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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 5 EmptyTer 06 Nov 2018, 00:11

Relembrando a primeira mensagem :

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Hornee Diamond. A qual não possui narrador definido.


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Ficha | Aventura

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 5 EmptyTer 08 Jan 2019, 14:59


Bread

Vendo a situação a sua frente, Hornee tomava proveito do fato que os guardas mais próximos ao centro do pátio estavam ocupados com os prisioneiros que ironicamente usavam as armas do caprino. Correndo próximo a parede ele era avistado por um deles. – Ivar!! Mais um deles indo para a saída, o impeça!! – Gritava o soldado, e imediatamente um outro guarda se desembaraçava da luta e corria atrás do Mink ensanguentado.

A velocidade de Hornee devido suas feridas não era tão rápida quanto o normal, e o guarda parecia que iria alcança-lo rapidamente, mas o agente do governo estava preparado para essa situação e lançava uma de suas estrelas mortíferas em direção ao inimigo que se aproximava. Devido a sua falta de proficiência com o braço esquerdo, as posições, e até mesmo a claridade local, o lançamento falhava com o guarda usando a espada em mãos para defletir o ataque, se aproximando em seguida e tentando aplicar um golpe diagonal nas costas do Mink.

Mais uma vez, mesmo ferido, o caprino mostrava suas habilidades em combate ao saltar para frente e fazer um rolamento no chão, aproveitando o momento para lançar uma segunda estrela ninja contra o guarda, que mesmo conseguindo bloquear parcialmente com a espada, ainda assim tinha o rosto atingido, causando um profundo corte na bochecha do homem. A dor e surpresa faziam com que ele perdesse uma passada, travasse por um segundo devido puro reflexo, e esse mero segundo era o tempo que Hornee precisava para sacar mais duas shurikens e correndo a frente realizar mais uma vez sua técnica, não contra seu perseguidor, mas contra os dois guardas que bloqueavam o portão.

Ocupados com a luta contra três prisioneiros, os dois guardas não tinham muita atenção para dar a Hornee, e assim ambos eram atingidos em cheio, não de forma mortal, mas de forma que acabavam por abrir suas guardas e recebiam golpes finalizadores dos outros prisioneiros a sua volta. Com a passagem desobstruída, os agora quatro prisioneiros corriam portão a fora pelas ruas, tendo um guarda bem na sua cola e outros mais atrás que em breve se juntariam a perseguição.

Sem se lembrar de onde havia um hospital, e sem ter se livrado do guarda com um corte na bochecha, Hornee apenas seguia o fluxo dos outros prisioneiros, mas cada vez mais guardas se juntavam a perseguição já tendo ao menos cinco além do primeiro em sua cola.

---

Alencar (Aegir)

Ao longe o barulho de um sino batendo soava. – Mas heeein, a essa hora? Isso certamente é estranho! – Dizia o ferreiro franzindo a testa. Já passavam da meia noite, apesar dele não saber o horário certo, sabia que não estava prestes a amanhecer. Ouvido a pergunta do grande tritão a sua frente sobre dinheiro, o velho dava um sorriso leve – Dinheiro nunca é demais meu filho. – E olhando em volta, completava – E suponho que eu podia reformar essa joça.

- Não sei ao certo também, mas pela fome que sinto devem ter se passado varias horas, aposto que também está, posso ouvir o roncar do seu estomago daqui!! – Dizia ele, e de fato a barriga de Aegir emitia sons guturais causadas pela fome e que podiam ser escutados por todo o cômodo.

— Velho! Tem algo que ainda me interesso. Enquanto conversamos sobre isso e outros assuntos, me ensine algo que me interesso. Eu sei como forjar uma arma do metal produzido pelos Deuses e que foi banalizado pelos humanos. Sei também consertar o que produzir, porém, quero aprender a ter minhas próprias criações. A dádiva divina paira sobre minhas mãos, então irei criar armas lendárias para meus aliados! Você consegue fazer isso?! —

- Se posso? Mas claro que posso kakakakaka!! Mas não agora claro, volte amanhã quando estiver anoitecendo que vou ter um tempo melhor, agora preciso de uma bela refeição e de um pouco de descanso. Esses ossos velhos não aguentam mais o tranco como antigamente...

Ficava claro que ele estava dando o aprendizado como encerrado naquela noite, mas Aegir ainda tinha mais perguntas, dessa vez sobre a pessoa desaparecida, Mia Hatti. – Kakakakakaaka!! Três metros?! Não, não, ela é apenas uma garota. Cega ainda por cima. No entanto é sobrinha do rei pelo lado materno, e o pai dela é o poderoso Lord Hatti. Rumores são que ela foi sequestrada e o Lord Hatti está oferecendo 50kk de berries para quem puder retorna-la a salvo!! 50kk!! – O velho parecia exasperado frente aquela quantidade de dinheiro.

—Velho! Para conseguir o que deseja, um armamento para meus punhos seria interessante, não? Visto que já estou indo em busca dessa criatura, com um braço quebrado e, visto que a recompensa é boa, muitos outros tentarão também. Não tem nenhuma manopla que me sirva? —

Olhando com os olhos semicerrados para o tritão o velho o olhava de cima a baixo hesitando por um instante, antes de suspirar. – Certo, certo, mas quero meu casebre reformado! – Dizia ele abrindo um baú e remexendo nos itens lá de dentro e tirando dela duas manoplas que pareciam um pouco velhas e desgastadas. – Não ligue para a aparência delas, já passaram por muitas batalhas e sei que vão ser de grande ajuda. – Havia um olhar sentimental nos olhos do coroa ao olhar para o par de luvas, como se fosse um item que lhe trouxesse muitas lembranças.

Saindo dali, Aegir seguia em procura de uma taberna, e não demorava para encontrar uma, afinal de contas a forja em que estava, o hospital em que estivera, e a taberna onde seus companheiros estavam se situavam na mesma rua.

Outra coisa que ajudou a acha-los, foi que quando passava logo em frente a taberna, via seu companheiro Blaze saindo dela e gritava para ele. Mas assim que seu grito acabava, uma série de passos urgentes podiam ser escutados vindo da rua atrás de si.

---

West (Blaze), , Bread (Hornee), Alencar (Aegir)

Após jogar a conta da sua refeição nas mãos de Mizzu, Blaze não se sentia bem e ainda tinha dores pelo corpo. Acreditando que não havia sido tratado de forma correta, saía da taberna pretendendo retornar ao hospital e demandar uma cura. No entanto, assim que abria a porta e pisava na rua, dava de cara com Aegir que aparecia com seu jeitão espalhafatoso gritando. Mas isso não era o que chamava mais atenção, e sim o barulho de vários passos vindo da rua mais atrás dos tritão.

Logo ele podia ver do que se tratava. Dois homens, ou seria melhor chamar de criaturas, duas criaturas cheias de sangue estavam correndo desvairadamente em sua direção. Uma delas parecia um demônio saído das profundezas do inferno devido todo o sangue que o cobria, não era possível distinguir muita coisa além do vermelho que o cobria de cima a baixo, o par de chifres na cabeça e as duas estrelas ninjas que tinha nas mãos. Ao seu lado o outro estava em melhor forma, mas estava imundo, magricelo, com cabelos e barbas longas e por fazer, tendo em mãos um chicote.

O motivo que corriam? Bom provavelmente os sete guardas armados com espadas e lanças atrás deles.

No mesmo momento em que Blaze os via, a dupla de fugitivos também viam Blaze e Aegir. – Pela taberna! Vamos tentar usar a saída dos fundos! – Dizia o único prisioneiro que ainda estava com Hornee. Os outros dois tinham escapado por becos e vielas se separando deles durante o caminho. A ideia era interessante, mas poderia ser perigosa também. E o seu sangue não parava de escorrer.

- PAREM ELES!! SEGUREM OS MALDITOS!! – Gritavam os soldados que naquele ponto também já tinham vistos Aegir e Blaze.
---

Mizzu

Era possível ouvir barulho de sinos ao longe e mal saía do hospital, o rapaz já encontrava uma taberna na qual adentrava. Lá, se deparava com Blaze. O local não estava cheio e se aproximando do companheiro os dois trocavam algumas palavras antes de se despedirem, com a conta do amigo ficando a seu encargo. A garrafa de rum chegava em seguida. Dando a primeira golada, ele podia ouvir de repente a voz de Aegir vindo do lado de fora, pela porta que Blaze tinha aberto.

- 45.000 pela garrafa, 35.000 a refeição. – Vinha a voz desinteressada do barman quase que ao mesmo tempo.

Olhando em volta ele via um homem sentado ao fundo com uma cara de mal encarado, mas assim que começava a andar até ele, ouvia mais gritos vindos de fora, e dessa vez não pertenciam a Aegir.

- PAREM ELES!! SEGUREM OS MALDITOS!! –


HP Hornee:
 
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Alê
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 5 EmptyTer 08 Jan 2019, 21:43

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


A noite havia surgido e minha atenção estava tão entretida no interesse por uma arma que nem havia me dado conta que o luar já predominava naquela noite. Olhar para o céu tentando ter a noção do horário no qual me encontrava havia sido uma ideia pífia, então, voltando minhas atenções para a atual situação era o necessário. A minha frente estava o Demônio Branco. A alegria de rever meu aliado era tanta que, impulsionado pela vontade de beber, toda a alegria retornava a minha garganta e mais um grito de alegria seria liberado. — QUEM BEBER POR ÚLTIMO SERÁ A ESPOSA DE UM... — antes que terminasse meu raciocínio totalmente importante e valoroso, uma algazarra se aproximava de mim e vendo que a atenção do restante se voltava para o tremendo barulho que se anunciava, não tive alternativa a não ser virar-me ao desconhecido barulho.  — ...Demônio ensanguentado... — por alguns segundos tentei entender o que acontecia, mas ao notar que ali vinha correndo um tremendo demônio de chifres todo coberto de sangue, não pude me conter.

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— MAS QUE PORRA É ESSA?! BICHO FEIO DA PORRA! MORRE LAZARENTO! — não pensando duas vezes, a vontade inata de testar as “novas” manoplas falou mais alto. Arqueando meu punho para trás, aproveitaria que o alvo vinha em minha direção e desferindo um soco lateral de punho fechado, tentaria derrubar o barbudo menos interessantes — humanos em si são pouco interessantes. No entanto, em consideração ao demônio chifrudo vermelho faria diferente. Pegando por seus chifres, tentaria levantá-lo ou ao menos parar seus movimentos para poder dar uma boa olhada nessa criatura. — Mas de diabos é você, criatura estranha? És um emissário do inferno que veio para sentenciar os humanos por seus pecados para com os Deuses? Chegaste tarde! Eu farei isso! — afirmaria olhando para seus olhos, ou pelo menos para o que parecia ser seus olhos.

Analisando mais a situação e tendo aquele bicho feio perto, chegava a uma conclusão meio que interessante. Talvez ele fosse igual a mim. Aquela perseguição, talvez os humanos apenas tivessem relutando por ele estar aqui para vigar e trazer a desgraça merecida, ou talvez ele fosse só um monstro fanfarrão, mas enfrentar algo em minoria é muito fácil, não são todos que tem a imponência e experiência que construí ao longo do tempo. — Muito bem, senhor monstro. Vejo que o senhor está fedendo igual uma enguia podre, então fique aqui do lado, o tritão aqui tem assuntos para resolver com esses humanos barulhentos... — soltando-o, focaria agora nos humanos que portavam lanças e outras armas que ameaçavam o senhor monstro demoníaco chifrudo podre.

Deixando o chifrudo ensanguentado de lado, meu foco agora seria aqueles homens que o ameaçavam com armas. Se um de meus aliados tomasse a iniciativa, não poderia ficar para trás, flexionando meus tornozelos, correria em direção aos inimigos e deixando largas cada vez mais minhas passadas, saltaria com direção entre os adversários, tipo, bem no meio mesmo, no meio do furdunço. — Você deveria esperar seu capitão tomar a iniciativa! — bradaria em meio ao caos. Naquela situação, em meio aos inimigos, não tinha muito o que fazer, meu foco seria nos lanceiros. Buscaria agarrar suas armas no momento que fossem apontadas e desferidas em minha direção, puxando-as nesse momento. Meu braço não estava tão bom como de costume, mas buscando não os forçar tanto, apenas tentaria colocar as armas entre eles. Na possibilidade de meu braço não funcionar mesmo, ignoraria por enquanto o inimigo que estivesse no lado do membro e focaria no outro e depois, voltaria para o segundo. — Que belo brinquedo você tem aí, homem humano! Pena que na luta de verdadeiros guerreiros, brinquedos não têm vez! —afirmaria logo em seguida. Tentando os puxar, meu objetivo era estreitar a distância para que jogando um contra o outro, a distância para agarrar suas cabeças se tornasse menor e me permitisse tentar chocá-las uma contra a outra, nem que fosse preciso arremessar um dos homens com meu braço com na direção do outro.

— Isso é o que chamo de Quebra-Cabeças! MABARAHAHAHAHA! — riria em bom e alto tom. Prosseguindo no combate, o próximo poderia se aproveitar dessa distração ou apenas atacar, isso não me importava muito, meu objetivo era proteger apenas meu rosto e agarrar sua arminha, a qual puxaria trazendo o adversário contra meu corpo e ao mesmo tempo contra minha barrigada. — POW! COMO UM NAVIO TOTALMENTE DESGOVERNADO! — bradaria totalmente animado — Vocês, humanos, quantos conseguirão deter? Vamos ver que consegue deitar mais inimigos? MABARAHAHAHAHAHA! — prosseguiria atacando os lanceiros, caso estivessem ainda de pé, se não partiria para os espadachins, onde inicialmente tentaria servir de escudo para proteção de algum aliado. —AAAAH! — bradaria no momento em que sofresse o golpe — VOCÊ É MUITO FRACO! — bradaria.

— Ow! Se vocês perderem para mim, com um braço só, IRÃO PAGAR A BEBIDA QUE EU QUISER! MABARAHAHAHAHA! — bradaria tomado de um sentimento incontrolável... Seria esse meu Frenesi? Focando em qualquer inimigo que aparecesse em caminho, eu apenas correria em sua direção e como um tubarão cabeça chata descontrolado, acertaria meu alvo com uma investida usando todo meu peso e força, tentando arremessa-lo o mais longe possível. — WOOOOOOOAHH! — urraria em meio a tamanha selvageria. Porém, se errasse o alvo e “passasse direto”, eu me chocaria contra o que estivesse na frente, exceto se fosse algo que não conseguisse quebrar, onde eu tentaria brecar meus movimentos aparando meu corpo com meu pé contra o obstáculo.

— EU SOU AEGIR RAN NJORD! O ESCOLHIDO DOS DEUSES! E VOCÊS NÃO PODEM ME DETER! SE QUISEREM TENTAR A SORTE, AQUI ESTOU EU! — bradaria abrindo meu braço bom, de peito aberto, gritando em alto e bom som para que todos pudessem ouvir. — EU SOU AQUELE QUE VAI DERRUBAR A MARINHA, GOVERNO E TODOS QUE TENTAREM SE EQUIPARAR A UM DEUS E TENTAR DOMINAR O MUNDO! EU SEREI AQUELE QUE ESTARÁ NO TOPO! EU SEREI UM DEUS! —exagerando totalmente em minhas palavras além da maneira como as proferia, deixaria tudo o mais claro que podia, olhando nos olhos de cada um que estivesse ali me olhando naquele momento, terminada ou não a peleja. — E comigo estão as criaturas mais fortes e tenebrosas desse mar! Acham que iremos perder para vocês? Vocês são apenas divertimento para o nosso Frenesi!

Histórico do Tritão:
 

Objetivos da Aventura:
 

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Ficha | Aventura


SUPER IMPORTANTE:
 


Última edição por SirAlencar em Sex 11 Jan 2019, 15:11, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 5 EmptyQua 09 Jan 2019, 00:36

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


Meus graves ferimentos impediam uma cicatrização e, pior ainda, devido aos meus movimentos bruscos necessários durante as lutas eles pareciam estar piorando cada vez mais com o passar do tempo. Minha vista esbranquiçava e forçava minhas pálpebras se cerrarem brevemente por vezes fazendo com que minha resistência em permanecer de pé e sobrevivendo fosse difícil - *Não posso ceder!* - e eu me mantinha esperançoso não só pela confiança em minhas próprias habilidades mas na proximidade com o portão de saída.

Outro guarda, o tal do Ivar assim como chamado por seu companheiro, tentava impedir que eu saísse do local onde eu nem deveria ter pisado para começo de assunto. Sua técnica era boa mas imensamente inferior ao do guarda chicoteador com o qual lutei no andar de baixo - *Isso não será o suficiente para me deter...* - pensaria ao arremessar uma shuriken que pegava em sua bochecha e fazia um corte profundo em uma região que costuma sangrar em demasia, logo após um esperto rolamento de esquiva de minha parte.

Não há nada como criar uma técnica que te permite sair facilmente por cima de enrascadas - *Ahhhhh...* - suspiraria e engoliria em seco enquanto corria para fora daquele inferno arquitetônico. Mas meu sofrimento ainda - *Para minha sorte* - estava longe de acabar... sete guardas me seguiam, incluindo o "bochecha ferida" que agora deveria estar muito irritado. O cenário estava muito desfavorável para o meu lado...

Eis que, exausto de tanto correr e com ferimentos graves e abertos completamente expostos à doenças e consequências mais sérias, uma figura me chama atenção - *Um... PEIXÃO?!* - e imediatamente arregalaria os olhos por detrás dos meus óculos escuros mais ou menos no mesmo tempo em que ele provavelmente faria o mesmo ao notar minha presença. *Humpf... era só o que me faltava...* - a criatura grandiosa portava respeitosos 4m de altura - *... tomara que ele não esteja com a guarda real* - de um modo que eu torceria para não ter que enfrentá-lo naquele momento. Sete guardas já eram o bastante.

Sentia que precisava agradecer mentalmente o desgraçado traíra do Holff que se não tivesse me ensinado técnicas de como executar uma melhor corrida, eu já estaria novamente em uma cela - *Ou ainda pior...* - neste instante. Minha velocidade já não era das melhores e o cansaço lutava contra o meu corpo de modo que os homens de Kaliff se aproximavam bem mais do que eu gostaria e do que minha saúde, estando perfeita, permitiria.

Arremessaria uma de minhas shurikens sem interromper minha corrida (apesar que me manteria atento com o solo com o qual eu pisava para não perder minha passada e evitar um tropeção que poderia ceifar de vez minha vida ali) caso um guarda se aproximasse e giraria levemente o pescoço para trás para ter uma leve noção de posicionamento de onde este guarda estaria para poder acertá-lo em cheio. Minha mira focaria basicamente no rosto, principalmente se meu alvo já estivesse ferido naquela região como o espadachim de antes, ou nas pernas para desequilibrá-lo e impedir que ele continuasse sua aproximação. Uma segunda shuriken seria arremessada seguindo o mesmo processo de prontidão caso a primeira não tivesse surtido o resultado esperado ou se um segundo guarda conseguisse chegar tão próximo quanto o anterior.

Se algum guarda tentasse se jogar ou chicotear minhas pernas para tentar interromper minha fuga de um modo semelhante ao qual eu tentaria jogar minhas shurikens para interromper suas perseguições, eu estaria atento para saltar como um corredor de salto em obstáculos (porém não tão alto quanto um profissional ou tão plasticamente belo) para escapar de ataques pelo chão. E se minha estratégia de atacar primeiro para evitar aproximações com a dual shuriken falhasse, eu daria fintas de corpo zigue-zagueando com cortes bruscos para o lado e assim evitando que algum guarda me atropelasse ou conseguisse me atingir. Se seus ataques fossem diagonais, eu puxaria o prisioneiro barbudo pela camisa o colocando nas minhas costas como escudo humano o usando de bloqueio - *Eu não te devo nada...* - e finalizaria o empurrando com uma ombrada ou cotovelada para cima do guarda que estaria me atacando e embaraçar os dois para evitar sua aproximação.

No caso de não ter chegado ao ponto de eu usar o prisioneiro como escudo humano e ele ainda estivesse vivo correndo ao meu lado, eu o pegaria pela camisa rapidamente e o jogaria no chão para que servisse de oferenda para os guardas famintos. Se eu notasse que eu não teria força suficiente no momento para arremessá-lo, eu apenas o empurraria para o lado ou daria um chute giratório em sua canela... o importante era fazer com que ele caísse no chão e ficasse à mercê dos guardas - *Antes ele do que eu... você me deve uma!* - os distraindo enquanto eu tomaria a dianteira da corrida pela fuga. Com os meus ferimentos do jeito que estavam, certamente entre nós dois eu seria o primeiro à ceder se não o jogasse aos leões.

Correria para a taberna conforme o meu "amigo" barbudo tinha sugerido. Tentaria ao máximo driblar evitando proximidade com o tritão gigantesco - *Por motivos óbvios...* - em uma diagonal em direção à porta da taberna e a abriria rapidamente e aproveitaria tal movimento de abertura de porta para batê-la contra um possível inimigo que estivesse me perseguindo de perto para impedi-lo. Se tal inimigo ficasse atordoado com a porta eu faria um combo que envolveria um jab de mão direita, um gancho de mão esquerda, uma joelhada na barriga e o golpearia finalizando com uma chifrada tentando arremessá-lo para trás para o afastar de mim. Se o guarda conseguisse se recuperar durante meu combo e bloqueasse ou desviasse algum de meus socos eu partiria diretamente para a joelhada surpreendendo-o ou se ele bloqueasse minha joelhada ou chifres eu aproveitaria a lâmina afiada de minha shuriken para prontamente rasgar sua garganta como se ela fosse uma navalha - *Morra infeliz!*.

Estaria pronto para usar a porta aberta como escudo para seus ataques possíveis com espada ou lança bem como me colocaria atrás de possíveis colunas próximas à entrada da porta ou objetos que pudessem me servir de cobertura e neste caso eu arremessaria uma shuriken em sua cabeça aproveitando nossa considerável distância entre meu escudo improvisado para atacá-lo sem ficar próximo do inimigo.

Tentaria me agachar ou retirar o corpo da frente do tritão azul caso ele se aproximasse de mim e tentasse me agarrar e evitaria qualquer proximidade para fugir dele. Mas se isso não fosse possível e ele conseguisse me deter e ainda se estranhando com minha aparência e falando de Deuses e coisas do tipo, eu apenas arquearia os ombros com as palmas das mãos voltadas para cima e balançaria a cabeça negativamente em um misto de dúvida por não entender o que aquele cara queria com uma decepção por estar querendo conversar com um mudo em um momento extremamente inoportuno.

Aceitaria a ajuda de bom grado do tritão e recuaria com passadas para trás virando meu olhar ao redor tentando encontrar alguma proteção como barril, caixotes, vigas ou qualquer coisa da qual eu pudesse me proteger atrás enquanto o tubarão e seus homens me dariam cobertura. Eu aproveitaria chances de abertura de guarda dos homens reais para auxiliar meus protetores no combate enquanto eu estivesse recuado. Jogaria shurikens visando rostos e pescoços com tranquilidade, esperaria o tempo certo para que eles ficassem expostos e ajudaria matando mais guardas se possível enquanto recuperaria o fôlego e tentaria descansar da corrida para tentar interromper um pouco meu sangramento.

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Historico:
 


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Legendas:
 


Última edição por Bread em Sex 11 Jan 2019, 19:52, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 5 EmptySex 11 Jan 2019, 13:40

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


Eu não sabia ao certo, aquele dia estava longe de se acabar e para minha grande surpresa, seria aquele mesmo dia que eu teria um de meus mais belos sustos na vida. A frota que hoje é bastante enorme era apenas uma semente, e como uma arvore gigante ela se enraizava aos poucos, poderia ser esse o dia em que tudo realmente começava?

[...]

“45 mil berris?!  Pela garrafa de rum? Cara abusa só por que eu preciso!” Puta sacanagem do barmen naquele bar, eu estava indignado pelo simples fato daquela garrafa de rum ser soberbamente cara, além disso eu não queria nem ouvir o preço da alimentação, não queria que mortes desnecessárias caíssem sobre meus ombros, fazendo assim apenas pagar e deixar como estar. – Maldito! – Falava para mim mesmo enquanto percebia que aquele maldito espadachim havia deixado a sua conta para pagar, mas não retrucava muito, eu apenas seguia o fluxo do destino ali, não queria confusão, e que por falar em confusão, a mesma estava me perseguindo nos últimos dias, sendo uma pessoa como eu isso era tudo o que eu menos queria.

Os sinos badalavam. A bebida chegava. A comida também chegava e antes de perceber eu já descia uma grande golada daquele rum, nada que me deixasse embriagado, mas não era bom virar uma garrafa cara daquela, daquele jeito. Ainda resmungava sobre os maus cuidados sofrido por aquele hospital, onde já se viu um paciente sair mais ferido do que entrou, mas agora eu já não podia voltar atrás, sentia um pouco de alivio depois de deixar o jovem amaldiçoado a par do que havia acontecido, para assim saciar minha vingança para os mesmos, e foi só por isso que eu paguei a conta daquele larapio.

“Cara, esse tritão não consegue ser furtivo em nada!” Pensei enquanto ouvia a voz do mesmo na direção da porta do bar, isso devido a silhueta deixada pelo passar do West pela mesma. – Pelo menos isso aqui vai animar um pouco, tesk...- Falava, mas com ninguém ali, eu estava só na mesa ou pensava estar, mas ao olhar ao redor percebia que não tinha muitas pessoas ali, poderia ser pelo horário? Mas até que não me importava muito, logo que o calor me abrigava devido ao álcool em minhas veias, vindo daquele rum. “Aquele ali tem cara de ser um marginal, é acho que apenas com ele eu irei conseguir aprender aqueles métodos de arrombamento... Mestre sei que isso não é de nosso feitio, não estou manchando a honra dos Arashikages, mas é um bem necessário que eu preciso fazer neste momento” Eu encarava um dos clientes daquele bar, poderia ser um tanto que descarado demais, mas não me importava, sem camisa o símbolo dos Arashikages estava cravado em meu peito, e era ele que me dava forças morais e físicas para enfrentar o que viesse. “Que demora do Aeg...” Em passos curtos eu saia de minha mesa, seguindo na direção do gatuno ali, até me lembrar que o tritão ainda não tinha adentrado a taberna, coisa estranha essa pois não existia lugar melhor em que um peixe daquele quer estar, mas no mesmo momento em que pensava vozes me surpreendiam, vozes um tanto rudes e vinham de fora daquele bar.

“Maldição, deve ser a marinha!... Aegir!” Eu não tinha muitos amigos, também era uma pessoa seria e distante, mas eu nunca desonrei aquele que um dia eu fizesse uma promessa. Aquele tritão havia me salvado um dia e eu ainda não tinha retribuído a gentileza a altura, então até lá eu me recusaria de velo preso ou morto, me fazendo assim tentar correr o mais rápido possível para fora do bar e encontrar o Peixe tagarela, como o espadachim amaldiçoado.

Um encontro inesperado me acometia, as palavras “Parem” e “Maldito” Associava apenas uma coisa em minha cabeça, Aegir está sendo caçado pela marinha, e sem motivo algum eu teria que ajuda-lo. – Maldição Tritão! Você não consegue fica... Mas que porra é essa! – Poderia ser que eu conseguisse sair daquele bar, mas o que mais me impressionaria seria pelo simples fato de ver um ser humanoide todo ensanguentado ao lado daquele enorme tritão, seria um zumbi? Ou um demônio? Não sei, mas meu corpo falou por mim, eu já não controlava mais o mesmo, e como uma espécie de reflexo acelerado, eu tentava saltar na direção do animal horrendo, disferindo um chute não tão forte, mas que apenas o afastasse ali, algo como um empurrão visando o peito do mesmo. “Mas que bixo é esse, será uma oferenda aos demônios? Ahh!” Pensei enquanto tentava me aproximar do tagarela ali.

- Mas que porra, o que está acontecendo aqui?! – Perguntaria ao tritão sobre a real situação no momento, mas se eu olhasse um pouco ao redor do cenário entenderia perfeitamente, só que o simples fato daquele demônio ali estar presente, ofuscava minha concentração ali. – Que iniciativa Aegir?! Um maluco desses pode te infectar cara! – Bradaria novamente, eu não imaginava que eu realmente tinha feito algo errado naquele momento, e continuaria a imaginar até caso alguém me falasse do contrário. Poderia ser que eu estivesse errado ali, um chute num bode ensanguentado era o mais certo que eu tinha que fazer, mas eu não sabia que agora ele estava no nosso lado. “Mas que merda, esse maldito também é aliado do tritão?! Que sina é essa pra monstros esse cara tem?!” Não entendia o desenrolar do cenário ali, mas caso fosse introduzido ao mesmo entenderia que aquele chute apenas piorou a situação que estávamos.

Eu estava despido, com o símbolo dos Arashikages no peito, mostrava assim quem eu era e quem eu representava, mas poderia ser esse um ato terrivelmente errado de minha parte? Para alguém que queria pouca atenção, e viver comendo pelas beiradas, parecia que mais uma vez eu chamava a atenção do governo ali, mas isso era normal enquanto eu caminhasse junto com aqueles loucos ali. Se eu entendesse o real motivo daquela luta, eu me desculparia, não só com meus companheiros como também com o bode que eu havia acabado de atacar, pois olhando para ele um pouco diretamente, daria para perceber que o mesmo não era uma oferenda ou demônio, e sim um mink da espécie caprino, eram raros, mas agora eu sabia que não eram tão raros assim. – Aí, desculpa ai! Hehehe vamos matar esses caras! Não podemos deixar nenhum escapar, estamos numa nova ilha e não quero chamar muita atenção. – Falava para todos como também para o bode ali, enquanto tentava me aproximar do mesmo e estender a mão para ajuda-lo a se levantar, esperando alguma resposta do mesmo, que caso não houvesse, me intrigaria ainda mais com ele.

“Então novamente estamos lutando contra a marinha! Maldição, mestres parece que esse destino não me deixa viver livremente de nenhuma forma!” Pensei calmamente, mas logo mudava! O aspecto de meu rosto se transformava assustadoramente, um sorriso frenético me acometia, eu não queria, mas só o gosto da luta me saciaria, como também a vontade de matar me cobria. “Acho que essa é uma boa hora para usá-lo!” Puxando de meus bolsos eu colocava um dos meus equipamentos, um óculos feito exclusivamente para combates. Na cor branca eu o posicionava na melhor maneira sobre meus olhos, e apertando um dispositivo no mesmo, eu apenas enxergava o mundo sem cores, apenas o velho e bom branco e preto, e era só isso que eu precisava no momento. Como um marginal de óculos escuros e sem camisa em plena noite, eu sacava algumas shurikens em minhas mãos, de maneira minuciosa devido a minha habilidade de prestidigitação. Parava por alguns segundos, tentaria assim olhar ao redor de todo aquele cenário de batalha, a fim de averiguar e compreender todo aquele lugar.

Tentaria assim, logo após olhar ao redor, atirar todas as shurikens nos indivíduos que eu achasse ser hostil ali, menos o caprino, e caso a quantidade de shurikens não desse para tantos inimigos, eu apenas pegaria mais e as lançaria novamente, virando o peito e o pescoço dos mesmos. Era após lançar as shurikens que eu sacava minhas duas ninjakens alvas das costas, logo sem hesitação ou paúra correria de forma extremamente acelerada contra os inimigos, querendo diminuir a distancia para assim atacar com minhas lâminas. Caso encontrasse o primeiro inimigo, logo após me aproximar do mesmo tentaria me abaixar perante o mesmo, e em um movimento giratório para direita, tentaria estender minha perna atacando as pernas do inimigo, tentando fazer com que o mesmo caísse. Caso conseguisse de fato da queda do inimigo, apenas me levantaria realizando um corte com minhas duas lâminas no peito do mesmo, correndo assim para o mais próximo individuo hostil ali, para realizar mais um ataque. Caso conseguisse não demoraria para pensar ou atacar, e logo em um movimento cruzados com minhas ninjakens, tentaria realizar um corte em X de cima para baixo, e no momento que a lâmina chegasse ao ponto final do corte, o continuaria, mas agora o efetuando para cima, o mesmo ataque. – Morram seus malditos! – Diria, após ver o sangue dos mesmos serem expostos na cor preta.  

Antes de tudo, ficaria sempre atento a qualquer ataque do inimigo ali, nunca se sabe de onde pode vim um ataque a longa distancia, mas caso houvesse tentaria me esquivar do mesmo usando minha aceleração, pulando ou para os lados ou dando curtos rolamentos para os lados que mais fossem livres. Se no momento dos ataques eu fosse surpreendido pelo inimigo, me defenderia apenas usando as armas que estavam em minha posse, defendendo com estocadas ou até mesmo contra-ataques nos inimigos, e se caso não fosse possível para o ataque dos mesmos, tentaria assim esquivar meu corpo, e de ultimo caso direcionar o ataque dos mesmo em locais que não fosse vital em meu corpo, pois eu já estava deverás debilitado no momento. Caso também observasse que não daria mais para atacar ninguém, ou tivesse realizado os dois ataques, me afastaria dos mesmos dando alguns pulos para trás, tentando me afastar dos mesmos para pensar em uma nova tática para atacar, mantendo sempre a guarda alta. – Tritão, quem aqui está do nosso lado? – Falaria impaciente, pois tinha muitas pessoas ali, e realmente eu não sabia a quem atacar a não ser a marinha.
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Última edição por Mizzu em Qua 16 Jan 2019, 00:58, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 5 EmptySex 11 Jan 2019, 14:08

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


Com minha barriga cheia, me levantava e começava a sair do local, cansado pelo dia que tive e pela viagem até quase a morte, ficar a deriva sem água ou comida – Caralho, como e bom ter algo no estomago – passava a mão na minha barriga, sentindo que estava satisfeito. Deixando Mizzu para trás e com a conta para pagar, pousei meu braço no cabo da chokuto e abri a porta do local para ir até o Hospital, foi quando uma montanha surgiu na minha frente – Tritão! – exclamava, era aquele peixe gigante de quatro metros, como sempre, berrando sobre beber e vitorias, eu não demonstrava, mas estava feliz por ele estar ali, estava começando a aprovar a presença dele, sua força e personalidade era algo totalmente diferente.

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... fui pego totalmente de surpresa - Baphomet?

Ao fundo, um barulho chamou minha atenção, assim como de Aegir que se virava para ver do que se tratava – Que merda é essa? – segurei no cabo da minha espada, pronto para qualquer coisa que viesse, mas eu fui pego totalmente de surpresa – Baphomet? –  abria minha boca, estupefato pela cena, dois sujeitos corriam ensanguentados, com vários soldados gritando atrás dos mesmos, ambos cobertos de sangue, mas um deles era um bode. Quando era mais novo, nos cultos de adoração ao meu demônio, outros eram citados e adorados, um deles era Baphomet, um homem cabra com chifres, este demônio era famoso entre a nobreza, muitos matavam animais e bebiam seu sangue para pedir por proteção ao grande Baphomet.

Estava tenso com aquela cena, não era todo dia que via um demônio, além do meu, sem nem perceber, comecei a sentir a presença do Susano´o, meu protetor envolvia meu corpo, fazendo com que meu olho esquerdo começasse a arder, minha maldição estava sendo ativada. Aegir, assim como eu, estava espantado com a cena, o sujeito gritava e fazia uma cara engraçada – Ele é um demônio, se chama Baphomet – respondia baixo, apenas para o tritão escutar, eu sabia muito sobre rituais e demônios, de modo que eu tenho certeza de quem se tratava, e eu iria ajuda-lo.

Quando ele se aproximasse, deixaria que Aegir falasse primeiro, vendo que o mesmo não iria ferir aquela entidade, caminharia pela rua lateralmente, como se não quisesse fazer nada, afinal, um tritão daquele chamaria bem mais atenção, e se eu conheço meu capitão, era que ele iria arrumar uma briga das boas aqui – Faça o que sabe fazer Grandão! – torcia pelo ataque do meu aliado, já me posicionando lateralmente, pelos flancos dos guardas, naquele momento tentaria esquecer todas as minhas dores, tudo que importava era ajudar aquele demônio cabra que fora enviado até mim, o escolhido. Susano’o estava enorme em minhas costas, ou seja, o perigo e o desafio seria grande, como deveria ser.

Esperava que meu capitão chamasse toda a atenção para si, fazendo com que eu pudesse me mover na surdina para um ataque surpresa. Focaria meu ataque no flanco dos espadachins, deixando os lanceiros para o tritão. Retiraria minha espada, já ficando em posição de ataque, e assim que o tritão começasse sua investida, eu não ficaria para trás, iria ganhar minha gloria contra aqueles sujeitos estranhos. Usaria minha aceleração para avançar rapidamente em direção ao espadachim que estivesse mais próximo a mim, recuando meu braço tentaria efetuar um corte na parte de trás do pescoço um corte seco e rápido com o corpo da minha lâmina horizontalmente.

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Tendo sucesso em efetuar o primeiro corte, não diminuiria minha velocidade, pelo contrario, tentaria avançar agilmente para pegar o próximo espadachim ainda desprevenido pela loucura de Aegir a nossa frente com um golpe igual, usando minha lâmina na horizontal, tentaria dar outro corte no pescoço do sujeito. Com o segundo corte tendo sucesso, daria saltos para trás, me afastando daquela aglomeração, esperando que algum sujeito tivesse me notado e viesse me enfrentar sozinho, não queria ser pego como antes, sendo cercado por inimigos.

Se durante meu avanço, eu fosse notado pelo espadachim, tentaria dar alguma finta lateralmente. Com minha velocidade, tentaria me aproximar o máximo do sujeito, esperando que este me ataque, nesse momento usaria minha esquiva e agilidade para saltar lateralmente dando-lhe uma estocado na lateral do pescoço, retirando rapidamente minha chokuto para vislumbrar o sangue que jorraria do local – Esse já era – avançaria para o segundo, e caso este também tente me atacar, tentaria me esquivar lateralmente ao ataque, usando minha espada para bloquear algum ataque que fosse me acertar caso o sujeito conseguisse acompanhar meus movimentos. Tendo sucesso na esquiva, tentaria uma estocada na um pouco abaixo do ombro (em palavras simples, no “suvaco”) com uma estocada rápida e certeira, e assim, me afastaria dos demais.

Doravante, durante meu avanço algum lanceiro tente um ataque a média distância, ficaria atento e mudaria rapidamente minhas passadas para tentar uma esquivar, caso eu note que não seria possível uma simples esquiva, usaria minhas pernas para impulsionar um salto dando um giro no ar e pousando ereto, para continuar meu avanço.



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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 5 EmptySex 11 Jan 2019, 20:14


As coisas não pareciam nada boas para Hornee. Ferido do jeito que estava, ele era perseguido por sete soldados do reino de Lvneel. Percebendo que a cada minuto que se passava ele perdia mais terreno perante seus inimigos, o lado frio e cruel do caprino entravam em ação mais uma vez e visando agarrar a camisa do único outro prisioneiro que ainda estava ao seu lado, ele acabava era puxando a barba imunda do homem.

- MAS O Q... KYYYAAA!!! – Gritava o homem surpreso ao ser desequilibrado e cair de repente, não achando misericórdia alguma nas lâminas dos guardas que logo ceifavam sua vida. Ao menos Hornee conseguira o almejado, dos sete apenas o guarda chamado Ivar ignorava o barbudo saltando sobre esse para continuar a perseguição, mas um projetil, um shuriken lançada pelo caprino contra sua perna o fazia perder as forças na hora de aterrissar e ele caía com tudo.

Vendo a taberna com o grande tritão e outro humano ali na frente da entrada, o agente do governo tentava correr naquela direção, mas mantendo uma distância de Aegir, algo praticamente impossível devido ao tamanho desse. O tritão ao ver o capiroto se aproximando, erguia suas mãos e mirava nos chifres do mesmo visando segura-lo por ali, mas o agente desviava para o lado mirando entrar pela porta da taberna no curto espaço que aparecera com a saída de Blaze. O rapaz amaldiçoado já conhecendo seu capitão, sabia bem o que estava prestes a ocorrer, e assim escolhera avançar próximo a parede em direção aos guardas, como se não quisesse nada.

Assim, pelo pequeno espaço deixado por Blaze, Hornee conseguia se esquivar do agarrão do tritão e como um peixe escorregadio parecia prestes a escapar daquela rede mortal que se fechava ao seu redor. Parecia que tudo daria certo. E então dor. Sua movimentação era parada repentinamente e até mesmo revertida devido uma “voadora” que o atingia em cheio no meio dos peitos, bem nas suas feridas. Mais sangue ainda voava de sua boca sujando o rosto do responsável por aquele golpe tão cruel. Um jovem de cabelos brancos com uma enorme marca no peito.

Voando para trás o caprino caía no chão quicando algumas vezes. Mizzu, que quando saía da taberna via aquele ser ensanguentado próximo a Aegir não havia pensado duas vezes antes de chuta-lo e manda-lo de volta. O rapaz ainda perguntava para o tritão o que é que tava rolando, mas só via o mesmo dizer pro humanoide caído que iria cuidar dos humanos.

- Obrig... – Começava um dos guardas a agradecer ao verem o fugitivo sendo parado, mas logo era interrompido pelo avanço repentino de Aegir. Frente a uma criatura daquele tamanho, era impossível não sentir alguma trepidação, e os três lanceiros logo colocavam as lanças a frente, e o resultado era... o gigante tentava agarrar duas delas sem sucesso, os lanceiros tentavam lhe perfurar a carne, mas sem sucesso.

Como se tivesse recebido um sinal, Blaze sacava sua arma e avançava rapidamente mirando o espadachim mais próximo a si, que por coincidência era o mesmo que havia sido ferido por duas das shurikens de Hornee. Sendo pego desprevenido, o homem morria sem nem entender o que havia ocorrido. No entanto, um segundo espadachim, que o ajudara a se erguer anteriormente, ao ver aquilo logo partia para o ataque desferindo um golpe lateral de corte contra o tronco do menino protegido pelo demônio. Ele por sua vez também não perdia tempo e atacava visando a região abaixo do braço do homem.

Os dois se feriam, mas nenhum caía. Cambaleando dois passos para trás, o soldado retomava guarda e avançava com um grito enquanto dava um salto para frente movimentando a espada de baixo para cima.



Mizzu ao ver os soldados atacarem, parecia finalmente entender um pouco da situação e pedindo desculpas a Hornee que se arrastara para trás de alguns caixotes, partia para o ataque. Pegando duas shurikens, ele as arremessava contra dois dos lanceiros distraídos com Aegir os acertando no peito e os ferindo. Uma terceira era lançada ainda, mas Aegir entrava na reta e era acertado ao invés, mas sem ser ferido. O tritão havia avançado como um trem descarrilhado contra os lanceiros, se preocupando em proteger apenas seu rosto, e como resultado se chocara com dois deles os arremessando para longe. Enlouquecido ele começava a gritar e bradar seu nome aos quatro ventos fazendo um estardalhaço.

Mizzu vendo aquele grande impedimento a sua mira, sacava suas ninjakens e avançava correndo contra o terceiro lanceiro, mas era interrompido no meio do caminho pelo ultimo espadachim ainda fora de combate. Um golpe visando acerta-lo no pescoço e decapita-lo. Se jogando ao chão e realizando um rolamento desesperado, ele voltava a investir e o espadachim se preparava, no entanto era pego de surpresa ao receber um “bandão” e começar a cair, cair em direção as lâminas de Mizzu. Sem perder a calma no entanto, ele conseguia colocar sua própria espada no caminho, na frente do seu corpo, bloqueando assim o ataque.

No entanto a força do golpe o fazia rolar no chão e era no momento em que parava e começava a se erguer que duas shurikens o atingiam, uma no pescoço. Mais uma vez Hornee usava aqueles objetos com maestria, eliminando mais um inimigo. Sentado onde estava, era tudo que podia fazer naquele momento para ajudar na luta.

Sem perder tempo Mizzu voltava a investir contra o lanceiro mais próximo, que se posicionara atrás de Aegir sem que esse percebesse. Emocionado do jeito que estava, ele continuava a investir contra os outros dois lanceiros que nem mesmo tinham suas armas nas mãos, estando ambos em más condições após os impactos contínuos causados pelo barrigudo. O rapaz com cabelos brancos avançava realizando um corte em “x” de cima para baixo, que era bloqueado pelo homem, mas a lança havia sido inclinada de forma que a ponta batia no chão, incapaz de bloquear a continuação do ataque, um corte invertido em “x” de baixo para cima que o atingia em cheio, ceifando sua vida.

Agora apenas o espadachim com quem Blaze lutava e os dois lanceiros feridos e sem armas ainda estavam de pé. O jogo havia virado, ao menos por alguns instantes. Era nesse momento que som de cavalos galopando podiam ser escutados e da neblina que cobria o fundo da rua, quatro cavaleiros completamente vestido com armaduras pesadas, assim como seus cavalos de guerra, surgiam avançando com velocidade. Cada um tinha uma arma diferente, sendo elas um grande machado duplo, uma maça pesada, uma alabarda, e o mais a esquerda equipado com um escudo e espada.

Alguns dos membros da Guarda Real finalmente haviam dado as caras.



OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 5 EmptySeg 14 Jan 2019, 00:42

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

Música Tema Opcional:
 

As coisas haviam saído como queria. Os inimigos não podiam me causar dano, coisa normal de esperar pelos humanos, mas depois da última batalha no mar, o potencial de evolução dos humanos me deixava ansioso para o que viria a seguir. Antes que pudesse proferir qualquer palavra que me desse vontade ou que viesse a minha mente, um estranho barulho surgia no ambiente e aumentava ao passar do tempo. Para mim era um som com uma textura familiar. — Ao som do galopar, a força mais uma vez ressurgia. Ao som do bradar, a vida renascia... — recitei ao mesmo tempo que lembrava de todos estes dizeres que haviam chegado a mim em certo momento da minha vida. Em meio a tantas lembranças, enfim surgiam os verdadeiros guerreiros humanos. Trajando armaduras completas, as criaturas tinham com um tom imponente em nossa direção em um certo tipo de criatura terrestre de quatro patas. As armas que os mesmos portavam eram perigosas para um combate. Analisando rapidamente meus aliados e seus estados deploráveis, temi pela saúde deles. O conflito entre ficar e lutar ou partir e preservar a saúde de meus companheiros era intenso em meu interior. — Maldição... — bradaria ao perceber que fugir não era mais uma opção.

“Maldição! Os inimigos têm de ser abatidos logo. Estou com meu braço debilitado. Os demais também estão feridos. E estamos em minoria! Qual atacar e como atacar?” — titubeava comigo mesmo, perdido em pensamentos e quase esquecendo dos inimigos que ainda restavam. Tentando segurar um deles com a mão, em seu pescoço, lançá-lo-ia na direção do outro para assim me poupar tempo e acertar um soco de pressão em ambos ao mesmo tempo. “Pelo que conheço das armas que eles possuem... O escudo e a espada são armas de um alcance não muito longo em comparação a alabarda. Porém, o machado e a maça seriam armas trabalhosas. Por falta de tempo e condições, é melhor ser massacrado do que cortado em pedacinhos!” — concluía, antecipando à minhas ações. Se nesse cenário os inimigos ainda tivessem de pé, eu tentaria os agarrar com meu braço bom, ou um de cada vez, e flexionaria meus músculos em um arremesso, tirando-os do caminho.

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— Demônio Branco! Olhos Sangrentos! Sei do estado atual de vocês, mas fugir não é mais uma saída! Sei de suas forças, então mostremos para esses humanos o nosso poder! Se não agirmos juntos, morreremos aqui! Então, ignorem todas suas desavenças e vamos matar esses chulos! — sério e certo de minhas palavras, titubear apenas em pensamentos, nas minhas atitudes tinha de ser um líder, aquele que conduziria seus aliados à glória. Voltando-me para o ressoar de suas chegadas, olharia mais uma vez os inimigos, antes de transferir as ordens aos guerreiros. —Muito bem! Nessa situação, temos que defrontar os inimigos antes que eles possam estar em terra firme! Em suas locomoções, eles estão entregues a uma menor área de ação! Eu vou chamar toda a atenção para mim e foi encarar os inimigos de frente! Demônio Pálido, você atacará pelas sombras, quanto mais alto estiver o sol, maior será a sombra que você poderá agir, entendeu? Foque nas pernas da criatura que carrega o guerreiro com o machado! — informaria olhando seriamente em seus olhos, enquanto lentamente iniciava minha caminhada aos holofotes daquela batalha. — Olhos Sangrentos! Você ficará com a melhor parte! Arranque a cabeça dele, entendeu? Pararemos a criatura, iremos impedir que ele fique à vontade e você acaba com ele! Demônio Branco, você também! Corte a cabeça desta criatura! Não me perguntem o motivo de me seguir, apenas façam o que digo! A glória, ou a vitória! — encerraria minhas palavras por aquele momento, prontificando-me à luta.

Olhando o ritmo que os adversários se aproximavam, não demonstraria em qual iria atacar primeiro. Poderiam mudar a formação e priorizar determinado alvo, então, inicialmente, apenas ficaria parado, sem demonstrar reação alguma, de queixo erguido e olhar sério. “O que vocês vão fazer...” — pensaria enquanto esperava o momento certo a se mover. Mudando as suas formações, me locomoveria lateralmente para tentar procurar a melhor brecha de ataque, seja para a direita ou para esquerda, o alvo era o já estabelecido. Iniciaria uma corrida em diagonal e, rotacionando meu pé, o forçaria para ir de encontro em mais uma diagonal, em direção ao meu inimigo. Eu não sabia por onde o Demônio Branco agiria, então, sabendo do que tinha para fazer, iria de encontro a criatura quadrúpede que o carregava e usando de toda minha força, até mesmo do meu próprio corpo, tentaria brecar seus movimentos, cessando-a ali, ou pelo menos tentaria diminuir sua velocidade para que a ação do meu aliado fosse mais fácil. Usando meu braço bom, tentaria agarrar a frente do ser animalesco e usando todas minhas forças em minha mente, tentaria brecar o animal e não só isso, a tentativa de chacoalha-lo era para não se tornar um algo fácil para o adversário.

Não sabendo por onde os olhos sangrentos ia atacar, tinha de manter, ou tentar, ao máximo minha base firme. Se fosse golpeado ou se a arma do adversário estivesse ao meu alcance, tentaria agarrá-la, para retardar seu poder de reação, ou até a pegaria para meu próprio uso. Os demais cavaleiros podiam tentar também se intrometer e atacar. Acontecendo isso, tentaria cobrir meus aliados da melhor forma, ficando a frente de seus ataques sofridos enquanto os mesmos faziam o plano acontecer. — Droga! —bradaria em meio as ações protetoras. Conseguindo ou não finalizar, a falha não podia ser nem pensada para início de conversa. O tempo tinha de ser o menor gasto e já focado em outro. — Não percam tanto tempo aí! Finalizem esse fraco logo e depois ataquem o amassador! Eu começo! — afirmaria, tomando a dianteira das ações. Um ataque podia ser me dado de presente a qualquer momento. Uma pancada da maça do adversário possivelmente doeria, porém, não podia deixar me deitar por isso. Flexionando meus joelhos e firmando minha base, tentaria manter-me de pé, mesmo que a força fosse tremenda. Em uma estocada da alabarda, ou corte, tentaria agarrá-la, nem que isso me machucasse mais do que já estava. Com meu braço bom, tentaria segurar e puxar o adversário, girando a arma para que o cabo da mesma atingisse a cabeça da criatura que a carregava, caso estivesse montada, ou apenas jogaria o adversário para longe, tirando-o de perto para poder realizar uma melhor ação. Se fosse um golpe de espada, não tinha muito o que fazer, sofrendo-o, tentaria usar de minha força máxima para empurrar o inimigo o mais longe que pudesse.

— Agora! — bradaria, agarrando o cavalo do manuseador da maça, caso ele estivesse ainda montado. Segurando da forma anterior, priorizando meu braço bom, eu podia esperar que ataques podiam vir em sua direção, então, erguendo mais o lado do cavalo que era o mesmo do ferimento, tentava desestabilizar a base de ataque inimiga, para prejudicar seu acerto. Todavia, esperaria a movimentação aliada e se essa não viesse, eu apenas tentaria deitar a criatura e ganhar mais tempo. Se ele estivesse a pé, deixaria sua arma me atingir propositalmente, exceto na cabeça, onde tentaria coloca pelo menos meu braço, fechando minha guarda, para me proteger do dano, mas mesmo me sacrificando, tentaria agarrar a arma pela parte mais fina, e assim tentaria desarmar meu adversário, puxando sua arma para longe de si.

Vendo algum aliado extremamente machucado, tentaria recuar e protege-lo enquanto o mesmo levantava, caso conseguisse, ou apenas o pegaria nos ombros e me afastaria dos inimigos, colocando-o em um local “seguro”, onde pudesse focar totalmente nos adversários e não em proteger um fardo pesado.

Histórico do Tritão:
 

Objetivos da Aventura:
 

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SUPER IMPORTANTE:
 


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 5 EmptySeg 14 Jan 2019, 00:49

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


COOOOOOOOF!!! - O gosto de sangue na boca já estava se tornando frequente e isso era algo do qual eu não fazia a mínima questão com a qual me acostumar... um maluco de cabelos brancos voava na minha direção e se chocava fortemente com um chute no meu peito que me fazia perder os sentidos por curtos períodos de tempo conforme as sinapses de meu cérebro recebiam a informação do meu sistema nervoso em uma dor pulsante da morte se aproximando em passadas largas do meu ser.

Consegui com sucesso sacrificar o prisioneiro para os guardas vorazes, interromper a passada de Ivar e ainda desviar do tritão gigantesco mas eu não contava que eles estavam do lado dos guardas...

Mas, para minha sorte, eles não estavam. Um engano perdoável tendo em vista que nem eu mesmo me reconheceria no momento se me olhasse através do espelho. Eu voava chocando minhas costas contra o chão enquanto já pensava em continuar fugindo - *Isso tudo não pode acabar aqui...* - pois, de fato, eu ainda tinha muito frenesi para liberar do meu eu interior.

Arranjei uma boa cobertura na rua da qual eu conseguia auxiliar aqueles salvadores desconhecidos para eliminar os guardas. Não fazia a mínima ideia de quem eram, mas eu já estava num ponto que sem ajuda provavelmente não escaparia com vida... eram todos contra eu... somar alguns números do meu lado era uma ideia no mínimo esperta.

Eliminei mais um estorvo com minha shuriken e, pelas minhas contas, eles só estavam em três sendo que dois deles estavam desarmados - *Hehehe... eu já estive nessa situação e consegui me virar* - ria ironicamente inferiorizando os guardas restantes que não teriam nenhuma chance mais contra nós... até que a "cavalaria" - *Literalmente falando* - chegou.

Quatro cavaleiros com seus cavalos de guerra e armadura completa - *Droga! Como vou acertar esses caras vestidos desse jeito?!* - e eu arregalava meus olhos enquanto uma gotícula de suor vertia de minha testa por cima dos meus pêlos branquinhos. Eu já estava sem condições alguma de continuar lutando e eu me limitaria apenas ao suporte - *Preciso de um médico...* - tossiria com o auxílio da minha mão tapando minha boca para evitar uma sensação de dor ainda maior - Cof Cof...

Eu manteria minha estratégia de auxílio de meus "salvadores" - *Ou seja lá quem quer que eles fossem...* - arremessando shurikens em pontos vitais dos guardas que abaixassem sua guarda e perdessem sua atenção para mim. Meus locais preferidos seriam na região da cabeça e pescoço, onde apenas uma perfuração de estrelinha ninja era suficiente para aniquilar os guardas bobo alegres.

Meu foco mudaria porém se eu notasse algum inimigo se aproximando de mim e portanto estaria atento ao meu redor. Se um dos algozes tentasse partir para o ataque contra mim eu arremessaria shurikens em sua direção de forma pausada e pouco desesperada para maximizar a eficiência de minha mira. A situação era crítica - Deveras crítica* - mas o desespero leva à imperfeição e errar arremessos fatais não era do meu feitio. Meus locais preferidos vitais se manteriam o mesmo mas, caso o inimigo fosse hábil para desviar de meus arremessos e não fosse detido pelo tritão ou pelos humanos que o acompanhavam eu cederia em fazer arremessos contra seu tronco também em prol de sua derrota.

Utilizaria minha cobertura como alternativa para bloquear ataques desferidos contra mim de proximidade caso eu falhasse em eliminar algum adversário antes que ele pudesse desferir golpes contra mim. Se a caixa da qual eu me escondia não fosse pesada o suficiente para eu erguê-la e usá-la como escudo improvisado eu assim o faria, colocando ela entre mim e meu rival para evitar que ele me atingisse com sua arma ou golpes e, notando que ele estava alinhado com o caixote, eu empurraria ele arremessando o caixote contra o rapaz para derrubá-lo e aguardaria uma oportunidade de vacilo com esse meu movimento da parte do inimigo abaixando sua guarda para desferir uma shuriken e findar sua vida.

Todavia se a caixa fosse grande o suficiente para levantá-la e manejá-la com apenas um braço, eu me esquivaria com fintas de corpo laterais, rodando em 360º pelo caixote de um modo que eu desviasse do golpe do inimigo que com minha esquiva no "timing" correto fizesse com que sua arma se chocasse diretamente contra o caixote devido à velocidade do golpe. Pois, desse modo, eu garantiria que ele estaria com a guarda exposta pois sua arma estaria fincada na minha antiga cobertura e eu poderia dar uma joelhada em sua barriga, um soco no rosto e terminar com uma chifrada em seu pescoço de baixo para cima (principalmente se esse inimigo fosse um cavaleiro sem montaria, pois assim eu conseguiria causar um dano impactante mesmo que ele estivesse trajado em armadura). Se o inimigo bloqueasse minha joelhada por baixo eu daria sequência no soco de modo ainda mais veloz para que ele não pudesse bloqueá-lo também ignorando seu primeiro bloqueio, porém se ele bloqueasse ou desviasse do meu soco eu não tentaria chifrá-lo expondo minha cabeça mas arremessaria shurikens à queima roupa (pelo menos três) enquanto me afastaria com passadas para trás para evitar que ele me contra-atacasse enquanto eu tentava derrotá-lo.

Estaria também muito atento à movimentação dos quatro cavaleiros de armadura completa e, principalmente, o galopar de seus cavalos. Sem a mínima emoção, como um desalmado esperto que foi forjado para o combate, eu arremessaria shurikens na parte exposta da perna dos cavalos dos cavaleiros durante seu galope. Optaria por aquele que tentasse se aproximar primeiro de um ataque contra meus aliados ou contra mim visando derrubá-lo de lá. Eu sabia que dificilmente minhas armas penetrariam por debaixo de sua proteção e eu não poderia me dar ao luxo no momento de ser ferido se quer mais um pouquinho...

Se o cavalo continuasse resistindo após eu acertar minhas armas em suas pernas sem cair ou derrubar seu cavaleiro, eu insistiria em golpeá-lo com shurikens no mesmo ponto que a anterior o feriu até que o cavalo tombasse. Eu não me importava com o animal e tão pouco com os sentimentos de seu cavaleiro... eu só pensava em sobrevivência e era isso o que eu iria conseguir!

O alvo dos cavaleiros reais provavelmente naquele instante era eu - *Talvez o único fugitivo localizado e ainda vivo* - e eu consideraria que eles poderiam me atacar em dupla. Para esta situação, eu pegaria duas shurikens (uma em cada mão) e as alinharia com meu braço fazendo um "X" pouco antes de executar meu movimento rodopiando no ar que desencadearia na minha técnica Rainee Weapons para tentar acertar dois dos cavaleiros ao mesmo tempo.

Se eu visse que a aproximação dos inimigos seria inevitável e que se eu não saísse de lá em breve eles me alcançariam, eu correria para dentro de um dos estabelecimentos e cerraria rapidamente a porta na cara dele para deter pelo menos por instantes sua perseguição. Se meu perseguidor ainda estivesse montando em um cavalo, eu tentaria driblá-lo com um rolamento esperando que ele passasse em alta velocidade em minha direção - *OLÉ!* - pois posteriormente sairia pela tangente em direção à algum estabelecimento para fugir evitando que ele me alcançasse.

Principalmente, se meus aliados conseguissem expor alguma parte vital dos cavaleiros (como arrancar seu elmo, por exemplo), eu não desperdiçaria essa chance e rapidamente arremessaria uma shuriken caprichando ao máximo na pontaria para finalizar com sua vida. Eu evitaria ao máximo atacar tanto os inimigos quanto os cavalos em partes da qual eles estivessem protegidos obviamente por armaduras para maximizar o dano focando em partes expostas. Se eu encontrasse uma situação da qual eu deveria dar preferência de acertar algum dos inimigos, eu focaria no cavaleiro com espada e escudo - *Hmmm... esse escudo dará pro gasto...* - por motivos claros.

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Última edição por Bread em Seg 14 Jan 2019, 13:08, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 5 EmptySeg 14 Jan 2019, 04:17

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

Eu não sentia ódio, mas o que me sucumbia naquela época era apenas a vontade de morte. Até hoje eu não entendo muito o que foi que inicio todo aquele embate, é claro que uma coisa era certa, aquilo iria marcar legal nossas vidas sendo, a primeira de muitas lutas que combateríamos a parti da ali. Hoje percebo que foi devido a essa mesma luta que eu realmente reconheci o Aegir, esse tritão maldito, como companheiro e capitão, coisa que naquela época era o que eu menos queria, ser pirata!

[...]

O sangue me tomava, eu seguia faminto por vingança e onde eu pusesse distribuir toda essa raiva, eu não hesitava em descarrega-la. Não via as cores de tal substância ativa em meu corpo, não queria em nenhum momento ter a vontade de ver a mancha vermelha ou em mim ou em meu inimigo, o que eu queria mesmo era ver apenas a sua respiração para, ver que o mesmo não estava mais com o coração a bater, e ver sua alma impregnar em minha lamina. Sim, eu tinha me deixado levar, em uma hora para outra eu mudava todos os meus sentimentos, mas tudo isso tinha uma causa, um porquê, que logo eu explicaria. “Maldição! Mas que porra está acontecendo comigo mestres?! Eu estou perdendo a concentração muito fácil em lutas, seria a vontade de matar aquele maldito que me deixa assim? Em ver sangue eu entro em um estado frenético? Maldição, além dele ter tirado tudo de mim, agora isso!” Era isso mesmo que eu estava pensando no momento, como um tubarão faminto após sentir uma mísera substancia de sangue em seu olfato, eu me perdia na selvageria quando eliminava o primeiro inimigo, era uma espécie de efeito escalativo, quanto mais eu matava, mas eu agia sem pensar.

Já haviam sido dois que sentiam o gosto de minhas lâminas, não era minha vontade de início, mas eu tinha uma divida com aquele tritão, não podia deixa-lo só naquela luta, como ele também não me deixou contra aquele maldito desertor. Sinceramente, para um ninja como eu, de uma linhagem tão profunda e forte, eu estava chamando muita a atenção, não era o que eu queria naquele momento, mas era o que tinha que ser feito, e por isso mais dois marinheiros haviam sido mortos. “Cavalos?!” Eu ouvia galopes que gradativamente o seu volume ia aumentando.

Era o apocalipse, eu nunca fui muito de ouvir histórias sobre teorias do fim do mundo ou algo do tipo, mas lembro-me por um cético que matei uma vez, que antes de morrer afirmava que os quatros cavaleiros do apocalipse iriam me perseguir e vinga-lo, seria esse o momento? Justo no dia em que eu não estava totalmente estável para receber um bom tratado de vingança. – Pourra!... – Era de se espantar, guardados até os dentes, os quatros cavaleiros ali tinha armaduras até para seus cavalos, um com um duplo machado, outro com uma alabarda, um com uma maça pesada e por fim um com escudo e espada, eles realmente eram diferenciados e exalavam firmeza, coisa que era louvável para mim. “Parece que eles são fortes, Merda! Hoje eu não estou e meu 100% para poder lutar de igual com eles! Maldição o que faremos?” Pensei, com a ninjaken ainda na mão eu coçava a cabeça com o punho até que era chamado a atenção pelo Aegir.

“Fugir?! Morrer?! Eu nunca morrerei antes de cumprir com o meu dever! Porra de desavenças!” Afirmava de antemão para mim mesmo, eu não iria morrer naquele lugar e nem ao menos fugir! – Porra de desavenças! Depois nos matamos em uma outra hora, agora temos que resolver contra esse aí, somos em três e eles em quatro! – Bradava enquanto novamente ouvia as palavras do tritão ali. Olho nos olhos, eu sentia a firmeza e a certeza de vitória vindo daquele enorme peixe, eu já havia presenciado algo parecido, mas a história seria longa para se contar nesse momento, voltando... O plano já estava totalmente traçado, eu não tinha mais o motivo para me preocupar como atacar, apenas seguiria com o plano que o futuro só cabe ao destino dizer.

Imóvel, o sangue começava a escorrer em minhas lâminas, gotas e gotas do inimigo, com as mesmas apontadas para o chão eu olhava diretamente para os peões mais a frente, criava uma postura como de um duelo no velho oeste, logo retirando os óculos que impugnavam as cores ali. – Quero ver nitidamente esse momento. – Afirmava para quem estivesse ali, tirando meus óculos especiais com a mão direita, logo após guarda as duas ninjakens em suas bainhas nas minhas costas. Meu olhar era de um uma fera indomável, uma intimidação extrema exalava de minhas írises, e era por meio daquilo que eu tentava demonstrar para os inimigos que qualquer passo errado, causariam suas mortes. As ordens já haviam sido passadas e como um ninja disciplinado eu era, apenas esperava o sinal para prosseguir com tal plano.

Esperaria o grande tritão iniciar o que havia planejado antes, e como uma sombra que persegue seu hospedeiro durante o dia, eu tentava usar de minha furtividade como também de minha aceleração para me encobrir pelas costas do Aegir ali, transformando assim qualquer ataque vindo de minha parte para os inimigos, seriam um grande surpresa, e era exatamente isso que eu queria. Logo após dar poucos passos, eu não hesitava logo puxando milhares de sebons com minhas mãos. Enquanto corria eu tentava como sombra do Aegir, mirar nas cabeças dos cavalos como na dos cavaleiros, e atirar as mesmas armas que agora estavam em minhas mãos. Poderiam apenas serem repelidas pela armadura? Sim poderiam, mas o que eu queria mesmo era revolucionar suas concentrações, como também instaurar o caos aos cavalos logo após serem atingidos na cabeça.

Caso conseguisse chegar próximo do alvo que o aegir havia dito, não esperaria por nenhum aviso do peixe, eu o ignorava, concentrando apenas minhas forças e habilidades no cavaleiro e no cavalo que agir tentava abafar. “É agora ou nunca!” Pensei logo quando deixava o tritão ir mais rápido, enquanto me distanciava do inimigo diminuindo os passos, ficando exatamente a três metros de distancia daquele cavalo, logo ativando toda minha aceleração possível e sacando duas shurikens do bolso, mirando-as e atirando-as, tentado acerta o pescoço do individuo que estava sobre o animal, mas meu real objetivo mesmo era abater o que mais oferecia perigo ali, o animal. Continuando com o ataque, eu logo após me aproximar, tentaria desferir um golpe desembainhando uma de minhas ninjakens cortando as pernas do quadrupede, segurando a lâmina com as duas mãos para dar mais firmeza ao golpe, só parando atrás do bixo. - Arte ninja ~ Corte do Deus do trovão! – Gritava.

Por um momento poderia ser que os inimigos ao redor tentassem interferir com meu ataque ou com o plano, logo enquanto corria para desferir o golpe de desembainhar, atiraria diversas shurikens em quem fosse hostil ali e se aproximasse de mim ali, caso sendo animal, tentara acertar diretamente em suas cabeças, pois caso fosse repelidas por algum tipo de armadura, apenas pela agitação do ataque poderia enlouquecer os bichanos. Mas se caso não adiantasse, usaria o golpe de desembainhar a lâmina para defender um possível ataque inimigo ali, logo após me defender ou tentar, seguiria pelo caminho antes traçado, tentando me posicionar nas costas do cavalo ali. “Só tenho essa alternativa!” Pensava enquanto apenas segurava a ninjaken com a mão direta, e a esquerda puxava uma sebon e em instantes a jogava tentando acertar os testículos do animal ali.

Se de alguma maneira eu conseguisse a agitação ou a queda daquele animal, um metro de distância, após conseguir tal feito, rapidamente frearia bruscamente com meus pés meu avanço, me virando e novamente usando a minha aceleração para ajudar no movimento, logo correndo novamente contra o cavaleiro, mas agora em suas costas. “Morra maldito!” Pensei enquanto após me aproximar tanto que fosse possível deferir um golpe com minha lamina, e era isso mesmo que eu tentava, logo segurando a ninjaken com as duas mãos transformando a pouca vontade de chamar a atenção em uma firmeza inigualável, eu tentaria deferir agora um corte simples mais extremamente forte, usando todas as minhas energias, para mirar no pescoço do inimigo e logo o corta-lo, apenas me certificando que era no mesmo momento que o Kaleb iria aparecer!

Podendo assim ainda os inimigos continuarem a nos perseguir, mesmo após eu tentar cortar ou ferir os testículos do animal ali, logo usaria a mesma arma que estava segurada por duas mãos másculas, para defender qualquer possível ataque de terceiros ali. “Deixo pra você, amaldiçoado!” Pensaria, caso tudo desse errado, mas logo tentaria me afastar dos bixos e voltar para onde tudo tinha começado, a frente do bar, mas isso aconteceria até mesmo se tudo desse certo, pois possa ser o que o destino era quem me guiava. Logo estatizado eu esperaria mais algumas informações sobre os próximos pulos, ou esperava algum movimento brusco do inimigo, enquanto os encarava com meia mão no bolso onde tinha as armas lançáveis. “Façam algo, seus merdas!” Pensei enquanto coçava com a unhas as armas afim de atira-las nos inimigos, caso fizessem algo hostil.

- Aegir, Cada um com um ?! – Afirmava, logo após ter concluído o plano de aniquilar um dos cavaleiros ali. Caso não, apenas continuava na mesma forma, esperando novos planos para a vitória.
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Última edição por Mizzu em Qua 16 Jan 2019, 00:58, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 5 EmptySeg 14 Jan 2019, 14:35

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


Tudo acontecia muito rápido, da calmaria do bar a noite, para um embate sangrento na rua de Lvneel, como havia esperado, me aliar com Aegir se mostrava ser uma boa escolha. O tritão arrasava seus inimigos, assim como Mizzushiro que eu já reconhecia como um bom espadachim, o meu inimigo pelo contrário havia resistido ao meu golpe, uma vergonha – Tsk – trincava meu maxilar ao receber o golpe – Ele não é de todo ruim – avaliava o espadachim a minha frente, o mesmo havia tomado um golpe certeiro, mas seu contra-ataque me atingiu, para simplificar, estávamos empatados. Os gritos de Aegir ecoavam pelas ruas largas daquela grande cidade, sendo abafado apenas pelo galope de cavalos a distância, eu não sabia o que era, mas tinha um sentimento que não seria coisa boa – Arhg – meu olho esquerdo começava a sangrar, uma lagrima grossa e vermelha descia pela minha bochecha, pingando próxima ao meu pé, para os outros podia significar dor ou outra coisa ruim, para mim era diferente, eu sentia uma força inundar meu espirito – Me proteja – as palavras internas seriam ouvidas apenas por Susano’o, que crescia cada vez mais em minha volta, protegendo de tudo aquilo que poderia me machucar.

O guarda tomava iniciativa e saltava em minha direção, ao ver esse movimento colocaria minha perna direita a frente da esquerda, trocando minha espada para a mão direita, colocando-a baixa em minha cintura, ao sentir a aproximação da lamina usaria minha noção exata de tempo para tentar uma esquiva simples para o lado direito, uma finta de corpo, com uma pequena mudança nos pés para a lateral, a intenção seria me esquivar do golpe e ao perceber o êxito, rapidamente levantar minha espada dando um corte em meia lua de baixo para cima na barriga do sujeito, com intenção de fazer suas tripas saltarem para fora.

Se ao ficar em posição, sentisse que minha finta seria equivocada e que iria ser acertado pelo corte, tentaria antever e colocar subitamente minha espada a frente do meu corpo para que as lâminas se chocassem e eu não fosse ferido. Tendo sucesso no bloqueio, ou até mesmo tendo recebido o golpe, tentaria me mantar em pé mais um pouco para girar meu corpo para o local em que o guarda havia pousado para usar a força do giro, juntamente com meu braço esticado para desferir um corte horizontal no pescoço do homem, aproveitando que o mesmo não estava em posição perfeita de defesa para pega-lo de surpresa.

Ao finalizar este último inimigo, buscaria ver se havia mais algum por perto e vasculharia a posição dos meus aliados e de Baphomet – Acho que deu tudo cer... – não daria tempo de finalizar meus pensamentos pois, ao fundo conseguia ouvir o bater de cascos nas ruas – A cavalaria chegou – se fosse em uma situação normal, eu estaria satisfeito em enfrentar sujeitos tão fortes e bem preparados, mas ao contrário disso, estava cansado e ferido, mal alimentado, certamente seria um teste bem superior aquele que enfrentei em Wars Island – Queria que Thorfinn estivesse aqui – certamente, aquele loirinho iria ser de grande ajuda, mas ele tinha uma missão maior, arrumar nosso barco para partimos para o Farol.

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... Respiraria fundo e analisaria o que poderia ser feito

Respiraria fundo e analisaria o que poderia ser feito, a situação seria perturbadora – Fugir seria vergonhoso – pensava passando a mão em minha bochecha para sentir meu sangue ainda quente – Continue Firme – meu Susano’o respondia colocando suas mãos ao meu redor. Aegir já tomava a iniciativa frente a quatro cavaleiros, todos com armaduras, assim como seus cavalos, bestas selvagens e musculosas. O tritão já começava a coordenar nossos movimentos, nos dando moral e direção – Entendido – falaria seco e sério, mas por dentro estava satisfeito por ficar com a melhor parte – Sofra por um minuto e viva para sempre – tentava não deixar meus ferimentos tomar conta da minha mente, teria que sobrepor tudo que estava sentido e colocar minha alma na minha chokuto, ou não sairia dali vivo.

Quando Aegir começasse avanço contra um dos cavaleiros, não perderia tempo e já começaria e me movimentar, inquieto e ansioso analisaria um caminho que me deixasse em melhor posição para saltar e finalizar o primeiro deles, usando minha visão aguçada já procuraria por uma abertura na armadura próxima ao pescoço, achando-a, procuraria me concentrar e manter a imagem sempre em minha mente. Flexionando minhas pernas, seguraria minha chokuto firme, enrijecendo o couro em seu cabo, meus dentes rangiam de tanta tensão que eu estava, uma falha, e poderia ser acertado seriamente.

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... colocando meus braços para "baixo" e pernas para "cima"

Assim que Aegir e Mizzu fizessem seus movimentos, avançaria como uma flecha, usando o máximo da minha aceleração para pegar uma velocidade alta para efetuar um salto alto o suficiente. Quando me aproximasse do alvo que o tritão estivesse segurando, flexionaria meus joelhos e saltaria. Ao deixar de tocar o solo, usaria minhas técnicas acrobatas para dar saltar o mais alto possível, saindo do raio de ataque do cavaleiro, quando estivesse próximo ao seu pescoço, giraria meu corpo com ajuda da impulsão dada, e daria um pequeno mortal, colocando meus braços para “baixo” e minhas pernas para “cima”, de modo que fosse mais fácil efetuar uma estocada na jugular do inimigo, não seria fácil, mas tentaria mirar e acertar o local com meus conhecimentos do corpo humano.

Ao saltar, tomaria cuidado para que ser mordido pelo cavalo, tentaria manter certa distância da boca do animal. Outro cuidado seria com o cavaleiro na lateral, certamente o mesmo não ficaria parado, se o mesmo tentasse me atacar antes do salto com alguma arma de médio alcance, tentaria uma esquiva simples para o lado contrário ao golpe, tentado não ser acertado em cheio pelo impacto. Já após o salto, e durante o golpe, tomaria cuidado novamente com o cavaleiro ao lado, se o mesmo tentasse me atacar, rapidamente pegaria minha bainha com a mão livre, e colocaria a mesma a frente do golpe, não saberia ao certo se daria alguma diferença, mas talvez confundo o sujeito, impedindo-o de me acertar. Doravante, se o cavaleiro não estivesse totalmente focado em Aegir, e tentasse me agarrar com a mão livre, ou até mesmo me socar, usaria minha mão livre para tentar desviar o golpe (soco), ou não deixar que ele me agarre.

Durante o golpe, se Mizzu tentasse atacar o pescoço do sujeito, tomaria cuidado para não nos chocarmos no ar, ou até mesmo, um ferir o outro, de modo que focaria em atacar o lado do pescoço que Mizzu não estivesse mirando, tudo isso para não repetir a cena da cabeçada que outrora ocorreu, ainda podia sentir o sangue seco em meu cabelo.

Ao pousar, já faria um rolamento para frente, tentando evitar um coice do animal bem treinado, e também para me afastar daquele grupo, tendo em vista, que alguns deles possam descer e atacar, pela armadura, eram soldados bem treinados e não poderia manter a guarda aberta, então, ao pousar, já rolaria para longe e saltaria para ficar de pé e analisar a situação. Tendo sucesso em abater o cavaleiro, ficaria satisfeito com a meu golpe e já planejaria qual serio o próximo, com apenas três deles, poderia deixar no mano a mano, o que me agradaria bem mais – Um já foi – pensaria ainda tentando manter a calma, sentido cada pulsação do meu coração, o suor escorrendo pelo meu peito.



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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 5 EmptySeg 14 Jan 2019, 18:23


Na noite fria e escura o badalar dos sinos e o galopar dos cavalos despertavam a cidade, mas ninguém ousava sair de suas casas com medo de se envolver no derramamento de sangue que certamente se seguiria. Em uma rua larga nas partes mais afastadas da cidade, um combate estava em andamento. Um tritão gigantesco com quatro metros de altura pegava dois humanos que não tinham nem metade do seu tamanho, e batia suas cabeças uma contra a outra.

Um pouco mais a frente, um homem com olhos sangrentos trocava golpes com um dos guardas do reino. Dando uma passada para o lado ele se esquivava do golpe que visava tirar sua vida, e com um contra-ataque preciso, cortava a barriga do soldado que surpreendentemente não parecia se desesperar com isso. As tripas escapavam da proteção de sua pele, mas ainda assim o homem tinha um leve sorriso no rosto. Uma morte em batalha, não poderia pedir nada mais que isso. Caindo lentamente de joelhos, ele olhava uma última vez para o céu e tombava de vez.

Da sua posição atrás do caixote, Hornee via tudo isso acontecer, mas não se sentia nem um pouco mais tranquilo, afinal de contas podia ver também os quatro cavaleiros em suas armaduras avançando rapidamente sobre seus cavalos de guerra. A desvantagem em que estava, mesmo com a ajuda daquele trio, era clara. Pegando suas shurikens, ele se preparava para tentar auxiliar na medida do possível.

Aegir, Mizzu e Blaze obviamente não ficavam parados frente aquela ameaça. Após um rápido direcionamento por parte do líder do grupo, eles decidiam em um plano de ação. Iriam focar seus ataques em um cavaleiro, deixando para o tritão a função de bloquear os golpes. O grupo se reunia do lado direito quase que em fila indiana, enquanto Hornee permanecia do lado esquerdo atrás do caixote.

Os cavalos se aproximavam cada vez mais, e era nesse momento que o grupo podia escutar um grito múltiplo vindo de todos os cavaleiros. – CHAAAAARGE!!! AAAAAAHHHHEEEEEE!! – Os homens pareciam empolgados com a perspectiva de uma luta, e de fato estavam. Fazia tempo que não eram postos em uso e ver aquele tritão azul de quatro metros causando destruição chegava até emocionar s homens. Se ao menos mais seres como aquele aparecessem...

Sedentos de sangue, os quatro usavam simultaneamente a técnica que todos cavaleiros da Guarda Real aprendiam, e o alvo de três deles era ninguém menos que Aegir. Apenas o quarto, o espadachim com escudo, guiava seu cavalo de uma forma diferente indo diretamente para onde Hornee estava. Seus “irmãos” não sabiam, mas naquela noite ele tinha um objetivo bem específico no qual não podia falhar.

O Agente do Governo podia ver claramente o que estava acontecendo e sabia que não adiantava tentar auxiliar os outros, seus esforços teriam que ser focados naquele espadachim. Tentando se manter calmo, ele lançava uma, duas, três shurikens contra a parte descoberta das pernas do cavalo, mas com o bichano as movimentando sem parar, e a cabeça abaixada protegendo seu pescoço, era uma missão quase impossível e em questão de instantes o cavaleiro havia se aproximado de forma perigosa. Vendo que não estava conseguindo resultados, o caprino se levantava e corria para dentro do estabelecimento mais próximo, a taberna.

Lá ele podia ver um longo balcão de madeira, onde um homem estava atrás olhando de forma preocupada para a porta, e ao ver Hornee entrando ele arregalava os olhos e cambaleava para trás. Numa estante de atrás dele várias garrafas de bebida podiam ser vistas assim como copos. Um espelho também estava presente, e finalmente o caprino poderia ver o estado deplorável e assustador em que se encontrava. Dos clientes mais três se assustavam e se afastavam se encolhendo, e apenas um, o mesmo homem mal-encarado que Mizzu vira anteriormente, olhava para o caprino de forma calma, e até mesmo desinteressada, voltando em seguida sua atenção ao copo em sua mão e tomando mais um gole da bebida forte nele presente.

Vindo do lado de fora, ele conseguia ouvir claramente o som de combate, assim como o de um cavalo parando e metal batendo no chão, o som de um cavaleiro desmontando e correndo para dentro da Taberna.

---

Três inimigos em cavalos. Aquela certamente seria uma noite memorável para o grande Aegir. Sem querer deixar a iniciativa ficar completamente com os cavaleiros, ele corria em frente visando acertar o cavalo do homem de machado diagonalmente de forma a agarrar seu pescoço e segura-lo. Atrás de si, Blaze e Mizzu também corriam a frente, com o espadachim se preparando para um salto e Mizzu sacando sebons com as mãos e as arremessando. Devido seu posicionamento, Aegir cobria o cavaleiro com o machado e parcialmente o com a maça, assim as sebons de Mizzu eram lançadas contra o cavaleiro com a Alabarda.

Infelizmente para o rapaz a maioria batia impotentemente contra as armaduras, e as poucas que acertariam o rosto do cavaleiro eram bloqueadas pelo mesmo que girava sua alabarda com uma das mãos, fazendo com que os projeteis fossem rebatidos pela haste. Mas o rapaz não havia terminado, tudo que ele precisava era que o tritão cumprisse sua parte. E com muita dificuldade, ele cumpriu.

Segurar um cavalo daqueles se mostrava mais desafiador do que o esperado. Um cavalo de porte grande e completamente equipado pesava mais de uma tonelada, três vezes mais que o próprio Aegir, fora a força da cavalgada antes. Com a cabeça abaixada de forma a proteger seu pescoço descoberto, o animal acertava a parte debaixo da barriga do tritão com tudo fazendo com que ele perdesse o ar. As pernas que planejavam em se fixar, acabavam por dar passadas urgentes para trás enquanto os braços dele se encaixavam em torno da cabeça do bichano. No entanto uma machada o acertava com tudo abaixo do seu ombro esquerdo. Felizmente para ele, devido o ângulo em que ele agarrou o animal, os outros dois cavaleiros não tinham posição para acerta-lo e seus cavalos não freavam imediatamente passando em frente, no entanto isso não era necessariamente algo positivo, pois atrás de Aegir, estavam seus aliados.

Blaze era o primeiro a sofrer. Após sua corrida, ele realizava um salto rodopiando no ar na horizontal visando acertar o pescoço do cavaleiro de machado, mas no meio do caminho, via um objeto vindo em sua direção de cima. Era a maça do outro cavaleiro. Apesar de colocar a bainha na ultima hora na reta do golpe, a força estava acima de tudo que experimentara até então. Ele era lançado com tudo contra o chão e saía rolando até bater com as costas em uma parede. Sangue espirrava de sua boca, e ele tinha a sensação de que ao menos duas costelas haviam se partido, além de sentir dificuldade em inspirar. O golpe havia sido pesado.

Já Mizzushiro sacava duas shurikens no momento em que Aegir e o cavalo se chocavam, mas era inesperado que o tritão não conseguisse parar o animal e fosse forçado a recuar, lançando as shurikens, o cavaleiro que havia acabado de acertar o seu líder meramente inclinava a cabeça contra o ombro e deixava os projeteis baterem na armadura, bloqueando os ataques.

Enquanto isso o cavaleiro com a Alabarda que já havia tido sua atenção chamada para o ninja,  realizava uma estocada contra ele se aproveitando do grande alcance da sua arma, mas o rapaz de olhos brancos já havia saído do lugar correndo a frente, passando pelo lado de Aegir que cambaleava para trás. Vendo que o cavaleiro do animal percebera sua aproximação e movia o machado para tentar acerta-lo, ele arremessava algumas shurikens para tentar atrapalhar, mas de pouco adiantava, e assim ele sacava sua arma e trocava golpes com o dono do animal.

O jovem quase era lançado para trás, mas no fim conseguia seguir em frente, e pensando rápido, ou melhor dizendo, sem pensar muito, lançava uma sebon contra a parte escrotal do animal. O resultado, claro, era esplendido. Primeiro um alto relinchar cheio de dor e desespero, e quase que imediatamente um coice certeiro que atingia Mizzu nos peitos da mesma forma que o jovem atingira Hornee momentos antes. Voando para trás, o rapaz rolava pelo chão com o peto dolorido e mal conseguindo respirar.

Mas o desespero do animal continuava, após o coice ele se erguia sobre as patas de trás e escoiceava Aegir com suas duas patas da frente, o fazendo cambalear para trás novamente. E nesse cambalear, uma dor enorme o atingia no meio das costas, o cavaleiro com a maça havia dado a volta com o cavalo e o atacado logo abaixo do pulmão direito.  

- Verifique se o outro está vivo. –
Dissera ele para o cavaleiro com a Alabrda indicando Blaze com o olhar. E de fato estava. Apoiando na parede ele se colocava de pé, e ao ver isso o homem com a alabarda comandava seu cavalo para ir a frente visando ataca-lo.

Já o cavaleiro com o machado, vendo seu cavalo desesperado, tinha dificuldades de se manter em pé, e sabia que o animal agora estava em um estado de fúria que apenas atrapalharia coso se mantivesse montado. Assim ele saltava do animal e corria não em direção a Aegir, mas em direção a Mizzushiro. – ORA SEEEU... – Gritava ele com raiva para o rapaz que se erguia e recuava até a entrada do bar, por onde um dos outros cavaleiros já havia adentrado atrás de Hornee.




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HP:
 

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