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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!

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MensagemAssunto: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 4 EmptyDom 09 Set 2018, 19:31

Relembrando a primeira mensagem :

No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) caçadores de recompensa Gallore Strange e Kisame. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 4 EmptySex 09 Nov 2018, 15:26



Kisame

Surge um Novo Demônio





O interior da embarcação estava abrigando uma enorme confusão e eu naquele meio, agia com pressa, não querendo ser surpreendido por outro dos ataques feitos pelos insetos insuportáveis que rodeavam o barco. Eu até que contribuía um pouco para o distúrbio, querendo ou não, os objetos que havia achado, serviriam para complicar ainda mais a situação. Logo começaria a colocar fogo em toda a embarcação, utilizando o combustível inflamável e a fonte de chamas ao meu alcance.

- Agora aquele desgraçado vai me pagar. Vou incendiar essa merda toda e voltar logo para Walrus, aquele maldito capitão...Se ele souber navegar pode acabar complicando minha situação, tenho que acabar logo com isso!

Quando menos esperava, minha tentativa novamente era falha. Desta vez era atrapalhado por algo que nem poderia classificar, outro ser de outro mundo. Os demônios não iriam parar de surgir, questionaria, talvez eu estivesse devendo algo para o outro mundo, mas uma coisa era certa, a vontade de acabar com todos esses seres que ainda navegassem pelos mares. Quando o monstro apareceu, não me atacou, apenas destruiu tudo ao seu redor e acabou com as chances de incendiar o barco, parecia meio estabanado. Seu tamanho não o ajudava, porém a destruição revelou o paradeiro de Strange, e as coisas só poderiam ficar piores, como de costume.

- Você está ai seu maldito, o que andou fazendo nesse tempo todo...

E em um instante era interrompido, com a cena. O ser gigante, saia da barriga de Gallore, que aparentemente não entendia muito também. Contudo a surpresa, resultado dos acontecimentos, eram interrompidas quando um dos encapuzados declarava por um fim naquilo, ameaçando-nos com uma poderosa arma, algo que nunca tinha visto antes, não podendo julgar seu poder destrutivo. Temendo o que pudesse acontecer se acionada, imediatamente empunharia minha espada, voltando a lâmina para o pequeno inimigo e avançaria velozmente em sua direção. E no caso de chegar bem perto dele, apunhalaria o mesmo, cravando a ponta da arma em seu corpo.

- Deu de merdas por hoje!

Se por acaso, conseguisse finaliza-lo, ótimo, em seguida partiria para o controle da arma. Tentaria desvia-la no caso do seu processo para disparar já estivesse ocorrendo, mas se não, apenas deixaria de lado e afastaria o inimigo dela – arremeçando-o para bem longe -. Ainda na primeira ocasião, se não pudesse evitar disparos com uma ação simples, tentaria direcionar a arma para cima, movimentando-a no sentido onde havia encontrado o cara dos insetos pela ultima vez – um problema que não poderíamos esquecer -. Toda minha força seria empregada, se necessário, minha capacidade de analisar também, se fosse preciso mais do que vontade para manusear o equipamento.

- Gallore seu verme, me ajuda com essa merda antes que a gente morra...E que porra é essa saindo da sua barriga?

O momento não era apropriado, mas de um jeito ou de outro, meu subconsciente queria uma resposta pra tudo que estava acontecendo, era bomba atrás de bomba.  Todavia se tudo estivesse perdido e fosse inevitável interromper a loucura alheia, partiria novamente para a parte externa do navio, onde procuraria por aberturas e atalhos que me levassem até lá, para que posteriormente pudesse saltar na água e mergulhar o máximo que pudesse até o seu disparo, ao julgar pelo seu tamanho, saberia quando aconteceria.

- O miserável é um gênio! Essa Grande Linha, cada hora que passo aqui é um motivo a mais para minha vontade de destruí-la crescer.

Após a turbulência passar, retornaria para o barco, ou em sua grande parte para ter uma melhor visualização dos resultados, ficaria atento aos possíveis inimigos, entraria em conflito contra aqueles que se aproximassem ou que estivessem pela localidade, com exceção do cara dos insetos. Se o mesmo fosse o único restante ou marcando sua presença, começaria a procurar por Gallore e seus mascotes, sabendo que sua ajuda era essencial para derrotarmos o mascarado.

- Eu seu médico estúpido, usa isso pra acabar com aquele cara!

No caso de encontra-lo, já começaria a me aproximar com velocidade e gritando durante todo o percurso, talvez uma luta de demônio contra demônio fosse um tanto mais parelha. Seguiria para bem próximo do mesmo e aguardaria suas ações e respostas.

- Talvez possamos acabar com ele juntos, use seu gigante para me dar alcance até aquele imbecil para que eu possa devora-lo!

Neste instante fitaria o meu alvo principal, com a postura de um combatente, segurando minha arma firmemente e ampliando a vontade de matar.

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 4 EmptyDom 11 Nov 2018, 05:22



Gallore Strange

A Ira de Um Titã




Confesso que a ficha demorou a cair, demorou até demais. Em um momento estava agradecendo pela comida, no outro já tinha uma enorme constipação. - Ghr… Gaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarh!!! - Era meu grito prolongado enquanto teria me ajoelhado no chão agonizando em dor, acho que nunca mais vou comer qualquer porcaria que aparecer na minha frente, porque as consequências não são poucas. Se meu primeiro pensamento não fosse que eu estava envenenado, o segundo na certa seria que a fruta era uma bomba em contagem regressiva para explodir, a dor era como levar um chute no saco, só que vinte vezes mais intensa e insuportável.

O irmão de Aduum parecia irado comigo, gritava algo, é natural, estávamos como inimigos até poucos segundos atrás, não conseguia distinguir bem o que ele falava. - Fruta desgraçada? Urgh… Cala essa boca, não tá vendo que eu to morrendo aqui? - Teria dito com uma certa dificuldade. Ali, enquanto esfregava a barriga, talvez não mais de satisfação e sim para aliviar a dor, sentia algo estranho em meu abdômen, digo, algo físico, e isso não faz muito sentido sabe, não lembro de roubar nenhum cinturão, o fato é que estava lá, e sinceramente, com aquela dor eu não entenderia nem o alfabeto direito, quem dirá a aparição de acessórios misteriosos.

Sabem aquela sensação estranha? De que quando algo ruim está acontecendo e o tempo passa mais devagar? Acho foi isso que me ocorreu naquele momento, por um instante, alívio, escutava o som do tiro mas aquilo não importava mais, subitamente minha visão era bloqueada por algo azul, e quando me dava conta um ser extracorpóreo havia me defendido. Fui tolo em pensar que se tratava de outro ataque inimigo, como disse antes, a ficha ainda não havia caído. Mas como cairia? Não tive muito tempo de reação, o caos continuava correndo solto, era a pequena explosão atrás de mim me acordava pra realidade.

- Ma… Mas o qu… O que é isso? - Teria dito meio que gaguejando ainda sem entender o que era aquilo na minha frente. Alertava Aduum para ter cuidado, mas não tinha o que fazer, o anão estava tão impressionado quanto eu. As ações da criatura não paravam por aí, por alguma razão ela crescia, mais e mais, três, quatro, não sei quantos metros eram mas era grande. - Um gigante? - Fora meu pensamento, nunca vi um de fato, mas não deve ser difícil reconhecer, basta olhar o tamanho.

Finalmente Aduum dizia algo, só servia para me deixar ainda mais confuso. - Um homem o que? Oe Aduum? - Diria assustado. - Que merda é essa que tá rolando? Como assim me tornei? - Do nada, um click, um estalo na minha mente que me fazia perceber o que poderia estar acontecendo ali. - Espera um pouco, eu comi uma fruta estranha, e agora tem essa… Essa coisa me protegendo, aconteceu algo parecido com o Lan. Mas uma Akuma no mi? Eu pensei que elas só transformassem as pessoas em animais… É a única explicação. - O que me interrompia era Vindalf, gritando como costumeiro, e posso jurar que também tinha um tritão berrando por aí.

- Boa tentativa mas é um blefe! - Gritaria impulsivamente. Neste momento eu já teria parado de esfregar a barriga, e enquanto correria de uma forma alternada entre direções, para me certificar de ficar longe da mira do canhão, mas também me aproximando, eu me lembraria:

- Ele deve ter perdido a cabeça.

- Você sabe que precisa de um copiloto para disparar! - Uma vez que estivesse próximo da arma atacaria de cima para baixo com um soco esquerdo, mirando não necessariamente o anão, mas sim o painel de controle da máquina; visando um mal funcionamento da mesma. Não pararia por aí, já sequenciaria o golpe com um cruzado de direita, dessa vez mirando o rifle do oponente, inutilizar suas formas de ataque me parece a melhor solução nessa situação tão delicada. Uma vez terminando essa investida, bem sucedida ou não, daria duas passadas para trás, como que tomando fôlego.

Nesse meio tempo, caso algum aliado aparecesse tentando atacar, eu observaria o anão como já vinha fazendo a um certo tempo, e com a ajuda do meu timming perfeito, removeria a capa preta que apanhei e então tentaria envolvê-lo como em uma rede de pesca no momento de sua esquiva, assim tanto o prendendo quanto evitando ser queimado novamente.

Caso Kisame apareça fazendo exigências ou perguntas como sempre, especialmente sobre a coisa que estava me ajudando, minha resposta seria curta, grossa, e sincera.

- E eu sei lá sei porra? O que você tá fazendo aqui? já derrotou todo mundo lá em cima?

Em último caso, ou melhor, após tudo isso acontecer, independente de o anão ainda estar armado com o canhão, capturado ou não, talvez seja a hora de testar a sugestão do Aduum, claro, isso estaria me dando uma coceira atrás da orelha até o momento, o que dizer sobre minha curiosidade? Mas se eu conseguir realmente mandar naquela coisa, então nossa vitória aqui estará decidida.

- Calma Gallore, pensa exatamente no que você fez. - Começaria a raciocinar. - O que eu comi pode ter sido uma fruta do diabo, o Aduum me chamou de homem lâmpada. Hmm? Mas eu não estava brilhando, estava? - Se fosse pressionado pelo meu tritão favorito enquanto tentasse chegar a uma conclusão, imediatamente responderia irritado.

- Me deixa quieto um momento, não é tão fácil quanto parece!

- Não, eu não estava brilhando, e aquela coisa parecia mágica. Seria algo igual aquela lenda? Quando a coisa apareceu eu estava coçando a barriga. - Então começaria a esfregar meu tronco em busca de alguma resposta.

- Será que terá alguma outra forma dessa vez?

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Se a invocação for respondida com sucesso, minha feição de surpresa, mista de alegria e empolgação não poderia ser escondida nem que eu ainda estivesse de máscara.

- Isso! - Bradaria em uma comemoração solitária.

- O que eu sou então? O receptáculo de algum demônio? Aduum me disse para tentar controlá-lo, como eu faço isso?

- E… Oe! - Gritaria para a coisa. - Você é mesmo meu aliado não é? Então destrua esse canhão! - Pararia um pouco para para pensar. - Melhor! Você aumentou de tamanho naquela hora não é? - Diria caso aparecesse em uma forma reduzida. - Então faça isso! Cresça o máximo que conseguir e comece a destruir esse navio até ele afundar, não importa em quem você bater, contanto que não me acerte, coloque essa coisa abaixo do nível do mar! - Seria minha tentativa de dar algum comando.

Caso ela decida me obedecer, então nem mesmo eu terei muito tempo, uma frase antes dita por Aduum ainda no Farol me viria à mente. “Usuários de akuma no mi não podem nadar”. - Merda, tenho que voltar pro Walrus entes que isso aqui afunde! - Seria meu pensamento, já colocando meu companheiro anão no ombro, e levando seu irmão comigo caso esteja desacordado, umas vez comigo eles não devem ser visados por golpes. A partir daí começaria a correr até o deque da embarcação negra, tomaria cuidado para não ser acertado tanto por inimigos quanto pela invocação. E uma vez que chegasse no nível superior usaria toda a força de minhas pernas para saltar de volta para meu navio antes que seja tarde demais.

Não sei se essa coisa tem um tempo limite ou sei lá o que, então se ela realmente aparecer com o esfregar na barriga, sempre que sumisse o faria de novo e repetiria a ordem dada até que fosse cumprida.

Uma vez no convés do Walrus tomaria um momento para recuperar fôlego, e o mais importante, analisar exatamente como estava o ambiente que eu havia deixado a cargo de Kisame cuidar. Todos os inimigos estavam derrotados? Quantos? Ainda haviam combates rolando? Seus rostos? O garoto Cold ainda estaria vivo? Tudo, tentaria absorver todas as informações ao meu redor para pensar na próxima ação a ser tomada. Claro, não ficaria de bobeira, qualquer ataque desferido contra mim eu correria pela embarcação em prol de me esquivar.

- Kisame! - Gritaria para o tritão, e perceba que dessa vez o chamaria pelo nome, sinal de que as coisas estavam preocupantes. - O que diabos aconteceu aqui?!


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 4 EmptyTer 20 Nov 2018, 20:57

Em uma bela dança de movimentações entre Kisame, Gallore e Aduum, os tiros da poderosa arma eram evitados, de forma que o anão Vindalf sequer conseguia ter alguma ação de tiro realmente, sendo praticamente finalizado com os golpes do trio.

Assim, a tentativa de invocação daquela enorme criatura de antes era feita, com o passar das mãos na barriga por Strange, que via então aquele ser surgir, agora com uma aparência melhor definida, sendo uma atraente mulher azulada.

Com uma confusão ou outra, e notando que havia de ficar passando a mão na barriga enquanto fazia o pedido, o caçador de recompensas conseguia passar seu plano para a figura mística, que o observava com um olhar insinuativo, mas com um leve toque de obsessão. Acenou positivamente com a cabeça, e então cresceu.

Os irmãos anões foram tomados em mãos, um deles acordado, e o outro sem reação, enrolado em panos pretos e sangrando. O companheiro dos caçadores parecia ficar um pouco preocupado vendo seu irmão naquela situação, mas não havia tempo para cuidados naquele instante. Assim, eles deixaram a embarcação, saltando para a Walrus, enquanto Kisame recebe um PUTA SOCÃO NA CARA da criatura enorme, de forma que o punho da mesma tomava o corpo inteiro do tritão, jogando-o para as águas com um impacto. Cuspia um pouco de sangue, mas estavam bem.

Ao mesmo tempo, na Walrus, Coldraz estava extremamente puto por ter sido deixado sozinho, ainda mais agora que havia de batalhar contra o "chefão". De qualquer maneira, corajoso como o menino era, ele não titubeou, e com seu rifle prontamente tenta atirar contra o inimigo, sem sucesso.

Os grandes braços feitos do aglomerado de insetos tentavam se aproximar do Stine para agarrá-lo, mas ele saia da posição no mesmo instante, dando poucos passos até alcançar o canhão ao seu lado, disparando contra o inimigo. Um dos braços tentou defender o ataque, mas os insetos foram dispersos no ar com a passagem da bala que voava longe, caindo na água.

No mesmo instante, Coldraz ressurge avançando contra o mascarado. Girando sua Skol Magni com intensidade, ele dispersa uma pequena esfera aglomerada de insetos que vinha na sua direção, e então tentava aplicar golpes no inimigo.

O primeiro golpe fora esquivado com um salto, o segundo também, lançando uma onda de insetos que impedia. O antagonista tentava um chute, mas Coldraz erguia a guarda fechada, e bloqueando, conseguia dar a sequência para seu último golpe, bem na cara do inimigo, batendo em sua máscara, que começava a se rachar.

O caçador de recompensas apenas viu o rosto tritônico-alaranjado do inimigo demonstrando imensa raiva, com o cair da máscara, antes de uma onda de insetos ir em sua direção. Ele tentou girar a arma, mas fora engolido por ela, sentindo o raspar dos ferrões por sua pele que, não tendo o atingido diretamente pela tentativa de defesa, apenas raspavam em sua pele e causavam vários arranhões, que apesar de leves, tinha um certo ardor, ainda mais na quantidade que estavam, e por todo o corpo.

Coldraz ouviu uma sequência de tiros no mesmo momento que fora engolido por tal onda. Ele poderia jurar que morreria com aquilo, por um instante, mas quando os insetos se dispersaram, ele viu lá Marianna, com um dos revólveres, mesmo com um braço faltando, mas com um semblante determinado, e o braço ainda levantado depois de atirar.

Ela sorriu para o garoto, enquanto via Strange voltar no mesmo segundo a embarcação. A enorme criatura feminina azulada voltava como fumaça para o umbigo do ruivo, com aquele cinturão dourado em torno de si, que apesar de vistoso, não pesava. Não havia destruído toda a embarcação negra, mas havia causado bons danos.

E então a menina de cabelos castanhos caiu, ainda sorrindo, ainda acordada, mas ainda enfraquecida também, contudo com a sensação de dever cumprido. A cabeça do tritão dos insetos era atravessada por tiros, e os insetos se dispersavam cada vez mais.

Assim, eles notaram(e Kisame notaria também quando voltasse ao navio) que entre as vestes de tal tritão do barco negro havia um pequeno envelope da mesma cor das vestes e de tudo: negro. Se eles pegassem o objeto, notariam que havia dentro deste duas coisas: 1) Uma carta de escrita datilografada preta, feita em maquina, num papel branco, com um simbolo ao final, e 2)Um pequeno papel com uma energia diferente, com o nome "Kyo Full Buster".

Carta:
 

Logo abaixo do nome, o simbolo composto por três letras D formando um triangulo verde-esmeralda, desenhados com detalhes que lembravam uma mira, sobre uma caveira pirata. Era claramente um simbolo de um caçador de recompensas.

- Doobie-Dab-Doob, "o Câncer"? - Aduum pareceria um pouco surpreso vendo o nome do tal indivíduo. - Um dos maiores caçadores de recompensa do Paradise... Eu sabia que isso estava repentino de mais... - Ele levantaria o olhar para Coldraz, enigmático. - Você está pensando em aceitar...?

@Edit: No pulso do tritão morto, eles observavam um Eternal Pose que tinha em sua parte posterior a escrita "Asgoriath", indicando que apontava para a ilha na qual eles deveriam entregar o marinheiro.
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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 4 EmptyQua 21 Nov 2018, 23:54



Gallore Strange

"Souvenir Time"




De todas as viagens a barco que já fiz, mesmo dentre aquelas que realizei quando pequeno na embarcação pirata da minha… Daquela mulher, acho que essa foi a mais maluca, imprevisível e agitada que já estive, batalhas navais são uma coisa, algo completamente aceitável dentro da perspectiva de normalidade, mas isso? Não sei nem como descrever. Teria sido o fato dos inimigos usarem máscara com vestes pretas? Ou talvez a existência do super canhão desintegrador sei lá o que 3000. Não, acho que o ápice dessa merda toda, é essa droga de cinturão que parece invocar um… Um, nem sei exatamente como chamar, uma gostosa um demônio!

Enquanto levava Aduum e seu irmão para a outra embarcação em segurança, eu não conseguia deixar de pensar em como o Kisame havia surgido do nada só pra provocar um ferimento fatal. - Se parar para pensar, e creio já ter comentado isso, desde que me juntei a esse tritão nenhum adversário meu ficou vivo para contar história. - O que mais me assusta desse fato, é que já está ficando tão natural, que poucas lutas atrás eu mesmo não estava me importando de jogar tritões na fogueira para serem queimados vivos. - Não! - Não é assim que eu luto.

- Seu irmão vai se sair bem dessa. - Teria comentado ao meu amigo anão. - O Kisame já recebeu o dele. - Me referia ao soco dado pela gigante que o levou direto de onde veio. Naquele instante eu não sabia se me preocupava com Prince, se ria da sua situação, me zangava com a mulher, ou lhe dava gratificações por ter proporcionado aquela cena maravilhosa.

Por fim a batalha parecia acabar, assim que eu retornava ao convés, com a invocação tornando ao cinturão esquisito em minhas vestes, olhar para trás não me trazia nada menos do que satisfação, surpresa, eram meus sentimentos em olhar o rastro de destruição que a gigante deixou para trás.

- Wow, olha só quanto poder. - Comentaria ao vento para quem tivesse o interesse de ouvir, senão apenas estaria falando comigo mesmo. Olharia para meu punho direito, apertando-o com força, ao mesmo tempo, uma certa insegurança se passaria em minha mente.

- Tanto poder, mas não fui eu que fiz isso, foi? Não sei se posso considerar essa luta como algum mérito. - Seriam meus pensamentos no qual eu teria de refletir mais tarde.

Logo em seguida retomaria a atenção para minha própria embarcação, mascarados caídos no chão, provavelmente um certo sangue. - Eeerg… - Comentaria com os insetos se dispersando da região de um corpo em especial que aparentemente era o inimigo final.

- Por que todos esses insetos?

Nada disso importava no entanto, naquele momento só consegui me virar para a garota que caía sorridente no chão. Ao menos se manteve acordada. - Só deve estar cansada. - Chegaria a conclusão dada todas as coisas que ela está passando. Olharia para o tal de Cold, caminharia zangado até ele, e o puxando pelas vestes, independente de qual fosse seu destino, o arrastaria até Mariana, o empurrando em sua direção mas não forte o bastante que batam um no outro. Estava puto, sim, tinha raiva do garoto que trouxera ela para cá, que a expôs a tamanho perigo ao ponto de ela chegar em sua situação atual, mais importante, que não a protegeu enquanto ele saiu com os dois braços.

- Eu acredito que você deva algumas desculpas. - Diria um pouco ranzinza, talvez toda essa raiva fosse mais culpa, culpa pois a poucas horas eu estive na mesma situação, não estava incomodado com o garoto, e sim com a imagem de mim mesmo que via nele. Olharia mais uma vez para Mariana enquanto os dois conversassem, faria uma respiração profunda, tentando acalmar minha mente. - Ao menos ele a manteve viva. - Pensaria um pouco mais tranquilo. não dá pra negar, ele até que fez um bom trabalho aqui, os dois fizeram.

- Vocês foram muito bem. - Diria calmamente, essa frase em especial para Mariana. - Acho que essa é a Grand Line afinal de contas. - Daria um soquinho no ombro de Cold, teria um sorriso confiante em minha face, e enquanto caminharia até o centro do convés continuaria falando. - Bom trabalho em cuidar das coisas enquanto eu estava fora, não faria de outra forma. - Ali, parado em meio a embarcação me viraria para o jovem. - O que você disse que fazia mesmo? - Perguntaria sem me importar muito de não receber resposta alguma.

Assim que Kisame saísse das águas e retornasse ao Walrus, eu estenderia minha palma esquerda como um cumprimento, e com um sorriso descontraído diria: - Hey! Foi um socão e tanto né? He-hehe. - Tentaria segurar a risada, mas caso ele aparente bravo eu o acalmaria. - Foi mal cara, não foi a intenção, eu ainda não sei como controlar isso direito.

Me lembraria de Vindalf, e então rapidamente o colocaria no chão sobre a capa preta e cheia de sangue. - Aduum, retire a armadura dele e pressione a ferida, ele vai ficar bem ok? Toma. - Entregaria um frasco de Álcool. - Lave a ferida dele. - E enquanto ele fizesse o que eu pediria, caminharia até o corpo de quem parecia ter sido uma vez o chefe.

- Hora dos souvenirs! - Comemoraria mentalmente sobre minha mania estranha. A primeira coisa que me chamaria atenção seria seu pulso, repetiria a palavra escrita. - As...goriath. Hmm. - Em seguida revistaria seu corpo, ao notar a carta me levantaria lendo ela primeiramente em silêncio, para depois ler novamente em voz alta para todos. O comentário de Aduum me puxaria novamente a atenção.

- Shooby Doo Bop, o que? - Pediria para repetir o nome confuso, nada daquilo fazia sentido, mas uma certa empolgação percorria meu corpo. - Um dos melhore caçadores do Paradise, o quão poderoso ele deve ser? - Então me viraria para Cold, correlacionando o apelido que ele parece ter me dado com o nome escrito no papel, visto que Aduum perguntou especificamente para ele sobre aceitar ou não.

- Coldraz Anne Stine… Então você é um caçador? - O olharia de cima a baixo meio desconfiado. - É, acho que eles aceitam qualquer um hoje em dia. - Murmuraria enquanto caminharia em sua direção e lhe entregaria a carta. - Quem é esse tal Kyo? E por que tão te pagando tanto pra capturar um marinheiro? - Perguntaria em um ar de curiosidade. - Isso é estranho…

Escutaria o que tanto Cold quanto Kisame tivessem para dizer, e até me atentaria caso eles começassem a falar entre si, mas enquanto isso verificaria os inimigos vivos no convés,  onde os amarraria no mastro principal com uma corda que tenho. Quanto aos mortos, apenas procuraria se carregam algum item pertinente. Após feito isso retornaria até Vindalf, tratando-o com tudo ao meu alcance, seja com suturas, cauterizações ou um simples enfaixamento, o fato é que eu realmente não tenho muito o que fazer em situações assim, estou limitado apenas aos primeiros socorros. Uma vez com ele estabilizado me levantaria novamente, interromperia a conversa se alguma estivesse rolando no momento.

- Prince, eu sei que pode não ser o melhor momento. - Apontaria para o barco aos frangalhos. - Mas não seria uma boa ideia, agora que tudo acabou, você nadar até lá e procurar por alguma coisa importante? Eu não tive muito tempo pra explorar. Aliás. - Jogaria o novo eternal pose para o tritão. - Encontrei isso com ele. Parece ser a ilha que esse caçador espera. A boa notícia é que lá na outra embarcação eu achei um mapa, acho que tinha uma Asgoriath nele. - Mostraria-o caso requerido. - A má é que não diz onde fica Berlinque, então meio que não dá pra saber onde exatamente a gente está. - Apontaria então para a bússola ganha de Karthus. - E então, como vai ser? Seguimos o caminho como planejado?

Ficaria atento caso algum recém capturado acordasse. Se Kisame vier a me entregar algum dinheiro eu o pegaria sem problemas guardando tudo comigo temporariamente, minha resposta seria simples.

- Eu vou comprar uma espada quando você achar uma ilha civilizada. - Diria um tanto resmungão caso me cobrasse uma espada. Se ele me perguntar algo sobre... É, ainda não sei bem do que chamar, invocação serve por enquanto, no momento da pergunta eu olharia para minha barriga, tentando mexer no cinturão surgido do nada para ver se dava pra tirar. - Cara eu sei lá. Eu tava com fome, tinha uma fruta no navio, aí eu comi e bam! - Olharia com uma cara inocente para o tritão esperando sua reação. - Talvez dê pra perguntar. - Diria enquanto esfregaria a barriga.

- Da última vez eu me perguntei se teria uma forma, será que vai ter a mesma aparência? E por que diabos da última vez foi uma mulher daquele jeito? - Pensaria meio envergonhado enquanto esperava pela aparição, e assim que a forma se concretizasse eu já perguntaria.

- O que exatamente é você? Consegue falar? - Se recebesse alguma resposta, e ela falasse de uma forma, "sem vida" ou "robótica", estranharia um pouco. - Hmmmm, se você consegue falar então tem uma consciência né? Não dá pra ser mais... Você, ou demonstrar alguma personalidade? Algo do tipo, hehe. Fica estranho falar com um robô. - E na ocasião de sua resposta for vaga, faria mais um pedido. - Hmm, me explica de novo? Queria saber todos os detalhes desse poder. - Olharia momentaneamente para Coldraz, antes de dizer um último desejo. - Só pra mim, de preferência.



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Última edição por Remenuf em Qui 22 Nov 2018, 18:02, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 4 EmptyQui 22 Nov 2018, 13:31



Kisame

O Início Real





As coisas realmente estavam ficando cada vez mais sinistras e Gallore acabara de contribuir com o sucesso desta missão, tornou-se um demônio também, banido do mar e dos padrões normais do mundo. Sentia tamanha força quando, após impedir o lançamento do canhão, era acertada com um soco poderoso que acabara me mandando de volta para o meu lugar de origem. Não reagiria, sentiria e aproveitaria o tempo para refletir nas merdas que aconteciam comigo, tem coisa errada por aí. O trajeto até o encontro com o mar serviria como uma brisa para reorganizar minhas ações, até o momento da queda. Sob o mar, colocaria a espada em minhas costas e então nadaria na direção de Walrus.

- Aquele maldito vai pagar caro por isso!

Movimentaria-me o tempo que fosse preciso para chegar até a embarcação, e neste, ao notar minha aproximação eminente, aceleraria ao máximo nos instantes finais, de um mergulho profundo até a parte mais rasa do mar. O intuito era de me projetar para fora do oceano com força suficiente para pousar no convés do barco, nada que já não tenha feito antes. Todos pareciam normais, poucos ferimentos e avarias, apenas Gallore que estava amaldiçoado, nada contra, mas estranhamente aceitável.

- Strange! Eu não sei que merda é essas, mas se você fizer isso de novo, vou te levar para dar um mergulho profundo.
Fitaria-o com ódio enquanto tentava entender os acontecimentos no local. Aparentemente o confronto havia acabado e estávamos todos reunidos novamente, até o momento que o destino decidia outra vez o caminho que tomaríamos. O médico curioso, ao recolher os seus brinquedos acabara achando um bilhete inusitado, que acabou revelando coisas interessantes. Coldraz o rapaz que estava conosco não era nada além de um outro Caçador de Recompensas e não um capitão como mencionado anteriormente, bem, eu já estava imaginando hipóteses semelhantes a essa. Com o bilhete surgia uma proposta irrecusável, o jovem caçador deveria eliminar o capitão da marinha a pedido de alguém superior da mesma classe.

- Caçadores e Marinheiros? Está merda está cheirando a sujeira, mas o dinheiro é bom.

Daria uma alta gargalhada, sem tentar entender ainda o porque deste pedido. Começaria a caminhar para o timão do Walrus antes que as coisas começassem a sair do controle. Seguraria-o e então nos levaria de volta para a rota anterior ao desastre, seguindo o Pose que Karthus havia me dado no farol.

- Oh!, "Do bilhete"! Vou lhe dizer algo...Uma das coisas que movimenta esta escuna, é o dinheiro. Se você e sua amiguinha sem braço querem ficar sobre o meu convés, acho que já sabe o que deve fazer né?

A indagação seria seguida por um olhar serio e intimidador, obviamente, estaria me referindo ao dinheiro da recompensa, que me despertou interesse em uma caçada comprometedora.

- Nós não temos muito tempo pra isso! Vamos continuar nosso caminho...Não fiquem parados, ajustem as velas novamente e posicionem direito esses malditos canhões.

Responderia Strange e pegaria o outro objeto de navegação, guardaria-o com meus pertences pois não era o momento para utiliza-lo.

- Nós não temos tempo para brincadeiras, estamos à caminho da ilha além do farol, não sabemos para onde devemos ir, por enquanto. Não tenho ideia da distância que esse brinquedinho novo irá fazer a gente percorre, então vamos nos acalmar, pensem nos próximos passos e limpem essa sujeira! Em terra firme iremos discutir as possibilidades.

Por um tempo ficaria de pé no convés, pilotando a embarcação e conforme o Pose solicitasse, direcionaria-nos até o fim da rota, quando a mesma estabilizasse com uma navegação calma e contínua, deixaria Walrus seguir o fluxo do mar para me recostar em uma das paredes do convés. Sentaria-me, quieto, ignorando quaisquer indagação. Nesse instante de paz, pegaria o livro que havia recebido pelo marinheiro anteriormente e longe das lembranças começaria a lê-lo, para aprender a arte da Estratégia. Com toda a atenção, estudaria o livro e procuraria entender seus conceitos, e aplica-los nas situações de batalhas que já passamos até agora. Tentaria ver o que poderia fazer para muda-las, ou algo que facilitasse no conflito, foram tantos perrengues que não faltaria imaginação para contribuir para o meu estudo. Iria, com o tempo, despreocupado com tudo ao meu redor até que concluísse o livro, apenas interromperia se a rota fosse alterada e para tirar essa conclusão, olharia o Log Pose em meu braço por alguns intervalos de tempos.

- Gallore, agora me diga, que merda é essa que sai da sua barriga? Mostra essa porra ai...E como você conseguiu isso?

Se ainda estivéssemos abençoados com a paz, reservaria um tempo para dialogar com o médico, se não ficasse ocupado tratando os feridos ou fazendo amizades por aí. Finalmente tínhamos a oportunidade de ter uma maior noção sobre o que era esse poder sobrenatural, Aduum deveria estar tendo orgasmos com este ocorrido e não poderia negar que tal poder me deixara um com um tanto de inveja, que pode imaginar as habilidades escondidas pelo mundo e as possibilidades que traria se estivesse sobe posse de algumas delas, porém abdicar do mar seria algo difícil, porém já tinha tido essa conquista, talvez fosse a hora da terra ou dos céus.

- Pegue todo esse dinheiro e arrume um jeito de guarda-lo, durante a batalha Walrus ficou desprotegida com esse idiota aí, não podemos mais correr esse risco. Quando encontrarmos uma ilha, resolva isso ai e se quiser sua espada de volta, compre uma decente para mim.

Após pronunciar-me, entregaria todo nosso dinheiro para o médico, que com certeza saberia o que fazer com ele.



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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 4 EmptyQui 22 Nov 2018, 17:21



Coldraz A. Stine

De novo esse maldito Kyo






Com o corpo do tritão caindo no chão com um tiro certeiro da minha parceira, a batalha estava terminada, olhava então ao meu redor; o navio pirata parcialmente destruído, corpos espalhados pelo convés de um navio misterioso, mulheres gigantes azuis semi-nuas. Olhava então para as minhas próprias mãos, cobertas por alguns machucados provocados pelos insetos; elas já não tremiam como quando comecei minha jornada.

De algum modo, tudo, "isso" já estava se tornando natural para mim e meu corpo já havia começado a se adaptar a esse novo estilo de vida. Daria um passo na direção da Marianna e então pararia, apenas encarando-na. Ainda era difícil me aproximar dela. Então respiraria fundo e caminharia na sua direção; e se caso aquele tal de Strange acabasse me puxando na direção da mesma antes que eu tivesse chance de ir até ela eu mesmo, apenas resmungaria um pouco irritado enquanto percebia a direção em que ele me levaria — E-ei, que merda você está fazendo ?! — mas não me prepararia para atacá-lo, estava mais concentrado no que eu faria quando chegássemos até ela.

No caso do Strange exigir que eu peça desculpas, eu me irritaria um pouco mais e, se ele ainda estivesse tocando em mim, tiraria sua mão usando a minha mão direita ou esquerda, a que estivesse mais próxima dele e diria — Eu sei o que eu preciso fazer, droga! — E então voltaria minha atenção para a Marianna.

Independente de como eu chegasse até ela, se a mesma ainda estivesse sentada no chão, eu me agacharia e, me esforçando para não desviar o olhar dela, começaria a falar — Parece que você me salvou de novo, foi um belo tiro — me referindo ao tritão que ela havia executado alguns instantes atrás — Como você está ? — todo esse papo furado era na verdade uma forma de enrolar o que eu realmente tinha para falar, e eu sabia disso, por isso, independente do que ela dissesse ou fizesse a seguir, eu olharia em seus olhos e diria — Eu cansei de me desculpar para você! Eu tenho feito isso desde que nos conhecemos: eu faço alguma coisa idiota, você paga o preço e eu te imploro perdão, mas eu cansei de fazer isso! — Daria uma pausa e continuaria — Um homem que só sabe pedir desculpas, deveria rastejar na lama pelo resto da vida, por que ele nunca vai conquistar nada. Por isso, eu não vou mais me desculpar, você é minha parceira e não meu animalzinho de estimação que eu esqueci de alimentar. — Se eu estivesse agachado, nesse instante eu me levantaria e, ainda olhando para a Marianna, concluiria — Eu não vou mais deixar você se machucar por minha causa. Eu sei que deve ser difícil acreditar ou confiar em mim agora mas, eu preciso que você entenda que precisa, mesmo que isso signifique me deixar para trás e fugir, mesmo que você mesma precise meter uma bala na minha cabeça. Eu confio em você e nunca vou duvidar de você, mas eu também preciso que você faça o mesmo por mim. Não estamos brincando de caçadores no jardim, e se continuarmos agindo como se estivéssemos, vamos acabar morrendo ou até pior, por isso eu preciso que você pare de levar as balas que são para mim, você não é a única que precisa me proteger, confie em mim e me deixe te salvar de vez em quando também. —

Uma vez terminado meu discurso, eu a olharia por mais alguns instantes para escutar sua resposta, e então voltaria minha atenção para o Strange. Seus comentários sobre a Grand Line apenas me fariam lembrar de Berlinque e, consequentemente, me deixariam irritado, portanto eu não responderia a eles.

— Bom trabalho em cuidar das coisas enquanto eu estava fora, não faria de outra forma — essa seria a frase que, para a minha surpresa, me faria abaixar a minha guarda. Ele agia como uma criança que acabou de encontrar mais amigos para brincar, e apesar de sua afiliação com aquele tritão, ele ainda havia salvado tanto a Marianna quanto eu. Também parecia estúpido demais para ser um pirata, embora ainda tivesse minhas dúvidas quanto a ele ter uma recompensa por sua cabeça, ele parecia ter o dom de irritar muita gente.

Por isso, quando questionado quanto a minha ocupação, eu finalmente responderia a questão — Somos caçadores! — Apertaria firme meu jutte e não diria mais nada, ainda estava tenso com aqueles desconhecidos, mas pelo menos um deles não era uma ameça. Um e meio, se contar aquele anão esquisito que havia me salvado mais cedo; olharia para o céu e pensaria — Cara, eu pareço uma donzela em perigo, já fui salvo por uma garota, um anão e um idiota, só tá faltando aquele homem-peixe, agora. —

Minha atenção seria tomada pela leitura da carta e não me importaria em esconder o espanto. Me recordaria de todas as pessoas que já tentaram tirar uma casquinha de mim por causa desse maldito nome, mas algo me intrigaria, o remetente não se encaixava, Kyo Fullbuster era um capitão da marinha, por que o mais notório caçador de recompensas da paradise (segundo o anão) iria querer que eu o capturasse ? Não fazia sentido, mas a recompensa era tentadora, com sorte ela seria um bom fundo para conseguir informações sobre Skypiea.

— Aposto que, por 50 milhões, alguém vai abrir o bico! — Cochicharia para mim mesmo. Respondendo a pergunta de Strange, eu diria — Kyo Fullbuster, um capitão da marinha, digamos que ele tem um fã-clube especial de "pessoas que odeiam o Kyo"! Provavelmente esse tal de... Quer saber, que se dane o nome dele, esse "empregador" acha que eu tenho mais chances de captura-lo. — Não diria mais que isso, mas concluiria na minha mente — Ele deve saber que somos parecidos, provavelmente quer que eu me infiltre ou algo do tipo, se for isso, acho que eu realmente sou o mais indicado, com um disfarce eu provavelmente poderia entrar na base da marinha e capturá-lo, mas ainda assim... —

Me voltaria para o anão e diria — Isso parece muito estranho, por mais corrupto que este Kyo seja, não faz sentido um caçador de recompensas querer capturá-lo. Tem certeza que não são apenas revolucionários tentando nos manipular ? Isso seria bem a cara deles, usar intermediários e terceiros para sequestrar um marinheiro famoso. Eu não sei vocês, mas eu não sou exatamente um apoiador fanático da "causa" — e então esperaria pela resposta do homenzinho, porém, independente do que ele dissesse, eu ainda tinha muitas coisas para me preocupar, então caçar ou não o Kyo teria de esperar um pouco.

— Oh!, "Do bilhete"! Vou lhe dizer algo...Uma das coisas que movimenta esta escuna, é o dinheiro. Se você e sua amiguinha sem braço querem ficar sobre o meu convés, acho que já sabe o que deve fazer né? — Ao ouvir essa frase, ficaria claro, nós dois não iríamos nos dar bem, especialmente se ele continuasse tentando insultar minha parceira. Exitaria por um momento em seguir suas ordens, apenas o encarando, mas lembraria então que estava no navio deles, e "ELES" incluía um tritão com 2 metros de altura, o médico que salvou minha vida e a da Marianna e um anão bom de briga. Também tinha uma giganta semi-nua, com a qual ninguém parecia se importar de ter desaparecido de forma repentina, então era possível que eles, de algum modo, controlassem uma espécie de deusa dos mares ou algo assim, então obedeceria as ordens dele e faria como fosse ordenado... por enquanto.

Se durante a viagem eu tivesse algum tempo, voltaria minha atenção para a garota de cabelos brancos que eu havia poupado mais cedo e iria até ela para questionar — Quem é você e por que o seu capitão tinha uma carta endereçada a mim ? Você não parece uma gaivota. — Esperaria alguns instantes para escutar sua resposta, e independente de se ela respondesse ou não, eu diria — O que esse tal Doobie Oobie ou seilá o que, é seu e qual o problema dele com um capitão da marinha ? — Se ela não me dissesse nada relevante como motivos, eu apenas iria embora dizendo — Tá legal, ainda temos muito tempo até chegar aonde quer que estejamos indo, eu cuido de você depois — e se ela ainda não estivesse amarrada eu gritaria para o resto da tripulação — Vocês sabem que tem uma pirata sangrando no convés do navio de vocês, não é ? —



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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 4 EmptySab 24 Nov 2018, 16:08

Com todos novamente na Walrus, a leitura da carta e o comentário de Aduum, que tentava fazer alguma coisa com o álcool dado por Gallore par tratar os ferimentos de seu irmão Vindalf. O anão antagonista já estava sem a armadura, sendo bastante peludo, mas a máscara em seu rosto, por algum motivo, não conseguia ser totalmente retirada. Parecia até implantada, algo do tipo.

Todos entenderam que Coldraz era realmente um caçador, e não um capitão, como havia se pensado. Viera então o questionamento sobre quem seria o tal Kyo, uma resposta dada pelo Stine sem pensar, relembrando os maus bocados que havia passado pela semelhança com o marinheiro. Marianna, encostada logo ao lado, parecia ainda um pouco sem reação sobre o diálogo que tivera com o companheiro, tendo demonstrado um singelo sorriso, e se recostado por um instante no rapaz, mas sem dizer nada, ainda com um forte ar de fraqueza.

O arqueólogo aproveitou para, em meio a suas conclusões, lançar uma pergunta a Aduum, que ainda cuidava do irmão desacordado. Burbrand franziu o cenho por um instante, e tomou a carta, mostrando para o menino o simbolo logo abaixo de tudo. - Esse é o símbolo de Doobie-Dab-Dob. - Virava levemente a carta, como colocando na linha da luz do sol. Os três Ds que compunham o símbolo brilhavam em algo como um roxo, diferente. - É muito difícil de ser falsificado. Comumente serve como um atestado da veracidade de documentos enviados por ele. - Olhou por mais alguns instantes, como contemplando aquela tecnologia simples e interessante.

A Walrus já seguia sua rota acertada para Cactus Island, não tendo deixado muito os rumos, apesar do embate naval. A este ponto, a embarcação negra quase destruída já havia ficado para trás. O capitão tritão chamava Coldraz, que não tivera uma boa recepção pela forma que o tritão havia o falado, ainda mais com toda a intimidação que o homem-peixe passava com sua aparência monstruosa, acentuada propositalmente. Gallore insistia em falar sobre o barco negro, notando só então que este já havia ficado a alguns instantes para trás, mas também entregava o Eternal para Asgoriath para Kisame, que agora ficava com 3 grandes bússolas em seus pulsos, um Log, e dois Eternals.

O Príncipe dos Mares, contudo, não tinha tempo para brincadeiras. Tomando o objeto para si, ele colocava cada um diretamente em seu devido lugar, apesar dos pensamentos de Cold repudiando-o. O espadachim decidiu, agora com a rota acertada, tomar um tempo para ler seu livro sobre estratégias e aprender aquela nova habilidade que já havia tentado anteriormente e não tido tanto sucesso.

Passadas algumas horas de navegação, com Vindalf ainda desacordado, e a menina de cabelos brancos também, desde antes, provavelmente pela grande perda de sangue. Marianna estava descansando, encostada próxima ao mastro. O Príncipe decidiu questionar Strange sobre aquela estranha criatura azul que havia invocado, e o ruivo também não sabia bem.

Eis a hora perfeita para descobrir. Esfregando sua barriga, o boxeador vira a fumaça azulada se projetar de seu umbigo e formar aquela criatura sedutora a sua frente, mas ainda um pouco "estática" de mais. Quando perguntada, respondeu. - Sou uma Djinn, uma gênio, e você é meu mestre. - Sim, ela tinha um olhar e um falar meio robótico. Ai Gallore pediu por uma personalidade.

Spoiler:
 

Um sorriso maldoso brotou nas feições da figura, que já elevou uma das mãos para trás da cabeça, enquanto dava um passo em direção a Gallore, reduzindo a distância deles em centímetros. Do nada, havia ficado tão real. - Meu amado mestre, tudo que eu desejo é servir-te... - Aproximou sua cabeça do ouvido do menino, respirando em sua orelha e encostando inclusive, de leve, seus fartos seios no menino. - Fazer tudo que você quiser, mestre. Até... Até... - Ela chegava a quase encostar seus lábios na orelha do rapaz, em um ar totalmente erótico. - Kihihihihihihi... - Ela se afastava, para responder a pergunta que ele já havia feito. Sua mão tocava o peito de Strange suavemente, e os olhos da Djinn estavam claramente focados na boca do rapaz. - É só ordenar, e eu farei qualquer coisa, meu mestre. Carregar, lutar... Amar... - Ela dava uma piscadela, mordendo o canto do lábio inferior. Os que estavam em volta, contudo, não a ouviam falar, pois falava baixo, somente para Strange, apenas observando suas claras seduções.

- Tenho de admitir que nunca havia visto uma Akuma no Mi como essa... - Aduum parecia particularmente intrigado com aquilo, e comentava com Coldraz. - Ele projetou uma outra personalidade, uma outra figura... Como se fosse o próprio demônio da fruta, ou algo do tipo...

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 4 EmptySab 24 Nov 2018, 20:48



Coldraz A. Stine

Tédio






Aquele drama rápido com a Marianna foi o bastante para ascender em mim uma determinação que eu já não via a muito tempo, talvez até maior do que a que eu tinha quando deixei Dawn Island. Não sabia explicar exatamente o motivo, mas por alguma razão era bom desabafar sobre os nossos sentimentos de vez em quando, mas era certo que isto não se repetiria no futuro.

Como meus "salvadores" não pareciam ter segundas intenções, nem mesmo após eu revelar que era um caçador de recompensas, eu começava a confiar um pouco mais neles, embora certamente não fossem civis, tendo em vista o modo como agiram contra aqueles piratas. Ao indagar o anão sobre a veracidade da carta com um jogo de palavras para tentar encontrar algum traço comum aos revolucionários, essa hipótese também era descartada, assim como a de agentes do governo e marinheiros, já que estes não permitiam tritões.

Após remoer mais um pouco, finalmente chegava à uma conclusão satisfatória — Quer saber, tanto faz. Eles não são uma ameaça e é só isso que importa. —

As horas seguintes foram bem monótonas e um pouco inamistosas para com o tritão que parecia não ter muita educação; até que aconteceu, a mesma gigante que praticamente destruiu o navio pirata de antes, aquele Strange a fazia aparecer do nada — Mas que merda é essa ?! — as palavras saiam quase que como um reflexo involuntário e logo eu me lembrava — Ah, é mesmo, eu tô na Grand Line — e então minha surpresa e espanto desapareciam, aprendi rápido que nesses mares, o melhor a se fazer era apenas ignorar essas esquisitices até elas tentarem te atacar.

Não deu para entender o que eles diziam, mas aquela cena erótica não precisava de palavras para entender o contexto: "eles estão se pegando", por isso decidi dar mais privacidade para eles, e essa privacidade vinha no meu ato de desviar o olhar deles e focar na Marianna enquanto me imaginava fazendo coisas parecidas com a mesma.

— Tenho de admitir que nunca havia visto uma Akuma no Mi como essa... — A frase do anão puxava meus olhos na sua direção rapidamente — Ele projetou uma outra personalidade, uma outra figura... Como se fosse o próprio demônio da fruta, ou algo do tipo... — A forma como ele falava... Eu sei que disse que o melhor a se fazer ao ver esquisitices nesses mares era ignorar, mas aquelas palavras estranhas, ele parecia entender o que estava acontecendo.

Não tinha como segurar minha curiosidade naquele momento, naquele mesmo instante eu perguntaria para ele — Akuma no Mi ? Do que você está falando ? — Não é sempre que você encontra alguém que entende das bizarrices desse mundo, independente de se o anão respondesse minha pergunta ou mesmo optasse por não fazê-lo, era evidente que ele tinha algumas informações, então após sua resposta ou recusa, eu lançaria a questão mais importante — O que você sabe sobre Skypiea ? — e esperaria sua resposta; caso ele não soubesse responder ou quisesse mais informações, eu então acrescentaria — Ilhas do céu! Você sabe alguma coisa sobre civilizações acima das nuvens ? — E esperaria ansioso por sua resposta. Se ele me desse qualquer tipo de informação eu daria um sorriso e agradeceria, porém, independente do que ele me dissesse, eu concluiria dizendo — Meu nome é Coldraz Anne Stine, pode me chamar de Cold, e você é ? —

Após o rápido diálogo com o anão, eu começaria a explorar o navio, ficaria atento para coisas suspeitas como: uma bandeira pirata, den den mushi, escravos, celas onde escravos podem ser mantidos, mas meu foco principal era entender a planta do navio e, o mais importante, procurar comida, que no caso de encontrar, levaria para a Marianna após investigar o navio. Claro que eu também comeria um pouco antes, você sabe, para checar se tem veneno ou qualquer desculpa do tipo. Também buscaria por bebidas alcoólicas, cerveja de preferência. Nota mental: um chuveiro também seria bom, acabei de nadar em um pântano.

Após terminar meu tour particular pelo navio, eu voltaria para o convés onde treinaria um pouco para aquecer os músculos. Nada muito complexo, apenas algumas flexões que eu tentaria fazer apenas com a mão direita por causa da minha lesão na esquerda, seguido por 60 abdominais e terminando com um treino de movimentos com a minha skoll magni em forma de jutte e cajado para fazer o meu corpo se acostumar com os movimentos  até executá-los de forma natural.

Terminado meu treinamento, se eu houvesse encontrando um chuveiro no meu tour particular de antes, eu iria atrás da Marianna e diria para ela — Eu achei um chuveiro mais cedo, o que você acha da gente tomar uma ducha ? — Seguido por uma piscadinha e um sorriso, mas não insistiria se ela não quisesse, levando ela até o banheiro caso a mesma precisasse e esperando ela tomar banho primeiro enquanto eu vigiava para nenhum daqueles pervertidos espiar ela, tentando eu mesmo dar as minhas espiadelas caso fosse possível.

Porém, se o impossível (e nojento) acontecesse e ele NÃO tivessem um chuveiro ou algo próximo de um onde eu pudesse tomar um banho, além de ficar um pouco irritado, eu apenas sentaria para descansar perto da Marianna enquanto vigiava meus companheiros de viagem em seus afazeres e imaginava o que faria quando chegássemos ao nosso destino.



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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 4 EmptySab 24 Nov 2018, 22:43



Kisame

No Ritmo do Mar





Com certeza Strange tornava-se um ser muito curioso, principalmente por estar ligado com um ser endemoninhado agora. Sua aparição deixava de ser amedrontadora, diria até que gostei de seu joguinho para cima do médico, certamente sabia brincar com a cabeça de um homem, temia que com as de um tritão também. Ainda tinha o fato de suas habilidades serem desconhecidas, talvez todo aquele seu tamanho e força não fossem os únicos poderes para serem desvendados. Contudo, sua aparição tornaria MEGALODON mais reconhecida, dentre as nossas novas ambições, dinheiro e poder eram as prioridades e sobre isto, tinha certeza que poderia contar com o amaldiçoado.

- Ei Gallore, faça alguns truques ai, veja se esse bicho sabe alguma canção, ainda não tenho noção do nosso destino...Talvez demore um pouco.

Uma bela canção poderia animar esse bando de miseráveis, e aguardaria-a segurando Walrus em minhas mãos, enquanto o vento soprasse nas velas. Para os intrusos na embarcação, guardaria a minha pouca atenção, apenas para as coisas suspeitas, o restante dos meus companheiros com certeza poderiam lidar com eles agora, mas Coldraz Anne Strine ainda era uma incógnita, o que ele pretenderia fazer agora que seu caminho havia sido traçado por outra pessoa.

- Talvez você não tenha percebido ainda, mas nós também somos Caçadores de Recompensa, Coldraz. Nosso grupo se chama Megalodon e se você veio dos mares azuis, com certeza ficará sabendo dos feitos realizados por nós.

Com uma rota fixa, o barulho do vento empurrando as velas e do convés sobre as águas, com certeza me acalmaria, desta forma, começaria a interagir com o deslocado.

- Vou te dar um tempo para pensar, logo chegaremos em alguma ilha onde poderemos conversar e planejar sobre sua proposta.

Novamente voltaria a olhar para o garoto, com determinação e convicção no que diria. Ele deveria saber onde estaria se metendo e com quem, neste caso, Megalodon.

- Lembre-se de quem salvou a vida de vocês...Estão seguros agora, podem relaxar, aproveitem a estadia e me tragam algo para comer agora.

Após os me dizeres, abriria um sorriso malicioso que se estenderia por alguns segundos ao retomar a atenção na navegação, esperaria até que ele se deslocasse e então...

- Gallore, Aduum, aproximem-se!

Aguardaria até que a garota sem braço e seu capacho saíssem para expressar-me para os caçadores de problemas. Neste caso, com sua chegada começaria a discutir quais problemas poderíamos enfrentar ao chegarmos na ilha, ou o que resolveríamos a seguir.

- Anão, sabe me dizer qual a nossa próxima ilha...Mas o que interessa mesmo é, que não sabemos de nada do por que caçadores estão atrás de marinheiros...Você conhece aquele que designou a missão? Tem algo cheirando mal nisso tudo, mas eu estou muito curioso para ver o final disso tudo.

Aguardaria as opiniões de ambos, mas não concluiria nada, novamente expressaria a minha vontade de chegar em terra firme antes de qualquer outra coisa. Dispensaria meus companheiros e voltaria a observar o horizonte e os céus atento para qualquer alteração no clima que pudesse nos atingir, nuvem estranhas vindas de todas as direções, até correntezas estranhas.

- Coldraz, trouxe algo para mim?

Indagaria para o garoto após o seu retorno ao convés, se ocorresse, e novamente sorrindo da mesma maneira que antes, como se nada estivesse ocorrendo, guardando todos meus pensamentos dignos de dúvida, para mim. Assim manteria-nos protegidos, até que nossos conhecimentos fossem além da Grande Linho, aguardaria ansiosamente os momentos em que estaríamos preparados e a frente de qualquer empreitada. Durante o restante do percurso ficaria na minha, apenas interagindo se realmente fosse necessário, os intrusos não pareciam estar causando problemas, eles estavam com sorte. As ações de Gallore me faziam pensar duas vezes antes de mata-los, como de costume, talvez fizesse isso mais tarde, por ora eles poderiam ser úteis com informações relevantes para nós.

- Vou deixar o interrogatório para você hoje, mas não me decepcione, ou eu mesmo irei "conversar" com eles!

Desta forma deixaria implícito que gostaria de arrancar informações que nós agregassem algo durante a jornada, principalmente qual a origem da embarcação negra e seus membros encapuzados. Tínhamos o suficiente para isso, inclusive o irmão do anão que estava sendo tratado por Strange, só esperava que nenhum vínculo surgisse dessa relação, não um que nós prejudicasse pelo menos. Contudo, não perdendo a tranquilidade que rodeava a escuna, não me envolveria diretamente nos conflitos que surgissem a seguir.



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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 4 EmptyDom 25 Nov 2018, 11:17



Gallore Strange

"Lewd"




Cada vez que tento entender o que aconteceu comigo desde que comi aquela fruta, as coisas ficam cada vez mais difíceis de acompanhar. Com o esfregar de minha barriga a figura mágica surgia diante meus olhos, mais uma vez, na forma de uma mulher atraente, a definitiva talvez? Parando para pensar é a primeira vez que a vejo em uma situação calma como essa, para só então notar sua beleza, em especial, um detalhe importante, as roupas, ou melhor, a falta delas. Olhava para ela em prol de fazer minha primeira pergunta, mas não sabia se devia, o desviar de olhar era constante e imagino que a vermelhidão em meu rosto também, mas sempre retornava minha atenção para a Djinn, que por mais que não tivesse feito as ações seguintes neste momento, conseguia chamar minha atenção só por sua presença.

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- Djinn? Mestre? Isso só fica cada vez mais estranho. - Teria sido meu pensamento para com a primeira resposta, no entanto havia algo errado, faltava vida, um pouco diferente da segunda vez que a chamei, lá no barco, quando pedi para que o destruísse, seu olhar era bem mais vívido, parecia ter uma vontade, uma alma ali. E por mais que eu não tivesse decifrado ainda o que aquele tom provocativo significava, arrisquei por desejar sua real consciência e forma de agir, e foi então que aquela cena toda do barco fez sentido em minha mente, o que de fato era aquele olhar.

Se vou me arrepender do meu pedido ou não, isso não sei dizer ainda. No momento em que ela se aproximou, meu nervosismo aumento proporcionalmente, talvez ali, bem no fundo, eu já tivesse uma vaga ideia, ou quem sabe um desejo do que se seguiria, mas não contava que de fato ocorresse. - M-m… O-oqu… - Não consegui nem formar uma palavra direito, naquele momento meu corpo travou de nervosismo, eu não tive reação alguma senão ficar parado tentando inutilmente corresponder com palavras à suas ações. - P-pert… Peit..s… - Cada coisa que ela fazia me estimulava a ficar ali imóvel sendo adulado, o toque macio de sua pele, o ar quente de sua respiração, a melodia de sua voz, e até ao se afastar um pouco, com o toque de sua mão que passava uma sensação gélida de meu peito até o resto do corpo.

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- Essa Djinn… É perigosa. - Seria um dos mil pensamentos passando por minha cabeça naquele momento, e quando me refiro a perigo não digo o tipo mortal, e sim em um outro sentido. Ficar próximo de garotas nunca foi um problema pra mim, mesmo crescendo em uma ilha de artistas marciais eu não adotei nenhum estilo de vida monástica, muito pelo contrário, sempre conversei, fiz amizade e até “saí” com algumas delas, mesmo a mestra Korra, com quem eu passava uma boa parte do meu dia, era extremamente atraente e eu nunca fiquei nervoso. Mas isso agora, é um nível completamente diferente, assim tão repentino? Não sei nem como mantive o poder ativo durante toda essa situação, memória muscular, imagino.

- B-Ba… Basta.

O fim de sua fala era a brecha para que eu retomasse o controle, pararia de esfregar a barriga juntamente de dois passos para trás, não tinha intenção de fazê-la sumir, apenas uma pausa forçada para que eu ao menos consiga pensar. Minha respiração pesaria, ofegante, olharia ao redor para os outros tripulantes, meu rosto vermelho de vergonha e meus dentes serrados de nervoso, um nervosismo não só pela Djinn mas por terceiros terem observado a cena toda.

Ainda sem ter muita ideia do que fazer, o máximo que poderia tentar seria amenizar um pouco a situação, me ajoelharia no chão apoiando a mochila no assoalho, e de lá retiraria a roupa de frio extra que comprei já tentando envolver a mulher com o manto, com o corpo coberto talvez gere menos distrações. - Ou não. - Aproveitaria também para pegar meu casaco, seu toque me lembrou o fato de estar sem camisa desde que que mergulhei no rio, e dito isto logo o vestiria fechando o zíper por completo.

Olharia por um tempo um tanto receoso para a Djinn, não sei quando ela pode fazer algo do tipo de novo. No entanto, apesar de toda a provocação, sua resposta ainda havia me despertado a curiosidade. - Ela disse que faria qualquer coisa, mas será que consegue mesmo? não há nenhuma restrição? - Só haveria uma forma de descobrir, e seria continuar minha conversa, no entanto desta vez esperaria até que Coldraz se retirasse do ambiente, ou ao menos me afastaria um pouco mais do grupo, tentando fazer com que só ela me escute e só eu ouça a resposta. Retomaria o movimento repetitivo de coçar a barriga, esperando que ela ganhasse vida novamente.

- O… Oe! Você ainda me deve uma explicação decente. - Diria com uma certa convicção, apesar de engasgar na primeira fala. Tentaria ignorar os últimos minutos. - Então…? - Limparia a garganta. - Você tem um nome? - A curiosidade então tomaria conta de mim, e sem perceber me pegaria bombardeando-a de perguntas.

- Você disse que faria tudo, quer dizer que é mágica? Consegue qualquer coisa? Se eu pedisse um bilhão de berries eles apareceriam aqui? Choveria do céu? Tem alguma forma específica ou eficiente de “ordenar”? - Respiraria profundamente, apenas para continuar. - Disse que consegue levar coisas, o fato de você voar facilita em deixar as coisas mais leves? Ou tem um limite de peso? - Esperaria suas respostas, caso viesse dar em cima de mim de novo dessa vez tentaria resistir, recuando um pouco se ver que é demais. E sem deixar brechas continuaria a questionar.

- Lutar, você é forte? Eu te vi destruindo o barco, como ficou daquele tamanho e qual sua altura máxima? Tem algum limite de tempo? - Então desviaria um pouco o olhar, o rosto meio corado, faria uma última pergunta. - E… E o que quis dizer com ama… - Interromperia no meio. - Não, esquece, ignora essa última, eu me deixei levar. - Não conseguiria segurar o sorriso, não só pela situação de certa forma “engraçada”, como por minha empolgação em entender algo completamente novo.

Ao final da explicação agradeceria. - Ainda vou precisar de um tempo pra processar toda essa informação. - Se Kisame disser para fazer algo com a Djinn, minha resposta seria um corte na hora.

- Ela não é um pet pra ficar fazendo truques. E ela tem nome ok? - Diria mesmo que não soubesse se realmente possui um, nem que eu invente mais tarde. Com relação ao canto, não diria nada, talvez seja uma boa ideia, talvez não, sabe-se lá o que ela pode acabar falando.


Me aproximaria de meu amigo anão ainda com o poder ativo, mesmo que já tenha sanado minhas dúvidas quero ver por quanto tempo consigo mantê-la invocada. - Talvez seja até um treinamento legal pros braços. Haha.

- Aduum, o que você acha? É normal um poder desse tipo? Eu pensava que que essas frutas só transformavam as pessoas em animais. - Ficaria ali batendo um papo com o anão, se quisesse fazer alguns testes ou experimentos me sujeitaria sem problemas, afinal, confio nele. Em meio a isso tentaria escutar seja lá o que for que Kisame viesse a falar, seja para mim ou outra pessoa, e se for chamado pelo tritão, iria até ele.

- Algum problema? - Perguntaria meio preocupado, e em seguida ouvindo tudo o que o tritão tiver para falar. Esperaria a resposta de Aduum - apesar de ele já ter dito sobre o caçador - e então tentaria complementar com algumas suposições. - Talvez esse Kyo seja um marinheiro corrupto ou algo assim, mas também achei estranho. Acho que minha curiosidade mesmo é quanto a esse Kyo em si, pra ser um capitão… Se ele tiver metade da força da Capitã Hana, então ele deve ser bem forte. - Já demonstraria uma certa empolgação, imaginando no desafio interessante que seria enfrentar um capitão.

Quanto ao interrogatório, assentiria com a cabeça. - Eu meio que já planejava isso de qualquer forma. - Soltaria então uma risada sarcástica com o comentário de Kisame. - Você não vai conseguir nada deles se sua intenção for matar primeiro e perguntar depois. Pode deixar comigo. - Então começaria a andar, ignorando por um instante os prisioneiros no mastro, iria no lugar destes até Cold e Mariana.

- Não liguem pro Kisame, ele é folgado assim mesmo. Mas garanto que não vai comer vocês. - Falaria meio brincalhão.

- Acho que ele só está acostumado com o irmão o servindo.

- Vocês dois estão bem? - Levaria cuidadosamente minha mão até a testa de Mariana para ver se seu cansaço não vinha de alguma febre. - Só devem estar exaustos, esse foi um dia longo. - Olharia um tanto para o horizonte me lembrando por um instante tudo que havia ocorrido só hoje, desde o Farol. - Bom, o navio pode não ser lá essas coisas, a gente meio que tomou de uns piratas então nãos nos culpem, mas sintam-se à vontade, a viagem não deve demorar muito.

Por fim me afastaria dos dois, cederia um momento a sós e então partiria até o mastro principal, primeiramente contando quantos ainda estavam vivos e se havia algum precisando de um tratamento de emergência. - Não se pode conversar com os mortos afinal. - Retiraria sua máscaras - as que conseguisse - e então analisaria cada um, sorteando um indivíduo para tentar acordar com um chacoalhar e uns tapinhas no rosto. Esperaria alguém acordar para que pudesse dar início ao interrogatório.


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 4 EmptyDom 25 Nov 2018, 23:59

Quando o anão tecnológico Aduum comentara uma percepção sua sobre a Akuma no Mi comida pelo médico do grupo, Coldraz demonstrou sequer saber do que se tratava, tendo uma resposta imediata do cientista, de um jeito até bem pedagógico para as poucas palavras. - Você também é novo na Grand Line, não é? São Frutas do Demônio, que podem conceder habilidades especiais a quem comê-las. - E então, a pergunta do Stine sobre Skypea.

Burbrand franziu o cenho, como que pensativo, por alguns segundos, chegando até a mexer na barba com a mão direita - um estimulante típico dos intelectuais. E então respondeu. - Eu tenho a impressão de já ter lido alguma coisa sobre o assunto, companheiro... - Coldraz, esperançoso de alguma forma, deu-lhe outras informações, citando ilhas do céu, civilizações acima das nuvens. - SIM, SIM, MAS É CLARO![/color][/b] - O cientista pareceu ter um insight, como se uma lâmpada se acendesse em sua mente. - A controversa ilha dos céus sobre Jaya... - Seus olhos, perdidos no ar, parecia acompanhar a lembrança de algo escrito, ou como se vislumbrassem algo. - É um tabu dentro da comunidade científica. Já fora um assunto mais estudado, mas hoje pouco se fala dele. As lendas dizem que famosos arqueólogos se perderam trabalhando nisso...

Coldraz sorriu, e se apresentou. Aduum parecia ainda um pouco perdido nos pensamentos, mas quando o garoto completou seu nome, o Stine pareceu soar tão familiar ao Aduum, que levantou as sobrancelhas em surpresa, saltando. - STINE, EU SABIA QUE ERA ISSO! EU ME RECORDO... - Tomava um segundo para respirar, afinal, não era tão jovem assim. - Os Stine... Exploradores da Grand Line... Eu os conheci... Ninguém levava eles muito a sério, e admito que eu também, até os conhecer em um simpósio em Las Camps. O estudo que estavam desenvolvendo era fantástico, extremamente bem desenvolvido, e eles eram pessoas incríveis... - Seus olhos brilhavam, com saudosismo sem igual. - Mas desapareceram sem publicá-lo. Enigmático, no mínimo... - Seu olhar que estava meio baixo, subiu, fitando Coldraz agora com um sorriso simpático. - Sou Aduum Burbrand. Cientista, especialista em Akumas no Mi.

Nos instantes posteriores, o menino caçador seguiu procurando navio adentro, tomando alguns pães e frutas na cozinha, para se alimentar primeiro, e depois para alimentar sua companheira Marianna, que ainda estava encostada próxima ao mastro, sentada, repousando. Ela se alimentou bem, o que era bom, enquanto o Stine treinava um pouco do uso da Skoll Magni com a mão não predominante e tal.

Após alguns minutos, ele se dirigiu junto a ela para o lavabo que havia ali. Não era um chuveiro, e sim uma banheira com uma pequena torneira com água a temperatura ambiente, com uma cortininha que separava a mesma do resto do banheiro. Marianna não hesitou nem questionou sobre o tomar um banho, apesar de estar um pouco quieta, aparentemente ainda do cansaço, ou mesmo por estar um pouco abalada ainda.

Eles foram para o banheiro juntos, e não ficavam em uma situação estranha. Ela parecia entender que Coldraz estava com que protegendo-a. Ela se despiu, enquanto o menino a via tirar as roupas e ficar somente de peças íntimas, tom nude. Marianna olhava com um curto receito para o menino, mas deixava um sorriso breve para ele, parecendo relevar a situação mesmo, de forma a não se incomodar.

- Não vai espiar hein... - Ela dizia, tentando esconder o ferimento do braço mutilado e decepado, aparentemente, e jogando aquilo em tom meio brincalhão para disfarçar. De qualquer forma, Coldraz havia de notar que o ferimento era feio, e por mais que estivesse cicatrizando aos poucos, ainda estava ali. Ela foi para a banheira, e ficou alguns segundos, até que voltou a falar, e quando falou, a atmosfera mudou.

- Cold... - Sua voz era totalmente tímida, e até um pouco triste, chamando o garoto. Se ele se aproximasse da mesma, abrindo a cortina que separava a banheirinha do resto, a veria sentada com parte do corpo submerso nas águas, nua. Seus olhos estariam cheios de lágrimas, e seu semblante expressaria a mais pura dor do que talvez as palavras não poderiam exprimir. - E-Eu... Preciso de ajuda... - Ela parecia se segurar tanto para não cair em prantos, olhando para um dos braços, que sequer conseguia limpar por não ter o outro. Era um episódio de grande intimidade, mas não tinha um ar erótico, era mais... Sincero.

Mas com a entrada para a parte posterior do navio da dupla, e com o sumiço da Djinn Astaroth - assim auto-apresentada -, após explicar ponto por ponto suas capacidades e poderes para Strange (leia "ensinar tudo que ele pode fazer"), Kisame aproveitou para convocar os outros caçadores, ou melhor, o outro caçador, e seu pequeno companheiro cientista. Ele explanou a problemática, perguntando para Aduum sobre ele conhecer a figura do Skriven que mandara a carta. - Só conheço das histórias e jornais. - Era a resposta do anão.

Gallore falou também, lembrando da capitã Hana, mãe de Katsuo, e de suas habilidades descomunais. Imaginar que o tal Kyo poderia tê-las animava o ruivo, de certa forma. Por um instante, eles percebiam que Vindalf não estava mais lá no mesmo lugar de antes, e estranhavam. Aduum ia para dentro procurar por ele.

O boxeador, agora akumado, via então uma cena peculiar quando ia escolher algum inimigo aleatório derrotado para interrogar-lhe: uma menina, já sem máscara, mas com as mesmas roupas dos outros, se arrastava até a borda, e estava prestes a se jogar no mar. Quando o ruivo fora correr até ela, ela virou o rosto para ela, e então notou que a conhecia.

No primeiro milésimo de segundo seu cérebro não associou, mas logo em seguida ele soube: Era Nyle, a garota de Karate Island, irmã de Katsuo, que tentara lhe ensinar botânica, sem muito sucesso. Ele poderia impedi-la talvez, se tentasse, mas o olhar dela parecia pedir para que ele não o fizesse, que deixasse para lá.

E assim a Walrus seguia pelo mar azul...

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Mikhail Vermillion
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