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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 II - A estrela da manhã

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ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: II - A estrela da manhã   II - A estrela da manhã - Página 2 EmptySab 07 Jul 2018, 02:55

Relembrando a primeira mensagem :

II - A estrela da manhã

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente John Solomons. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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Morningstar
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MensagemAssunto: Re: II - A estrela da manhã   II - A estrela da manhã - Página 2 EmptyQua 18 Jul 2018, 13:29

Father.

Vantagens: Genialidade, Liderança, Voz encantadora e boa aparência.
Desvantagens: Vício: (charutos 5/10), Sedutor incorrigível e distraído.
Perícias: Instrumentos musicais, leitura labial e sedução.
Ganhos: Charutos (3x), Isqueiro (20x), Violão.
Perdas: N/A
Ferimentos: N/A.
Post: 5.







Lembro de quando era pequeno as pessoas dizerem que meu coração era mole demais, que eu precisava ser mais duro ou a vida continuaria me batendo, me jogando para baixo, e realmente era engraçado pois em grande parte das vezes eles estavam certos, meu excesso era também meu inimigo, muitas vezes tive de me dobrar e me adaptar para as situações que surgiam, digo, quando minha mãe morreu foi um tempo difícil, por alguns anos fui esse cara que todos queriam que eu fosse, alguém que não se curva, recua ou dobra, alguém que se coloca acima do resto, que tem um objetivo e está aquém dos demais. Porra, esses anos me quebraram para valer e ainda hoje junto os pedaços do que sobrou de mim.

Sempre tentei acreditar em carma, digo, fiz coisas péssimas na vida e recebi coisas péssimas dela também, dei para o mundo o que recebi dele, nos anos felizes fui feliz e, bom, nos anos tristes eu fiz muitos se sentirem assim também. O que quero dizer é que eu vivi cada momento como achava que deviam ser sido vividos, sabe? Sorri e sofri até não conseguir mais, para quando olhasse para trás não tivesse nada segurando meu tornozelo, nada para o qual voltar. Não acredito que eu receba o que faço para os outros, fui uma criança de rua, nunca tive mais que uns trapos e o dinheiro que ganhava roubando ou aplicando golpes nos mais nobres, não era opção, era sobrevivência, se acreditasse nisso mesmo, hoje seria alguém insano, afinal, o que teria feito de tão mau e sujo para ter de ver minha casa e meus familiares queimarem vivos? Não tem explicação, o que quero dizer é que não existe destino, nem carma, nem predestinação... O que existe são atitudes e decisões que devemos tomar sem titubear, posso hoje conviver com as minhas, e pretendo continuar assim por muitos e muitos anos.

Aquela menina me fazia lembrar de alguém que eu já tinha sido, na realidade, alguém que eu teria sido sem meus irmãos e família, aquilo me cortava o coração, digo, era triste de verdade pois eu sabia que aquela criança não chegaria aos treze no ritmo que vinha levando sua vida. Ela tinha escolha? Não, não tinha, nem ela e nem eu. — "Deixe isso pra lá John, ela é só uma garota de rua, você não pode salvar todos, você não pode ser o maldito salvador de tudo, deixe isso pra lá, deixe isso pra lá..." — Pensava enquanto olhava aquele rostinho infantil me encarando, era frágil e fraca, só queria viver, era sozinha, carente, era quebrada, diabos, estava olhando um maldito espelho. — Tudo bem. Te espero aqui. — Diria, notando a mesma partir enquanto aos poucos meu ritmo ia diminuindo e a plateia se arrefecendo, eles queriam mais, mas para mim aquele espetáculo já havia chego ao seu grand finale, sem muitas delongas, agradeci a todos com gestos simples, um pouco aborrecido partindo para fora daquela massa de pessoas.

Deus, como eu fervia de raiva olhando aqueles imbecis sorrindo, qualquer um deles em sua rotina diária poderiam me chutar em uma calçada se estivesse sujo, poderiam cuspir em mim se lhes pedisse uma moeda para um pão, mas comigo vestido daquela forma, tocando e cantando daquela forma, todos me tratavam como uma centelha do divino, como se eu fosse o motivo de suas verdadeiras alegrias. Era algo normal, no fundo sabia disso, e na realidade esse tipo de coisa nem devia mais estar me incomodando, mas que diabos... — "A  garota, estou pensando como se fosse ela... Ela tremeu na minha frente não por que sou grande, mas porque pareço um deles." — Chacoalhei a cabeça, desanuviando meus pensamentos enquanto ia ter com o artista circense, o cara era surdo e mudo, ou simplesmente não gostava muito de conversa, isso inicialmente dificultou um pouco nosso relacionamento, mas no fim aprendi o que precisava, ele ganhou o que de certa forma também precisava e cada um seguiu sua vida, eu bem feliz já que aquele rapaz parecia não estar tendo muita sorte em suas apresentações e agora, indiretamente, ambos, tanto eu quanto ele, tínhamos resolvido parte de nossos problemas com a ajuda um do outro.

Aqui!! — Chamava a menina enquanto me aproximava a passos rápidos, meu terno no ombro, a camisa desabotoada, abaixo dela o corpo um pouco suado. — Que bom que voltou!! — Me jogava ao seu lado, sentando no chão, olhando para a mesma dos pés à cabeça. — "Esses hematomas não estavam aí antes... Céus John."Vamos, sente-se, aqui, deixa eu te ajudar. — Colocava meu terno dobrado ao meu lado, fazendo sinal para que a menina sentasse sobre o mesmo, as ruas de Lvneel podiam machucar uma bunda magra e, para ser bem sincero, aquela garota de tão seca, a qualquer brisa poderia se partir em dois. Apanhava o papel de suas mãos de forma gentil, esperando que ela sentasse para então prosseguir minha leitura.

Confesso que foi um espanto não enxergar letras e sim rabiscos, meneei o rosto para a pequena em sinal de aprovação enquanto voltava minha atenção para os desenhos, ela era boa de verdade naquilo, um talento em tanto para ser bem sincero. Ali, com o auxílio de suas anotações, tinha um pseudo esconderijo, a forma de combate dos três diabretes e a clara identificação de um detonador, o que apenas corroborava para a idoneidade daquelas informações, já que não havia como a menina saber meu real interesse naquele grupo, sorri, como um bobo.  — Diga menina, como você se chama? — Aguardava sua resposta, amigavelmente conversando, os braços apoiados em meus joelhos, a nossa frente a praça da cidade. — Você tem família? Digo, irmãos, irmãs, um pai ou uma mãe, quem sabe alguém. — Aguardava sua resposta e, caso negativa, prosseguiria. — Eu também não. Quando tinha sua idade eu tive irmãos e irmãs, vários, eles não eram de sangue, mas eram os melhores que a vida podia ter me dado. — Sorria, lembrando de Ham e Kell, das prostitutas do saloom, tirei o chapéu e alisei meus cabelos para trás, novamente olhando para a criança. — Já vivi nessas ruas, igualzinho você, tinha eles para me protegerem, mas mesmo assim, vez ou outra acabava tudo dando errado. — Ri, tirando com alguns tapinhas a poeira do tecido marrom de minhas calças. — Diabos, eu não sei o que fazer, sabe? Digo, você quer vir comigo? Posso ajudar você com esses machucados, te dar uma refeição e um teto decente para dormir, é o mínimo que você merece depois disso tudo. "É o mínimo que qualquer ser humano merece." — Olhava o papel, dobrando-o e colocando apertando entre meu cinto e meu abdômen. — Venha. — Me levantava estendendo a mão para a pequena se erguer também, em seguida, quando a mesma tivesse se levantado, pegaria o paletó do chão, chacoalhando o mesmo para o lado e o jogando por cima dos ombros. — Vamos, vou te apresentar para alguns amigos. — Sorria, gentilmente colocando a mão em sua nuca para com carinho, lhe dar aquele 'empurrãozinho' amigável, aquele incentivo que nos faz andar quando ainda estamos travados diante de alguma situação inusitada.

Iria, calmamente caminhando para o quartel general, no caminho conversando com a pequena. — Eu me chamo John, John Solomons, me diga menina, você por acaso sabe tocar algum instrumento? Notei que é muito boa com um lápis e um papel. — Puxaria assunto enquanto caminhávamos pela rua da cidade, mantendo-a sempre bem perto da minha perna, olhando ao redor para fuzilar com os olhos qualquer um que nos olhasse com ranço ou superioridade. — Esse seu olho, a quanto tempo está fechado? — Incrédulo, olharia seu olho bom, questionando-a ao chegarmos em frente ao quartel. — Muito bem, venha, vou te levar para ver um médico, diamantes como esse devem sempre ficar a amostra. — Sorria abrindo o portão para que a menina me acompanhasse e, uma vez dentro do quartel, partiria diretamente para a ala médica, buscando cruzes, paredes brancas, pessoas de jaleco que me ajudassem a encontrar o lugar. Uma vez lá, procuraria um doutor ou uma doutora e com delicadeza guiaria pela nuca a menina até a minha frente. — Bom doutor(a), essa pequena aqui precisa de alguns cuidados, olhe só como a tadinha está, o(a) senhor(a) pode nos ajudar? — Sorria, um pouco sem jeito por trazer uma criança para ser tratada no quartel. — Olhe só esses olhos azuis, é um pecado um deles estar coberto, não acha? — Me abaixaria, encarando a pequena nos olhos e lhe dando uma breve piscadela, em seguida me erguendo e lhe fazendo um cafuné. — Fique aqui com o(a) doutor(a) e deixe ele(a) cuidar de você, sim? Vou para o bloco de inteligência entregar as informações que nós conseguimos, se você não se importar, passarei seus desenhos para eles. — Me manteria ali de pé, aguardando uma resposta da pequena, para em seguida com um aceno e um sorriso, partir até a sala de Yuu.

Procuraria Yuu pelos corredores até o ponto onde havíamos nos encontrado pela primeira vez, tentaria falar com o mesmo, mas caso não o encontrasse repassaria as informações para Ellen, sem muita graça dessa vez, minha atenção estava voltada para a pequena na sala de tratamento, não estava com cabeça para isso. — Olá, a primeira missão já foi, aqui nesse papelzinho... Só um minuto. — Vasculhava o interior do meu cinto, procurando o papel dobrado, até acha-lo e retirá-lo dali, desdobrando o mesmo e passando para as mãos do(a) meu(minha) superior.  — Aqui está, um mapa até o esconderijo dos revolucionários, a identificação do estilo de luta das três figuras vistas por lá, e uma peça um tanto quanto... Bom, um tanto quando peculiar, um detonador. Eles vão explodir a porra da praça, restaurantes e outros lugares da cidade essa noite. — Encararia nos olhos a pessoa a minha frente, com certa tranquilidade na voz e em minha expressão, não temia, pois sabia que custasse o que custasse, aquilo não iria acontecer hoje, não no meu turno.  — Senhor(a), se não se importar, gostaria de minha próxima missão, gostaria de impedir esses revolucionários. — Aguardaria minhas orientações, prestando atenção em cada uma delas ao máximo, enquanto isso em plano de fundo pensando também na pequena menina que agora estava sendo tratada, Deus, quando tinha sido sua última refeição? A última noite tranquila de sono? Será que aquele olhinho ainda se abriria para ver a luz do sol? Me manteria ali parado até ter todas informações necessárias, e caso fosse questionado novamente sobre algo mais, sem muitas delongas, responderia. — Não, é só isso. — Por fim, com tudo em mãos para minha próxima tarefa, daria um apressado aceno com a aba de meu chapéu, agilmente correndo novamente até a ala médica para sem muita cerimônia abrir a porta e de antemão já ir entrando na sala de tratamento.

Desculpem a demora, então doutor(a), como ela está? — Aguardaria a resposta e com calma após isso iria até a pequena, sorrindo gentil e carinhosamente para a mesma, em seguida estando ela tratada, acenaria agradecendo o atendimento, indo até a porta e chamando-a com um aceno de mãos para que me acompanhasse. — Quanto te devo, doutor(a)? — Aguardaria a resposta e caso fosse de fato colocado um valor, displicentemente responderia. — Certo, coloque na conta do Agente John Solomons. Ah, mais uma coisa, pode me explicar como faço para ir até o refeitório? — Tomaria nota mental das explicações para em seguida partir até o local, agora lentamente caminhando ao lado da pequena. — Então, como se sente agora? — Olharia de cima seu olho bom, esperando uma resposta, com uma expressão contente, a acompanharia até a ala alimentar e lá, pegaria uma bandeja tanto para mim quanto para ela. — Vamos, se sirva do que gostar, tem bastante coisa por aqui, para ser sincero eu não sei se é bom, é a primeira vez que como a comida deles... Ei ei ei, vai com calma, a comida não vai fugir. — Sorriria para a pequena vendo ela se servir enquanto colocaria algumas frutas em meu prato, um copo de suco e alguns ovos. Sabia que não podia comer nada pesado, que a minha tarde seria no mínimo agitada demais para estar de estômago cheio.

Caminharia após a pequena ter se servido, iria até um banco e me sentaria, ajudando-a caso precisasse. — Sabe menina, as informações que você conseguiu hoje podem ter salvo dezenas de vidas, inclusive a minha. — Comeria uma banana, falando com a boca um pouco cheia entre mastigadas. — Eu sei que tudo aqui parece meio frio, as pessoas fardadas, as paredes brancas, as bandejas, as mesas, os corredores, mas é melhor que a rua, sabe? Eles me dão uma cama aqui dentro, você pode dormir nela, eu me viro em algum lugar por aqui, você precisa de uma boa noite de sono. — Revirava os olhos, puxando a pele em baixo deles para baixo e colocando a língua pra fora. — Se não vai acabar igual um zombie. — Sorria, oferecendo uma mordida da minha banana para ela, tranquilo, calmo e bem comigo mesmo. — "Não seja tolo John, você não pode ser um pai para essa criança, nem pra nenhuma criança, você nunca vai ter uma mulher, muito provavelmente não viverá até os trinta anos, pare de pensar besteira, pare de pensar besteira!!"— Terminaria meu café e aguardaria a pequena terminar o dela, em seguida partiria esperando que ela me acompanhasse, iria até o local onde os homens treinavam, lá me sentaria no chão mesmo, dobrando os joelhos e apoiando os cotovelos neles, olhando os marinheiros treinarem em sua rotina diária. — Bom, eu sei que parece ser uma loucura, digo, eu nem deveria estar vivo hoje, sabe? Há seis anos acordo esperando o dia em que vou acabar ficando pelo caminho, muito provavelmente, não, com certeza, nunca terei uma mulher que me ame de verdade, que queira construir uma família comigo, nunca terei filhos ou alguém para levar meu nome, não sou um exemplo a ser seguido nem muito bom em cuidar de pessoas, você também não tem ninguém que olhe por você, bem, bom... Você quer ser minha filha, garota? "QUAL É O SEU PROBLEMA, JOHN SOLOMONS?!!" — Fitaria os olhos da menina, um pouco sem jeito, um pouco aturdido, em minha mente um sentimento de 'que merda eu estou fazendo', mas em meu coração uma sensação acalentadora, por me identificar com ela, sentir culpado por seus machucados ou não, aquilo me fazia e faria muito bem.




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MensagemAssunto: Re: II - A estrela da manhã   II - A estrela da manhã - Página 2 EmptySab 21 Jul 2018, 03:07


A estrela da manhã


Para John era difícil olhar para a situação da garota que havia aparecido a sua frente e não lembrar de si mesmo, não apenas sua origem havia sido algo similar, mas a empatia existiu a um ponto que era como se pudesse se olhar em um espelho, algo que poderia ser tão impactante quanto talvez fosse assustador, um pouco contrariado em relação ao seu próprio pensamento, acabou por seguir o seu coração ao aceitar a proposta feita pela garota. E isso fez com que o mesmo sabor que uma vez poderia ter sido doce em sua boca com o moderado sucesso que havia feito com o público tomar um gosto amargo, ao pensar que talvez se não fossem suas novas roupas ou essa nova situação, também seria maltratado e uma vez o que foi alegria, deu lugar a uma cólera. Era difícil para que John não pudesse pensar na garota, talvez até mesmo pela sua identificação com ela, talvez nem mesmo esperasse muito, de uma criança de Rua e tivesse feito aquilo muito mais para poder fazer a diferença em mais uma vida do que por qualquer outro motivo.

Um tempo havia se passado, desde que havia aprendido mais sobre acrobacias com o artista local e era notável que sua cabeça continuava a continuar pensando na garota que havia ido e não tardou muito para que pudesse avistá-la o procurando e talvez aquilo pudesse ser uma pequena chama que poderia acender em seu peito, ao vê-la retornar em segurança, com um ar muito mais descontraído chamaria atenção da garota que finalmente havia o encontrado, ela havia retornado e com um pequeno papel que chamou atenção de John, antes que ela o entregasse. Em uma postura muito mais descontraída Solomons sentou-se no chão e ofereceu o próprio terno para que pudesse dar um lugar para sentar  mais macio e confortável para as necessidades que a garota poderia ter e seria notável que ela tinha algumas dificuldades para que pudesse dobrar os joelhos e se sentar, sendo necessário o uso das mãos para que o fizesse. Quando pudesse ver o que ela tinha o entregado, o homem surpreendeu-se com o que encontrou, era algo com muito mais informações do que talvez ele mesmo teria conseguido caso tivesse seguido o rapaz, e o próprio caráter daquelas informações, iriam se confirmar pelo fato de não haver como a garota ter falsificado aquilo, o número batia e até mesmo a idéia de um detonador que remeteu a bomba se encaixava, algo que pode tê-lo feito feliz.Era notável para John, como a pequena estava um pouco inquieta, quase como se pudesse correr a qualquer momento, parecia muito mais um pequeno animal maltratado do que uma pessoa naquele momento, pelo modo como ela tremia e poderia ser pensado que talvez não fosse nem mesmo de medo mas sim devido a própria fraqueza. Quando perguntada sobre seu nome e sobre ter uma família, a pequena garota abaixou um pouco o rosto, na direção do próprio joelho antes que pudesse responder.


-E.. Eu me chamo Abigail e… Eu já tive uma família mas os perdi, eu não consigo lembrar muito sobre rostos ou nomes mas, eu sei que eu tive algum problema em um dos meus olhos e um dos meus pais havia me levado a um médico para que eu pudesse tratar...E é tudo que eu lembro… Por causa disso…


A garota diria em um tom trêmulo e gentil aos ouvidos, enquanto apontou para o próprio tapa-olho, ela era muito novinha e era fácil pensar que algumas coisas poderiam ser difíceis para que ela lembrasse, ainda mais se considerando como a própria sobrevivência seria difícil e talvez fosse um obstáculo muito grande para que ela pudesse lidar já no dia a dia, quando John falou de si mesmo, seria possível ver que a garota havia inclinado a cabeça em sua direção, era notável o interesse dela em ouvir, quase como se aquilo pudesse fazer com que ela se sentisse um pouco menos estranha, era algo puro e talvez até mesmo muito belo de sua parte, como ela olhava, mesmo que fosse fácil sentir que ela ainda estava um pouco arisca, com medo.

Frente a pergunta se ela gostaria de ir, junto a toda oferta, era possível ver que o olho da garota brilhou, enquanto se dilatou era como se pudesse ver o próprio mais belo dos anjos a sua frente e por sua luz tivesse se encantado, era esse o nível da expressão ao qual a garota ali tinha, junto a um tímido sorriso, mas que também era muito belo.  Ainda que fosse claro que sua vontade era de ir, ela demorou um tempo pensando para que pudesse escolher direitinho o rumo que seguiria, tudo o que ela queria ali era um prato quente de comida e pensando que desde que ele não a machucasse ela poderia acompanhar, a garota acenou com um sinal positivo com a cabeça ao balançar ela para cima e para baixo, enquanto ergueu a própria mão para que fosse ajudada, o peso que a garota tinha era quase nulo, e ainda que John pudesse erguer quase que completamente sozinho a criança, era notável que ela tinha  muitas dificuldades, e ali ela o acompanharia, o rapaz recolheria o seu terno e mesmo que fosse um toque que quisesse lhe passar afeição a garota se recolheu um pouco com medo, fechando o olho enquanto caminhava, a vida não havia fácil para ela, e isso era notável pelo modo como até mesmo o carinho não pudesse ser discernido corretamente, já que a idéia de alguém tocá-la se não para machucá-la ainda era um novo conceito para Abigail. Enquanto caminhava junto ao agente, alguns olhares poderiam ser direcionados, em especial pelo homem adulto e não eram expressões muito boas, não era comum que um homem pudesse andar do lado de uma criança em que claramente não pertencia a sua família, se os ideais que houvessem ali fossem puros, mas ninguém ali levantaria uma mão sequer para impedir algo terrível que talvez pudesse vagar pelas suas mentes ao pensar no que seria feito. Enquanto caminhava, respondeu sobre os olhos.


-Eu… Eu acho que faz mais de quatro anos… talvez um pouco menos, contar os dias é difícil…


Todo o cenário até a chegada para o QG era bem bonito para a garota pelo menos que caminhava enquanto deixou seu olho passear pelos detalhes bonitos da arte mais florestada e até mesmo da nova construção ao qual ela era apresentada, era tudo muito novo e isso a impressionava. Abigail certamente era uma criança que havia se machucado muito, mas seria possível ver uma luz em seu caminho para que alguém pudesse lhe estender a mão e John estava fazendo isso. Sem que pudessem perder muito tempo, ambos iriam diretamente a enfermaria, onde dentre as macas vazias e o chão de coloração branca, destacou-se um homem de óculos, com jaleco e uma roupa de coloração roxa por baixo desse mesmo Jaleco, parecia um homem um pouco apático, visto que sequer teve a preocupação de perguntar o motivo pelo qual uma criança de rua havia sido levada até ele sua resposta, talvez fosse até mesmo surpreendente, se comparada a sua reação.

-Eu não vejo porque não, os instrumentos e tratamentos não saem do meu bolso mesmo, de toda forma, não é como se eu tivesse algo melhor a fazer, posso olhar sim e ver o que ela precisa.

Diria em um tom bem calmo e vagaroso, enquanto se ergueu e foi pegar um estetoscópio e outras ferramentas para examinar a menina, quando deixada por John que perguntou se tudo ficaria bem, era notável ela olhar para os dois lados, antes que pudesse concordar com a cabeça, de que ficaria tudo bem.

Uma vez que a garota estivesse em segurança, John procurou algum superior e fosse por uma coincidência muito grande do destino ou  do plot, em meio ao corredor o homem de cabelos longos e traços finos poderia ser identificado como Yuu, que ouviria o que o  bardo teria a falar, enquanto analisou as informações, estava surpreso com o nível de detalhes e informações que o rapaz havia conseguido e era visível em seu rosto tal surpresa quando o rapaz sorriu, deixando as próprias bochechas corarem um pouco quando fosse elogiar  o seu subordinado.

-Isso é incrível! Certamente junto a informação que outro agente nosso conseguiu, muitas vidas serão salvas John, pode ter certeza de que serão, pela missão que você completou hoje!


Diria em um tom animado, quase que esbaforido, uma atitude que certamente não cabia a um homem que parecia passar a imagem de ser alguém calmo e elegante, quando notou o próprio excesso, tentou disfarçar um pouco com uma tosse falsa, antes que pudesse responder ao pedido de John, com o mesmo sorriso no rosto, mas passando dessa vez uma certa sagacidade.

-Você lembra que eu lhe disse que lhe daria duas missões, certo? Bom, certamente você ira ser um dos agentes mandados para impedir que isso aconteça! No entanto, você deve ser paciente, recebemos detalhes de que o ataque deverá acontecer às três da manhã e até então, nossa equipe de inteligência irá formular um plano de ação antes que vocês possam agir, com isso você estará livre por um tempo até que eu possa lhe informar mais sobre os detalhes, sinto muito em ter de estragar seus planos para noite, mas precisarei de você até as 21 no refeitório, junto a outros agentes que irei também contatar para que saibam suas funções. Com isso, esta dispensado… O sucesso nessa missão John, eu mesmo lhe prepararei uma carta de recomendação para que você não mais seja um agente em treinamento mas, para que você seja promovido.

Diria o rapaz em um tom um pouco mais sério, com uma postura mais elevada com nada além de boas coisas para lhe dizer, no entanto John não esperaria muito após ser dispensado e rapidamente voltou para ver como estava na enfermaria o estado de Abigail, quando chegou lá,pôde presenciar a cena do homem limpando delicadamente com um algodão a região do olho que estava fechado da garota, seria notável um tom um pouco esverdeado em diversas partes do corpo da garota, em especial em lugares onde haviam hematomas, sendo fácil para que ele concluísse que se tratava de uma pomada. O homem tinha um semblante bem sério, por ter de dar a notícia para John.

-Sinto lhe informar mas o estado de saúde da pequena não é nada bom, seu corpo está bem fraco e ela precisou tomar várias vacinas, ainda assim ela vai precisar muito de cuidados contínuos pela parte de algum responsável mas, não é nada que não possa ser feito se ela puder comer e dormir bem, seu corpo deve se recuperar mas… Há um porém muito grande, John, certo? Lembro dela ter dito algo do tipo, ao menos com a tecnologia que temos nos blues, seria impossível trazer a luz de volta a esse olho dela, mas eu seria mentiroso se não dissesse que na Grand Line é possível haver alguém capaz de ajudá-la com isso.

O homem então  sentou-se em uma cadeira após abrir uma das janelas, e acendeu um cigarro, enquanto continuou a olhar para a dupla, John, poderia ver Abigail um pouco abatida com a notícia, que ainda havia uma solução pelo ponto de vista médico, mas dificilmente pelo dela.Quando o homem era perguntado sobre dever algo, simplesmente faria ali um sinal para que fossem caminhando, não queria dinheiro pelo que havia feito, era seu trabalho. Quando perguntado sobre o refeitório, após soltar um pouco da fumaça do seu cigarro longe dos dois diria.


- Siga até o fim do corredor, não tem erro.

Completaria o homem em um tom seco, antes que pudesse  apagar o próprio cigarro e levantar-se, pegando algumas pranchetas e fazendo algumas anotações, como se nem mesmo a presença dos dois fosse relevante a ele mais ali. A caminhada até o refeitório não seria muito longa e frente aos mais diversos aromas e opções que ali haviam para comida, era notável como a garota parecia extremamente iluminada pela idéia de poder comer, a um ponto que mesmo o medo não era maior do que a sua fome e seria possível ouvir de seu pequeno estômago um ronco bem alto. Por não ter bem a altura para que pudesse se servir direitinho, precisaria de ajuda e se não fosse John a ajudá-la, seria algum outro funcionário local e ela não pediria por pouco, tão pouco comeria pouco naquela oportunidade, a garota pareceu ali ter preparado sua última refeição, devido a um claro exagero de sua parte e pelo desespero que ela  tinha em comer.

Quando confrontada pela idéia de salvar alguém, a garota não sabia bem o que havia feito mas, era possível ver um tímido sorriso em seu rosto por estar satisfeita por ter feito parte de algo bom era possível que a garota fosse levada ali completamente pelo que John conversava, talvez a barreira pudesse ser um pouco ultrapassada por ele naquele momento e até mesmo ali conseguiria ouvir uma fofa e adorável risada, que era mais pura do que uma comparação poderia ali dar a dimensão, algo que soaria como música aos ouvidos do homem que havia salvado a criança. Quando terminaram de comer, seguiram até o centro de treinamento onde poderia ver alguns marinheiros ali ainda treinando de forma um pouco distante a sua vista, enquanto ali, tomaria uma decisão em uma pergunta que poderia mudar não só sua vida, mas a dos dois, quando perguntada sobre se ele poderia ser o seu pai, a garota acabaria se deixando cair em lágrimas, que claramente eram de alegria, enquanto o olhou e com muita força ali ela teria dito:


- Sim!

No mais adorável e doce som, a criança que talvez estivesse quebrada pela própria vida havia depositado a esperança do futuro de sua vida nas mãos do agente e esta era uma responsabilidade, que estava ciente de que não seria fácil de lidar, toda a sua vida estava para mudar, Lvneel era definitivamente o palco para a mudança na vida de John, mais uma vez mesmo como um homem barbado, ainda havia ele muito a ensinar, assim como havia a ele muito a aprender. Quais seriam os próximos passos de John? Haviam horas até que pudesse ter de atender para os preparativos para que pudesse executar a sua missão, ainda teria de talvez rever legalmente documentos para a adoção, assim como deveria conversar com algum superior sobre a possibilidade de levá-la junto a ele em futuras missões, seria Ellen aquela que poderia lhe conceder a aval para isso ou seria o misterioso rapaz que ele agora teria de responder? Eram todas decisões que cabiam a John tomar se queria garantir o melhor futuro para si e para a garota.




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MensagemAssunto: Re: II - A estrela da manhã   II - A estrela da manhã - Página 2 EmptyTer 24 Jul 2018, 19:12


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Os anos em que estive sozinho, após de fato me tornar sozinho no mundo, foram no mínimo estranhos de se passar, digo, por muito tempo não tive ninguém com quem me preocupar além de mim mesmo, e sendo honesto, durante esse período nem mesmo comigo eu me preocupava. Foi difícil, o autoflagelo, a sofrência, a solidão, todos esses sentimentos fizeram parte desse trecho de minha vida, se é que pudesse ser chamada assim, ninguém entende idas de sarjetas para bares, braços de prostitutas como de fato algo que possa ser entendido como vida. O que quero dizer é que era bom sofrer, me trazia conforto, pensar que eu estava me matando um pouquinho a cada dia me fazia sentir mais perto das pessoas que eu havia perdido naquele incêndio, demorou até que eu superasse essa fase, nossa, como demorou, ainda supero ela na realidade...

Bom, o fato é que em alguns curtos momentos da minha vida de merda, pude sentir o carinho, o afeto e a proteção de algumas pessoas, elas eu guardo em um lugar muito carinhoso de minha memória, pois sei que se sou o que sou hoje, muito provavelmente tenha sido apenas graças aos seus pequenos gestos, isso ou talvez meu coração doce, que aos poucos tornava-se mole de novo. Juro, se soubesse que cuidar de alguém me faria tão bem, teria parado de me afastar, de me ferir, para então começar a fazer o bem a todos a minha volta, demorei para compreender que as queridas e gentis almas que me ajudavam não faziam aquilo por mim, mas por elas e, mesmo assim, era maravilhosamente bom pra nós todos.

Veja, ouvir que vidas seriam salvas graças aos meus serviços não era bem o que eu esperava quando aceitei aquele emprego, eu queria salvar as vidas de fato, não ser uma simples peça nos bastidores, claro, alguém precisava fazer toda a tarefa suja, um restaurante tem vários garçons, mas apenas um chefe, isso estava claro para mim, mas mesmo assim, não pude conter um ar de insatisfação ao ouvir os elogios de Yuu que, mesmo tentando parecer alguém ponderado e controlado a todo momento, acabava por deixar extravasar um pouco demais sua felicidade, isso me alegrava, isso e as próximas orientações de meu superior. — "Diabos, era disso que eu estava falando, ação de verdade, salvar vidas, impedir que os vilões vençam o dia, fazer com que pais e mães vejam mais um dia seus filhos, é DISSO que estou falando!!" — Sorria, muito mais animado que antes, deixando claramente transparecer minha satisfação com a hipótese de participar daquela ação conjunta contra o grupo revolucionário local. — Não se preocupe amigão, estarei aqui antes de todos, agora estamos em sintonia, era exatamente disso que eu estava falando. — Piscava para o rapaz, começando a me aproximar do mesmo para um abraço, parando no meio do caminho, um pouco sem jeito, céus, ele não era do tipo que gostava de contato físico, mas bom...  — Digo, deixe isso para quando salvarmos as pessoas, então poderemos comemorar como amigos de verdade, beber, sorrir e nos divertir todos juntos, sem cerimônia ou frescuras, essa madrugada será nossa. — Dava um leve tapa em seu ombro, o apertando e chacoalhando, enquanto olhava de baixo para cima dentro de seus olhos em uma atitude bastante positiva. — Até mais tarde, Yôuh. — Sorria, me despedindo para novamente ir de encontro a pequena Abigail.

"É, Ellen, infelizmente o dever me chama antes do amor, mas chegará o nosso momento, quem sabe após todos estarem salvos você não dê mais bola para mim, talvez eu deva tomar um tiro e pedir por cuidados... Não, não seja idiota John, ela não é o tipo de garota que leva chá na cama para seu amante. Ela é o tipo que usa chicotes." — Abria a porta do consultório, distraidamente observando a pequena e o doutor, para logo em seguida ser bombardeado com a notícia que tanto esperava, ou melhor, que esperava não receber. — "Merda, tudo estava indo bem demais para ser verdade, Deus, como gostaria de ter a pessoa que fez isso com seu olho agora, aqui na minha frente, menina." — Olhava para o delicado rosto da pequena, acenando lentamente com a cabeça, estava pensando, pensando em como resolveria tudo aquilo. — "Certo, ir para a Grand Line não é mais uma opção agora, pelo menos sua saúde física está estável, ela ficará bem desde que fique comigo."Sem problemas Doutor, já planejava levar a pequena comigo para lá mesmo, não é Abigail? Agora agradeça ao bom senhor ao seu lado, e me acompanhe, muito obrigado doutor. — Acenava, piscando para menina quando ela passasse por mim, em seguida, mais sério, esticaria a mão para o médico, ele havia sido bom para mim, bom para nós dois, de graça. — Lembrarei desse gesto, obrigado mesmo, senhor. — Apertava sua mão com firmeza, para que lembrasse de mim, encarando-o com um olhar gentil de agradecimento, parta para a ala de refeições, para minha surpresa, acompanhado por alguém que não era Ellen.

"Deus, ela deve estar faminta, veja, só tem ossos e pele nesse corpinho minúsculo..." — Encarava a pequena se alimentar, meu apetite não estava muito aberto ainda, digo, enxergar situações como aquele me tiravam a fome, era quase uma forma inumana de se viver, mais que ninguém sabia que pessoa alguma merecia aquilo. — Você vai precisar salvar muitas pessoas se for comer assim sempre. — Brincava, dando-lhe um leve empurrão de ombro, leve mesmo, quase apenas um toque, para que a pequena notasse que estava apenas a provocando. Em resposta? Bom, recebia uma doce e acalentadora risada, algo que tinha certeza que gostaria de voltar a ouvir várias e várias vezes. — "Talvez eu esteja ficando mole mesmo..." — Sorria, um pouco abobado ao sentar no gramado ao lado da menina, ora, era estranho sentir aquelas coisas após tantos anos de sofrimento, era estranhamente anormal me sentir tão em paz.

Olha, sempre fui muito duro, precisei ser assim, a vida de um garoto de rua nos faz ser assim, é o que separa os que batem dos que apanham, era o que me separava quando pequeno da criança que Abigail era, digo, não era opcional, ninguém tornava-se mal por opção, se fosse assim tão simples... Mas mesmo sendo um maldita casca grossa, o choro daquela menina me tocou de uma forma que não pude imaginar, não sabia o que dizer, apenas sentia um forte aperto na garganta e peito, hesitei até perceber que não precisava dizer nada. Então apenas a abracei, deixando que nossos sentimentos fluíssem e voltassem a se acalmar, todos tinham seu momento de sofrer, chorar, sorrir, aquele era o nosso.

Certo, sem mais lágrimas agora, tá bom?! — Me erguia ao notar o fim do pranto da menina, em seguida me ajoelharia em sua frente, encarando-a, olhos nos olhos. — Eu sei que meu sobrenome é meio ruim, Solomons não é bem o que eu esperava no meu batismo, mas por enquanto, atenção, cuidados e esse nome péssimo são tudo que posso lhe dar por enquanto. — Sorria, um pouco sem jeito por ter de dizer aquilo. — Eu e meus irmãos, Iohan e Kelsier, escolhemos esse nome depois de termos lido um pequeno exemplar que Han tinha roubado de um marinheiro, o nome dele era "As Riquezas do Rei Salomão".  A péssima ideia foi minha e, infelizmente, eles gostaram. — Ria, esfregando a nuca, em seguida dando um leve afago na cabeça da garota. — Agora precisaremos cuidar de alguns assuntos, como documentos para que você possa de fato ser legalizada como minha filha, você precisa pensar se quer mesmo ter meu sobrenome, e por fim, bom, tem algumas coisas que gostaria de fazer sozinho, são perigosas para alguém tão pequeninha como você, pelo menos por enquanto. — Sorria, aguardando uma resposta da menina, para em seguida, com um assentimento, me erguer, pegando-a pela mão e partindo, até a sala de Ellen. — "Você vai me ajudar, mulher, se não como imaginei, pelo menos com isso".

Olá, demorei, mas voltei, e voltei acompanhado. — Diria após ter batido em sua porta e sido recebido, em seguida, daria um longo passo para o lado, revelando a pequena atrás de mim para minha querida, doce e maravilhosa Afrodite. — Veja, eu sei que pode parecer estranho, mas essa é minha filha, bom... Ou pelo menos vai ser, caso você me ajude. — Sorria, um pouco sem jeito. — Eu quero adotar ela, Ellen, mas sou um ignorante com as legalidades, trâmites de adoção, essas coisas, preciso de sua ajuda com isso, preciso mesmo, mais do que qualquer coisa, por favoooorzinhooo!!! — Me ajoelharia, ficando de ombros com Abigail, em seguida, lhe daria alguns cutucões de cotovelo para que me acompanhasse em toda aquela encenação. — É rápido, deixo ela aqui com você, ela te ajuda no que você precisar para a papelada da adoção, você já tem todos meus dados pessoais mesmo, vai ser rápido, eu mesmo faria, mas preciso, bom, preciso estar lá fora, salvando vidas nesse exato momento. — A encarava, o rosto um pouco sorrindo, um pouco pedindo, céus, como era difícil fazer aquilo, precisava melhorar minhas habilidades de convencimento. — Então isso é um sim?! — Diria, ao ter minha resposta, em seguida me levantaria e caso a mesma fosse positiva, abraçaria minha criança com bastante, carinho, em seguida me ergueria, usando sua cabeça como apoio de forma brincalhona, para por fim, terminar as instruções paroquialmente paternas, ou quase isso. — Não sei o que dizer, mas não quebre nada, não queime nada, nem roube nada, certo? Ah, e obedeça Ellen como se ela fosse sua própria mãe, quem sabe um dia ela seja. — Sorriria, dando uma piscada maliciosa para a mulher de madeixas prateadas, para em seguida partir dali, deixando para trás a dupla de garotas, quem sabe um dia fossemos uma família feliz, han? Até parece.

"Agora vamos ao necessário, hora de melhorar. De me preparar." — Seguiria, caminhando até as dependências de estudo do quartel general, procuraria por bibliotecas, ou indicações que me levassem até as mesmas e, uma vez lá, procuraria entrar com bastante cuidado para não fazer barulho, indo diretamente até o caixa local, em busca de um arquivista. — Olá meu querido, meu consagrado rapaz, pode me ajudar com um assunto? — Cochicharia, me aproximando do mesmo. — Procuro um exemplar sobre disfarce e outro sobre escudismo, digo, como essas coisas funcionam, algo que eu possa usar para me aperfeiçoar sozinho sabe? — Sorriria, aguardando sua resposta, em seguida, seguiria suas orientações para conseguir ambos livros, partiria para uma mesa de estudos mais afastada e me colocaria a estudar sobre as áreas de conhecimento, me focando essencial e unicamente na parte de escudismo naquele momento, me manteria ali, focado em aprender, absorver, adquirir o máximo de conhecimento possível sobre aquele campo até estar totalmente a par do mesmo que, se não para agora, futuramente, me serviria e muito. — "O primeiro passo foi dado, Han e Kel, demorei, mas estou finalmente começando aquilo que tanto esperamos."




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MensagemAssunto: Re: II - A estrela da manhã   II - A estrela da manhã - Página 2 EmptySab 28 Jul 2018, 11:33

 
 
 
 
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...... John era um homem com um grande coração e Abigail era uma garotinha que precisava de alguém como ele. Só ela e Deus sabiam dos abusos que ela passou, mas agora isso iria mudar, pois John trazia para a jovem garota a luz que ela precisava para continuar a viver. Infelizmente um dos seus olhos não conseguia ver essa luz e, se tivesse azar nunca enxergaria com ele novamente, o médico apenas fazia suposições, mas a vida humana é montada encima da fé.

......Ambos agradeciam ao médico que tinha um ar meio triste em seu rosto claramente provocado por não conseguir ajudar mais a pobre Abigail, mas isso não importava para ela, afinal o seu rosto tinha um sorriso tão puro como a neve, tão quente como o sol e tão agradável como o cheiro da nossa comida favorita, parecia que tudo que a menina queria no mundo era alguém que cuidasse dela e finalmente havia conseguido isso.

......John observou a garota comer e brincou um pouco com ela, era algo realmente bonito de se ver, mas por quanto tempo aquela calmaria iria durar?  - Certo, sem mais lágrimas agora, tá bom?! - disse John quando a garotinha acabou de comer - Eu sei que meu sobrenome é meio ruim, Solomons não é bem o que eu esperava no meu batismo, mas por enquanto, atenção, cuidados e esse nome péssimo são tudo que posso lhe dar por enquanto. - a garotinha olhava John com cuidado, como se estivesse tentando compreender as palavras dele -  Eu e meus irmãos, Iohan e Kelsier, escolhemos esse nome depois de termos lido um pequeno exemplar que Han tinha roubado de um marinheiro, o nome dele era "As Riquezas do Rei Salomão".  A péssima ideia foi minha e, infelizmente, eles gostaram. - John ria sem jeito coçando a nuca, nesse momento a garotinha olhou para baixo com um sorriso - Agora precisaremos cuidar de alguns assuntos, como documentos para que você possa de fato ser legalizada como minha filha, você precisa pensar se quer mesmo ter meu sobrenome, e por fim, bom, tem algumas coisas que gostaria de fazer sozinho, são perigosas para alguém tão pequeninha como você, pelo menos por enquanto. - a garota ficou encarando o prato por alguns momentos, rapidamente levantou a cabeça e responder decidida, levando os seus punhos até a altura dos seus ombros, os seus olhos pareciam brilhar – EU TAMBÉM QUERO SER UMA SOLOMONS – a garota percebeu que a sua animação foi repentina, então abaixou o seu tom de voz, porém ainda animada – Eu ficarei forte! Eu prometo! Assim poderei ficar com você para sempre! - a sua animação começava a se transformar em lágrimas que ela claramente tentava segurar, lentamente ela se levantou e foi até John para o abraçar e limpar as lágrimas na sua roupa – Me prometa que vai voltar sempre... No fim de cada missão... - claramente a garota tinha medo de ficar novamente sozinha naquele vasto e cruel mundo, a chama da sua alma queimava mas ainda era uma chama fraca que precisava ser alimentada ao longo do tempo, John agora era tudo o que aquela garotinha tinha, perdê-lo iria mata-la de uma vez por todas.

......Ambos seguiram caminho e foram até a sala de Ellen que deu permissão para entrarem — Olá, demorei, mas voltei, e voltei acompanhado. - Ellen parecia um pouco surpresa, mas não muito – Estou a ver... Quem é essa garotinha? - Abigail se escondeu por momentos atrás de John, não se sabia ao certo se era medo ou timidez - Veja, eu sei que pode parecer estranho, mas essa é minha filha, bom... Ou pelo menos vai ser, caso você me ajude. - a mulher ficou pensativa por uns momentos - Eu quero adotar ela, Ellen, mas sou um ignorante com as legalidades, trâmites de adoção, essas coisas, preciso de sua ajuda com isso, preciso mesmo, mais do que qualquer coisa, por favoooorzinhooo!!! - quando Ellen viu John de joelhos um sorriso sádico tomou conta dela, talvez Abigail tenha se assustado um pouco, visto que apertou a camisa de John com força - Eu adoro quando ficam de joelhos... - murmurou Ellen claramente divertida com a situação - É rápido, deixo ela aqui com você, ela te ajuda no que você precisar para a papelada da adoção, você já tem todos meus dados pessoais mesmo, vai ser rápido, eu mesmo faria, mas preciso, bom, preciso estar lá fora, salvando vidas nesse exato momento. - Ellen colocou no seu rosto um sorriso mais "humano" e se aproximou de John e Abigail, olhou para o homem com um olhar superior e confiante e sussurrou no seu ouvido - Você fica me devendo essa... - então ela soprou no seu ouvido -Então isso é um sim?!- Ellen se abaixou até ficar na altura de Abigail – Qual é o seu nome, criança? - Abigail estava um pouco nervosa, estava constantemente tentando evitar contato visual com Ellen, mas juntou forças e falou confiante, porém gaguejando – So-Solo-mons... A-ABIGAIL SOLOMONS! - Ellen ficou surpresa e começou a rir - Você vai ser uma grande mulher. Vou tratar dos seu documento bem rápido. - Abigail ficou corada e sorriu, parecia que já não tinha medo de Ellen.

......Estava um clima bem agradável dentro daquela sala, mas por quanto tempo aquilo iria durar? Era como se fosse a calmaria antes da tempestade que esta por vir - Não sei o que dizer, mas não quebre nada, não queime nada, nem roube nada, certo? Ah, e obedeça Ellen como se ela fosse sua própria mãe, quem sabe um dia ela seja. - avisou John para Abigail. Ambas riram, claramente por motivos diferentes. Então John foi até a biblioteca do quartel general e procurou por livros que lhe ensinassem sobre escudismo e disfarce, após pedir ajuda ao bibliotecário John encontrou o que procurava e então começou a ler o livro de escudismo. Sentou-se numa mesa e começou a ler o livro de escudismo ("Todo sobre escudos e seus derivantes"), o livro abordava todos os assuntos relacionados com escudos (formas, como segurar, como usar, etc), normalmente uma pessoa normal levaria 4 horas para ler o livro todo, mas John apenas levou 2 horas para o fazer. Estava tão concentrado no livro que se nem percebeu que uma jovem mulher estava sentada numa mesa a 10 metros de distância (mas como só estavam eles na biblioteca era facil de ver ela), encarando-o fixamente. A jovem parecia ter a mesma idade que John, 1,60 metros de altura, peito pequeno, bunda não muito grande, porém redondinha, lábios carnudos, grandes olhos verdes, uma pele páida com sardas no naris e cabelo ruivo. Estava vestida com uma roupa de marinheira mas algo não parecia estar correto no seu uniforme de soldado, era como se não fosse do seu tamanho.

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MensagemAssunto: Re: II - A estrela da manhã   II - A estrela da manhã - Página 2 EmptySab 28 Jul 2018, 19:05


Meu Jeito Solomons de Ser.

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Ao longo de minha vida fiz muitas escolhas ruins, quase sempre era sem querer, as coisas iam acontecendo e eu ia me perdendo e todos, mais cedo ou mais tarde, descobrem um ponto onde suas escolhas começam a te mudar, para mim foi a morte de meus familiares, aquilo destruiu e piorou tudo que eu tinha de ruim dentro de mim, despertou um gosto que nem mesmo eu sabia ter, era como se o mal fizesse eu me sentir menos mal, queria morrer, apenas não sabia como... Mas a vida não é feita de momentos eternos, tudo é passageiro, muitas coisas vêm e vão, alguns males nos tornam mais forte, eu demorei, sofri muito, machuquei aos outros e a mim mesmo para entender isso, e quando entendi, não foi sozinho, foi nos olhos daquela menina, na vida das pessoas que eu minhas ações podiam salvar, estava crescendo, me alimentando de algo melhor, me tornando algo melhor. Existiam dois cães dentro de mim, dois animais que constantemente brigavam entre si, um bom e gentil, o outro muito mal e grosseiro, quem eu alimentava mais era quem ganhava, estava finalmente entendo isso.

Não, pequena... — Acariciava seus cabelos, olhando-a nos olhos, aqueles sentimentos me inundando, ah, como era bom sentir aquilo que estava dentro de mim, como era bom. — Você já é forte. — E nesse momento sentia seus braços apertarem minha cintura, era um abraço? Algo sem intenções carnais? A quanto tempo que não recebia isso? Seis anos? Fiquei em choque, não estava pronto para aquilo, não sabia como reagir mais a tamanha atitude de afeto. — "Deus, ponha-se na linha John, você é um homem, essa criança precisa de você por inteiro, agora a vida não é mais uma balada, seja o pai que ela espera ter, seja homem." Sim... Sim... — Afastava seu abraço um pouco, apenas o suficiente para conseguir me ajoelhar a sua frente e encará-la nos olhos, bom, alguns dizem que os olhos são a porta da alma, estava abrindo a minha para aquela criança, junto de meu coração. — Eu juro, Abigail Solomons, eu juro que aconteça o que acontecer, haja o que houver, eu sempre voltarei, sempre. Mas apenas se você me prometer uma coisinha. — Levantava o indicador embaixo de seu nariz, empinando-o um pouquinho. — Que nunca perderá as esperanças em mim. — Piscaria, abrindo um carinhoso sorriso, empurrando seu narizinho para o lado para dar espaço a um apertado e terno abraço. — "Tinha esquecido como isso era bom, essa sensação, e muito provavelmente você também, pequena, você também..." — A erguia no colo, me levantando e partindo para a sala de Ellen que nos recebia de uma maneira muito gentil, bom, gentil dentro de seus padrões de dominatrix.

Vou me lembrar disso querida, vou me lembrar disso... Joelhos em primeiro lugar. — Sorria, me erguendo, dando espaço para que as duas se conhecessem. — "O que alguém como você cobraria por um favor, Ellen? Um escravo para seus joguinhos talvez? Não, não pode ser, seria sorte demais até mesmo para você, John, sorte demais..." — Vislumbrava as curvas da agente, Deus, como ela era deliciosa, cada um de seus traços pareciam ter sido cuidadosamente projetados para me tornar vulnerável, aquelas pernas, aqueles fios prateados, aqueles peitos redondos. — "Chega disso, John, aqui não é momento nem hora para uma ereção, chega." — Sorria olhando para meu amiguinho que já começava a querer dizer: 'olá' para o quartel general de Lvneel, ah se ela soubesse de metade das loucuras que as damas daquela cidade tinham para contar sobre mim, elas e seus esposos. — Não Ellen, ela já é uma grande mulher, ela vai ser uma grande Solomons. — Erguia meu chapéu, me despedindo de ambas possíveis mulheres da minha vida, para minha surpresa, me deparando com outra paixonite logo em seguida.

Muitas vezes disse que não era por mal e, se você me conhecer bem vai saber que eu não sou muito de mentir, o fato é que pra mim quando envolvia mulheres tudo ia pelos ares, o que quero dizer é que, poxa, eu fui praticamente arquitetado geneticamente para ser um predador em seu habitat natural, entendem? Digo, olhe para essa barba, para essas tatuagens, esse rostinho bonito, esse sorriso branquinho, esses olhos cor do pecado. Apaixonante, não é?! E isso por que eu nem estou tocando, ou cantando baixinho em seu ouvido. Bom, não estou ainda. — "Mamacita, jô soy your sun." — Puxava o violão para meu colo, encarando de volta aquela coisinha que estava do outro lado da sala, apenas algumas mesas de distância de mim, sentia a afinação de cada corda primeiramente baixinho, fechava os olhos para dar maior clima para aquela encenação, faríamos sexo, só que a dez metros de distância, a música seria nossa conexão. — "Sinta o que estou sentindo."



Cantaria e tocaria, com o espírito, com todo aquele misto de alegria e desejo que estavam dentro de mim, não queria fazê-la feliz, não queria que ela dançasse, queria que todos ali ouvissem e sentissem o pesar, o romance, o amor de minha melodia e palavras. Se você achava que eu era bom quando fazia um show em troca de umas moedas, certamente era porque nunca havia me visto tocar para conquistar as pernas, braços, corpo e cama de uma mulher. Sabia que pertubar a paz daquele lugar era errado, sabia que não era o momento nem meu foco a essa altura do dia, tinha pessoas para salvar, coisas para terminar, mas fazer o quê? Não era por mal.




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MensagemAssunto: Re: II - A estrela da manhã   II - A estrela da manhã - Página 2 EmptySeg 30 Jul 2018, 13:05

 
 
 
 
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...... Era engraçado pensar que aqueles três, por uma fracção de segundo, pareciam ser uma família, algo que Abigail e John haviam perdido há muito tempo atrás. Aos olhos do homem, Abigail já era forte o suficiente para ficar ao seu lado, exigindo que ela simplesmente confiasse nele e que nunca perdesse a esperança nele.
...... Solomons reparou na bela jovem que olhava fixamente para ele e, talvez por instinto, começou a cantar e a tocar uma música com o seu violão. Se a intenção era provocar alguma emoção na jovem então ele havia falhado, a sua expressão era a mesma e não havia mudado nem um pouco, mas era possivel perceber que a jovem alternava o foco dos seus olhos entre o violão, os lábios e os olhos de John. Então o bibliotecário apareceu derrepente por de trás de John, ele nem havia sentido ele se aproximar.
...... - Erm... Me de-desculpe... - disse o jovem - Você não pode fa-fazer barulho a-aqui... - o jovem estava um pouco nervoso, era como se não estivesse acostumado a ter de chamar a atenção das pessoas. Se John voltasse a procurar pela garota de antes ele iria perceber que ela simplesmente havia desaparecido, porém na sua mesa existia uma carta fechada. O que teria no seu interior?

Conteudo da Carta:
 

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MensagemAssunto: Re: II - A estrela da manhã   II - A estrela da manhã - Página 2 EmptyQua 01 Ago 2018, 15:35


Meu Jeito Solomons de Ser.

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Ah, aqueles momentos de paquera, os segundos em que encaramos uma bela mulher nos olhos, demonstrando interesse, desejo, demonstrando que queremos fazer coisas com ela que podem ser boas, más, que ela pode gostar, amar, odiar, ah...  O flerte, como eram bons os tempos onde tudo resumia-se a isso, eram tão mais simples, sabe? Era muito mais jovem na época, talvez eu fosse mais simples, não tão sedento por justiça, não tão justo, não tão honesto, para ser bem sincero, a idade estava me tornando um daqueles homens que perdiam suas mulheres para mim, não, esse não era eu, meu coração era selvagem, livre, um próprio predador, cheio de fome e sede de fazer o que deseja, e naquele momento, bom, naquele momento tudo o que pensava era em ter aquela maravilha da natureza em meus braços, era sentir seus fios, seus lábios carnudos, eu estava enfeitiçado por sua beleza, a cada momento em que nos olhavámos meu coração apertava mais um pouco, meu desejo aumentava mais um pouco, estava quase saltando da cadeira quando de repente, fui abordado.

"Santo Deus, nem vi esse maldito atrás de mim, a desgraçada é uma bruxa, está me enfeitiçando com minha própria canção!!" — Me virava, sorrindo ao notar um jovem bibliotecário, um pouco sem jeito, me repreender por conta dos recentes acontecimentos, bom, não era para menos, eu estava tocando e cantando dentro de um local de estudo. — Perdão Mi Lord. Não é de meu feitio importunar os outros, apenas li durante o dia uma matéria que falava sobre as propriedades da música para fixação do conhecimento e acabei querendo testar isso no momento errado, bom, novamente, mil perdões. — Retirava o violão do colo, me virando lentamente de lado na cadeira, para amigavelmente me apoiar nela e voltar a conversa com o rapaz.  — Sabe, gostei muito desse exemplar sobre disfarces, mas agora, creio que tenha um compromisso, hoje de noite estarei realizando uma missão de interceptação de ameaça terrorista aqui em Lvneel, sabe, aquele papo de herói de sempre, sei que não deve ser muito legal, mas teria como eu levar esse livrinho comigo, digo, talvez eu precise entrar lá na base desses caras como um deles, entende? — Daria de ombros, voltando ao assunto. — Normalmente eu não pediria nada disso, entraria pela porta da frente metendo a mão nesses vagabundos, mas agora eu tenho uma filha, entende? Ela me faz todo dia prometer que voltarei para ela, e acho que estou começando a levar isso a sério. — Sorria, coçando a nuca e me levantando, já segurando o pequeno livro. — Então, algum problema para você? Juro que devolvo, cara. — Sorria, um pouco sem jeito por ter de fazer aquele pedido, um pouco desconfortável por ter contado algumas mentiras, bom, se eu planejava continuar sendo o mulherengo que era, deveria manter minhas habilidades de dissimulação em dia.

A possibilidade de ser negado era grande, sabe, essas pessoas que trabalham com livros são geralmente nerds que tem um grande ciúme de seus exemplares, parece que colecionar esse tipo de coisa está no sangue deles, mas não sou de julgar nem nada, conheci um cara que colecionava calcinhas das mulheres com quem dormia, o que são livros, não é mesmo?! Recebendo um sim ou não como resposta, agradeceria com um curto abraço, de coração, entendia os limites dele e fazê-lo se sentir mal por não me ajudar não adiantaria de nada, por fim, com tudo pronto, me viraria em busca de minha mais nova amada, para minha decepção, não encontrando nada além de uma mesa vazia. — "PORRA, JHON!!" — Corri para onde instantes antes nós dois transávamos em pensamentos, olhares, caras e bocas, encontrando apenas um bilhetinho seu sobre a mesa. — "Ah, safadinha, me deixou o endereço, aposto." — Abria o papelzinho, com tanto cuidado que mais parecia estar tirando o vestido de uma virgem. — "A porra de um desenho? Garota, se você for tão boa na cama quanto com um lápis na mão, isso será uma verdadeira desilusã... Espera aí, que merda é essa? É uma mulher com um hematoma no olho?! Será que ela é daquelas selvagens? Holy... Vou ter que avisar logo de cara que bater em mulher não é a minha praia não." — Sorria, cheirando o papel e notando um doce aroma, ah, que gostosura de perfume, isso e a mensagem atrás dos rabiscos de quarta série. — "Diabos, talvez ela esteja mesmo na quarta série, aquela porcariazinha não tinha cara de adulta, merda John, você é pai e um agente do governo, não pode ir preso por dormir com menores, DIABOS JOHN!!"

Aos poucos saía da biblioteca, bom, sabia que aquilo poderia dar muita incomodação, digo, eu sozinho com uma mulher daquelas em uma floresta, e se fosse a vara da infância atrás de pederastas? Não que ela fosse uma criança de verdade, mas meu amigo, sem dúvidas nos últimos tempos a aparência vinha enganando nesse quesito, meninas de quatorze pareciam mulheres de vinte, parece sacanagem do destino... Bom, enfim, precisava encontrar ela de qualquer forma, conversar, talvez aqueles pensamentos todos em minha cabeça fossem só pura apreensão de acabar não voltando para Abi, isso não aconteceria, boceta alguma me separaria de minha filha, nem mesmo uma de fios rubros.  — "Será rápido"Disse o assassino para a vítima. — Sorria andando pela floresta, feliz e triste por minha sorte ingrata que aquela altura muito provavelmente acabaria me fodendo, digo, me fodendo não da maneira divertida. — AlôoooÔÔH... Alguém aí? Estou aqui!! Vim sozinho, como você me pediu. AlôoooÔÔH... — Diria, gritando entre as árvores, enquanto seguiria andando a esmo, por fim, notando alguma presença, pararia e me sentaria sobre alguma raiz um pouco elevada, apenas inclinando um pouco minha cabeça, para deixar a aba do chapéu delinear a visão dos meus olhos. — Então, a rosa vermelha, formosa e cheirosa entre as copas das árvores, convida a abelha, solitária e sedenta para conhecer o sabor de seu doce néctar? Ou a viúva negra, amante solitária, cconvida o macho de sua espécie, uma simples ferramente ao propósito dela, para que a divirta e depois, bom, depois morra?  — Encararia a garota nos olhos, sem sorriso ou expressões, apenas fitando-a bem dentro daquelas pequenas esferas, manteria a visão, então retiraria o terno, apanhando um charuto de seu bolso e o colocando nos lábios, ainda apagado. — Sabe, sou o tipo de pessoa que vive um dia de cada vez. Outro dia li um livro, um desses romances péssimos, você deve conhecer. O garoto cheio de cancêr colocava um cigarro na boca mas não acendia ele. "Coloco na boca o que mata, mas não dou a ele o poder de matar." Besteira, esse tipo de merda que vendem para os adolecentes da sua idade. — Retirava do bolso minha caixinhas de fósforos e lentamente acendia o bixão, sentindo a fumaça entrar por minha boca e sair por minhas narinas, ao mesmo tempo desabotoando minha camisa para revelar algumas tatuagens e meu peito viril. — Essa porcaria aqui é igual as armas, a gente, nós, pessoas. Ele ou te mata ou te fode, por enquanto estou vivo, então temos apenas fodido um ao outro, e quanto a você? O que quer comigo? Ser uma arma ou meu charuto? — A encarava, ainda fumando, os braços apoiados nos joelhos, a camisa aberta até o umbigo, céus, poderia estar cavando minha própria cova, mas como dizia meu amigo Larry, a porra das mulheres eram exatamente isso, diversão ou perdição, bom, até onde eu sabia, Larry estava morto.



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Última edição por Morningstar em Qui 02 Ago 2018, 10:19, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: II - A estrela da manhã   II - A estrela da manhã - Página 2 EmptyQua 01 Ago 2018, 18:16





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...... John se desculpava perante o responsável da biblioteca que demonstrava um grande alívio ao escutar as palavras de John, era dificil dizer se era por o homem ter admitido o seu erro ou se era por o jovem esperar a pior reação de John.- Sabe, gostei muito desse exemplar sobre disfarces, mas agora, creio que tenha um compromisso, hoje de noite estarei realizando uma missão de interceptação de ameaça terrorista aqui em Lvneel, sabe, aquele papo de herói de sempre, sei que não deve ser muito legal, mas teria como eu levar esse livrinho comigo, digo, talvez eu precise entrar lá na base desses caras como um deles, entende? - o hovem bibliotecário ficou novamente nervoso, sem saber o que fazer ou dizer. - Normalmente eu não pediria nada disso, entraria pela porta da frente metendo a mão nesses vagabundos, mas agora eu tenho uma filha, entende? Ela me faz todo dia prometer que voltarei para ela, e acho que estou começando a levar isso a sério. — o sorriso de John parecia ter conquistado o jovem — Então, algum problema para você? Juro que devolvo, cara. - o jovem olhou em volta e ficou pensativo por uns instantes – Sabe... Eu não sou o responsável principal daqui... Estou só quebrando um galho... Muitos destes livros pertencem a marines e agentes do governo, então se você prometer que irá trazer de volta até o dia de amanhã eu posso deixar você levar... - o jovem olhou para baixo e deixou-se abrir por uns segundos – Sabe... Espero um dia poder ser o responsável dessa biblioteca. O fundador dessa biblioteca praticamente me adotou das ruas gélidas de Lvneel após um ataque pirata. - o jovem percebeu que já tinha falado de mais e voltou para o seu balcão.

...... O agente do governo então leu e cheirou a carta e refletiu sobre o seu conteúdo e sobre a mulher, aos poucos a sua cabeça começava a pesar mas não era nada de muito preocupante. John então seguiu o mapa da carta e chegou no local sem muita dificuldade. O vento frio de Lvneel era um pequeno incómodo, mas não iria acabar com a vida de ninguém desde que se mantivesse vestido. Ao chegar no lugar marcado percebeu que apenas conseguia a mulher de antes, olhando para ele com o mesmo ar, e algo que se assemelhava a um detonador.

......Então, a rosa vermelha, formosa e cheirosa entre as copas das árvores, convida a abelha, solitária e sedenta para conhecer o sabor de seu doce néctar? Ou a viúva negra, amante solitária, cconvida o macho de sua espécie, uma simples ferramente ao propósito dela, para que a divirta e depois, bom, depois morra? - disse John mas a mulher não reagiu - Sabe, sou o tipo de pessoa que vive um dia de cada vez. Outro dia li um livro, um desses romances péssimos, você deve conhecer. O garoto cheio de cancêr colocava um cigarro na boca mas não acendia ele. "Coloco na boca o que mata, mas não dou a ele o poder de matar." Besteira, esse tipo de merda que vendem para os adolecentes da sua idade. - esse último comentário pegou a mulher desprevenida, levando-a a responder – Eu tenho 30 anos. - a sua voz era rouca mas bonita, era uma combinação um pouco estranha. - Essa porcaria aqui é igual as armas, a gente, nós, pessoas. Ele ou te mata ou te fode, por enquanto estou vivo, então temos apenas fodido um ao outro, e quanto a você? O que quer comigo? Ser uma arma ou meu charuto? - a mulher soltou um "Pftch" mas John sentia que não era para ele e sim para outra pessoa não presente

...... – O meu superior trombou com você na rua e achou você uma pessoa curiosa... Ele tem essas pira... - a mulher suspirou – Ele mandou investigarem você e tomou uma decisão. - ela tossiu para limpar a garganta - "Um homem que perdeu tudo e consegue encontrar força para continuar a amar o mundo é o homem que tem o poder de mudar esta sociedade. Ele vai tomar a decisão." - a mulher atirou o detonador para os pés de John e começou a fumar também - Normalmente eu teria simplesmente deixado você K.O por ser um agente do governo, somos praticamente inimigos. Mas quando falam para não matar... Eu não tenho outra escolha a não ser obedecer. - a mulher claramente não queria confiar em John, mas o respeito que tinha pelo seu superior fazia com que ela não tivesse outra escolha – Isso é o detonador da minha missão. Acho que você quer impedir que ela se cumpra. Queremos explodir uma pequena zona da ilha para enfraquecer a marinha e o rei de Lvneel, eles não pensam na sociedade mais pobre... Para eles apenas os nobres importam.



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MensagemAssunto: Re: II - A estrela da manhã   II - A estrela da manhã - Página 2 EmptyQui 02 Ago 2018, 10:23


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Vantagens: Genialidade, Liderança, Voz encantadora e boa aparência.
Desvantagens: Vício: (charutos 1/10), Sedutor incorrigível e distraído.
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Ganhos: Charutos (2x), Isqueiro (19x), Violão.
Perdas: N/A
Ferimentos: N/A.
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As vezes pode parecer besteira, mas lembro de quando era pequeno, como eu costumava errar em meus julgamentos, digo, julgar nunca foi meu forte, sempre soube disso, apenas tive certeza quando decidi entrar naquele barco, deixando para trás em meio as chamas tudo aquilo que havia sido importante para mim, me arrependi bastante daquela decisão, por anos preferi a opção que não tomei, por muito tempo quis ter ficado para morrer. Bom, ainda bem que o tempo passa, não é mesmo? E com ele algumas coisas mudam dentro da gente, quem diria que o degenerado artista de rua se tornaria um então digníssimo agente do governo? Um agente prestes a adotar uma criança, a ser promovido, ainda bem que a vida muda...  Mas não meus péssimos julgamentos.

Trinta anos?!!! CHRROOORF!! — Me engasgava com a fumaça, tossindo pesadamente enquanto tentava diluir aquela mais nova informação, santa mãe de Deus, trinta anos, a puta era mais velha que eu. — Céus, eu preocupado em me deitar com uma menor de idade quando na realidade estaria quase me deitando com uma idosa. — Ria sem jeito, a voz fraca, ainda se recuperando da falta de ar nos pulmões. — Seu superior não tem piras, eu sou uma pessoa curiosa mesmo, oras. — Sorria, começando a me erguer quando de repente um objeto era lançado no meio dos meus pés. — "Mas o quê?!" — Encarava incrédulo aquela pessinha, enquanto a ruiva seguia falando. — "O que esse cara sabe sobre mim? O que ele sabe sobre ajudar pessoas? Uma pequena explosão? Como um pequeno incêndio? Filho da puta, acha que tem algum controle da situação, fanática de merda." — Erguia a cabeça, um pouco sorrindo, um pouco pensativo, agora segurando o objeto em minha mão direita, o chaturo na esquerda.

Sabe garota, como você pode ver, sou péssimo em minhas escolhas e julgamentos, você não tem menos de dezoito anos e eu não sou um assassino. — Me levantava, colocando o detonador no bolso, o charuto na boca, retirando o chapéu e alisando os finos fios negros para trás, sentido-os um a um passarem por meus dedos, minha garganta a amostra. — Quando eu era mais novo, um grupo revolucionário dominava Lvneel, eles eram influentes tanto em número quanto em poder, algum líder achou que um "pequeno" incêndio colocaria nos eixos uma revolta que estava se formando, sendo organizada por um garoto de rua.  Bom, não tinha revolta nenhuma, apenas um mal-entendido, infelizmente, o pequeno incêndio não foi tão pequeno assim, o pequeno incêndio matou toda a família do garoto de rua, matou toda minha família. — Abria os olhos, olhando para ela, sem muito afeto, nem sentimentos, não tinha raiva, não tinha amor. — Vocês acham que essa pequena explosão vai atingir só aos nobres não é?! Vai resolver um probleminha, mandar uma mensagenzinha, pense menina, você acha que os agentes que denfendem essa corja são de sangue nobre? São os filhos, primos, netos deles? Não, eles são pessoas comuns, pessoas que de alguma forma foram prejudicadas por suas ações, por ações revolucionárias, vocês não fazem o bem, vocês simplesmente acreditam que fazem. — Ria, com desgosto, tragando mais uma vez meu charuto, para em seguida oferecê-lo a ela, com o braço extendido. — Podemos ser amigos, podemos dormir juntos, podemos nos amar nessa grama, mas independente do que a gente seja agora, mais tarde, quando o momento chegar, meu dedo não vai apertar aquele botão, e eu não vou poupar você nem ninguém que ouse atentar contra a vida de inocentes, sejam eles nobres ou não.

Mantinha o braço estendido, esperando uma resposta da garota, se positiva, então lhe passaria o charuto e esperaria o que viria em seguida, se negativa, antes que ela partisse, faria a tão esperada série de perguntas. — Por quê? Não há outra maneira? Quando? — Aguardaria suas respostas, por fim deixando-a partir caso ela assim quisesse, então, sem demoras, voltaria para o quartel general a passos rápidos, adentraria o local um pouco eufórico, não perderia tempo e partiria em busca de Yuu, abordando o mesmo logo ao avistá-lo, lançando o detonador em suas mãos. — Esse é o detonador da bomba deles, provavelmente têm outro de onde esse veio, talvez nossos cientistas consigar uma forma de interceptar o sinal na hora da detonação, não sei como esse negócio de tecnologia funciona, apenas pensei que pudesse ser um trunfo. — O encararia nos olhos, sem muito afeto, céus, estava transtornado, quem aqueles filhos da puta pensavam que eu era? Um assassino? Como eles? Não, não mesmo, eu era um herói, alguém que salva vidas, não quem as tira. — Acredito que não tenhamos muito tempo, meu amigo, precisamos tirar as pessoas daquela região, dos arredores da praça, TODAS as pessoas daquela região, o quanto antes. — O encararia, com ar acusador, claramente apontando que não me importava se eram nobres ou não, eu queria salvar vidas, o máximo delas possível, afinal, para mim todas valiam exatamente o mesmo.

Aguardaria minhas orientações, e tendo elas, partiria para um local mais afastado, onde me sentaria, retirando o pequeno livro da bolsa para voltar ao aprendizado sobre a arte do disfarce, mais do que nunca agora precisaria daquele conhecimento, precisaria me aperfeiçoar, ali ficaria, lendo e buscando diluir, assimilar e melhor de acordo com o conteúdo de cada página, até que por fim o concluísse, independente de quanto tempo isso levaria.  — "A decisão é sua, mudar a sociedade, vou mudar o seu rosto de lugar quando te encontrar, desgraçado."



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MensagemAssunto: Re: II - A estrela da manhã   II - A estrela da manhã - Página 2 EmptyQui 02 Ago 2018, 12:00

 
 
 
 
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...... O agente se mostrou surpreso pela idade da mulher que agora se revelava ser uma revolucionária. O vento não era a uma coisa desconfortável no ar, o clima entre John e a revolucionária era bem tenso, talvez por eles serem grandes opostos no espectro da justiça. Para John não fazia qualquer sentido a missão da mulher, talvez ele não tivesse a mesma visão do mundo que ela e o seu superior tinham.
......- Podemos ser amigos, podemos dormir juntos, podemos nos amar nessa grama, mas independente do que a gente seja agora, mais tarde, quando o momento chegar, meu dedo não vai apertar aquele botão, e eu não vou poupar você nem ninguém que ouse atentar contra a vida de inocentes, sejam eles nobres ou não. - a mulher virou as costas para John e começou a caminhar lentamente para longe. - Temos que fazer o que temos de fazer. - disse a mulher num tom frio, porém era claro que algo incomodava ela naquilo tudo - Por quê? Não há outra maneira? Quando? - a mulher parou, deu uma longa tragada no seu cigarro e então apagou ele na sua bota - Eu não espero que vocês entendam a minha dor, eu não espero que vocês nos vejam como hérois... Eu apenas espero que um dia aqueles que se autodenominam como Dragões Celestiais tratem as outras pessoas como humanos e não como objetos. - as palavras dela eram duras e bem marcantes. - Como eu disse. Eu faço o que preciso fazer. - a mulher então continuou o seu caminho e foi embora.
......John foi o mais rapido possível para o quartel general, ao encontro de Yuu que estava tomando um café lendo uns relatórios de missão. - Esse é o detonador da bomba deles, provavelmente têm outro de onde esse veio, talvez nossos cientistas consigar uma forma de interceptar o sinal na hora da detonação, não sei como esse negócio de tecnologia funciona, apenas pensei que pudesse ser um trunfo. - Yuu ficou sem reação. Pousou a chavena de café na mesa e começou a analisar o detonador - Acredito que não tenhamos muito tempo, meu amigo, precisamos tirar as pessoas daquela região, dos arredores da praça, TODAS as pessoas daquela região, o quanto antes. - Yuu começou a analisar o detonador, tirando pequenas ferramentas da gaveta do seu escritório - Hm... Diga para Ellen dar a ordem aos marines para evacuarem a praça. Você e Ellen vão imediatamente para este navio. - Yuu retirou um desenho de um navio de bandeira branca com um simbolo que escrevia "Royal BS". Yuu jogou o detonador no lixo - Isso aqui é falso. Era tudo uma manobra de diversão. O alvo deles deve ser esse navio, agora tudo faz sentido. Os revolucionários nunca foram de colocar civis em perigo.
......Se John fosse até a sala de Ellen, pegaria ela desprevenida brincando com Abigail e um coelhinho de pelúcia rosa novo. A mulher imediatamente se levantaria e tossiria, dando o coelho imediatamente para Abigail que estaria escondendo o seu riso por de trás da sua mão. - Tomara que ensine para ela bater na porta. - diria Ellen. Abigail correria para John e mostraria o seu coelho dizendo - Como eu fui uma boa menina e tirei uma boa nota no teste da Senhorita Ellen ganhei ele! - a garota abraçou o coelho - Que nome devo dar para ele? - Ela aguardaria uma resposta, se John não dissesse nenhum nome ela diria - Acho que vou chamar ele de Johnny!


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......- Já resolveu tudo que tinha a resolver? - perguntaria Ellen. Quando John dissesse as ordens de Yuu, a mulher ficaria com um semblante sério e então pegaria em seu chicote. - Ela não pode vir connosco, arrume quem fique com ela. Vou passar a ordem para um sargento e ele irá comandar os marinheiros. Espero por você na frente do QG. - a mulher demonstrava uma determinação e força incrível, ela parecia pronta para qualquer coisa e qualquer um. Nada parecia parar ela.
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MensagemAssunto: Re: II - A estrela da manhã   II - A estrela da manhã - Página 2 EmptyQui 02 Ago 2018, 14:32


Meu Jeito Solomons de Ser.

Vantagens: Genialidade, Liderança, Voz encantadora e boa aparência.
Desvantagens: Vício: (charutos 2/10), Sedutor incorrigível e distraído.
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Aquelas palavras ficavam matelando em minha cabeça por todo caminho, não só suas palavras, mas a forma que dizia elas. Havia ódio, recentimento, determinação, tudo isso unido dentro daquela mulher de cabelos vermelhos, eu a adimirava, sentia sua dor, ela era como eu havia sido, era o que eu teria me tornado se não encontrasse um caminho, autodestrutiva, uma força da natureza, uma força que destrói, queima e macula tudo aquilo que toca. Maldição, por que não nos conhecemos antes? Talvez pudéssemos ter saído do buraco juntos, que tipo de pessoa eu era? Não podia fazer com aquela mulher o que todos tinham feito comigo minha vida inteira, não podia lhe dar as costas. — Esper... — Minha voz se perdeu no silêncio, ela já estava entre as folhas, tinha a perdido, pelo menos por enquanto.

Um navio? Isso não fazia sentido algum, aquela pistava estava errada, o maldito de cabelos brancos tinha me dito para sair da praça, antes mesmo de nos conhecermos, antes de eu ser agente. Não, eles estavam nos despitando, Abigail tinha as informações, nós sabíamos onde era a base deles. — "Merda... Merda... Merda..." Senhor, com o digníssimo respeito que temos um com o outro, acho que o senhor está sendo enganado, não é o navio o alvo, eles vão atacar a praça na zona nobre da cidade, não podemos deixar que ... — Cessava minha fala, era isso, eles sabiam que a praça seria explodida, mas não ligavam nenhum pouco para isso, o navio era onde os nobres estariam era a única coisa que lhes importava, as pessoas comuns? Que morressem. — "Filho da puta." Bom, perdão senhor, irei para o navio. — Batia minha continência, um pouco de indigestão em minha expressão, mas ainda assim o encarando, por fim, apanhando o desenho e partindo até Ellen.

Os corredores daquele quartel nunca me deram tanto nojo, mil pensamentos corriam por minha mente a cada passo lá dentro e por instantes as coisas fizeram sentido, estava tudo claro, eles haviam evacuado os nobres para uma embarcação, os de sangue puro estariam livre dos ataques, era isso que interessava, não o resto da cidade, não as pessoas comuns, céus, se você soubesse como aquilo me deixava furioso. — Olá mulheres da minha vida, desculpem a intromissão, mas precisamos partir para o navio, agora. — A voz eufórica, apreensiva, apenas senti um pouco mais de calma quando os pequenos bracinhos de Abigail contornaram meu corpo, sem pensar duas vezes, a peguei no colo e a abrassei também, por instantes, só houve nós dois. — "Tudo poderia ser tão mais simples, não é mesmo minha pequena?"Mas não é... — Sussurravai, voltando a realidade, me deparando com uma cena no mínimo engraçada, como podia? Um brinquedinho tão pequeno deixar alguém tão feliz? Apenas concordei sorrindo quando ouvi o nome daquela coisinha, Jhonny, claramente um diminutivo de mim. — Jhonny é realmente um ótimo nome, Abi, foi Ellen ou você que escolheu? — Chamava a atenção da mulher que parecia estar surtando após minha notícia.  — Vamos indo então, vou deixar você com um amigo na cidade. — Sorria para Abigail, partindo ao lado de Ellen para fora do quartel general, parando no portão, colocaria a pequena no chão para falar com a agente antes de tomar as ruas de Lvneel.

Lentamente me aproximaria, até estar com meu rosto no lado do rosto da mulher de cabelos prateados, então, com a voz baixa e compreensiva, sussurraria o mais calmamente possível. — Ellen, eu sei que nós agentes precisamos estar naquele navio para proteger as pessoas importantes dessa cidade, eu sei disso, mas eu não estarei lá. — Abraçaria a mulher antes que ela pudesse reagir, a abraçaria forte e pressionaria minha cabeça contra a sua. — Entrei aqui para salvar pessoas, todas pessoas, todo tipo de pessoa, e é isso que vou fazer hoje, eu sei que não tenho direito, direito nenhum na realidade, mas peço que cuide da Abigail caso eu não volte, deixarei ela na estalagem central da cidade, com tudo pago para dois dias lá, por favor, se eu não voltar, busque ela e lhe dê uma boa família, por favor. — Sentiria uma lágrima escorrer por meus olhos entre meus sussurros no ouvido da agente, após isso, a soltaria, secando a gota salgada em minha bochecha, com um sorriso no rosto me despedindo. — Até mais.

O que acha de apostarmos uma corrida, heim? — Diria sorrindo para Abigail, um pouco sem jeito por meus olhos lacrimejarem. — Vamos correr até a estalagem da praça central, se você ganhar de mim, lhe dou um bolo de chocolate, inteirinho, só pra você. — Diria, esperando sua resposta, para em seguida, concordando, começar a correr ao lado da menina rumo ao local onde nos seperaríamos, correríamos um ao lado do outro até chegar lá, nos metros finais aliviaria meus passos para que ela pudesse me passar, então, um pouco ofegante, muito mais do que estaria se houvesse corrido de verdade, diria. — Urff... Urf... Você é muito rápida filha, vamos, vamos entrar e conhecer o amigo do papai. — Abriria as portas, procurando o recepcionista, um pouco distante, bagunçaria os cabelos de Abi e pediria que ela ficasse ali, me aproximando sozinho do atendente. — Veja rapaz, preciso resolver algumas coisas na cidade, deixarei minha filha aqui com você, pagarei pela estadia de dois dias na sua pousada, de a ela comida e a ajude com o que precisar, tá bem? Se ela elogiar você quando eu voltar, lhe pagarei um bônus. Ah, para todos efeitos, nós somos amigos de infância. — Olharia para o mesmo, dando o dinheiro da diaria para o mesmo, para em seguida caminhar novamente até a pequena, me ajoelhando a sua frente. — Veja querida, deixarei você aqui, irá passar a noite enquanto eu trabalho, está bem?"Não deixei você no quartel general pois pode ser que explodam ele."Não deixei você no quartel pois os marinheiros vão estar ocupados, poderiam ficar estressados com uma criança pelo pátio, mas aqui você será bem-vinda de igual forma, sim? Tudo que precisar peça para aquele senhor, ele é um amigo meu, de muitos anos atrás, tínhamos o seu tamanho quando nos conhecemos. Antes que você sinta saudade eu já estarei de volta, tá bom? — Sorriria, bagunçando seus cabelos, lhe dando um beijo na testa e um na testa de seu coelhinho. — Caso sinta falta, abrace o Johnny, não te contei, mas guardei um pedacinho de mim dentro dele. Mas é segredo heim, shiiiii... — Colocava o dedo na frente dos lábios, dando-lhe uma leve piscada, um abraço e por fim, mesmo não querendo, lhe levava até o atendente, para que ele pudesse cuidar dela, de seu quarto e de suas refeições. — Até mais, logo logo estou de volta.

Partiria, novamente ganhando as ruas, onde eu iria, o que eu faria? Tinha a localização, havia visto o mapa que Abigail trouxera, lentamente vasculhava minha mente, minha memória fotográfica, procurava nos confins de minhas recordações a imagem daquela folha até encontrá-la, então, com ela fixada entre meus pensamentos, partiria até o local indicado tendo como ponto de partida a praça central da cidade, iria em busca da central de operações dos revolucionários, me aproximaria sem medo, de peito aberto, eu era John Solomons, havia um mal a combater, haviam pessoas para serem salvas. — "Não, não no meu turno."



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