar uma das enfermeiras para me dar alguns pontos nessa ferida. Não acho que foi muito grave, mas é melhor não deixá-la aberta para não infeccionar. - Comentou o garoto dando mais uma olhada no machucado que estava completamente cheio de lama, portanto uma infecção poderia ser bem possível de acontecer se um tratamento adequado não fosse feito. - Nos vemos daqui a pouco de qualquer forma, se você não me achar na cozinha estarei na enfermaria.

Assim os dois se separaram para irem até seus respectivos dormitórios para buscarem vestes limpas e então seguiram para os banheiros onde iriam dar início ao processo de limpeza de seus corpos. A princípio nada de anormal aconteceria em um banho, certo? Mas estamos falando de um banho no Paradise Star, esse navio não é normal. Em meio a sua chuveirada, a porta do banheiro se escancarou com uma certa violência, atingindo a parede e realizando um estrondo que ecoou pelo ambiente podendo dar um pequeno susto na ruiva, mas ela não precisava se preocupar, seja quem tivesse entrado no local não poderia vê-la por detrás das cortinas.

- Crisbella!! - Essa voz... A garota rapidamente a reconheceu por pertencer ao comandante Jovi. - Onde estão os príncipes? Onde está a princesa? - É óbvio que ele iria querer saber sobre isso e a afobação em sua voz mostrava o quão desesperado ele estava para o assunto, tanto é que veio provocar essa situação inconveniente sem nem ao menos esperar a menina terminar seu banho. - Desculpa, mas eu não tenho tempo para esperar você terminar… Me diga onde eles estão, para onde foram? - Perguntou ele sem se aventurar a entrar demais no banheiro feminino. Cris não poderia ver, mas caso tivesse a vontade de botar a cabeça pra fora da cortina, ela veria que Jovi estava completamente sujo de lama, sinal de que havia, sem sucesso, procurado bastante por Berlinque. - Droga, Cris! Vocês não tem noção do que estão fazendo, merda! Merda! Nós precisamos ir atrás deles, precisamos sair daqui imediatamente. Cadê o Rin e o Hisoka?! - Diria ele se viesse a ouvir alguma explicação por parte da garota, então sairia dali em sequência, reclamando aos ventos sobre o que haviam deixado acontecer e levado a sua missão secreta ao fracasso.

Crisbella estava completamente por fora desse assunto, então para ela pouco importava e sua mente não seria incomodada por pensamentos a respeito disso, a menos que por algum motivo ela tivesse o interesse de se envolver nos problemas das missões complexas de seus superiores. De qualquer forma, terminar de se lavar e seguir para o jantar eram provavelmente as suas prioridades para o resto da noite e se havia alguma coisa que fosse pairar sobre seus pensamentos durante o banho, essa coisa provavelmente tinha um nome e se chamava Klaus… É, aquele momento dos dois poderia não ir embora tão facilmente assim.

Depois de ficar limpa e cheirosa assim como as vestes que estaria usando agora, Cris acabaria involuntariamente soltando um bocejo, já estava ficando tarde de novo e suas horas de sono no corrido dia de hoje não foram das melhores, o cansaço já estava vencendo seu corpo e provavelmente não conseguiria fazer outra coisa além de dormir depois que terminar de jantar. Assim que retornasse para a cozinha, a ruiva não encontraria Klaus, apesar das mesas de jantar estarem ocupadas por muitos refugiados e alguns trabalhadores da embarcação, mas nenhum dos revolucionários estava ali, visto que a grande maioria deles ainda estava de cama.

- Sopa não é janta! - Gritou um membro da banda de Jovi para provocar Shizuo.

- E o que você toca não é música, filho da puta! - Respondeu o cozinheiro sendo segurado pelos ajudantes para não partir para cima do músico. - Repete isso na minha ca… Ai! Minha cicatriz!

O jantar de hoje era sopa de legumes com frango, algo simples e de preparo rápido, o que significa que provavelmente o caranguejo ficaria para o almoço de amanhã. Cris poderia sentar ali e esperar por Klaus ou ir direto para a enfermaria buscá-lo. Há também a opção de já começar a comer em alguma das mesas, como por exemplo aquela onde Nocha e Lara estavam fazendo a refeição delas, o que era até engraçado de se pensar que aquela pancada que uma deu na cabeça da outra poderia ter iniciado uma amizade entre elas.

- Toma aqui seus estrupícios, levem esses pratos pra enfermaria e pro quarto da comandante. - No momento que Cris se aproximasse um pouco mais da cozinha ela ouviria Shizuo dizendo isso e veria também o cozinheiro colocando a sopa em várias tigelas, cinco delas ocupando uma bandeja e duas dela em uma outra. - Se vocês deixarem isso cair eu faço vocês comerem do chão com a língua! - Quem sabe esse não fosse um bom momento para a garota se oferecer para ajudar a levar alguma das duas bandejas.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte   Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte EmptySex 14 Jun 2019, 16:02

PRINCESS
Capítulo III.I: Rumo ao Horizonte


Deixando a garra do animal na cozinha do navio, podíamos finalmente tirar toda aquela lama de nossos corpos. Klaus estava ferido e assim que ele comentava a respeito disso eu ficava um pouco apreensiva. - O-Oh tudo bem, eu te encontro na enfermaria então, me espe-pere lá! - Disse de maneira acanhada enquanto íamos em direção a parte interna do navio. O paradise Star era realmente um navio explêndido e, mesmo após todas aquelas batalhas, ainda podia se ver a alma da embarcação ainda viva. Seus corredores, seu piso único, era bonito aos olhos e aconchegante a alma. O trabalho de restauração dos príncipes havia sido de grande ajuda, mas ainda nãos estava cem por cento idêntico do que um dia já fora.  

Calmamente, busquei as roupas limpas e a toalha para me lavar. O banheiro estava vazio, o que era bom, poderia relaxar sem ser incomodada naquele momento íntimo comigo mesma. Relaxando, sentindo a água sobre minha pele, logo fui surpreendida pela porta se abrindo de maneira bruta, batendo na parede. O pequeno gritinho de susto que dei foi o suficiente  para qualquer um próximo ouvir. Logo ouvi a voz alta de Jovi. Curiosa e assustada com a situação, me agarrei junto a cortina do chuveiro e coloquei a cabeça para fora para vê-lo. -  O-O-O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ-Á FA-FAZENDO? - Minhas bochechas coradas e minhas mãos firmes segurando a cortina que cobria meu corpo indicavam um alto nível de vergonha por aquela situação.

Eu ouvia a voz do homem loiro, parado na porta, me encarando e falando de maneira quase que ríspida comigo. - E-Eu… - Ele estava coberto da lama suja de Berlique, aparentemente, havia saído do navio para procurar os príncipes, que naquela hora, estariam bem longe de nós. - Eu não sei, eles apenas partiram… - Ao ele voltar a pergunta a Rin e Hisoka, arquearia as sobrancelhas em sinal de dúvida. - C-como assim? Eles estão no navio não é? E-Eu o vi um pouco antes do sol se pôr… - Diria de maneira sincera antes de ouvir Jovi reclamar de toda a situação. - H-Hey Jovi! Porque está tão afobado assim? A-Aquelas pessoas só trouxeram problemas para nós… Olhe quanta g-gente morreu por conta desse seu segredo… Deixe que vão embora e não nos tragam mais desgraças. - Diria de maneira firme enquanto observava o rapaz. Se ele quisesse me confrontar, estaria pronta para isso, se não apenas o observaria sair antes de voltar ao meu banho.

Encostei meu corpo molhado sobre a parede úmida do box do chuveiro. Olhando para meus dedos, para a água que escorria entre eles. Pensando nas diversas vezes que eu estive em perigo e precisei de ajuda de alguém… Lembrei de Leo, me ajudando a fugir em Shell’s, lembrei de Klaus me ajudando a me infiltrar na casa em busca dos escravos, me lembrei de Hisoka, em como ele havia me salvado da morte certa nas mãos de um agente. Dei um leve sorriso ao pensar sobre o último, mas não demorou muito para o mesmo se extinguir. Sentia a ansiedade subir por minha garganta e travar ali. Não havia visto o rapaz desde quando os príncipes fugiram com Thalassa. Eu não o havia visto desde então, esperava que estivesse bem e a salvo no navio.

Com o corpo limpo e roupas também, me voltaria a cozinha. Não sabia ao certo se Klaus já estaria lá. Adentrando a cozinha do navio, observei vários rostos ali. Era a hora do jantar então todos os famintos se reuniam. Meus olhos sondaram o local e não notaram a presença de Klaus, é eu havia chego primeiro mesmo após o imprevisto encontro com Jovi… Ou melhor, a afronta dele comigo. Shizuo parecia acalorado, como sempre, com as outras pessoas ali. Dei uma leve risadinha ao ouvir a gritaria dali da porta. - Não me obrigue a costurá-lo de novo! - Diria de maneira animada enquanto entrava na cozinha, indo em direção ao rapaz. - Me vê duas por favor?  Posso levar para a enfermaria se quiser, estava combinando com Klaus de vê-lo por lá. - Diria com um sorriso animado para o cozinheiro. De fato, a cozinha estava bem movimentada, coisa que Klaus não gostava tanto, seria mais confortável para ele, comer em meio ao silêncio eu acreditava.

Esperaria o cozinheiro me entregar as duas tigelas a mais. Como haviam duas bandejas, alguém precisaria me ajudar a carregar até lá. - Hmmm a-algum de vocês pode me ajudar? - Perguntaria aos rapazes da banda de Jovi e a os assistentes de Shizuo, com um meigo sorriso nos lábios rosados. Caso alguém aceitasse, daria um belo sorriso para a pessoa, - Obrigada, você é muito gentil! - Antes de sair da cozinha levando a bandeja com agora as prováveis quatro tigelas. Andaria calmamente, evitando derramar qualquer gota da sopa. O cheiro parecia deliciosa, a comida de Shizuo era simplismente divina, mal podia esperar para provar.  Ao chegar a enfermaria, deixaria a bandeja em cima de alguma mesa ou balcão próprio que não atrapalhasse o fluxo do local. Procuraria Klaus e caso o visse, levaria uma tigela em cada uma de minhas mãos e entregaria uma a ele. - Acho que o caranguejo veremos só amanhã. - Diria de maneira sincera enquanto procurava um local para me sentar ao lado de Klaus. - Como está a s-sua perna? - Perguntaria enquanto observava a perna do rapaz, esperava que ele estivesse bem. Comeria um pouco da sopa enquanto conversava com Klaus. - A cozinha está tão agitada… Prefiro comer aqui hoje… - Diria olhando ao redor caso o local fosse mais silencioso que a cozinha.


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KLAUS
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MensagemAssunto: Re: Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte   Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte EmptyDom 16 Jun 2019, 14:06



Rumo ao Horizonte





Post 4 - Sopa



Jovi não deu muita atenção para as dúvidas de Crisbella a respeito do objetivo dele com Thalassa Marin, retornando para o interior do navio e deixando a garota em paz no banheiro para terminar seu banho. Enfim, depois de alguns pensamentos de preocupação passarem por sua cabeça enquanto a água quente caia sobre ela, a ruiva finalmente havia terminado seu banho e poderia a partir dali vestir suas vestes limpas e caminhar para a cozinha onde buscaria a sua refeição e a de Klaus caso o rapaz ainda não tivesse saído da enfermaria, o que era o caso, já que ele não se encontrava lá quando a garota chegou.

O refeitório estava cheio quando Cris chegou lá, isso porque o jantar havia acabado de ficar pronto e quase todos que estavam a bordo foram lá saborear a comida do chef Shizuo. O cozinheiro, esquentadinho como de costume, mencionou para seus ajudantes que eles precisavam levar a janta das enfermeiras e dos tripulantes que estavam ainda feridos e sob os cuidados delas, foi então que Crisbella, ouvindo a respeito, se ofereceu para levar a comida até a enfermaria, pedindo também para colocar na bandeja tigelas extras para ela e Klaus.

- Aqui está, Cris, segure com cuidado, pode estar um pouco pesado. - Disse Shizuo entregando a ela a bandeja com seis tigelas, uma para Miyazaki, uma para Hiramoto, uma para Katherine, uma para Gine, uma para Klaus e uma para ela. - Ajudante 1 você fica aqui e limpa a louça. Ajudante 2, leve essa bandeja pro quarto da comandante, não tenho certeza se o Shott já acordou, portanto leve uma extra e deixe na enfermaria se ele estiver acordado, se não estiver fique a vontade para comer. - E a segunda bandeja com apenas três tigelas foi dada na mão do rapaz para que ele acompanhasse Cris até os destinatários dessas refeições.

A enfermaria permanecia com as camas ocupadas como da última vez que viera aqui, a diferença é agora Klaus estava deitando na cama vaga ao invés de Shizuo. O navegador do bando ainda não havia acordado e portanto sua tigela não seria deixada ali, entretanto todas as outras meninas já estavam à espera da refeição. As enfermeiras ajudavam Cris a colocar a bandeja em um local apropriado e depois levaram as tigelas para as pacientes, enquanto Fennik recebeu a sua sem demonstrar qualquer expressão de tristeza ou felicidade, Gear fez uma careta rejeitando a comida.

- Eca! É sopa! - Resmungou empurrando com as mãos a tigela que Miyazaki queria que ela segurasse. - Eu quero bolo!

- Senhorita Gine, você precisa desse tipo de comida para ajudar na sua recuperação, bolo agora não vai te fazer bem, não é saudável. - Tentou a enfermeira convencer a menina das memórias perdidas a comer, porém sem sucesso, pois Gear cruzou os braços e emburrou a cara.

- Obrigado, Bella. - Agradeceu o espadachim assim que a amiga lhe entregou sua tigela. Sua perna estava enfaixada na região que o caranguejo agarrou, o que de certa forma era um bom sinal, já que se fosse algo mais sério precisaria de um tempo maior para finalizar o tratamento. - Oh, acredito que ela ficará bem, no momento a anestesia ainda está fazendo efeito, então não estou sentindo dor. Não deve demorar para ficar boa outra vez, não se preocupe. - Quando Gear e as enfermeiras começaram a discutir, Klaus soltou a sua típica risadinha abafada, pois se Cris estava querendo comer aqui por ser mais silencioso que a cozinha, bem, ela se enganou. - Uhh, gostoso! Não sabia que sopas podiam ser tão boas assim. - Comentou o rapaz assim que saboreou a primeira colherada da comida de Shizuo, e caso Cris o acompanhasse na refeição ela teria a mesma surpresa agradável.

O tempero da sopa estava sensacional, cada legume estava no ponto perfeito e os pequenos pedaços de frango que podiam ser encontrados junto ao delicioso caldo traziam uma explosão de sabor dentro da boca. Era uma comida com ingredientes bastante simples, mas era exatamente essa simplicidade que tornou a refeição uma surpresa extremamente agradável e seria difícil não ter vontade de comer mais uma tigela quando essa acabasse. Miyazaki e Hiramoto ainda não tiveram tempo para saborear a sopa tendo dificuldades em fazer Gear comer, enquanto Fennik em seu estado de ânimo atual não esboçava nenhuma reação durante a alimentação, portanto Klaus e Cris seriam os únicos ali a passarem pela experiência do “orgasmo gastronômico”.

- Será que podemos repetir? Acho que vale a pena… Eu pelo menos preciso de três dessas para recuperar toda a energia que gastei hoje. - Comentou Klaus sendo o primeiro dali a terminar a refeição. Seus olhos rapidamente se direcionaram nas tigelas das enfermeiras que ainda estavam cheias e a vontade de pegar uma delas assombrou seus pensamentos, algo que talvez Crisbella fosse reparar se não estivesse perdendo a concentração com a pirraça de Gear.

- Não! Não vou comer isso! Tem essas coisinhas nojenta, eca! Eu quero só o frango… - Resmungou outra vez se negando a comer a sopa por conta dos legumes e verduras que podiam ser encontrados junto ao caldo.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte   Capítulo III.I - Rumo ao Horizonte EmptyQua 19 Jun 2019, 11:58

PRINCESS
Capítulo III.I: Rumo ao Horizonte


Recebendo a bandeja de sopa junto às tigelas adicionais, soltei um belo sorriso a Shizuo. - Obrigada! Huuum o cheiro parece delicioso! - Diria dando uma inalada no vapor da sopa, absorvendo os aromas dos temperos que poderiam ter ali dentro. Estava feliz por comer a comida do cozinheiro novamente, após o curry que ele havia preparado para mim quando cheguei ao navio, fraca e com tonturas, consegui perceber o quão bom chefe de cozinha ele era. Fiquei com a bandeja mais pesada, minhas mãos ainda doiam um pouquinho por conta das queimaduras, mas eu sentia que podia fazer aquilo sem precisar me esforçar tanto. - Espero que tenha sobremesa! - Diria ao cozinheiro antes de sair da cozinha, dando pequenas risadinhas animadas.

Caminhando por entre os corredores do Paradise, pude ver os estragos e reparos feitos, o navio nunca mais seria o mesmo depois daquele ataque… Assim como provavelmente a vida de todos dentro da embarcação. Meus passos curtos me levaram a enfermaria sem problemas. Lá encontrei as pacientes sobre suas macas e as enfermeiras. As mulheres logo receberam a sopa e começaram a distribuir entre os pacientes. Movendo meus olhos, me dei conta da posição de Klaus. Ele estava deitado sobre uma das macas, com a perna enfaixada no local aonde o caranguejo o havia apanhado. Me aproximaria dele com duas tigelas, uma em cada mão, observando do outro lado, Gear reclamando da sopa, dizendo que queria bolo. Daria um sorriso sem graça para a mulher que agora agia como criança e a enfermeira que tentava convencê-la a comer.

- Aqui. - Entregaria a sopa as mãos do rapaz. - C-Como está sua perna? - Perguntaria de maneira serena, mas com um tom de voz um tanto preocupado. Ouviria a resposta dele e logo após saber que estava tudo bem, ficaria aliviada. Sentaria junto a Klaus, seja em uma cadeira próxima a sua cama ou até mesmo na beirada da mesma. Olharia para o rapaz com um sorriso antes de levar a primeira colherada à boca, saboreando o tempero simples e agradável da sopa de Shizuo. Comeria apenas metade do conteúdo na tigela, de algum modo, não estava me sentindo bem o suficiente para encher a barriga de comida. -E-Eu estou satisfeita… Quer a minha? - perguntaria ao rapaz, se ele aceitasse, entregaria nas mãos dele a tigela com o delicioso caldo. Caso não, deixaria o objeto com a comida de lado antes de me levantar da onde eu estivesse sentada.

Observaria a dificuldade da enfermeira de convencer Gear a comer todos os legumes da sopa. De fato, crianças às vezes eram bem difíceis de lidar quando o assunto era os vegetais, mas sabia que isso podia ser facilmente contornado com a bajulação certa. Embora a figura adulta e grande de Gear estar à nossa frente, suas atitudes de uma menininha eram um tanto engraçadas. Sabia que aquilo não era algo bom, por ser um problema, mas era curioso ver a garota parruda, forte agir daquela maneira.

Deixaria Klaus por um momento. - Vou ajudar as enfermeiras um pouco… Gear ainda está se comportando daquela maneira...- Diria ao rapaz de cabelos brancos e olhos azuis como o oceano. Caso ele respondesse, daria um sorriso a ele antes de me direcionar a Gear. Observaria o comportamento da garota e logo chegaria próxima a enfermeira. - Hey mocinha, o que está fazendo? - Perguntaria a Gear com um belo sorriso no rosto. Esperaria a garota dizer o que se passava ali antes de me voltar para a enfermeira. - Tudo bem, eu cuido dela. - Diria com um sorriso, estendendo a minha mão para ela, pedindo para que me entregasse a sopa. Se ela o fizesse, seguraria a tigela em minhas mãos enquanto me sentava na borda da cama a onde a garota estava.

- Saaabe… O senhor Bigodes fez essa sopa especialmente para nós, ele está trabalhando muito duro lá na cozinha! - Diria separando uma colherada do caldo. - Ele disse: ‘’ Essa sopa vai fazer a minha garotinha ficar forte como um leão!’’ - Diria fazendo a voz do coelho que eu havia inventado horas atrás enquanto assoprava a colher de sopa para entregar a Gear. - Todos nós comemos essa sopa e olha, estamos nos sentindo bem mais fortes! Não é mesmo Klaus? - Viraria o pescoço, procurando olhar para o rapaz, esperando alguma reação positiva dele, caso ele não fizesse nada sobre, arregalaria os olhos, fuzilando o rapaz para que dissesse algo positivo. Me voltaria a Gear em seguida. - Então, você quer deixar o senhor Bigodes feliz e ser forte como uma Leoa? - Perguntaria a pequena grande mulher.

Se ela fosse positiva, levaria a colher até a sua boca, dando-lhe a sopa da maneira mais delicada possível. - Viu só! Não está ruim não é mesmo? - Diria a ela com um grande sorriso, caso ela recusasse a sopa, pegaria somente o caldo com os pedacinhos de frango. - Ahhh se eu entregar essa tigela sem ter sumido tudo daqui o senhor Bigodes vai ficar tããão triste comigo… - Faria uma expressão de mágoa, mostrando um ‘’bico’’ com a boca enquanto piscava os olhos rapidamente.


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