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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 5 EmptyDom 09 Set 2018, 19:31

Relembrando a primeira mensagem :

No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) caçadores de recompensa Gallore Strange e Kisame. A qual não possui narrador definido.


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Boreal
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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 5 EmptyDom 25 Nov 2018, 23:59

Quando o anão tecnológico Aduum comentara uma percepção sua sobre a Akuma no Mi comida pelo médico do grupo, Coldraz demonstrou sequer saber do que se tratava, tendo uma resposta imediata do cientista, de um jeito até bem pedagógico para as poucas palavras. - Você também é novo na Grand Line, não é? São Frutas do Demônio, que podem conceder habilidades especiais a quem comê-las. - E então, a pergunta do Stine sobre Skypea.

Burbrand franziu o cenho, como que pensativo, por alguns segundos, chegando até a mexer na barba com a mão direita - um estimulante típico dos intelectuais. E então respondeu. - Eu tenho a impressão de já ter lido alguma coisa sobre o assunto, companheiro... - Coldraz, esperançoso de alguma forma, deu-lhe outras informações, citando ilhas do céu, civilizações acima das nuvens. - SIM, SIM, MAS É CLARO![/color][/b] - O cientista pareceu ter um insight, como se uma lâmpada se acendesse em sua mente. - A controversa ilha dos céus sobre Jaya... - Seus olhos, perdidos no ar, parecia acompanhar a lembrança de algo escrito, ou como se vislumbrassem algo. - É um tabu dentro da comunidade científica. Já fora um assunto mais estudado, mas hoje pouco se fala dele. As lendas dizem que famosos arqueólogos se perderam trabalhando nisso...

Coldraz sorriu, e se apresentou. Aduum parecia ainda um pouco perdido nos pensamentos, mas quando o garoto completou seu nome, o Stine pareceu soar tão familiar ao Aduum, que levantou as sobrancelhas em surpresa, saltando. - STINE, EU SABIA QUE ERA ISSO! EU ME RECORDO... - Tomava um segundo para respirar, afinal, não era tão jovem assim. - Os Stine... Exploradores da Grand Line... Eu os conheci... Ninguém levava eles muito a sério, e admito que eu também, até os conhecer em um simpósio em Las Camps. O estudo que estavam desenvolvendo era fantástico, extremamente bem desenvolvido, e eles eram pessoas incríveis... - Seus olhos brilhavam, com saudosismo sem igual. - Mas desapareceram sem publicá-lo. Enigmático, no mínimo... - Seu olhar que estava meio baixo, subiu, fitando Coldraz agora com um sorriso simpático. - Sou Aduum Burbrand. Cientista, especialista em Akumas no Mi.

Nos instantes posteriores, o menino caçador seguiu procurando navio adentro, tomando alguns pães e frutas na cozinha, para se alimentar primeiro, e depois para alimentar sua companheira Marianna, que ainda estava encostada próxima ao mastro, sentada, repousando. Ela se alimentou bem, o que era bom, enquanto o Stine treinava um pouco do uso da Skoll Magni com a mão não predominante e tal.

Após alguns minutos, ele se dirigiu junto a ela para o lavabo que havia ali. Não era um chuveiro, e sim uma banheira com uma pequena torneira com água a temperatura ambiente, com uma cortininha que separava a mesma do resto do banheiro. Marianna não hesitou nem questionou sobre o tomar um banho, apesar de estar um pouco quieta, aparentemente ainda do cansaço, ou mesmo por estar um pouco abalada ainda.

Eles foram para o banheiro juntos, e não ficavam em uma situação estranha. Ela parecia entender que Coldraz estava com que protegendo-a. Ela se despiu, enquanto o menino a via tirar as roupas e ficar somente de peças íntimas, tom nude. Marianna olhava com um curto receito para o menino, mas deixava um sorriso breve para ele, parecendo relevar a situação mesmo, de forma a não se incomodar.

- Não vai espiar hein... - Ela dizia, tentando esconder o ferimento do braço mutilado e decepado, aparentemente, e jogando aquilo em tom meio brincalhão para disfarçar. De qualquer forma, Coldraz havia de notar que o ferimento era feio, e por mais que estivesse cicatrizando aos poucos, ainda estava ali. Ela foi para a banheira, e ficou alguns segundos, até que voltou a falar, e quando falou, a atmosfera mudou.

- Cold... - Sua voz era totalmente tímida, e até um pouco triste, chamando o garoto. Se ele se aproximasse da mesma, abrindo a cortina que separava a banheirinha do resto, a veria sentada com parte do corpo submerso nas águas, nua. Seus olhos estariam cheios de lágrimas, e seu semblante expressaria a mais pura dor do que talvez as palavras não poderiam exprimir. - E-Eu... Preciso de ajuda... - Ela parecia se segurar tanto para não cair em prantos, olhando para um dos braços, que sequer conseguia limpar por não ter o outro. Era um episódio de grande intimidade, mas não tinha um ar erótico, era mais... Sincero.

Mas com a entrada para a parte posterior do navio da dupla, e com o sumiço da Djinn Astaroth - assim auto-apresentada -, após explicar ponto por ponto suas capacidades e poderes para Strange (leia "ensinar tudo que ele pode fazer"), Kisame aproveitou para convocar os outros caçadores, ou melhor, o outro caçador, e seu pequeno companheiro cientista. Ele explanou a problemática, perguntando para Aduum sobre ele conhecer a figura do Skriven que mandara a carta. - Só conheço das histórias e jornais. - Era a resposta do anão.

Gallore falou também, lembrando da capitã Hana, mãe de Katsuo, e de suas habilidades descomunais. Imaginar que o tal Kyo poderia tê-las animava o ruivo, de certa forma. Por um instante, eles percebiam que Vindalf não estava mais lá no mesmo lugar de antes, e estranhavam. Aduum ia para dentro procurar por ele.

O boxeador, agora akumado, via então uma cena peculiar quando ia escolher algum inimigo aleatório derrotado para interrogar-lhe: uma menina, já sem máscara, mas com as mesmas roupas dos outros, se arrastava até a borda, e estava prestes a se jogar no mar. Quando o ruivo fora correr até ela, ela virou o rosto para ela, e então notou que a conhecia.

No primeiro milésimo de segundo seu cérebro não associou, mas logo em seguida ele soube: Era Nyle, a garota de Karate Island, irmã de Katsuo, que tentara lhe ensinar botânica, sem muito sucesso. Ele poderia impedi-la talvez, se tentasse, mas o olhar dela parecia pedir para que ele não o fizesse, que deixasse para lá.

E assim a Walrus seguia pelo mar azul...
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Coldraz
Mercenário
Mercenário
Coldraz

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 5 EmptySeg 26 Nov 2018, 18:18



Coldraz A. Stine

Família Anne Stine






Akumas no Mi, frutas capazes de conceder poderes especiais àqueles que as comem, tais como projetar uma gigante semi-nua pelo umbigo. Uma pessoa sensata poderia listar um número razoável de motivos para isso ser estúpido e impossível, mas sinceramente, depois de tudo o que eu vi até agora, aceitar a possibilidade de se ganhar poderes mágicos através da ingestão de alimento já não era exatamente algo assim TÃO absurdo.

Mas essas frutas não eram o que realmente me importavam; pela primeira vez desde que cheguei na Grand Line, eu encontrei uma pessoa que parecia entender das loucuras que aconteciam nesses mares. Mirella era inteligente, apesar de ser uma sociopata, mas parecia entender mais de tecnologia do que desses mares. Por isso não exitei em questionar meu pequeno companheiro sobre a única pista que eu possuía sobre o paradeiro de meus pais, e sua resposta me surpreendeu.

— A controversa ilha dos céus sobre Jaya... — Ele realmente sabia — É um tabu dentro da comunidade científica. Já fora um assunto mais estudado, mas hoje pouco se fala dele. As lendas dizem que famosos arqueólogos se perderam trabalhando nisso... —

Nenhuma palavra saiu da minha boca naquele instante, nem mesmo um pensamento, eu estava apenas: animado, excitado, agitado. Eu não tinha dúvidas, os arqueólogos TINHAM quer ser os meus pais e eles estavam em Jaya. Skypiea está escondida em Jaya! Pode parecer presunção da minha parte deduzir tudo isso, os arqueólogos poderiam ser qualquer um, talvez um número imenso de pesquisadores desaparecidos, não necessariamente meus pais, além disso, onde diabos fica Jaya ? Mas naquele momento, essas perguntas não me interessavam, eu queria apenas saborear aquelas revelações.

Recuperando a compostura, eu agradecia e me apresentava para o pequeno que provavelmente viria a se tornar o meu melhor amigo depois desta revelação, mas ele tinha bem mais a falar naquele momento, muito mais do que eu esperava para falar a verdade — Os Stine... Exploradores da Grand Line... Eu os conheci... Ninguém levava eles muito a sério, e admito que eu também, até os conhecer em um simpósio em Las Camps. O estudo que estavam desenvolvendo era fantástico, extremamente bem desenvolvido, e eles eram pessoas incríveis... — Eu entrei em choque naquele momento, apenas encarando o anão — Ele... Ele conheceu os meus pais ? — Não sabia como digerir esta informação, ele era um amigo da família ? Seria a primeira vez que eu teria visto tal coisa, já que sempre fomos tratados como párias, independente da nossa fortuna, já perdi a conta de quantos olhares de repúdio recebi e quantas amizades perdi apenas por ter meu sobrenome revelado, mas ELE não falava deles com desgosto e, para falar a verdade, eu não sabia como lidar com isso.

— Mas desapareceram sem publicá-lo. Enigmático, no mínimo... — Suas palavras me traziam de volta a realidade, ainda um pouco atordoado com a sobrecarga de informações, e confuso sobre qual seria meu próximo passo; por fim, apenas me despedia do agora devidamente apresentado: Addum Burbrand, cientista, especialista em Akumas no Mi e, possivelmente, um antigo amigo da família.

Skypiea! Jaya! Addum! Meus pais! Enquanto eu andava pelo navio, refletia sobre todas essas coisas, a alegria e euforia eram substituídas por dúvidas e questionamentos enquanto eu tentava colocar minha mente em ordem novamente ao atacar a despensa do navio — Jaya... Jaya? Jaya! — Repetia as palavras na minha mente, como se focando; definitivamente aquele seria meu destino, mas por alguma razão, mesmo sabendo disso e repetindo na minha cabeça, eram os meus pais que preenchiam minha mente, sua relação com Addum trazia de volta todas as lembranças da minha infância: as cartas que mandavam durante suas viagens, os livros de aventura que minha mãe, e por vezes minha governanta também, lia para mim a noite, mas também os meses e até anos que eles passavam longe de casa, todas as brigas que comecei para defender a "honra da família", todas as amizades que perdi por causa do meu sobrenome.

Todas essas memórias surgiam e bagunçavam ainda mais minhas emoções, em um misto de raiva e tristeza, ódio e saudade, antes que me desse por mim, já havia voltado ao convés, então dava parte da comida que encontrei para a Marianna e descarregava minha raiva treinando. Não vou dizer que isso resolveu, mas certamente ajudou (ajudaria ainda mais se eu tivesse batido em alguém de verdade, mas enfim). Minha mente já havia se acalmado, então me dirigia para a Marianna com meu típico sorriso sedutor, talvez este fosse o meu normal, mas pessoalmente, ainda parecia um pouco mecânico para mim naquele momento.

Mesmo durante o caminho até o banheiro, minha mente ainda continuava distante, como se tentando manter o controle, foi apenas ao chegarmos que eu voltava a mim, bem a tempo de vê-la se despir na minha frente. Aquilo definitivamente me surpreendeu e fez meu coração bater mais rápido; era incomum ela fazer algo do tipo. Talvez minha falta de concentração tenha sido confundida como uma aura que transmitia confiança e segurança, mas quem sou eu pra reclamar ?

O sorriso dela, cara, acho que não preciso de tantas palavras para descrever o que senti naquele momento, mas veria meu semblante mudar para um tom sério e confuso rapidamente ao ouvi-la dizer — Não vai espiar hein... — Ela falava como se fosse uma brincadeira, mas a forma como ela parecia tentar esconder o braço decepado... — Isso nem passou pela minha cabeça. Palavra de escoteiro! — Respondia tentando aliviar o clima e evitar uma situação pior, mas quando ela entrou na banheira, a única coisa que eu deixava transparecer era culpa.

— Cold... — Aquela voz, a forma como ela me chamava era tão... Triste. Meu primeiro pensamento era que, naquele instante, ela finalmente desabafaria, diria que me odeia e não suporta mais isso, que ela queria voltar para Loguetown e que eu era a pior coisa que já aconteceu na vida dela. Me aproximaria então da banheira e abriria a cortina, me segurando para não desabar em lagrimas também ao vê-la chorando e pedindo — E-Eu... Preciso de ajuda... —

Não haveria dúvidas sobre o que fazer naquele momento, eu me abaixaria para ficar na altura dela e a ajudaria a tomar banho, passando sabão e água em seu corpo de forma delicada. Eu posso ser um pervertido as vezes, mas não era isso que se passava pela minha cabeça naquele instante, e deixaria isso bem claro ao dizer à ela — Está tudo bem! — Eu queria expelir mais palavras de conforto, mas não saberia o que mais dizer naquela situação, porém, daria toda a minha atenção para ela, sem pressa, e se precisasse, ajudaria ela a se levantar, vestir e até mesmo andar até um quarto de verdade com uma cama onde ela pudesse se deitar após o banho, e só então, se ela não precisasse mais de mim, tomaria o meu banho. Caso contrário, faria o que ela pedisse.

Se qualquer um tentasse falar comigo enquanto eu cuidava dela, apenas responderia com um — Agora não. Estou ocupado! — Repetindo de forma mais agressiva se insistissem. Porém, após tomar o meu banho ou se me chamassem depois que eu cuidasse da Marianna ou esta me mandasse ir, eu iria até o convés atrás do Strange e, não importa o que ele estivesse fazendo quando eu chegasse, eu interromperia se fosse preciso e diria — Strange! Foi você que tratou da Marinna, não é ?! — Na verdade eu já sabia a resposta, afinal, eu vi; em seguida eu faria uma reverência formal e o agradeceria pela generosidade, por fim eu me levantaria e o questionaria — Ela... Ela ainda parece muito fraca, tem alguma coisa que eu possa fazer ? Ela Vai Ficar Bem ? — Esta última parte eu diria em um tom de voz mais elevado e preocupado enquanto esperava pela resposta do mesmo.

Naquele momento, isso era tudo o que me importava. Se houvesse algo que eu pudesse fazer por ela, eu faria; se eu recebesse a ordem de fazer algo relevante para que o navio navegasse ou coisas importantes que não incluíssem coisas irrelevantes como lavar o chão ou fazer um sanduíche para algum deles, por exemplo, eu faria sem questionar.

Apesar de preocupado com a Marianna, se não houvesse mais nada que eu pudesse fazer por ela, tentaria falar com Addum a sós, chamando ele para um local reservado se preciso e então faria o questionamento — Você disse que conheceu meus pais... O que você pode me dizer sobre eles ? Vocês eram próximos ? Eles tinham outros amigos ? Mais alguém que possa saber o paradeiro deles ? — E esperaria por suas respostas, mas desta vez, não tão animado, não com tudo o que estava acontecendo naquele momento. Independente de se ele respondesse ou o que ele respondesse, e até mesmo se caso eu não conseguisse falar com ele, ao terminar a possível conversa, eu agradeceria e me retiraria para perto da Marianna, onde também tentaria descansar um pouco.



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"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 5 EmptyQui 29 Nov 2018, 10:29



Kisame

Rédeas





A turbulência na embarcação não permitia que a navegação fosse calma, estaria mentindo se dissesse que não estava confortável com aquilo, já fazia muito tempo que eu e Nie navegávamos sozinhos e uma bagunça com bebidas sempre me alegrava. Bem, pelo menos as vozes graves dos homens continuavam, o álcool talvez não fosse possível adquirir no momento mas nada que as memórias não pudessem sacias. Só ficaria imaginando o quão idiotas são os jovens de hoje em dia que não sabem aproveitar uma bela vitória. Desta forma, conseguia decidir qual a primeira coisa para fazer quando chegássemos na próxima ilha, vamos comemorar em uma taverna, desta vez sem brigas, apenas festejar. Mostraria para os pequenos, já que as oportunidades eram sempre interrompidas por criminosos e suas recompensas.

Em meio as ondas, observaria o que cada um no convés estivesse fazendo, analisaria e tentaria entender todos. Gallore e Aduum já estavam na massa, mas a confiança seria abalada por novos caçadores de recompensas e corpos estirados na madeira do convés. Um peso sobre meus ombros, “dizia” que deveria fazer algo, talvez fosse a entediante viagem, quem sabe a mulher do Strange não desse uma aliviada na minha tensão, pensamentos e pensamentos, voando com o vento que soprara nas velas, mas nenhuma palavra a respeito disso. Voltaria a me concentrar na viagem, levando Walrus para um trajeto fixo que permitisse minha saída do timão para fazer outras coisas, analisaria o clima, nuvens e movimentações incomuns no mar, antes da soltura...E então me libertaria. Alongaria meus braços, inclinaria meu dorso para os lados e então me aproximaria das pessoas do convés, mais precisamente aquelas que pareciam mortas.

- Ah! Gallore que bom que você escolheu o seu preferido, o restante vai dançar...esse peso morto está só atrapalhando meu caminho. Vão me ajudar ou ficar olhando?

Indagaria ao mesmo tempo que começaria a me aproximar para pegar os corpos. Com ambas as mãos agarraria em suas vestes e logo em seguida lançaria com toda minha força, para fora do navio. Isso mesmo, os corpos iam virar ração de peixe. Além de fazer peso estra sobre a embarcação, nosso alvo havia sido escolhido e tais ações serviriam para amedronta-la e também deixar implícito que sua vida não valia nada para nós, pelo menos até que se provasse o contrário.

- Coloque seu demônio pra fora e faça ela contar sobre tudo, logo! Não me diga que já se apaixonou por ela, vai acabar perdendo um braço que nem a outra garota.

Caçoaria do médico enquanto eu estivesse removendo o lixo, manteria o humor até o término de meus afazeres, ai então relaxaria. Desceria para o interior da embarcação, me dirigia com pressa para a cozinha, já fazia tempo que não ingeria nenhum alimento e lá com certeza encontraria algo. Procuraria por qualquer tipo de alimento, cru, assado, tudo que pudesse fazer peso em meu estômago, se não teria que acabar comendo as garotas lá de cima.

- Quero ver quem vai preparar comida para nós agora...Uma não tem braço e a outra vai ser vendida, que grande merda de aventura é essa, tem gosto de terra.

Indignado começaria a murmurar sozinho no cômodo e aumentaria o tom se alguém estivesse comigo no local. Após alimentar-me, retornaria para o convés, tranquilo e sereno, antes de voltar a navegar me distrairia com Strange e seus amigos. Não haviam dúvidas de que estaria prestes a presenciar um bom entretenimento e torcia para que Coldraz e sua garota participassem, eu por outro lado, ficaria um pouco distante, sentado e repousando na borda do convés ao lado de minha espada - ou melhor, de Gallore -.

Não permitiria que ninguém impedisse minha ações, ou atrapalhasse meus momentos de lazer, onde eu aproveitaria para descansar, já que juntos não tínhamos sossego para nada. Defenderiam minha posição firmemente, se retrucado, porém a insistência me tiraria do sério e me faria agir como de costume. Se fosse abordado no instante em que estivesse realizando a limpeza, não hesitaria em jogar em alto mar qualquer um que viesse me incomodar. Entretanto, se fosse abordado enquanto comia ou descansava, apenas ignoraria, não daria nem mesmo o prazer de olhar em meus olhos.

Aguardaria tudo que estivesse por vir, passar, e então interagiria com aquele bando de...desajustados.

- Vocês imaginam como vai ser essa próxima ilha? Só espera que não seja como aquela em que vocês acharam esses moleques ai...E Strange vê se não vai sair por ai acolhendo gente estranha de novo, essa embarcação não é pra qualquer um.

Expressaria para o médico minhas intenções e que restringiríamos algumas ações tomadas anteriormente, mesmo que exista vontade e necessidade, pensaríamos e analisaríamos com cuidado. A questão levantada ainda assim era preocupante, eu torcia para que fosse uma ilha habitada por indivíduos “normais” e que nosso tempo não fosse tomada por algo, devido nossas atitudes idiotas, queria ser o mais breve possível após a nossa comemoração. Talvez estivesse entusiasmado com a próxima caçada, mas gostaria de ficar mais forte, me sobrepor sobre os outros e de quebra, a fama. Não parecia ser nada ruim, mesmo que ser temido fosse a verdadeira motivação. Gallore aos poucos ia me deixando para trás, eu que deveria ter a capacidade de cortar a sua mantida cabeça e a de seu demônio de estimação, correria atrás desse objetivo. Deveria começar a me portar como um verdadeiro, líder, as regras serão cumpridas. Me levantaria e iria na direção dos imbecis.

- Podem ir parando com essa palhaçada!

A arcada dentária seria retirada de minha boca durante o percurso, quando a distância entre mim e o indivíduo escolhido para responder as nossas perguntas fosse reduzida, avançaria com todo velocidade e cravaria as presas em sua perna, simulando uma mordida, porém aplicada com a força da minha mão. Não recusaria ou fraquejaria, se tentassem me tirar de perto, apenas continuaria, ignoraria ataques e manteria minha mão no local de qualquer jeito, presa aos dentes como se fossem parte de mim - ainda -. Se fosse deslocado dali, garantiria um pedaço de carne do consagrado (a).

- Precisamos de respostas agora, então trate de abrir essa boca.



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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 5 EmptyQui 29 Nov 2018, 21:20



Gallore Strange

"Reencontro"




Bom, não havia muito o que se falar sobre esse tal caçador de recompensas lendário, se até mesmo o Aduum só conhece histórias passadas pela boca do povo, que diga-se de passagem, quando retratam alguém famoso normalmente são cheias de exagero, então deve ser difícil conseguir alguma informação desse homem, nada mais natural, ele não estaria no topo se fosse fácil de se encontrar e obter informações. Quem sabe um dia se nos encontrarmos eu não possa aprender algo com esse cara, talvez desafiá-lo, ver o que é preciso para ser um dos melhores.

A pequena reunião se encerrava, mais por falta de assunto eu diria, talvez o que realmente falte para entender o Kisame seja sentar na mesma mesa de bar ou algo parecido. Quando retorno aos meus afazeres, novidade, o anão do mal tinha sumido. - Parece até uma maldição, quem a gente não acaba matando sempre escapa. - Teria pensado enquanto levava a mão até a testa. Aduum saiu para procurá-lo, e quando me volto para meus possíveis alvos de interrogatório… - Não acredito, mais um fujão. - Eu pensei ter amarrado esse povo todo no mastro, como eles tão se arrastando por aí?

A medida que ia me aproximando notava que se tratava de uma garota, apesar das vestes, tinha alguns traços que a destacavam, cabelos e pele branca, a ausência da máscara, e a medida que eu a observava ia achando as coisas um pouco mais familiares, até que de fato eram.

- Nil… - Travaria minha corrida por um instante, meu rosto não demonstraria nada menos que surpresa, olhos arregalados e mandíbula boquiaberta seria a menor das características. - NYLE! - Uma certa alegria bateria momentaneamente por ver um rosto familiar, ainda mais alguém que uma vez fora tão gentil e querida comigo, mas aquele olhar. Por que sempre esses olhares são pra mim? Ela parecia, em minha concepção, sofrer, implorando para que sua vida tivesse fim?

- Mas é claro. É CLARO QUE NÃO SUA IDIOTA! - Se antes não estivesse me movimentando a toda velocidade, agora pode-se dizer que estaria, usaria toda minha aceleração para alcançar a garota antes que ela se jogasse no mar. Se chegar a tempo, daria a volta para que ficasse de frente com ela, e segurando ambos seus ombros a levaria ao chão comigo, onde me ajoelharia, e se ela parecesse fraca demais, ou desatenta de alguma forma que não mais prestasse atenção em mim, apertaria um pouco mais forte - tendo cuidado para não machucar - e então a chacoalharia de leve duas vezes.

- Nyle! Oe Nyle! - Chamaria sua atenção caso ela esteja como citado acima. - O que você tá fazendo aqui? E por que quer se jogar no mar? Isso não faz sentido. - Olharia para ela, uma certa aflição refletiria em meu rosto, aquela situação toda me incomodava, procuraria para ver se não tinha ferimentos fatais, mas escaneando também os mais leves. Caso ela não me responda, não dê uma resposta muito clara, ou apenas esperneie dizendo para largá-la, falaria novamente. - Você está bem? Quem te machucou? - Franziria o cenho nesse momento. - Venho procurar o Katsuo? Ele ficou em Baterilla.

No momento ignoraria as provocações de Kisame. - Que merda esse cara tá falando? Apaixonado eu? E contar o que? - Sinceramente os comentários do tritão só me tirariam do ´sério naquele momento, minha preocupação com a garota ali era maior, sendo então minha única resposta virar a cabeça em sua direção e falar de uma maneira seca. - Claro, faça o que achar melhor. - Nem ouviria direito sua pergunta, mas isso me ganharia um tempo de paz, ou a medida do possível disso,

- Aqui. dare-dare - Diria com uma certa ternura enquanto apanharia a garota nos braços para levá-la um pouco mais para o centro do navio e longe da borda, optaria por uma região que não tivesse corpos ou manchas de sangue, mas que ainda assim tivesse algum apoio para ela. Não me importaria se ela se espernear ou me bater, resistiria os ataques até colocá-la novamente no chão.

A partir daí interagiria com ela de forma diferente dependendo de como ela viesse se portando. Caso já tenha me contado sobre algo brevemente, mas sem muitos detalhes, eu mostraria ambas as palmas, como um sinal para se acalmar, enquanto que com uma voz mais tranquila possível a instruíria a relaxar. - Calma, respira. - Faria uma respiração profunda antes de continuar, puxando o ar pelo nariz e soltando pela boca. - Agora um passo de cada vez, como você chegou aqui, e quem são os homens de preto? - E então a escutaria.

No entanto caso ela não converse comigo, sentaria de pernas cruzadas em sua frente, minha expressão seria uma mistura de confusão e tristeza, tentando entender como chegamos a esse ponto. Ficaria a observando até que contasse algo, a nesse momento imagino que ela saberia minhas intenções então não faz sentido ficar repetindo, a impediria de se matar se chegasse a esse ponto, sempre a colocando de volta do mesmo lugar, não a deixaria fazer isso só assim.

Em meio a isso, caso Kisame indagasse sobre a próxima ilha, responderia para mim mesmo, em um tom meio baixo, talvez o suficiente para que Nyle escute. - Vai saber… Espero que dê pra contatar a Marinha de lá. - E no momento em que Kisame falasse sobre trazer mais gente, olharia para ele com uma cara de culpado, pois seria exatamente o que eu estaria fazendo naquele momento.

Caso Coldraz venha falar comigo nesse tempo, ainda atento com a garota de cachos brancos, me levantaria para falar apropriadamente com ele. - Hmm, acho que você dizer que sim. - Seria minha resposta a sua pergunta, diria isso meio sem jeito, coçando minha nuca com a mão esquerda, reação que só se intensificaria caso ele fizesse algum agradecimento formal. E caso pergunte sobre Mariana, bom, olharia sério diretamente para ele, dizendo nada mais do que toda minha sinceridade.

- Olha… Sinceramente eu não me considero nenhum médico, digamos que eu sou um cara que aprendeu a se virar depois de tanto se machucar em lutas. Por isso recomendo fortemente que leve ela até alguém especializado quando chegarmos a próxima ilha. - Faria uma pausa para observá-lo. - Ainda assim, caso me reste alguma credibilidade, eu diria que ela só precisa de descansar, foi muita carga, tanto física quanto mental, e essa batalha naval não ajudou em nada. O que você pode fazer? Fique ao lado dela. Nada como o namorado pra dar apoio né? - Fecharia um dos olhos meio brincalhão e abrindo um fraco sorriso.

A essa hora, caso não tenha visto Aduum, aproveitaria para pedir um pequeno favor ao garoto. - Aliás Cold, pode procurar o Aduum por mim? Ele foi atrás do irmão e ainda não voltou. - Caso o garoto indique que vá fazer isso eu seguraria seu ombro para chamar atenção em um último aviso. - E cuidado com o irmão dele, até onde eu sei ele é uma das pessoas que nos atacaram.

Retomaria então minha atenção para Nyle, e bom, é aí que vem a parte complicada. Caso percebesse alguma atitude agressiva de Kisame, se aproximando com claras intenções de machucar a garota, eu tomaria uma postura ereta, queixo erguido e então andaria em passo forte em direção ao tritão. - Kisame nem pense nisso! - Diria firme o avisando. Quando me aproximasse o suficiente faria força opositora a ele com minha mão esquerda empurrando seu peito. - Eu disse que ia cuidar disso não disse? - Tentaria impedir o tritão de passar, ainda assim, caso ele me tire do caminho, seja com um empurrão ou algo do tipo… - Ok... Foi você que pediu por isso.

- Asta! - Chamaria a Djinn mentalmente enquanto esfregaria a barriga, e seguindo as próprias orientações dela, daria minhas ordens através do pensamento. - Eu desejo que pare o Kisame. Segure ele por detrás passando os seus braços por debaixo dos dele e fechando a chave apoiando as mãos por detrás da cabeça. - Confesso que isso é um pouco estranho, não tenho certeza de é certo ficar dando ordens assim, mas eu não quero lutar com o tritão de novo, e imagino que essa seja a melhor saída. Uma vez que ela consiga contê-lo, completaria as ordens. - Ótimo, agora voe até uns três metros de altura pra ele não se apoiar no chão e se soltar com facilidade.

No entanto caso ela não tenha tanta força assim em seu tamanho normal, pediria para que crescesse por algo entre seis e oito metros. - Só pare esse tritão. Segura ele nas mãos gigantes e ergue o ergue alto pra não ter reação. - Em último caso, caso a contenção seja impossível, chegaria ao meu último recurso. - Soca ele pro outro lado do navio, só pare ele de qualquer jeito.

Isto posto, manteria o poder ativado, e independente da posição do Kisame, uma vez que eu consiga pará-lo, tentaria convencê-lo a não usar força. - Eu disse pra não fazer, você me obrigou a isso. - Começaria apontando o porquê de prendê-lo ou atacá-lo. - Disse que ia cuidar disso, voltamos ao ponto em que não confia mais em mim? - Nesse ponto seria uma certa reciprocidade, nossa viagem até aqui foi tão turbulenta e bagunçada, que não sei dizer se Kisame seria meu aliado em qualquer situação, acho meio difícil. - Além de que, eu conheço ela. - Olharia brevemente para Nyle. - E você a família. Se lembra do Katsuo ou da Hana? Aquela capitã que cortou dois homens no meio como se fosse papel? - Daria um tempo para ele assimilar. - Então…

Por fim me viraria para a garota de cabelos brancos. - Olha Nyle… - Diria com uma expressão cansada. - Eu posso e quero te ajudar, mas primeiro você tem que me contar o que está acontecendo. - Diria caso ela ainda não tivesse revelado nada.


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 5 EmptyQui 06 Dez 2018, 22:00

IMPORTANTE:
 

O sentimento no banheiro da Walrus era de ternura. Com um fluir sem malícias, tão platônico e ideal, Coldraz se via ajudando a menina a se banhar. As lágrimas escorriam dos olhos de Marianna, mas com certeza estava mais tranquila com a postura do garoto, mesmo que ele não soubesse exatamente o que falar. Ela parecia, por um instante até, sentir certa paz.

O caçador pode notar que o ferimento estava começando a se fechar, e provavelmente em algum tempo aquela grande queimadura seria recoberta por pele. E, com o fim do banho, enquanto a menina já nem derramava mais lágrimas, o Stine a ajudou a se vestir, e ir até um quarto - aquele que Strange havia a trazido antes. Deitou-a a na cama, e ela logo caiu em sono, com um quase sorriso no rosto. Era confiança, era serenidade.

Aduum até passara por ali enquanto o garoto cuidava dela, lento, quase como que petrificado. Mas passava, caminhando devagar para fora. Aquilo não despertou tanto o interesse do menino caçador por ora.

Seguindo para fora, sem nem reparar se havia passado pelo anão ou não, ele foi direto em Gallore. Gallore este, por sua vez, que tendo salvo a menina Nyle, a colocara no centro do convés e buscava lhe retirar informações. Mas a menina só balançava a cabeça de um lado pro outro, exibindo sinais de desespero. Ela tremia de nervosa, e não conseguia parar de olhar para os lados, e até para cima, e o ruivo seguia tentando acalmá-la, fazendo perguntas.

Sobre Katsuo, ela balançava negativamente a cabeça, ainda muito instável para falar. Kisame tentava falar durante aquilo, e Strange só ia o respondendo de forma curta e sem muita importância. Assim, o príncipe dos mares começou a jogar os corpos no mar.

E estava lá ele, o tal herdeiro tritão dos mares, pegando os corpos e, prontamente, querendo lançar-lhes as águas. Contudo, um fato estranho aconteceu. Quando lançou o primeiro corpo, no instante que soltou suas mãos enrugadas de peixe das pernas do indivíduo, sentiu um tremendo choque atravessar seu corpo como um todo. Por um instante ele achou inclusive que iria morrer.

Mas não passava do desespero do choque repentino e gratuito. De qualquer forma, quando ele foi lançar outro corpo, até sentiu um choque, várias vezes mais leve. E no próximo já não sentiu nada. Aquilo não havia afetado sua integridade física, talvez não fosse um choque suficientemente forte para aquilo, mas o susto havia o feito até dar um pequeno salto no instante, tendo sido notado por todos.

Coldraz resolveu perguntar para Strange sobre Marianna, e o ruivo mandou a real, na sinceridade. O menino só tinha então a voltar, logo em seguida, para junto de sua amada, para prestar-lhe apoio. E quem sabe achar Aduum no meio do caminho.

Mas poucos passos adentro, ele achou o anão, andando de forma extremamente lenta, agora que estava de olhos mais abertos. Estava IRRECONHECÍVEL. Se Coldraz achara que já havia visto desespero de verdade com o olhar anterior de Marianna, aquilo era dez, vinte, quem sabe trinta vezes maior. O menino podia sentir uma dor quase que dentro da sua alma de ver aquele olhar.

- Ssss... sss... - O pequeno ser genial tentava dizer algo, mas seu semblante não se mexia, era puro desespero, pura dor, um pedido de socorro em linguagem não-verbal. Era como se o mais íntimo do seu ser estivesse perturbado.

Coldraz não soube, só o seguiu. Não tinha reação, só entendia que havia de seguir, embarcação adentro...

Enquanto Strange e Kisame tretavam, com o ruivo subjugando o capitão tritão da Walrus, elevando-o com sua Dijjin a 3 metros de altura, Nyle não parecia melhorar, estando em respiração tão rápida que se aproximava de uma crise.

O menino caçador, de madeixas negras, seguiu então Aduum, sentindo que era o que devia fazer. Passos lentos, quase que receosos, pelo corredor do barco, até a última porta, lá no fundo. Estava aberta, e então Coldraz viu.

- ...aaaaaaAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! - O grito de Aduum ressoava em puro sofrimento por toda a embarcação, de forma que todos ouviram e congelaram no instante de segundo seguinte. E tal grito foi a trilha sonora para a horrível cena que o Stine contemplava: ali estava Vindalf, amarrado por uma pequena corda à escotilha, suspenso poucos centímetros do chão.

Seu corpo estava desfalecido, totalmente largado e sem vida. O nó, em seu pescoço, não deixava dúvidas do que havia acontecido: um suicídio. Estava morto, e o grito de Aduum, que apesar de não durar mais que 10 segundos, parecia uma eterna sinfonia que compunha aquela cena terrível aos olhos do menino.

Entre as poucas partes de seu rosto que podia se ver, partes estas que haviam sido tiradas na tentativa de tentar tirar a máscara como um todo, revelavam um sorriso cínico, beirando o forçado em suas feições. Era aquilo: havia se matado, e havia o feito sorrindo como um psicopata louco.

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 5 EmptyDom 16 Dez 2018, 15:09



Gallore Strange

"..."




- Francamente. - Suspiraria meio cansado em meio a situação, olhando para Kisame em um misto de “Sério?” com desapontamento. - Mas será possível que a gente não consegue ficar um único dia em alto mar sem tentar se matar? - Quando os problemas pareciam diminuir com o sobrepujamento contra os inimigos, quando finalmente parecia que as coisas iam andar pra um caminho mais correto, os problemas só pareciam se acumular mais e mais. Primeiro descubro que Nyle - ainda em estado de choque - se encontrava entre essas pessoas de preto. - E apesar de me deixar bem curioso sobre, acho melhor nem imaginar como diabos ela conseguiu nos alcançar saindo de Karatê suponhamos com um dia de desvantagem. - Não adianta, ela não me diz nada, só fica tremendo enquanto eu tento acalmá-la e tenho que dizer que um tritão que acabou de matar vários homens tentando atacá-la não ajuda muito.

De alguma forma consegui contê-lo, esse poder; Astaroth, ela é bem útil, e conseguir segurar o Kisame só assim como se não fosse nada, talvez ela seja até mais forte do que eu. Ainda não sei exatamente como lidar com isso, mas por hora foi o que salvou a situação.

- Valeu Asta! - Diria mentalmente para a Djinn.

Nesse momento você deve estar se perguntando: “E quanto ao grito medonho que venho de dentro do navio?” Bom, e eu achando que as coisas não poderiam piorar, ao escutar aquilo minha reação não poderia ser outra senão travar por um momento, me encontro em uma encruzilhada aqui, por um lado algo que ainda não sei aconteceu nas cabines, por outro - já aqui fora - tenho uma garota tentando se matar e um tritão 300% putotentando matar ela. - Tch… É como se um completasse o outro. - Não é como se eu pudesse estar em dois lugares ao mesmo tempo… Na verdade, eu posso sim.

- Primeiro, um ato de boa fé. - Olharia para Asta enquanto faria mais um pedido. - Pode soltar ele. - Assim que o tritão tocasse o chão, caso ela venha me golpear para descontar sua raiva eu rapidamente saltaria para trás, e se não fosse a seriedade do momento o faria com um sorriso no rosto. - Kisame, alguma coisa aconteceu lá dentro! Vai dar uma olhada que eu já chego lá. - Diria independente de ele me atacar ou não e caso já não o faça por conta própria.

Quando a Nylle, não tenho muito o que fazer por agora, ela claramente está em choque e não vou conseguir nada por agora, a única coisa que posso fazer por hora é evitar que ela faça alguma besteira. Pensando nisso me ajoelharia por um momento pegando a mochila e procurando por uns sedativos que comprei anteriormente. - Devem estar por aqui em algum lugar. - Tentaria esconder o objeto da vista da menina, colocando a bolsa novamente em minhas costas e abraçando Nylle como um disfarce para sedá-la ao ponto de adormecer, a apoiaria no chão lentamente e enquanto esperasse o sedativo fazer efeito eu iria até a roupa de frio que deve ter caído mais cedo quando Asta sumiu colocando-a sobre meu ombro.

Uma vez feito isso, pediria para que a Djinn leve a garota no meu lugar ao mesmo em que eu posso ir averiguar o que diabos foi aquele grito. - Asta. - Chamaria sua atenção já tornando a esfregar minha barriga. - Me faz um favor e leva a Nylle até o mesmo lugar da Mariana, se tiver uma cama vazia seria o ideal, depois fale pra a Mariana dar uma olhada nela por mim ok? - Esperaria uma resposta de afirmação dela e então concluiria. - Quando terminar me avise. - Afinal eu não acho conveniente ficar esfregando a barriga para sempre, será que não tem outra forma de usar isso?

Ordens feitas creio que a Djinn as cumprirá sem problemas, e assim correria até a origem do grito. - Pessoal o que é hou… - A fala seria interrompida, pois é pelo que a cena em si pediria, ver aquela imagem, e pior ainda, por um instante tentar me colocar no lugar do anão, perceberia na hora o quão perturbador deve ser. Por um instante não falaria nada, acredito que o mais sensato primeiramente seja dar os devidos respeitos ao falecido, retirá-lo de tal posição degradante e macabra.

- Com todo respeito Aduum. - Diria me ajoelhando por um breve instante tocando no ombro do anão, uma certa seriedade estaria em minha voz, e meu rosto não evitaria transparecer uma certa culpa pelo fato de que poderíamos ter evitado, em seguida andaria - sem movimentos bruscos - até o cadáver pendurado, a esse ponto imagino que Asta já tenha levado Nylle para Mariana, portanto pararia de esfregar a barriga e sacaria minha adaga. Enquanto uma mão cortaria a corda, a outra seguraria a parte que se prende ao pescoço do anão, para que assim ele não caia igual um saco de batatas no chão.

Assim que conseguisse partir a corda, a mão que antes usaria para empunhar a adaga apoiaria nas costas de Vindalf, o colocando deitado no chão vagarosamente, guardaria a lâmina escura ao mesmo em que com minha outra mão tentaria desfazer o sorriso em sua face assim como fecharia seus olhos (caso se encontrassem a mostra e abertos), por fim pegaria a roupa de frio em meu ombro e colocaria por cima do cadáver no intuito de cobri-lo por completo.

- Vamos fazer um funeral decente quando chegarmos na ilha. - Diria num tom baixo ainda sem me virar e olhar para Aduum. O que dizer para ele? Não é como se qualquer coisa que eu diga vá fazer algum efeito, em situações assim, aquilo que Aduum fez comigo mais cedo, ficar quieto, é a melhor saída, a última coisa que eu gostaria seria alguém tentando forçar alguma empatia em mim, talvez aquele que mais entende o anão agora seja Kisame que também “perdeu” o irmão, mas depender de algum sentimento por parte dele é utópico. Foi literalmente um dia de merda, todo mundo perdeu alguma coisa, todos estão de luto, eu diria, e não é um moribundo que vai animar outro.

Suspiraria bem fundo, cansado pelos ocorridos, levando a mão até o rosto removeria a faixa da cabeça deixando os fios de cabelo caírem sobre meus olhos, novamente tornaria a andar dessa vez para fora do cômodo, pararia lado a lado do anão e então diria o mínimo, creio eu. - Sinto por sua perda amigo, se precisar conversar saiba que estou sempre aqui. - Por fim me retiraria, iria até o banheiro fazer a melhor coisa para esfriar a cabeça nesse momento, tomar um banho que já faz 84 anos.

Uma vez de banho muito bem tomado eu aproveitaria a água para lavar as duas camisas que tenho e a calça que estava usando de manhã, estendendo ali mesmo se possível (senão lá fora), vestiria a calça preta pega de um dos mascarados assim como minhas botas, no lugar da camisa apenas colocaria o casaco ainda de zíper aberto e por fim a faixa em meu pulso, por hora deixaria o cabelo solto, mas aproveitaria da umidade para penteá-lo para trás com a mão. Assim que fizesse tudo isso eu procuraria por Kisame - ele tendo me acertado anteriormente ou não - perguntar como anda nossa viagem, antes disso passaria na cozinha e se tivesse algo para beber pegaria para os dois. assim que me aproximasse do tritão assobiaria para chamar-lhe atenção e quando ele olhasse jogaria a garrafa/latinha em sua direção.

- Estamos bem? - Perguntaria com relação ao pequeno desentendimento de antes. - Ótimo, só não toque na garota ok? - Responderia independente do que ele me dissesse logo antes de dar alguns goles caso tenha pego algo. - O que pretende fazer quando chegarmos na próxima ilha? Acha que falta muito ainda? Rolou tanta merda hoje… - Ficaria em silêncio por um instante caso ele queira falar algo ou não, e caso diga algo sobre tempo indeterminado ou que ainda vá demorar, eu terminaria minha bebida jogando seu recipiente no mar e então me espreguiçando. - Bom… Então acho bom a gente se acomodar né. Eu vou lá pra dentro um instante.

Se a viagem realmente se prolongar, a qualquer momento que anoitecer e eu perceba - com minha noção temporal - que se passa em algo em torno de dez horas da noite, retornaria até Kisame sugerindo uma troca de turnos. - A gente só precisa seguir com o navio na direção reta né? Vamos revezar para vigiar enquanto o outro dorme. - Caso ele tenha alguma resistência a ideia eu argumentaria a meu favor. - Você não vai se sair muito bem se alguma coisa maluca como as de hoje acontecer, pode ir dormir primeiro, eu te acordo daqui a umas cinco horas. - A ideia não é manter o navio em si, mas vigiar caso encontremos terra firme ou alguma outra embarcação inimiga, minhas curtas memórias no mar me dizem que ser pego desprevenido só assim é a pior coisa a se acontecer, naquele caso em específico, principalmente se for a marinha, hahaha.

De qualquer forma meu objetivo aqui nesse navio é evitar outra tragédia, mediante a isso durante todo meu período de vigia - caso venha a ocorrer - eu estaria esfregando minha barriga ordenando que Asta vigia o quarto de Nylle e evite ela de cometer qualquer besteira. No momento em que as cinco horas se passassem eu iria até Kisame acordá-lo chutando alguma madeira ao seu lado. - Já já deve amanhecer, eu vou tirar um cochilo.

Durante todo o resto do meu tempo livre, antes e depois de minha vigia, isso em caso de nenhuma ilha aparecer até lá é claro, minha presença seria toda voltada no quarto em que Nyle se encontrasse. A primeira coisa que faria seria vasculhar o ambiente recolhendo armas, objetos pontiagudos, cordas, qualquer coisa que dê pra usar em um suicídio, caso Mariana esteja no mesmo quarto e ainda acordada me dirigia a ela por um momento também.

- Eai como você está? - Emocionalmente? Provavelmente destruída, nunca se sabe, mas eu tinha que ter certeza. - Mariana, se importa que eu fique com sua arma até amanhã de manhã? - A garota poderia achar meu pedido estranho, então caso ela entregue ou recuse eu explicaria do mesmo modo. - Acontece que essa garota, Nyle, eu conheço ela de alguns dias atrás, ela não deveria estar na Grand Line e ainda tenho que descobrir como chegou aqui, mas até lá quero impedir que ela faça alguma besteira enquanto a gente dorme. - Uma vez explicado pediria pela arma de novo, caso ela negue novamente não resistiria, apenas levantaria ambas as mãos em um sinal de rendição me dirigindo até a saída do quarto e sentando bloqueando a passagem, claro que caso alguém queira entrar ou sair eu deixaria, só ficaria ali para impedir Nylle de sair sem me acordar caso ela levante ao mesmo em que adormeço. - Eu vou ficar aqui por garantia, mas não se incomode comigo.

Em algum momento desse que encontrar o Cold eu o abordaria entregando o vivre card do tal Kyo. - Eu tinha esquecido, mas isso veio com a carta também, toma. - Por mais que pareça interessante lutar contra um capitão da Marinha, no fim das contas a missão ainda é pra ele, não tem porque me intrometer. Ainda assim, algumas coisas me incomodam profundamente, atiçam minha curiosidade e quanto mais penso mais incomodado e irado eu fico com esse tal de Shoobydoo Bob. - O que você acha desse cara? - Perguntaria ao garoto. - Digo, esse Skriven, mandar pessoas te atacarem só pra passar uma missão? E aquela tripulação, não me parece correto, tem algo muito estranho rolando. - Cerraria os punhos me segurando para não socar uma parede enquanto pensava em tudo que esse único homem pode ter feito, estava puto por Nylle estar ali sem nem saber o por quê, puto pelo irmão do Aduum, e com raiva de não entender essa situação.

Fora isso me manteria na porta como já citado, sempre de olho na garota pra ver quando ela for acordar - caso o sedativo funcione -. Confesso que minha primeira abordagem não foi das melhores, sendo assim, caso ela acorde eu não a encheria de perguntas, levantaria do chão lentamente com as mãos amostras em sinal de rendição.

- Nylle? - Perguntaria chamando por seu nome. - Está mais calma? - Precisaria ter certeza de sua sanidade antes de iniciar alguma conversa, só espero que ela não desperte do mesmo jeito de antes. - Sou eu, Gallore, de Karate Island. Se lembra de mim?



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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 5 EmptyDom 16 Dez 2018, 17:01



Coldraz A. Stine

Antes de melhorar, você precisa encher a cara






Depois de levar a Marianna para o quarto, o sentimento não era de paz e nem de culpa. Era algo diferente que eu não sabia explicar, mas eu finalmente estava aceitando a situação, se antes eu tentava agir como se nada houvesse mudado, aquele momento na banheira me mostrou que agora TUDO estava diferente, era até engraçado, pensar em quanta coisa aconteceu nos últimos dias.

Deixando isso de lado, eu voltava ao convés para finalmente agradecer de forma apropriada ao Strange por salvar nossas vidas e questioná-lo sobre o que eu poderia fazer e, bom... — Olha… Sinceramente eu não me considero nenhum médico, digamos que eu sou um cara que aprendeu a se virar depois de tanto se machucar em lutas. Por isso recomendo fortemente que leve ela até alguém especializado quando chegarmos a próxima ilha —

...

O que você quer que eu pense depois de ouvir o homem que tratou dos ferimentos da garota que eu gosto falar isso ? Ainda bem que eu o agradeci de antemão, por que não tinha mais como eu fazer isso depois de ouvir aquilo. Tudo bem que eu devia ter imaginado, quer dizer, o cara DEFINITIVAMENTE não se parece com um médico, mas eu pensei que ele fosse pelo menos um estudante de medicina — Eu deixei esse maluco tratar da Marianna ?! — Minha mente rodava pensando em todas as doenças e sequelas irreversíveis que ele pode ter desencadeado por causa de primeiros-socorros inadequados. Claro que, se eu parasse para pensar, ele ainda tinha salvo ela, mas não era como se eu estivesse muito afim de ouvir a voz da razão naquela hora.

Eu até ouvi o papo de apoio emocional, mas não importava muito, eu já pretendia fazer isso de qualquer modo, e já estava voltando para o quarto dela quando me encontrei novamente com o anão, desta vez em um estado deplorável que me fazia esquecer de todas as coisas que estavam me atormentando. Ele estava em pânico e tentava dizer alguma coisa, mas sem sucesso, então eu o segui e, naquele instante, parte do terror que ele sentia passava para mim. Imaginava o que lhe despertou esta expressão, eu não vi nada de estranho quando investiguei o navio mais cedo, então deve ser algo recente, talvez um dos piratas o estivesse ameaçando a me levar para uma armadilha.

Estava preparado para entrar em combate e, talvez, até encontrar a Marianna como refém, mas a realidade se mostrou diferente, embora não menos terrível. Um anão enforcado com um sorriso macabro, era impossível não desviar o olhar em um primeiro momento, mas eu logo voltava a observar a cena ao som dos gritos do Addum. Eu não conseguia imaginar nenhum deles fazendo isso... bom, talvez o tritão. Eu não vou com a cara dele. Mas olhando mais atentamente eu percebia, aquilo havia sido um suicídio e por mais brutal que fosse a cena, eu apenas me perguntava — Quem é esse anão ? —

Não dava para sentir pena de alguém que tirava a própria vida com tanto gosto, mas não é aos mortos que devemos nossos sentimentos. Addum estava realmente abalado, eu entendo bem isso, já senti  isso várias vezes nas últimas 24 horas, então não era difícil entender; fosse quem fosse, aquele anão era muito importante para meu pequeno companheiro. Eu não era bom em confortar as pessoas, mas sinceramente, não havia como confortar alguém com esta perda, mas sabia exatamente o que eu gostaria que fizessem comigo se estivesse no lugar dele.

Me viraria para o Addum e diria — Eu não sei quem ele é, mas acho que era importante para você e que provavelmente quer ficar do lado dele agora, mas.... — daria uma pausa e continuaria — Acredite, é melhor você não ver isso. Vamos! — Chamaria pelo anão e, se ele me seguisse, levaria ele em uma busca a qualquer bebida forte ou alcoólica que tivesse naquele navio. Se ele não estivesse afim de me seguir, o que convenhamos, seria bem provável, eu o agarraria com minha mão e o levaria em nossa busca a força, afinal, ele é um anão. Caso ele me mandasse soltá-lo eu diria apenas que era para o seu próprio bem, ou caso alguém me questionasse o que estou fazendo, apenas diria — É para o bem dele, cuidem do cadáver — e seguiria meu caminho.

Caso tivesse sucesso em levar Addum e encontrar alguma coisa para beber, eu encheria a maior caneca que conseguisse encontrar, ou daria a própria garrafa para ele e diria — Bebe! — Repetindo apenas isso até que ele começasse a beber e se ele tentasse sair eu apenas diria — Escuta! Eu sei que ele era importante para você, mas vê-lo agora. Nesse estado. Não fará nenhum bem a você, acredite em mim. Nada vai mudar se você estiver lá, nem vai fazer você se sentir melhor... Acredite em mim. Mas se você beber bastante, aqui e agora, talvez consiga encará-lo amanhã — e ofereceria a bebida novamente, mas não insistiria mais caso ele fosse embora.

Independente de o Addum começar a beber ou não, se eu conseguisse encontrar bebida, eu mesmo encheria minha cara até ficar bêbado. Fazendo a cortesia de deixar Addum se embebedar primeiro, caso resolvesse beber comigo, afinal, quanta bebida é preciso para deixar um anão de 20cm bêbado ? Só tem um jeito de descobrir.

No caso de eu não achar nenhuma bebida, eu ofereceria ao Addum um cigarro e eu mesmo fumaria um também. Depois do dia estressante que tive, acho que eu merecia. Ao contrário da bebida, eu não insistiria em fazê-lo fumar, mas independente disso, se ele me desse a chance de falar alguma coisa, eu diria — Lamento pela sua perda. Não vou fingir que sei o que você está passando, mas posso ter uma ideia, por isso acho melhor você ficar longe daquele quarto por um tempo e conversar com seus amigos. Não vai mudar nada, mas... Ajuda! Eu acho — e deixaria ele fazer o que quisesse a partir dali, fosse voltar para aquela sala ou o que fosse, mas se ele me chamasse eu o seguiria, caso contrário, esperaria ali fora um pouco mais.

Depois de tentar animar o Addum, eu voltaria ao quarto da Marianna para ver como ela estava, se ainda estivesse dormindo, eu apenas a deixaria quieta, mas se estivesse acordada, eu não saberia o que falar, por isso ficaria em silêncio por uns instantes e se ela não dissesse nada, eu mesmo falaria — Você parece melhor — e então sairia do quarto se eu percebesse que não havia como a conversa se prolongar, mas ouviria atentamente o que ela dissesse antes disso.

Finalmente eu sairia do quarto e me sentaria na parede perto da porta. Se o Strange me desse algo, eu apenas pegaria, daria uma olhada por alguns instantes para ver se notava algo de incomum e então guardaria no meu bolso. Se questionado quanto ao que eu achava do meu empregador, eu apenas responderia, ainda um pouco distante — Provavelmente é um conflito de interesses, nada de bom vem desse tal de Kyo, e caçadores são conhecidos por estarem fortemente ligados ao submundo, deve ser só uma disputa por poder. De uma forma ou de outra, a grana é muito bem-vinda. — Quanto a minha impressão sobre a forma como recebi a carta — Talvez eles tivessem roubado e estavam tentando vender a informação, afinal, era um contrato de assassinato contra um capitão da marinha e uma prova que poderia incriminar um famoso caçador de recompensas, isso deve valer algum dinheiro para as pessoas certas. O que me surpreende é terem me encontrado, quero dizer, eu estava em um pântano, as únicas pessoas que sabiam disso eram os marinheiros que me largaram lá e... — Daria uma pausa e naquele instante um nome ecoaria na minha mente — Aquela vadia! — Diria, me referindo a Mirella.

De fato, ela sabia da minha localização, mas não se encaixava. Por que me contratar para matar um marinheiro ? Ela estava tentando me enganar e me tornar um criminoso ? Era uma armadilha ? Talvez ela estivesse associada a esse skriven; um famoso e influente caçador de recompensas e uma cientista maluca fazendo pesquisa com animais exóticos e ciborgues em uma ilha deserta. Nesse instante eu lembraria dos homens que nos atacaram, todos eles eram estranhos, especialmente o capitão com aquelas habilidades estranhas.

— Faz sentido! A Mirella e o skriven são sócios. Aquele tritão deve ser um dos experimentos dela, e o Kyo é um rival. Ele deve ter visto o nosso encontro como uma oportunidade para me usar e matar seu concorrente, mas encontraram esse navio no caminho e o atacaram sem saber que eu estava nele. — Diria para mim mesmo, sem me importar em quem estivesse ouvindo, e então, se o Strange ainda estivesse por perto, eu o questionaria — Strange! Algo nessa situação te parece estranha ? Kyo Full Buster ? Esses piratas ? Talvez algo sobre ciborgues e uma tal Blanchard ? Algo sobre eles te vem a mente ?— E esperaria sua resposta.

No caso do Strange não estar por perto para ouvir meu questionamento, eu iria a sua procura e, com menos entusiasmo, também procuraria pelo tritão, em ambos os casos, eu faria o mesmo questionamento e esperaria pela resposta.



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— Henry Avery, 1694 —

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 5 EmptyTer 18 Dez 2018, 19:12



Kisame

A Morte e seu Valor





- Mas que merda é essa?

Gritaria ao me recompor. Meu corpo havia sido tomado pela eletricidade que me jogara no chão, nada que causasse algum dano permanente, além de um susto tremendo. A ocasião não me fez para por ali, porém ao lançar o restante dos corpos, o choque que me atingia era suportável, quase pude me acostumar com aquilo. Conforme os diálogos iam se estendendo, Gallore sempre conseguia perceber alguma brecha para tornar o assunto infinito. Poderíamos simplesmente lançar todos em alto mar e parar de nos preocupar com qualquer coisa a não ser chegar em terra firme, mas parecia que eu teria de envolver minha espada sempre que necessário.

Minha tentativa de livrar-me da garota platinada, acabou sendo frustrada pelo demônio que Gallore carregava em seu corpo, o gigante me segurava e me mantinha longe de qualquer um que eu pudesse ameaçar. Por um tempo lutei, forcei e me debati para tentar sair da situação, entretanto percebi que só estava acumulando raiva sobre o ruivo, o que não terminaria bem. Pararia e recobrava as energias, lançando um olhar intimidador para o médico, se este estivesse no meu campo de visão, do contrário, apenas minhas palavras seriam destinadas para ele.

- Vou te dar apenas uma chance de me soltar sem que tenha consequências por isso, Strange. Me coloque agora no chão ou eu você vai dar um mergulho comigo.

Entretanto, todo aquele misto de sentimentos era paralisado quando um grito horrendo ecoava por Walrus. Parecia que eu havia levado novamente um choque daqueles, mas de alguma forma conseguiu acertar minha alma. Se diante deste momento, estivesse livre, continuaria a fitar o médico, porém com algo muito mais profundo do que a raiva que estaria aquecendo meu corpo, não revidaria nesse instante, apenas começaria a andar para dentro da embarcação sem nem pensar em pegar minha espada.

Terrível, definiria a situação como tal, não existe nada pior do que romper um laço entre irmãos, seres providos do mesmo ventre, compartilham sangue, felicidades e tristezas. A dor é irreparável, me arrepiaria com certeza ao ver a cena. Manteria a postura, observaria o sofrimento do pequeno e então não deixaria que meus pensamentos do passado voltassem a atrapalhar minhas tomadas de decisões, pois ainda tinha esperanço, já o coitado do Aduum...havia acabado de perder as suas.

Ficaria ali como uma estátua, observando os acontecimentos sem me envolver diretamente, tentando me conter enquanto torcia para que o anão não cometesse nenhuma loucura como o irmão psicopata. Talvez estivesse abalado diretamente com a relação entre os dois, o morto não era nada além de um psicopata e recompensa ambulante para mim, porém não tinha demônio que pudesse causar tamanho desconforto em uma tripulação, só a morte era capaz disso.

Sairia do cômodo abalado, porém ainda ciente do meu propósito e do que eu deveria continuar fazendo. Seguiria pelo convés até o seu limite na traseira da escuna, e lá ficaria observando o mar e sua movimentação após a grande morsa passar por cima dessa imensidão azul. Estaria propício a qualquer tipo de lembrança, tanto familiares quanto da época de crimes, deixaria o mar sugestionar. Nestas horas preferiria ficar sozinho com meus planos e ambições para o futuro ainda escondidas, mas não me estenderia muito por ali, deixaria a poeira baixar, cada um retornar para seus devidos lugares e em hipótese alguma ir perturbar Aduum, só esperava que o restante dos desajustados também seguisse o meu exemplo.

- Essa é a grande merda do mundo, é preciso ser o sempre o mais forte para reinar, até sobre si mesmo, o pior inimigo!

Murmuraria, e seguiria para o timão, voltaria para o controle do barco e talvez da ocasião. Lentamente iria conferir o sentido do barco e o do pose, iria centraliza-los de modo que um leve movimento do timão pudesse corrigir o curso, isto se tivéssemos saído da rota anterior. Manteria-me ocupado e sem envolvimento nos acontecimentos do barco, a tensão só atrapalharia as funções de cada um, desestabilizando-os, por isso ficaria fechado e calado, a não ser que alguém viesse me azucrinar.

- Estamos bem?

Já deveria ter imaginado que a inquietude do doutor surgiria em um momento bem próximo, mas logo agora...

- Nunca estaremos bem Strange, estamos navegando em mares onde a morte é algo comum, você já deveria ter percebido. As pessoas que matamos por dinheiro, seus próximos se sentem assim, porém nós fomos mais fortes e continuaremos por ai para contar as histórias...Vamos parar de ser fracos e prosseguir com o plano, já temos muitas coisas na cabeça por agora.

- Ótimo, só não toque na garota ok?

Expressaria um certo desconforto com a pergunta, então olharia bem nos olhos do garoto que me desafiara anteriormente.

- Se é isso que você quer, não tire os olhos dela até ancorarmos, a ilha não deve estar muito longe...Isso não é uma pensão, quantas vezes tenho que lhe dizer! Essa puta não come um grão nesse barco.

Finalizaria bebendo um gole do que quer que seja qualquer coisa. Respiraria bem fundo em seguida e com as duas mãos no timão, permaneceria em rota.

- O que pretende fazer quando chegarmos na próxima ilha?

Estaria um pouco mais calmo após alguns segundos respirando lentamente, poderia responder Gallore com um tom menos hostil do que o anterior, mataria a curiosidade do garoto de nove (9) anos.

- Primeiro eu vou tirar esse peso dos meus ombros, minha embarcação vai voltar a ser o que era e se essa merda não ficar organizada, vou afunda-la no mar, não esteja aqui quando isso acontecer. Depois preciso me livrar dessa espada, ela me lembra você...vou arranjar algo melhor que isso, mais forte e mais afiada...assim poderemos voltar a caçar novamente.

Diria com uma das mãos segurando o cabo do equipamento, não pouparia gargalhadas ao termino da minha frase, espero que ele tenha ficado satisfeito com a resposta.

-  Agora pare de encher e me deixe navegar, faço isso a anos não preciso do seu auxilio!

Meu temperamento normal retornaria. Já estava me arrependendo de estar fazendo parte de um grupo tão sofrido, meus companheiros só sabiam chorar e ficar tagarelando com as mulheres, sentia falta da baderna e das canções, peitos para todos os lados, assim que as coisas deveriam estar sendo, estávamos mais ricos do que nunca, porém mais perdidos. Esse tipo de coisa deveria ser resolvido logo, novamente não iria perder meu tempo naquela ilha, iria ensinar para essas garotas como um Caçador de Recompensas tem que viver, foda-se o Nie, foda-se o Anão, não iria permitir que esse tipo de coisa atrasasse o meu desenvolvimento. Estaria decido o objetivo final, tornar-se tão forte e poderoso quanto qualquer outro ser vivo nessa imundice que chamam de mundo.

- Isso nunca acabará, porque eu quero mais, mais, dê-me mais, dê-me mais. Isso nunca acabará, porque eu quero mais, mais, dê-me mais, dê-me mais...Se eu tivesse um coração, eu poderia amar você...Se eu tivesse uma voz, eu cantaria...Depois da noite, quando eu acordar, eu verei o que o amanhã me traz...Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah...Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah...Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah!

Cantarolando, atravessaria o tempo com a navegação, faria o meu próprio animo e cagaria para a opinião daqueles em volta de mim, os incomodados iriam se retirar e um novo momento para MEGALODON surgiria, momentos de glória e conquista, sem mais choros e arrependimentos, os fortes poderiam me seguir, mas os fracos ficariam para trás.



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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 5 EmptyQui 20 Dez 2018, 23:09

Nylle estava sedada, a Dijjin seguia com a garota de madeixas brancas nos braços enquanto a dupla de caçadores, Kisame e Strange, seguiam adentro da embarcação para conferir o que seria o tal grito que, por um instante, os paralisara. O Príncipe dos Mares lançava um olhar tal pesado, mas tão odioso para o ruivo que, quando este passava os olhos, rapidamente, por ele, chegava a ficar minimamente intimidado, mesmo que por um instante.

Quando se depararam com a cena, Aduum contudo já não estava mais lá. Na cozinha da embarcação, Coldraz havia conseguido achar, depois de uma boa procura, em cima de um armário, quase que escondida, uma garrafa de vidro com o rótulo amarelo, na imagem um homem de tapa-olho de madeixas ruivas e uma longa barba branca. "Velho Caolho". Pinga pura, na metade.

Deu uma dose para Aduum, que ficou meio relutante em beber. Ainda estava um pouco em choque, mas diante das insistências do menino caçador, o velho anão bebeu. Bebeu, se revezando com Coldraz, e depois do segundo gole caiu, já totalmente afetado. O Stine, por outro lado, não caía, mas sentia o peso do corpo, e a embriaguez lhe atingindo como um soco na cara.

Os primeiros cuidados com o corpo de Vindalf eram tomados pelo médico - ou melhor, pelo cara que diz não ser médico. Ele queria, de alguma forma, confortar o anão, mas já não o encontrava. Alias, encontrava, assim que ia para fora, e via-o sair da cozinha trupicando e de cara no chão, com um forte cheiro de álcool, sem reação de se levantar. Estava vivo, mas a julgar pela aparência, bastante bêbado. Kisame estava na parte de trás do navio, próximo ao timão, em algumas reflexões suas, e após isso voltou para a condução, acertando levemente a Walrus com base no Log Pose.

Coldraz, indo ao encontro da companheira, via ela de pé, pensativa, encostada próxima a uma escotilha, olhando para o lado de fora. Na cama, a menina de cabelos brancos com quem ele lutara, totalmente apagada. Marianna ficava feliz em vê-lo, e lhe envolvia com seu único braço, numa espécie de abraço, que se estendeu por alguns segundos, em um clima de paz. Contudo, ela pareceu sentir o cheiro do álcool, apesar de não ter comentado. Ele devia ter seus motivos.

Algumas horas se passaram, e a noite caiu. Diálogos entre os tripulantes vieram, e Aduum, recuperando a consciência, ficava sentado junto ao parapeito do navio, quase na proa, com um olhar vazio, até que voltou a dormir em certo momento, no próprio chão de madeira do convés. Parecia estar tentando assimilar aquilo, afinal havia sido tão rápido o tempo de entender que seu irmão estava vivo e que logo depois havia feito a escolha de não estar mais.

A noite era estrelada, e as ondas conduziam a Walrus pelo mar de um jeito quase amável, sereno. Marianna estava dormindo, sentada ao lado da cama, quando Strange tentara falar com ela, mas, com o princípio do amanhecer do dia, Nylle parecia despertar aos poucos.

O olhar da menina era confuso, mas perdia o medo e tensão que tinham antes. Gallore tentava falar com a mesma, e se apresentando, a via sorrir de forma singela, aparentemente reconhecendo o garoto. - Gallore... - Ela dizia, ainda sem muita força na voz, apesar de certa alegria. - Eu estou tão... - Antes que pudesse dizer mais, algo aconteceu.

E enquanto Coldraz lançava diversas de suas reflexões para Kisame, naquele princípio de dia, com o sol nascendo aos poucos, e a vista do começo de uma ilha, ao longe, na direção do Log Pose, Gallore via um arpão de quase dois metros entrar pela janela e acertar, direta e perfeitamente, na cabeça da menina de cabelos brancos.

O impacto perfurara seu crânio sem tempo para qualquer reação. O objeto metálico atravessava a cabeça da menina, que com seu olhar rapidamente sem vida, caía da cama e ficava cravada no chão ali ao lado. Marianna acordava em um susto, ficando totalmente surpresa e sem reação, já pegando o revólver com a única mão que lhe restara. Os cabelos brancos de Nylle iam ficando vermelhos, o chão e a cama manchados de sangue, e o primeiro cada vez mais. Era uma cena brutal. Quase uma tortura aos olhos do jovem Strange.

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Mikhail Vermillion
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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 5 EmptyTer 01 Jan 2019, 14:19



Gallore Strange

"Um Café da Manhã Com a Morte"




É um sentimento estranho, sabe? Certo dia você afunda na pior merda que consegue imaginar, mas tudo bem, porque a vida tem dessas coisas, é difícil esquecer, em fato, nunca realmente irei; mas o ser humano vive de superar as dificuldades certo? Após um dia difícil, provavelmente um dos piores até então, você vai dormir pensando que em algum momento tudo vai se resolver, e que no próximo nascer do Sol as coisas vão ser um pouquinho melhores. Ao menos eram minhas expectativas da noite passada, idiota… Sinceramente eu acho que é essa linha de pensamento otimista que me fode tanto, porque no momento em que acordei a dona morte estava lá sentada na mesa tomando um café e lendo o jornal matinal enquanto me chamava para acompanhá-la, e que escolha eu teria? Não se pode negá-la.

Lá estava ela, Nylle, sentada na cama muito mais calma do que antes, desta vez ao menos parecia me reconhecer, nessa hora demonstrei um sorriso genuinamente feliz, e ao mesmo tempo grato por ela não acordar naquele estado de antes. A vista ao longe trazia a próxima ilha, “Finalmente”, era meu pensamento, infelizmente algo mais se aproximava além daquele pedaço de terra, e este era, acredite ou não, a porra de um arpão que por ironia do destino acertava precisamente a garota de cabelos brancos. Não preciso nem dizer que foi uma morte imediata.

Mais uma vez, mais uma vez uma cena daquela acontecia bem diante de meus olhos, acho que nunca vou me acostumar com isso, alguns poderiam pensar em olhar a janela, sair até o convés em busca de culpado, mas a primeira vista a falta de reação era minha resposta mais verdadeira, ficaria ali parado e em choque, minha boca entreaberta e os olhos arregalados.

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- Nyll… - Teria um primeiro impulso de chamar seu nome, mas não adiantaria, seus olhos já diziam tudo, as pernas trêmulas se ajoelhariam no chão e eu envolveria a garota em um abraço, lamentando enquanto removeria cuidadosamente o arpão.

- Que merda, merda merda merda, depois de tanto esforço tentando deixá-la segura, depois de tanto me preocupar deixo uma pessoa importante cair assim de novo, de novo não consegui fazer nada. - A esse ponto ignoraria todo o sangue, apertaria a garota um pouco mais forte, me curvando no chão e encostando minha cabeça nela. - O que eu diria ao Katsuo agora? Ou a Capitã Hana? Droga…

Mais uma vez estava de volta no Farol, não havia nada que pudesse fazer pelos mortos, mas havia algo que eu podia fazer por mim mesmo, eu sei que de certa forma é egoísmo meu, mas da mesma forma que caçarei Hilgrim eu vou pegar seja lá quem tiver atirado esse arpão, e sim, ele vai pagar com muito mais que a morte. Colocaria Nylle lentamente no chão, com olhos agora ardentes em meio a uma raiva descontrolada e dentes quase trincando de tão cerrados eu levantaria também com uma passo de cada vez.

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- AAAAAAAAAAAAARRGH! - Ignoraria Mariana completamente e avançaria para fora do quarto chutando a porta com toda a minha força para abri-la, maluco e furioso seria meu estado de espírito, me dirigiria até o convés com passos pesados e ignorando/tirando da frente tudo e todos que cruzassem meu caminho, assim que estivesse a céu aberto começaria a olhar furiosamente em todas as direções à procura do culpado. - Quem FOI o desgraçado?!!!

Se identificar que a origem do tiro tenha vindo de alguma embarcação próxima eu primeiramente averiguaria se ela estava tentando escapar e em seguida checaria a distância para ver se Astaroth conseguiria alcançar. Se isso for possível então não tardaria para esfregar minha barriga e ordenar na mesma hora que a Djinn avance até o alvo em tamanho máximo e ataque o mastro principal com seus poderosos socos, uma vez que isso estivesse feito ordenaria, ainda em meu estado de ira e transmitindo tudo isso para ela, que destrua e jogue fora todas as armas ficar como canhões ou arpões para sem seguida ir empurrando a embarcação alvo em direção ao porto onde os encontraria. Se isso ocorrer e for bem sucedido eu apenas aguardaria me segurando até que chegássemos no porto, lugar onde não daria satisfação, falaria com ninguém do Walrus e apenas pularia fora em direção aos culpados.

No entanto caso de fato seja uma embarcação o culpado e esteja fora de meu alcance, eu gritaria para Kisame enquanto correria até um canhão. - Kisame! Aqueles desgraçados atiraram… Eles nos atacaram, atrás desses filhas da puta! Eu vou arrastar eles até o porto e depois pro inferno! - Dessa vez meus braços não fraquejariam, eu não derrubaria a bola de canhão antes do tiro, muito pelo contrário, atacaria os desgraçados com tudo o que tivesse usando dos armamentos do Walrus até que consigamos nos aproximar o suficiente para prosseguir com o citado acima.

Caso a possibilidade da embarcação inimiga não venha acontecer, e muito pelo contrário disso o culpado esteja na ilha em questão, eu me manteria encostado na proa apenas aguardando com âncora em mãos, não me comunicaria com ninguém, apenas ficaria em silêncio alimentando minha raiva e pensando em não matar, mas sim capturar o assassino, pois o que eu farei com ele será bem pior. Assim que nos aproximarmos o suficiente eu jogaria a âncora conforme dito pelo navegador e apenas, deixando as velas para quem se interessasse. Não perderia tempo e já me utilizaria da inércia causada pela parada repentina do barco para saltar direto no porto.

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Levantaria então o olhar observando o ambiente e pessoas ao redor, focando especificamente em pescadores locais ou pessoas que aparentam estar no porto a algum tempo, perder qualquer segundo chegaria até a pessoa e perguntaria com uma fala pesada transmitindo minha raiva, talvez até arrogante.

- Ei! Um tiro de arpão veio dessa direção até meu barco. Quem foi? - Caso a pessoa demonstre resistência, se recuse a falar ou eu julgue que seja uma mentira, rapidamente levaria minha mão esquerda até seu pescoço, iniciando um enforcamento, tanto meu polegar quanto indicador pressionariam a mandíbula do cidadão para cima, tanto para causar mais dor quanto para incapacitá-lo mais. - A porra do arpão, de que direção atiraram?! - Apertaria cada vez mais forte, e se não recebesse uma resposta satisfatória começaria perder o controle das emoções e descarregar minha raiva ali mesmo. - EU FIZ UMA PERGUNTA PORRA!!! - Com minha mão livre socaria uma vez seu rosto, esperando meio segundo por uma resposta e então repetiria o processo, cada vez diminuindo o espaço de tempo entre cada golpe até um momento em que já não haveria mais propósito, apenas eu surrando um civil.

Pararia apenas quando percebesse sangue em minhas mãos (mas não a ponto de matar ninguém) ou se alguém viesse me afastar. No segundo caso soltaria a pessoa do enforcamento e golpearia com o braço esquerdo em um arco para fora visando afastar as pessoas, caso me segurem e fique preso tentaria alcançar ao menos meu estômago para liberar o demônio que agora levo comigo. Ordenaria Asta que afastasse todos com o mesmo golpe de braço já citado no entanto em um tamanho de quatro metros, uma vez que afastasse todos olharia um novamente ao redor, caso a Djinn chegue a ser invocada, transmitiria para ela - através de pensamentos tudo o que estaria sentindo agora, pedindo que transmitisse isso para os arredores enquanto ficasse alternando entre um corpo físico e gasoso apenas para amedrontar quem pudesse ficar contra mim.

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Independente de qual das interrupções aconteça, neste momento eu retomaria um pouco do controle, tendo o mesmo efeito na possibilidade de atracarmos não em um porto mas em um lugar deserto. Daria uma respirada funda e então subiria novamente no Walrus, visaria diretamente minhas coisas ali deixadas, tais como as camisas que coloquei para secar na noite passada, vestindo uma das duas por debaixo do casaco e então guardando todo o resto. Por fim iria até Kisame e lhe entregaria metade do dinheiro que ele me entregou.

- Foi mal… - Diria com uma voz séria. - Fico te devendo uma espada, vou sair um pouco pra caçar e volto logo. - Terminaria fitando a ilha com uma clara intenção de vingança nos olhos, umas vez que tudo estivesse posto começaria a andar novamente para a borda do navio, olhando para trás somente a procura de Aduum, não sei se o anão gostaria de vir comigo agora, mas seja lá quem matou Nylle parece ter ligação com esse bando negro, e muito provavelmente com seu irmão, não sei se ele deseja se vingar de algum responsável, mas eu de certo irei.

Daria um leve sorriso para ele, tanto como um “volto logo” quanto como um “pode vir se quiser”, não esperaria resposta alguma, apenas pularia novamente da embarcação dessa vez seguindo cidade a dentro ou procurando uma caso não aportemos em uma.




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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 5 EmptyQui 03 Jan 2019, 18:39



Coldraz A. Stine

Uma nova ilha






Sabe, ver as pessoas morrendo ao seu redor, uma após a outra, realmente tira o gosto da bebida. Achei que isso ajudaria o Addum e a mim, mas parece que eu estava errado, e como meu plano de beber até desmaiar não deu frutos, decidi conversar com a Marianna, mesmo que as palavras não saíssem naquele momento. Eu não sabia mais o que sentir, o que dizer, ou o que pensar, estava esgotado e desejando que este dia terminasse, então, após uma rápida troca de afeto, saia do quarto e sentava no corredor para vigiar a porta e tentar pegar no sono.

A conversa com o Strange foi, talvez, a coisa mais agradável que eu tive naquele dia. Ele me entregava um papel estranho com o nome do meu alvo e me ajudava a formular tudo o que estava acontecendo. Talvez tudo estivesse conectado; Mirella, Kyo, esse skriven famoso, droga, talvez até o tenente Cruzis estivesse envolvido nisso, quero dizer, os homens dele me largaram naquele maldita ilha e foi lá que tudo começou.

— Eu vou acabar enlouquecendo — dizia para mim mesmo. Será que tudo está conectado mesmo ? Não podia ignorar a hipótese de serem todos incidentes isolados; apenas um garoto muito azarado que está sempre no lugar errado na hora errada, se envolvendo com coisas muitos maiores do que ele.

Não lembro se consegui descansar naquela noite, se sim, provavelmente eu devo apenas ter desmaiado e acordado num piscar de olhos. Mas em algum momento, eu consegui juntar as peças de um modo que me parecia coerente: Mirella e o skriven conspirando contra um capitão da marinha corrupto. Chame de teoria da conspiração se quiser, mas fazia sentido e agora eu queria ir mais a fundo nisso. Infelizmente, para o meu desgosto, o único que eu encontrava para questionar era o tritão.

— Algo nessa situação te parece estranha ? Kyo Full Buster ? Esses piratas ? Talvez algo sobre ciborgues e uma tal Blanchard ? Algo sobre eles te vem a mente ? — Mas respostas são importantes, por isso esperaria pacientemente por sua resposta. Como aventureiro da Grand Line, ele poderia já ter ouvido falar de algo sobre o assunto, afinal, o Addum já havia se mostrado um conhecedor das esquisitices desses mares, então eu não tinha motivos para duvidar que este não fosse o caso dos demais.

Independente da resposta do homem-peixe à minha pergunta, eu não responderia nada, apenas ficaria com meus pensamentos por um instante. Qualquer nova informação me levaria a uma nova teoria, e se caso contrário eu não obtivesse nada, isso também me levaria a indagar se eu estava de fato seguindo pistas reais, ou estava apenas tentando moldar os fatos as teorias, ao invés do contrário. De qualquer forma, depois disso eu voltaria para o quarto da Marianna. Se ouvisse algum grito ou barulho suspeito que pudesse indicar problemas, como janelas quebrando, tiros de canhão, disparos de rifles, etc, antes de chegar lá, começaria a correr, ignorando qualquer coisa que entrasse no meu caminho, mas prestando atenção ao meu redor para não ser pego de surpresa.

Se eu chegasse ao quarto, assim que visse a cena, empunharia meu jutte e chamaria a Marianna para perto de mim enquanto dizia — Fique longe da janela! — E então, daria uma rápida olhada para ver se conseguia enxergar algo do outro lado, marcando bem na minha memória o que eu visse: fosse um navio, uma silhuete, um local, etc. Poderiam ser piratas se vingando dos que nós matamos na última batalha, ou quem sabe estivéssemos entrando numa ilha habitada por selvagens com uma pontaria excelente.

Terminado de investigar o local, eu daria uma última olhada na garota, não apenas para lamentar a perda de uma jovem tão bonita, mas como um ultimato de que não estávamos seguros. Diria para a Marianna pegar suas coisas enquanto eu vigiava. No caso de um novo ataque surgir, fosse antes ou depois de encontrar a Marianna, tentaria usar meu corpo como escudo para protegê-la, usando o braço direito para amortecer o impacto de qualquer golpe, caso necessário. Mas independente do que acontecesse naquela sala, assim que terminássemos de pegar nossas coisas, eu pegaria qualquer coisa a mais que ela estivesse carregando além da pistola, e pegaria sua mão, ou antebraço, caso ela estivesse segurado sua arma, e então a levaria para o convés, tomando a dianteira, mas tentando andar no mesmo ritmo dela, já que ainda poderia estar cansada.

Chegando ao convés, perguntaria a quem quisesse responder — Acho que já está na hora de alguém dizer em qual ilha estamos atracando. Eu não sei vocês, mas eu não gostei do cartão de visitas que eles deixaram na cabeça daquela garota — e então esperaria pela resposta, vinda de qualquer um, mas não me daria ao trabalho de repetir caso ninguém respondesse. O silêncio já esclareceria tudo; ou eles não sabiam, ou era um lugar realmente perigoso... Talvez os dois.

Independente de uma possível resposta ou não, minha decisão já estava tomada. Eu me voltaria para a Marianna e explicaria para ela a situação — Você fica aqui, eu vou até essa ilha e ver o que eu descubro. — Nesse momento eu aproximaria meu rosto do dela e cochicharia de forma que mais ninguém pudesse nos ouvir, me afastando de quem estivesse a menos de 4 metros, se necessário — Eles podem ter nos salvado, mas não confie neles, especialmente no tritão. Se eu não voltar em 3 horas, dê um jeito de ir para a próxima ilha e me espere lá. Enquanto isso, seja esperta e atire em qualquer um que tentar embarcar. —

No caso dela se recusar a ficar no navio e me esperar, eu deixaria claro que esta não era uma opção, dizendo — Eu sei que você pode se defender, mas você ainda não está 100% e eu vou poder me virar melhor se não tiver de me preocupar com isso. Por favor, tome conta do navio, se alguma coisa acontecer, esta pode ser a nossa única rota de fuga. —

Terminado de explicar, tentaria esconder do resto dos tripulantes enquanto daria os B$3.000.000 que eu tinha para ela, ficando apenas com os B$120.000 e diria cochichando para ela — Você fica com isso, podemos precisar mais tarde — em seguida eu beijaria ela e deixaria o navio assim que ele atracasse. Manteria meus olhos atentos para os habitantes e a geografia do local, observando atentamente e tomando notas mentais enquanto adentraria na ilha, sempre me dirigindo para os lugares de maior aglomeração humana ou semi-humana, de preferência perto de comoções que poderiam me dizer como os habitantes se comportavam e seus costumes.

Se a maior parte parecesse ser razoavelmente amigável e não o tipo de tribo canibal que sacrificaria andarilhos para algum deus pagão antigo, eu tentaria me aproximar da pessoa menos agressiva a vista, de preferência um mercador, vendedor ou velhote, e então perguntaria — Com licença, pode me dizer onde eu estou ? — E esperaria por sua resposta. Caso questionado quem eu era, apenas responderia dizendo — Sou apenas um viajante. Estou indo para Asgoriath e acabei vindo parar nesta ilha — não responderia mais do que isso, e se continuassem me perguntando e não respondendo, tentaria outra pessoa até encontrar alguém mais disposto a responder do que questionar, diminuindo os critérios da busca para algo mais amplo se necessário.



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"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

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