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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Exumo do Cilício

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 6 EmptyDom 2 Jun - 19:02

Relembrando a primeira mensagem :

O Exumo do Cilício

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Hisoka Kurayami. A qual não possui narrador definido.


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Hisoka
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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 6 EmptyQua 28 Ago - 2:06



O Exumo do Cilício

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#Post 25


A aragem atmosférica contra sua pele em queda livre não tardou a ser substituída pelas álgidas águas oceânicas. Com o contato, seu corpo estremeceu subitamente, quase como se tivesse levado um choque. Um arrepio percorreu sua espinha, e parecia estar levando embora suas forças. Foi quando então vislumbrou o corpo inerte da major em seus braços e, num ímpeto de destemor, reaveu energias para mantê-la próxima tanto quanto fosse possível. Seu calor era acolhedor naquele impiedoso frio; e esperava que pudesse aquecê-la também.

Seu rosto apertou, resmungando à dor que sentia nas feridas espalhadas pelo corpo. O sal dissolvido na água parecia lanças atrozes a cutucar veementemente as chagas. Até que, naquela imensidão desconhecida, a vista captou um brilho por trás do véu de bolhas que o cercava, a esta altura banhadas em sangue. Sabia onde deveria ir; e o abraço apertado de Haruko serviu como combustível para que alcançasse a luz.

– Cof... Cof... – De mãos e joelhos apoiados no interior da embarcação, permitiu que a água derradeira nos pulmões fosse eliminada através das tosses. Os olhos atarantados viajaram pelo submarino, contabilizando os companheiros Revolucionários; os antigos e os novos. Resfolegava constantemente, um pouco incrédulo com o sucesso da missão. Parecia uma tarefa suicida de início, mas que, no fim, deu certo; e o mais importante: sem perdas. – Uf... – Um sorriso sutil se formou no rosto ferido e ressecado pelas águas salinas. Estava orgulhoso; há muito não se sentia assim. Aliás, nunca havia se sentido desta forma no Exército Revolucionário. Sempre ficava para trás nas missões. Era sempre aquele responsável por trazer fardo aos companheiros, e não auxílio. Mas hoje não. Invadiu o navio, resgatou os reféns e salvou Haruko. Não podia estar mais feliz.

Por falar na major, Hisoka não tirou os olhos e a atenção dela a partir de então. Ela pareceu demorar a se recuperar, mesmo após ter sido retirada da água. Fora a primeira vez que viu os efeitos negativos das frutas do diabo; e que desvantagem. Ela literalmente parecia um cadáver em seus braços, sem quaisquer reações. Os motivos que levam a essa consequência chegaram a intrigar o historiador, mas ele não teve muito tempo para pensar sobre. A voz de Haruko fisgou seu foco; e, mais ainda, o pedido que proveio dela. O historiador chegou a pestanejar por alguns segundos, de boca entreaberta, mas logo tratou de firmar os lábios e menear positivamente com a cabeça.

Passou o braço da Revolucionária sobre sua nuca e a ajudou a se erguer, auxiliando-a a caminhar passo a passo ao quarto. Na cabeça do arqueólogo, seria apenas isso. Ele sequer estava envergonhado. No entanto, assim que chegou no cômodo, viu Haruko se despir completamente a sua frente. Ele congelou. Os olhos esgazearam de imediato e todo o corpo enrubesceu. Não sabia o que fazer, tampouco o porquê da major ter feito aquilo. Será que ela se esqueceu que ainda estou aqui? Não é possível... A cabeça inclinou, desviando o olhar. Mas queria vê-la. Aliás, ainda a via de soslaio. Era linda. A pele alva como a neve. As curvas singelas, nem tão expressivas, mas nem tão nulas; simplesmente perfeitas. Era a primeira vez que via uma mulher nua. Ela tinha detalhes que iam além do trivial; não era apenas a beleza dos seios, dos glúteos. As nuances de suas clavículas, suas costelas, quadril. Tudo tão exposto aos olhos cintilantes do arqueólogo, que, a este ponto, não mais fingia que não estava a contemplando.

– Ha... Haruko... – Ciciou. Ela ouviu – e ele percebeu, mas seguiu reto ao banheiro, deixando para trás, para além da bela vista de suas costas e nádegas dançantes aos passos, a porta convidativamente aberta.

Ele engoliu em seco e seguiu. Assim que cruzasse a porta, aterrissaria a mão canhota sobre o batente e enfim a fitaria. Não estava mais tão vermelho quanto antes, embora ainda houvesse constrangimento. Após vê-la, olhou para o chão e liberou um sorriso acanhado. Então tornou a mirá-la, soltando os lábios cada vez mais, até que desvelassem os dentes. As bochechas apertadas a segurar o riso, até doloridas, de certa forma.

– Com mão boba agora? – Hastearia uma das sobrancelhas sugestivamente na melhor das expressões libidinosas que pudesse dispor. Seu coração dispararia à medida que se aproximasse, retirando a camisa no trajeto. Podia supor que ela o ajudaria, levando em conta que tirá-la com uma única mão seria trabalhoso. – Sabe... Essas coisas estão incomodando muito. – Riria brevemente, de olhos fechados e mão próxima ao rosto, referindo-se às farpas derradeiras. Provavelmente perdera a maioria no mergulho, mas deviam ter algumas persistentes. – Obrigado... Por confiar em mim... – Diria com a voz suave, quase num sussurro. Usaria as costas dos dedos canhotos para afagar a bochecha dela, afastando cautelosamente alguns fios de cabelo. Confiança era importante para o historiador cujo sonho era se tornar uma figura de liderança que guiará os Revolucionários contra o governo em prol da verdade. E Haruko fora a primeira a depositar algumas gotas do tão aclamado sentimento.

Manteria o carinho, pouco a pouco descendo os dedos em direção ao seu tórax. Tocaria sua pele com a ponta do indicador e médio, sentindo cada nuance de seu majestoso corpo. Os relevos, a maciez, até que freasse entre os seios. Era momento da mão boba agir; e, junto dela, o encontro de seus lábios aos da major, inicialmente sutil. Sentiria seu alento. O calor transmitido se espalhando pelo seu corpo e arrepiando todos os pelos dispostos pela sua epiderme. Então apimentaria o beijo, tornando-o mais envolvente, não apenas com sua boca, mas com sua mão – a única sadia, que apropinquaria o corpo desnudo da Revolucionária ao seu através de um forte – embora carinhosa – pegada em sua cintura.

Bem, sim; ele poderia estar mais feliz.

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Bijin
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Bijin

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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 6 EmptyQua 28 Ago - 18:06



Hora: 02:00
Temperatura: 15°



   Hisoka parecia ter entendido o sinal da Major ao se despir e entrar o banheiro deixando a porta aberta, claro que ela esperava que ele já estivesse nu o entrar, mas decepção a parte os revolucionários tiveram momentos de prazer durante longos momentos ali. Desde um simples limpar de feridas com beijos, ao bom sexo de baixo da ducha.

Claro que o momento não havia encerrado ali, depois foram para cama onde continuaram por longos minutos revesando o carinho e o coito, ela mais selvagem e ele mais tímido, horas mais delicados e momentos mais acelerados. Até que ambos caíram no sono.

Quando o Doutrinador acordou percebeu que sua companheira não estava mais ao lado dele, além disso sua roupa estava toda dobrada sobre a escrivaninha do aposento. Havia uma certa movimentação dentro do submarino.

- Hisoka e Rin, Hisoka e Rin! - Anunciava as caixas de som do submarino. - Por favor irem paea a sala de comando.

O chicoteador poderia estar feliz, se tivesse dormido um pouco mais perderia o aviso, mas ao tentar se levantar sentia algo que nunca havia sentido antes, as horas de prazer tinham seu preço e o revolucionário sentia suas pernas bambas. Mas ainda assim ele conseguiria se arrumar e conseguiria ir para a sala de comando. Mas algo chamava a atenção, pois todos que passavam por ele olhavam e sorriam para ele, e o próprio professor percebia que havia um sorriso no seu rosto que não conseguia retirar.

Mas chegando na ponte de comando do submarino lá estava o trio, Gin, Rin e a major Hakuro, que ao olhar para o revolucionário não esboçava nenhum sorriso, na verdade parecia a mesma major de sempre.

- Finalmente! - Falou a superior com a chegada do protagonista. - Algumas coisas fora do normal estão acontecendo, por favor olhem pelo telescópio.

Se olhassem veria o céus com pequenos portais sendo abertos e fechados. Todos esses buracos do espaço tinham uma moldura dourada e brilhava entre as nuvens. Na velocidade que abriam os portais eles também fechavam.

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- Não temos a menor ideia sobre o que esta causando tal fenômeno. - A major tomava seu lugar de fala. - Logo vamos chegar em Cactus Island e a ilha esta também com alguns problemas, entre eles uma doença que se espalha pelos civis, inclusive nossos aliados indígenas na ilha. - Então ela olhou para Hisoka e Rin dando atenção e mostrando um cartaz de procurado para os dois. - Vocês precisam encontrar essa pirata. Há dois motivos para isso. Ela é amiga dos índios e sabendo da situação imaginamos que ela vai ajudar, pois sabemos que ela prioriza seus amigos do que a si mesma. - Fez uma pausa olhando para Hisoka. - Tomem cuidado com ela, embora precisamos dela, ela não gosta de revolucionários, mas demos motivos para isso. Sejam diplomáticos. - E então ela pegou uma pasta e mostrava uma foto de um grande mink tigre. - Este é nosso amigo Ragnar, perdemos totalmente o contato com ele e precisamos de informação. Dois de nossos homens viram quando ele entregou um Vivre Card para Buki Bijin, um deles tem um cicatriz no peito por causa de um golpe aleatório que ela deu nele por ser revolucionário.

A situação era simples, Hisoka e Rin teriam que procurar a morte para cumprir uma ordem para ajudar a própria causa e ainda tentar usar uma pirata que já não gostava de revolucionários. Mas um pirata com recompensa de 25.5 milhões de berreis não parecia ser tão forte assim, talvez houvesse exagero na fala da major.

- Por que exatamente ela não gosta de nós? - Perguntou Rincurioso com a situação, talvez houvesse alguma maneira de remediar. - E por que um renomeado revolucionário teria esse tipo de contato com ela.

- Ela nasceu em Conomi Island no East Blue. - Disse Gin trazendo novas informações. - Ela era abusada pelo pai, e os revolucionários da ilha nada faziam, já que o pai dela era ferreiro e fornecia armas para a causa. - o tom de voz de Gin era realmente triste. Afinal saber que colegas permitiriam tal coisa não era fácil. - Ela matou os pais por causa de tudo o que vinha sofrendo, foi presa mas logo depois solta com a promessa de sair da ilha, mas antes disso acontecer... - A voz do Gin sumia, como se ele mesmo estivesse ali presente diante de toda a situação. - Um grupo radical de revolucionários envenenaram parte da população e o líder da ilha culpou Bijin disso. Para ela não ser presa teve que fugir da sua ilha natal.

- P*t@ que pariu! - Rin estava indignado e um tanto nervoso. - Você estava lá quando fizeram isso com ela?

- Isso não interessa. - Disse a Major com autoridade. - Grambos
era o líder na ilha e ele é o responsável de qualquer erro. Mas não estamos aqui caçando as bruxas e sim buscando solução.
- Então ela passava um mapa da cidade de Whikey Peck, de Cactus Island, e havia um "X" marcado no mapa. - Nosso informante disse que ela mais três companheiros foram capturados e estão presos nessa casa. Vocês devem resgatar ela.

- Sim senhora! - Dizia Rin com um pouco de desânimo. - Mas a recompensa dela não é algo tão grande assim, acha que ela é perigosa?

- A recompensa dela não condiz com o poder dela. - Disse Hakura mantendo a seriedade. - Ela deve esta no mínimo no mesmo patamar que um capitão e é uma usuária da Tori Tori no MI, uma akuma tipo zoan da águia.

- Bem! - Gin chamava aatenção. - Em trinta minutos nós chegamos na ilha, então se preparem para desembarcar, arrumem suas coisas e boa sorte.

Legenda:
 

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Hisoka
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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 6 EmptyQui 29 Ago - 1:14



O Exumo do Cilício

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#Post 26


O ruído abafado do alto-falante ecoou nas regiões mais profundas de sua mente, despertando-o do melhor sono que tivera nos últimos meses. Os olhos repiscaram confusos, pouco a pouco assumindo a auge da nitidez que os cristalinos podiam dispor. Sua mão esquerda se arrastou instintivamente pelo colchão, tateando-o em busca de algo, mas não havia nada ao seu lado. Foi um sonho? Pensou por um instante, mas a verdade logo veio à tona, bastou que notasse o quarto em que estava. Era o quarto de Haruko. Não havia sido um delírio noturno. De olhos fechados, ele reouve cada detalhe. O toque; o cheiro; o clímax; o suor quente extravasando pelo corpo. Então sorriu junto a um suspiro de satisfação. Vinte e dois longos anos até que pudesse ter um contato íntimo com alguém. Era até estranho dizer que a espera valera à pena, pois esperou até demais.

– Já vai... Já vai... – Murmurou de voz arrastada, ainda bastante combalido pelo período de pós-espertar. Usou o breve momento para lavar o rosto, escovar os dentes e trocar a muda de roupas. Vestiria uma camisa preta de algodão, manga comprida e gola alta e uma calça moletom de mesma cor. Nada extravagante, como de praxe.

Mesmo em modorra, era notório o sorriso que carregava no rosto por onde quer que passava. Parecia transbordar euforia como um chafariz, e tinha lá seu motivo. O que não esperava é que os outros soubessem-no também. Tímido como é, envergonhou-se com os olhares trocistas, e não tardou a amorar o riso, que desvaneceu por completo ao ver Haruko outra vez. Lá estava ela, com sua típica expressão austera, não deixando de dar o devido sermão ao arqueólogo em virtude de seu atraso. Ele manteve-se ali parado por alguns segundos, mirando-a fixamente com seus olhos cetrinos. Não conseguia deixar de imaginá-la sem roupa, como na noite anterior. Não cansava de achá-la linda, ainda que tenha sido somente uma madrugada de prazer. Era um completo amador mesmo.

Então, caiu em si novamente. O semblante ríspido da major repassou-lhe a devida mensagem. Não é que ela estivesse brava ou que não tivesse gostado de deleitar o gozo da carne. É que, ali, não era momento. Precisava focar na missão que estava por vir, e isso ele percebeu rapidamente, para sua sorte. A situação remeteu-lhe a uma conversa que tivera com Fennik tempos atrás. Saber separar a vida do ofício é árduo, mas necessário. E assim teria de ser naquele instante.

– Desculpe a demora. – Disse, abaixando a cabeça em decoro. Quando Haruko solicitou que visse o telescópio, Hisoka passou por ela sem gracinhas. Nenhum olhar provocador, tampouco comentário. Se chegou a pensar que tinha de fazer algo para não perdê-la, se esqueceu assim que observou os estranhos círculos incandescentes no céu. – Que... Diabos... – Sussurrou confuso, de olhos apertados. Era quase como se não pudesse crer no que estava diante das retinas. – Bem, Grand Line tem dessas. – Respondeu o comentário da garota dando de ombros. Chegava a ser irônico, pois certamente não era a melhor explicação, mas ainda era uma, levando-se em conta os mistérios que envolviam a grande rota.

Buki Bijin, A Louca, se tornou o centro das atenções pouco tempo depois. Seu nome; aliás, sua alcunha, logo fez o professor apertar a glabela e levar a mão ao queixo. Os olhos se voltaram para cima, como se resgatasse algo na memória. O jornal... Sim, havia visto seu nome mencionado no jornal antes de resgatar os Revolucionários. Por algum motivo, achara seu epíteto bastante peculiar, e ele grudou na mente. Apenas não sabia da história que culminou em seu triste passado. Era aterrador, principalmente por saber que fora um Revolucionário que agiu de má fé, resultando em todo o suplício da pirata. Lembrou-se do marinheiro de Berlinque e como suas palavras detinham certa razão. Há gente bondosa em organizações más e há gente má em organizações bondosas.

– Deve ter sido... Horrível. – Falou praticamente sozinho, olhando a esmo e de voz pouco intensa. Então engoliu em seco e balançou a cabeça positivamente às ponderações de Haruko. A pirata era outra usuária das tão famosas frutas do diabo. A major, no entanto, usou um termo que o historiador não conhecia até então. – Zoan? – Repetiu de semblante confuso, voltando os olhares à jovem, jogando a ela a incumbência de sua dúvida. – Humm... Interessante. Então você é Paramecia, certo? – Diria de sobrancelhas hasteadas caso ela explicasse a classificação das frutas. – Fico pensando... Que tipo de poder eu teria se comesse uma? – Refletiria de corpo recostado contra uma parede. Eram inúmeras as possibilidades, porém demonstraria interesse na classe supostamente descrita como "Logia". A capacidade de poder controlar um elemento à vontade atiçaria o anelo do arqueólogo.

Antes de sair em direção de seu quarto, ergueria o mento e fitaria a garota de madeixas alvas. Permaneceria silencioso, admirando-a, talvez sequer ganhando sua atenção. Não se importaria caso não a ganhasse, pois já havia se convencido que estavam num outro momento. Soltaria, então, um breve sorriso sem dentes e iria arrumar seus pertences, que não eram muitos. Prenderia o chicote na região esquerda do quadril – uma vez que a mão direita estava inutilizada por ora, recolheria o Den Den Mushi e o sinalizador que não usou – talvez fosse útil no futuro, guardando-os no interior das vestes. Unir-se-ia com o grupo depois, esperando com certa ansiedade a chegada em Cactus Island.

– Se vocês fossem uma louca, onde estariam? – Quebraria o silêncio, ainda que sem olhar diretamente a alguém. Esconderia o sorriso florescente com as bochechas rijas à espera do abrir da escotilha. Quando tivesse o aval, sairia da embarcação e desbravaria a costa da ilha, sempre com atenção e sem se separar do grupo. Os olhos tateariam o ambiente em busca de suas nuances ao passo que o tato captaria o clima local. Haveria um frio na barriga, quase como se pudesse sentir que algo grande estaria por vir.

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MensagemAssunto: Re: O Exumo do Cilício   O Exumo do Cilício - Página 6 EmptyQui 29 Ago - 14:18



Hora: indeterminada
Temperatura: 10°



   Atrasado e decepcionando a sua superior, nosso protagonista entrava na ponte de comando já se desculpando, afinal quem manda ele não ter energias suficiente para uma boa seção de sexo, mas isso ele iria melhorando com o tempo... ou não. Mas o fato é que o sorridente marinheiro havia recebido suas novas instruções. Buscar a tal Buki Bijin, a Louca, descobrir o paradeiro de Ragnar e por fim, ver se era possível ainda ajudar os índios de Cactus Island.

Sabendo o que tinha que fazer Rin e Hisoka iam para seus aposentos e lá eles arrumaram todos os seus pertences e então foram na direção da escotilha, lá eles encontraram o colega Gin e a Major Hakuro, o submarino já havia submergido e os quatro saíram pela escotilha. O frio estava intenso, bem menor que dentro da embarcação que haviam acabado de sair.

- Rin, você havia perguntado o porquê de Bijin e Ragnar serem amigos, apesar dele ser revolucionário. - A Major retomava uma pergunta feita pelo soldado anteriormente. - Eles eram amigos antes dele se tornar um revolucionário e inclusive criou uma bela arma para ele.

Gin começava a soltar um pequeno bote do submarino. Na verdade era a única embarcação de emergência que o barco tinha, quando pensado assim, Hisoka observava que o submarino a tempo precisava de uma boa manutenção, mas era o que os revolucionários tinham.

- Bem, nossos caminhos agora se separam. - Dizia a Major com um sorriso para Hisoka. - Não sei se nos veremos mais, mas a prioridade agora é cumprir a missão. - havia calma e determinação na face da Major ao dizer essas palavras. - Você esta com o Den Den Muchi? Qualquer coisa ligue para nossa base, não sei quanto tempo ficarei por lá. Mas ela fica na área dos indígenas.

Depois das palavras de despedida e com o bote na água os dois revolucionários remavam até a ilha e lá abandonavam o bote. Rin com o mapa seguia a frente do doutrinador. A cidade estava em si um tanto agitada, caminhando na rua perceberam que a tal doença que foram informados havia atingido muitas pessoas, principalmente civis e crianças.

Poucos minutos depois a dupla se encontrava diante de uma enorme mansão, parecia haver um agito do lado de fora dela. Mas não dava para ver já que parecia que o som vinha dos fundos. Seriam os caçadores? Será que reconheceriam Hisoka e Rin e pegariam suas cabeças por causa de suas parcas recompensas? Esse é um mistério que deverá ser acompanhado em um outra aventura...

CONTINUA AQUI!!!

Legenda:
 

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