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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - The Justice Stair

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MensagemAssunto: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 2 EmptySex 06 Jul 2018, 16:27

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - The Justice Stair

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros(as) Naitlyn Daisy, Giorgiono Escanor e Jinne Belmont. A qual Alipheese será a narradora.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 2 EmptyDom 15 Jul 2018, 15:07


Após o anúncio de que nossa missão seria na Grande Linha, eu já não tinha mais tanto controle sobre minha ansiedade e a empolgação basicamente passava a ditar todas as minhas ações dali pra frente. De início, precisava urgentemente retirar o pouco dinheiro que tinha guardado no Banco, afinal, ir para um lugar tão distante poderia acabar exigindo em algum momento que eu tivesse alguns gastos, então, mesmo não tendo lá uma fortuna, era melhor ir prevenida em relação a isso.

No banco tudo ocorrera de forma tranquila, tendo apenas o curioso fato de o bancário acabar me confundindo com sua irmã mais velha, me deixando um pouco constrangida e arrancando um leve sorriso apenas para parecer mais simpática, reservando-me em seguida a retornar ao quartel e conhecê-lo um pouco melhor antes de partir daquela ilha que mal havia acabado de chegar. Durante meio passeio, deparei-me melhor com as instalações e assim ia me familiarizando com a mesma, mas, durante a caminhada outro fato curioso me chamava a atenção e era a de que o responsável pela lavanderia se tratava de um ser completamente inusitado, dotado de uma personalidade engraçada, mas mostrando-se muito dedicado e organizado em relação a seu trabalho.

Assim, após o almoço e o fim do tour pelo quartel, apenas tirava uma soneca para que o tempo passasse e finalmente pudesse chegar a hora de partir. Quando acordava, novamente faria a cama e deixaria tudo organizado para partir sem deixar qualquer trabalho desnecessário para outras pessoas e, ao encontrar Giorgino e a Jinne, seguíamos em direção a embarcação informada, que por sorte eles pareciam ter prestado atenção no que o nosso superior tinha dito e sabiam onde deveriam ir. Nossa recepção não era nada demais e o tenente Walker apenas nos cumprimentava e falava um pouco sobre nosso trabalho, que não deveria ser nada demais, permitindo-nos a entrada na embarcação logo em seguida.

-Obrigado senhor! Diria a ele logo em seguida.

Lá dentro podia notar do que se tratava a tal confraternização que ele mencionava e de imediato, um pouco devido a minha timidez, manteria-me um pouco mais afastada e apenas observando a dança, a cantoria e os demais acontecimentos daquele momento de festejo. Tentaria aproveitar para me distrair e assim, quando fosse me sentindo mais confortável, iria me aproximando dos demais para ouvir melhor as coisas que conversavam e até mesmo para ir conhecendo as pessoas que dividiriam o navio conosco durante aquela missão. Se disponível, tentaria ir em direção a alguma coisa para comer ou beber um pouco depois de me aproximar das pessoas, já que nesse momento me sentiria melhor e mais confortável para fazer esse tipo de coisa e assim, enquanto ainda estivesse rolando aquela confraternização, tentaria manter-me ali presente, mesmo que não fazendo muita coisa além de observar e comer, já que não beberia mais do que um corpo de bebida alcoólica (se tivesse) para que não perdesse a razão, visto que querendo ou não, estávamos em uma missão e eu precisava manter a postura e estar sempre pronta para o que fosse preciso.

OFF: Desculpem o post fraco (e não ter aproveitado melhor tudo que você pôs no post Alip), não estou nos meus melhores dias para postar :(
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Gina
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 2 EmptyDom 15 Jul 2018, 18:23

Diferente do marinheiro que indicou-me o caminho, a fêmea humana incumbida de cuidar do arsenal tinha uma atitude atípica em relação a mim. “Esta possuí algum trauma, transtorno ou complexo que a impeça de reconhecer sua própria inferioridade em relação a mim?”. Relevaria seus comentários que visavam me inferiorizar, ao menos a principio, me afastando em direção a porta indicada enquanto, de costas para a donzela de atitude altiva, lhe diria algumas palavras a respeito do que ela comentou sobre o tamanho da porta. – Saiba que, sendo o caso de existir uma porta de tais proporções, eu não me sujeitaria a erguer-me nas “ponta dos pés” para alcançar a maçaneta, como sugeres. Pelo contrário, forçaria a porta a se curvar diante de mim e ajustar-se à minha altura. - Em seguida, aproximando-me da notável porta, erguer-me-ia nas pontas dos pés para abri-la.

Ao contrario dos objetos e construções humanas, com que de maneira geral tenho que me assegurar de usar o mínimo de força ao tocar e manipular, para evitar danos acidentais aos ditos cujos, tive a chance de poder aplicar um pouco da minha força nessa maçaneta para que ela pudesse se abrir. Uma oportunidade rara para alguém como eu, que vive em um mundo frágil quando diante do meu poder.
Diante do novo cômodo, me depara com três equipamentos que pareciam apropriados o suficiente, dentre eles um chamou-me a atenção mais do que os demais. Este possuía a figura de um imponente leão gravada em alto relevo na sua parte diante. A imagem se assemelhava a da tatuagem que eu carrego nos músculos das minhas costas, não havia duvida de que deveria ser esse o Escudo de Corpo que eu levaria.

Apanhá-lo-ia e sairia pela outra porta presente no recinto, para evitar ter de andar com algo de tamanho tão elevado pelos corredores apertados da base em que estava.
Chegava a um lugar que poderia ser digno de minha apreciação. Um ambiente belo, agradável e de aroma rico. As flores ao redor lembrar-me-iam, por um instante, de minha falecida mãe, uma delas emanava um perfume levemente parecido com o que ela utilizava, tragicamente, não conseguiria identificar qual. Avançando pelo caminho deparei-me com prospectos de marinheiros, que se esforçavam para entrar na organização e ficar mais fortes. À não mais do que alguns dias era eu quem estava naquela situação. A visão de pessoas dando tudo de si para se superarem me era, ao mesmo tempo, acalentadora e triste. Isso por que eu sabia de uma verdade da qual eles talvez não estivessem cientes ainda. “Não importa o quanto tentem, eu sempre estarei acima de vocês...”.

Sem lhes presentear com o ar da minha graça, segui meu próprio caminho, perambulando e vagando pelos arredores do prédio da Marinha e encontrando corredores largos o bastante para que eu pudesse visitar mesmo portando o avantajado escudo que carregava preso as costas. Não havia, entretanto, nada capaz de me entreter e roubar a atenção por mais do que alguns segundo, por tanto, parti ao meu ultimo afazer antes da viagem, indo ao cômodo hospitalar da base.

“Como um sujeito ousa se chamar de marinheiro se permite que o inimigo lhe cause tantos ferimentos? Que vexatório...”. Esse pensamento me veio a mente ao vislumbrar o homem de cabelos alvos e corpo coberto por cicatrizes. [Essa é a opinião de um homem que, de tantos golpes que levou e ferimentos que acumulou em uma única luta, está enfaixado o bastante para parecer uma múmia. Parecendo o Usopp na saga de Alabasta depois da luta com o Mr.4 e sua parceira.]
Permitiria, porem, que ele me servisse e removesse meus desnecessários curativos. Como pensei, aqueles arranhões que me foram feitos pelos piratas em minha batalha anterior não eram nada demais e já estavam basicamente fechados um dia após a luta. Apenas por ser o procedimento padrão, o doutor aplicava um balsamo por sobre minha pele. – Agradecido por vossa atenção e auxilio, doutor. Chamo-me Escanor. Giorgino Escanor. Tenha a bondade de dizer-me seu nome. – “Dr. Frank”, como se apresentou, oferecia-me ainda a oferta de ajuda no futuro para tratamento de minhas mazelas de batalha. Eu, todavia, recusaria sua incabível oferta. – Eu vir a me ferir em batalha contra quem quer que seja seria algo impossível de ocorrer, dito isso, vosso tratamento não será necessário.

Em decorrência do adiantado da hora, precisaria me retirar dali. Vestiria novamente o uniforme e recolheria as armas e equipamentos que trazia junto ao corpo, avançando até o ponto de encontro para ir junto das donzelas até o navio no qual partiríamos.
Todas os humanos dos mares dos Blues aparentavam ter certa deficiência de pigmentação, ou velhice precoce. O tenente era no mínimo a terceira pessoa de cabelos grisalhos que encontrei desde que cheguei, que não me sugeriam estar realmente na terceira idade.

Vendo que ele estendia sua diminuta mão a mim, apenas tentaria cumprimentá-lo de forma a não lhe esmagar os dedos ao apertar a mão, mas ainda com firmeza que lhe demonstraria a força imponente que havia em mim.
Apesar das orientações dadas pelo Tenente Walker, não iria me dispor a participar das festividades. Estava ali em missão. Posicionar-me-ia próximo de alguma aglomeração de pessoas, onde ficaria alguns instantes, observando tudo de cima, antes de em seguida começar a circular pelas zonas um a confraternização ocorria, sempre mantendo a maior parte daqueles que eu deveria proteger, ao alcance da minha visão.
Minha mera presença inibiria qualquer confusão ou ação hostil naquela região. Bastava agora aguardar o termino da comemoração e da viagem. “Emeigh... nunca visitei tal local. Pergunto-me que tipo de ilha será esta. Seja como for, duvido que me apresentará qualquer desafio. Aliás, outra questão é se esses que aqui festejam tem consciência do que irão encontrar no oceano para o qual nos dirigimos... De todo modo, eles não teriam com o que se preocupar mesmo se soubessem dos perigos adiante, afinal, EU estou aqui.”.
Aguardaria então, pelo fim das festividades, a ocorrência de algo em que eu tivesse de intervir, ou novas orientações quanto ao que deveria fazer durante aquela missão, o que ocorresse primeiro. Não acontecendo tais coisas, manteria-me em patrulha por entre os que festejavam.






OFF: Tentei tirar proveito de tudo o que você proporcionou no seu post. Infelizmente, por estar atrasado no prazo auto imposto de 48hrs, não tive tempo de corrigir/revisar o texto, então tem muitos erros.
Sua narração é muito rica e trás algo que eu também tento fazer quando me ponho na posição de narrador em alguma aventura, que é a de tratar todos os personagens NPCs, sendo eles fortemente relevante ou não para a história, a mesma atenção e importância.
Sinto que irei gostar dessa aventura, mesmo que seja curta.


Citação :
Nº de Posts: 03
Ganhos: Patente Sargento; Escudo de Corpo
Perdas:
Ferimentos: Corte diagonal profundo de espada nas costas, do lado direito da cintura até o ombro esquerdo; (9/10 posts para Cicatrizar)
Objetivos:
Spoiler:
 

~ PERSONAGENS CONHECIDOS ~


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 2 EmptyTer 17 Jul 2018, 23:20

Dança no navio #3






A explicação do homem, sobre a espada era fascinante, meitou? aquilo que ele falava sobre as espadas era uma informação totalmente nova, minha boca com toda certeza estaria aberta nesse ponto, não tinha parado pra pensar em algo tão complexo quanto o que me era apresentado, e claro, também não era a coisa mais simples do mundo de se imaginar, eu gostava de pensar sobre essas coisas, o passado… ele era bem interessante no fim das contas, sim… eu sabia que muitas pessoas incríveis viveram nele, pessoas absurdamente poderosas, pessoas inteligentes, e claro mais que nunca pessoas únicas, que sabiam fazer coisas sem explicação, as muitas histórias que me eram contadas, sempre falavam de gente incrível o que me fazia me perguntar, o passado é realmente tão incrível? ou será que é por que apenas as pessoas incríveis não se perderam no passado? bem era uma coisa que eu nunca teria de fato uma resposta, mas era intrigante pensar sobre.

Saindo da sala, apenas partia para o quarto os exercícios iam se fazendo bem efetivos pra mim e um a um sendo, eu gostava da sensação que me passava fazer cada um daqueles, eram um dos poucos momentos do dia que eu de fato sentia o quanto eu estava crescendo no dia a dia, mostrava o que era o melhor de mim, eu não tinha muitas habilidades que não fossem com essa finalidade, mas o que eu aprendia com isso me deixava realmente orgulhosa, a cada dia, não que eu não tivesse vontade de aprender coisas simples, eu na verdade gostaria bastante de ter diversas pequenas habilidades fora do combate que me fossem úteis, como cantar por exemplo, eu sempre achei aquela uma bela arte, uma coisa memorável de se observar, não havia muito que eu realmente soubesse fazer fora desse âmbito, mas sabia que poderia aprender mais, só que não era hora nem lugar para aquilo. Depois do banho pra relaxar caminhar pelo QG era de lei, o pátio estava com marinheiros em recrutamento, eles estavam todos em duplas aparentemente, meu recrutamento foi um pouco solitário, eu estava apenas trabalhando fazendo o que Thor me mandava, não havia nenhum outro marine no meio dele, mas era algo bem simples de se fazer, por mais que a sala que me mandaram limpar fosse um pequeno mar de doenças, já que parecia que não era lavada a 3 séculos.

E bem, quando temos apenas um esfregão, pra remover mofo das paredes, digamos que nada funciona muito bem, até por que o mofo em si é algo terrível de remover, realmente terrível. Mas saindo dali minha pequena viagem continuava pelo QG, na enfermaria tudo estava bem como imaginava, a não ser por o médico de cabelos brancos um pouco distante, ele me interessava um tanto, eu me lembrava de ter visto uma pessoa estranha assim, de alguma maneira antes, quem exatamente não sabia, mas parecia ser algo distante… Eu forçaria nesse momento meu cérebro para tentar lembrar do que estava falando, tentar, buscar lá no fundo das memórias algo desse tipo, mas nada me vinha, sabe quando você sente que aquilo te lembra de algo? mas você não sabe o que aquilo te lembra mas você parece precisar lembrar? Essa era a sensação, entretanto antes que eu dissesse qualquer coisas uma enfermeira fofinha se aproximava, ela parecia muito simpática, e talvez bem jovem assim como eu, no momento em que eu a ouvisse sorriria de volta pra ela lentamente acenando. - Ta tudo bem, eu to só explorando mesmo.- falaria caminhando mais um pouco pelo lugar ali dentro, olhando elas mexerem nos remédios, e o que mais fossem fazer. Depois desse lugar havia apenas mais uma visita que eu precisava fazer, era a academia do lugar, sim, era uma parte do QG que sempre é divertida pra testar o quanto estou melhorando, pouco a pouco ia pegando cada um dos pesos que tinha, e vendo quanto era capaz de levantar, até chegar ao máximo que podia erguer, 150 kg, era bastante até, não lembrava a última vez que tinha parado pra fazer algo desse tipo, mas sei que não me aproximava de levantar algo assim. Era gostoso sentir que eu não havia parado no tempo, as vezes eu me preocupava muito com isso, de em algum momento parar de evoluir, sempre fui alguém que caminha em destino a crescer, melhorar, a simples ideia de parar me fazia ter calafrios, era complicado sempre que lembrava dessas coisas sabe? Eu me preocupava com alguns detalhes que às vezes as pessoas poderiam não ligar, ou nem mesmo pensar em seus dias, mas isso vem do fato de que eu tenho de me provar a cada segundo, mas já sabia disso quando caminhei até aqui, e ninguém me forçou a dar nenhum passo e pra mim essa liberdade, de eu mesma ter escolhido estar aqui, era indispensável.

Depois daqui a grande hora chegava, o momento de embarque, caminhávamos por meio da floresta, barulhos estranhos, lamparinas acesas, e o vento estranho, essas coisas eram como os livros de horror descreviam, normalmente neles é em um lugar exatamente como esse, que algum ser malvado aparece das sombras e ataca os jovens indefesos, cerrava os punhos nesse momento, precisava estar preparada para qualquer possível embate aleatório que poderia surgir por minha parte, e não queria que aquilo pudesse talvez atingir algum dos meus amigos. Meu rosto ficaria sério durante todo caminho, e o olhar estaria sempre fixo direcionado para a frente enquanto a atenta cabeça giraria de um lado para outro..

Pra nossa sorte, tudo aquilo não passava de paranoia minha, eu não tinha visto ameaças em nossa direção nem nada como isso o que era já algo muito bom, eu realmente acreditei por alguns momentos que um combate contra algo seria inevitável naquele meio. Chegando até o barco o homem que nos recebia era bem, muito diferente do que eu esperava, pelo nome nos passado antes, eu havia imaginado algo completamente distinto, como a maioria dos superiores, um cara barbudo, bem mais velho, mas esse não, parecia um jovem na verdade, sua fala era gentil e eu esperaria ele concluir ela antes de dizer qualquer coisa, eu estava começando a me animar cada vez mais com a ideia de viajar de novo.

No momento que ele concluísse a primeira pergunta na minha cabeça era sobre a tatuagem vermelha, eu tinha visto algo similar em shells com o amigo/inimigo de Teiko ele tinha um escorpião no pescoço ao que me falha a memória, essas coisas me eram sempre interessantes, apesar que lá por falta de tempo, e por não ter o conhecido direito, eu não pude questionar sobre, nem entender melhor sobre isso, mas aqui a chance não me escaparia. - Senhor, o que é esse símbolo vermelho? ele tem algum significado especial?- Olharia pra ele com os olhos cheios de curiosidade, minha atenção estaria totalmente pra ele naquele segundo, o ouviria sem nem mesmo piscar enquanto esperava a resposta, minhas mãos como sempre ficaram inquietas, e dessa vez seguraria na ponta da camiseta do uniforme levemente o esticando pra baixo. Assim que ele terminasse de falar o questionaria. - Mas quem fez ela? eu poderia fazer uma também? eu acho bem bonitos esses símbolos, e talvez eu fosse fazer algo nas minhas costas.- Sim eu me interessava por isso, talvez até colocar o famoso símbolo da justiça bem no meio delas, assim carregar esse nome pra sempre em minha pele. A mera ideia me fazia delirar, por alguns segundos minha mente viajava em milhares de possibilidades. No fim das contas apenas chacoalharia a cabeça dando um tapa com cada mão nas bochechas, primeiro a direita e depois a esquerda. -Desculpe, eu acho que eu pensei demais nessas coisas.

Depois disso era hora de entrar no navio e cara… que coisa mais espetacular, a música era algo que me chamava muita atenção naquele momento. Era completamente diferente de tudo que pudesse ter visto até ali, os movimentos que a mulher fazia mostrando o corpo que balançava parte a parte era algo lindo, eu me imaginava fazendo aquilo em algum momento mas, como? me aproximaria dela e lentamente começaria a observar mais de perto, aos poucos olhando aqueles movimentos de passos e mais passos, desajeitadamente ao lado dela começaria a tentar imitar ela, tentaria mover a parte de cima do corpo igualmente a parte de baixo, fazendo os passos se coordenarem, claro que eu falharia completamente, o mais provável era que tropeçasse nos meus próprios pés e caísse. - Moça, onde você aprendeu isso?- Falava com os olhinhos brilhando e uma carinha pidona. - Você poderia me ensinar a fazer isso?-

~Perícia Dança~


~Fim da Perícia~


Após a aula bastante ofegante olharia pra ela agradecendo. - Obrigada moça, eu queria bastante aprender algo assim, vai me ajudar muito no futuro.- e com um enorme sorriso, saltaria abraçando ela, estava tão feliz que meus pés ainda estavam se movendo no ritmo, mesmo quando saltasse no abdômen dela agarrando com minhas duas mãozinhas ali. Depois disso acenando dando um tchauzinho eu sairia dali, caminhando pelo barco pensando no que tinha aprendido ali com a mulher, era algo que até mesmo me agregava algo em combate. Sairia de perto da menina com o sorrisão longo no rosto, assim começaria a caminhar pelo navio o primeiro que eu procuraria era o tenente Walker, eu queria ver ele pra agora tirar mais algumas coisas da cabeça e saciar minha curiosidade. Caminharia sempre olhando pra cima pra ver o rosto de pessoas que pudessem se aproximar e se em algum momento visse ele falaria. - Senhor posso subir no seu ombro?- Acreditava que isso facilitasse de verdade a minha conversa com ele afinal estando lá em cima eu não só não atrapalharia a caminhada dele como qualquer coisa que ele estivesse fazendo.

Se ele aceitasse escalaria pela perna dele subindo pelas costas rapidamente, me segurando sempre pela roupa dele para alcançar lugares mais altos, até que estivesse sentada no seu ombro. - Senhor eu queria mais detalhes sobre onde vamos, você já esteve lá?- perguntaria enquanto sorria balançando as perninhas livres, minhas duas mãos ficavam escorando o corpo no ombro dele bem calmamente. Eu ouviria tudo que ele tivesse a dizer, afinal o lugar que estávamos indo poderia ser de fato incrível, não só a ilha em si mas a própria GL. Mas não era apenas ela que me interessava, o próprio homem que seria Walker me interessava o que fazia ele estar ali, por que entrou na marinha, tantas perguntas. - A quanto tempo você está na marinha senhor?- perguntaria a ele sorrindo novamente com todo aquele ar de inocência. O ouvindo eu estaria sempre prestando atenção pensativa sobre cada palavra mas não só isso, também esperaria perguntas vindo dele, caso sele me jogasse algumas como apenas me perguntar o mesmo que eu tinha questionado responderia. - Eu sou bem novata, acabei de virar sargento, estou servindo a uma semana e meia apenas, quem era alguém realmente famoso era meu pai, Arthur Belmont, já ouviu falar? ele fez muita coisa na Grand Line, e se aposentou indo pra Shells Town onde caso com minha mãe.- falava olhando pra ele bem animadinha, falar do meu pai sempre passava essa sensação nostálgica, que me preenchia.

Mas sempre tinham novas perguntas. Nesse momento agora vinha algo que sempre me trazia curiosidade, foi a primeira coisa que Teiko me perguntou e desde ali eu fazia essa tal pergunta com frequência. - Você escolheu a marinha por qual motivo?- aquela questão, era sempre uma coisa que eu achava interessante de ouvir, cada um tinha seus motivos, alguns a honra, a gloria, outros a justiça em si, e aqueles mais diferentes bem, eles apenas queriam vestir uniformes bonitos, tinha de tudo dentro da organização por que pessoas elas bem, são intrigantes, e eu estava a cada dia mais me viciando em pessoas, cada pequena particularidade me interessava, eu gostava de ver como cada um pensava, eu aos poucos construía minha visão de mundo a partir deles.


Citação :

Histórico


Nome do Player: Jinne Belmont
Nº de Posts: 3
Nº dos posts de desvantagens: N/A



Ganhos:
 

Perdas:
 

NPCs:
 

Extras: :
 




Resumo de Ficha


Atributos:
 

Vantagens e Desvantagens:
 

Perícias:
 



Others



Objetivos:
 

Off:
 

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GM.Alipheese
Comodoro
Comodoro
GM.Alipheese

Créditos : 57
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Idade : 26
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 2 EmptySex 20 Jul 2018, 19:57

The Justice Stair




Gino
Ao adentrar o navio e notar as festividades que ali aconteciam não era capaz de encontrar algum entretenimento a sua altura, tão pouco poderia preocupar-se muito sobre Emeigh, não era estranho a Grand Line uma vez que sua origem havia se dado em algum lugar dela e não seria esse lugar que poderia apresentar algum problema, afinal, seria ele a estar lá e se havia alguém que naquele momento poderia temer, sem dúvidas seriam aqueles que se colocariam em seu caminho ou no caminho daquilo que o gigante considerava certo, ainda que o Tenente Walker tenha lhe dito que essa seria uma noite mais destinada às festividades e não havia algo que deveriam preocupar-se em relação a funções dentro do Navio, Giorgino ainda assim procuraria por alguma função ali dentro do Navio, já que ali não havia muito mais que pudesse atrair seu interesse e naquele momento, pela ausência de um comando direto ou uma função ao qual ele pudesse fazer, decidiu patrulhar pelo Navio, tornando-o provavelmente um dos únicos marinheiros que naquela noite ainda tinham um trabalho, ainda que esse fosse auto-imposto.

Durante a sua  patrulha, algo poderia tê-lo chamado atenção e esta era uma pequena garota de cabelos negros, olhos castanhos e com o cabelo preso com duas “ maria chiquinhas” por dois laços amarelos, não parecia ter muito mais do que seus  sete ou oito anos, um detalhe que poderia ter chamado atenção do rapaz era que ela segurava um balão de cor vermelha  em uma de suas mãos, enquanto na outra havia um pirulito. A forma como ela olhava o gigante, era notável pela dilatação de suas pupilas o quanto estava admirada ao ver a figura do grande homem, como se nunca tivesse visto alguém desse tamanho, a notável inocência infantil poderia ser muito facilmente transmitida também pelas diversas dúvidas que a garota apresentaria, andando ao seu lado, caso ele não  parasse para prestar atenção no que ela tivesse a perguntar.
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-Moço, como você é tão grande? Eu nunca vi alguém desse tamanho, você é algum mágico ou algo assim? Eu ouvi algumas histórias que diziam sobre mágicos que eram capazes de crescer em um piscar de olhos, você é um deles? Não… Mágicos não tem escudos tão grandes...De onde você veio todo mundo é assim?


Diria a pequena garota em um tom extremamente animado e curioso, era notável que pelo bombardeamento de perguntas e pela forma como a cada pergunta acabou fazendo de forma mais rápida do que a anterior, seu pequeno corpo estaria inquieto e isso era notável pelo movimento de sua cintura e de suas mãos. A garota então voltou a dar atenção para o doce que tinha em uma das mãos, dando não só um tempo a ela para que respirasse como também para que Escarnor a respondesse, provavelmente caso o homem usasse muitas palavras rebuscadas apresentaria uma feição de confusão por não entender muito bem o que ele queria dizer, mas estaria animada para o caso de ele lhe dar atenção e isso seria extremamente visível, talvez pela farda que vestisse o já imponente homem poderia ter um impacto ainda maior do que talvez pudesse esperar sobre as pessoas e isso poderia ser um motivador a mais para continuar sua função.

-Você bate com seu escudo nos caras maus? Você já prendeu alguém? Como foi? E… Qual o seu nome? Eu sou Camila Daniela! Mas pode me chamar de Camy ou Dany, o que você preferir!  Seu nome tem algum significado? O meu nome Camila é porque minha mãe gostava de flores e a sua preferida era a Carmélia! E.. Daniela era o nome da minha avó, então meus pais juntaram esses dois nomes e tcharam!

Em sua segunda rodada de perguntas que era ainda mais animada que a primeira, a garota daria oportunidade para que Giorgino pudesse contar mais sobre si, sobre a glória ao qual trouxe através de suas ações com orgulho e seria perceptível que a cada palavra que a garota conseguiria entender ou juntar os significados para formar alguma lógica era possível vê-la mais animada, inclusive sua falta de alguma maldade a fazia falar muito sobre si como resultado da empolgação, seus olhos estavam bem atentos ao escudo do homem que tinha um chamativo símbolo de leão, pareceu ali que a única coisa que poderia mantê-la quieta por um tempo seria o doce que ela carregava, pois essa seria a oportunidade para que o giganta pudesse respondê-la com a calma que fosse necessária, talvez não fosse em uma noite festiva a mais gloriosa das “ tarefas” mas ali era uma oportunidade para que ele mesmo pudesse ocupar um pouco de sua cabeça e passar um tempo até que alguma atribuição real lhe fosse dada. Ao término da resposta do gigante, com um olhar que poderia lembrar muito o do “ gato de botas” com as pupilas extremamente dilatadas em uma fofura incomum a garota teria um pedido ao gigante.

-Todos os outros marinheiros e adultos estão na festa e não tem muitas crianças no navio… Você quer brincar comigo? Deve ser super divertido poder enxergar de tão alto! Você pode me levantar?


Os inocentes pedidos seriam feitos ao homem, era claro que talvez por histórias que a garota tivesse ouvido ou até mesmo por ele ser uma visão única de se ver que havia alguma esperança demasiada em sua gentileza ser demonstrada, a forma como o olhar lhe era dado, sem dúvidas era a de uma criança que havia encontrado o seu herói, mas seria o gigante capaz de atender tais expectativas?

Daisy

A marinheira mostrava-se exemplar e disciplinada mesmo na mais pequenas das ações, como o fato de ao acordar, mesmo com pressa ter a preocupação de arrumar a própria cama antes de encontrar-se com seus companheiros, a caminhada até o navio não pareceu lhe chamar muita atenção, mesmo que houvesse todo um clima mais sombrio naquela floresta no período da noite, quando adentrou por fim o navio, notou que havia uma festividade que era muito animada, por mais que a música fosse algo completamente novo, talvez até mesmo exótico demais e devido até mesmo a sua natureza mais tímida, em um primeiro momento observaria a dança, ouviria a música e com isso poderia ver um fluxo de marinheiros se misturando aos civis, com exceção do Tenente, dos navegadores e dos cozinheiros, em meio a partida do barco não havia muito o que devessem fazer ali, a rota que a marinha tomava para entrar na Grand Line não levava o nome de Calm Belt atoa. Quando começou a sentir-se mais confortável, aproximou-se um pouco mais e tentou ouvir melhor, tanto a conversa das pessoas, como a própria música do ambiente, um cheiro bem agradável viria da grande mesa onde parecia sempre ter espaço para mais uma pessoa se juntar, sendo notável que provavelmente todas as mesas do refeitório foram levadas para parte central do navio para que pudesse haver essa comemoração e uma movimentação grande era notável de se ver em como sempre que algo acabava rapidamente era reposto mas, mesmo os cozinheiros em algum momento sentavam-se em algum momento para que pudessem juntos curtir também o clima de comemoração, para muitas famílias Emeigh era um lugar de grandes promessas, de recomeço onde pensava-se ser possível começar uma vida melhor do que havia em Lvneel. Era notável pelo tom rosado no rosto de muitas das pessoas que elas haviam ingerido uma quantidade um pouco elevada de Álcool e  preocupando-se com a própria postura por estar a trabalho ali, diferente de muitos companheiros de farda, quando fosse servir-se de uma das muitas opções alcoólicas que haviam disponíveis para a sua escolha, limitava-se a apenas um copo e não mais do que isso. Em meio a mesa poderia ver diversos petiscos e mesmo muita comida que era diferente e caso fosse experimentar, pelo forte uso de especiarias poderia  ter uma viagem única em direção ao céu, através do paladar. A frente do local onde ela havia se aproximado para servir-se e talvez até tivesse se sentado, havia um rapaz de cabelos negros, olhos azuis, com uma roupa esportiva com alguns detalhes brancos e um lenço no pescoço de um azul bem desbotado, seus traços eram finos e seu corpo não era o mais atlético mas, como um todo a aparência do rapaz poderia destacá-lo perante muitos que sentaram-se naquela mesa de uma forma positiva, seu rosto estava levemente ruborizado mas, diferente dos outros que claramente estavam consumindo algo que pudesse levar a um estado mais “ alegre” o que o rapaz tinha em mãos não era nada mais do que uma lata de suco e a sua própria forma de se portar claramente mostrou que talvez fosse tão inseguro quanto Naitlyn, por tentar passar-se por “ bêbado” para conseguir dividir aquele momento junto aos demais naquela mesa, sua risada acabou se destacando dentre os burburios que haviam na mesa e colocando a própria latinha com força na mesa, ele tentaria interagir com a marinheira que havia lhe chamado atenção.
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-É a sua primeira vez indo para a Grand Line? Eu e minha família vamos nos mudar com uma grande ideia de negócio para Emeigh! Justamente por ser um cenário bem instável politicamente, muitos pensariam em vender armas ou oferecer serviços a um dos lados mas, nós tivemos a melhor das idéias! Independente de que lado você possa se encontrar, todos os lados precisam de suprimentos e de tratamento médico e a nossa família com isso se levantará haha! Você é nova na marinha? Desculpa a pergunta, não precisa responder se não quiser mas, você tem alguma ambição?

No tom mais eloquente ao qual o rapaz conseguiria emular, sua voz se projetaria facilmente aos ouvidos da marinheira, pela forma como algumas vezes o rapaz desviava o olhar ou mesmo pela forma como suas mãos e lábios tremeriam enquanto falava com ela, seu pequeno “ teatro” de passar-se por alguém que tinha facilidade e confiança poderia ser notado pela mais inocente criança e era notável o esforço do rapaz para tornar aquela conversa interessante, por mais que fosse claro que ele não tinha pista alguma que a máscara ao qual  debilmente tentou vestir, mais lhe atrapalharia do que ajudaria, provavelmente. Quase como alguém que esperava um grande prêmio, com seus grandes olhos azuis mantinha-se focado na marinheira e caso houvesse alguma pequena atenção dada a ele naquele momento, como recompensa, lhe daria uma informação que talvez ela não tivesse que poderia lhe ser interessante.

-Eu sou Sorachi Kaito, mas pode me chamar só de Sora! Qual seria seu nome? Bem vou te contar algo bem legal que talvez você não saiba, você já ouviu falar sobre o Calm Belt? É a rota que tomaremos que é “exclusiva” ao governo, a marinha e claro aos afiliados a eles, sabe o motivo? Bom, você já ouviu falar sobre o que é um Rei do mar? Esse é uma rota repleta deles e sem um barco especialmente preparado… NHAC, você vira comida na hora! Dizem que sempre é possível ver algum bando pirata ou algum navio sem um navegador que acaba  levando ao infeliz destino dessa rota mas o fim sempre é o mesmo, bem legal né? Talvez possamos ver um ou mais deles quando adentrarmos o Calm Belt, apesar que como estamos viajando pela noite teríamos de forçar um pouco a vista. O que acha de me acompanhar para observar o Mar?

O jeito de lidar com a própria timidez do rapaz talvez fosse a mais incomum de todas, afinal parecia que falar era o seu mecanismo de escape para o próprio nervosismo e isso poderia fazer com que se passasse a idéia tanto de que ele não tinha realmente uma dificuldade em se socializar para aqueles que eram mais sociáveis mas, para qualquer pessoa que pudesse saber como é ter esse tipo de barreira, através de seu tom de voz que misturava o ânimo com  o nervosismo e pelos inúmeros gestos com as mãos para dar imagem as suas palavras, destacavam-se em especial a forma como ele simulava com os braços a mordida de um rei dos mares junto a onomatopéia, talvez fosse considerado excêntrico naquele momento em que tentou aproximar-se de uma pessoa que lhe atraiu o interesse, talvez até mesmo esquisito mas, o jeito como ele se esforçava e até mesmo era desajeitado nessa interação poderia fazer com que fosse fácil de rir junto, dando a ele um tom que talvez não houvesse algo de ruim em aceitar sua oferta, talvez até pudesse dar boas risadas e talvez ver algum rei dos mares já que logo entrariam no calm belt? Qual seria a decisão de Daisy frente ao pomposo rapaz?

Jinne

Para a pequena, diferente dos demais que passariam pela assustadora floresta, era o famoso cenário de uma história de terror onde poderia parecer que alguém poderia surgir de uma das moitas a qualquer momento e diferente dos demais, estava preparada para não só se proteger como para agir no caso de algum ataque surpresa ali, chegando a inclusive andar com suas mãozinhas fechadas em forma de punho, um sentimento que talvez fosse muito mais divertido caso todos tivessem o mesmo cuidado e com isso poderia se ter a certeza, em um cenário de uma história de terror sem dúvidas a marinheira ou seria a protagonista a sobreviver ou por ser a única a estar realmente preparada, ser a primeira a sumir, para que o clima de terror possa existir, de toda forma tudo não havia passado de uma pequena paranóia ao qual um dia poderá se provar muito útil. Quando chegou próxima de embarcar, havia notado o homem que apresentou-se como Tenente Walker, e a quebra de expectativa era bem grande, pois o rapaz tinha um semblante bem novinho e talvez até magricela se comparada a imagem de homens mais velhos e barbudos que poderiam ser seus superiores. Mas um detalhe lhe chamou muita atenção esse detalhe havia sido a tatuagem que o seu superior tinha no rosto, lembrando-se do inimigo/amigo de Teiko que tinha  uma tatuagem de um escorpião vermelho no pescoço, um detalhe ao qual provavelmente só ela lembraria e isso a fez perguntar ao homem sobre a sua tatuagem, em um primeiro momento, seria possível vê-lo resistir um pouco a idéia, quando sua expressão tranquila tomou um semblante um pouco mais sério, enquanto ele levou uma das mãos ao rosto, enquanto novamente olhou para a garota com os olhos brilhando, cheios de ânimo com a sua pergunta, respirou fundo e abaixou a própria mão, antes de poder respondê-la com um sorriso.

-É uma marca, na verdade uma tatuagem que eu acabei recebendo quando era mais novinho, não foi exatamente por uma opção minha mas, se há algum significado talvez seja algo como “ propriedade” ou algo do tipo, nunca pensei muito afundo sobre mas, por qual motivo não poderia? Eu não saberia te recomendar alguém que pudesse fazer isso já que eu acabei adquirindo um medo maior de agulhas do que seria bonito admitir, se você tem algo que se orgulha ao ponto de querer marcar em sua pele, eu a incentivo a correr atrás disso quando tiver a oportunidade… Só devo avisá-la que não é a mais agradável das sensações, pelo menos no rosto não é.


Apesar a forma gentil como seu superior havia a tratado, era claro pelo seu tom de voz que talvez não fosse um assunto que ele pensasse muito sobre, talvez justamente por ser um tópico mais sensível, em especial pelo significado ao qual ele atribuiu a tatuagem que talvez não houvesse maldade o suficiente naquele momento para que a pequena pudesse já interligar ao que ele se referia totalmente, o Tenente esperou que a mesma acabasse deixando de passar por sua viagem nos próprios pensamentos, para que logo após ela pudesse embarcar e pedir para que se recolhesse a ponte de embarque, se dirigindo a uma das portas que haviam próximas de onde estava acontecendo as festividades, seguindo por um longo corredor, até que se pudesse perdê-lo de vista.

A música chamaria sua atenção, era completamente diferente de suas experiências anteriores mas, mais do que isso a dança havia sido o que mais havia atraído seus pensamentos, aproximou-se mais e até tentou repetir seus movimentos, de uma forma que era completamente desengonçada e muito diferente da graça apresentada pela dançarina, que notando em algum momento a  pequena de cabelos rosados, logo acabaria tendo um sorriso no rosto, como se tivesse se cativado pela tentativa da mesma em imitar seus movimentos, passando para movimentos e passos ainda mais ousados e chamativos, quase que hipnóticos. Em um momento para fazer um pequeno intervalo a dançarina  acabaria sendo perguntada por Jinne que tinha um imenso interesse em aprender mais sobre a dança e até mesmo sobre onde ela havia aprendido tão exótica dança, animadamente a ruiva lhe responderia.

-Não é a minha primeira vez fazendo uma viagem para a Grand Line, na verdade é essa a minha origem, eu venho de uma ilha chamada Alabasta, já ouviu falar? É uma ilha de clima desértico e de uma cultura muito grande, muitas das especiarias usadas hoje pelos cozinheiros, inclusive tiveram sua origem lá, então sem dúvidas todos devem saborear um pouco mais de nossa cultura, tanto pela música, por minha dança e até pela comida! Bom, eu adoraria te ensinar, Sou Dalilah e você?

Após um longo tempo de aprendizado, aos poucos Jinne poderia se dizer confiante que poderia com a mesma maestria de sua mestra repetir os passos, mesmo com a movimentação do navio e sentia-se profundamente grata ao ponto de pular e abraçar a ruiva, que como um gesto de carinho, pela mesma proporção tentou retribuir usando uma das mãos para lhe dar a mesma sensação de afeição. A despedida de ambas aconteceria logo depois com um aceno de mãos, em algum outro momento talvez durante a viagem pudesse conversar mais, tudo dependeria das escolhas da garota em suas futuras ações. Seu próximo rumo seria  procurar pelo Tenente Walker, caminhando pelo navio com um sorriso enquanto pensava nas aplicações que a dança poderia ter até mesmo no combate, não levou muito tempo até que pudesse ver uma seta em uma das paredes indicando a sala do comando, onde Walker havia entrado mais cedo, ao vê-lo poderia notar que a sala tinha algumas cadeiras, diversos materiais de navegação como mapas e bússolas e até mesmo alguns poucos papéis e canetas, havia uma mesa próxima a cadeira onde destacava-se um bule de chá e algumas xícaras, ambos brancos e com detalhes floridos. A frente dele, havia um balcão de madeira, com algumas plantas que provavelmente poderiam ser usadas para fazer chá. Quando o tenente a notou, com sua pergunta que para ele era algo bem diferente, já que nunca havia lidado anteriormente com uma tontata, responderia com um sorriso com um sinal de afirmativo com a cabeça ao balançá-la para cima e para baixo, se prostrando e oferecendo a própria mão para ajudá-la, caso ela aceitasse a sua gentileza, do contrário deixaria Jinne livre para escolher como o faria. Se ergueria após a pequena moça estar em seus ombros, enquanto era possível ver que ele estava bem pensativo em relação a resposta sobre Emeigh.

-Bom, eu nunca estive lá de verdade mas, eu sei sobre algumas coisas, é um cenário de disputa pelo poder e um lugar que precisa muito de boas pessoas para que a população possa ver alguma melhoria, ao que chegou ao meu conhecimento o cenário que já não era muito agradável se tornou ainda pior depois de um bando pirata conhecido como as quatro calamidades ter atuado de forma a desequilibrar ainda mais as forças que ali haviam, tendo até mesmo agora um culto a uma deusa da Morte… Céus, como alguém pode cultuar algo tão terrível?

Diria o jovem tenente, debruçando uma das mãos sobre o balcão à sua frente e quando o fez, seria agora possível ver ficar levemente pendurado um colar prateado, com uma trava em forma de coração, algo que talvez Jinne pudesse ficar curiosa sobre por um tempo, enquanto continuavam a conversar, o tom de voz do rapaz era um pouco apreensivo, mas continuaria disposto a prosseguir com a conversa.

-Bom, eu estou na marinha a um ano, é surpreendente que você possa ter ascendido de posição tão rapidamente, eu não dúvido que muito em breve você possa estar em salas de reunião junto a outros tenentes e capitães ou até mesmo comandando um navio, é uma idéia divertida de se pensar.

Diria o rapaz com um sorriso bem leve no rosto, inclusive inclinando-se levemente a frente, de modo que não poderia desequilibrar a marinheira em nenhum ponto. A curiosidade quase infantil da garota era algo que o faria sentir-se confortável em conversar, talvez até mesmo pela sensação boa ao qual ela era capaz de lhe passar, quanto aos Belmonts, mostrou bem pensativo em relação a isso, antes que pudesse responder apropriadamente.

-Bom, os Belmont são uma família que realmente tem um grande destaque, em minha memória eu não posso lembrar muito sobre esses nomes que não seja sobre eles serem capazes de causar um grande impacto, todos eles, sem exceção, ao mesmo tempo que ouvi sobre feitos heróicos, soube também sobre um vice almirante que teve dois filhos que carregam fortemente o lado da revolução junto a um bando conhecido como Red Legion, que tem causado muitas mudanças por onde passaram, peço desculpas por talvez lembrar mais sobre um dos lados, eu ainda sou relativamente novo na marinha.

Concluiria o tenente que levou uma das mãos a cabeça coçando levemente meio sem jeito. Enquanto ele  respirou fundo para responder a última pergunta talvez acabasse revelando muito mais, talvez até mesmo pela necessidade de colocar um pouco disso pra fora. Naquele momento pegou o colar que estava em seu pescoço e colocou sobre o balcão em meio às folhas e o abriu, lá seria possível ver a foto de uma garota de idade similar ao Tenente em meio ao colar.
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-Bom… Você havia perguntado sobre a tatuagem, certo? Bom… O motivo de eu ter entrado na marinha e o motivo que carrego essa marca comigo, foi porque tanto eu quanto a minha irmã mais nova fomos capturados por um grupo de tritões que acabaram nos tomando como “propriedade”... Bem a marca que hoje carrego no rosto é justamente algo usado para diferenciar os escravos daqueles que tinham alguma autonomia no navio e bem… Não havia humanos que não tivessem a mesma marca e minha irmã, Lee teve também a mesma marca mas felizmente, eu consegui juntar trabalhando na marinha por tempo o suficiente para que eu pudesse pagar um médico para que pudesse retirar essa marca dela e bem… De certa forma eu quero evitar que mais pessoas passem pelo mesmo, e esse é o motivo pelo que eu luto… E você, qual o seu motivo?

Perguntaria o tenente em meio a sua história carregada de uma forte emoção pela sua voz, esperando pela resposta da mesma, enquanto ainda estavam ali na sala do comando, como prosseguiria agora Jinne?




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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 2 EmptySab 21 Jul 2018, 16:19

- Esta é uma indagação cabível e adequada, jovem dama. – Afirmaria para a diminuta figura humana diante de mim, parando por um segundo para escutá-la por, a principio, ter pensado que havia me procurado para clamar por algum tipo de socorro. Mesmo após atentar-me ao fato de que tudo o que queria era debater e trazer a tona alguns questionamentos, não a ignoraria. Era compreensível que mentes subdesenvolvidas ficassem pasmas e inundadas de questões ao se depararem com uma figura de puro poder e resplendor. – Minha elevada estatura se deve ao fato de que o poder que habita em mim é tão exacerbado que extrapola as dimensões físicas convencionais da anatomia humanoide. Dando-me proporções além das comumente vistas. – Esclarecida a primeira interrogação, voltaria a minha ronda, dessa vez à passos curtos e lentos, para que a pequena tivesse a chance de acompanhar-me ou, ao menos, seguir o meu encalço.

– Um mágico? Bem, de fato, creio que mentes mais simplórias poderiam enxergar um poder como o meu, como sendo um acontecimento anti-natural e milagroso, tal qual a magia o é. Todavia, lhe asseguro de que não sou um arcano, de modo algum. Note que, por exemplo, se um magico utiliza de seus “poderes” para fazer um truque onde parte uma pessoa ao meio, na realidade ele não o fez e a assistente, antes esquartejada, termina o truque viva e bem. Eu, por outro lado, quando faço uso de meu poder para partir uma pessoa ao meio, ela permanece nesse estado para sempre e perece instantaneamente. – Diria para a garota de tenra idade, enquanto avançaria pelo convés, mantendo minha patrulha da festa. – Por fim, em minha zona natal apenas meus falecidos pais e mais alguns escassos marinheiros tinham uma estatura similar a que tenho hoje, embora eu duvide muito que tivessem um poder de nível próximo do meu.

Discursar para aquele filhote de humanos me fazia lembrar-me de quando eu mesmo, ainda uma jovem e inocente criança, com meus 18~19 anos, ouvia atentamente as palestras de meu pai a respeito do poder e honra dos gigantes era, sobretudo, algo agradável de fazer. Não havia assunto mais apreciável e interessante do que EU, de fato. Tão logo a primeira leva de indagações era suprida com respostas cabíveis, a segunda vinha trazendo a tona mais questionamentos daquela pequena e impressionada mente. – Com o escudo? Não diga tolices, jovem dama. Não lesiono ninguém através do uso do escudo. Derroto malfeitores ao obliterar seus crânios e corpos com um poderoso machado ou martelo, mas, sobretudo, com machados. – É importante deixar esse tipo de coisas claras para crianças nessa idade, foi o que aprendi com meu pai. – De forma geral, sobra pouco daqueles que eu venho a derrotar, por isso não realizo muitas prisões. Como oficial devo me policiar quanto a isso e medir melhor o uso da força. – Respondendo essa pergunta levaria uma das mãos ao bigode, fazendo uma “pinça” com os dedos indicador e polegar, torcendo e girando a ponta da pelugem de leve, pensativo sobre como deveria me portar dali em diante ao me deparar com oponentes demasiadamente frágeis perante meu poder absoluto. Não seria bom ser acusado de “uso excessivo da força” quando todos os meus golpes já possuem força excessiva. – Oh, que descuido o meu, acabei por esquecer de me apresentar, lady Camila Daniela. Chamam-me de Escanor, Giorgino Escanor, para ser mais exato. O mais forte dos homens. É um prazer conhece-la, milady. E, se meu nome já teve algum significado antes de me ser dado, não sei dizer qual era, mas lhe asseguro que agora que é associado a minha imagem, deve significar algo esplendido e imponente. Estou certo de que o departamento editorial do dicionário de nomes deve ter sido notificado sobre meu batismo e, posteriormente, meus feitos, para fazerem as alterações apropriadas. Porem, dada a origem de vosso nome, não seria mais apropriado lhe terem nomeado “Cármiela”?

Prosseguiria em minha ronda, ainda atento as palavras da jovem que me acompanhava e entrevistava. Quando ela sugeriu que brincássemos, logo me recordei das singelas tardes que passei brincando com meu pai nas dependências do G8, seria extremamente agradável poder reavivar tais memorias ao entreter a pequena dama com a brincadeira. – Brincar convosco, milady? Ficaria encantado em fazê-lo. Que arma irás utilizar? – Mas logo me desapontei ao notar que a brincadeira de que falava não era relacionada a combate ou treinamento, como fazia com meu pai. “Essa geração está perdida, percebo agora”. O que lady Camy desejava era simplesmente ser elevada até uma altura semelhante a minha, aparentemente era essa a ideia de diversão das crianças nessa nova era. – Pois bem, jovem dama, queira segurar-se bem firme. – Dado o alerta, levaria a mão direita até a pequena, fixando-a ao redor de seu tronco de maneira gentil e delicada, erguendo-a até a altura do meu pescoço, onde a posicionaria atrás da minha nuca, as pernas por sobre os músculos dos ombros, esperando que ela mesma se segurasse em minhas orelhas ou cabelos antes de soltar e deixar que permanecesse firme naquele ponto por si só, voltando a abaixar a mão e deixar o braço paralelo ao corpo. – Permita-me conduzi-la através de um tuor pelo convés do navio, da proa a popa, jovem dama, Lady Camy Dany.

Tentaria circular pelas dependências da superfície do navio, tentando tornar interessante aquela brincadeira que ao meu ver era um tanto tediosa para uma criança. Essa é apenas a visão de que disponho toda a vez que abro meus olhos, qual a graça nisso? Considerando sua segurança, não avançaria muito depressa, visando minimizar as chances de queda da senhorita, guiando-lhe até a parte traseira do navio, chegando perto da borda para que pudesse olhar o mar, antes de cruzar o convés, também perto das laterais para que tivesse as chances de ver as aguas, até chegar a parte frontal da embarcação, onde o passeio por fim terminaria. Deixaia-a observar a paisagem do meu ponto de vista por mais alguns instantes antes de anunciar que já bastava. – Devo levar-lhe de volta aos seus responsáveis. Onde estão seus pais? Indique-me a direção. Seguirei vossa liderança, somente dessa vez, Lady Camy Dany. – Daria-lhe a oportunidade de me “pilotar” por um tempo, e me conduzir até seu pai ou mãe, ainda sobre meus ombros. Quando estivesse próximo aos responsáveis pela criança, lhe desceria e devolveria aos pais, visto que deveria voltar a meus afazeres o quanto antes.

Se em qualquer momento da “brincadeira” sentisse que a jovem garota estava prestes a cair, levaria minhas grandiosas mãos até ela, lhe acolhendo antes que se chocasse contra o chão de madeira ou fosse de encontro as aguas do oceano.






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Ganhos: Patente Sargento; Escudo de Corpo
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Ferimentos: Corte diagonal profundo de espada nas costas, do lado direito da cintura até o ombro esquerdo; (10/10 posts para Cicatrizar)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 2 EmptySab 21 Jul 2018, 21:06


Mesmo que meu foco estivesse quase totalmente voltado ao cumprimento da missão, parar por um pequeno momento para comer e beber um pouco além de apreciar visualmente aquela festividade não soava como uma má ideia e assim resolvia dar uma chance de participar daquilo ali, mesmo que bem discretamente, apenas observando de início e posteriormente me servindo um pouco com alguns petiscos. Era curioso o modo como aquelas pessoas dançavam e a música apesar de não me ser familiar acabava por deixar o ambiente ainda mais alegre e esfriar um pouco a cabeça e curtir aquilo ali acabava me fazendo bem, já que mesmo sendo alguém muito dedicada, eu sabia da importância de alguns momentos de descanso.

Dentre as várias coisas que podia perceber naquela festividade, uma me chamava a atenção. Tratava-se de um rapaz que que com uma lata de suco na mão, mostrava-se estranhamente mais alegre do que os demais, como se aquela bebida, mesmo não sendo alcoólica, estivesse o deixando alterado. ''Tsc... mas que idiota...'' Pensava de início. Eu não conseguia entender o que o levava a agir daquela forma e me recusava a acreditar que ele realmente acreditava que alguém estivesse sendo enganado por sua péssima atuação e para piorar, esse mesmo sujeito resolvia puxar assunto comigo.

-Sim... Respondia a sua primeira pergunta, esperando que a conversa parasse por ali, mesmo que no fundo soubesse que infelizmente teria de aguentar um pouco mais. Ele falava sobre os planos dele e de sua família, algo que de início não me agradava, mas conseguia ver sentido já que de uma forma ou de outra, pessoas precisam sobreviver e infelizmente alguns encontravam uma forma de lucrar ao se aproveitar das necessidades de outros e ainda o ouvia questionar sobre o meu tempo de cargo. -Não estou a muito tempo, mas sobre o que você falou... não acha que é um pouco injusto? Digo... pessoas precisam de suprimentos médicos e fornecer isso é algo legal de sua parte, mas acha mesmo que estão fazendo o certo em fornecê-los a todo mundo mesmo que uma dessas partes possa se tratar de pessoas más? Eles podem estar prejudicando civis e inocentes que podem nem ter mais condições de adquirir estes suprimentos, enquanto que as pessoas ruins podem simplesmente usá-los para causar ainda mais problemas a pessoas de bem. Eu realmente não faço ideia da situação política de Emeigh... mas não me agrada saber que vocês não se importam com as pessoas que precisam e estão focados apenas no lucro.

Minha primeira impressão sobre o rapaz apenas se reforçava após ouvir suas primeira palavras e não me agradava nem um pouco a forma que ele enxergava essa parte dos negócios, mas, infelizmente havia coisas que não dependiam apenas de mim e pessoas infelizmente são seres que estão quase sempre focados no próprio umbigo.

O rapaz por sua vez insistia em continuar a conversa se apresentando e contando sobre o Calm Belt algumas das coisas que eu já tinha ouvido falar na Escola de Navegação e ao final me convidava para observar tudo isso com ele. -Não, é obvio que eu não vou ficar aqui com você. Como eu disse, não vejo com bons olhos pessoas com pensamentos tão egoístas como você e sua família. Infelizmente sou obrigada a fazer a escolta de pessoas como vocês, faz parte da minha profissão e vou fazê-las a contragosto. Por isso que minha ambição é chegar a uma posição dentro da marinha em que eu possa mudar coisas como isso. Há muita gente que precisa mais nós e que mereciam muito mais a nossa proteção do que sujeitos como vocês. Naquele instante começava a me mover para longe dele, deixando-o lá, já que sua presença não me era nem um pouco conveniente, mas, assim que tomasse alguns metros de distância pararia para falar algo que já me incomodava a um tempo. -E a propósito, não dá pra ficar bêbado tomando suco. Você é um péssimo ator. Indagava, sendo mais uma vez vencida por um de meus pontos fracos que era a sinceridade excessiva.

Naquele instante tentaria apenas me afastar e continuar observando as coisas a nossa volta, já que meu objetivo principal era o de garantir a segurança da embarcação até que chegássemos a nosso destino e mesmo não gostando de todos que eu deveria proteger, eu estava determinada em levar a sério o cumprimento da missão. Se ficasse tarde e eu me sentisse cansada, tentaria anunciar ao tenente que iria descansar e me recolheria a um dos aposentos destinados a marinha, onde tentaria fazer um breve descanso até que amanhecesse ou fosse necessário que levantasse devido a alguma possível emergência.

OFF: Mais um dia em que nada na minha vida dá certo, mas queria ao menos postar para não atrasar a aventura. Desculpa não me focar em todos os detalhes que você está oferecendo no post, a cabeça não anda boa pra postar.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 2 EmptySeg 23 Jul 2018, 01:51

Dança no navio #4






O homem que encontrava depois do caminho me dava uma resposta interessante, bem realmente fazer uma marca no rosto deve doer muito, talvez não tanto assim… nesse momento daria uma leve pancada no rosto com minha unha, isso pra simular a picada, afinal seria interessante imagi.. Ai… Alisaria o local que bati com a unha nesse leve instante… E é eu agora eu posso dizer com plena certeza que posso fazer uma nota oficial, tatuagem na cara não é uma opção nem de longe boa. E nunca mais danar a unha no rosto. Isso foi uma ideia ruim, muito ruim. Caminhando pelo barco ainda havia mais algo a chamar a atenção a música, a dança e a mulher que me ensinava, aparentemente uma moça gentil, que trazia muito consigo, mas no fim das contas a fala da mulher me trazia mais interesse até do que deveria, era alguém que tinha visitado os mares da grand line, alguém que nasceu lá conheceu dos bons e maus manjares talvez, ou não, bem acho que minha mente já produziu coisas demais. Nesse momento responderia ao que ela me perguntava mas no início de tudo começaria pelo meu nome.

Eu sempre adorava quando precisava me apresentar, pois aquilo lembrava do meu pai, e me lembrava das coisas que ele me contava, era nostálgica a sensação de pensar em algo assim, mas sem muitos mais devaneios, apenas começaria falando. - Eu me chamo Jinne Belmont, bem eu nunca visitei a grand line antes, eu acho que era muito nova pra isso hihihi. Mas meu pai já esteve lá, bem eu já cheguei a ler o nome Alabasta mas não sei muito sobre, como era lá? Era divertido? Eu achei a dança bonita, e as roupas também, eu fiquei na dúvida se seria legal pedir pra aprender sobre na verdade, mas não me contive, eu sempre achei essas coisas interessantes.- Nesse momento eu pararia por alguns instantes esperando que ela me respondesse, não que fosse completamente necessário uma resposta mas, estava ansiosa, meus dedos dos pés inquietos mostrariam isso, praticamente dedilhando o solo, enquanto as mãos se juntariam na frente do corpo balançando levemente para os lados. Após aquilo a dança se seguia cada segundo do aprendizado e a garota me era gentil, mas o melhor momento era o abraço, que saudade eu tinha de abraçar alguém assim, era uma sensação de calor, e aconchego sem igual sentir um abraço ser retribuído daquela maneira, aumentava a saudade de casa, quando isso era algo diário.

Depois dali apenas acenando eu finalmente encontrava Walker, a sala dele era bem mobiliada para um barco, até mesmo tinha uma chaleira, talvez fosse o poder da patente alta… Bem eu queria um bule de chá, ter algum comigo o tempo todo, pra quando eu tivesse sede não seria ruim, eu nem mesmo me lembrava perfeitamente, a última vez que tinha tomado uma bebida quente, fosse chá ou qualquer uma assim, normalmente sempre bebia sucos gelados, e umas poucas vezes me ofereceram cerveja, mas essa não conta muito, por que ela esquenta por dentro, mas será que ela seria uma bebida quente ou gelada? bem de todo modo essa não era a pergunta da vez, talvez no fim da conversa eu pudesse questionar isso. Ele começava a me contar um pouco sobre Emeigh, uma ilha completamente caótica eu diria, talvez um tanto quanto estranha, guerras? destruição, e calamidades? homens que cultuavam a Deusa da Morte. Era algo do tipo que nunca tinha ouvido similar, nem mesmo nos livros que eu lia tinha algo assim, às vezes nem perto disso.

Mas nesse momento algo ainda mais forte me chamava atenção, no momento que ele simplesmente parava se debruçando, bem o colar que era ali exibido era completamente novo, eu queria perguntar mas me seguraria por enquanto, apesar de às vezes a minha atenção ser roubada da voz dele indo para o pêndulo do colar. Aquilo ia me torturar por alguns segundos, na verdade eu acho que eu vou explodir, tudo que ele contava era interessante, mas ao mesmo tempo, o colar era tão chamativo, o que fazer da minha vida senhor? pergunto, deixo fluir por querer ouvir mais? Socorro, eu preciso de uma decisão, respiraria fundo nesse instante esperando que ele continuasse a história fazendo mais perguntas sobre ela, enquanto tudo prosseguia. O homem estava a muito tempo na marinha, e isso me dava um certo olhar de admiração para com ele, afinal devia ter ralado para chegar aonde ele está.

Agora depois desse detalhe, havia algo que me fazia ver que valeu a pena esperar no momento em que ele falava dos Belmonts, bem meus olhos automaticamente voltariam a entrar em chamas, as informações que ele passava, acendiam aquela chama lá no fundo do peito, eu queria ouvir mais sobre aquilo agora, mas algo me chocava, Belmonts revolucionários? Isso era uma novidade, onde eles estavam? E por que seguiriam a revolução? maldade dentro deles? Ou serem corrompidos pelo mundo? Bem eu ouvi pouco sobre revolucionários, mas acho que eles sempre foram do outro lado da curva e… Sabe, o que aquela marinheira, Daisy me disse, bem, todos merecem uma segunda chance, uma redenção… Eu as vezes acho bonito pensar desse modo, mas me pergunto, no campo de batalha onde se mata ou se morre, como ela agiria? Tantas perguntas, meu coração naquele segundo apertava, porque lembrava do fim que quase teve Marge em Shells Town, justamente por ter um coração puro, foi enganada naquele segundo, e levou um tiro no pescoço. A tensão de enfrentar aqueles tritões… É… As coisas não foram boas ali.

Mas antes que eu perdesse completamente o que estava na minha cabeça, a recompensa por ser uma boa menina vinha logo em seguida, meus olhos brilhariam quando ele tirasse o colar, e rapidamente a boca seria preenchida de saliva. A curiosidade era completamente renovada, mas não era apenas o colar, o homem tinha toda uma história por trás dele, por trás daquela cicatriz. Meu rosto que estava cheio de empolgação era tomado lentamente por uma feição mais triste que me fazia questionar o quanto o mundo pode ser cruel, o quanto as coisas podem dar errado e qual o limite do ser humano? Tratar alguém como propriedade? como gado? eu não vejo como a crueldade pode surgir tão forte assim no coração de alguém, uma lágrima descia levemente pelo meu olho esquerdo, mas levaria a mão até ele o limpando, e logo diria. - Moço, desculpe… Senhor, a cicatriz ainda dói, eu nem sei como deve ter sido terrível eu… me desculpa ter perguntado, ou parecido insensível antes.- E nesse momento abraçaria o pescoço dele… é não podia dar um abraço muito bem, mas ao menos isso eu podia fazer, e levemente beijaria a bochecha dele. - Eu sei que vai tudo melhorar algum dia, eu ouvi algo assim uma vez “Beija que ajuda a sarar” meu pai dizia que beijos são pra curar cicatrizes no coração.- diria isso antes de explicar o que eu tanto almejava, apesar de ter me sentido ainda menor quando ouvia a história dele, eu não tinha uma grande história pra contar, eu tinha apenas, um coração com coragem e vontade.

Mas mesmo assim seria injusto de minha parte não responder honestamente a ele, e era exatamente isso que eu faria, respirando fundo pra retomar minha coragem passaria a explicar. - Eu entrei na marinha por que eu sinto vontade de proteger as pessoas, eu não sou lá o exemplo de força mas, eu sempre quis ser alguém que pudesse salvar ao menos aquilo que está nas minhas mãos. Eu sempre soube que parece engraçado quando eu digo isso, mas… Eu nunca quis acreditar no que as pessoas me diziam, nem nas risadas pelo meu tamanho, eu sempre achei que um dia eu posso chegar no topo, e quando eu estiver lá, eu vou agarrar o mundo com meus braços, e proteger cada pessoa que eu puder, lutar pela paz e fazer com que ela seja real. Não sei o que eu preciso na realidade pra completar tudo isso, mas acho que comecei no caminho certo.- Um sorriso novamente tomaria conta do meu rosto quando terminasse de falar e nesse momento era hora de realmente deixar que o homem trabalhasse, pelos papéis e toda a situação eu devia ter tomado muito tempo dele. - Desculpa ter tomado tanto tempo Senhor, eu, bem, acabei me empolgando, e obrigada pela conversa, espero que a gente tenha mais tempo pra conversar depois, nos vemos mais tarde.- Nesse momento acenaria para ele ainda ali, descendo do ombro para a mesa e da mesa pulando diretamente no chão, sempre usando de acrobacias para amortecer a queda, girando por cima do ombro na hora que pousava. Terminando o giro, saia ali novamente da sala dele, onde ainda guardava dentro do peito um pouco das memórias do que conversamos, entretanto saindo ali era hora de explorar o barco.

Inicialmente eu ia para onde ficasse o timão, eu gostava de ver pessoas pilotando barcos, e talvez tivesse alguém por ali, eu me aproximaria do lugar e caso visse, alguém na zona de comando, caminhando até ele, puxaria a barra da calça chamando devagar a atenção. - Boa noite moço, você quem é o responsável por dirigir o barco?- Perguntaria pra ele com a carinha curiosa já ativa naquele momento, eu queria saber de algumas coisas que me podiam ser interessantes, as vezes me imaginei pilotando algo como uma asa, ou máquina voadora, algo que me fizesse planar, seria muito interessante, apesar de que… Bem, vento nos olhos não é nada fácil de se lidar… hmm.. deveria existir algo pra parar algo assim, mas não era hoje que poderia encontrar algo, teria que ser prático e útil, de todo modo aquela era apenas a primeira pergunta e se ele me fosse receptivo questionaria mais um pouco. - Mas me diga, a quanto tempo você navega? é sua primeira vez indo pra grand line?- perguntaria sempre com esse mesmo modo um pouco curiosa, e observando o que ele dizia, além de é claro tentar sempre ver o horizonte à minha frente e no fim das contas bem… eu pediria algo. -Senhor posso subir no seu ombro pra ver melhor lá na frente? Eu queria ver mais do que está acontecendo, eu poderia ir pras laterais do barco mas… Eu queria ver da visão do piloto como é o mundo a frente, eu sempre tive essa curiosidade da sensação em si que isso passa.- olharia com aqueles olhinhos pidões, meus pés estariam inquietos e o direito estaria apenas com a pontinha no chão com o calcanhar batendo em minhas panturrilhas enquanto mantinha as duas mãozinhas juntas no centro do corpo.

Se ele me permitisse, eu subiria rapidamente pela roupa dele, ou se se oferecesse pra me levantar aceitaria, do ombro dele contemplaria a visão que me pudesse ser permitida, olharia tudo em volta agradecendo ele por a gentileza. - Obrigada senhor.- falaria enquanto meu coração aos poucos acelerava, eu estava feliz de sentir algo assim, meus olhos se enchiam de determinação, e claro de felicidade, era como uma criança ganhando seus brinquedos de aniversário naquele momento, conhecer coisas novas era um presente dos céus para mim. - Senhor você sempre vê essas coisas incríveis? A visão é sempre assim?- estava completamente empolgada com a situação, eu não sentia a algum tempo uma coisa como essa, era como ver o mundo tão grande a minha volta crescendo mais diante dos meus olhos. Me manteria mesmo assim atenta a movimentação do barco se em qualquer momento sentisse alguma turbulência agarraria mais forte ou em alguma lateral caso acontecesse enquanto ainda estivesse no chão, ou na roupa do capitão do barco se estivesse já no ombro dele, firmemente fechando os punhos no ombro da roupa.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 2 EmptyTer 24 Jul 2018, 03:13

The Justice Stair




Gino


Conversar com a criança, poderia lhe trazer um sentimento bom e nostálgico que o lembrava de si mesmo, quando ainda era uma jovem criança por volta de seus dezoito anos, lembrou-se de seu pai e de suas palestras e de como era a ele prazeroso poder aprender mais sobre os valores de honra e poder de um gigante sendo algo que na época havia sido uma boa lembrança. Não era o mais interessante dos assuntos, mas como havia algum assunto de ser  mais interessante do que o próprio e magnânimo gigante? Talvez a inocência infantil da criança que lhe acompanhava pudesse se mostrar absurdamente agradável, pois não havia melhor tópico para se conversar do que a si mesmo haviam coisas que para o rapaz pareciam muito claras, em especial pelo seu tipo de criação e a própria pergunta sobre o escudo aplicando um tom realista, seria possível ver que fosse por não compreender por completo o que o rapaz dizia ou por atribuir a uma imagem heróica, impressionava-se com a idéia de que estava em um mesmo barco de alguém que não tinha um obstáculo a altura, algo que poderia ter lhe lembrado de algum herói de alguma história que ouviu um dia, e isso deixava o sorriso em seu rosto bem presente.

Talvez pela própria admiração ou simplesmente por sua inocência a garota tinha uma fé absurda nas palavras do gigante, levando a sério tanto o título auto-proclamado de homem mais forte a sério, como também imaginava o quanto era incrível que um nome ganhasse um significado através de uma pessoa e não que o nome por si já carregasse um. Quando Escarnor sugeriu a junção de seus dois nomes em um, era impossível para ela não concordar com a cabeça alegremente, era uma lógica implacável que a garota tinha de aceitar.

Havia uma felicidade sem igual na garota, quando o gigante havia concordado em brincar com ela,  para Giorgino era  uma boa memória que vinha do G8 quando brincava com o pai, apesar da idéia de brincadeira que ele tinha era bem diferente do que uma criança normalmente tem, já que assimilava-se muito mais a um treinamento do que  ao entretenimento, não que talvez para ele fizesse alguma diferença. Frente a pergunta sobre armas, a garota apresentou confusão, como se não tivesse entendido bem o que o rapaz havia lhe dito, o que logo levou ao entendimento mútuo de que  sua idéia era que pudesse ser erguida pelo gigante, para que pudesse ver o mundo pela sua perspectiva, algo que trouxe uma decepção ao marinheiro que pensou que era algo como uma geração perdida ou pensamento similar. Ainda assim, talvez a própria alegria de Camy ali havia lhe contagiado, pois gentilmente mostrou-se que a maior parte de sua grandeza vinha de suas atitudes gentis e não do seu tamanho físico, avisou a garota para que ela pudesse se segurar e logo suas mãos poderiam envolver seu frágil tronco antes que pudesse ergue-la, frente a uma criatura tão sensível, era esse um ponto de que o autocontrole e mesmo o poder poderiam tornar-se extremamente claros, pois um simples movimento de suas mãos era capaz de ferir, se não fosse bem cuidadoso e felizmente para ambos, ele era. Rapidamente a garota poderia ser colocada sobre a sua nuca, de modo que suas pequenas perninhas acabariam ficando sobre o músculo de seus ombros, para que pudesse se segurar a pequena criança, debruçou-se um pouco de modo a encostar a parte da frente de seu corpo um pouco mais sobre os cabelos do marinheiro, de modo que ela pudesse com seus pequenos braços, tentar segurar-se pelo pescoço do gigante, como um abraço onde dificilmente poderia fechar ambos por completo ali, mas teria estabilidade. Quando o fez, a garota havia esquecido sobre o pirulito e este acabava caindo no chão sem que ela pudesse dar falta.

O gigante havia lhe fornecido um tour completo pelo navio e era possível para ele ver o quanto de alegria, por mais simples que fossem suas ações eram capazes de gerar, o movimento das águas poderia pelos dois ser notado e mais adiante, ainda que distante seria possível para que Gino pudesse ver grandes portões iluminados e um grande farol, que através de sua luz era capaz de se guiar, uma estrutura montanhosa estranha também poderia ser vista, até onde estivesse escuro demais para que pudesse ver.Quando havia lhe mostrado por completo, ofereceria a oportunidade para que a garota o guiasse até seus pais e ela o faria apontando nas direções que fariam com que eles levassem um tempinho a mais para que chegassem, mas a todo momento talvez como uma recompensa era possível ouvir a risada pura da criança que com ele se divertia como nunca. Eventualmente,aproximaram-se da mesa onde haviam as festividades e dentre as várias figuras que compunham a confraternização, desta um homem com um terno vermelho, de olhos verdes e cavanhaque, com traços bem finos sentava-se a mesa ao lado de sua esposa, uma moça de longos cabelos negros, com traços finos e uma roupa com predominância branca.

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Ambos pais quando poderiam ver o gigante com a sua filha, em um primeiro momento ficavam um pouco chocados, até mesmo por nunca terem visto um de sua raça tão de perto, mas conforme gentilmente ele ajudou a garota para que pudesse descer para os braços dos pais que levantavam as mãos para pegá-la, era possível ver essa preocupação sumir de seus rostos.

-Papai, Mamãe, foi incrível! Esse moço disse que é o homem mais forte do mundo, até mesmo mudaram o significado do seu nome no dicionário sabiam? Eu quero ser tão legal quanto ele quando crescer, além disso ele me deu uma carona pelo Navio e eu vi um monte de coisas!

Dizia a garota empolgada, enquanto os pais acabavam a envolvendo em um abraço, com um sorriso no rosto e após um tempo, antes que o gigante pudesse deixar o local, o casal junto diria.

-Foi muito gentil de sua parte brincar com a nossa filha senhor, não só faz um trabalho protegendo a nós, como também é atencioso com as crianças, sem dúvida a marinha deveria ter pessoas como você como um exemplo!

Ambos acabavam enaltecendo o gigante de modo que de alguma forma havia sido reconhecido finalmente, era uma pena que não pelos superiores da marinha ao qual o faziam passar por tantas etapas, talvez faltasse visão as pessoas. Conforme afastou-se da família para que tivesse continuado sua ronda, um grande solavanco do navio então era dado, fazendo com que o rapaz pudesse talvez virar as costas para ver o que havia acontecido.




Daisy

Havia se juntado a confraternização por um momento, ainda que  pudesse estar a serviço, parecia que a noite no geral era livre para os marinheiros, teoricamente estariam entrando naquele primeiro momento em uma rota segura ao qual não corriam tantos riscos, o horário também ajudava bastante para que pudessem ter pelo menos durante aquela noite uma rotina mais despojada e mais tranquila, na mesa uma figura singular havia lhe chamado atenção, talvez muito mais por vergonha alheia do que por um bom motivo, se sua primeira impressão não havia sido boa, quando o rapaz havia aberto a sua boca, tudo pareceu ladeira abaixo, a simples idéia de alguém que fazia lucro através do sofrimento de outras pessoas lhe era incabível, ainda mais quando não parecia haver um discernimento sobre se tratavam pessoas boas ou ruins, pois ajudar quem não era bom só pelo dinheiro, só aumentaria ainda mais o número de pessoas afetadas de forma negativa, frente a realidade de como Naitlyn via o mundo, da forma como ela falou, Sora tentou explicar um pouco mais sobre sua família, mas talvez isso não ajudasse muito.

-Eu respeito o modo como você vê, mas as coisas não são pretas ou brancas, pessoas boas ou pessoas más ainda são pessoas, ainda que exista lucro, também se estende a mão a alguém ferido, o que fazem depois não é algo que se possa responsabilizar, não vou falar que é uma ação completamente altruísta, mas não somos demônios assim também.

Diria o rapaz em um tom um pouco acelerado, claramente nervoso e honesto em sua resposta, talvez o próprio modo de ver o mundo fosse muito diferente pela parte dos dois e não havia nada mais natural, pessoas são diferentes e muitas vezes isso é uma boa coisa e às vezes também é uma coisa ruim haviam pessoas que não pareciam ser merecedoras de proteção, mesmo entre os civis e inocentes, e não havia nada mais humano do que não sentir prazer em proteger alguém que lhe parecia por o dinheiro acima dos valores. O rapaz ainda  teve a determinação para que lhe fizesse um convite, que não apenas era recusado, como também  quando era dito sobre sua péssima atuação pela marinheira que afastava-se para que pudesse continuar seu trabalho o fizeram ali na mesa acabar sendo alvo de algumas risadas das pessoas que haviam ao seu redor, talvez se a garota pudesse olhar para trás naquele momento e lhe alimentasse alguma esperança de uma conversa, ele teria tentado se levantar, do contrário, ele apenas riria de si mesmo, extasiado de como havia conhecido alguém com uma moral tão imponente quanto a da garota,talvez não pudesse parecer, mas só o fato de terem trocado palavras para ele era uma conquista.

Quando afastou-se para fazer uma ronda, poderia ver ao horizonte uma espécie de portão branco, uma luz que parecia vir de um farol e uma formação rochosa bem próxima do navio, ao qual parecia uma montanha, as águas estavam agitadas e o barco ali tomaria um solavanco que forçaria  a garota a se segurar caso não quisesse cair.

Jinne


A pequena marinheira provavelmente destacava-se por sua profunda inocência e isso era mostrado até mesmo em pequenas ações, como quando tentando simular a sensação de uma agulha tivesse feito um teste no próprio rosto para ver como seria a sensação de ter o rosto tatuado, definitivamente não havia sido a melhor das idéias, mas talvez ali tivesse lhe poupado de pensar sobre isso no futuro. Sua facilidade em alcançar o coração das pessoas era algo muito grande e talvez isso pudesse vir do seu próprio modo de agir que era muito puro para um mundo com tantas maldades e talvez muitas vezes fosse também este o seu diferencial, indagada a falar mais sobre Alabasta, a dançarina com um sorriso lhe falaria um pouco mais, antes que pudesse tê-la ajudado a aprender dança.

-Bom, não temos uma agricultura muito rica mas, temos edificações muito bonitas de coloração branca e aos meus olhos pela própria natureza, o nosso povo é forte, por saber com inteligência driblar as dificuldades que a natureza trás, há coisas que apesar de ser possível de se acostumar, não são tão boas como a predominância de areia mas, até mesmo lá há lugares férteis, bonitos e mesmo que eu tenha visto só uma vez de longe, o palácio é quase como um sonho.

Completou a dançarina em um tom nostálgico e agradável aos ouvidos ao falar um pouco mais sobre a própria terra. Quando todos os processos para que a Tontata pudesse aprender a dançar haviam concluído a sensação de gratidão logo tornou-se em uma demonstração de carinho, que quando retribuída, despertou-lhe um sentimento de saudades de poder sentir isso mais vezes, a sensação gostosa de abraçar e ser abraçada, aceitar e ser aceita. Despedindo-se a garota rapidamente chegou à sala do Tenente que comandava o navio impressionando-se em como era bem mobiliada a sua sala e sem que pudessem perder muito tempo, quando menos se esperava estava ao ombro do jovem rapaz conversando. Emeigh havia sido o primeiro dos tópicos e toda a situação caótica, com guerras e destruição talvez parecessem sair até mesmo de um livro lúdico, quando se somadas a essas informações houvessem palavras como calamidades e Deusa da morte, certamente era um lugar muito estranho para se ir.


Quando Walker havia se debruçado, a curiosidade de Jinne quase havia ali a matado, mesmo que não precisasse esperar muito para obter a sua resposta, sobre o tempo em que ele atuava na marinha e através de um olhar de profunda admiração, ela poderia pensar em algo como o quanto ele teve de ralar até hoje, ainda mais se levasse em consideração o quanto em duas semanas ela já havia feito e o quanto mais poderia fazer em seu futuro. O assunto então iria para uma rota ainda mais interessante, os Belmonts e uma chama acendeu-se em seu peito com intensidade, ainda que chocada por parte deles debandarem para a causa revolucionária, considerando suas origens era difícil entender. Questionou-se se o que os levou a isso havia sido o ambiente ou mesmo a maldade dentro de seus corações, uma coisa era clara aparentemente, mesmo que não soubesse muito, a imagem que ela tinha sobre os revolucionários não era positiva e dada a sua posição, seria estranho ter outro tipo de visão.
Pensar sobre isso, a fez pensar sobre Daisy e como ela havia falado sobre chances de redenção, mas como seria isso em um campo de batalha onde é matar ou morrer? Era algo preocupante a se pensar que encheria seu coração de duvidas, antes que isso pudesse levá-lo a um aperto, quando lembrou-se de como o coração puro de Marge, havia a machucado e isso a lembrou da experiência em Shells Town com os tritões, algo que definitivamente não era bom de se lembrar.

Ser uma boa menina havia compensado, afinal sua maior recompensa ali seriam as informações e o rapaz havia se aberto com ela, contando a sua história, algo que não deveria fazer com muita frequência ou para todos, visto a dificuldade que ele tinha em alguns trechos. A empolgação conforma o tom da história foi mudando, tornou o que era alegria em um sentimento pesado devido a empatia, que a fez questionar-se como poderia alguém ser cruel ao ponto de tratar outro ser inteligente como gado? Ou mesmo como uma propriedade? A escravidão era uma realidade triste demais para se pensar e sensibilizada pelo que ouviu, deixou cair uma lágrima, que não terminou de escorrer pelo seu rosto devido a ter colocado a mão para secar. Era notável pelo movimento do rosto de Walker que ele havia a visto se emocionar um pouco e o rapaz ali tentou ter compostura como superior para lhe responder de forma apropriada, mas a reação súbita de carinho da moça, não só com o abraço como com o beijo na bochecha, rapidamente tornaram o pálido homem em alguém completamente ruborizado pelo sentimento bom que a garota era capaz de passar por suas inocentes ações, era possível ver o rapaz levar a mão ao próprio peito e um sorriso surgir em seu rosto, talvez remédios pudessem mesmo curar o corpo mas, o carinho poderia curar uma alma, e era dessa forma que o Tenente havia se sentido, era notável a todo momento que o Tenente tentou-lhe responder mas,  primeiramente ele escutou, mesmo que ela não pensasse em sua razão como tão válida como a do Tenente, era algo lindo como ela queria apesar das dificuldades ou das pessoas rirem  sobre a seriedade de seus sonhos,  proteger os outros e até mesmo chegar ao topo, não pareciam ao rapaz algo impossível para que ela alcançasse e antes que pudessem se despedir por completo, acabaria lhe falando algumas palavras.

-Obrigado por ter vindo aqui hoje, eu tenho certeza de que uma pessoa como você ainda tem muito bem a fazer pelo mundo, caso precise de alguma coisa, estarei aqui em minha sala, será um prazer conversar com você em uma outra oportunidade, da próxima poderei lhe servir um chá, se assim aceitar.


Diria em um tom um pouco travado, com o rosto claramente ainda como um pimentão, com um sorriso muito belo no rosto, não havia maldade ou malícia no rapaz, apenas havia se surpreendido positivamente.
Saindo da sala, Jinne poderia ou não ter visto naquele momento o gigante a brincar com uma criança e a visão em si poderia lhe ser incrível, apesar de que pela sua própria atenção e pela furtividade natural da garota, ele não pudesse nesse momento ter sequer percebido que esse momento poderia ser presenciado de alguma forma. Jinne seguiria pelo seu caminho, até o timoneiro responsável pela direção do navio, quando aproximou-se poderia ver um rapaz bem novinho, talvez não devesse ter mais que seus 17 anos, tinha um quepe azul e vestia uma espécie de terno branco uma gravata preta, usava calça jeans e um cinto preto, seria notável algumas medalhas, grudadas na parte do peito como condecorações da marinha, mas uma destacaria-se aos olhos  de Jinne caso ela pudesse ver mais de perto[url=[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Em um primeiro momento o rapaz não havia notado a sua presença, até que ela pudesse chamar sua atenção ao puxar levemente uma ponta de sua calça o fazendo olhar para baixo, tratava-se de um rapaz que era loiro, de traços bem finos e olhos castanhos.

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Frente a saudação da marinheira, lhe abriria um sorriso muito bonito e prontamente a responderia com certa empolgação, sem que pudesse tirar uma de suas mãos da direção.

-Boa noite mocinha!  Sim, eu sou um dos responsáveis na verdade, eu não posso tomar todo o crédito pela navegação sozinho hahaha

Completou o rapaz de forma bem calorosa, fechando levemente os olhos enquanto sorria,  abrindo os olhos logo sem seguida e levantando o dedo indicador, deixando o polegar  esticado, formando uma espécie de L com os dedos, frente a segunda pergunta da garota.

- Uma pergunta por outra, que tal? Bom, eu estudo navegação desde pequeno, mas é a minha primeira viagem como responsável por uma travessia para a Grand line, eu já viajei outras vezes sobre outras posições, mas na direção é a primeira!  Bom, minha pergunta é, qual o seu nome?

Diria o rapaz bem animado, talvez por ser uma posição um pouco solitária, não tenha muito com quem falar e a atenção dada a ele pela garota talvez a ele fosse muito mais do que bem vinda, o rapaz tinha um interesse genuíno e parecia livre de qualquer pensamento mais profundo, talvez sendo até mesmo um pouco infantil, pelo modo como ele tinha o sorriso fácil ou esse modo mais magnético de ser. Frente ao pedido da garota, de subir-lhe os ombros, responderia com os olhos levemente arregalados, talvez até tivesse esquecido ali de fazer mais perguntas.

-Não, nem pense em fazer isso de arriscar-se nas beiras, se você cair no meio da noite, eu não acho que seria possível ajudar! Mas bom, deixando essa idéia de lado, pode sim, até mesmo pode se colocar acima da minha cabeça, apesar que para tal, eu teria de tirar o meu quepe primeiro, para que você tenha onde se segurar haha.

Diria o rapaz em um tom inicialmente preocupado pelo que havia ouvido, seguidamente demonstrando um lado mais doce e atencioso a pequena ali naquele momento, quando ajoelhou-se para lhe estender a mão para ajudá-la  a subir, deixando-a livre para se ajustar, tomando cuidado para subir novamente a sua postura inicial, agora na altura do rapaz, o mesmo portão branco que Gino teria sido o primeiro a ver e Daisy teria oportunidade mais tarde, poderia ser agora visto por ela, era algo tão grande que em comparação mesmo Gino poderia parecer tão pequeno quanto ela, havia uma luz que poderia lembrar a de um farol e as formações rochosas formavam uma montanha, algo muito curioso poderia ser visto por ela, a uma  distância considerável e de forma muito embaçada, caso forçasse a vista seria um barco bem longe indo na direção dessa mesma montanha, não poderia saber se era a noite ou se realmente havia uma bandeira negra sobre o barco, apenas poderia ver esse detalhe, estava bem longe,em uma rota que não teria acesso a dela, mas ainda assim era incrível de se ver, talvez até pensasse estar doida, ou imaginado coisas, mas poderia jurar que ali poderia ter visto algo parecido com o barco começar a subir na vertical. Quando questionado o rapaz diria:


-Bom,  eu já estive em outras viagens mais simples nessa posição,mas é ainda mais bonito de dia, caso você queira vir durante o período do dia para admirar, poderá ver ainda mais coisas! Mas, agora, se segure firme, nós vamos entrar na One way!




No momento em que ele dizia isso, o barco sofreria um grande solavanco, e o rapaz ajudaria Jinne caso ela precisasse para manter-se firme e não ser jogada longe.


Todos

Quando houve um grande solavanco no barco, ele havia ali entrado no que era conhecido como One way,  o grande portão branco pareceu abrir-se aos poucos e o que pareceu um túnel em meio a montanha foi revelado, no momento em que o portão era aberto era possível sentir que o barco aos poucos ajustou-se ao curso daquele lugar ao qual apenas pessoas vinculadas ao governo poderiam utilizar o impacto repentino, logo daria espaço a uma calmaria maior até mesmo do que os balanços anteriores que o barco poderia ter e como se fossem engolidos pela noite, nenhuma luz que não era artificial poderia ali  fazer com que as pessoas pudessem enxergar quando adentraram o túnel, então graças a propria festa que acontecia ao lado de fora que tinha algumas lamparinas e até mesmo velas acesas, todos eram presenteados com a visão de um túnel coberto por vários cristais que refletiam as luzes neles jogadas e davam a todos uma linda visão de um profundo e lindo azul acima de suas cabeças, era algo simplesmente mágico de se ver.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 2 EmptyTer 24 Jul 2018, 18:26


De início, tudo que eu queria era apenas me distrair um pouco naquela festa que rolava, já que além de me manter em alerta para possíveis ameaças a embarcação, não haviam muitas outras coisas que pudessem ser feitas ali. A medida que o tempo passava, eu me animava um pouco mais com aquilo, mas, no momento em que iniciei uma conversa com aquele rapaz, meu humor foi completamente estragado e eu já não tinha mais nenhum clima para permanecer ali, preferindo me retirar e procurar outra coisa para fazer.

Enquanto me afastava, até notava, ainda de costas, que ele parecia estar sendo alvo de risadas e possíveis piadas, mas não tinha muito o que fazer, afinal, ele mesmo havia cavado aquele tipo de desfecho ao se fazer de idiota por todo aquele tempo acreditando que estava conseguindo enganar alguém com sua péssima atuação. Eu não sentia pena dele, mas também não esperava ou queria que ele tivesse passado por aquela situação e isso, infelizmente, era algo que eu já estava acostumada já que mentir era algo muito difícil pra mim, então situações assim ocorriam com certa frequência. Enquanto trajava o caminho até algum lugar um pouco mais afastado dali, notava a nossa aproximação do que parecia ser uma grande porta em meio a Red Line, que se abria com a nossa chegada e nos dava acesso a um incrível túnel que parecia ter sido escavado naquele enorme paredão rochoso, me deixando extremamente curiosa para entender como aquilo tinha sido possível, algo que na cabeça de um navegador parecia muito improvável.

Mesmo em todos aqueles anos na escola naval, eu jamais tinha parado de fato para refletir sobre algo assim e agora, vendo presencialmente a famosa One Way, tinha finalmente um choque de realidade de como ainda haviam coisas incríveis nesse mundo e que eu como apreciadora da navegação ainda tinha muito mais coisas para aprender se quisesse ser capaz de ser uma navegadora de alto nível. E fora assim que tive a ideia de tentar entender um pouco melhor sobre algumas daquelas coisas.

~ Perícia Geografia ~


Já nos primeiros minutos após entrar na One Way, encantada com aquele incrível túnel e disposta a entender ainda mais sobre aquilo e outras coisas peculiares que podiam existir pelo mundo, tentava rapidamente me dirigir até onde estivesse o timão daquela embarcação, esperando que ali pudesse encontrar o navegador responsável por conduzir o navio em que estávamos. Eu não sabia como era aquela pessoa e nem se ela estaria disposta a me ajudar, mas, no momento de empolgação acabei não me ligando muito pra isso e precisava arriscar tentar aprender um pouco mais com ele(a).

-Olá! Sou a sargento Naitlyn Daisy! Me apresentaria. -Qual o seu nome? Questionaria logo em seguida, esperando que a pessoa fosse educada o suficiente para me responder algo tão básico. -Desculpe incomodá-lo(a), mas é que notando o quão incrível é esse túnel que estamos passando agora mesmo, não pude deixar de ficar curiosa e entender um pouco mais sobre essas adversidades geográficas que nosso mundo tem. Eu estava empolgada e provavelmente a minha inquietação em conversar com aquela pessoa pudesse demonstrar isso a ele, mas, não hesitaria em continuar me explicando. -Eu passei muitos anos estudando numa escola de navegação na minha ilha natal, mas acredito que ainda tenho muitas coisas para aprender e gostaria de saber se não é incômodo para você me deixar observá-lo enquanto viajamos e se possível você me ensinar um pouco mais a respeito. Eu gostaria muito de ser uma grande navegadora e acredito que buscar conhecimento de coisas assim seja importante. Poderia fazer isso por mim por favor?

Aguardaria com muito nervosismo pela resposta da pessoa, aquilo era realmente importante pra mim e por isso se ele concordasse em fazê-lo eu tentaria ficar ali o tempo que fosse preciso, sempre observando tudo e anotando mentalmente cada ensinamento, conselho e dicas que ela pudesse me passar. Faria todas as atividades que me fossem solicitadas e responderia todas as perguntas com sinceridade até que finalmente conseguisse aprender o que ela estava querendo me passar.

~ Fim da Perícia ~


Não tendo mais nada para aprender com a pessoa em questão, agradeceria a mesma por tudo que tinha feito por mim e me dirigiria ao convés da embarcação onde retornaria ao meu posto, estando atenta para tudo que ocorresse a volta, já que era meu dever garantir a segurança tanto do interior do navio quanto de possíveis ameaças externas.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 2 EmptyDom 29 Jul 2018, 13:18

A jovem dama por fim guiava-me até o casal responsável por ela, que me dirigia uma insuficiente quantidade de elogios, mas, bem, apenas uma infinidade desses seria algo realmente próximo de se tornar “suficiente”, e não haveria tempo para que eu ficasse ali para ouvir tantos. Diziam, ao fim de sua sentença, algo a respeito da Marinha precisar de “pessoas como eu” para tomar de exemplo. – Não há pessoas como eu. – Diria calma e claramente, enquanto me afastaria do trio e me empenharia em voltar a meus afazeres e incumbências.

Uma inesperada turbulência, entretanto, furtava-me a atenção por um instante, o portal aos pés da montanha se abria e dava passagem ao navio. “Curioso... Muito curioso... Nunca havia tomado essa rota antes.”. Mesmo já tendo vivenciado, enfrentado e vencido os revoltos mares da Grand Line, era a primeira vez que usava tal caminho para cruzá-la. A paisagem era bela, digna de minha apreciação e parecia-me, também, formidavelmente segura, tendo em vista que era uma rota particular da Marinha. “Suponho que possa deixa-los e relaxar por um instante.”

Com isso em mente, me deslocaria até a cozinha do navio, explorando-o, se necessário, até encontra-la. Esse “intervalo” seria o momento perfeito para repor as energias com uma breve alimentação. Não poderia, entretanto, comer o mesmo que pessoas comuns e humanos, não seria algo capaz de satisfazer alguém como eu. Teria de falar diretamente com quem estivesse responsável pela culinária do navio e solicitar uma refeição especial e com as especificações nutritivas de que necessito para me manter na perfeita forma em que estou.

~ Pericia: Culinária ~
Citação :
Culinária: Você sabe elaborar os melhores pratos a partir de receitas ou pela arte da improvisação.

Buscaria pelas dependências da embarcação o local de preparo de alimentos e, caso o encontrasse, tentaria vislumbrar qualquer figura que se assemelhasse a um cozinheiro ou cozinheira, procurando sua figura por alguns instantes caso já não a tivesse visto no ato. Tendo localizado, adentraria o local, abaixando-me e encolhendo-me sempre que necessário, evitando me chocar contra as coisas por contra de minha estatura, e iria até a dita pessoa. – Saudações. Sou o Sgt. Giorgino Escanor, oficial da Marinha, como pode bem ver. – Cumprimentaria deixando em evidencia o meu alvo uniforme da corporação. – Demando, por conta do meu porte físico e estatura elevada, de uma alimentação especial. Queria servir-me algo de grande valor nutricional e rico em sabor, afinal, tenho altos padrões. Por obsequio.

Aguardaria então até que algo me fosse preparado e entregue, esperando por um porção grande do que quer que fosse feito. Uma vez que ocorresse, se ocorresse, degustaria demoradamente a primeira amostra da refeição, tentando avaliar o sabor e dizer se estava algo próximo da minha altura. Havia aprendido com minha mãe quais os ingredientes mais nutritivos, e levaria isso em conta na avaliação, enumerando mentalmente os grupos de vitaminas contidos naqueles ingredientes utilizados. Caso o resultado dessa averiguação fosse positivo, elogiaria o responsável. – Devo reconhecer sua habilidade culinária, este prato está aceitável. – Provaria mais uma vez a comida servida e voltaria a falar, após ingerir. – Sim, de fato, bastante satisfatória. – Continuaria a comer até terminar ou até estar completamente saciado, o que ocorresse primeiro, e então, tendo concluído minha refeição, voltaria a dialogar.

– Me tem sido extremamente difícil conseguir, nesses últimos anos, refeições adequadas, que atendessem as minhas especificas necessidades e agradassem meu paladar sofisticado, simultaneamente. – Mas bem, no final não seria correto culpar os chefs e cozinheiros, seria complicado encontrar perfeição em qualquer um que não fosse eu mesmo. – De fato, deveria eu mesmo fazê-lo, já que parece ser o único método de garantir algo de nível elevado. Reconhecerei seu talento e, por tanto, permitirei que me treine. Diga-me o básico que preciso saber para poder cozinhar por conta própria. – Para alguém com meu potencial, apenas algumas poucas dicas já seriam suficientes para que eu pudesse aprender, desenvolver e aprimorar a minha própria culinária.
Ouviria com atenção as orientações daquela pessoa, caso ela concordasse em me orientar, seguindo também suas ordens em relação aquele aprendizado, praticando os exercícios que fossem passados e auxiliando no que fosse pedido. Dedicar-me-ia ali para ter a chance de aprender rapidamente e poder praticar sem a necessidade de ajudantes mais tarde e aperfeiçoar-me ainda mais naquilo.

~ Fim da Pericia ~

Assim que chegasse a conclusão de que obtive todo o conhecimento necessário para avançar sozinho a partir dali posteriormente, agradeceria a pessoa que me orientou durante aquele tempo, lhe oferecendo um aperto de mão. – Sua ajuda foi muito apreciada. Desse ponto em diante, Giorgino Escanor lhe deve um favor. Não hesite em pedir por minha ajuda no futuro. Mas agora, se me der licença, já me ausentei por tempo demais de meu posto no exterior do barco. Até breve. – Partiria dali rumo a superfície do navio, buscando checar rapidamente com meus olhos qual era a situação atual e tentar identificar qualquer sinal de problemas que pudessem precisar da minha atenção. Não identificando nada, apenas prosseguiria com minhas rondas como antes. Se visse alguma coisa, porem, iria até o local prestar meu auxilio.




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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Justice Stair   Cap. 2 - The Justice Stair - Página 2 EmptySab 04 Ago 2018, 20:46

Dança no navio #5






As pessoas sempre tendem a querer mais do que elas mesmas podem suportar, uma longa questão, que às vezes acho que também se aplica a mim, a cada momento que se passava essa ideia parecia mais vivida. Ouvindo a moça contar sobre sua terra, agricultura, cada detalhe era interessante, ela tinha um ar novo quando falava e bem, tudo ali acontecia normalmente bem como em outros momentos, a parte com o capitão bem ele tinha muitas coisas novas a me mostrar, e elas cara… como explicar aquilo, cada palavra dele tinha deixado meu coração com uma sensação diferente, era como se eu falasse com alguém de muitas camadas, um lado me mostra algo, e outro lado me mostra, completa diferença, era interessante comparar história e atitude, eu pensava se eu tivesse vivido isso tudo, se eu teria força igual e ele pra seguir em frente, eu não tinha uma resposta, o que eu sabia era que aquilo simplesmente era algo que eu precisava guardar comigo, cada dia que vivia eu trazia para mim um novo aprendizado.

Naquele momento o que eu fazia bem, era seguir, eu não estava triste, eu sabia como o mundo pode ser cruel, mas isso não me derrubava, eu estava como sempre com um sorriso no rosto depois de tudo aquilo afinal, por que luto não é? Eu acho assim como eu ele estava ali pra vencer, pra lutar contra um destino que foi colocado como uma pedra em seu caminho, eu não sentiria pena, pois seria desrespeitoso tal sentimento, da mesma forma que seria da parte dele se ele sentisse de mim, apenas gostava dele, e simpatizava com toda a sua história, me entristecia saber quanto as pessoas podem ir longe e machucar umas as outras. Meu caminho era seguido com entusiasmo, eu queria bastante ver o que o lugar tinha pra me oferecer e bem, nada melhor que ver a própria vista. E chegando na proa o homem que cuidava do timão de fato estava ali, ele me recebia de forma calorosa, um sorriso bonito que ele trazia em seu rosto, o que só me podia fazer sorrir de volta entretanto ele tinha uma proposta pra mim que era agradável, parecia disposto a responder qualquer coisa desde que eu respondesse às perguntas dele, ousado porém divertido.

Entretanto talvez não justo, afinal não sou lá alguém que tenha muito pra se saber sobre eu responderia as perguntas dele aos poucos, a primeira bem, era algo que eu deveria ter respondido quando cheguei mas poderia dizer que a pressa é inimiga da perfeição então, bem, eu nem mesmo pensei nisso. - Por mim tudo bem, Me chamo Jinne Belmont- e assim que eu respondia bem, ele prosseguia , ele me deixava ficar em seu ombro também, o que era algo de muita boa fé, eu queria muito ver o horizonte, e bem também queria ver melhor a coisa brilhante que ele carregava. Que era a medalha, era algo bonito e bem, eu eventualmente iria questionar uma. coisa sobre entretanto todas as informações que ele me passava eram impressionantes e… por que o barco está na vertical? pera… isso é normal mesmo? bem acho que essa era a melhor pergunta ali. - Moço o barco ta na vertical ou eu estou…- naquele momento quando o solavanco fosse dado automaticamente agarraria o pescoço dele, não é como se fosse minha primeira vez num barco mas não esperava por isso e…estava tudo escuro? bem será que é assim que sabemos que morremos? tudo apenas escurece. - Nós morremos mesmo? o céu é mesmo escuro assim?- não naquele dia nem por meu Deus, assim que as luzes iluminavam os cristais eu tinha a certeza de algo, o lugar ali era lindo, a caverna mais parecia um pedaço do paraíso.

Meus olhos se voltariam automaticamente para o teto e a boca se abriria para ele por alguns instantes perguntando. - Moço, esse é realmente o céu né? e você é o barqueiro me levando ao meu destino? já viu algo bonito assim?- e naquele momento eu lembrava do cristal do meu colar, ele era similar de alguma maneira aqueles que estavam no topo em coloração e me perguntava, será que eles foram feitos do mesmo material ou extraídos daqui? de toda forma aquilo era o tipo de coisa que me deixava em êxtase. - Sabe alguma coisa sobre esse lugar moço?- eu esperaria que ele me fizesse perguntas também e caso fizesse bem, eu tentaria sempre responder também, afinal foi o trato, mas claro precisava delas antes de mais nada. Eu naquele momento tinha sido fisgada pra aquele mundo que me diz que estamos caminhando na direção correta me faz esquecer que tenho problemas pra resolver. O mundo às vezes nos dá um presente e bem, devemos agarrar ele com tudo que temos, abraçar esse mundo e fazer com que ele seja algo importante, fazer com que nossos braços possam sustentar o que temos, e sabe… isso me responde o por que as pessoas sempre tentam levantar mais do que podem suportar, é por que não queremos abrir mão de nada que nos é importante.

E eu admito, eu não quero abrir mão de nada, realmente não desejo abrir mão das coisas que amo, e não farei, eu vou proteger cada uma delas, mesmo que meus ossos se quebrem eu vou estar ali. -Moço já sentiu como se você estivesse com uma âncora presa a você e você tivesse jogado ela fora? acredita que mudanças geram respostas? As vezes eu acho que eu gosto de pensar assim.- Aquele era um novo mundo que viria até mim naquela caverna ou fora dela, em algum momento eu sabia que eu encontraria o que procuro, encontraria as coisas que mais desejei, e sei por que elas estarão lá. Por que eu terei lutado por cada pequeno pedaço do que eu conquistei, e quando eu estiver lá, a sensação não poderá ser melhor. Por muitos minutos eu ficaria admirada olhando aquele teto, pensando em como ele ficou assim, por que ele tivesse ficado, mas em um devido momento algo da minha curiosidade novamente me puxaria de volta ao mundo real. - Desculpe eu estava um pouco abobada ainda com o teto, mas essa medalha, você a ganhou por algo especial?- Eu lembrava de ter visto uma assim no conjunto do meu pai, não lembrava qual o feito, já que ele tinha tantas, mas era algo relacionado a procurados, talvez fosse algo assim. Era interessante de se imaginar, mas bem não tinha certeza do que era, de toda forma ter uma era incrível.


Citação :

Histórico


Nome do Player: Jinne Belmont
Nº de Posts: 5
Nº dos posts de desvantagens: N/A



Ganhos:
 

Perdas:
 

NPCs:
 

Extras: :
 




Resumo de Ficha


Atributos:
 

Vantagens e Desvantagens:
 

Perícias:
 



Others



Objetivos:
 

Off:
 

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