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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato III: Not Fast but Furious

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MensagemAssunto: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 9 EmptySex 08 Jun 2018, 15:58

Relembrando a primeira mensagem :

Ato III: Not Fast but Furious

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas e Revolucionário Mephisto Redgrave, Yamazaki Raizo, Nerockiel Schwarz, Katherine Silverstone, Ryujin, Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.



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Vincent
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 9 EmptyQua 05 Set 2018, 17:30

E lá vamos nós


Por não ter pensado na possibilidade mais óbvia, acabara tomando uma bronca por parte de Athena, já que praticamente havia sido inconsequente em extremo. Apesar disso, consegui encontrar o que precisava, depois da repreensão de Athena um senhor aparecera sobre as sombras do beco onde nos localizávamos e para minha surpresa ele também possuía a doença. Ver como as pessoas sofrem por apenas nascer diferente, fazia com que eu sentisse raiva de tudo aquilo, mas tentaria me manter calma procurando pensar em coisas melhores, afinal além de descobrir o nome da doença ainda encontrei a informação de quem poderia achar a cura. Somente estas palavras do velho, me enchiam de esperanças para um dia então me ver livre dessa fonte de lembranças ruins da minha infância em skypiea, que apesar de vários momentos bons os poucos ruins superavam, devido a forma que me marcaram. Depois terminarmos de ouvir a história do velho homem, voltávamos até o navio para assim podermos esperar pelos os que faltavam chegar até o navio e com isso poderíamos seguir adiante para a nossa próxima parada, durante o caminho ainda eu conseguia tropeçar e cair ao chão algumas vezes e provavelmente estaria me sentindo um pouco envergonhada diante desta situação desconcertante.

No navio, não haveria tantas coisas a se fazer e por isso procuraria alguma forma eficiente de distrair, já que somente tocar me entediaria. Diante disso, em algum momento em que eu parasse de tocar iria até Athena onde perguntaria sobre nosso próximo destino - Para onde iremos a seguir? Alguma outra ilha ou direto para a Grand Line? perguntaria com bastante curiosidade - Que legal! exclamaria em felicidade, caso a resposta da mulher fosse a segunda opção sugerida - Entendi diria em desânimo, se a comandante optasse pela outra. De toda forma, com os questionamentos encerrados voltaria até o convés onde sentada sobre o assoalho perderia algum tempo analisando o relógio de bolso que tinha comigo ”Você deveria se concentrar em tocar e na hipnose” justo agora, quando imaginei que estava livre de ter de ouvir mais das perturbações dessa voz, ela resolve aparecer para estragar meu momento de tranquilidade e paz interna ”Sabe, você realmente consegue me tirar do sério quando está inspirada, então é melhor não tentar por agora se não quiser ouvir alguma grosseira minha diria ao tentar me acalmar ”Ui, só estava falando, calminha aí querida ela parecia querer me provocar a todo custo ”Da próxima vez guarde pra você! responderia sem mais resquício de paciência, se a intenção era me deixar assim, pois parabéns a ela que conseguira esse feito não muito difícil. Sem muito mais o que fazer, apanharia o violino novamente dando continuação a música que eu havia tocado anteriormente - When she was just a girl ressoaria tranquilamente - She expected the world prosseguiria no mesmo tom de voz - But it flew away from her reach nesse momento elevaria a voz - And the bullets catched in her teeth terminaria de cantar e colocaria o violino de lado.

Descansaria por alguns minutos, deveria recuperar as energias para o que eu faria em seguida, já que provavelmente poderia chegar a exaustão. Depois dessa parada, me levantaria de onde estava assentada e me dirigiria até o Purg, pois procuraria saber se ele possuía algum conhecimento em Anatomia Humana - O(A) senhor(a) detém entendimento em anatomia humana? perguntaria torcendo para que a resposta fosse positiva, mas se ele negasse iria até Athena onde repetiria a pergunta para a superior. Independente de qual dos dois detivesse informações, acompanharia a pessoa, já que provavelmente precisaríamos de um local mais adequado que o convés do navio - Vamos lá! diria animada ao andar juntamente de um dos dois. Com isso, quando começassem a ensinar procuraria manter toda minha atenção em suas palavras para não perder nenhum detalhe, mesmo que não fosse importante gostaria de saber sobre tudo o que tivessem a me ensinar e quando tivesse que praticar, relembraria tudo o que aprendi para aplicar nessa parte. Assim que terminássemos a aprendizagem, voltaria até o convés mais uma vez para então me reclinar sobre a amurada e repousar, agora por um período de tempo bem maior do que anteriormente.

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 9 EmptyDom 09 Set 2018, 02:00



Ato III: Not Fast but Furious



~~ Siegfried, Rurik e Ventus. ~~


Para o grandalhão, era como se ele tivesse perdido a cosia mais preciosa de sua vida, a sua honra e uma passagem para Valhalla. Ele não havia orgulho em fugir daquela batalha, mesmo sabendo que a sua morte havia sido travada naquele instante. Sua atitude era igual à de uma criança, perdendo o seu doce em meio a estrada e querendo voltar a qualquer custo, mesmo que estivesse cheio de terra e lama. Enfrentar Eric era o que ele queria, todo o ambiente do qual almejava e o seu companheiro tritão havia tirado aquele prazer dele. Rurik conseguia acalmá-lo momentaneamente, não impedindo de realizar suas ações, retirando boas partes de sua veste e seu escudo, com os seus ferimentos cada vez ficando mais graves pela quantidade de movimentos que o bárbaro fazia. Suas ações tumultuavam a carroça que já rangia apenas pelo peso de ambos e o que havia ali, o tritão se via segurando o homem para que ele não balançasse tanto e fosse capaz de tombar a carroça, levando todo mundo e o plano de fuga elaborado pelo espadachim ao zero.

Ryujin não era dos homens que mais se importavam com aquele comportamento, ele chegava a se incomodar um tanto, mas nada mais. Ele respondia Rurik que olhava com uma cara de desgosto, o tritão nunca confiaria ou gostar de um humano de uma forma tão liberal, por mais que tivesse gostado um tanto do espadachim, preferia não demonstrar. - Humanos… Nunca sabem fazer nada! – E continuava segurando Siegfried. O bárbaro dava um sossego ao homem, não saindo dali até o momento em que ele agarrava o moreno pelo colarinho, ele falava algo sobre Valhalla antes de ser acertado e cair novamente para trás e ficar em posição fetal.

O trio continuava a sua trilha a dentro com o espadachim segunod caminho, nenhum dos animais atacavam eles o que era reconfortante, mas era possível ouvir os rugidos e passos dos selvagens por todas as direções que os seus ouvidos e olhos conseguissem enxergar. O caminho não era o mesmo que havia traçado anteriormente, mas seguindo por uma das trilhas, dava sorte e conseguia entrar no caminho certo, ele era capaz de conseguir achar o barco, fazendo seus cavalos seguirem pela praia e pedras até que parassem quando não havia mais um caminho. Era possível ver os revolucionários no lado de dentro, apenas esperando pela dupla. Galopes podiam ser ouvidos, vindo mais atrás e Purg gritava com um semblante fechado, como usual. - Venham logo, imprestáveis! – Daquela distância era possível ver todo o grupo, mas para Ryujin, Mephisto era o que mais se destacava entre eles, já cuidado com alguns cuidados médicos e Athenas começava a cuidar das velas.


~~ Vincent ~~

Sem muita coisa para fazer, ela resolvia ir se distrair perguntando para Athenas, a direção da qual seguiriam. - Iremos para a Grand Line, através da Reverse Mountain. – Após a resposta, a celestial tinha um misto de emoções dos quais poderiam perceber que não estava tão empolgada para ir na direção da Grand Line, tendo um tanto de receio por sempre terem lhe tratado mal em Skypeia devido a sua doença. A garota estava sentada em agluma parte do convés, olhando para o seu relógio quando a sua voz interior começava a lhe torrar paciência, da qual não havia muito e parecia ferver com o ódio que sentia daquela voz, tendo que votlar para o violino e procurar se acalmar mais uma vez.

A mesma música de antes tocava sempre com a melódia mais bela e sua voz tocando o coração de quem ouvia, após o fim de sua música, a garota procurava por Purg ou Athena para que ajudassem em seu ensinamento de Anatomai Humana e era Athena quem se oferecia para ajudá-la, com um sorriso no rosto, disposta a ajudá-la em qualquer dúvida da qual a celestial poderia ter, com um livro apoiado em uma mesa e uma lamparina para que pudessem enxergar melhor, ela começava a ensiná-la, usando da lamparina para iluminar as páginas e mostrar cada área do corpo para a celestial, também mostrando com os seus toques onde ficava cada um. Não demorava muito tempo depois que haviam terminado até que uma carroça chegava, Purg gritava pra que viessem logo e ao olhar para aquela direção conseguia ver os piratas, donos do barco.


~~ Geral ~~


O sol já nascia no horizonte, dando uma bela visão dele e paisagem ao olhar para o mar, todos estavam prontos para partirem para a Grand Line, apenas esperando que os piratas subissem no barco, com Purg já preparado para subir a âncora e Athenas se movendo em direção as velas, pronta para que descesse as mesmas e pudessem partir na direção de Reverse.


Considerações:
 


Ferimentos:
 


Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 9 EmptyDom 09 Set 2018, 12:38

Eu era acertado por um golpe daquele gótico, e caía para trás sobre a madeira da carroça, forçando minhas pálpebras com ódio de mim mesmo. O golpe sequer doía, por comparação: A dor de perder a eterna morada, Valhalla, era muito pior do que qualquer coisa. Me consumia como fogo no peito, não como aquele ardor da paixão pelas batalhas, mas como queimando e carbonizando minha alma.

"Por que, porra?" Era a única coisa que conseguia pensar. Não fazia sentido algum. Como os deuses haviam permitido que tal coisa acontecesse? Eles haviam me trazido até ali somente para passar a vergonha de uma fuga, e depois viver uma vida de merda? "Os deuses não fariam isso... Eu sou um Frey..." Talvez os deuses tivessem tacado o foda-se para os Freys. Talvez.

- Ei garoto... - Enquanto me mantinha em posição fetal, completamente exposto, ouvia uma voz ao meu lado. Mas não era a voz de Rurik, sequer do gótico. Era uma voz mais experiente, mais velha. Era uma voz que eu conhecia muito bem. - Você ainda não entende porque as coisas acontecem como acontecem...

Abri meus olhos, e virei o rosto. Estava ali a figura de Loki Frey, sentada bem ao meu lado, com seus cabelos encaracolados no misto entre ruivo e prateado. Seu ar era, como sempre, de sabedoria, mas havia algo diferente nele. Eu não sabia mais se era algo real ou uma pura projeção de minha mente em insanidade.

O sentimento era de respeito, mas com um certo temor, uma vergonha no meu mais íntimo. Afinal, havia perdido Valhalla. E agora meu tio estava ali, sem que eu soubesse realmente o que poderia dizer. No fundo, eu não sabia nem o que sentir.

- O Clã Frey não morreu, Siegfried. - Ele dizia, enquanto dava uma golada na garrafa de bebida que havia em suas mãos. - Você está vivo. E é para honrar nossa memória.

- Mas... Eu perdi... Valhalla... - Sussurrava, pois a voz não queria sair. Admitir aquilo era o maior dos pesos que eu já havia enfrentado em toda minha vida. Até mesmo a morte de todos os Freys não era equiparável àquilo.

- Não, porra. Você se esqueceu do que eu lhe disse antes de partir, garoto? - Não entendia. Não tinha psicológico para supor qualquer coisa. Um instante de silêncio puxou a resposta de Loki. - Não era seu destino morrer nas mãos do maldito Eric. Era o meu. - E mais alguns instantes de silêncio, de pensamentos.

- E... Qual é o meu destino então, caralho...? - Inspirava profundamente, não tendo derramado lágrimas ainda porque eu simplesmente não era um homem daquilo. Mesmo na pior das hipóteses, eu talvez nem possuísse os aparatos fisiológicos para chorar.

- Vai tomar no cu. Eu já te falei! - Ele erguia um pouco a voz, e eu olhava para Rurik e o gótico, vendo que eles não haviam notado tais palavras, mesmo com o aumento do tom de voz. Eles não se manifestavam quanto àquilo. Era só para mim. - Honrar nossa memória... Ser o Frey mais terrível que esse mundo já conheceu... Para que todos saibam o que significa o sangue que corre nas suas veias, o motivo pelo qual respira...

- Roubar, transar e matar. - Isso eu sabia de cor.

- E não necessariamente nessa ordem! HAHAHAHAHA - Em meio a sua gargalha, eu sorria. Era como se as coisas começassem a se encaixar em minha mente. Mas havia ainda uma incógnita:

- E quanto a Valhalla...? - O sorriso desaparecia, e o peito se apertava mais uma vez por um instante, até a resposta de Loki.

- Valhalla virá naturalmente! Simplesmente cumpra sua missão, se fortaleça, e trilhe seu caminho... - Ele sorria. Era sábio, grande. Eu entendia seu sacrifício enfim. Não era uma questão de Eric tê-lo subjugado, ou qualquer coisa do tipo, era algo maior.

O grito de Purg era ouvido, como se eu acordasse daquele momento. E acordava diferente. Acordava um novo homem, um novo Siegfried Uller Frey, disposto a trilhar seu caminho, arrombando marinheiros, ateando fogo em coisas e causando o máximo de dor e sofrimento que pudesse.

Pisaria fora da carroça, tomando meu escudo e guardando comigo. Fitaria o horizonte, e veria o sol começar a nascer, enquanto o barulho de galopes era ouvido atrás de nós. Era hora de partir.

Levantaria o corpo, estufando o peito nu e ferido, mas com o orgulho bárbaro recuperado. Ou melhor, maior do que nunca. Os passos em direção ao navio seriam imponentes, como de um lorde, mas com força, como de uma fera.

- ABRAM AS VELAS, PUXEM A ÂNCORA! - O espírito de navegador se apossaria de mim, e mesmo sem habilidades propriamente ditas de um líder, eu entraria no barco já ordenando as coisas que deveriam ser feitas a partir de então. Caminharia até o timão, e ignoraria quem quer que fosse que viesse me importunar, com um semblante compenetrado. Se fosse necessário, no caminho, abriria velas e prepararia outras coisas que fossem necessárias. De fronte para o timão, verificaria o céu, lamberia o dedo e ergueria para determinar a força e direção dos ventos. Conferiria a bússola, e ainda praticamente desnudo, encaixaria as mãos na madeira do timão do Holandês. - PREPAREM-SE, SEUS MALDITOS! NÓS IREMOS PARA A GRAND LINE!

E então guiaria aquele navio, sem pestanejar, nem vacilar, pelo caminho na direção da Montanha Reversa. Naquele caminho físico eu me veria, mas haveria outro caminho muito além, que estava para começar: "O Caminho de Valhalla!"


Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 9 EmptyTer 11 Set 2018, 22:03


The End?


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XIV. Final… Feliz?

Existem momentos que até mesmo o destino parece colaborar para o nosso sucesso, mesmo sendo um raro evento naquele momento eu pude ter um vislumbre do sabor de ter as próprias Moiras traçando uma rota favorável para a nossa fuga, os animais que me seguiram em outrora agora pareciam repousar deixando o tritão livre para se preocupar com seu colega de barbárie o impedindo de levar meu plano, ou melhor, a pequena porcentagem planejada, dar certo o que fazia um pequeno sorriso surgir em meu rosto ao ouvir a fala do tritão. ~“Humanos… Nunca sabem fazer nada”~ Meu olhar se focava na direção que a carruagem seguia com um sorriso nervoso nascendo no canto de minha boca e um olhar um tanto incrédulo em minha face, não queria que o tritão percebesse minha surpresa então não olharia para trás naquele momento, apenas me guardava minha empolgação em meu interior enquanto lembrava de meus fracassos em Wars Island sentindo naquele momento que eu estava ficando mais forte.

Minhas habilidades em pilotagem e montaria eram nulas então basicamente o que era visto ali foi os próprios cavalos traçando seu rumo seguindo seus próprios instintos, e bem eu não poderia pedir algo melhor já que parecia que estávamos indo para o lugar certo ao perceber a embarcação ao longe com algumas pessoas já nela, mas eu nunca iria admitir que os cavalos se guiaram sozinhos até ali, tinha um orgulho e um nome a zelar. ~ Eu acho... ~ Foi nesse momento que pude reparar no meu velho “amigo” Purg acenando para mim e chamando as outras pessoas na carroça de imprestáveis. ~ Não tem como discordar disso... ~ Nesse momento eu tentei mais uma vez guiar a carruagem para próximo do local, Siegfried ficou quieto do nada o que me tranquilizou permitindo que eu pudesse focar 100% da minha atenção naquilo mas uma outra distração surgiu naquele momento. ~ Mephisto? ~ o alvo revolucionário parecia ferido o que me fez apertar com mais forças as rédeas que eu segurava e com a carruagem próxima o bastante eu tentaria puxar as rédeas com todas as minhas forças para cima buscando levantar os focinhos das montarias para que as mesmas parassem.

Pegaria as minhas coisas apressado já arrumando minha mochila nas costas para tentar pular do lugar do piloto até onde era a carroça para pegar tudo que eu poderia carregar ali colocando em um saco ou algum caixote que eu encontrasse. - E-e-ei… Ajudem aqui, podemos conseguir algum dinheiro com isso... - Diria no início da frase em um tom mais alto e quase autoritário mas de acordo com as pausas a minha voz iria perdendo sua força e meu rosto ia gradativamente se escondendo atrás de minhas madeixas negras, esperava não ser a única pessoa sã em considerar a levar alguma fonte de renda dali já que a vida de pirata costuma ser dura com aqueles que não agarram as oportunidades que aparecem nesses momentos de bondade do destino. Se ninguém aparecesse para ajudar OK então eu ficaria com o que eu peguei e não dividiria com ninguém, assim que pulasse para fora da carroça eu me posicionaria ao lado de um dos cavalos e daria o tapa mais forte que conseguisse naquele momento no lombo do animal para que o fizesse correr seguindo o seu rumo pela a mata criando mais rastros que pudessem despistar algum seguidor, ou pelo menos era isso que eu imaginava, já que provavelmente tal gesto não teria mais nenhum valor, caso alguém realmente tivesse se prontificado para pegar o restante das coisas então eu esperaria a pessoa descer antes de dar tal golpe no animal e seguir para o barco posicionando a pilhagem no convés antes de seguir até o Mephisto.

Antes de ir até o revolucionário eu puxaria o relógio em meu bolso buscando saber o horário atual e assim que eu visualizasse tal informação eu tentaria lembrar em minha breve anotação mental qual era o horário indicado antes de executar meu plano pulando daquele prédio, com um cálculo simples tentaria definir a diferença da hora inicial para a hora final buscando tirar o tempo efetivo de minha “missão” ou seja o tempo que levei para pôr em prática e finalizar minhas ações, assim que conseguisse algum resultado nem que fosse próximo a isso eu voltaria a guardar meu relógio um pouco decepcionado já que não importava o tempo tomado naquele objetivo agora que a emoção da fuga tinha passado eu lembrava do quão forte aquele capitão parecia. ~ Se eu tivesse cruzado golpes com ele… Poderia ser o meu fim... ~ Levava ambas as mãos para o bolso do meu casaco enquanto meus passos reduziam sua velocidade e meu semblante voltava a sua neutralidade. ~ Tantas pessoas fortes, quanto mais eu viajo mais eu percebo o quanto ainda tenho que aprender... ~ Nesse momento eu tinha alguns vislumbres de minha luta com Zeuç, Arnold, os animais e os marinheiros. ~ Não… Eu não sou fraco, hoje conseguimos passar por cima de um oponente assustadoramente poderoso, todas as vantagens estavam ao seu favor e ainda assim saímos vitorioso… Eu já estou aqui e ainda tenho muito o que aprender, prepare-se mundo porque você está prestes a ser domado. ~ Uma empolgação surgia em meu peito, é verdade que Eric era mais forte mas hoje eu tinha vencido e estragado seus, não podia deixar isso subir a cabeça obviamente mas isso era uma prova de meu crescimento então por que parar agora? Tinha que continuar viajando e aprendendo, aperfeiçoando-me mais e mais. ~ O ruivo falou alguma coisa sobre Grand Line? ~ Nesse momento eu parava minha caminhada na frente de Mephisto, ainda estava empolgado e por isso não conseguia pensar bem, eu estava ali na frente do revolucionário mas minha mente estava em outro lugar, nos mares onde as lendas são criadas. - Vamos para Grand Line! - Falei determinado e empolgado com um sorriso macabro no rosto antes de lembrar que estava na frente de Mephisto quando aquela minha faceta confiante sumiu para abrir espaço para uma mais neutra graças a minha calma, mas por dentro… ~ Oh merda… Eu sou um idiota mesmo... ~ Pensei enquanto olhava para o revolucionário em um semblante um tanto vazio. ~ Ele vai achar que sou um retardado gritando essas coisas sem sentido… Mas talvez ele não tenha me escutado… Por que eu vim para cá no fim das contas? ~ Pensei já considerando dar meia volta ou me jogar do barco.
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 9 EmptyQua 12 Set 2018, 00:19

Once Upon a time...

Iriamos então para a Grand Line através da também famosa Reverse Mountain, o que me deixava de certo modo animada e um pouco angustiada pelos momentos ruins vividos anteriormente. Balançaria a cabeça negando todos os pensamentos ruins que viessem preencher minha mente, não era necessário me preocupar com isso agora, já que provavelmente eu sequer cogitava uma volta até skypiea. Athena novamente me ajudava em algo, desta vez com o aprendizado de Anatomia Humana onde ela utilizava um livro para realizar a aula, mostrando cada parte do corpo humano, enquanto eu mantinha toda minha atenção em sua explicação. Após isso, uma carroça se aproximava dá embarcação e Purg gritava anunciando a chegada daqueles que faltavam para partirmos, o emo juntamente do viking. Só faltava a dupla subir para enfim deixarmos Lvneel, ajudaria também com o que fosse para rapidamente partirmos da ilha, descendo as velas ou qualquer coisa que estivesse ao meu alcance no momento. Quando o navio começasse a deixar Lvneel, acenaria por emoção como se realmente estivesse me despedindo de uma pessoa real, algo meio bobo, mas que me importava de certa forma pelo o que fizemos por aqui - Viva a Revolução! diria animada para o nosso próximo destino.

Feito isto, voltaria a me sentar sobre o assoalho do convés para observar a movimentação dos revolucionários que ajudavam no navio. Essa situação provavelmente se tornaria um tanto entediante, por isso procuraria algum médico que pudesse me fazer curativos por conta dos ferimentos que havia acumulado durante a batalha com o guarda. Buscaria por ali no convés mesmo a primeiro momento por conta própria e caso encontrasse dificuldades para achá-lo perguntaria a um dos tripulantes - Ei, sabe onde posso encontrar alguém que esteja cuidando dos ferimentos? questionaria educadamente a primeira pessoa que abordasse. Encontrando sozinha ou não, me aproximaria sem perder tempo - Com licença, poderia me ajudar com alguns ferimentos? perguntaria tranquilamente quando estivesse próxima do provável médico. Ficaria por ali até que fosse devidamente tratada, voltaria até onde estava anteriormente - Obrigado por tudo! agradeceria antes de sair dali. Me sentaria recostada sobre a amurada, passando a o observar novamente o andamento das coisas no convés ”Ei, por que não desiste dessa coisa de revolução? Fala sério, você conseguiria ser famosa só com a música” mais uma vez lá estava ela ”Isso é verdade, mas seria realmente muito entediante responderia com até certo desinteresse em suas palavras.

Provavelmente lá estaria eu sem muito o que fazer e justamente por conta disso iria mais uma vez tocar o violino. Havia demonstrado na missão que meu instrumento não só serviria para distrações momentâneas, mas nesses momentos é muito bom ter um instante de solidão apenas eu e a música - Cause it's too cold não repetiria a música, mas também não me estenderia muito desta vez, já que provavelmente estaria um tanto cansada depois do treinamento com Athena - For you here and now terminaria de cantar com um solo de violino que tentaria aplicar em meio ao canto. Feito isto, procuraria pensar em meus próximos passos ou no que faria a seguir, até por que não me restava muito mais coisas para fazer e exatamente por isso fecharia os olhos buscando alguma paz interior. Até aqui eu caminhei juntamente dos meus companheiros, mas depois dos recentes acontecimentos parecia ter ficado “sozinha" visto que os rapazes haviam virado estátuas humanas e muito provavelmente não voltariam ao normal. Enfim, ficaria com os olhos fechados durante algum tempo me atentando para não acabar cochilando, já que apenas queria um momento de calmaria.


Histórico Vincentão:
 

Objetivos:
 

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Ato I: Uma nova vida
Ato II: Revolução em Lvneel
Ato III: Buscando a cura
Ato IV: Aranhas e mais aranhas
Ato V: Fim precoce
Ato VI: Passo adiante
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 9 EmptyQui 13 Set 2018, 03:54



Ato III: Not Fast but Furious



Ninguém parecia ouvir o que Siegfried dizia, era como se ele falasse com a própria consciência sem que ninguém notasse. As palavras de seu tio em meio ao seu delírio davam um gás ao bárbaro, ele sentia a alegria de viver de novo e toda a sua força de vontade de traçar o próprio caminho. “Beber, transar e matar, não necessariamente nessa ordem!” Era o seu lema de vida, ele estava pronto para trilhar o seu caminho novamente e nada o impediria. Com passos firmes e como uma fera querendo abocanhar a sua presa, ele tomava o seu caminho em direção ao seu barco, onde deixava Rurik e Ryujin para trás, ambos que enchiam as suas bolsas com o que podiam do material restante naquela carroça para que pudessem ter um melhor lucro no futuro. O espadachim queria agarrar a maior quantidade das partes de armas das quais não haviam estado no arsenal a tempo o suficiente e junto com o tritão, tinham as suas bolsas cheias daquele material e subiam para o barco.

O pirata em meio ao seu caminho para o barco, procurava olhar o horário atual em seu relógio que marcava seis horas e trinta minutos, ele calculava todo o tempo de suas ações a partir do momento em que pulou do prédio ao momento atual e tinha uma boa margem do tempo que havia passado, satisfeito, continuou seu caminho até parar um pouco a frente de Mephisto. As ordens do Frey davam um gás a tripulação, Purg descia a âncora e Athenas junto com a celestial desciam as velas. O vento estava forte e a bússola apontava o norte para o leste de onde estavam, virando o barco para seguir a direção necessária até a reverse mountain. A Grand Line estava pronta para a trilha dos piratas e revolucionários. - Ô, Seu maldito! Quer subir a montanha fodido desse jeito?! – Rurik mostrava a preocupação com o seu companheiro, fazendo o humano se sentar ao empurrá-lo para uma cadeira e começava o seu treinamento, usando do seu kit e maneiras improvisadas para começar a tratar o grandalhão, Purg assumia o timão enquanto que Siegfried tinha o seu tratamento.

Ryujin tinha gritado junto com o Frey quando disseram para ir a Grand Line e sua empolgação estava grande, lembrando do quaõ vitorioso havia sido na sua última batalha e por mais que tivesse muito o que aprender, estava em um bom nível. Ele havia parado em frente a Mephisto, sentindo uma grande vergonha de si mesmo onde o revolucionário olhava com curiosidade no pirata. - Opa, você voltou, como está?! – O homem de madeixas platinadas olhava atentamente para ele, esboçando um sorriso no rosto. (Não faço a menor idéia de como interpretar o personagem do Meph). Katherine estava emocionada em partir, tanto negativamente como positivamente, ambas mistas em conjunto. Ela havia ajudado a descer as velas junto com a major e acenava para a ilha quando o barco tinha seu impulso para a frente e para o lado, provocando um solavanco quando ele tinha a sua curva. A celestial passava pelos seus companheiros a procura de um médico e via o tritão cuidando do viking e assim quando ele terminava ela perguntava para o homem azul se poderia ajudar em seus ferimentos. - Nós que lutamos contra um capitão e você que está ferida?! HAHAHAHAHAHA. Humanos são tão fracos que dá nojo. Venha aqui que eu cuido de ti – Ele dava uma de suas gargalhadas sinistras antes de começar a cuidar da celestial, o tritão não gostava de quaisquer humanos que fossem, mesmo que fossem apenas parecidos e não especificamente humanos.(Celestial apenas tem suas asas para dif. Sem, são humanos).

O barco já tomava uma boa distância de Lvneel, onde a reverse mountain já podia ser vista e as suas rochas vermelhas davam um grande parecer, não era possível ver o topo da mesma já que as nuvens cobriam e a correnteza ficava mais forte, onde o barco parecia acelerar. Quando Silverstone tinha o término de seu tratamento, ela começava a fazer o seu canto, uma música que encantava os ouvidos de quem a ouvia, dando um tempo, ela se via relaxada já que não tinha mais o que fazer, sentada naquele assoalho e esperando por alguma ação. O barco começava a se portar de uma maneira estranha, com as correntezas começando a aparecer mais forte do que já estava, nuvens negras escurecendo o céu e uma chuva que começava a cair sobre todo o barco. Ao olhar para o mar. - Redemoinhos! – Gritava Athenas, alertando a todos. - É contigo, gordo! – Falava Purg com o seu jeito arrogante, o tritão liberava o navegador que assumia o leme e Purg subia o caralho. O rio subia montanha acima e parecia ser a única entrada, tal qual era estreita e necessitaria da atenção de todos para as manobras, visto que o bárbaro não conseguiria olhar toda a extensão do barco, seria um trabalho em conjunto e Siegfried que precisaria dar as ordens.


Considerações:
 


Ferimentos:
 


Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 9 EmptyQui 13 Set 2018, 21:15

Os olhos percorreram, com um girar da cabeça, o caminho de Lvneel para a grande montanha a minha frente. Haviam, se parar para pensar, um grande valor simbólico naquilo, além do valor real, que já era enorme pela aventura que seria passar pela Montanha Reversa. O valor simbólico, na verdade, está no representar de uma transição entre diferentes Siegfrieds. Tratava-se de uma transformação que me dava um soco na cara e dizia "EI SEU FILHO DA PUTA DESGRAÇADO, ACORDA QUE A VIDA É MUITO MAIS DO QUE ISSO!"

Assim, ver a ilha de Lvneel para trás, já ao longe, com toda a representação da morte de Loki Frey, da minha quase morte, e o entendimento do meu real destino, e depois ver a grande montanha cujas pedras avermelhadas desenhavam caminhos além do sentido, de águas que por algum motivo subiam, e subiam com forças para levar (e diversas vezes quebrar) muitos barcos. Era minha ascensão, que não havia sido para Valhalla ainda, mas que também era para a glória.

As palavras de Athenas, seguidas pelas de Purg, me davam uma noção ainda maior do que teria de enfrentar. Outra olhada foi dada para o céu, subindo os olhos pela montanha e enxergando a tempestade, como uma inimiga que havia de ser vencida, como uma narração de batalha contra uma inimiga voraz.

E as mãos se encontravam então com o timão. No mesmo instante, era como se uma energia corresse por meu corpo. Claro que nesse instante eu estou de certa forma exagerando, mas realmente havia algo diferente para um navegador em segurar o timão de seu navio. E ali era ele e eu, o Holandês Arrombador e Siegfried Uller Frey. Mas, apesar de profissional dos mares, eu não conseguiria fazer aquele trabalho sozinho. Era hora de distribuir funções.

- ANJA! - Apontaria para a vadia chifruda, e então para a direção em que precisava dela. - EU QUERO VOCÊ NO CONVÉS, A ESTIBORDO. - "À direita." - GÓTICO VIADINHO! - Apontaria para o espadachim cabeludos e homossexual, e então para a direção contrária a de Katherine. - A BOMBORDO! - "À esquerda." Talvez eles não soubessem os termos navais para os lados da embarcação, mas o meu apontar, de forma extravagante e entre gritos, provavelmente os orientaria. - PRECISO QUE SEJAM MEUS OLHOS A PARTIR DE AGORA, DESGRAÇADOS! RELATEM PARA MIM O QUE QUER QUE SE APROXIME, SEJA REDEMOINHO OU A EXTREMIDADE DA MONTANHA. - Olharia então pro caralho. - VELHOTE, ME MANTENHA INFORMADO DO POSICIONAMENTO DO NAVIO NO FLUXO DE ÁGUAS! PRECISAMOS TENTAR FICAR O MAIS NO CENTRO POSSÍVEL.

- ATHENAS, MEPHISTO! - Apontaria com a cabeça para os dois, já não podendo mais tirar nenhuma das mãos do timão para não comprometer minha direção. - PRECISO DE VOCÊS PARA AS VELAS. LOGO MAIS TERÃO QUE RECOLHE-LAS! POR ORA, MANTENHAM-SE NO AJUSTE ÀS MINHAS ORDENS! - E então buscaria o tritão com o ollhar, gritando-o. - RURIK, MALDITO, VOCÊ SERÁ MEU CO-PILOTO. DEPENDENDO DA FORÇA DA CORRENTEZA PRECISAREI DE SUA AJUDA PARA MANTER O TIMÃO TRAVADO OU MOVÊ-LO.

- SEGUREM-SE E FAÇAM O QUE EU MANDAR, FILHOS DA PUTA, A MENOS QUE QUEIRAM MATAR A TODOS NÓS! - Seria a última fala de explicação para os homens e mulheres na embarcação, a partir de agora era só atenção na direção.

Ali, eu seria, em primeiro ponto, um sensor. Precisava, apesar do possível barulho das ondas se chocando contra o casco, da tempestade se iniciando e do fluxo de águas da montanha, ouvir todas as informações que qualquer um de meus "ajudantes" me passasse. Desta forma, durante toda a direção, manteria as constantes perguntas para Purg, Katherine e o gótico, questionando "Como está *tal* lado?". Para Mephisto e Athenas, orientações de como regular as velas, "Tensionem mais!", "Liberem mais!", "Prendam tudo!", seriam mais ou menos as coisas ditas, a julgar pela necessidade do momento.

As mãos no timão, firmes, os pés no chão, plantados, e os olhos a frente, compenetrados. Ali, mesmo enquanto dava ordens, EU, era o navegador, e apesar da ajuda dos companheiros, a vida de todos ali estava principalmente em minhas mãos. E foda-se, não é como se eu realmente ligasse pra isso, mas acho que talvez torne a ideia desta aventura um pouco mais interessante...

Desta forma, guiaria o navio com base nas minhas percepções do mar, dos ventos e da chuva, dando orientações e pedindo informações como já descrito. Tentaria sentir o balanço das águas, e colocar o navio no caminho das mesmas para evitar os choques muito pesados de ondas contra o casco. E tentaria escapar dos redemoinhos, a princípio girando o timão com velocidade quando estivéssemos próximos da rota de um, para que não fossemos sugados por ele, ou, caso acabássemos por entrar no sugar de algum, orientaria aos "das velas" que tensionassem as mesmas(com a devida atenção para que a tensão não fosse muito grande pra a quantidade de ventos, de forma que poderia se rasgar), e tentaria manobrar com o timão entre o movimento rápido para o lado da saída do redemoinho, e um leve solavanco ligeiro para o outro lado, de forma que assim o navio acompanhasse como um todo a movimentação de saída.

E tentaria guiar o Holandês em direção ao fluxo de águas, o mais centralizado possível neste. Se próximo a entrada, o navio não estivesse na direção correta, tentaria manobrar o mais rápido possível para sair do rumo de possíveis rochas ou da própria montanha, com força e velocidade aplicados no timão, mas sempre com o cuidado de não quebrar sua madeira. Na necessidade de mais força bruta, chamaria Rurik. - VAMOS SARDINHA DE MERDA, ME AJUDE! - E, com sua força, eu tentaria regular a minha para direcionar da forma que desejava a embarcação.

Possivelmente entrando no fluxo das águas, orientaria para que as velas fossem fechadas, para seguirmos somente com a correnteza. Tentaria ao máximo, também, deixar o navio na reta do topo o mais centralizado possível, para que não houvéssemos a ter maiores problemas.


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 9 EmptyDom 16 Set 2018, 13:41


Holandes Fumador


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XV. Lez go.

Não parecia existir descanso ou oportunidades para o mesmo ali, era só imaginar que tínhamos chegado de noite, passamos a madrugada lutando e agora ao belo amanhecer estávamos fugindo para seguir até a Grand Line, eu estava de certa forma feliz com o destino mas sério, redemoinhos? Não poderia ser uma fuga tranquila quanto a de Wars Island, bem infelizmente não, dei as costas para o Mephisto em uma corrida até onde tinha deixado o saco com todos os nossos espólios, pegaria o mesmo e o levaria para a parte interna do navio onde o mesmo não teria risco de cair no mar, tentaria fazer o mesmo com o que o tritão tinha trago, aquela para mim era uma carga valiosa como ferreiro eu sabia que aquelas coisas poderiam me ser bem úteis e já aproveitaria aquele momento para buscar alguma arma de fogo seja uma pistola ou um rifle com uma bandoleira para passar por cima de meu ombro - preferência pelo rifle - encontrando ou não eu voltaria para o convés sabendo da situação delicada em que nós encontrávamos, para dizer a verdade eu  desejava deitar e descansar, deixar que o navegador fizesse o seu trabalho enquanto eu desfrutava do restante da viagem mas estávamos em uma situação complicada e não queria que nosso eventual desastre fosse a minha culpa afinal já temos uma pessoa emocionalmente desequilibrada pilotando a embarcação.

Correndo para o lado de fora eu já podia ouvir o gordo chamando por todos inclusive por um “gótico viadinho” não sabia quem era esse então meus olhos buscaram alguém ao meu redor, provavelmente era o Nero mas eu não via ele ali, ao encarar o navegador pude notar que ele falava comigo, não me senti ofendido apenas surpreso com o apelido e com sua audácia de tentar me dar alguma ordem já que que aquele bebê chorão só estava vivo graças a mim. - Você não me dá ordens bebê chorão é bom que não tenha outra crise emocional enquanto pega no timão! - Gritei em meio a minha me deixando levar pelo momento, aquele comentário fazia um leve sorriso nascer no canto de meu rosto como em um deboche mas o mesmo não duraria muito, serio eu caminharia primeiramente até o mastro principal do navio procurando pedaços de cordas mortas, cordas que não estariam sendo utilizadas naquele momento sem nenhum serventia e caso encontrasse então eu amaria a ponta de cada uma junto aos pinhos do mastro que originalmente servem para prender as cordas da vela, por quê não amarrar no próprio mastro? Bem isso geraria uma perda de metros da corda o que de certa forma limitaria nossa movimentação, com a corda amarrada no pino então eu iria amarrar a outra extremidade em volta da minha cintura, caso tivesse encontrado outras eu jogaria as outras extremidades para quem estava no convés, dando preferência para a celestial que assim como eu também ficaria na borda do navio onde o risco de queda era maior.

Com a corda amarrada em minha cintura ou não eu seguiria para onde o bárbaro tinha apontado já que eu não tinha nenhum conhecimento náutico me baseando que também tinha que ficar na posição oposta a da celestial, eu buscaria relatar com precisão tudo que eu visse ali tentando me segurar com força na amurada da embarcação mantendo minhas pernas flexionadas e o meu centro de gravidade baixo tentando evitar ser jogado para cima buscando forçar o meu peso para baixo, buscaria relatar tudo que eu notasse usando um sistema clássico de horas me baseando que a ponta do navio era as doze horas, como estava do lado esquerdo do navio então eu relataria o lado esquerdo de um “relógio”. - Ondas grandes se formando as *oito* horas! - sendo a parte entre asteriscos um exemplo podendo ser trocado para qualquer indicador do relógio levando em consideração para onde a ponta do navio se direcionava, caso Sieg não entendesse tal sistema então eu apontaria para a direção com o meu braço direito.

Em uma situação de grande solavanco eu buscaria me abaixar e sacar uma de minhas katanas com a mão direita para cravar a mesma no assoalho buscando um maior suporte e resistência para não ser arremessado do navio, relataria tudo que eu visse como redemoinhos, ondas muito grandes, embarcações, rajadas de vento muito fortes, tudo usando o indicador de relógio como mencionado anteriormente e caso o gordo me perguntasse a situação de onde eu observava e não tinha nada para relatar então eu responderia com certa neutralidade e de maneira um tanto vaga. - Tudo limpo aqui. - Podendo soar como alguém que sequer ligava para o que acontecia no navio mas na verdade eu me preocupava, faria o possível para cumprir a minha parte apenas esperando que os outros fizessem o mesmo, aquele era um momento critico de nossa viagem por isso não tinha tempo para me incomodar como eu poderia soar ou como os outros me veriam me posicionando de tal maneira e no fundo eu realmente não ligava muito para esse tipo de coisa mas tinha pessoas ali que eu não desejava que tivessem ideia errada sobre mim mas naquele momento como já citei era uma situação critica, tudo ou nada, então foda-se o que pensariam de mim.


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 9 EmptyDom 16 Set 2018, 18:40

 Só faltou o guarda-chuva

A minha busca por um médico para tratar dos meus ferimentos se encerrara, assim que avistei o tritão que andava com o viking cuidando do mesmo. Sem me importar muito com sua fala apenas me concentraria nas coisas ao redor, vendo o navegar da embarcação pelo mar a medida que nos distanciávamos de Lvneel. Conforme nos aproximávamos da grande montanha vermelha as correntezas tornaram se mais fortes fazendo com que o navio acelerasse e se movimentasse conforme as águas que nos rodeavam próximas a entrada da Reverse Mountain. Por fim, algumas nuvens negras se formavam trazendo a chuva que começava a cair sobre toda a embarcação - Uau, o tempo mudou de uma hora para outra não estava mais sendo tratada e nem tocando neste momento, assim observaria da amurada as mudanças repentinas do clima apenas por estarmos perto da montanha. Institivamente me agarraria sobre o local para não acabar caindo ao mar e consequentemente morrendo por falta de atenção a coisas tão simples como estas, definitivamente uma morte heroica combinava mais comigo, isto é, depois de alguns anos de revolução até porque sou muito jovem ainda. Após alguns minutos, me distanciaria da amurada do navio para procurar alguma outra coisa para fazer, com passos firmes para não acabar indo ao chão como uma jaca madura.

Ao som dos gritos do viking, correria na direção indicada pelo mesmo obedecendo suas ordens, já que era ele quem guiava a embarcação em meio a tempestade que ocorria ali, - Pode deixar comigo! diria em animação. Apesar de não entender as palavras ditas pelo homem, as indicações feitas por ele poderiam me levar até a direção certa para onde deveria ir - Deve ser por aqui sussurraria para mim mesma enquanto me certificava sobre estar realmente na posição correta. Caso estivesse, procuraria algum local onde pudesse agarrar para me manter firme, afim de me manter no mesmo lugar para não comprometer o restante do grupo que provavelmente iriam fazer suas ações corretamente ”Olha ai, você vai acabar fazendo alguma besteira e todo mundo irá morrer por sua culpa, era melhor terem colocado outro para fazer desencorajar a mim poderia estar sendo uma nova forma de abordagem para impedir que eu realizasse algo ”Não fale asneiras, eu posso muito bem cuidar disso sozinha” por mais que ela quisesse o meu bem, seus métodos me irritavam de uma maneira praticamente incalculável o que de certa forma poderia ser algum exagero da minha parte. De toda forma, afastaria mais uma vez esse pensamentos para me concentrar em avisar o viking quando visse algo que pudesse prejudicar nossa subida - Redemoinho a frente! gritaria para o homem - Estamos muito próximos das extremidades da Montanha! diria, caso a primeira opção não ocorresse.

A situação muito provavelmente não se acalmaria tão cedo, mas nem por isso evitaria de tocar o violino novamente mesmo em meio a chuva que caía sobre nós, apesar que aguardaria para tocar quando não tivesse qualquer outra coisa mais importante para fazer no momento. Assim, me ocuparia com o que mais fiz nos últimos tempos - I'm singin´ in the rain ressoaria a primeira música que me lembrasse no momento, aliás esta combinava exatamente com a minha situação de agora o que poderia ser uma grata coincidência - Just singin´ in the rain prosseguiria com ima animação até maior do que das últimas vezes, arrisco dizer que se soubesse dançar estaria fazendo justamente isto nesse instante - What a glorious feeling terminaria, mesmo que contra minha vontade de continuar, já que ao meu ver não ia ficar tão absorta nisso para conseguir evitar problemas desnecessários sobre falta de atenção. De toda forma, me manteria atenta a todas as ordens que me fossem dadas para executa-las na hora certa, mas enquanto não estivesse realizando nada observaria o mar e sorrindo em animação


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Ato I: Uma nova vida
Ato II: Revolução em Lvneel
Ato III: Buscando a cura
Ato IV: Aranhas e mais aranhas
Ato V: Fim precoce
Ato VI: Passo adiante
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 9 EmptyTer 18 Set 2018, 01:11



Ato III: Not Fast but Furious



O grandalhão percebia o grande desafio que viria para ele, desafiando todas as suas habilidades náuticas e um conhecimento dos seus companheiros para subirem aquela grande montanha, a correnteza era forte o bastante para estilhaçar navios de vários tamanhos e quebrar rochas apenas com o cortar da água, ele havia que ser preciso e contar com seus companheiros para passarem o máximo de informações possíveis. Siegfried começava definindo ordens, mandando a celesital e o espadachim para os bordos do barco, querendo que eles fossem os olhos para as laterais da embarcação enquanto que Purg cuidaria da proa, tentando manter o centro o mais alinhado possível para a montanha. Ele contaria com Athenas e Mephisto para cuidarem das velas, mantendo um bom vento e não quebrando o mastro ou freando o barco quando fossem subir a montanha e por último, mas não menos importante, Rurik, para cuidar do timão junto com o tritão.

Ryujin guardava os seus bens preciosos em uma parte interna do navio para que não caísse no mar durante as mexidas no barco e o forte desafio que teriam pela frente. Ele aproveitava para tentar dar uma vasculhada naquelas partes de armas, mas não achava nada que fosse realmente um rifle, apenas partes de um mesmo, inclusive a bandoleira, mas como não era funcional naquele estado, deixou como estava, partindo para o convés. Ao ser chamado pelo navegador, ele reagia ao apelido dado pelo bárbaro, mas colocava a cabeça para funcionar e quando encontrou uma corda perto do mastro principal, ele começou as suas amarrações, envolvendo a sua cintura com a corda para que não caísse se por algum eventual motivo, perdesse o equilíbrio e ficasse a beira do barco. Ele começava indicando as direções como um relógio para alertar o seu navegador por onde deveria estar atento e como deveria manobrar a embarcação para escapar daquele obstáculo marítimo. A Celestial ficava atenta segurando a amurada após perceber que o tempo havia mudado de forma constante, ela atenderia as necessidades do navegador, estando pronta para indicar os obstáculos que se aproximariam daquela direção, ela ignorava o espadachim e suas cordas, não prestando atenção no mesmo e mesmo com a sua voz querendo evitar que ela se machucasse daquela maneira, ela queria estar ali, segurando forte na amurada e não tocando violino para que não perdesse o equilíbrio após se soltar da amurada.

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E as agitações começavam, tendo o início do lado do espadachim, eles se aproximavam de um redemoinho e o moreno gritava para o seu navegador por que direção se aproximava e Siegfried se tratava de corrigir, girando o timão para a rotação necessária e conseguindo escapar daquele primeiro obstáculo, mas acabava direcionando para outro redemoinho do qual a celestial que avisava daquela vez, tendo mais um tranco do barco para a direção oposta e desta vez era Purg que gritava, dizendo para manter um pouco mais a bombordo onde direcionaria a ponta da escuna mais certeiramente para a entrada da montanha. Conforme iam se aproximando, ia ficando cada vez mais claro por onde seguiriam, a água subindo montanha acima até onde as nuvens cobrissem o seu topo, a tempestade ficava cada vez mais forte e a correnteza tinha a mesma força gradativa estando cada vez mais veloz. - MAIS PARA ESTIBORDO! – E o Frey direcionava o barco para estibordo. - PARA BOMBORDO! – E a mesma coisa acontecia para a direção contrária. O barco começava a inclinar para trás quando o rio começava a subir a montanha levando o barco para cima.

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Tendo cumprido todas as ordens do seu navegador, Athenas e Mephisto se preparavam para subirem as velas e deixar que a correnteza tivesse todo o seu caminho e quando Siegfried dava a ordem, os revolucionários prendiam e amarravam as velas, subindo elas todas e deixando que todo o barco tivesse o seu caminho rio acima. - Se segurem bem! Estamos subindo! – O tempo que precisava para subirem aquele rio não parecia ser longo e Rurik ajudava o seu amigo a controlar o leme que tinha ficado bem mais duro com a subida, eles não paravam de subir e ao olharem para trás, a entrada ia desaparecendo aos poucos, começando a sentirem as nuvens de perto e tornando o céu mais nublado, a respiração ficava mais pesada devido a altura que estavam subindo, mas nada que prejudicassem a saúde dos aventureiros, a tempestade havia tido o seu fim quando conseguiam ver o topo daquela montanha. A água se colidia de diferentes direções e eles encontravam um problema ao verem, pois tudo o que subia, tinha que descer. - Se segurem firme agora e mantenha o barco reto! – Gritava Purg para Siegfried e os seus companheiros, eles tinham que se preparar para chegar ao topo.


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 9 EmptyTer 18 Set 2018, 13:51

Os olhos verdes compenetrados seguiam a missão sem falhar nem desviar por nenhum instante. Eles caminhava por entre a visão da frente do navio, e olhando um pouco para os lados, verificando a distância das paredes de pedra vermelha para corrigir a trajetória quando necessário. A cabeça estava travada, o que se moviam eram meus globos oculares somente.

O peito, inflamado, palpitava como uma criança feliz, saltitante ao receber um presente, e ali era, de fato, um presente para o meu coração: um sentimento de liberdade nunca sentido antes, que só podia ser traduzido em uma bela gargalhada ao quanto que mantinha as mãos firmadas no timão. - HAHAHAHAHAHAHA... - E assim mantinha, com aquele semblante alegre, mas com um toque de determinação.

E assim é que se manteria, com força, garra, e a possível ajuda do companheiro Rurik, travando o timão com todas minhas energias até que alcançássemos o topo. E tudo que sobe, desce, é a lei. E, por tal lei, assim se seria, e já não seria mais tanta a preocupação de direcionar o navio, mas manter-nos na embarcação diante do forte solavanco que receberíamos.

Meus pés estariam travados no chão na madeira do Holandês, as pernas bastante flexionadas de forma a concentrar cada vez mais meu centro de gravidade para baixo, forçando-me para não voar longe com a cinética daquela movimentação. Os punhos se manteria travados em todo instante no timão, como um capitão que não abandona seu navio, e tentaria prever o instante da inversão da velocidade para, nesse momento, enrijecer ainda mais os músculos de todo corpo para que me sustentassem.

E, se não me sustentassem, usaria de todas as artimanhas que estivessem a minha disposição para, a princípio, não cair nas águas, mas também manter-me junto do timão a todo instante. Assim, poderia sacar meus machados e enfincá-los na madeira da escuna, me prendendo a eles e usando de apoio para me firmar mais ainda, ou mesmo agarrar algum objeto fixo que estivesse próximo, como o próprio timão, que já segurava desde o início, ou me segurar na amurada do Holandês, ou mesmo agarrar algum companheiro próximo, tomando cuidado para não acabar, de alguma forma, puxando-o para fora junto a mim.

Também, no que fosse possível, caso notasse algum companheiro sendo lançado, e passando perto de meu campo de alcance, eu tentaria me manter fixo com uma das mãos no timão(ou no machado), enquanto com a outra tentaria segurar o indivíduo por qualquer parte que fosse. Até mesmo, se não o alcançasse por pouco, puxaria o martelo e viraria seu cabo na direção da pessoa, para que o segurasse, enquanto travaria a cabeça do martelo ao lado de meu corpo, preso por meu braço.

Independente de qualquer coisa, quando atingisse os alto os olhos brilhariam, como se contemplasse a própria Valhalla, mas possivelmente vendo a extensão do mar da Grand Line, e desenhando em minha mente a destruição e caos que poderia causar naquelas terras. Só restava a vontade de gritar, gritar, gritar, e vocês sabem bem o que. - EEEUUU SOOOOOOOUUU... - O pulmão, cheio de ar por uma inspirada anterior, começaria a se esvaziar no brado bárbaro. - ...SIEEEEEEEGFRIEEEEEEEEEEEEED... - O lendário herói nórdico. - ...UUULLEEEEEEEEEEEEEEEEEEER... - O deus nórdico da caça, da justiça e do inverno. - FREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEY! - O deus nórdico do bem, da alegria e da paz, e aqui está a contradição: O ruivo que leva seu nome como marca do clã virá para acabar com todo o bem, toda alegria, e toda a paz, para impor seu império de discórdia e horror. Para a honra de todo viking, vivo ou morto, desta terra! Para que todos conheçam seu nome, meu nome: SIEGFRIED ULLER FREY!

E assim, com o alcançara das águas novamente, tentaria buscar com os olhos um lugar de terra firme, observando tudo ao redor, além de notar se precisaríamos novamente abrir as velas ou se a própria correnteza seguiria a nos motorizar.


Spoiler:
 

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