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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 2 EmptyTer 21 Maio 2019, 16:16

Relembrando a primeira mensagem :

Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Aegir Ran Njord. A qual não possui narrador definido.


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Alê
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 2 EmptyTer 28 Maio 2019, 14:54



O Farol

A descida havia sido turbulenta como havia imaginado, porém, também em minha mente concluiríamos tal etapa, assim como foi feito. O impacto no casco da embarcação me assustava, porém, algo chamava minha atenção mais que a embarcação — a qual aparentemente estava em estado aceitável — aquela tempestade era algo anormalmente denso. — Mantenham-se atentos! A escuridão pode ser uma arma para o ataque inimigo. Ergam suas armas e prestem atenção! — referindo-me a todos que ali estavam, bradaria olhando de um a outro, explicando como seria nossa abordagem ali. As velas soltas talvez seria um método de seguirmos viagem e ganhar velocidade, porém, a dúvida de Freir era pertinente, algo que até poderia questionar a mim mesmo, caso não tivesse a resposta.

— Como saber qual caminho seguir? — olhando para cada um ali, questionaria, até de maneira retórica, talvez — Temos a frente um caminho onde tivemos algum resquício de luz, e os demais, são as mais profundas escuridões em meio ao caos das chuvas. Você ainda me pergunta qual vamos seguir? Piloto! — bradaria, até conseguindo tempo para uma boa respirada — Leve-nos na direção daquela luz que antes iluminou nosso caminho. Guie-nos na luz farol que nos abençoa com seu brilho! — apontando meu indicador na direção que potencialmente seguiríamos, indicaria o caminho a seguir. Se era o certo ou errado, logo mais saberíamos. Não havia lógica de partir em meio a escuridão se ali a frente havia um aparente farol.

Durante o caminho, tentaria manter-me atento a potenciais ataques inimigos. A escuridão poderia vir a ser um problema para aqueles que não tinham uma visão mais adequada, assim como para tripulações que realmente não esperariam ataques. — Atentos! Mantenham-se atentos a potenciais ataques inimigos! — afirmaria, referindo-me a todos que estavam ali, ao meu auxílio. Durante a aproximação da embarcação a luz antes vista, tentaria localizar aonde exatamente estávamos. Estar em águas misteriosas era algo que não me deixava muito animado, as se no topo, as coisas estivessem complicadas, tentaria uma nova abordagem. Retirando minhas vestes e as colocando dobradas na embarcação, analisaria como estava o mar. Mesmo que a tempestade fosse forte, já estava acostumado com correntes selvagens. — Vou dar uma olhada por baixo. Fiquem preparados para o combate. Frei! A embarcação está sob seu controle, tome as decisões que forem necessárias. Volto logo mais! — afirmaria, me dirigindo a borda da embarcação e saltando onde imaginava estar a água.

Submerso, tentaria localizar o nosso paradeiro. Para fazer isso, tentaria localizar porções de terra próximas, assim como cascos de embarcações que poderiam estar vindo em nossa direção. A vida, próximo a terra, poderia ser mais escassa, talvez, por haver uma cultura de pesca, como também presença de redes, ou até minas submersas. Todas as variedades eram possíveis e baseado nisso, vasculharia por ali. Acompanharia a embarcação por baixo, precavendo-me de algo. Avistando alguma criatura, peixe ou afins, tentaria comunicar-me com o mesmo, tentando descobrir informações de onde estávamos ou até se haviam inimigos por perto. Feita a inspeção, voltaria com as informações colhidas para a embarcação. Tomaria certa distância para nadar rapidamente para fora da água e assim salta em direção ao barco, de onde havia saltado antes. — Alguma informação? — pousado no barco, questionaria enquanto a água escorria pelo me corpo e pairaria no casco da embarcação.
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 2 EmptyTer 28 Maio 2019, 23:02


Narração
Tempestade
Localização: Porto de Lvneel
Noite

Aegir
Estavam meio perdidos, mas logo o capitão dava suas ordens. Elas tranquilizavam um pouco todos, mas ao ouvir a ordem, Sun teve que explicar. - Eu vou tentar manter o curso. Mas com essa tempestade fica difícil ter certeza que estamos no caminho certo. - Explicou o jovem que segurava forte o leme. A tempestade castigava o navio, eles não possuíam muitas chances daquela forma. Além disso, a escuridão era tamanha que mesmo as ordens de manter-se atentos a inimigos não era muito útil. Todos ali já estavam atentos a tudo que podiam, mas não era como se fizesse muita diferença.

O tritão que estava cego até pouco tempo acabava se vendo em uma situação estranha. Agora que enxergava não adiantava. Pelo menos desta vez poderia realizar outras ações para compensar. Pela situação como um todo, Aegir decidiu testar algo básico, retirou suas roupas e pulou na água. Mesmo sabendo que estava em uma tempestade, não conseguiu segurar-se no primeiro instante, viu-se empurrado pela forte correnteza que superava e muito as suas expectativas.

Quando finalmente conseguiu controlar seu próprio corpo de novo começou a nadar na direção que o navio deveria estar. Os peixes não respondiam nada. Se aproximou do navio e continuou procurando. Acabou então encontrando terra sim. Decidiu voltar para avisar o navio, não estavam tão longe, só haviam virado um pouco para o lado.

Enquanto voltava a nadar na direção do navio, acabou vendo algo batendo na água pouco a sua frente, como se fosse uma bola de canhão gigante, mas o que quer que fosse começou a se mexer e nadar, não conseguiu distinguir o que era por causa da velocidade absurda de bolhas que a situação gerou. Quando foi continuar nadando, acabou sentindo algo o segurando de uma forma diferente. Eram dentes segurando seus pés. A mordida não doía, claro que não né, seu corpo não permitiria que doesse tão facilmente. Porém, ela era forte o suficiente a ponto de o segurar, tentando puxá-lo para o que provavelmente seria a boca e assim o estômago de alguma criatura. O navio ia se afastando para alguma direção difícil de determinar. Tentando se comunicar com o que quer que tentava o devorar Aegir simplesmente ouvia em resposta algo como: "comida... comida... comida..."


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 2 EmptyQua 29 Maio 2019, 07:24



Pensar que as águas deste novo mar seriam similares as que já havia nadado era o primeiro erro que cometia ali. Quando pensava em voltar a minha embarcação, algo me prendeu de tal maneira que cada vez mais me puxava ao fundo de algo que mais parecia... — Uma boca?! — resmunguei comigo mesmo ao ser puxado cada vez mais. Era quente? — O que diabos é isso!? Me solte sua criatura! Eu não sou sua comida! — tentando argumentar com a estranha criatura, tentaria a todo instante girar meu corpo, buscando assim desvencilhar-me de sua prisão.

Alguma cavidade começando a encerrar-se, tentaria ao máximo impedir isso. Com meus braços tentaria segurar para que aquela gigantesca criatura do mar não me engolisse inteiro. Com meus braços esticados, tentaria agarrar nas bordas de sua grande boca e assim abri-la novamente, ou ao menos tentar impedir da mesma fechar. Durante todo o tempo, tentaria observar se encontrava alguma área frágil de sua localidade. Assim como eu tinha, área essa que seria responsável por vir os “vômitos”, ele talvez tivesse também. Com minhas pernas, tentaria chutar sua cavidade, buscando espaço para soltar-me e nadar novamente para a embarcação. Ao menor sinal de brecha, tentaria aproveitar o máximo para escapar, mesmo que isso exigisse o máximo de minha capacidade atlética.

Não achando brechas, além dessas citadas, para escapar, não tinha jeito, tinha de me tornar um só com a água. Usando-a como algo maleável o bastante para puxar, tentaria criar um espaço de “vácuo” criado pela concentração da água de maneira que a mesma, moldada, impedisse a criatura de fechar a sua boca. — Eu não deixarei que você faça o que quer! — afirmei, certo de minhas palavras em meio a luta por minha vida.

Mesmo assim, se ao fim fosse engolido, tentaria minha última cartada. Concentrando a água em meu punho, como se a mesma revestisse o mesmo, socaria as paredes do corpanzil daquela criatura com todas minhas forças, buscando assim conseguir a brecha necessária para sair daquela armadilha ardilosa. — Droga! — bradaria ao nadar pra o exterior tendo executado a técnica.

Tendo saído daquele recipiente, daquela “prisão”, tinha de impedir que a criatura tentasse me seguir. Abrindo os braços, começaria a concentrar a água em meus punhos, ambos os punhos, imaginando-as duras como pedra. Em seguida, apertando uma mão na outra, juntei ambos os punhos para formar uma moldura de água maior e mais solida, que seria usada em meu golpe “martelo”. Pronto, nadei rapidamente em direção a superfície, mas novamente retornei e mirando acertar sua cabeça, girei em plena água e bati com ambos os punhos unidos, condensados pela água. — Double Hammer! — bradei ao atacar.

Livre, nadaria o mais rápido para minha embarcação, onde indicaria o caminho certo após vê-lo de terra firme. — Soltem a âncora, prendam as velas. Preparem-se que essa terra não é mais como as que conhecemos! — afirmaria pronto para saltar em direção a terra firme. Lá tentaria encontrar algum sinal de civilização, assim como o dito farol, que seria o alvo de minhas expedições naquela terra misteriosa. — Juntos! — indicaria ao caminhar por ali — Qualquer sinal de perigo, me avisem. Observem tudo, recolham informações!

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 2 EmptyQua 29 Maio 2019, 14:09


Narração
Tempestade
Localização: Grand Line
Noite

Aegir
O tritão sentia que a criatura devoraria ele sem pensar duas vezes, Aegir entendia a situação em que estava, não era mais aquele mar que conhecia tão bem, era um bem mais violento. A criatura tentava o puxar para baixo, mas quão eficiente seria isso para engolir em si Aegir? O rei dos mares abriu a boca e se impulsionou para cima para engolir o tritão, mas este era mais rápido e saia da área engolida pela criatura.

Com a liberdade rápida, não podia deixar que o monstro o seguisse. Fechou seus punhos e acertou a criatura, esta recuou um pouco, todavia, estava longe de ser o suficiente para desistir de sua presa. Aegir sentia que a criatura estava estranhando a situação. Claro que não abandonaria aquela refeição com tamanha facilidade, e assim, atacou novamente Aegir. O tritão segurou a boca da criatura com dificuldades. A criatura era mais forte do que ele, seus dentes eram afiados, mas não chegavam a machucar a pele do tubarão baleia. Aos poucos viu-se sendo mais apertado, a mandíbula da criatura iria fechar com ele dentro.

Sentindo seus músculos sendo forçados, via a úvula do monstro logo a sua frente e quando não aguentava mais, acabou sendo devorado antes de chutar como desejava. Assim conseguiu dar um pontapé enquanto se via preso na total escuridão que era a boca do animal. Quando percebeu, foi expelido pelo animal com força e saiu da água, emergindo e vendo a tempestade a sua volta. Não conseguia ver o navio, mas lembrava sua direção.

Começou a nadar na direção de sua embarcação ao perceber que o monstro não tentava mais nada contra ele. Parecia que a criatura não era tão acostumada a ter sua presa brigando com ele. Ao se dirigir para a direção do navio, acabou encontrando a embarcação, em terra. Eles perceberam o caminho errado, ou deram sorte de virar novamente sem perceberem, e acabaram indo para terra. Aegir se aproximou e ao subir na embarcação viu que a mesma estava vazia, mas sabia que era a sua embarcação.

Via de onde estava uma embarcação ao lado, uma que já havia visto a um bom tempo, saindo de Wars Island. A embarcação daquele homem que roubara seu golden ticket. A tempestade era forte ainda e o farol permanecia desligado, não conseguia ouvir muita coisa naquela terra em que estava, mas tinha certeza que aquele navio de seus inimigos também estava vazio. Foi então que um barulho diferente acabou por despertar sua atenção, um grunhido animalesco, vindo da água atrás de si. Olhando para lá, conseguia ver uma sombra na água de provavelmente algum animal, mas não conseguia falar qual era. A criatura simplesmente grunhia desesperada, tentando nadar e afundando e subindo.


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 2 EmptySex 31 Maio 2019, 16:11



O Farol: peripécias do mar.

O mar da Grand Line era um completo caos. De volta a Roubada, livre do perigo de ser engolido vivo, respirava fundo andando pelo convés da mesma. — Alguma... Novidade? — olhando para todos os que haviam ficado, questionaria acerca de novas informações a respeito do estado atual de nossa chegada naquele farol. Caminhando pela embarcação, segui até a borda da mesma, onde pudesse ter uma visão mais ampla do plano que estávamos localizados. — Então temos que ir para lá... — antes mesmo que pudesse definir qualquer objetivo que fosse, minha atenção era tomada pela presença de certa embarcação que, assim como nós, estava parada ali.

Como num turbilhão de emoções e lembranças, tudo que havia se passado no início de minha jornada na superfície vinha à tona. A confusão de sentimentos entre os episódios de minha vida me deixava aflito com o choque de emoções que estava em meu interior. — Punhos de diamante! — sério e seco, afirmei, exalando o ódio que tinha em meu interior, ainda do que havia se sucedido. Meu punho cerrava sem que me desse conta. Meus músculos aparentavam ter vida própria, eram uma extensão de meu ódio que fazia os mesmos se contraírem. Minha respiração ofegante começava a revelar meu atual estado. Apertando a borda da embarcação, buscando amenizar meu ódio, arqueava meu corpo tentando respirar melhor.

— Freir! — quase como um urro, ordenaria a presença da minha cria — Coordene todos. Não estamos sozinhos. Temos inimigos nesse local. Preparem-se para tudo, principalmente para me deter, caso perca o controle. Nos conhecemos a pouco tempo, mas você tem de saber como um guerreiro resolve as coisas que ferem seu orgulho ou suas conquistas! — sério, afirmei minhas palavras. Para o garoto, podia ser a visão de um tritão amedrontador. Não era minha intenção, mas dadas as circunstâncias, era o estado que me situava perante aquele adversário amargo, que havia usado de artifícios para me deter anteriormente.

Em meio a tanta confusão mental, um barulho tentava me chamar a atenção e até conseguia. Voltando-me para o mar, alguma criatura se estapeava na água, tentando sobreviver. — Alguém consegue avistar do que se trata? — buscando informações iniciais, tentaria identificar o que seria evitando ao máximo um contato direto com uma criatura desconhecida — Freir! Se acontecer algo, atire no que tiver à frente! Alguém me empreste uma espada ou faca! — falaria para o restante que estivesse ali. Ter uma lâmina seria útil para caso de criaturas gigantes tentando me devorar.

Decidido em deixar a caçada do Punhos de Diamante para momentos posteriores, estava instigado com o barulho que ouvia próximo a embarcação. Com requintes de desespero, via ali também uma possibilidade de conseguir mantimentos para prosseguirmos em nossa empreitada. Com a arma recém-conseguida, ou não, seguiria de maneira cautelosa, desta vez. Não podia brincar com as águas da Grand Line. Olhando ao redor, antes de mergulhar, tentaria identificar possíveis aliados ou armadilhas. Em seguira, nadaria até a criatura que grunhia, tentando enfim descobrir o que bradava tão desesperadamente. — Já pode parar com isso! — sério, bradaria para a criatura. Tentando sempre sentir movimentações na água, usaria de minha velocidade para me aproximar do alvo. Lá, tentaria ver do que se tratava. Se fosse qualquer coisa, além de inimigo, tentaria achar uma maneira para salvá-lo. Puxá-lo para terra firme, ou até nadar com o mesmo até a embarcação, o que fosse mais prático e efetivo, faria. — Qualquer brincadeirinha, criatura, eu te mato! — ainda tomado com a fúria anterior, afirmaria sem pestanejar.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 2 EmptySab 01 Jun 2019, 12:03


Narração
Tempestade
Localização: Grand Line
Noite

Aegir
Era difícil entender, provavelmente o tritão não veio a conhecer o proerd, ou havia batido sua cabeça diversas vezes ao ser tomado pela correnteza anteriormente. Porém, lá estava o tritão perguntando novidades para o ar que preenchia sua embarcação vazia. Não bastando aquela alucinação, acabou tendo outra ao ver o navio logo ao lado. Começou a lembrar de seu inimigo que já havia sido morto por ele e por aquele ninja a um bom tempo, antes mesmo de viajarem para Lvneel.

Infelizmente estando mais louco que o Batman, o meio-gigante tritão não parava por ali e ainda dava ordens para o nada afirmando para o nada ter cuidado por não estarem sozinhos ali. Um contraste forte com a realidade já que Aegir estava sozinho ali, bom, com a exceção da criatura misteriosa na água que grunhia em desespero ainda. Confiante de que seu filho atiraria em qualquer ser perigoso, partiu para uma jornada que poderia ser suicida já que não havia filho algum ali para livrá-lo do potencial perigo.

Pulando na água já esperto com as águas fortes e perigosas que existiam na Grand Line, Aegir foi se aproximando da criatura. E aos poucos notou que esta era um ser até comum pelos mares, um javali. Gritando para a criatura ficar quieta, o javali ignorava no primeiro instante, mortificado pelo medo e nadando desesperado ainda. Por perceber que este não o tratava como inimigo, Aegir o ajudou a chegar no solo. Onde o javali começou a correr em círculos entre os dois navios, todo feliz e satisfeito por estar vivo.


Para o avaliador:
 

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 2 EmptyTer 04 Jun 2019, 01:47



Não sabia ao certo definir o sentimento que crescia em mim ao ver aquela criatura do reino humano. Suas presas mais avantajadas, aquele pequeno ser me trazia uma recordação, não, não era recordação, eu nunca havia visto tal coisa, mas tinha a impressão que sim, seria uma visão de uma vida passada? Provavelmente. — Viva, criatura! E para todos aqueles que lhe perguntarem, você a partir de hoje se chamará Joffrey! — certo de minhas palavras, satisfeito por ter conseguido meus objetivos, havia liberado o pequeno ser, que corria usufruindo de sua vida.

Por alguns instantes, o real foco de minhas futuras atitudes havia se esvaído de minha mente, porém, ao ver a direção em que o liberto ser havia corrido, minha mente sofria o impacto das memórias retornando. — Freir! — sério, afirmei, ressoando minhas lembranças. Mudando totalmente meus sentimentos, seguir rapidamente para terra firme. Nesses momentos de retorno, observaria o local até onde minha visão pudesse permitir. Tentaria formar uma visão mais ampla, devido a estar mais distante da costa, para que assim, caso conseguisse, notasse alguma movimentação inimiga ou estranha.

Em terra, não titubearia o bastante para colocar tudo em prática. Visando a embarcação inimiga, segui. — Eles não devem ter ido muito longe, no pior dos casos, capturados e mortos. Será que estão perto da embarcação ou levados para o Farol? — sozinho, questionava-me enquanto cuidadosamente, ao meu estilo, seguia em direção a embarcação. Entrar na mesma seria arriscado, anteriormente não havia visto tanta, ou qualquer movimentação que fosse, porém, me aproximaria da mesma apenas para conferir brevemente, antes de seguir a direção desejada.

Tentaria localizar algum caminho já criado que desse acesso a algum lugar. Aproveitando de minha altura, tentaria encontrar algum sinal de Freir ou qualquer aliado que fosse. — Onde estão vocês! Merda! — sozinho, bradaria na ausência de pistas sobre o paradeiro deles. Não me mantendo estático durante uma possível ausência de informações, seguiria quaisquer rastros que fossem, assim como caminhos já estabelecidos. Tentaria ao máximo me manter atento aos arredores, como barulhos perceptíveis, movimentações favoráveis para percepção e acima de tudo, sinal do garoto.

Encontrando algum dos aliados feridos, tentaria me aproximar, porém, sempre manteria minha guarda alta para possíveis armadilhas. — Onde estão os outros? — questionaria enquanto, olhando para ele, analisava sua atual situação. Não era um perito em artes médicas, porém, tentaria ver algum ferimento ou se de fato a criatura conseguiria seguir. Encontrando Freir, não pensaria duas vezes e me aproximaria do mesmo, como pensado antes. — O que houve, garoto? — abaixando-me, tentaria segurar a cabeça do garoto enquanto ouvia as informações que eram me passadas.

Detectada a presença de algum inimigo, prontamente me ergueria e sério reagiria a qualquer comentário ou ação feita contra mim. De proteção só tomaria cautela para golpes em áreas dolorosas para mim, porém, de resto, apenas esperaria a real intenção de quem se mostrasse. — O que você fez com eles?! — direto e sério, questionaria, minando os responsáveis com meu olhar. Esperaria a resposta para entender o que havia acontecido ali. Estar em uma terra desconhecida, sonzinho e com aliados ausentes era o pior dos cenários que podia imaginar para um início de exploração.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 2 EmptyTer 04 Jun 2019, 03:36


Narração
Tempestade
Localização: Grand Line
Noite

Aegir
O tritão nomeou o javali de Joffrey mesmo sendo Pumba um nome infinitamente melhor. Mas aquilo tudo não passava de um lapso de sua consciência e lembrava-se que seu filho e colegas haviam desaparecido. Indo assim de despreocupado a algo próximo talvez de um desespero? Olhando para a terra firme até onde seus olhos permitiam, não era muito, a chuva castigava o ambiente e a noite não ajudava em nada, percebeu que meramente olhando em volta de seu navio não tinha dica alguma de para onde eles haviam ido. A chuva batia na areia e modificava a mesma com facilidade principalmente com as ondas que apagavam a presença até mesmo de suas pegadas, imagine as de humanos tão menores.

Partiu então na direção do navio inimigo, imaginando que seu filho e os outros dois estavam por lá ou no farol. A resposta era mais complicada que isso provavelmente. Pois mesmo de fora da embarcação inimiga conseguia ver o estrago que havia ocorrido nela. Claros sinais de luta. Havia espalhado pelo convés sangue, pelo, roupas rasgadas, além de alguns locais onde algo como uma bola de canhão maior que o normal havia batido com força, causando um grande estrago ali, pois pelo e sangue eram vistos por todas as partes.

Circulando o navio para encontrar onde poderia entrar naquele barco, acabou achando o caminho de acesso quebrado, a rampa que levava ao convés estava partida no meio, mas era perceptível para Aegir que a embarcação inimiga estava vazia mesmo assim. Não era muito complicado para ele imaginar que teriam pulado do barco, não era uma altura tão grande assim para realmente alguém se preocupar com isso. Mas não era isso que chamaria sua atenção. Onde estava a rampa quebrada havia a marca de um pé. Aquilo por si só já poderia ser um marco incrível dada a chuva. Pois para sobreviver naquele tempo a marca do pé ali era funda e grande. O pé que Aegir via era pelo menos três vezes maior que o seu próprio. E o tritão conseguia ver as marcas nas areias daqueles pés indo até o navio e depois andando no lado do navio e voltando de onde quer que tinha vindo, sendo somente apagadas na região mais próxima do mar, onde ondas iam e vinham com maior facilidade.

As pegadas iam só até a areia ia, quando o solo virou algo mais rochoso as marcas acabaram sumindo com o tempo. Mas até lá haviam seguido uma trajetória bem retilínea. O tritão poderia muito bem seguir reto para descobrir quem era o dono de tal gigantesco pé.


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 2 EmptyTer 04 Jun 2019, 17:12



— Mas que diabos é isso?! — pouco atônito, exagerando um pouco, havia ficado impressionado com o tamanho da pegada que havia encontrado. Assimilando estas informações com as imagens de guerra que havia visto anteriormente não conseguia pensar algo além de um massacre. Tentando relutar que tal sangue podia ser de meus aliados, não tive outra escolha a não ser seguir a trajetória que os passos faziam. Enfrentar alguma criatura maior que eu me incomodava um pouco, mas nada demais já que ao nadar a primeira vez pelo mar já tinha enfrentado coisa do tipo. A cada passada por aquela superfície arenosa, criava diversas imagens das mais variadas criaturas que nunca esperava ver no reino humano.

— Cessaram? — comentando em quase um questionamento, cessei meu ímpeto por alguns segundos, necessários apenas para um entendimento inicial, porém logo segui a trajetória que os passos indicavam. A cada passada, maior era minha ansiedade de encontrar o responsável por tal coisa. Seria medo? Não, ao contrário, o fato ode enfrentar um inimigo tão forte me deixava excitado. Sim, de tal forma, segui. Olhando para os lados, tentava identificar onde estava. Encontrar alguma construção ou destruição, assim como rastros de sangue, poderiam ser uma boa, mas descuidado não seria. Tentaria identificar alguma aproximação por passadas, caso fosse por terra, mas seria difícil devido a chuva que lavava meu escamoso corpo.

Encontrando alguma coisa ou criatura, primeiramente buscaria pelas imagens de Frei e meus aliados, depois analisaria todo o contexto, finalizando com a criatura. — Mas o que é você?! — impressionado, questionaria de maneira que mesmo não obtendo respostas, não me afetaria em nada. — Freir, eu vou deter esse monstro! — certo de minhas palavras, afirmaria caso avistasse o garoto. Sofrendo um ataque inicial, tentaria defender bloqueando o mesmo com meus braços. Os mesmos seriam colocados para proteger meu rosto e áreas menos resistentes. Uma armadilha de rede, tentaria usar de minha arcada dentaria e assim buscaria rasgar a mesma. Cordas, tentaria me mover o mais rápido para não deixar se estabilizar a prisão. Essas seriam abordagens iniciais caso fosse impedido de analisar a situação como queria.

Entretanto, encontrando algum aliado próximo, tentaria questioná-lo a respeito do que havia acontecido. — Não se preocupe, estou aqui. O que aconteceu enquanto estive fora? Onde estão os outros? — sério e sereno, questionaria, tentando ao máximo não o forçar a responder minhas questões. De inicio minha preocupação era aquele que havia me derrotado anteriormente, porém, algo me dizia que os Deuses haviam preparado um desafio muito maior, muito mais perigoso. Seria minha ascensão com escolhido.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 2 EmptyQua 05 Jun 2019, 02:21


Narração
Tempestade
Localização: Grand Line
Noite

Aegir
Não acreditando no que estava vendo, o tritão se perguntou como era possível algum ser possuir pé tão grande em comparação com seu próprio pé.

Por não possuir uma resposta para aquilo, viu como única alternativa seguir em frente. Sua mente oscilava entre excitação pelo potencial inimigo poderoso e a preocupação com seus companheiros desaparecidos. Quando a trilha sumiu sua única alternativa foi seguir em linha reta olhando para os lados.

Andou por um bom tempo naquela forte chuva até que finalmente algo se destacou aos seus olhos. Grandes gaiolas em um gigantesco navio. Percebera que andara tanto, que acabara chegando em outro litoral daquele pequeno espaço. As gaiolas estavam penduradas nos mastros do navio. E por estarem tão altas que Aegir conseguia enxergar seu filho e seus dois companheiros lá e cima.

Gritando para chamar a atenção de seus companheiros. Ouviu bem baixinha a voz de seu filho, apesar dele estar claramente gritando. - Pai! Cuidado com o gigante! - E Aegir simplesmente gritava que deteria o monstro que fosse. E por isso, naquela forte chuva e na escura noite, o tritão viu claramente quando o farol ligou novamente.

Com a iluminação do farol tudo ali ficava mais fácil de se enxergar. Logo a sua frente estava o gigantesco navio, só a rampa para subir nele já possuía diversos metros de altura. E a sua esquerda, seguindo a costa estava o farol. E dele, algo voava no tritão com toda a força pronto para acertá-lo. Aegir rapidamente tampou suas partes menos seguras e sentiu o impacto. O impacto era fortíssimo, empurrando o tritão alguns metros para trás, mas não chegou a o ferir. Quando olhou, percebeu que o que o atingira era um ser vivo. Era. Pois com o impacto o pescoço do javali quebrara e logo este estava morto a sua frente.

Foi quando Aegir viu surgindo do farol um ser alto, mas muito mais alto do que qualquer outro ser que já havia visto. Um gigante, um verdadeiro gigante, provavelmente precisaria de três ou quatro Aegir's para competirem com a altura daquele ser. Mas o mais impressionante é o que ele carregava em sua mão direita e o que levava em volta de si, presos por inúmeras correntes, um grupo gigantesco de javalis. - Sua resistência é incrível. - Ouviu o gigante falando com sua grossa voz. E assim o mesmo arremessava outro javali na direção de Aegir.


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido   Frenesi Ep. IV: A Ascensão do Escolhido - Página 2 EmptyQua 05 Jun 2019, 08:32




Maldição. A situação estava pior do que imaginava. Após andar por um tempo que não fazia a mínima ideia do qual havia se passado. — Que diabo é isso?! O que você pensa que está a fazer, sua criatura gigantesca?! — irado, afirmei olhando diretamente nos olhos daquele titânico inimigo. A iluminação do farol havia me ajudado e entender a situação a qual estava ali inserido. Ver meu filho e os humanos que haviam me acompanhado até ali, presos, me incomodava bastante, tanto quanto ver que aquele adversário usava de criaturas vivas, como o Joffrey, para tentar me causar dano. A consequência de tal atitude leviana era a morte das pequenas bolotas de pelo e presas.

— Você irá pagar por tudo que esteve fazendo a essas pequenas criaturas! Irei libertar meus aliados custe o que custar! — em uma afirmação de guerra, apontei em direção à figura de meu adversário, decretando o início do embate. O solo certamente estava molhado, devido as chuvas, a iluminação do farol poderia me auxiliar em ver o caminho e possíveis obstáculos para chegar até o inimigo. Totalmente tomado pela ira, flexionando a região mais rasa de minhas pernas, iniciava uma corrida em direção ao adversário. As criaturas vivas podiam novamente vir em minha direção por seu arremesso, por isso, alternando os lados de corrida, tentaria dificultar a maneira de ele me atingir.

Lado a lado, usaria obstáculos se possível, evitando ser atingido, para que assim, frente a frente com o inimigo, pudesse encará-lo como um verdadeiro guerreiro. Firmando meus pés, forçando minhas pernas, saltaria em direção ao inimigo. — Sofra com minha ira, colosso! — exalando toda minha excitação durante o combate, focaria em suas pernas, não de maneira convencional, mas sim de maneira efetiva para a situação.

Aproximando-me com sucesso de suas pernas, as usaria como apoio. Saltando em direção a uma delas, tentaria a usar de apoio para me dar impulso a outra, que também seria usada da mesma maneira, de lado a lado, para atingir meu objetivo principal. — Soco Especial no Saco Colossal! — afirmaria enquanto golpearia as regiões mais íntimas de meu adversário. Caso fosse atacado por um chute nesse momento, tentaria me agarrar de tal maneira ao material feito por sua bota, ou até pelos no local para não ser arremessado e, ao membro retornar ao ponto inicial, tentaria partir da mesma forma.

Após atingir a região escrotal do mesmo, tentaria apoiar-me em suas vestes, ou até pelo, e escalando suas costas, tentaria aproximar minha subida forçando meu peso em meus braços para tentar-me “lançar” mais acima e chegar ao ponto que havia pensado. Tal ponto seria o ideal para que, caso estivesse próximo, tentaria saltar em direção ao mastro onde as gaiolas prendiam meus aliados e, com um golpe de manoplas, tentaria quebrar as trancas de uma a uma, priorizando a do meu filho. — Eu falei que viria salvar vocês! — certo de minhas palavras, falava seriamente para todos — Muito cuidado! Se estiverem desarmados, apenas se afastem e deixem que eu cuido esse titã. Os demais que estiverem armados me acompanhem! — afirmaria.

Não conseguindo atingir as gaiolas, ou até se conseguisse, tentaria prosseguir em meu ataque. Visando a cabeça de meu inimigo, saltaria em direção a mesma. Concentrando meu foco a água que estivesse em meu corpo, devido à chuva, e até mesmo na água que caía dos céus, tentaria focar a mesma em uma esfera condensada que englobava ambos os meus punhos, juntos, para no fim, tentar aplicar um golpe “martelo”, com um soco descendente com ambos os punhos unidos, entrelaçados. — Shark Hammer Smash! — bradaria após atingi-lo.

Não caindo do mesmo após o impacto, onde se acontecesse, tentaria ao máximo fazer em pé, tentaria agarrar-me a suas vestes e correndo pelo seu corpo, tentaria deixar difícil de ser atingido ali. Tentando cair de costas para me esmagar, me impulsionaria em direção à frente de seu corpo e visaria os olhos do mesmo. — Boa noite! — afirmaria ao golpear um dos olhos, e após isso, visaria o outro.

Sendo jogado longe, em algum momento, tentaria proteger, novamente, minhas áreas mais sensíveis. Para facilitar isso, se necessário, abraçaria minhas pernas e assim tentaria me tornar uma “esfera” maciça, protegendo meu rosto e afins.

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