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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 3 EmptyTer 06 Nov 2018, 00:11

Relembrando a primeira mensagem :

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Hornee Diamond. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 3 EmptyQui 13 Dez 2018, 22:59


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LVNEEL / POST 10


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Minha assunção remanescia exatamente a mesma de antes. Kallif para mim não tinha se quer um pingo de respeito que eu depositava em Magnus. Talvez eu estivesse redondamente enganado, mas minhas percepções eram muito difíceis de serem modificadas e o sorriso irônico do guarda, para mim, representava apenas um pobre coitado que dependia mais de sua condição hierárquica do que sua posição como homem para transmitir a autoridade que seu cargo requeria - *Nada mais do que uma ovelha em carcaça de cordeiro...* - concluía comigo.


O relato de Kallif era um tanto mais esclarecedor dos que eu havia recebido até o momento. Porém, muito me intrigava que o Aproximador simplesmente tivesse desviado sua rota simplesmente para raptar Mia - *Isso não faz o menor sentido...* - e, por mais que o histórico de nossos aliados em Las Camp fosse péssimo, eu tinha de fato me afeiçoado pelo rapaz - *E isso não acontece com muita frequência, para não dizer nunca!* - o que tornava tudo aquilo uma história ainda mais mal contada sobre o ocorrido.


Realmente eu não sabia o que a "princesa" estava fazendo em Las Camp para início de assunto, mas se eu fosse obrigado à escolher apenas uma virtude do meu chefe para que remanescesse, eu certamente escolheria a franqueza. Minhas missões - *Por mais que difíceis* - sempre foram muito claras e objetivas e não tinha porque ele me ocultar algo tão importante como trair a confiança de um grande parceiro de negócios.


A cereja do bolo, é que eu vagamente me recordava das "habilidades" da garota que, apesar de cega, sabia perfeitamente onde eu estava e minha raça sem nunca ter antes me visto. Era quase como se ela não fosse realmente cega - *Ou tivesse algum tipo de dádiva sobrenatural* - e que, na verdade, o Aproximador poderia muito bem estar fugindo dos próprios guardas liderados por Kallif! - *E por que não?*


Um sorriso discreto escaparia de minha boca, e não seria para menos - *Vejo que minha reputação me precede...* - pois, para mim, o insulto do homem que me trancara atrás das grades mais parecia um elogio à minha qualidade como profissional. Se ele me reconheceu por uma alcunha que deveria ter se mantido às fronteiras de Bingo Bingo Island, ele iria saber para quem eu realmente trabalhava - *Ou era muito estúpido ao ponto de fazer suas pesquisas em partes esmiuçadas...*


Suas ameaças, novamente, me mostravam o covarde que ele era. Desarmar alguém e torturá-lo apenas por temer rebeldia era sinal de alguém fraco - *Pelo menos internamente* - e que me deixavam relativamente tranquilo. Por mais que ele me ferisse terrivelmente, minha calmaria me impedia de ficar ansioso com dores proporcionadas por alguém tão baixo como o tal Kallif. Suas palavras simplesmente entrariam por um ouvido e sairiam pelo outro.


Se de fato Mia era intitulada como princesa por ser sobrinha de Montblanc, e se cartazes eram colocados pelas ruas apenas após o suposto "sequestro", porque ninguém tomou a mesma atitude quando nem ao menos sabiam que a menina estava em Las Camp? - *Esse discursinho idiota não faz sentido nenhum Kallif... comigo ele não cola!*


Era óbvio que o dinheiro de sua proposta seria agradavelmente bem vindo. Mas depois de tanta lorota, eu só conseguiria enxergar aquilo como mais uma balela para plantar uma tensão paranóica em minha mente, bem como ele movimentar o molho de chaves como se fosse algo palpável e simples de conseguir na minha situação - *Pelo menos ei de reconhecer que ele sabe como agredir psicológicos abalados... pena para ele que o meu não está* - o que não seria tão simples assim dependendo das palavras que eu colocasse em meu próximo papelzinho, pois eles poderiam ser os últimos.


Respiraria profundamente e começaria a escrever aquele papelzinho que, pelo menos para mim, seria um passaporte para a liberdade - *Pelo menos por ora...* - e, após redigí-lo entregaria para Kallif aguardando um alvará de soltura. Manteria minha estratégia de meias verdades - *Até porque nenhum jogador entrega suas estratégias de mão beijada* - e, com a tranquilidade que ainda se mantinha segurando minha mente sã no lugar e com meu sangue de barata, aguardaria pacientemente pela minha soltura instantânea caso um mínimo de prudência existisse ainda dentro daquela carcaça imunda de chefe da guarda:


Papelzinho:
 



Minha serenidade só não seria mais evidente pois meus óculos escuros escondem grande parte de minhas emoções - *Algumas até inexistentes, é verdade...* - e eu tinha absoluta certeza que eu conseguiria sair logo dali e voltar para minha missão. No fundo ninguém se importava com a pobre garota cega - *Talvez nem mesmo seu pai* - já que eu sentia que era tudo "business". Mr. Badmoney manteria os laços com Lorde Hatti, uma provável herdeira de Lvneel amadureceria a ponto de ocupar um cargo na monarquia, eu receberia pagamento e prestígio - *E Kallif não precisaria chegar em um momento de sua vida que sonharia em ser o homem torturado da cela ao lado...*


Sendo de fato liberado, eu recolheria novamente meus pertences - *Que nunca deveriam ter deixado a minha pessoa em primeiro lugar...* - e acompanharia Kallif ou seja lá qual seria o homem que ele indicaria para me acompanhar nesta empreitada. Minha próxima parada seria obviamente o caminho da floresta pelo qual Magnus havia adentrado mais cedo, e tomando a dianteira sem dar muita bola para o que o guarda que me acompanhava comentava, seguiria atenciosamente para aquele local tão "perigoso" que o ruivo tinha ido procurar.


Olharia atentamente para as copas das árvores e matos caso estivessem mexendo ou proferindo barulhos não costumeiros. Estaria com o meu escudo corporal em riste pronto para me proteger de um ataque animal ou humanóide que fosse, protegendo meu corpo por completo atrás do objeto enquanto tentaria identificar a direção do qual o ataque foi desferido e assimilar a situação.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 3 EmptySex 14 Dez 2018, 00:58



Mais uma vez Kalliff recebia o papelzinho de Diamond e o lia. Aquele tipo de interação era diferente do que estava acostumado, e sinceramente pouco agradável. Pelo conteúdo, o caprino não ficara abalado com suas palavras, e ainda ousara tentar ameaça-lo de volta. “Verme que não sabe seu lugar.” Pensava o homem ao olhar novamente para Hornee. As palavras que ele dizia, no entanto, iam em um caminho oposto ao que estava pensando. – Certo, vou chamar dois de meus homens para te liberarem e te acompanharem. Estou depositando minha confiança no senhor, espero que não me decepcione.

Sem esperar o homem se afastava e apenas o barulho de botas batendo no chão e das chaves e portão interagindo ficavam para trás.

---

Pouco mais de cinco minutos haviam se passado quando novos passos eram escutados e o portão se abria mais uma vez fora da vista de Hornee. Higor e mais dois soldados já vistos por Hornee mais cedo avançavam pelo corredor, e a chave para abrir a cela de Hornee girava, destrancando a porta.


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 3 EmptySab 15 Dez 2018, 22:52


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HORNEE DIAMOND



LVNEEL / POST 11


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Como já era de se esperar, Kallif novamente tentaria se mostrar superior àqueles do qual ele realmente precisava se demonstrar superior mas simplesmente não conseguia. E assim foi feito, de modo que ele precisou me xingar para desabafar de sua própria incapacidade de ser coerente e corajoso diante de suas próprias atitudes...


Ele disse que traria dois homens para me acompanhar quando eu tinha permitido explicitamente apenas um. Suspiraria descansando meus ombros e tentando relaxar um pouco da situação estressante em que estava. Me sentia no total controle da situação mas o Guarda Real já tinha demonstrado por A mais B que ele era capaz de muitas coisas das quais eu desconhecia então, para meu próprio bem, seria bom ser flexível enquanto eu estiver nesse covil de cobras.


Finalmente Higor chegava com mais dois guardas para destrancar minha cela. Eu bateria em minhas vestes para retirar o pó que aquele local inadequado teria deixado enquanto eles giravam a chave. Não me interessava quem aqueles caras eram nem tão pouco se eram eles que iriam me acompanhar na missão - *Que agora mais parecia de resgate do que de entrega* - pois eu só queria terminar o quanto antes com tudo aquilo.


Escreveria um papelzinho para entregar à Higor com perguntas bem simples e que poderiam soar um tanto quanto abusivas para um presidiário entregar para um guarda. Mas eu cria que, a partir do ponto que abriram minha cela e das palavras proferidas por Kallif de confiança, eu já não seria mais tratado como um hostil - *Pelo menos não um completo* - neste recinto.

Papelzinho:
 



A primeira pergunta uma necessidade e a segunda apenas uma curiosidade. Minha mente era privilegiada o suficiente de modo que eu certamente me lembraria muito bem de todos os itens que fui obrigado à deixar antes de ser preso nesse muquifo, o que me deixaria extremamente irritado caso eu percebesse que algum item sequer estava faltando. Já quanto aos guardas pouco me importava suas histórias e qualificações... não seriam eles que iriam me atrapalhar em achar Mia e ter uma boa conversa com o Aproximador para entender que raios deu nele em tirar a garota do rumo original da missão.


Caso eu notasse que algum item estava faltando, eu franziria a testa para quem quer que fosse que estivesse me acompanhando caso tivesse alguém (talvez Higor) e entregaria um papelzinho direto, não sairia dali portanto até obter todos os meus pertences de volta, um por um:

Papelzinho:
 



Após ter pego todos os meus pertences, eu seguiria para a saída do calabouço e logo em seguida faria o caminho reverso do qual eu fiz até a bifurcação onde me separei de Magnus. Seguiria a dianteira e evitaria reagir emocionalmente à qualquer baboseira que os guardas estivessem conversando entre si ou provocando para mim com exceção de algum aviso para tomar cuidado. De qualquer forma, estaria atento tanto às suas movimentações como palavras pois se eles não confiavam em mim, eu confiaria neles ainda menos.


Partiria então pelo caminho que o ruivo foi em direção à floresta. Manteria-me atento à copa das árvores e moitas para qualquer barulho ou movimentação que soasse um tanto quanto agressiva que pudesse vir de algum animal selvagem ou mesmo inimigo atacante. Estaria pronto para me proteger com meu grande escudo corporal colocando-o prontamente na frente de meu corpo e me agachando de modo que ele pudesse cobrir meu corpo completamente de ataques frontais enquanto eu varreria com o olhar o cenário para obter mais informações de como o inimigo (ou inimigos) estavam postos para que o combate se iniciasse.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 3 EmptyTer 18 Dez 2018, 22:14



Alguns minutos antes, no andar de cima...

O corcunda Loki e o soldado Higor estavam presentes. Após passar as chaves do andar de baixo para o soldado, Kalliff dizia friamente - Higor, pegue mais um homem. Não, mais dois homens. O agente não deve sair daqui vivo. No fim coloque seu corpo em um grande barril e leve até a floresta para que os animais cuidem do resto.

– Sim senhor – Respondia Higor, pretendendo sair do local para chamar os outros soldados que sabia serem de confiança, mas pausando por um instante ao ouvir as palavras que estivera sonhando em ouvir pelos últimos dois anos.

- Se tudo der certo, vejo uma boa promoção para você Higor, tem se demonstrado um homem capaz.

- Obrigado senhor! – Respondia ele antes de sair.

Sorrindo brevemente, Kalliff também saía deixando apenas um corcunda para trás. “Por mais que a Badmoney seja conhecida e perigosa, nosso rei não tem negócios com ela. E uma vez que Mordecai caia, qualquer relação com o reino também será cortada. Em último caso, vou fazer com que minhas mãos estejam limpas quanto ao sumiço desse animal. Eu ainda estava em dúvida, mas me ameaçar... esse foi o pior erro que ele podia cometer.”

Na cabeça do Capitão da Guarda, a morte de Hornee, desarmado do jeito que estava, era mais que garantida.

---

Agora, cela de Hornee...

Ao abrir a cela, Higor via o mink tirando a poeira das roupas e pegando seu bloquinho de papel e sua caneta para escrever. Quase sentia pena. Ficava claro que o achava que seria liberado e não esperava o que estava realmente por vir.

Sem pensar duas vezes, o guarda sacava sua espada e aproveitava o movimento para aplicar um golpe na horizontal, abrindo um corte na altura do bíceps direito, rasgando pela pele e pelos logo abaixo do peitoral e seguindo até o bíceps esquerdo do caprino. Um corte de lado a lado, que se tivesse sido realizado por alguém mais forte, ou quem sabe mais habilidoso, teria partido Hornee em dois e retirado sua vida.

Mas isso não era tudo. Retraindo rapidamente a espada, Higor avançava com uma estocada e perfurava o tronco do prisioneiro o atravessando! Mais da metade da espada podia ser vista após sair das costas de Hornee, enquanto a sua frente Higor permanecia com a mão na empunhadura da arma, a segurando com ambas as mãos.

Ele havia tentado acertar o coração de Hornee, mas infelizmente havia errado. Hornee ainda estava vivo, mas os ferimentos eram graves e a dor imensa, tirando todo seu ar e lhe fazendo sentir dificuldade em voltar a respirar. Sangue surgia em sua boca e escorria para fora mesmo quando os lábios estavam selados.

Atrás de Higor, os dois outros soldados ao verem que o caprino não apresentara resistência, não sacavam suas armas acreditando não ser necessário. Apenas um deles também entrava na cela para ajudar Higor a mover o defunto, enquanto o outro ficava no corredor, na reta da porta da cela.




OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 3 EmptyQui 20 Dez 2018, 00:19


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Novamente a doce sensação da traição... - *Parece que a vida quer que eu me acostume com isso de uma vez por todas!* - primeiro Holff, depois o Aproximador e agora Higor. Não que eu confiasse sequer um pingo naquele guarda de meia-tigela. Mas eles abriram a cela como se fossem me libertar quando na verdade só queriam me finalizar. Para minha sorte, no meu ponto de vista, isso foi um erro grosseiríssimo da parte deles...


As investidas do guarda foram tão rápidas e surpreendentes que eu nem mesmo tive reação. Fica a lição portanto para eu jamais baixar a guarda em um ambiente tão hostil quanto esse. Meu descuido me custou cortes, uma dor gigantesca em meu peito e uma perda de sangue considerável... o sangue que vertia de minha boca deixava evidente que as lesões que sofri causaram uma hemorragia interna - *Eu precisava de um médico! E rápido!*.


A situação não estava nada boa para o meu lado... a dor que invadia meu peito era estronômica e a perda de sangue pouco a pouco deixavam meu corpo com vontade de ceder. Eu precisava ser forte, mesmo com grandes dificuldades para respirar, pois um funcionário da Badmoney's morrer por traição de um modo tão simplório em um lugar tão ridículo como este era motivo para piada.


Eu não iria deixar isso acontecer. Meus lábios que estariam mais rubros que o de costume pelo sangue que escorria por eles fariam com que meu sorriso irônico de canto de boca dessem um ar diabólico para a cena. Eu estava à beira da morte, desarmado e contra três guardas... mas mesmo assim eu soltaria um sorriso debochoso pois quanto maior o desafio maior o reconhecimento ao superá-lo e, além do mais, eu tinha algumas cartas na manga que os guardas não esperavam...


Se eu estivesse próximo o suficiente de Higor para conseguir perfurá-lo com meus chifres sem precisar me movimentar muito de modo que eu não precisasse retirar a espada de meu tórax e nem correr o risco de me machucar ainda mais com a arma fincada em meu corpo, eu então o faria. O golpearia de baixo para cima com meus chifres efetuando um tipo de alavanca em seu queixo para retribuir a dor que me causou e o aniquilar de forma rápida e eficiente, não só com o intuito de colocá-lo fora de combate como de distanciá-lo de mim caso não fosse o suficiente para matá-lo e retirá-lo da oportunidade de me atacar mais uma vez com sua espada.


Porém se nossa distância não fosse curta o suficiente para golpeá-lo com segurança utilizando meus chifres enquanto a espada mantinha presa em meu corpo, eu agradeceria mentalmente John por ter me ensinado brevemente a arte da Luta de Rua e utilizaria meu punho direito para desferir um gancho no queixo de Higor com toda a força que me fosse possível tirar. Eu sabia que ao contrário dos chifres o soco não seria letal, então eu daria pelo menos mais um soco em um de seus olhos para o deixá-lo atordoado e, finalmente, daria mais um soco frontal em seu peito para afastá-lo de mim caso eu percebesse que ele tinha soltado a empunhadura da espada.


Me vendo livre de Higor, mesmo que por instantes, eu prontamente sacaria minha shuriken - *Ainda bem que eu insisti em te trazer...* - do bolso e abusaria da minha boa pontaria para arremessá-la impiedosamente na altura entre o pescoço e a cabeça do guarda que era o mais distraído dos três já que ele estaria esperando do lado de fora. Se eu não tivesse visão suficiente do homem para arremessar a shuriken nele, eu não o faria neste momento.


Rapidamente então eu retiraria a espada fincada em meu corpo, mas com o máximo cuidado para que eu não me machucasse ainda mais nesse processo. Se sobrasse apenas um guarda do lado de dentro da cela ainda para derrubar, eu tentaria ao máximo resistir a dor que eu estava sentindo naquele momento e, em um ataque de pura adrenalina proporcionada pelo instinto mais primal que era sobrevivência, eu partiria para cima do guarda restante correndo o mais rápido possível antes que ele pudesse assimilar o que estava acontecendo naquele combate para sacar sua arma e o golpearia com um poderoso chute na altura do peito com o intuito de derrubá-lo. Minha escolha pela ofensiva com as pernas era para ter uma maior envergadura contra o inimigo e tentar derrubá-lo com apenas um golpe. Caso meu adversário caísse com esse ataque, eu impiedosamente o finalizaria com um potente chute em sua cabeça para que ele desmaiasse com toda a violência contida em lutas de rua.


É importante destacar que eu estaria de olho durante as ofensivas contra Higor para possíveis esquivas ou contra-ataques de sua parte. Seja com meus chifres ou socos, eu estaria de prontidão para caso ele efetuasse uma esquiva desviando de alguns de meus ataques a minha outra mão já estar preparada para golpear justamente para o lado do qual ele desviasse. Eu estaria também preocupado em receber mais estocadas com a espada e, caso eu pecebesse que Higor não soltaria a empunhadura da arma, eu rapidamente retiraria meu corpo da lâmina que me atravessara e faria um esforço gigantesco para resistir à dor do processo e prontamente me colocaria de lado para evitar novas estocadas frontais. Se Higor ainda tentasse me acertar com sua espada do jeito desengonçado do qual ele fazia seus ataques, eu tentaria contra-atacar ele com jabs rápidos em seu rosto antes mesmo que ele pudesse fazer os movimentos de ataque de sua espada mas, caso eu não fosse rápido o bastante, eu faria fintas de corpo para escapar de seus ataques e me direcionaria para o balde que tinha na cela, para que eu pudesse ter mais uma artimanha para me defender.


Se Higor estivesse fora de combate e eu não fosse tão rápido para agredir o soldado mais próximo
com um chute antes que ele se armasse, eu usaria a mesma artimanha que faria para me desviar dos ataques de Higor, que eram fintas de corpo para os lados e para trás de modo que eu me aproximasse do balde da cela. Eu o pegaria de um modo que orgulharia quem me chamasse de "ninja", pois eu envolveria a alça do balde com meu pé direito (caso ele tivesse) e o arremessaria na cabeça do guarda para atordoá-lo. Porém se o balde não tivesse alça e fosse leve o suficiente para chutá-lo em cima do meu algoz eu o faria... mas se nenhuma dessas alternativas fosse possível eu me agacharia brevemente para arremessá-lo com as mãos fazendo bom uso de minha pontaria ninja.


Se por ventura eu tivesse derrotado os dois guardas mais próximos e ainda restasse o guarda do lado de fora e eu ainda estivesse com minha shuriken em posse, eu procuraria então uma brecha para arremessar a shuriken na região da cabeça do guarda e terminar de assassiná-lo. Se ele tentasse fugir e alertar os outros guardas eu correria atrás dele e tentaria arremessar a shuriken no processo para não deixá-lo fugir. Se o guarda escapasse da shuriken eu tentaria a mesma abordagem que fiz com o guarda do lado de dentro, porém eu tentaria executar uma voadora em sua cabeça para incapacitá-lo antes que ele sacasse sua arma. Se minha agilidade não me permitisse tal feito, eu recuaria trazendo o guarda para o lado de dentro da cela para que eu pensasse em um plano melhor enquanto me distanciaria de sua envergadura e evitaria novos ataques.


É importante ressaltar que durante todo esse processo eu tentaria engolir minha dor física e me apoiar na adrenalina de meu corpo que a situação injetava. Não era hora de fraquejar e, se eu o fizesse contra tantos inimigos em um calabouço, minha morte era certa.


Se não tivessem reforços até o momento e os três guardas estivessem fora de combate, eu recuperaria minha shuriken arremessada por via das dúvidas bem como o molho de chaves da prisão e escreveria rapidamente um bilhete em letras garrafais, mas apenas se eu notasse que nenhum dos três guardas que estavam ali poderiam voltar em breve para o combate e me ferir. Eu guardaria esse bilhete para mais tarde em uma eventual interrogação, mas se um dos três guardas estivesse parcialmente consciente, eu mostraria para ele enquanto o esganaria para retirar tal informação dele:

Papelzinho:
 



Percebendo que a barra estaria limpa no corredor, eu correria na direção da qual fui arrastado até aqui e apenas pararia caso encontrasse algum guarda próximo o suficiente para me atacar enquanto eu estivesse fugindo. Porém se algum dos guardas tivesse me dito onde meus pertences estavam, eu seguiria para tal direção.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 3 EmptyQui 20 Dez 2018, 04:25


Um jovem guarda cheio de esperanças para o futuro, com a promessa de uma promoção pela frente, uma mulher gravida em casa, com um irmão que o admirava. Esse era Higor. Um soldado treinado que mesmo após dois golpes de espada contra um prisioneiro aparentemente desarmado e sem mostrar resistência, não conseguiu mata-lo, errou os pontos vitais. Esse era Higor. Um homem prestes a aprender as consequências de tal erro, mesmo que fosse a última coisa que faria na vida. Esse era Higor!

Vendo o sorriso macabro de Hornee, o jovem arregalava os olhos, mas antes que pudesse empurrar mais a espada, ou até mesmo puxa-la e se afastar, o caprino se abaixava um pouco e aplicava uma cabeçada de baixo para cima. Tentando desviar, mais um erro era cometido pelo guarda e ele acabava deixando seu queixo na reta de um dos chifres laterais de Hornee.

Perfurando seu agressor na região abaixo do queixo, o chifre do mink passava pelo interior da boca do homem e perfurava o céu da boca indo um pouco mais além. E com esse golpe simples, Higor se transformara em um homem morto. Perdendo as forças, suas mãos soltavam a empunhadura da espada enquanto ele caía para trás quando o “Início do Fim” recuou.

Ainda assim, a situação do agente do governo permanecia precária. Sabendo que cada segundo contava e fazendo o seu melhor para suportar a dor daquela espada que lhe atravessava, Diamond pegava a shuriken escondida e arremessava contra o pescoço do guarda na retaguarda, acertando em cheio e fazendo com que o homem recuasse dois passos e se apoiasse com uma mão na cela atrás de si, enquanto com a outra tentava tatear o objeto que lhe perfurara. Escorregando aos poucos para o chão, rapidamente perdia as forças e ficava incapacitado.

Vendo tudo aquilo acontecer rapidamente, o guarda restante parecia perdido e incrédulo, sem conseguir acreditar que aquilo estava acontecendo. Vendo Hornee removendo a espada de dentro do próprio corpo, o homem parecia ter travado por um instante, até se lembrar finalmente de seu treinamento e de que ele também tinha uma espada embainhada na cintura. Respirando fundo para recuperar a calma, ele dava um passo a frente enquanto sacava a arma, mas havia sido um pouco tarde demais.

Ao sacar a espada, era recebido com um chute frontal que o fazia “voar” para trás e ir parar no corredor, caindo ao lado do colega que estava com a shuriken presa no pescoço. Balançando a cabeça para se livrar da tontura, ele gritava – CARCEREIROS!! O PRISIONEIRO ESTÁ TENTANDO FUGIR! VENHAM RÁPIDO!!

Nesse momento Diamond já havia chegado na porta de sua cela, e podia ver os dois carcereiros gordos de mais cedo se levantando e abrindo com urgência o portão que os separava do resto da prisão, na cintura de cada um deles, um chicote.

Vendo Hornee na porta o guarda que levara o chute rapidamente se levantava tentando um golpe abobalhado e sem força, facilmente desviado pelo prisioneiro que recuava. Mas esse era seu objetivo, mantê-lo ali até que os reforços os alcançassem. Indo em frente com a espada em riste, ele não esperava que quando o mink parou ao lado do balde, com um movimento de pernas o objeto seria lançado contra si.

Pareando o balde com a espada o empurrando para o lado, bloqueando o arremesso, uma pilha de estrume e mijo se espalhava e voava em cima de si, caindo um pouco até mesmo em seu rosto. Instintivamente ele virava a cara e fechava os olhos por um segundo, abrindo sua guarda com isso. Percebendo seu erro, tentava retomar a posição de defesa, mas seria capaz?


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 3 EmptyQui 20 Dez 2018, 23:43


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HORNEE DIAMOND



LVNEEL / POST 13


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Minha estratégia tomava um rumo muito parecido com o qual eu desejava. Higor falecia rapidamente com um golpe certeiro em uma região sensivelmente fatal de meu chifre. Ele até tentou evitar sua morte certa, mas nossa proximidade e as duas chances de me matar das quais ele desperdiçou foram suficientes para me darem um pouco mais de calmaria.


Depois veio meu arremesso certeiro que me preenchia de orgulho. A shuriken que eu guardava na manga cruzou toda a cela até encontrar o pescoço do guarda distraído que talvez teria perdido a vida sem nem ao menos ter tempo de entender o que a havia lhe tirado.


E finalmente eu tentava encerrar com aquele combate de maneira tão rápida e surpreendente quanto ele havia começado, porém meu chute apesar de derrubar o guarda restante não foi o suficiente para desmaiá-lo fazendo com que ele chamasse mais reforços. Eu ainda consegui felizmente retomar a vantagem da situação arremessando um balde cheio de - *Putz...* - excrementos que o atordoaram visivelmente e agora me davam de novo um chance de terminar aquilo que nem deveria ter começado em primeiro lugar...


Sua guarda estava aberta e eu não iria dar uma segunda chance para ele continuar me atrasando. Meus ferimentos eram certamente graves e eu não queria perder mais nenhum instante naquele calabouço mal estruturado. Minha opção seriam então meus chifres, sendo que eu correria na direção do guarda atordoado e o golpearia com meus cornos afiados mirando em sua cabeça para exterminá-lo de vez e o tirar do meu caminho, já que mais guardas estavam por vir.


Se eu percebesse que o guarda da minha frente tivesse apto à contra-atacar ou esquivar de meu golpe, eu faria uma finta de corpo lateral desviando a trajetória de minha corrida para tanto escapar de um possível contra-ataque seu como perseguí-lo com meus chifres para manter o fluxo do ataque em uma direção certeira sem perder sua potência e ainda sim conseguir eliminá-lo. Se este guarda conseguisse se recompor do atordoamento antes da minha aproximação e tentasse uma investida contra mim, eu me deslocaria para próximo das grades ou paredes para diminuir sua envergadura e, caso seu ataque se chocasse contra algum limite da cela, eu aproveitaria essa chance de descuido e recomposição por parte dele para atacá-lo com meus chifres conforme tinha tentado anteriormente.


Se minha chifrada não fosse suficiente para incapacitá-lo, eu faria um combo forte e rápido de socos em seu rosto para desmaiá-lo e tirá-lo de combate o mais rápido possível. É importante ressaltar que eu estaria atento para esquivas e bloqueios bem sucedidos de sua parte para que eu já conseguisse em minha mente pré-visualizar as direções da qual ele poderia aparar meus golpes de modo que eu prontamente responderia seus desvios para acertá-lo na direção oposta à qual ele tentasse fugir de minhas investidas e ainda sim conseguisse derrota-lo.


Matando esse primeiro guarda de dentro da cela, eu prontamente pegaria a shuriken arremessada contra o pescoço do outro guarda bem como seu molho de chaves o mais rápido que eu conseguia para evitar a aproximação dos guardas portadores de chicotes. Eu também coletaria o balde que havia arremessado anteriormente para ter, juntamente com a shuriken, a possibilidade de arremessar dois objetos de uma só vez.


Com a shuriken na mão direita e o balde na mão esquerda, eu utilizaria de minha técnica Rainee Weapons que criei justamente nestes momentos de dificuldade em que eu estivesse em desvantagem numérica para saltar e rodopiar no ar enquanto tentava acertar os guardas simultaneamente com minha pontaria que eu julgava ser acima da média.


Se por algum motivo eu percebesse que consegui eliminar apenas um dos guardas mas o outro estivesse ligeiramente atordoado e ainda não tivesse sacado seu chicote, eu correria em sua direção com todo o meu fôlego e maestria em corrida para aplicar uma voadora nele visando sua cabeça para derrubá-lo e ao mesmo tempo abrir passagem para que eu conseguisse fugir dali, bem como eu continuaria fugindo pela porta da qual eles vieram caso os dois estivessem derrotados e tentaria recuperar minha única shuriken arremessada caso encontrasse uma oportunidade para tal. Eu me manteria atento porém para evitar que um deles estivesse acordado para tentar puxar meu pé e me derrubar durante minha fuga ou algo do gênero como um golpe surpresa. Nesse caso eu saltaria para evitar seu golpe rasteiro e continuaria minha corrida em fuga daquele calabouço.


Se ambos os guardas continuassem ainda dispostos a lutar após minha técnica, eu viraria o rosto para olhar para as minhas costas procurando alguma rota de fuga no sentido oposto ao que eles estavam - *Estou desarmado e lutar contra dois homens com chicotes é suicídio!* - e portanto correria nesta direção caso me fosse possível varrendo o molho de chaves pego anteriormente com o guarda morto para tentar abrir uma possível porta que se colocasse em meu caminho. Se eu não identificasse nenhuma rota de fuga no caminho oposto, eu me aproveitaria do corredor, sabendo que chicotes são armas que necessitam de espaço para maximizar seus efeitos e aguardaria a aproximação dos guardas de modo que ele chicoteasse em direção à alguma das grades das celas, para que eu pudesse rapidamente tentar capturar a corda após o estalo e tentar puxar a arma no sentido contrário a prendendo nas barras da grade. Eu sabia que era questão de instantes para o guarda puxar sua arma então eu teria que ser muito rápido para atrair seu ataque até a lateral do corredor, me esquivar com uma finta de corpo e depois entrelaçar sua arma maleável nas barras, mas eu não tinha realmente muitas outras opções naquele lugar.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 3 EmptySex 21 Dez 2018, 01:15


Vendo que a guarda do inimigo estava baixa, Hornee disparava contra o oponente usando seus chifres como arma visando perfura-lo no rosto, mas o próprio guarda tentava retomar sua posição de defesa, e dessa forma o resultado era diferente do planejado. O que os chifres do agente acertavam era o antebraço direito do guarda, perfurando a região e o ferindo, fazendo com que a força com que o homem segurava a arma ficasse mais fraca.

Apesar de ferido, o guarda sabia que aquela não era a hora de se segurar, dando um solavanco para frente para afastar o caprino, ele seguia com um golpe na diagonal da esquerda para direita, de cima para baixo, mas Hornee também se movia e o golpe meramente o arranhava. Se virando rapidamente para a direção que o prisioneiro se encontrava, via um soco sendo aplicado na direção de seu rosto, e rapidamente aplicava um golpe com a empunhadura da espada para bloquear, mas um segundo soco o atingia em cheio e o fazia se chocar contra a parede da cela.

Ainda outro soco vinha, e novamente ele conseguia bloquear com a espada, dessa vez até mesmo abrindo um corte no antebraço direito do caprino, quase como se fosse algum tipo de vingança pela perfuração no seu próprio. Infelizmente, no entanto, um quinto soco o atingia na têmpora e ele ficava atordoado, e então um sexto selava sua derrota. Não estava morto, mas inconsciente.

Apesar de curta a troca demandava grande esforço de Diamond que devido seus ferimentos começava a sentir o cansaço e fraqueza batendo sobre si. Mas movido pela adrenalina e instinto de sobrevivência, ele avançava pegando o balde e a shuriken que havia arremessado mais cedo. Além disso pegava também um molho de chaves que estava com um dos guardas caídos.

Vendo que os dois carcereiros estavam chegando perto, ele prontamente saltava em 360° realizando sua técnica e lançando a shuriken e o balde que o ajudara anteriormente, pegando os dois gorduchos de surpresa. Mais uma vez a shuriken acertava seu alvo de forma fatal, o atingindo no pescoço e mostrando o quão letal “O Início do Fim” era. Por outro lado, o balde errava seu alvo que dava dois passos para trás e via o objeto se quebrar no chão.

- Lindiff!! – Exclamava o carcereiro intacto ao ver seu companheiro de tantos turnos caindo para trás após cambalear. Olhando Hornee com ódio, o homem gritava com raiva – ORA SEEU... - enquanto brandia seu chicote e avançava para frente atacando o caprino.

Não havia outro caminho para recuar, aquela não era uma masmorra grande. Também não havia tempo para abrir outra cela já que estava sendo atacado. Assim, sem muitas opções, o agente se aproximava da lateral do corredor, visando se esquivar e depois prender o chicote antes que esse fosse puxado de volta, mas quão fácil era isso? Certamente não a ponto de conseguir na primeira tentativa, e com isso o impacto em seu corpo era sentido bem na região onde estava ferido, fazendo que por um instante tudo ficasse branco devido a dor.

A precisão do carcereiro era muito boa, ou havia sido apenas sorte? Descubra no próximo capítulo de “A Fuga do Bode”


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 3 EmptyDom 23 Dez 2018, 18:39


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HORNEE DIAMOND



LVNEEL / POST 14


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Para minha grande surpresa o guarda restante de dentro da cela era disparado o mais habilidoso dos três. Eu imaginaria que Higor - *Naturalmente por parecer estar em um cargo superior* - fosse o guarda mais tecnicamente hábil mas eu havia me enganado. Tinha subestimado o rapaz e isso me custava tanto um ferimento novo no meu braço como um esforço além do esperado que demandavam vários socos para finalmente incapacitá-lo - *Não posso perder mais tempo aqui! Se eu não fugir rápido irei selar meu destino em breve...*


Sensação de tontura e cansaço invadiam meu corpo e prejudicavam em demasia minha performance de luta. Também não era para menos... a grande maioria dos seres vivos estaria estrebuchando no chão após terem uma espada atravessada em seu peito. Mas eu sou durão e isso iria me tirar com vida dali e estando por cima... faço as coisas do jeito mais fácil, rápido e eficiente possível... não desperdiçaria mais um segundo que fosse ali embaixo me aproximando pouco à pouco da beira da morte.


Minha habilidade em arremessar armas de forma letal surpreendia até mesmo à mim, que percebia aos poucos o estrago que eu conseguia fazer em uma guarda real com apenas uma shuriken na mão. Era o segundo guarda que eu conseguia assassinar de forma rápida e simplória - *Apesar do meu arremesso ter sido muito bem tecnicamente executado* - com a mesma estrelinha laminada que dava fama à letalidade dos ninjas em combates de média distância.


Minha escassez de recursos porém fez não só com que o balde fosse longe do meu segundo alvo como também o destruísse de um jeito que não fosse mais possível usá-lo como artimanha para minhas estratégias ofensivas. Agora estava eu, completamente desarmado, contra um gorducho que empunhava uma arma de longo alcance e irado por eu ter acabado de matar o seu amigo. Ele me golpeava com uma precisão formidável e fazia com que meus ferimentos latejássem e eu cedesse por instantes - *Não... eu tenho que... continuar...*


Não me permitiria morrer assim... o Início do Fim não se permitiria ser derrotado assim por adversários tão insignificantemente desprezíveis... e é por isso que eu analisaria minha situação que mesmo em desvantagem de empunhadura, e sem ter tempo para abrir as celas e provocar uma rebelião para auxiliar na minha fuga - *Uma excelente ideia para depois, todavia...* - eu analisaria rapidamente a situação da qual me deparava para sair vitorioso e dar continuidade à minha escapada.


Sabia muito bem que pela estrutura física de peso do guarda ele naturalmente não teria tanta mobilidade quanto eu, o que era extremamente necessário para empunhar uma arma maleável como um chicote que exigia mais habilidade e versatilidade do que força bruta propriamente dita. Para um chicote causar grande estrago era preciso um espaço considerável para que sua elasticidade conseguisse causar danos graves e eu me apoiaria nessa ideia para me aproximar rapidamente do guarda e diminuir seu range de ataques e assim finalizálo com um combo rápido de socos que nem fiz com o guardinha durão que resistiu bem dentro da minha cela.


Correria portanto na direção do guarda um tanto quanto próximo da beirada do corredor do mesmo lado da mão com a qual ele segurava seu chicote. Portanto, se ele fosse destro eu correria próximo às celas do lado esquerdo e se ele fosse canhoto eu correria próximo às celas do lado direito. Desse modo, eu forçaria que ele me golpeasse com seu chicote fazendo alavancas retas (de cima para baixo ou de baixo para cima) ou que ele necessitasse fazer seu chicote percorresse o lado oposto ao meu com um backhand, o que teoricamente é mais difícil de fazer e possui uma força menor do que um ataque aberto.


Minha atenção estaria voltada principalmente para sua mão que segurava o chicote, apesar de eu me manter atento também observando de relance para eventuais presidiários traíras que pudessem tentar me atrapalhar com agarrões ou golpes devido minha proximidade com suas celas e me esquivaria tanto de investidas por baixo como por cima que viriam do outro lado das grades me distanciando correndo mais para o centro do corredor para que seus ataques não pudessem me alcançar.


Observando atentamente o movimento da mão do guarda (de cima para baixo, de baixo para cima, lateralmente ou diagonalmente) eu conseguiria por meio da lógica e física predizer aonde a ponta do chicote iria estalar para conseguir desviar dela. Com um salto, eu evitaria ataques pelo alto e me agachando eu evitaria ataques por baixo. Tentando predizer em que ponto os ataques de meu adversário terminariam eu conseguiria calcular rapidamente em que velocidade eu precisaria estar para que seu ataque não fosse desferido em mim em cheio, tentaria também executar algum rolamento caso a situação fosse favorável para driblá-lo. Mesmo que seus ataques ainda me atingissem de algum modo, eu daria o máximo de mim para resistir a dor do chicote se chocando contra meu corpo e não pararia de correr em sua direção para diminuir a distância que tínhamos um do outro para o mais próximo possível de desferir diversos socos nele.


E, assim que conseguisse diminuir esta distância, eu o faria. Golpearia diversas vezes com socos rápidos em seu rosto com ambas as mãos até que ele desmaiasse. Se ele tentasse levantar seu chicote contra mim para se defender quando eu estivesse próximo o suficiente dele, eu usaria meu cotovelo que mais estivesse próximo de sua mão para bloquear o movimento de seu braço contra mim e abrir ainda mais sua guarda para receber meus socos fortes e bem encaixados em seu maxilar para incapacitá-lo o mais rápido que eu podia.


Conseguindo derrotar finalmente o guarda gordo do chicote, eu primeiramente pegaria novamente e shuriken que havia encontrado como moradia mais um pescoço inimigo - *Se eu posso chamar alguém de amigo no momento, esse alguém é você...* - e daria um beijo de boa sorte em minha arma mortal. Escolheria algumas celas aleatórias para abrir e libertar os prisioneiros que lá estavam. Eu daria prioridade, caso tivesse tempo para tal, aos presos que aparentassem ter mais saúde para uma possível escapada e enfrentarem os guardas da prisão com possibilidade de fuga. Eu estaria atento da mesma forma que antes com ataques vindos de dentro das celas para presos que me traíssem após dá-los a dádiva da liberdade e tentassem me atacar durante uma possível rebelião. Eu evitaria dar minhas costas para eles e bloquearia eventuais socos e chutes que eles desferissem contra mim os empurrando para longe e correndo o mais rápido possível em direção à saída da prisão no caminho do qual os guardas chicoteadores vieram.


Caso eu encontrasse mais algum guarda durante minha fuga dali, eu recuaria e esperaria que os fugitivos da rebelião que eu gerei pudessem atrasá-los para mim enquanto eu encontraria alguma brecha de caminho livre de guardas para seguir. Procuraria rapidamente, porém sem insistir muito, em possíveis armários ou baús algum lugar do qual meus pertences poderiam ter sido guardados. Eu sabia que o conteiner que escolheriam para os meus seria grande pelo fato de só meu escudo ter 1,60m de comprimento e eu ter trazido diversas armas para cá bem como uma cesta de piqueniques que não era das pequenininhas. Se eu visse portanto a oportunidade de escapar bem clara diante de meus olhos porém sem ter encontrado todos meus pertences, eu não perderia tempo e fugiria dali.


Se algum guarda ainda deparasse contra mim no mano a mano ou tentasse me atacar durante minha escapatória, eu tentaria ao máximo incapacitá-lo correndo em sua direção e daria uma voadora em seu rosto para derrubá-lo (caso ele ainda estivesse desarmado) ou tentaria me distanciar dele correndo do lado oposto caso ele já tivesse armado com alguma espada, chicote ou arma à distância para que eu pudesse analisar friamente a situação antes de atacar desenfreadamente o inimigo. Minha prioridade no momento seria recuperar meus pertences e fugir dali o mais rápido possível. Tentaria me manter calmo à todo instante diante da situação adversa para conseguir raciocinar com calma minhas estratégias de combate, usando meu instinto impensado apenas durante minha corrida para fora da prisão em busca da sobrevivência.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 3 EmptyTer 25 Dez 2018, 23:08


Se sentindo cansado, mas ciente de que precisava derrotar seu adversário rapidamente se quisesse sair dali. Vendo que o homem era destro, Hornee avançava pela esquerda e forçava com que o guarda tivesse poucas opções de ataque. Assim como previsto, o carcereiro aplicava uma chicotada na vertical de cima para baixo, e frente a isso o caprino se jogava na diagonal fazendo um rolamento.

No entanto o guarda não ficava parado, e recuando com passos rápidos, ele movia o punho rapidamente puxando e jogando para frente, fazendo com que o chicote respondesse recuando um pouco e depois estalando na diagonal em direção a Hornee que era forçado a pular para escapar. O guarda não desistia e ainda recuando, mais uma puxava rapidamente e desferia outra chicotada. Dessa vez a arma se esticava por completo, com apenas sua ponta atingindo o agente em sua coxa esquerda, mas era como se naquela ponta a força completa do golpe houvesse sido acumulada.

Apesar disso, e da dor, o golpe não era o suficiente para parar o Diamond que continuava a avançar. O guarda puxava o chicote pretendendo desferir ainda outro golpe, mas era trade demais, Hornee já o havia alcançado. Com um soco, o caprino contra-atacava, mas não existia afobação nos olhos cheios de raiva do carcereiro gordo.

Segurando o chicote com ambas as mãos, ele usava a arma para defletir o primeiro soco de Diamond, e não apenas isso, mas com um movimento rápido de mãos ele enroscava o pulso do atacante em um laço. Deslizando a mão direita pelo chicote (a esquerda continuava segurando a empunhadura), ele agia de forma similar contra o segundo golpe do agente, aplicado pela outra mão.

Tendo imobilizado momentaneamente as mãos do “Inicio do Fim”, vinha o contra-ataque. Se virando rapidamente de costas, ele alavancava o inimigo e o jogava no chão com tudo. – FIQUE NO CHÃO! – Gritava ele enquanto passava uma perna por cima de Hornee e começava a se abaixar, aparentemente planejando “sentar” em cima do Mink. Bem em cima de suas feridas.


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 3 EmptyQua 26 Dez 2018, 17:17


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HORNEE DIAMOND



LVNEEL / POST 15


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Minha estratégia bolada para escapar das chicotadas de meu adversário restante funcionaram à princípio. Escapei das primeiras investidas mas eu não contava que, pelo aparente porte físico inferior ao meu, ele fosse recuar e atacar de modo desenfreado (mas hábil) até que conseguisse me acertar em cheio.


Porém eu já tinha em mente que se minhas esquivas falhassem eu daria o máximo de mim para resistir aquelas chicotadas e me aproximar o mais rápido possível de meu inimigo para derrotá-lo e dar prosseguimento à minha fuga - *Fuga da qual eu estava correndo contra o relógio*.


Como a pressa é inimiga da perfeição, meu desespero em escapar acabou me prejudicando pois eu desprezei a habilidade de combate do guarda - *Inclusive para agarrões e força bruta* - de modo que ele facilmente conseguiu anular meus ataques e me levar ao chão pouco depois de ter prendido meus punhos com seu chicote. Ao mesmo tempo que eu estava imobilizado, machucado e em uma situação deveras desfavorável, eu sabia exatamente como proceder para escapar dali pois para me imobilizar com seu chicote o guarda real precisava também limitar os movimentos de sua mão e, tentando trançar suas pernas por cima do meu corpo caído deixava uma região muito vulnerável - Hehehehehe...*


Eu, logo ao notar que ele deixaria suas pernas abertas uma de cada lado com o intuito de sentar em cima de mim para me impedir, chutaria com o peito do pé (ou com uma joelhada, caso ele estivesse mais próximo da minha cintura) a região mais sensível para o sexo masculino - *A escrotal, é claro...* - com toda a força possível tentando paralisá-lo, mesmo que momentaneamente, com a dor proporcionada pelo golpe e fazendo com que ele hesitasse e abrisse sua guarda. Se essa minha ideia simples fosse bem sucedida, eu faria uma alavanca com meu tronco para jogar meu corpo para frente e tentaria chifrá-lo com meus cornos que pareciam facas perigosas na região que estivesse ao meu alcance. Portanto se eu não conseguisse atingir seu queixo de modo fatal como fiz com Higor anteriormente, eu miraria em um ponto vital seu como o coração ou pelo menos o abdome.


Todavia eu não era estúpido. O guarda gordo já tinha provado o suficiente para mim seu valor então eu não iria mais desprezar suas habilidades. Se meu "golpe baixo" fosse bloqueado ou esquivado de alguma maneira (como ele fechar rapidamente suas pernas, por exemplo), eu aproveitaria a chance que ele se focou em desviar de meu golpe para puxar meus pulsos presos em um tranco lateral para desarmar o chicoteador na esperança que ele se surpreendesse com tal movimento e eu retiraria rapidamente minhas pernas de baixo dele para, ainda com as costas coladas ao chão, chutaria seu peito com força usando ambas as solas do pé para empurrá-lo de cima de mim e, se possível, fazer com que suas costas se chocassem contra uma cela ou parede. Se isso ocorresse como esperado, eu desenroscaria minhas mãos o mais rápido possível do chicote e o arremessaria para longe o mais próximo possível da cela em que eu havia sido preso.


Notando que eu estava próximo daquele guarda morto mais cedo chamado Lindiff enquanto estava caído (ou de pé, caso eu tivesse oportunidade de levantar e tirar o guarda de cima de mim), se eu tivesse uma brecha que fosse de desatenção do guarda em cima de mim sendo surpreendido ou paralisado de dor com um movimento meu e notasse também que as cordas do chicote estavam frouxas facilitando que eu retirasse pelo menos uma das mãos presas eu assim o faria, e eu rapidamente esticaria esta mão livre para tentar pegar a shuriken que foi arremessada anteriormente e arremessar no parceiro caído de Lindiff mirando com toda minha habilidade e ceifando sua vida da mesma forma que fiz com seu parceiro com um sorriso completamente frio e irônico estampado em minha face - *Junte-se à ele...*


Se o guarda mesmo enquanto prendesse minhas mãos conseguisse me golpear com socos ou cotoveladas enquanto eu estivesse no chão, eu habilmente desviaria meu pescoço para os lados para não receber golpes diretos dele enquanto executaria com minhas pernas o movimento de tentar retirá-las de baixo dele e golpeá-lo com força em seu peito para jogá-lo para longe e assim ficaria de pé rapidamente ao me ver livre do peso que ele fazia contra meu corpo ao chão.


Estando o guarda derrubado longe em cima de mim e percebendo que eu não teria tempo para retirar a shuriken do seu amigo, livrar meus braços do chicote, e ainda sim arremessar a arma para matá-lo, eu daria um passo para frente pegando impulso suficiente para saltar e finalizá-lo com uma voadora na cabeça ou pescoço com força suficiente para tirá-lo de vez do combate. Essa voadora poderia terminar com meus pés ou joelhos, o que fosse mais eficiente para a situação em que o guarda se encontrava ao chão. Se eu conseguisse afastar o guarda de cima de mim e me levantar mas não fosse o suficiente para derrubá-lo no chão, eu faria um combo intercalando chutes e joelhadas (já que minhas mãos estavam presas e portanto com mais dificuldade de movimentação) iniciando com um chute alto em seu rosto, uma joelhada em seu estômago e finalizaria com uma chifrada em seu pescoço. Eu estaria atento para possíveis bloqueios e esquivas por parte do guarda de modo que meu chute alto inicial seria rápido e não tão forte de modo que se ele desviasse ou deslocasse minha perna eu conseguiria rapidamente voltá-la ao chão e ainda continuar meu combo e se ele por ventura segurasse minha perna eu mudaria meu combo para utilizar sua captura de minha perna como apoio para que minha outra perna rotacionasse em seu rosto de modo rápido e eficiente.


Agora quem estava puto da vida era eu. Não deixaria escapar a mínima chance de matar o guarda caso ele tivesse inconsciente com meus chifres afiados para garantir que ele não voltaria a interromper minha fuga ou, caso já tivesse pego novamente minha shuriken, utilizaria o guarda como treino ao alvo para matá-lo com minha estrelinha laminada - *Morra! Seu desgraçado!*.


Tendo finalmente matado o guarda, eu buscaria por celas aleatórias que estivessem populadas e destrancaria elas para causar uma rebelião que certamente atrasaria os guardas que tentavam impedir minha fuga. Eu estaria atento porém em possíveis traições e conflitos entre os próprios presos e usaria minhas habilidades em corrida para me afastar de ser atingido por eles e sairia o mais rápido possível por onde os guardas chicoteadores vieram. Bloquearia com o cotovelo possíveis socos e com o joelho possíveis chutes e daria fintas de corpo para trás para evitar agarrões por parte dos presidiários.


Esperaria a rebelião se aproximar caso mais algum guarda no meio do caminho tentasse interromper minha fuga e agora minha estratégia seria evitar enfrentá-los diretamente, deixando desta vez que os presos duelassem com os guardas que estivessem pelo caminho enquanto eu me esgueiraria para fora.


Se a oportunidade me surgisse, e o tempo também, caso eu encontrasse alguma armário, baú ou container no caminho de volta grandes o suficiente para conterem meus pertences (já que eu sabia que só meu escudo tinha 1,60m, bem como as diversas armas de arremesso, a ninjaken e a cesta de piquenique então eles não poderiam estar em um local pequeno) e, caso os encontrasse, os pegaria de volta antes de escapar. Se por outro lado eu não tivesse nenhuma oportunidade para pegar novamente meus pertences, eu fugiria daquela prisão mesmo sem eles - *Não aguento mais esse lugar!*


Se os presidiários não entendessem a chamada para a fuga que eu faria abrindo suas celas, eu os ignoraria ali e continuaria fugindo sozinho, correndo o mais rápido possível para fora e evitando contato com guardas que estivessem pelo caminho. Se o confronto fosse inevitável, eu daria alguns passos para trás recuando para interpretar a cena e bolar mais uma estratégia para continuar minha fuga.

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