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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato III: Not Fast but Furious

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 6 EmptySex 08 Jun 2018, 15:58

Relembrando a primeira mensagem :

Ato III: Not Fast but Furious

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas e Revolucionário Mephisto Redgrave, Yamazaki Raizo, Nerockiel Schwarz, Katherine Silverstone, Ryujin, Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.



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AutorMensagem
Yamazaki Raizo
Revolucionário
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 6 EmptyTer 31 Jul 2018, 22:02

Yamazaki Raizo
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Não havia hora melhor para Athena criar uma distração do que o momento que a major escolheu para enfrentar o grupo de guardas, logo render o último guarda do grupo se tornou uma tarefa mais fácil que o esperado pelo celestial, porém, como em todas as missões sempre acontece um imprevisto e a missão toma uma guinada inesperada, Mephisto e Katherine estavam fora do alcance de visão do ninja, e o Albino não pôde ajudar Raizo à rendê-los. Percebendo que talvez não conseguisse render todos os guardas com sua tática, pois se mostravam relutantes em se desarmar, o celestial já pensava em se unir à Athena e enfrentar todos de uma vez, mas antes que pudesse colocar seus pensamentos em prática, Raizo foi surpreendido por um golpe vindo do ponto cego do ninja, um chute indefensável fazia com que Raizo rolasse alguns metros de onde estava, e ao observar o que havia lhe acertado, uma visão intimidadora surpreendeu o rapaz.

Um homem careca, com uma tatuagem no rosto, e com toda a sua fúria brilhando junto com o azul dos seus olhos. Além da tatuagem, seu cavanhaque e cabeça brilhante o deixava ainda mais intimidador, seu primeiro golpe mostrou que ele sabia bater bem, e suas palavras depois do golpe confirmaram para Raizo que o homem era um oponente perigoso. Treinado para absorver todo tipo de informação, o ninja se concentrou para memorizar cada detalhe do homem em frações de segundo, cada detalhe de sua tatuagem, cada detalhe da sua roupa, sapatos, se haviam cicatrizes em alguma parte do corpo, além de prestar atenção nas palavras do homem também. Após o homem expressar seu desapontamento pelos subordinados, rapidamente Raizo mentalizou uma estratégia - Conseguiu render fácil ? Talvez para ele seja fácil mesmo ser furtivo já que nem eu consegui detectá-lo. E ainda questionou os soldados sobre não reagir, o que significa que ele não hesitaria em atacar, mesmo que custasse a vida do seu aliado. Esse cara pode ser um problema... -

Sem demorar, Raizo se levantaria do chão, e sem dizer nada Raizo empunharia a sua ninjaken com a mão direita, e com o movimento mais rápido que conseguisse o celestial iria puxar quantas shurikens conseguisse com a mão esquerda e lançaria no homem, tentaria lançar na direção do seu rosto, para bloquear seu campo de visão. O ninja tentaria lançar as shurikens para acertar o alvo, porém elas eram apenas uma finta, logo após que lançasse as shurikens Raizo iria endurecer os músculos da suas pernas e iria dar um impulso com toda força que conseguisse na direção do homem, e iria posicionar a ninjaken à sua frente, com intenção de dar uma estocada no lado esquerdo do tórax do homem.

Representação Visual:
 

Raizo ficaria atento para esquivar-se com uma acrobacia dando um mortal para trás para tomar distância, caso o homem contra-atacasse. Se o homem conseguisse bloquear ou esquivar-se do primeiro ataque, e até mesmo se o celestial tivesse conseguido acertá-lo, caso o homem ainda estivesse em pé, o ninja iria se preparar para o seu segundo movimento.

No seu segundo movimento, o celestial iria andar lentamente ao redor do oponente, resvalando levemente a ninjaken no chão, avaliando se ele iria fazer o mesmo, caso o homem também começasse à rodeá-lo, seria um sinal de que ele vê o ninja como um oponente à altura, caso ele posicionasse o bastão à sua frente se defendendo e acompanhando o movimento de Raizo, tal comportamento levaria o ninja à acreditar que o homem está se sentindo pressionado após o primeiro contato, e por último, caso o homem iniciasse uma corrida em direção à Raizo ou se ele permanecesse imóvel, isso podia significar que ele pensar ser muito mais habilidoso que o celestial, e nesse caso o ninja teria uma brecha. Em qualquer caso, até mesmo se o homem iniciasse uma corrida em sua direção, Raizo iria correr em direção à ele também e quando se aproximasse iria saltar em sua direção com intenção de atacá-lo frontalmente, na vertical de cima para baixo, para forçá-lo à se defender com seu bastão ou esquivar. Raizo tinha intenção de atacá-lo dessa forma e passar por cima dele, para cair na lateral do homem, ou no melhor dos casos, atrás dele. Caso o celestial conseguisse se posicionar na lateral ou atrás do homem, Raizo iria rotacionar seu corpo e realizar um golpe horizontal, mirando no pescoço do homem com intenção de decaptá-lo.

Segundo Movimento:
 

O ninja sabia que dessa vez seu oponente não seria derrotado tão facil, então após o último movimento, Raizo tentaria pular para trás dando mortais para tomar distância rapidamente. O celestial ficaria atento para ler o padrão de movimento do seu oponente, e se concentraria completamente no seu oponentes e nos arredores, para se esquivar caso fosse atacado por terceiros.






Histórico:
 


Objetivos:
 

Thankz Mirai
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Vincent
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Vincent

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 6 EmptyQui 02 Ago 2018, 15:22

Alô? É a criatividade?


O combate entre mim e o guarda começava de maneira acirrada ambos parecíamos ter acertado golpes um no outro. Apesar de ter começado desta forma, apenas eu havia tido um verdadeiro ferimento quando fui tentar desarmar o homem, mas o tiro acabou saindo pela culatra e bem ele acabara cortando meu pé esquerdo. Após isso, ficávamos a uma distância de 5 metros um do outro "Viu só? você vai acabar se machucando mais se não parar com essa luta imediatamente" isso renderia uma boa discussão quanto a eu ter razão nesta situação "Ei, eu assumi esse risco ao entrar para os revolucionários não? Se me abater apenas com isso, não há motivos para continuar me aventurando" eu não quero e nem posso me arrepender de alguma escolha que fiz "Aliás, é só um corte" encerraria com aquela conversa, já que ao meu ver não havia mais necessidade de tê-la agora e ainda mais em meio a uma luta. Não havia certeza de qual seria meu próximo passo no combate, mas pelo menos uma única coisa poderia afirmar é que eu tentaria ser um tanto mais ofensiva nessa segunda parte do embate - Acho que agora o bicho vai pegar sorriria ao fazer uma brincadeira com meu adversário "Você subestima os outros demais" mais uma vez? "Já você reclama demais" responderia sem muita animação.

Dessa vez não seria cautelosa ao ponto de esperar que o guarda viesse até a mim, por isso sem temer o que poderia acontecer eu partiria para cima. É claro que não iria simplesmente ir em sua direção em linha reta, já que praticamente estaria uma sentença de morte a mim mesma e por isso repetiria a mesma movimentação em ziguezague sobre o mesmo molde que fizera anteriormente visando confundi-lo sobre o lado que realizaria o golpe, porém ao invés de usar novamente o gancho voador, eu realizaria uma finta. Assim que me apoiasse no pé esquerdo, não saltaria e sim apenas giraria todo o corpo atacando com um chute com o peito do pé mirando o seu tórax procurando desequilibrá-lo ou então até mesmo derrubá-lo ao chão, assim se obtivesse algum êxito ou não tentaria emendar um chute na altura do rosto do guarda antes de recuar saltando para trás, mas sem ficar a  uma distância superior a 3 metros de distância. Com o cessar dos meus golpes teria de me preparar para uma possível resposta que o homem poderia vir a dar, por isso assumiria uma posição defensiva mantendo toda minha atenção nos seus movimentos, ele parecia estar furioso e não seria eu quem acabaria entrando em linha de fogo. Caso o guarda viesse em alta velocidade na minha direção procuraria ser mais ágil para conseguir lhe passar uma rasteira, com isso o levaria diretamente ao chão sem precisar de muito esforço, mas é claro que se falhasse antes ou depois do golpe me jogaria para o lado saltando juntamente de um rolamento na direção contrária. Se não tivesse tempo hábil para realizar a rasteira e o guarda tentasse algum golpe na diagonal buscaria me esquivar dando passos para trás juntamente de saltos, procurando não escorregar ou tropeçar fazendo isso.  

Nem sempre as coisas acontecem como o esperado e por isso eu precisaria estar preparada para essas eventualidades, já que possivelmente ele poderia antecipar qualquer dos meus movimentos. Caso ele agisse antes da minha corrida, procuraria analisar o que ele faria e pensar na melhor forma de me esquivar - Vem com tudo! aliás, como sempre eu aproveitaria para fazer uma brincadeira chamando ele pra briga com uma das mãos. Se ele tentasse ataque em linha reta na direção do meu peito ou barriga procuraria realizar um giro juntamente de um salto para o lado, com isso poderia evitar de ser atingida. Caso o guarda pretendesse acertar minhas pernas, já que assim ele poderia retirar meu "ponto forte" e por isso eu ficaria em desvantagem no restante final do embate "E aí, eu estaria coberta de razão e você não teria como me questionar" isso definitivamente não poderia acontecer "É por isso que eu não vou deixar isso ocorrer" só de pensar sobre isso, já me deixava um tanto receosa. Assim, eu teria uma motivação a mais para não perdendo a luta contra o guarda, com isso eu tentaria me desviar saltando para o lado ou então rolar, de forma que evitasse minhas pernas fossem atingidas, um pé machucado já era mais do que suficiente. Se obtivesse sucesso, procuraria me apoiar sobre minhas duas mãos levantando minhas duas pernas e assim que ficasse estável giraria em alta velocidade, me assemelhando a um "helicóptero" ou qualquer outra coisa parecida.  A possibilidade de não conseguir me esquivar também era grande e por isso, caso fosse atingida tentaria amenizar o golpe colocando outra parte do corpo na frente evitando assim minhas pernas. De toda forma, a única coisa que mais importava no momento era evitar de qualquer jeito dar a razão para essa voz a qual eu considero "muito".

Histórico Vincentão:
 

Objetivos:
 

Sobre o post:
 

Movimento:
 

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Ato II: Revolução em Lvneel
Ato III: Buscando a cura
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Ato V: Fim precoce
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Mephisto
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Mephisto

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 6 EmptySeg 06 Ago 2018, 21:50

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VII -Vagabundos também tem seus dias ruins.


Vivo a vida que eu sempre quis e já estou velho pra mudar
Não me arrependo de quase nada que eu fiz
Saiba disso quem irá me enterrar

Homens são criaturas assustadoras quando querem, bem eu não sou assim tão assustador, mas de fato eu sou bom em uma coisa, entender o mundo ao meu redor, quer dizer, eu achava isso, mas agora vejo que os agentes bem, eles não tem algo crucial, no fundo eles não tem parceria, desejo de ser companheiro de alguém, você me acha cuzão, pois é eu admito eu sou cuzão mas essa coisa aí tá além do limite, entretanto isso me abria um questionamento, imaginando que meu amigo fosse capturado agora, e ele não fosse a Athena ou a Kath eu o ajudaria? bem era uma pergunta que eu respondia automaticamente “é claro que eu ajudaria” código do vagabundo, se seu amigo é capturado, você não o deixa, mesmo que tenha que arrombar 300 guardas você vai tirar ele de lá, o mundo é isso, mal podemos confiar em nada por que jogar fora a única coisa que poderíamos ter em qualquer momento um pouco de conforto e confiança, nesse momento pra frente a piedade não se faz necessária.

Meus olhos mudariam naquele segundo, e claramente haveria ali mais do que apenas determinação, eles mostrariam uma certa raiva também, e claramente manteria a postura de proteção a porta, e rapidamente me prepararia para a chegada dos maníacos, eu firmaria os pés no chão já pronto para quando estes começassem a chegar, meu primeiro movimento, bem antes de eu fazer talvez exista uma maneira melhor de explicar, já chegou perto da traseira de um cavalo furioso, pois é, eu ia dar um coice neles, não literalmente, mas ainda um coice, afinal temos o testa de espelho pra lutar por ali. Os primeiros ataques que eu faria iniciaria com um leve golpe de escudo indo esse da direita pra esquerda, isso iria abrir meu peito certo? Errado, assim que fizesse o primeiro golpe no inimigo número 1 que vou chamar carinhosamente de Cacetinho 1, e depois o inimigo número 2 se eu já iria com um corte de katana da esquerda pra direita, sim, lembra quando coloquei a espada por trás do escudo e parecia idiota? pois é meu caro amigo, era pra isso. Assim que eu completasse o primeiro com escudo acertando ou não o Cacetinho One, eu partiria com um golpe de espada vindo da direção inversa ao escudo, indo para o número 2 que vou apelidar de Nariz de porco.

HAHA agora ele ficou aberto não é mesmo? não eu agora vou dar um enorme chutão no número 3, usando do que Athena me ensinava mais cedo subiria com um chute que tentaria ir bem no meio do peito cabeludo do meu terceiro inimigo, que vou chamar de capitão demência (This is Sparta), e por fim agora no tempo do chute voltaria o escudo para a frente do corpo esperando o próximo golpe, os bloqueios eram o que eu preparava a cada segundo. Eu admito que gostaria de mais liberdade de movimento naquele instante mas não tinha por que chorar, proteger aquela porta era meu único motivo, e assim que terminasse gritaria. - AQUI É UM VAGABUNDO DE RESPEITO, O QUE PENSA QUE NÓS SOMOS?- falaria com o tom de voz alterado propositalmente, esse é meu trabalho, chamar atenção de todos que estivessem ali por perto de mim, eu sabia que isso seria uma puta burrice do ponto de vista de campeão das favelas, e vagabundo, mas ao mesmo tempo se eu não o fizesse Athena se prejudicaria. E não vim até aqui pra fazer feio na frente dela. - Testa espelho, eu estou contando com você a gente vai foder com esses caras.- Eu estaria preparado para com o escudo fazer a festa, assim que o número 5, chinchila aquática chegasse até mim, eu rapidamente esperaria ele me atacar com o escudo posicionado a frente, prestaria atenção na movimentação dele, e de sua arma de maneira geral, eu estava ali também contando com minha capacidade de me manter de pé, eu precisava ser um muro.

E rapidamente esperaria o que quer que ele fosse fazer no momento que visse o ataque vindo, rapidamente moveria o escudo como se fosse, golpear o ataque dele, isso mesmo, você não entendeu errado, eu bateria com força contra a arma que fosse que ele tivesse usando, intuito? desarmar, de preferência de fosse algo como uma adaga ou arma curta, tentaria acertar os dedos para esmagar eles com o escudo, tentando o fazer soltar e em seguida subiria com um chute na região torácica. E em seguida partiria agora da direita pra esquerda com golpe de espada na diagonal após o chute, o chute sempre é para desestabilizar, e no meio de muitos inimigos, qualquer momento que se torne instável pode acabar com você. Depois de toda essa droga que nos afligia era hora do pau ainda.

Se em qualquer momento alguém me acertasse um golpe fosse onde fosse tentaria forçar as pernas no chão para aguentar ele ao máximo, ser derrubado poderia significar Kath ferida, e não tenho essa intenção. E na hora que fosse golpeado era hora da provocação. - É só isso que tem seu vadio? acha que pode me bater e vai ficar bem depois, se é pra me acertar me mate, ou chore com as consequências.- e se eu tivesse me segurado e não caído, assim que o golpe me acertasse, subiria com a espada em direção ao membro que pudesse ter me acertado, não para decepar ele mas pra inabilitar um corte com força na região que fosse possível com bastante força, poderia ferir o osso? sim de preferencia que isso o fosse feito, mas se visse que aquilo ia ser decepado fora pararia antes, e chutava a barriga do indivíduo após isso para afastar ele.

Caso o membro que desferiu o golpe não estivesse ao alcance eu rapidamente partiria com uma estocada em direção ao peito do meu inimigo bem rápida, o mais veloz que eu pudesse dar.- Vamos brincar assim, seu peito na minha espada o que acha? eu acho que parece que a chave foi feita exatamente pra essa fechadura.- e rapidamente após a estocada tomaria cuidado para qualquer golpe que viesse das laterais, pronto para subir ou descer o escudo para bloquear, sim eu pretendia mover o braço do escudo na direção que o golpe fosse visto, de da direita, tentaria rapidamente colocar o escudo lateralmente contra o golpe para que ele deslizasse por ele, e se pela esquerda realmente forçaria o escudo para contra o golpe tentando fazer com que esse não passasse , em casos de estocadas, esses eram os melhores onde poderia bater por baixo da arma subindo o escudo com força abrindo a possibilidade de desarmar. Se alguma vez a arma caísse diria. - Acho que suas mãos estão suadas, e isso não é bom sinal, você está ficando nervoso com minha presença, sei que eu sou grande mas eu vou ser gentil quando te estocar. - há mas as coisas estavam só começando eu ainda nem tinha iniciado o repertório da noite de standup mais feliz desses agentes, elas vão começar na próxima só me aguarde.


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 6 EmptyTer 07 Ago 2018, 03:51



Ato III: Not Fast but Furious



~~Ventus~~

Após uma leve reflexão, Ryujin perguntava sobre para quem ele deveria pagar e o médico respondia que era com ele mesmo, pensando que o espadachim sairia do seu consultório após pagar, o mesmo perguntava sobre a planta e o doutor começava a explicar para ele. - A planta age pelo sistema neural, provocando alucinações e deixando os animais mais agressivos, encurtando a vida deles. Eu lhe dei uma dose do antídoto que gera anticorpos capazes de anular esse efeito. Eu tenho um livro aqui, deixe-me lhe mostrar. – O homem lhe entregava um de seus livros dos quais o pirata levava até a recepção, sentando-se em um lugar mais afastado dos outros e começando a ler incensadamente.

O tempo passa e o homem vai até o consultório do médico, que por sorte, estava vazio, onde perguntava sobre algo que não havia entendido no livro e o homem lhe explicava com um bom discurso e explicando detalhe por detalhe do que ele não havia entendido, deixando que Ryujin retornasse até a recepção. Conforme o tempo ia passando, a leitura ia ficando cada vez mais interessante até que a última página era lida, o espadachim havia conseguido compreender com sucesso o conteúdo do livro e começava a sua procura pelos cadáveres que havia deixado no balcão, ele procurava atrás da recepcionista, embaixo das cadeiras, nas latas de lixo e nos cantos restantes que poderia achar. A recepcionista lhe perguntava sobre o que ele estava procurando e o mesmo dizia que alguém havia pego os bichos fofinhos que havia matado, ela entendia o que ele estava dizendo e um dos guardas trazia até ele os dois animais mortos, entregando para o mesmo.

Ryujin estava desconfiado totalmente do homem desde o princípio e seus sentimentos estavam intensos, embora conseguisse controlar aquilo, mas fazia um gesto para que o guarda mantivesse atento e o mesmo apenas balançava a cabeça colocando uma de suas mãos na cabeça. O caminho até a forja era tranquilo e assim que chegava, era reconhecido, o ferreiro com quem havia conversado sorria. - O louco voltou! – Gritava ele.



~~Revolucionários – Time 1 ~~


O primeiro foco dos revolucionários era com Raizo que se levantava após analisar o seu oponente por completo, as suas vestes, seu porte físico e sua aparência por completo, ele segurava o bastão com as duas mãos, uma a frente da outra com um espaçamento médio. Colocando a mão em seus bolsos de shurikens, o ninja arremessava uma grande quantidade de shurikens na direção do rosto do agente, conseguindo com sucesso, bloquear parcialmente o campo de visão do homem. O homem mexia sua cabeça e corpo para o lado para se esquivar das shurikens e antes que pudesse perceber, o ninja estava perto do mesmo pronto para golpear o seu corpo, a intenção era acertar uma estocada no tórax do careca que com seu bastão, conseguia redirecionar o golpe para o ar e afastar ambos.

Raizo começava o seu segundo movimento, arrastando a sua arma pelo chão enquanto que analisava os movimentos de seu inimigo, o agente não parecia se intimidar com aquela postura, pelo contrário, ele realizava a mesma, não subestimando o revolucionário e partia para cima do mesmo e o ninja também partia para cima, ambos se encontravam quando Raizo pulava para tentar um corte vertical de cima para baixo, o agente prevendo o golpe, conseguia se esquivar para a esquerda, saindo do caminho da lâmina, mas se surpreendia quando o revolucionário rotacionava o seu corpo em um golpe direcionado ao seu pescoço, o homem rapidamente tentava realizar um salto para trás, mas a lâmina ainda conseguia acertá-lo, só que não em seu pescoço e sim um pouco abaixo, em sua clavícula, provocando um sangramento no local afetado.

O careca desta vez partindo para cima assim que seus pés tocavam no chão, realizava um avanço rápido direcionado ao torso do ninja que era pego desprevenido pelo golpe, o bastão acertando como uma estocada no centro de seu tórax, ele conseguia resistir bem ao golpe e o homem não parava por ali, direcionando mais dois golpes na mesma região com o seu bastão, todos com uma força forte, este sim provocavam uma dor grande que embora tendo uma resistência mais avantajada que o comum e uma esquiva apurada, não conseguia se defender bem e sentia os golpes. O homem mostrava-se ágil e forte ao mesmo tempo, conseguindo superar da resistência dele, um dos guardas tentava pegar Raizo por trás, mas o revolucionário conseguia se esquivar, deixando o homem no meio dos principais, Raizo e o agente bojutsu.

O segundo foco era Katherine do lado de fora do portão que analisava um pouco do seu combate até então com o guarda, tendo esse curto espaço de tempo de pensamentos, ela partia para cima onde tentava um chute que era facilmente esquivado pelo mesmo e na sequência do chute, o guarda era pego no segundo golpe que não esperava, Silverstone aproveitava o timing e dava um pulo para trás tentando ficar no raio de três metros do mesmo. - Maldita! – Tendo o cessar dos golpes da garota, o guarda partia para cima em um avanço rápido na direção de Katherine, a garota estava por aquilo e tentava aplicar uma rasteira no mesmo que conseguia pular por cima dela, em um movimento acrobático e flexível de seu corpo num mortal em meio ao ar.

Ele tentava focar as pernas da garota que estava esperta enquanto a aquilo e conseguia saltar para o lado, esquivando-se da lâmina curta e curva do gatuno, com uma leve distância tomada, Katherine tentava agir igual uma helíce com suas pernas, plantando uma bananeira e girando de forma que tentava acertar o seu inimigo inúmeras vezes com suas pernas e o guarda se mostrava bem ágil quanto aquilo e o golpe parecia mais previsível do que poderia se imaginar, com ele esquivando de todos os golpes, tendo uma distância de três metros que separavam ambos. Silverstone se encontrava um tanto tonta devido ao seu ataque.

E o terceiro e último foco era Mephisto que guardava o portão junto com  Athenas depois de acordar de um sonho profundo do qual não percebia, ambos defendiam o portão preparando-se para enfrentar os guardas que avançavam ferozmente em suas direções. Quando o primeiro vinha, Redgrave o acertava como seu escudo, empurrando-o para o lado esquerdo, o cacetinho número 1 estava fora e o nariz de porco era o próximo a atacar, mas deixava sua guarda aberta demais e era acertado pela katana em um corte em seu tórax, o homem não parecia estar tão mal e logo se levantaria, em sequência vinha o capitão demência como terceiro, sendo acertado pelo chute de Mephisto, indo para trás, mas resistindo bem ao mesmo, ao aproveitar do espaço de tempo que tinha, reposicionava o seu escudo.

O número 5, Chinchila aquática chegava até ele com sua maça que fazia com que Redgrave bloqueasse o primeiro golpe de sua arma, o olhar na movimentação do homem era bom para tere conseguido evitar aquele ataque, mas ele sentia que o homem erea forte e seria capaz de quebrar a sua defesa com mais um ou dois golpes e com o próximo golpe do chinchila vindo, Mephisto levantava o seu escudo com o máximo de forma que conseguia reunir para que ao mesmo tempo em que bloqueasse o golpe, tentava desarmar o mesmo, os dois colidiam em meio aos seus golpes, só que ele não era desarmado por aquilo, mas recebia o chute que o pegava de surpresa e seguidamente o golpe de espada passando pela diagonal em suas costas, fazendo com que ele caísse um pouco mais a frente de seus pés.

Antes que pudesse se reposicionar após os golpes dados no homem, o revolucionário era acertado por uma adaga em sua costela esquerda pela lateral um pouco abaixo de sua axila aproveitando da brecha que havia visto, o golpe havia vindo em meio ao intermédio de tempo do golpe de espada que o revolucionário dava no chinchila, não era um golpe desestabilizador devido a boa resistência de Mephisto que aguentava bem e que aproveitava do momento para zombar da cara do guarda que retirava a sua arma ao se ver um tanto intimidado e quando o grisalho ia proteger do próximo golpe que vinha, Athenas intervinha, salvando a sua vida pois o momento de distração causado pelo gatuno tinha provocado uma falha em sua defesa, ela parava uma espada que vinha na direção de sua cabeça. - Atenção, Redgrave! – Gritava Athenas para ele enquanto que socava o homem e mandava-o para longe. Ela tinha estado ao seu lado a todo momento, ajudando-o a proteger o portão, mas o homem que Redgrave havia derrubado com sua espada antes de entrarem no complexo havia se levantado e o pegaria de costas se não intervisse, deixando que o revolucionário tomasse conta do portão sozinho. Os guardas estavam cada vez mais furiosos com Mephisto e pareciam vir três de uma vez.


~~ Revolucionários – Time 2 ~~


O homem continuava vasculhando os armários enquanto que Nerockiel continuava parado.


~~ Siegfried e Rurik ~~
     
O pirata começava a se armar após ter uma reação adversa sobre o homem, estranhando o seu comportamento e suas atitudes, o marinheiro não interrompia ele e o combate tinha o seu início novamente. Com um avanço de ¾ de sua velocidade, o marinheiro esperava e a cerca de um metro e meio de seu inimigo, lançava a machadinha em direção à perna de apoio do gordo que se movia atrás para esquivar da arma que ia acertar, o resultado era Siegfried avançando bem mais rápido usando de sua aceleração e sacando a sua outra machadinha. Ele acertava a escudada no homem, conseguindo empurrá-lo para trás, mas o homem não revidava o empurrão, conseguindo uma distância, o suficiente para que aplicasse um chute na lateral do qual Frey conseguia bloquear com sucesso.

A estratégia de Sieg começava e utilizando de seu escudo mais dashs com uma aproximação veloz, forçava ele a se movimentar, defendendo-se, exibindo uma pressão maior e tentando fazer com que o marinheiro fosse para ofensiva e era o que acontecia, o homem tentava chutá-lo mais uma vez, um golpe do qual se arrependeria, pois Uller já esperava aquela movimentação e usando de sua machadinha, acertava um corte em meio a perna do mesmo. O marinheiro havia sido esperto o suficiente para abortar o golpe em meio e com isso diminuir a região de corte da machadinha, conseguindo permanecer de pé sem muitos problemas mesmo com o corte.

A situação continuava com o pirata tentando combar a sua estratégia com seus golpes mais soltos, a sua machadinha viajava em meio ao ar tentando acertá-lo que com velocidade, esquivava-se. O homem, por outro lado, não parecia estar tão ágil como inicialmente e começava a tomar a ofensiva, usando de suas pernas para tentar golpear o grandalhão que conseguia bloqueá-los com certa facilidade, deixando aqueles golpes mais previsíveis. Só que era a estratégia do marinheiro causar aquela impressão e ao forçar uma das defesas de Sieg, ele empurrava o escudo segurando-o pela lateral, conseguindo abrir a guarda do ruivo. O marinheiro tentava um chute frontal direcionado ao rosto de Frey que usando de sua agilidade e reflexos, conseguia direcionar o golpe ao impacto de seu ombro, que conseguia suportar bem o golpe, mas deixava aquela área mais dolorida.

O combate se estendia com mais alguns golpes de ambos os lados dos quais não surtiam o efeito esperado, em meio a isso, o gordo fazia a estratégia reversa de Siegfried, conseguindo encurralar o pirata em uma das paredes, forçando mais uma defesa com o seu escudo, o grandalhão não havia percebido que em meio aos golpes, o marinheiro havia catado algumas balas e ele jogava-as por baixo do escudo para abrir a guarda do mesmo que tentava impedir aquilo pensando que poderia ser outra coisa, desta forma, a abertura por cima fazia espaço para que uma cotovela no topo do crânio de Sieg pudesse ser acertada, o golpe era duro e fazia com que o Frey sentisse bastante da dor dele. Conseguindo se recuperar do golpe, bloqueava os próximos golpes do mesmo e o empurrava para trás, fazendo com que ambos tivessem uma distância de três metros.

Com uma rápida análise do local a sua volta, não via nada além de alguns outros escudos onde estava encostado, mas ao seu chão, haviam as munições de armas de fogo que o marinheiro havia jogado anteriormente, não percebendo que poderia ter errado ao fazer aquilo, mesmo tendo acertado o golpe.



Considerações:
 


Ferimentos:
 


Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 6 EmptyTer 07 Ago 2018, 06:45

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VIII -Vagabundos também tem seus dias ruins.


Vivo a vida que eu sempre quis e já estou velho pra mudar
Não me arrependo de quase nada que eu fiz
Saiba disso quem irá me enterrar

Há a luta começava com cada pequeno pedaço de coisa que eu esperava, vários homens indo e vindo, um combate mecanicamente programado, e bem, uma faca nas minhas costelas, essa eu devo dizer que tava fora do script que eu escrevi, mas foi um começo. Athena no entanto acabava de me salvar da morte, dizendo que eu tomasse cuidado, bem, ela estava certa e eu não devia dizer isso mas, não era como se eu pudesse deixar passar. - Relaxa o golpe era na cabeça, acha mesmo que tem alguma coisa aqui dentro? máximo que ele ia conseguir era ver um monte de nada, se fosse no peito aí assustava.- pois é, eu não deveria ter dito isso, deveria me calar, e só seguir o fluxo, hábitos não mudam, parabéns Mephisto, você mostra seu compromisso e seriedade para a mulher todo o tempo, bravo bravo.

Olharia no entanto para eles deixando que Athena seguisse seu caminho pois quanto mais longe do sangue, melhor a mulher iria estar, e não gosto da ideia de ela se machucar, sei que ela é mil vezes mais poderosa que eu mas eu sei também que lidar com a perda não é algo que faria bem, e já estaria até aí a algum tempo analisando o ambiente, eu precisava de mais detalhes, esses poderiam vir de diversos pontos, e nesse instante era o que faria procurar os detalhes que precisava. Coisas simples na verdade, que pudessem ser usadas talvez não por mim mas pelo ninja, já que eu não pretendia me mover. -Eu achava que os agentes do governo eram homens poderosos, treinados e fortes em, mas o maluco falhou em enfiar uma faca nas minhas costelas, e precisam de tantos assim para pegar um único revolucionário, acho que eles estão precisando mudar o ponto de recrutamento.- diria isso com o olhar provocativo no rosto com a postura sempre preparada, esperava que os inimigos que tivessem se levantado começassem seu trabalho.

Bem a atenção era sempre grande apesar de minha boca não parar de falar, bem eu estaria sempre focado, coisa de vagabundo, você desenvolve essas coisas durante o tempo, inclusive a capacidade de ser sujo, já meus inimigos, isso é problema específico deles. Para o primeiro inimigo se ele viesse a se levantar rápido, já que da outra vez tinha sido subjugado pelo escudo, sim ele mesmo o cacetinho 1, esse cara eu não iria com todo o poder dessa vez, a graça seria defletir o golpe dele, no momento que ele batesse moveria o escudo para bloquear o golpe, mas não só isso, queria forçar contra o golpe de uma vez só, para defletir o golpe, e se isso acontecesse bem, só existia uma coisa para fazer piadas - Sabem eu estava querendo fazer uma perguntas, sabem quantos revolucionários são necessários pra derrotar um agente? Nenhum por que pelo que eu estou vendo vocês se batem sozinhos- mas não deixaria por isso enquanto ele provavelmente sentiria a pancada aproveitaria para dar uma segunda pancada com escudo, mas dessa vez um solavanco visando o rosto do número 1, sim uma pancada rapida apenas empurrando com a força do braço, já que demoraria muito se fosse esperando um longo tempo para afastar e rebater de novo. Independente de ele ter sido acertado pelo soco ou não no momento em que voltasse a reposicionar o escudo prosseguiria - O número 1 é sempre o que levanta primeiro, e cai primeiro também, vai ser o primeiro em tudo, talvez o que morre primeiro..- a voz sempre em tom de sarcasmo, e ironia, o olhar que você não pode ver sem se irritar, aquele olhar provocativo, e claro todo o ar cheio de deboche.

Mas não estaria obviamente parado enquanto falava já esperava que um dos outros se movesse até mim naquele momento e aproveitaria a espada livre para atacar ele, dessa vez eu não aguardaria o próximo para bloquear mas para atacar ele, claro que minha posição de guarda do portão, podia fazer tudo ser mais complicado, afinal, toda a parte de acrobacias, as ideias que eu poderia ter usado o chão e os giros se perdiam. E isso tornava minha posição estática um tanto estranha, eu precisava pensar mais quando formulasse as estratégias, mas minha intenção seria atacar o braço do próximo atacante, assim que visse o ataque vindo, tentaria esticar meu braço o máximo que pudesse, entanto passar a distância da haste da arma que ele segurasse, se fosse uma adaga ou arma curta poderia ser mais fácil, tentaria um golpe na mão, dedos ou no antebraço com força, para fazer com que o possível ataque não me atingisse. Seria um giro de espada simples apenas para fazer isso.-Nossa, eu estou começando a gostar de vocês sabe? eu até já dei nome, perguntar pra minha chefe linda mais tarde “Athena podemos ficar com eles”, aquele ali é o Cacetinho Numero 1, sim eu gosto dessa ideia de nomes, seriam bons cachorros, mas não cães de guarda, só pra brincar de pegar o osso mesmo, que na guarda vocês já tão falhando fortemente.- E claro as pernas estavam para o próximo inimigo, se o terceiro inimigo tentasse um ataque nesse meio, o chute não usaria de moverme pra frente mas diferente dos anteriores esse usaria o giro da coluna para atacar mas sem dar um passo à frente, ao contrário, apenas o pé usado seria jogado pra trás voltando com um golpe direcionado a lateral do joelho de meu inimigo. A ideia era que o golpe pudesse parar avanços que ele pretendesse fazer.

Sim, essa postura mais ofensiva às vezes era precisa, às vezes temos que assumir riscos, e claro não pararia com minhas ideias mirabolantes, pois eles tinham de ouvir a voz da vagabundagem falando. - Bom ele eu chamei de Nariz de porco número 2, esse é quase o melhor nome, só perde pra um… o Capitão demência, número três, esse é o melhor nome de certo, e não me esqueço desse aqui não, o chinchila aquática número 5 - Os nomes estavam dando uma apimentada na situação não podia apenas deixar que eles ficassem em paz, esse não é meu estilo. - não tem um motivo para o chinchila ser diferente, eu só fui com a cara dele mesmo, parece um revolucionário, eu investigaria ele se fosse vocês.-

Em todo momento estaria me preparando para caso fosse receber um golpe, se algum golpe viesse a me acertar em algum momento, tentaria resistir a esse e posteriormente não deixar barato, se o espaço me surgir, revidar, eu teria algumas formas de lidar com isso revidando possíveis ataques. No caso de ser um golpe alto, acertando o rosto ou o ombro, tentaria desferir um golpe horizontal na barriga do inimigo, da esquerda pra direita, visando a barriga do oponente, o motivo disso era a velocidade de reação do inimigo que estaria com um ataque alto em curso, ou nesse caso terminado, se fosse um ataque baixo tentaria subir a espada como se em uma lua, subindo em um golpe arqueado de baixo para cima. - Uma coisa importante para vocês saberem, é que existem 4 possíveis finais aqui, no primeiro vocês perdem, no segundo também, mas vocês morrem nesse, no terceiro, vocês são derrotados, mas vivem, e com a vergonha, de terem apanhado de um revolucionário solitário, no último vocês me derrotam, mas meus amigos acabam com vocês e ainda assim ficam na vergonha pois nosso número é bem menor.- não tinham lá muitos caminhos para a felicidade entre os agentes ali, mas o que eu posso fazer, os vagabundos não existem pra resolver problemas, eles existem pra criar eles, e é o que eu faço de melhor, continuarei fazendo por o tempo necessário.

De todo modo precisava de mais algumas ideias de bloquear, se durante algum momento o homem da maça me atacasse eu precisaria dar uma atenção especial a ele dessa vez, ao invés de trocar forças com o golpe dele bem, eu fingiria ir por esse caminho, no momento que a massa viesse se chocar com o escudo ergueria ele com a potência de quem vai bloquear, mas na hora exata que a massa se chocar desceria o escudo junto com a massa deixando ela vir com tudo para baixo junto, com o escudo, o que poderia desequilibrar ele, nesse momento ele veria o sorriso maligno em meu rosto, você esperava hora de um vagabundo meu caro homem da arma forte? não é isso que terá meu amigo, no momento que visse ele desequilibrando aproveitaria o momento para dar a minha famosa sequência de ataque rápido, a espada dançante, eu tinha feito isso no outro inimigo a tempos atrás no wow, basicamente eu giro a ponta da espada em uma espiral com toda a minha velocidade no tórax do inimigo, tentando abranger uma área de dano moderada. - Ops escorregou, foi mal não achei que tava tão liso, triste recuperação, mas relaxa que da próxima não acontece, é só ter foco- E claro dessa vez se o dançarino das adagas tentasse me pegar pela lateral, eu não iria diretamente bloquear ele, visto que provavelmente ele tentaria fazer isso quando eu tivesse atacando, eu daria um pisão no pé dele com toda minha força subindo posteriormente com o joelho direcionado a suas zonas baixas. - A vida é dura meus amigos, mas se tem uma coisa que eu aprendi com o tempo, é que nós devemos confiar em nossos instintos, a menos que você seja o capitão demência, nesse caso é melhor não confiar em nada não

A provocação não poderia parar por aí obviamente, estava naquele dia onde precisamos de um tempo pra tudo ser acertado. E eu não tinha muito por onde caminhar nesse rumo, parte do meu trabalho estava só começando, esses homens não vão ser fáceis e isso eu tenho plena noção. Por isso para os demais ataques, sempre que possível, tentaria bloquear eles de maneira mais usual dessa vez, não dando grandes escudadas, ou pancadas mais fortes para o desarme, não agora nesse momento era uma leve mudança de postura, eu tentaria sempre mover o escudo para a direção do golpe, visando deixar ele frente ao meu corpo protegendo a parte torácica, e sempre cuidando para sua movimentação fazer o ângulo certo com os ataques, para que pudesse segurar ao máximo eles, pra baixo, pra cima para os lados, e como precisasse, tentaria bloquear, e claro nem sempre só o escudo seria suficiente, se em qualquer momento mais de um ataque viesse, tentaria usar escudo e espada para o serviço.

No caso de um ataque duplo, a ideia era a seguinte, o que viesse mais a esquerda, visaria defender ele com o escudo, se possível, dessa vez sim encadeando com ele, mas para o mais a direita o bloqueio era mais parecido com o que fazia quando não tinha o escudo, deixando a arma deslizar pela lâmina da espada, apenas usando ela como um escorregador, movendo para que a arma seja desviada, mas sem entrar em uma guerra de forças, e se necessário afastaria o da direita com um chute simples na região torácica. - OLÊ, mais um ponto pra o toureiro, e a galera vibra!!! O time de vermelho marca mais uma pra essa rodada - Bem as vezes eu acho que estou indo longe demais porem adoro isso.


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 6 EmptyTer 07 Ago 2018, 16:47

Entre golpes, bloqueio e esquivas, acabava por cair e uma estratégia de meu adversário. Ele lançara pequenos projeteis a uma altura mais baixa e eu, com minhas habilidades escudistas, descia o bloqueio para baixo e este era meu erro.

Um forte impacto do cotovelo marinheiro contra minha cabeça pirata. Dor. E um apertar dos olhos momentâneo. - Desgraçado... - Abria os olhos, com um sorriso assustador estampando minhas feições. - ...ahaHAHAHAHAHAHA... - O calor daquela batalha corria por cada veia de meu corpo, me proporcionando, apesar do dano, um grande prazer. "ISSO É QUE É VIVER, CARALHO!" Meus pensamentos de bárbaro gritavam, meu ego saltava e esperneava divertido enquanto bloqueava outros golpes do inimigo, empurrando então. Os olhos percorriam, por um segundo, o ambiente, e então se voltavam para o gordo, fitando-o.

- Diga-me, saco de batatas... - Abaixaria-me um pouco, rapidamente, pegando as munições com minha destra, que portava também o machado, guardando-as no bolso de trás, sem tirar os olhos do inimigo. Um sorriso singelo para ele, quase como se não fosse meu inimigo. - Você conhece o Capitão Eric?

Tão logo falasse, não daria tempo para uma resposta, de certa forma, saindo em outro arranque na direção de meu adversário. Eu já havia causado certo dano nele, e ele em mim, e aquela batalha estava se estendendo de mais para uma invasão. Era hora de acabar com aquilo de vez.

Ainda com o escudo empunhado na mão esquerda - segurando firme a haste em seu centro - e com o machado na direita - também firme, no ponto de quase machucar as mãos de tanta força, consequência da empolgação - avançaria contra o inimigo, voraz como um leão, mas sagaz como uma raposa.

Basicamente, manteria a estrategia de tentar impor pressão sobre o inimigo, agora de forma ainda mais intensa do que antes, se possível. Na verdade, estaria utilizando de toda minha velocidade, não me importando se, ao final daquilo, ficasse com a respiração pesada e tivesse que parar um pouco para tomar folego.

Seguiria, desta forma, continuamente pressionando e forçando o inimigo com o uso de potentes dashs amparados pelas minhas capacidades de aceleração, tentando ao máximo me manter próximo de sua guarda, utilizando-me do escudo com empurrões, como antes, mas agora também com o machado, fazendo fintas, que não necessariamente visavam acertá-lo realmente, mas provocar movimentações do inimigo.

Estaria, assim, tentando novamente provocar a investida do inimigo, e por conta disso manteria tanto o escudo e o machado disponíveis para bloqueios, colocando-os a frente de golpes e enrijecendo meus músclos, sempre prestando a máxima atenção para não cair em truques como antes. No caso do machado, especificamente, poderia bloquear com a lâmina, de forma que além de bloquear faria o inimigo causar um dano a si próprio, de certa maneira. Manteria os olhos abertos ao ponto de perceber, inclusive, caso o marinheiro de alguma forma pegasse alguma coisa, como as munições de antes, tentando assim prever possíveis enganações, ou até mesmo ataques que poderiam se passar por truques como o de antes.

Ainda na ideia da pressão, daria passos firmes na direção do inimigo a cada bloqueio, visando desestabilizá-lo. Inclusive, se fosse possível, tais passos seriam dados para entre as pernas dele, de forma a invadir cada vez mais sua postura(levando em conta momentos em que ele estivesse, principalmente, com os pés no chão). Manteria também como se fosse uma valsa, contornando o inimigo para causar ainda mais desconforto no mesmo, de forma que explorasse suas brechas, dando até leves cortes quando encontrasse-as, mas novamente sempre na ideia de impor pressão, e não causar um dano significativo, explorando o ambiente de forma a não evitar ficar encurralado e ainda tentar encurralar o inimigo.

Como deve ter ficado evidente, nenhuma das movimentações citadas antes eram realmente para causar-lhe dano, mas para desestabilizá-lo cada vez mais, e obrigá-lo a manter golpes contra mim. E cada golpe que investisse seria analisado desde seu início por meus olhos e mente conhecedora de estratégias, que estariam focados principalmente em encontrar o momento mais propício para o meu movimento que eu esperava ser letal: quando tal golpe viesse contra mim, sendo ele possível de ser bloqueado pelo escudo ou não, eu deixaria tal escudo cair e minha mão canhota, que segurava tal objeto, iria de encontro ao golpe, utilizando de meus saberes de Luta de Rua e habilidades de bloqueio além da média para bloqueá-lo, mas não só bloquear, mas empurrar o membro do adversário - fosse suas pernas, braços, ou qualquer outro - para o lado, forçando assim a abertura de uma brecha, que seria aproveitada com um girar do corpo avançando contra o inimigo, utilizando da cinética do movimento todo para... - TE DOU... - ...aplicar uma machadada bruta e mortal... - ...UMA PAULAAADAAAA! - ...no pescoço de meu inimigo, a todo custo, liberando a energia bárbara em mim em um brado que anunciava o que aquele ataque tinha de especial.

Não ligava se em meio a isso receberia algum golpe, de alguma maneira. Nesta possibilidade, tentaria enrijecer ao máximo os músculos do local que provavelmente seria atingido, forçando também os pés no chão para que não me provocasse um afastamento, que poderia comprometer o uso de minha técnica. Na verdade, tentaria inclusive no momento do golpe, como antes, avançar na direção do inimigo com um passo reduzindo mais ainda sua área de ação - inclusive, se fosse possível e propício, dando este passo para entre suas pernas, ou até mesmo para atrás de uma delas, de forma a colaborar com a movimentação desestabilizando-o ou travando alguma esquiva que ele poderia realizar. Contava de verdade com aquele golpe para acabar com a luta, e receberia o dano que fosse necessário. Até mesmo, se precisasse, juntaria certa quantidade de saliva na boca para cuspir na face do inimigo no mesmo instante, crescendo a distração para impedi-lo, ao máximo, de escapar.

É claro que, antes do momento deste golpe "final", também ficaria atento a necessidade de realizar esquivas, naqueles momentos que meus bloqueios não cobrissem minha defesa totalmente, podendo utilizar-me de esquivas que dependeriam do tipo de ofensiva contra mim, amparado em passos, saltos, giros, e movimentações com o corpo que incluíam jogar do quadril e do tronco para os lados, ou tirar da trajetória de ataques braços, pernas e cabeça, retraindo-os para trás, para mais junto ao corpo ou mais distante, esticando-os(no caso de braços e pernas eles em si, e no caso da cabeça o pescoço) ou qualquer outra forma de saída da linha do golpe. Atentaria-me, também, como na última vez, aos artifícios estranhos de peidos, vômitos (?) e estas coisas nojentas que não me surpreenderiam se fossem utilizadas pelo marinheiro, buscando as esquivas e bloqueios já citados para me proteger de tal, ou mesmo prendendo a respiração, no caso de flatulências.

Então, independente do resultado do uso da técnica, logo após recuaria com um dash, aplicado no esticar de uma de minhas pernas para trás. No caso da não efetividade, por algum motivo, tentaria me distanciar e manter os olhos atentos no oponente, um tanto quanto aborrecido. Ao contrário, se fosse efetivo, um sorriso brotaria em meu rosto, enquanto pegaria com a esquerda, livre do escudo, um dos revólveres que havia roubado do marinheiro que matara em Wars Island, olhando para ela por um instante de forma a tentar, de alguma maneira, entender seu funcionamento. Eu não era especialista em armas, na verdade nunca havia pego em uma, mas me esforçaria ao máximo para entender, e tentar carregá-la com aquela munição que anteriormente havia sido lançada contra mim e colocada no meu bolso. Se ela não fosse própria, buscaria rapidamente da munição que se encaixasse na arma de fogo.

De qualquer maneira, já com o revólver carregado, voltaria a me aproximar do adversário, possivelmente no chão, tentando aproveitar então daqueles instantes de resto de consciência que normalmente se tem enquanto se asfixia no próprio sangue para desonrá-lo totalmente. - A propósito, aprenda usar balas da forma correta, porra... - Diria, esticando o braço com a arma na direção de sua face, tentando encontrar a posição dos dedos que parecesse mais correta, ou que pelo menos funcionasse, seguindo o principio do cano estar virado para ele e algum dedo meu no gatilho(aquela coisa simples que qualquer um sabe sobre armas). - E é assim que se estraga um velório. - E prenderia a respiração por um instante, puxando o gatilho e liberando o projétil contra seu rosto, para dar fim a sua vida se ela não houvesse acabado ainda, e desfigurá-lo.

Depois desta cena, passaria a praticar com aquela arma, tentando entender melhor seu funcionamento, atirando quantas vezes mais fosse possível no corpo do inimigo, distribuindo disparos por todos os cantos nele, até mesmo encostando a arma em sua pele para ver as diferenças e resultados. Se não conseguísse utilizar a arma, contudo, para os fins desejados, simplesmente daria uma machadada bem no centro de sua face, para rasgá-la ao meio.

De qualquer forma, a última coisa seria beber o último gole do rum, como uma comemoração própria.


Técnica - ''Te Dou uma Paulada!'':
 

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 6 EmptyQui 09 Ago 2018, 10:28

Cada louco com suas loucuras


A minha luta contra o guarda permanecia equilibrada, apesar que desta vez apenas eu havia conseguido acertar um golpe e o resto foram apenas tentativas falhas.  Por falar nisso, depois de tentar imitar uma hélice de helicóptero acabara errando todos os golpes e ainda havia ficado tonta com tudo aquilo, assim provavelmente ficaria vulnerável por algum tempo. O jeito era sair da posição antes que me trouxesse mais efeitos colaterais ”O feitiço se voltando ao feiticeiro” talvez a primeira vez que não escutava reclamações ”Olha só, pelo menos uma vez você disse algo útil" respondia em um tom sarcástico ”Não fale besteiras, tudo o que eu falo é útil de certa forma isso acabava me irritando ”Aí já é um pouco exagerado terminava com aquela conversa de uma vez, talvez ela voltasse a me incomodar mais tarde, porém por agora não queria me estressar mais. Nesse momento teria de pensar em algo que me pudesse acabar com o combate de uma vez ou então pelo menos me dar alguma vantagem no seguimento do mesmo, já que algum movimento inesperado poderia desiquilibrar o embate para um dos lados e em minha visão era eu quem estava mais próxima de realizar algo assim. Apesar disso, não precisava me apressar em terminar a luta contra o guarda, já que poderia acabar fazendo algo de errado e piorando o que poderia estar favorável, além disso é sair desse combate para entrar em outro praticamente logo em seguida.

Com isso, eu não teria tanta pressa para chegar a resolução da luta, mas agiria com calma para arranjar o melhor jeito de conseguir alguma vantagem. Adotando novamente uma postura defensiva, esperaria que o homem viesse até minha direção para que pudesse realizar alguma movimentação. Quando ele então se aproximasse de mim teria de ser mais rápida para acertar um chute em sua mão para desarmá-lo e em seguida conectar outro chute na altura de seu rosto. Mesmo que não conseguisse acertá-lo com os dois primeiros golpes, logo em seguida tentaria realizar um chute lateral antes de recuar, já que poderia ser atingida caso falhasse novamente em meus golpes. Aguardaria sua vinda desta vez sem nenhuma surpresa, se ele tentasse mais uma vez atacar minhas pernas jogaria todo meu corpo na direção e faria repetidas vezes conforme o guarda realizava seus golpes, em algum momento ou outro procuraria também saltar para trás sempre tentando evitar tropeçar em alguma pedra aleatória. Caso sua movimentação fosse para me atingir diretamente na região do meu peito, eu visaria fazer alguns giros me mexendo conforme a “música”, e se porventura acabasse encurralada, buscaria movimentar apenas o tronco para baixo ou então para os lados contrários aos seus golpes. Ele ainda poderia tentar me atingir na diagonal, com isso me movimentaria soltando os braços e me lançando de um lado para o outro, aproveitando para realizar alguns rolamentos em momentos propícios para manter-nos a uma boa distância um do outro, com isso evitaria estar muito próxima ao homem e também muito longe dele.

É sempre bom pensar em muitas alternativas em um combate, já que muitas coisas podem acontecer durante um e por isso me manteria em movimentações estranhas do meu oponente ou então até mesmo armadilhas. De toda forma, não esperaria que ele viesse até a mim e mais uma vez tentaria tomar a dianteira do combate, assim correria em sua direção, mas desta vez em linha reta para tentar confundi-lo sobre minhas movimentações anteriormente realizadas em ziguezague, em uma boa distância dele saltaria rapidamente para então realizar um chute lateral em sua cabeça e mesmo que acabasse errando tentaria emendar o mesmo golpe visando uma região diferente como o peito ou a cintura. Não podia esperar que eu acertasse ambos os ataques e por isso, já teria de estar preparada para me desviar dos seus golpes mesmo que estivesse ainda no ar voltando do salto. Caso isso acontecesse procuraria girar e me lançar em uma direção contrária ao guarda para evitar ser atingida, procurando também proteger minhas pernas colocando sempre uma parte do meu corpo na frente para evitar que fossem atingidas. Era possível ele tentar me acertar no rosto, já que poderia atingir meu olho e assim tiraria minha visão para obter uma vantagem no combate, se isso ocorresse moveria apenas minha cabeça em direções contrárias aos seus golpes. Eu ainda poderia conter seus avanços tentando novamente passar-lhe uma rasteira, mas desta vez se ele pulasse em uma altura considerável levantaria o pé para derrubá-lo e se ainda assim não o atingisse saltaria para trás. Não sabia quando o combate poderia terminar tudo dependia da efetividade dos meus golpes realizados contra o guarda e bem, se durasse um pouco mais, talvez nem fosse ruim - Estou me divertindo! diria empolgada para o homem ”Você deve ter um parafuso a menos” mais uma vez tentando retirar minha paciência hoje "Olha, se eu estou conversando com você isso é meio óbvio não? perguntaria como se fosse a coisa mais perceptível do mundo.  

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Ato I: Uma nova vida
Ato II: Revolução em Lvneel
Ato III: Buscando a cura
Ato IV: Aranhas e mais aranhas
Ato V: Fim precoce
Ato VI: Passo adiante
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 6 EmptySex 10 Ago 2018, 15:57


My feelings are fatal


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IX. Razão no lugar da emoção

No final acabava bem em suas devidas medidas, tinha sido tratado de maneira efetiva o que me deixava um pouco mais aliviado já que recebia um tratamento melhor que aquele que tinha recebido pelo médico revolucionário que ao em vez de zelar pela saúde ou segurança de seus companheiros preferiu me atacar causando um ferimento que sequer quis tratar após o nosso breve duelo. ~ Lá vamos nós de novo... ~ Fechava meu cenho arqueando minhas sobrancelhas em uma expressão de terrível incômodo ao perceber o que fazia, mais uma vez eu estava refletindo sobre os revolucionários lembrando de coisas que já não condizem com minha atual situação ou objetivo, socaria uma parede próxima em um puro gesto de descontentamento enquanto meu olhar ao se levantar em direção ao caminho que eu seguia já demonstrava minha tranquilidade e neutralidade de seu habitual, de fato tais sentimentos me incomodavam mas tinha que seguir em frente, meu caminho seria eu que definiria e não uma ideologia antiquada e sem graça com métodos similares de seus inimigos. ~ Sou divertido demais para os revolucionários ~ Refletia mantendo meu semblante e postura de uma pessoa completamente entediada e olhar repleto de desmotivação pois de alguma forma até a voz em minha cabeça era cansada.

Inconscientemente eu buscava focar em outros sentimentos que não me ligassem com aquelas pessoas que me ajudaram em World of Winners, não queria pensar em Mephisto ou na celestial Katherine que de alguma forma ganharam meu respeito e apreço, não queria me preocupar com eles ou considerar que a ideia de saudade crescia dentro de mim já que eu tinha ido sem sequer dizer um adeus, tinha saído como um fugitivo coisa que eu fiz em durante todo o último ano e isso era o que doía, fugir deles como se eu tivesse fugido dos malditos do clã Ketsueki e no fundo eu sabia que Redgrave e seus amigos não merecem tal tratamento ou pelo menos não de mim que fui salvo pela sua gentileza, uma ideia que eu também ainda desconhecia. Mas obviamente eu não estava ciente de tais sentimentos enquanto caminhava, não tenho conhecimentos psicológicos que me permitiriam tal saber e ao mesmo tempo eu tentava me desligar para tais emoção impondo minha calma calculista e racional por cima de qualquer emoção sem sentido, continuava caminhando até a forja e como sempre tentava indicar que estava bem com meu semblante neutro desprovido de alguma emoção.

Tinha que buscar uma distração para o meu tédio que mascarava o conflito interno que acontecia sem eu sequer ter a ciência, o curioso é que de fato tinha aproveitado e até mesmo gostado do que tinha lido e aprendido sobre botânica, isso me fazia pensar rapidamente sobre outros campos do conhecimento que eu nunca tinha sido apresentado apropriadamente, possuía alguns conhecimentos relacionados ao meu ofício de ferreiro mas agora parecia que eu tinha uma nova visão de mundo, se meu olhar se encontrasse com alguma planta ou árvore eu já não teria mais uma visão empirista sobre o assunto eu já começaria a buscar na memória como identificar tal planta, buscando saber seu nome e o ambiente apropriado em que tal vegetação crescia e onde ela seria mais vista buscando também saber o motivo de possuir tal nome enquanto também tentava lembrar seu nome científico, faria isso tentando lembrar do que tinha lido no livro e sequer perceberia, era isso que despertava minha curiosidade com os demais campos da ciência e do conhecimento pois de alguma forma aquele aprendizado tinha quebrado as portas da minha ignorância... ou talvez eu só buscasse uma distração para os sentimentos conflitantes dentro de mim incertos sobre o caminho que eu trilhava.

Eu chegava na forja abrindo a porta e já ia sendo recebido com uma recepção um tanto que calorosa que de imediato me fez virar de costas em um impulso que eu mesmo não reconhecia como timidez, me virava completamente tentando fechar a porta que normalmente já se fechava sozinha e isso só criava um certo sentimento de constrangimento e estupidez que tornava mais difícil olhar aquelas pessoas nos olhos, dava um leve suspiro cansado já aceitando a maneira como era vista me virei olhando para o ferreiro que tinha se referido a mim como “louco” e segui andando a passos lentos em sua direção. - Hm... - Nessa buscava de palavras eu levantava um pouco meu olhar fitando o teto tentando mascarar minha timidez e inabilidade social enquanto tentava lembrar se já havia me apresentado ali, talvez eu tenha dito que meu nome era Louco como disfarce, inclinei um pouco minha cabeça enquanto raciocinava considerando se realmente tinha feito isso. - H-hmm… Prazer Sr. Ferreiro, como se chama? - Perguntaria sem estender minha mão para um aperto apenas encararia o homem aguardando sua resposta. - Bem está tudo pronto? Tem uma bancada de serviços que eu possa utilizar? Nesse caso eu gostaria de pagar pelo material que será usado com antecedência. - Tiraria do meu bolso o suficiente para pagar pela matéria prima que neste trabalho seria ferro, uma barra pesada o suficiente para forjar um katana tradicional, caso o homem me guiasse ou apontasse onde eu ficaria então seguiria o caminho de bom de grado já imaginando o que eu faria, ia ficando animado ali conforme ia vendo outras pessoas trabalhando me despertando um sentimento um tanto nostálgico, meu coração acelerava acompanhando o ritmo das marteladas produzidas ali. ~ Olha só isso... ~ contemplava diante de tal cenário como se o natal tivesse chegado mais cedo para mim.


Criação: Katana (forja)

Começaria me preparando afinal já imaginava a bagunça que eu iria fazer o que me fazia pensar que acabaria pagando mais por todo o caos que iria começar ali afinal diferente daqueles profissionais eu tinha um método um tanto ortodoxo de criação, prendi meu cabelo em um coque amarrado para trás tentando evitar que seu tamanho viesse ser um problema em meu trabalho já, removi meu sobretudo para evitar o calor desnecessário que eu poderia sentir na forja já que trabalharia bem próximo de uma fornalha eu já não precisava me preocupar com frio ou coisas do gênero, dobraria a peça de roupa e a deixaria no canto da bancada e logo em seguida caminharia até a fornalha próxima de mim enchendo-a com mais carvão somando que precisaria de mais ou menos três baldes cheios para que conseguisse gerar o calor necessário para derreter a barra de ferro, acenderia a fornalha com um dos fósforos que possuía comigo ali naquele momento, começaria avivar mais a chama cutucando o carvão em volta do fósforo com um atiçador buscando quebrar o minério em tamanhos que permitissem a chama se alastrar ali dentro. ~ Tinha esquecido o quanto essa parte é chata... ~ Reclamei em minha mente lembrando depois de muito tempo o trabalho tedioso que era acender uma fornalha, continuava cutucando com o atiçador até perceber que as labaredas teriam evoluído para um chama mais rubra e forte. ~ Eu não tinha pedido para ele manter a fornalha acesa? ~ Indaguei removendo o atiçador do interior da fornalha e fechando a portinhola do equipamento nesse momento eu passaria os olhos pelo cenário e caso encontrasse outra fornalha acesa ali então eu levaria a palma da minha mão contra minha face percebendo de maneira injuriada o que eu tinha acabado de fazer. ~ Ela estava ali esse tempo todo! ~ Mais uma vez a falta de comunicação básica em minha vida atrapalhava o meu dia a dia, nada de novo aqui.

Começava a andar pela oficina procurando alguma bacia que fosse grande o suficiente algo entre cinco a quatro litros e de preferência algo que fosse feito de barro mas também aceitaria de plástico caso fosse a única opção, encontrando essa mais grande agora procuraria uma pequena mais específica que iria no interior da fornalha, este tipo costumava ser diferente muitas vezes sendo modelada com concreta ou algo do tipo, quando encontrasse as duas bacias eu finalmente voltaria a minha bancada onde colocaria os corpos das criaturas abatidas por mim, deixaria elas com o corpo sobre a bancada mas a cabeça iria pender para fora da mesma e debaixo da cabeça das criaturas estaria a bacia maior, com alguma lâmina ou até mesmo com minha katana atual eu faria um movimento delicado e lento com o fio da lâmina na garganta das criaturas de uma maneira que o sangue começasse a jorrar para o interior da bacia maior, claro que levaria um tempo para encher a mesma mas eu tinha tempo e outras coisas para preparar, infelizmente ali eu não podia forjar uma katana a uma maneira muito tradicional e isso se dava início ao material já que o ferro que compõe um katana é muitas vezes impuro possuindo um pouco de areia, terra e outras coisas que atribui a sua peculiaridade, uma katana é uma arma maleável e ao mesmo tempo resistente por isso sua produção não poderia ser similar a de outras armas eu teria que reproduzir os eventos que atribuiam isso no material original encontrado na natureza de maneira artificial naquela oficina.

Voltaria a andar pela oficina buscando pegar um pouco de carvão em seus recipientes ou sacos onde eram armazenados almejando pegar o minério ainda frio, tentaria pegar algo em média de um quilo em algum recipiente que encontrasse, em seguida também procuraria pó de cal ou gesso, um componente muito comum já que pode ser utilizado para construção de tantas coisas e até mesmo servir em receitas como agora, levaria essas coisas para o balcão e colocaria um terço de tudo que eu havia pego dentro da segunda bandeja que tinha separado, aquela que iria para dentro da fornalha junto com o material, primeiramente colocaria a barra de aço ali dentro do pequeno recipiente, em seguida iria o pó de cal e depois o carvão. ~ Acho que isso é o suficiente para simular as impurezas no metal na criação da Shingane e Kawagane… Mas acho que ainda falta algo na verdade. ~ Shingane é o nome dado a parte do ferro que se tornaria um pouco mais impura e por isso se tornaria mais maleável gerando a leveza que uma katana possui, Kawagane seria a parte mais resistente do ferro aquela que daria a resistência não só a katana mas em qualquer outra arma, com isso em mente eu voltaria a andar pela oficina a procura de algum saco de areia, normalmente areia era utilizada em construções de algumas coisas mas não saberia se eles teriam ali mas caso tivessem também pegaria um quilo com algum recipiente encontrado e colocaria um terço de seu peso no recipiente junto com o ferro e demais impurezas.

Uma katana é uma arma peculiar, diferente daquelas normalmente utilizadas por guerreiros já que esta é uma onde técnica e destreza se tornam mais presentes que mera força afinal uma katana tem seu lado maleável que manejado de maneira abrupta só desgastaria seu material gerando um certo desperdício para ambas partes, sendo pelo guerreiro ou pela arma, viraria um pouco do recipiente onde estaria o sangue dos animais no recipiente onde estaria a mistura junto com o minério afinal eu queria impurezas mas também em minha mente imaginava que os espíritos daquela floresta estariam abençoando minha arma já que aqueles animais tinham sido caçados e não teriam o recurso em seus corpos descartáveis, depois de colocar apenas algo aproximado de meia xícara de sangue animal eu levaria o recipiente com o minério e sua mistura para o interior da fornalha que já deveria estar em altas temperaturas dado ao tempo que dei para que as chamas tomassem força, deixaria ali até o tempo que fosse necessário para o minério derreter e começar a englobar os outros ingredientes em sua composição, se fosse uma outra arma então seria só isso mas depois eu teria que remover o bruto das impurezas que iriam se formar e depois derreter o ferro mais uma vez para aí sim forjar a lâmina da arma.

Enquanto o ferro derretia eu já iria procurar um potinho de graxa para deixar ali na bancada já que logo seria útil, assim que encontrasse e a deixasse ali no canto eu buscaria uma pequena lâmina como uma faca ou uma serra que eu encontrasse ali mas caso não portasse de algo assim então usaria minha arma atual mesmo imaginando que talvez fosse até melhor assim, com minha mão esquerda pegaria na pata traseira da raposa e com a direita iria manejar a lâmina portada contra coxa da criatura desejando cortar o membro por inteiro da criatura atacando já onde seria a junta, não possuía muitos conhecimentos sobre anatomia animal por isso não pouparia esforços serrando e cortando o membro do animal até que tivesse arrancado a perna inteira do animal, apoiaria o membro arrancado na bancada de trabalho e com a lâmina que portava eu fincaria a ferramenta na carne animal e começaria a cortar toda carne e músculos removendo os mesmo buscando encontrar o maior osso da criatura ali naquele membro fêmur, tal osso não seria nada mais e nada menos que a empunhadura da arma forjada, provavelmente ali naquela forja já teria algumas prontas já desenhadas assim como as bainhas mas eu tinha aqueles animais então por que não utilizá-los?

Iria raspar o fêmur para que conseguisse uma boa pegada sendo confortável e firme, claro que ainda ia passar algumas tiras de couro para melhorar a pegada mas neste momento eu precisava criar a forma da empunhadura limpando o osso lixando o mesmo e cortando em um tamanho ideal para o manuseio, pegaria alguma ferramenta pontuda e fina ao mesmo tempo como uma chave de fenda mesmo para limpar e remover o tutano no osso, não tinha interesse em mantê-lo ali e caso encontrasse alguma torneira ou bica eu iria até a mesma para também lavar o tal osso, sem o tutano osso ficaria oco permitindo que a lâmina encaixasse ali para fixar a mesma, claro que poderia usar algum outro componente para firmá-la talvez preenchendo o vão que pude parecer com mais ferro derretido mas verei isso depois já que tudo tinha sua ordem.

Removeria o recipiente com o ferro incandescente com uma pinça longa de aço, o ferro não estaria derretido e sim em uma pedra bruta rubra com o brilho das chamas, no entanto ela teria crostas negras a cobrindo e isso era as impurezas brutas que não iriam se misturar com o metal, viraria o recipiente pela pinça deixando o minério sobre uma bigorna e agora usaria a pinça para segurar diretamente no minério, com um martelo pesado começaria a bater na pedra incandescente fazendo leves faíscas voarem, nessas porradas eu tinha intuito de quebrar a crosta negra e impura do ferro, movendo a pinça para sempre posicionar as partes com protuberâncias pretas embaixo de meus golpes, nisso o metal também começaria se achatar um pouco tomando uma forma mais uniforme, assim que tivesse eliminado a parte indesejada deixando o material em uma pedra incandescente rubra perfeita então seria hora de colocá-la de volta a fornalha para que o material chegasse a temperatura em que o molde pudesse ser projetado e dessa fez acompanharia observando o processo segurando o material diretamente pela pinça passando pela boca aberta da fornalha, meus olhos miravam o ferro que ficaria cada vez mais e mais quente.

Quando o material portasse o brilho flamejante amarelado e vermelho então seria hora de removê-lo da fornalha e levar direto para a bigorne, estava na hora de desenhar seu molde, na bigorna começaria a martelar o ferro buscando um formato mais achatado e liso executando porradas fortes e precisas no material e assim que ele chegasse a um estado mais achatado eu aproveitaria seu estado de “flexibilidade” provocado pelo ferro já ainda quase derretido e o dobraria utilizando a pinça segurando em uma das extremidades e puxando tal extremidade para posicioná-la acima de uma outra como se dobrasse uma folha de papel no meio buscando criar um formato mais retangular, mesmo com o ferro derretido em estado de molde tal tarefa ainda precisaria de força e jeito, coisa que já sabia graças ao meu período de aprendiz em minha infância. ~ Kawagane e Shingane são um só agora. ~ Com o ferro ainda moldável eu pegaria o martelo para golpear a ponta do que seria a espada e nesse momento eu precisaria de uma ferramenta de suporte mais precisa para essa golpe, talvez a chave de fenda utilizada anteriormente pudesse ser útil nesse caso, posicionaria a ponta da chave contra o pré-molde da arma e iria golpear a ferramenta em sua outra extremidade com movimentos mais leves e cuidadosos, a intenção era quebrar uma parte daquela ponta para que desenhasse a ponta do molde e com isso feito voltaria a marteladas mais brutas e fortes buscando achatar e juntar todo o material.

O material começaria a esfriar mas agora já estaria no formato desejado só precisaria  ir na fornalha mais uma vez para que terminasse a lâmina antes de levar até a fornalha eu pegaria a graxa que tinha separado em minha bancada e utilizando a chave de fenda eu passaria a graxa onde seria sem fio da arma para que na fornalha ela pudesse agir ajudando na queima do material, segurando o molde pela pinça eu o levaria novamente para fornalha com a portinhola aberta e ficaria de olho durante o processo de aquecimento esperando que o material voltasse com aquele brilho descrito anteriormente, assim que percebesse o molde tinha alcançado tal ponto eu o removeria e voltaria para a bigorna voltando com a marteladas apenas para que o molde se tornasse aquilo ao qual já tinha o formato e quando a fosse visível a lâmina ali formada então com a pinça novamente eu levaria a lâmina ainda incandescente até a bacia onde estava o sangue que tinha escorrido das criaturas, temperando a arma com fluido da vida que o seres da floresta de Lvneel portava esperando que arma sofresse sua benção me reconhecendo como um samurai digno de empunhar tal arma e tal símbolo.

Com a arma temperada começaria a lixar a lâmina limpando ela e nisso usaria uma esmerilhadeira equipada com um disco ideal para lixar, ligando a ferramenta eu passaria ela de leve na superfície da arma removendo mais uma vez as impurezas e as protuberâncias não desejadas, mudando o disco para um mais resistente eu começaria a lixar o lando que estaria o fio da arma buscando afiar tal lado e desenhar alisando melhor a ponta da katana, quando pronta essa parte eu levaria a empunhadura bruta feita com osso da raposa até o encaixe da katana na extremidade mais bruta que não tinha sido muito trabalhada já que o espaço onde antes tinha o tutano do osso parecia já fornecer um espaço legal faltando apenas preenchê-lo. ~ As criaturas dessa floresta parecem até ter saído de algum livro bizarro… Ou talvez até tenham saído de um livro, um livro de biologia. ~ Preencheria o tutano com uma massa muito conhecida por aqueles que adoram dar um jeitinho nas coisas, sim, a amada durepox, afinal nenhum oficina seria uma boa oficina sem durepox.

Agora que a lâmina estava firme na empunhadura tudo que eu precisava era revestir a empunhadura com leves tiras de couro enrolando as mesmas em volta do osso para que a pegada na arma pudesse não só ser firme mas bastante aderente e confortável, finalizaria encaixando um pomo na extremidade ao fim da empunhadura, pegaria uma bainha qualquer vazia que a própria oficina disponibilizasse já que este trabalho de escultura na madeira muitas vezes era encomendado tirado com um marceneiro qualquer que pudesse esculpir a peça e com isso finalizava minha arma passando um leve trapo por cima de sua lâmina limpando a mesma e só por costume passaria uma pedra para afiar mais o seu fio, guardaria a arma na bainha, soltaria meus cabelos e colocaria novamente meu sobretudo.

Tetsuchi no Hone: Janguru no Ryu:
 


Criação: Katana (fim)

Terminava minha arma completamente suado e já começando a me incomodar com todo o calor, provavelmente estaria fedendo já que tinha saído de Wars e sequer tinha conseguido uma oportunidade para me banhar depois de tantos conflitos e confusões, caminharia até em direção do homem que parecesse ser o responsável pelo o lugar e tinha sim feito uma bagunça e tanto ali mas antes de ir até ele lembrava dos corpos deixados na bancada e por isso eu voltaria até os mesmos, com minha nova katana eu balançava ela de leve testando seu peso e observando seu fio. ~ Parece boa... ~ Ergueria a lâmina e desceria em um golpe veloz contra o pescoço da raposa no ímpeto de arrancar sua cabeça morta daquele corpo morto, em um movimento rápido, preciso e com toda minha força buscaria decapitar o corpo sem vida do animal, transferiria tantos golpes que fosse necessário até ver a cabeça rolar pelo chão, assim que a cabeça caísse eu limparia o sangue da lâmina a balançado para baixo e passando minha mãos de leve em suas laterais para depois guardar a arma, com a espada velha cortaria a perna direita da lebre e a guardaria como suvenir. ~ Para me dar sorte... ~ Guardaria a arma e as posicionaria juntas do mesmo lado de meu corpo, pegaria a cabeça e começaria esfolar a mesma com alguma faca que eu encontrasse pelo lugar e caso não encontrasse então usaria as próprias mãos tentando rasgar com as unhas toda a pele e carne que encontrasse ali.

O objetivo era pegar o crânio da raposa, ela seria meu souvenir do animal. ~ Vai ser meu novo amigo já que o Sr. Oceano é um babaca… Vou chamar você de Christopher Nolan... ~ Lavaria o crânio vazio e o pé da lebre em alguma bica local assim como também lavaria as minhas mãos, só então eu iria até o responsável local caminhando a passos lentos enquanto meus olhos voltavam a fitar todo o ambiente. - Oi... - Diria cansado de uma maneira arrastada com um tom de voz baixo tentando disfarçar minha timidez. - Eu acabei… Você tem um banheiro em que eu possa tomar banho? Estou imundo... - Diria tentando mudar de assunto enquanto meus olhos ainda fitavam o ambiente olhando de um lado para o outro buscando um banheiro, se ele me confirmasse e me permitisse eu acenaria positivamente com a cabeça com um leve sorriso nos lábios. - Tá… não sai dai… tenho que falar com você depois... - Concluía fazendo pausas longas buscando palavras e uma maneira de me expressar que não me deixassem totalmente desconfortável em falar com alguém que não me interessa de fato.

Se eu estivesse sozinho em tal banheiro eu removeria minhas roupas e deixaria minhas armas apoiadas na parede, tomaria um banho breve ligando o chuveiro de uma maneira que água descesse quente ou morna, se conseguisse isso eu ficaria muito feliz e animado afinal poucas coisas eram melhores que um banho quente mas se estivesse fria por outro lado eu tentaria me contentar com o que tinha ali, com o sabonete líquido ou sólido eu tentaria começar a ensaboar pelo rosto para depois descer lavando debaixo dos braços para depois lavar minhas partes íntimas, seguiria lavando as partes de meu corpo para depois enxaguar, caso ali houvesse de algum shampoo então eu faria bom proveito afinal meus cabelos muito longos também precisavam de seu devido tratamento, lavaria meus cabelos de maneira cuidadosa e paciente, assim que terminasse meu banho eu me secaria com qualquer toalha que visse disponível ali e vestiria as mesmas vestes já que a vida de fugitivo não fornecia de muitos luxos, se o banheiro fosse compartilhado eu esperaria um box que eu pudesse utilizar desejando que os mesmo fossem bem divididos para que eu tivesse alguma privacidade.

Se encontrasse uma escova ali então pentearia meus cabelos brevemente apenas para mantê-los alinhados e arrumados, pronto eu seguiria até o homem com quem eu tinha falado anteriormente para que eu pudesse voltar aos assuntos que já tinha em mente desde a hora em que pisei naquela forja. - Hmm…. Oi - Diria me aproximando tentando chamar a atenção do homem. - Desculpa pela bagunça, pode ficar com o resto daqueles bichos, a carne e a pele podem lhe ser úteis… para compensar toda essa zona eu quero que fique com isso... - De meu bolso eu tiraria mais 200.000B$ e entregaria ao homem desejando recompensá-lo. - Mais uma coisa... - Diria fazendo uma pausa esperando sua atenção. - Eu gostaria de saber se você tem umas coisas ai para me vender... - Caso conseguisse sua atenção e curiosidade eu seguiria com minha lista de compras. - Bem… primeiro eu queria uma mochila grande para que pudesse guardar melhor essas coisas que tenho comigo... - Faria uma pausa esperando ele me indicar a mochila enquanto eu lhe mostrava o que eu carregava que era um crânio de uma raposa e uma lamparina, pegaria a mochila e começaria guardar essas coisas em seu interior assim como a pequena caixa de fósforo que também tinha pego. - Legal… O senhor também tem um relógio de bolso? - Perguntava de maneira distraída ainda encarando o interior da mochila enquanto falava com um tom mais baixo com o homem. - Poxa acho que vou levar mais uma matéria bruta de forja, uma barra de ferro para trabalhos futuros. - Assim que pegasse isso eu também guardaria o produto no interior da mochila, somaria o total em valores e pagaria ao homem.

Acenei com a cabeça forçando um sorriso na despedida e segui caminhando até a porta para sair do recinto até que dei meia volta caminhando novamente até o balcão lembrando que desejava mais uma coisa ali. - Mais uma coisa.... - Diria tentando chamar sua atenção já me sentindo um idiota por quase ter esquecido de tal detalhe. - Tem como você me ensinar ou me emprestar um livro que ensine algo sobre mecânica, estava curioso sobre o tema... - Esperaria sua resposta e caso ele me emprestasse um livro eu procuraria um lugar em que poderia desfrutar de seu conteúdo sem demais interrupções, em caso de dúvida eu levantaria e iria até o algum ferreiro perto para apresentar a dúvida igual tinha feito com o médico que tinha falado anteriormente, não teria presa, tentaria absorver o máximo de informações que conseguisse ali, graças ao meu aprendizado rápido e minha “genialidade” julgada por terceiros eu acreditava conseguir aprender aquilo de maneira efetiva.

Depois de fazer tudo que eu queria eu já estaria exausto, devolveria o livro para seu dono e seguiria para fora da forja enquanto esticava meus braços para o ar me espreguiçando um pouco. ~ Preciso de um lugar para dormir agora... ~ Refletia já me direcionando para fora da oficina, tiraria uma das alças da mochila para puxar de dentro dela o crânio do Sr. Christopher Nolan, por alguma razão falar com um crânio me parecia mais tranquilo que falar com outras pessoas ou falar sozinho. - Oi… Eu acho que podíamos ir para aquela estalagem que vi anteriormente… acho que estava aberta. - Dizia de maneira lenta e arrastada fazendo leves pausas para encarar os glóbulos oculares vazios do crânio para depois olhar o céu ponderando sobre meus próximos passos. - O que o você acha Sr. Christopher Nolan? - Perguntei olhando para os olhos vazios de meu amigo morto enquanto eu buscaria bater suas mandíbulas abrindo e fechando seu maxilar movendo a mão que segurava tal cabeça, algo idiota e bobo mas o tec tec que tal ação geraria me faria rir. ~ Ai ai eu sou doente só pode ~ Refletia soltando uma leve risada, coisa que não fazia a muito tempo.

- Concordo... - Responderia com um leve sorriso em meus lábios levando meu olhar ao céu estrelado ou não, olharia para frente pronto para seguir meu caminho começando a caminhada para um novo destino, a estalagem onde poderia descansar e comer, ou pelo menos era isso que eu desejava tudo que eu tinha feito até agora foi no intuito de me distrair da minha verdadeira preocupação, mesmo depois de fazer tantas coisas em meu interior eu ainda me preocupava com aqueles que tinham ganhado meu respeito, havia deixado eles seguir em Lvneel sozinhos pela liderança daquela mulher Athena de quem eu nada gostava, tinha meus motivos para isso, ela guardava tudo para si escondendo suas verdadeiras intenções, sabia de meu passado e desavenças com o clã Ketsueki e parecia manipular Mephisto de uma maneira distorcida. ~ Aquela vaca maldita... ~ Mas se eles queriam seguir ela que fosse, não iria lutar ou exigir a companhia de ninguém já tinha meu próprio caminho a trilhar e meu próprio amigo. - Vamos… para a estalagem. - Concluía continuando meu caminho.


- Falas -
~ Pensamentos ~
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Histórico:
 
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Yamazaki Raizo
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Yamazaki Raizo

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Yamazaki Raizo
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O celestial percebendo estar em completa desvantagem, teria que se esforçar ao máximo para conseguir aumentar suas chances de vitória naquela luta. O guarda que estava entre Raizo e o agente careca era um imenso problema, pois o celestial sabia que ele estava apenas cumprindo ordens e talvez nem fosse corrupto, por isso tirar a vida daquele guarda não era tão fácil. Recompondo-se depois de receber os golpes do agente, que haviam causado uma dor lancinante e contínua no peito do celestial, Raizo não daria sinais de que estava sentindo o impacto dos golpes, e empunharia sua ninjaken com mais força e diria ao guarda à sua frente - Se não for capaz nem mesmo de me atacar pelas costas...- então usaria toda força em suas pernas para se impulsionar para frente usando sua aceleração, e daria um golpe diagonal no tórax do guarda, na tentativa de surpreende-lo e ataca-lo antes que o mesmo pudesse reagir e então diria - Não interfira maldito!

O golpe não tinha intenção de matar, mas sim de neutralizar o guarda e impedi-lo de lutar, tirando-o do campo de batalha. Caso Raizo tivesse sucesso em neutralizar o guarda iria focar toda sua atenção no agente, pois já havia mostrado ser muito habilidoso. O agente havia conseguido atacar Raizo furtivamente, conseguiu desviar das suas shurikens, redirecionar um golpe que veio de um ponto cego e além de tudo acertou uma sequência de golpes no peito do celestial, mostrando ser mais rápido que sua esquiva. O agente com certeza não é qualquer lutador e Raizo precisaria lutar com todas suas forças para derrota-lo.

O celestial iria empunhar sua ninjaken com as duas mãos e assumir uma posição ortodoxa de batalha, com o pé direito à frente e o esquerdo recuado, e sua espada à frente de seu rosto, direcionada ao agente. Após assumir essa posição, iria se aproximar do agente analisando seus movimentos, com cautela para não ser atacado por terceiros e para reagir instantâneamente esquivando com um salto para trás afim de manter certa distância. Caso o agente também assumisse posição de batalha e não atacasse, Raizo iria iniciar a trocação de golpes com um corte de cima para baixo com intenção de acerta-lo na lateral esquerda do seu tronco. Raizo imaginava que tal golpe seria facilmente bloqueado ou evitado pelo agente, por isso já planejava na sequência esquivar de um contra ataque, caso fosse um golpe acima do abdômen Raizo iria esquivar-se lateralmente para esquerda ou direita (lado mais propício), e caso fosse abaixo do abdômen iria pular por cima do golpe. O celestial iria intercalar entre ataque e esquiva com toda ferocidade que pudesse, desferindo cortes laterais nos braços, pernas, abdômen e tórax do agente, afim de continuar abrindo cortes em seu corpo e comprometendo sua movimentação.

Assim que o agente estivesse debilitado e o  celestial percebesse ser o momento, Raizo iria tomar uma distância de aproximadamente 3m, iria empunhar sua ninjaken com a lâmina voltada para trás e diria quase sussurrando - Ninpo...- então iria iniciar uma corrida frenética na direção do agente, e ao se aproximar faria a finta esquivando-se de um provável golpe, e por fim pularia desferindo um golpe no pescoço/trapézio do agente, e enquanto desferisse o golpe, diria quase gritando - TORA GERI!! - finalizando sua técnica de combate. Raizo teria cautela todo o tempo, pois não estava lutando apenas com o agente, o celestial tinha que prestar atenção para não ser pego desprevenido pelos guardas. Em todo caso Raizo iria manter a estratégia de esquiva e bloqueio, evadindo dos ataques de terceiros com acrobacias até que pudesse traçar uma estratégia de ataque.






Histórico:
 


Objetivos:
 

Thankz Mirai

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~A vida é apenas um fenômeno superestimado...~


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Ficha  |  Mini-aventura

Gods Slayers
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From the ashes, we will be reborn


- Fala -
* Pensamento *
~ Flashback ~

Objetivos:
[x] Entrar no exercito revolucionário
[  ] Declarar guerra ao governo mundial
[  ] Organizar um ataque à marinha que entre para a história
[  ] Libertar os escravos das mãos dos tenryuubitos
[  ] Obliterar Mariejoa com uma arma apocalíptica
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Achiles
Soldado
Soldado
Achiles

Créditos : 39
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Ato III: Not Fast but Furious



~~Ventus~~

O ferreiro olhava com estranheza para o garoto, seus movimentos eram sutis e inusitados, após um cumprimento com o mesmo, ele perguntava o nome do ferreiro e ele lhe dizia. - Me chamo Dale, bom, pode usar esta, estou interessando no que tem a fazer. O material custa cinquenta mil berries. – Após pagar pelo valor estabelecido pelo homem, Ryujin recebia o material do qual começava a trabalhar, uma barra de ferro e alguns osso dos animais que enfrentara, ele trabalhava arduamente usando de todos os seus conhecimentos adquiridos até então para forjar a sua arma, o ferreiro parecia se divertir com a maneira que ele trabalhava, embora o garoto estivesse causando uma boa bagunça em sua forja, ainda mais usando partes daqueles seres na composição de sua arma. A precisão do garoto em seus cortes era quase nula, não conhecia anatomia animal e isso dificultava em fazer um corte na região certa, tendo que rasgar uma boa parte do animal simplesmente para retirar um osso do mesmo. Tendo passado um bom tempo desde que começara, o fim da criação estava terminado e a katana em suas mãos, devidamente afiada e pronto para ser testada, ele observava o fio de sua lâmina e descia sobre a cabeça da raposa que em um corte, rolava pelo chão. Ele fazia o mesmo com a lebre, mas invés da cabeça, arranca uma de suas pernas, para dar sorte, dizia. Com uma faca por perto, Ryujin começava a rasgar toda a cabeça da raposa até que apenas sobrasse o seu crânio, o sangue era espalhado para todas as direções e tais ações assustavam os ferreiros, eles não entendiam bem como reagir a aquilo, mas o chefe parecia não se importar, apenas gostando de ver tal brutalidade. No término de seu ato, o espadachim perguntava para qual direção ficava o banheiro, Dale, com um sorriso, apontava com o dedo indicador. - Aproveite, a água está sempre quente. – O homem se divertia com aquilo.

Ryujijn tinha uma água quente descendo por todo o seu corpo e limpando as suas impurezas, ele acabava por demorar um certo tempo ali e ao voltar, ele entregava duzentos mil berries como forma de se desculpar além de suas palavras, naquele momento, sua timidez era quase nula. O garoto também pedia por uma mochila e outros itens dos quais poderia colocar na mesma, eram simples itens que não era difíceis de se encontrar e o homem ia pegando um por um, era como se ele também vendesse na sua loja aqueles itens, o valor total era de. - 300 mil berries. – E o garoto não hesitava em pagar ao homem, o espadachim ainda não estava pronto para ir e pedia uma última coisa, um livro sobre mecânica da qual o ferreiro também entregava para ele, o pequeno sentava-se em um canto e começava a ler o seu livro com bastante sucesso, passava um tempo até que terminava e por fim, ele se despedia do ferreiro. - Agradeço pelo presente, tenha cuidado, Louco Total. – Ele dava uma última risada de fundo e o garoto saia da forja.

Com um destino incerto, ele conversava com a sua caveira, uma tentativa de perder a sua timidez e definir um rumo, ele queria ir para a estalagem que havia visto atnes. Ele realmente caminhava como se a caveira fosse seu amigo e para ele, era mais fácil falar com ela do que com qualquer outro ser humano, mas antes que pudesse chegar no lugar de desejo, alguns homens passavam pelo mesmo, todos armados. - Um grande ruivo gordo e enorme está causando um caos no arsenal da marinha, as fontes informam que pode ser o pirata Siegfried Frey, vamos para lá! – Um deles olhava para Ryujin, reconhecendo-o do portão, era o mesmo homem que havia permitido a entrada do “caçador”. - Você é o caçador, não é? Venha conosco, talvez possamos precisar de um homem a mais. – Ele sorria para o homem torcendo para que o espadachim aceitasse a sua proposta, esperando pela mesma.



~~Revolucionários – Time 1 ~~


Katherine estava se divertindo com o combate e agora tomava uma postura mais defensiva, ela contava com que o gatuno viesse para tentar desarmá-lo com um chute e o guarda fazia o que estava planejado pela garota, assim que ele estava ao seu alcance e tentando acertá-la, ela tentava acertar o chute, mas este passava em branco, assim como o segundo, restando um chute lateral do qual o gatuno não esperava, em meio ao golpe, ele conseguia acertar a sua adaga em um corte horizontal na coxa da celestial e o homem ia para o lado com alguns passos. Invés de continuar a sua sequência, Silverstone recuava e estava pronta para o combate mais uma vez. O homem partia novamente para o combate, tentando várias maneiras de atacá-la enquanto que a celestial abusava de sua esquiva para driblar das diversas formas que fossem possíveis, saltos, passos e rolamentos pelo chão.

Com a série de ataques acabada, era a vez de Silverstone partir para cima e a mesma ia, ela seguia em linha reta contra o guarda que acabava por se confundir já que das últimas vezes ela havia ido em zigue-zague, com um rápido avanço, ela dava um pulo e tentava acertar um chute lateral na cabeça do gatuno, tal golpe acertava, pegando em cheio em sua orelha e causando um belo estrago, o homem dava alguns passos para o lado e tropeçava, estava todo cambaleando como se visse estrelas, ele ainda estava são, mas não restava muito para derrubá-lo. A garota sentia uma boa dor em sua perna e conseguia ver a mesma sangrando, como ela era frágil, o simples corte para ela poderia ser bem mais perigoso do que para qualquer outro.

Enquanto isso, Raizo estava meio divergido em seus pensamentos, sabia que não seria fácil matar um homem que apenas está fazendo o seu trabalho e por isso, focava seu próximo golpe em apenas afastar o homem de combate. Seu corpo se movimentava assim que terminava a sua primeira frase e o agente de bastão se movia junto com ele, ambos acertavam o guarda no meio do caminho, enquanto que o bastão acertava ele para movê-lo para trás, a espada pegava no meio do bastão e a força dos dois eram combinadas, o homem acabava caindo de bunda no chão e batendo a cabeça sobre uma das árvores do local, não havia desmaiado, mas era o suficiente para retirá-lo do combate por algum tempo.

O agente ficava na iniciativa assumindo uma posição de batalha, seu bastão segurado quase como o de uma sinuca esperando uma ação do ninja e assim era feito, Raizo partia para cima com um corte vertical tentando acertar o seu torso e assim como esperado, o golpe era bloqueado e empurrado, seguindo de uma tentativa de estocada no mesmo ponto anteriormente, mas desta vez, o ninja estava esperto e conseguia esquivar pulando para o lado, o careca não perdia o timing e voltava a atacá-lo, os golpes pareciam não ser muito pensados, apenas eram direcionados para pontos específicos, embora não muito trabalhados. Tais movimentos eram de fácil bloqueio para o homem, mas na tentativa de acertar Raizo, ele se descuidava e um destes acertava o seu abdômen, o agente não era o único acertado, mostrando que também estava em dia com seus golpes, onde seu bastão acertava mais uma vez o tórax do ninja.

O homem se mostrava um pouco mais debilitado e o celestial percebia ser o momento, ele tomava uma distância de aproximadamente três metros até que partia em uma corrida frenética na direção do agente que não parecia entender o propósito daquele ataque, ao se aproximar, o bastão-men tentava acertá-lo com um golpe horizontal, mas o ninja conseguia se esquivar com sucesso do golpe e pulava para desferir o golpe, o guarda percebia que não teria como evitar aquele golpe, tentando puxar o seu bastão o mais rápido possível para bloquear o golpe, mas só conseguia fazer isso parcialmente. A ninjaken perfurava certa carne do homem que fazia força para ser só aquilo invés de uma área vital de seu corpo, o homem conseguia redobrar as suas forças e empurrar o ninja para trás, desferindo um golpe horizontal que pegava em cheio no rosto dele. Raizo era jogado para o lado dando uma leve cambaleada do golpe, a sua resistência parecia ter absorvido boa parte do dano , mas ainda assim havia sido forte, o agente estava ferido e era claramente fácil de se notar, os cortes que o semi-careca haviam sido aplicados sangravam.

Enquanto que as outras batalhas aconteciam, Mephisto também estava lutando e com um grupo bem maior de guardas, onde Athenas segurava a seriedade naquele momento, a revolucionária confiava bem no seu revolucionário e tomava um pouco da distância para lutar contra outro guarda. O revolucionário tentava provocar aqueles seres e eles pareciam aceitar a mesma, com os olhares de raiva em seus rostos. O cacetinho 1 vinha para cima do espadachim e com o escudo de Redgrave acertando-o fazia recuar, ele era golpeado bem forte e perdia o equilíbrio, caindo para trás mais uma vez. O revolucionário dava sempre um ar de deboche, tentando trazer a ira a torna na mente daqueles homens. O segundo inimigo vinha e o movimento era simples contra ele, deixando que a haste de sua arma passasse do lado de seu braço, aplicava um giro com sua espada para parar a sua ofensiva e o sucesso vinha em seguida abrindo um corte no antebraço do homem que segurava a sua arma, mas recuava para trás.

O deboche continuava com aqueles homens e o terceiro vinha para atacá-lo, onde Mephisto traçava mais uma vez o seu chute, desta vez rodado direcionado ao joelho do homem e momentaneamente dava o espaço para que sua provocação continuasse após acertá-lo, mas a ofensiva dele não parava por ali, o golpe havia sido forte, só que ele estava determinado a acertar o revolucionário, ele fazia uma finta para enganar Mephisto, onde ia para esquerda, mas mudava de direção atacando pela direita com um golpe horizontal de sua adaga abrindo um corte no abdômen, a sua lâmina era afiada e o gatuno havia usado força o suficiente para perfurar a resistência de Mephisto que tentava contra-atacá-lo aguentando o golpe e tentando fazer um corte arqueado nas costas do guarda, mas ele estava esperto com aquilo, mantendo os seus joelhos flexionados após o golpe, ele dava um grande salto para trás, chegando a cair de bunda ao chão, mas evadindo-se do golpe.

A provocação do revolucionário continuava mesmo após ter sido acertado, ele traçava os possíveis fins daquele combate e o homem da maça retornava, este que possuía uma atenção especial de Redgrave. Ele usava a sua força para executar o mesmo golpe de antes e o escudeiro aproveitava para fingir que também estava defendendo da mesma maneira, mas ele movia o seu escudo de forma que o golpe desequilibrasse o grandalhão e o golpe com a espada rodando de Mephisto acertava em cheio o abdômen do homem que abaixava-se após receber tal golpe, quando pensava que havia acabado aquele golpe e esperava pelo gatuno por baixo, o revolucionário era surpreendido quando o homem de adaga pulava pelas costas de seu companheiro, ignorando qualquer dor que ele estava sentindo e aproveitando-se da brecha na defesa de Redgrave para acertar uma estocada no trapézio do homem que resistia ao golpe, para recuar, ele usava do tórax do revolucionário como trampolim e dava um mortal para trás ao mesmo tempo que empurrava o revolucionário dois passos para trás.

Os guardas conseguiam fazer com que Mephisto recuasse um pouco e estivesse mais debilitado aos seus golpes, eles estavam começando a mostrar um perigo ainda maior para todos, pois se passassem, deixariam o ataque dos revolucionários em uma situação precária, Athenas estava livre após ter acabado aquele guarda e aquele turno havia seu fim com o homem da maça olhando seriamente para Mephisto em ira. - Você esqueceu do número 4! – Gritava o bárbaro.

~~ Revolucionários – Time 2 ~~


O homem continuava vasculhando os armários enquanto que Nerockiel continuava parado.


~~ Siegfried e Rurik ~~

O bárbaro estava feliz naquele combate do qual parecia ter apenas começado e a estava se aproximando de uma vitória do bárbaro, ele perguntava do Capitão Eric, mas antes que o marinheiro sequer pudesse esboçar uma palavra, o pirata partia em outro arranque para tentar a mesma pressão de antes sobre o seu adversário. Ele tentava precaver as movimentações de seu inimigo ao impor aquela pressão e o marinheiro tentava golpeá-lo, os seus ataques não surtiam efeito quando entrava em contato com o escudo de Siegfried, sua estratégia parecia estar indo bem, com ele indo para frente de seu inimigo e às vezes em meio ao ataque e um tanto de desequilíbrio, provocava um corte superficial no gordo. Eles trocavam aqueles golpes durante um certo tempo até que o golpe seguinte seria o início do fim para aquele marinheiro, com um golpe na tentativa de afastar Siegfried, ele deixava a sua guarda aberta demais e era o momento em que Frey estava pronto para se aproveitar, o gordo ia com tudo para tentar um soco que passasse a defesa do escudo e o grandalhão largava seu escudo fazendo com que seu pulso viesse ao contato com o do homem, disputando forças por um curto período de tempo, o seu pulso causava uma certa dor mesmo tendo uma resistência avantajada, mas ele não esperava que Siegfried fosse mover seu membro para o lado e com um giro preciso, descia a sua machadinha na direção do pescoço do marinheiro.

O golpe pegava em cheio no trapézio do homem que gemia de dor e ia ao chão, o homem não parecia ser grande coisa no final de contas, era apenas mais um marinheiro que acabava dando um trabalhinho extra para o pirata em meio a sua tentativa de chamar a atenção do Capitão Eric. Frey estava pronto para desonrar o seu inimigo e preparava a arma, apontando-a na direção do mesmo. O bárbaro não era um atirador e tão pouco sabia usar a sua arma direito, seu conhecimento sobre tal era quase nulo e ele tentava disparar contra a face do sujeito usando de uma frase para acabar com sua honra, os primeiros disparos erravam o que causava uma certa frustração sobre o uso de tal arma e um momento semi-cômico, mas os seguintes acertavam nas várias partes do corpo do homem até que suas balas acabavam e a cor dos olhos do marinheiro desapareciam. Com o trabalho finalizado e um pequeno estudo sobre o funcionamento da arma, ele bebia sua bebida, em comemoração a sua vitória.

Do lado de fora, encontrava-se Rurik, o tritão parecia bem, estava com alguns cortes em seu corpo, mas anda demais. - Hey, pedaço de estrume, tem mais gente chegando! – Ele gritava apontando para a direção dos mesmos. Ao olhar para a direção, encontravam-se alguns marinheiros vindo e mais ao centro destes, estava o tão esperado por Siegfried, um homem de estatura alta e musculoso, armado com uma grande espada de duas mãos e um cabelo negro, o homem estava de cavanhaque e vestindo o seu uniforme da marinha com uma capa. - Cesse seus atos e irão para a prisão vivos até serem julgados por seus crimes! – Gritava o Capitão. Frey sentia uma dor em seu pulso esquerdo, o golpe de antes havia provocado uma certa torção no mesmo, o marinheiro havia deixado uma certa marca no pirata, não era um ferimento que impossibilitaria ele de usar aquela mão, mas o uso contínuo deixaria ela pior.



Considerações:
 


Ferimentos:
 


Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 6 EmptyDom 12 Ago 2018, 15:12

"O sabor do álcool parece muito mais intenso depois de uma boa batalha..." A garrafa de rum era esvaziada em uma boa golada, enquanto guardava o revólver novamente dentro da capa, do lado contrário de onde havia guardado o outro. Olhava o corpo já sem vida do marinheiro, sorrindo. "O sabor da vitória."

Guardei o escudo e limpei o machado na calça, passando os dois lados de sua parte plana em minha coxa. E com passos bárbaros, pesados, caminhei para fora do arsenal, onde encontrava o Branco, com alguns ferimentos, mas aparentemente bem. Nem tive tempo para dizer-lhe algo, pois assim que me via falava sobre a aproximação de novos inimigos. Direcionei meu olhar.

E eis que tudo pareceu diminuir sua velocidade progressivamente, e minhas pupilas se dilatavam para focar naquela figura. Não poderia ser ele. Mas era...


~ Flashback ~


Era um dia comum na grande embarcação Frey, no mar do North Blue. Naquele barco viviam Loki e Siegfried Uller Frey, o segundo este que vos fala. Eu estava sentado no parapeito do navio, junto a proa, observando enquanto algumas garças realizavam sua pesca para a refeição matinal. Ninguém diria que aquela seria uma data que me marcaria.

- Siegfried! - A figura de Tio Loki, um homem com seus cinquenta e poucos anos, de longas e encaracoladas madeixas mistas entre o ruivo e o prateado, a barba enorme na mesma cor, altura próxima a minha, e uma jovialidade invejável, surgia, para minha surpresa sem uma garrafa de bebida em mãos. Fitava-o. Seus olhos experientes escondiam algum mistério. - É chegada minha hora.

- Do que você está falando, tio? - Juro que pensava se tratar de mais um de seus ensinamentos. Aquele homem era como um herói pra mim, e eu sabia que muitas das vezes que ele lançava uma dessas era para me ensinar algo.

Mas não fora assim dessa vez. Loki não me respondera com palavras, apenas com um sorriso dos mais sinceros que eu já vi. E eu não fui sábio o suficiente para entender o que ele desejava de mim. As velas foram abertas, a âncora levantada, e a embarcação correu em silêncio pelo mar calmo até Micqueot, com o bárbaro mantendo aquele sorriso determinado no rosto. Eu ainda não entendia.

Paramos em um porto clandestino, deserto, e descemos da embarcação. O velho colocou a mão em meu ombro, me olhou de forma profunda, mais profunda até do que o típico dele. Tirou um pequeno saco de moedas do bolso, deixando em minhas mãos. Inspirou.

- Honre nossa memória, Siegfried Uller FREY. - Seu tom era sereno, e a ênfase no nome último nome era evidente. - O clã Frey não morreu. Agora você estará por conta própria.

E sem mais, adentrou no barco, deixando para mim apenas as moedas. Eu observei o barco, estático, até que ele desapareceu no horizonte. Fora a última vez que vira a figura do grande Loki Frey. E eu talvez não entendesse, mas sorri.

Dias depois veio a notícia que o pirata Loki Frey havia se entregado para o Capitão Eric de Lvneel, que decretou sua prisão e execução pública.

...


E tudo foi então voltando ao seu curso normal, enquanto eu fitava aquela figura que surgia junto de seus homens com um sorriso determinado, mas que tinha seu quê de deboche. Toda a composição daquele homem só me fazia querer matá-lo cada vez mais. Sua própria existência para mim era uma ofensa. "Ele tem que morrer. Pelos Freys. Por Valhalla".

O filho da puta tinha ainda tinha a coragem de dar uma voz de prisão a nós, dizendo que iriamos para prisão e que seríamos julgados. Pffffffffffff POR QUE EU CONFIARIA NA PORRA DE UM MARINHEIRO QUE DECRETOU A EXECUÇÃO DE MEU TIO QUANDO ELE SE ENTREGOU? MALDITO! MALDITO! MALDITO!

- Capitão Eric, que bela surpresa! - Seria totalmente cínico. Minha voz, pela ironia, denunciaria que não havia absolutamente nenhuma surpresa em ver aquele homem. Na verdade tudo aquilo era uma tentativa de atraí-lo. E havia conseguido. - Peço perdão se lhe acordei de suas importantíssimas 8 horas de sono, capitão. Um comandante deve estar sempre bem descansado, não é mesmo? - E esta é a história da primeira e única vez que eu pedi perdão para alguém. Felizmente, uma ironia, provocativa.

- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... - Cairia em gargalhada, colocando as mãos na barriga e erguendo a cabeça um pouco, como se fosse a melhor piada que já havia ouvido em minha vida. Limparia, inclusive, uma lágrima que teria sido solta do olho esquerdo. E então fecharia totalmente o cenho, fitando o tal. - O nome Frey te remete a alguma coisa, capitão? - E, independente de uma resposta positiva ou não, cortaria, com força em minha próxima fala. - Não importa! Eis a minha proposta para o grande capitão: - Evidente que sempre que me referia a ele como capitão, ou por adjetivos como o próprio "grande", minha voz se alternaria momentaneamente para um tom de desprezo.

- Uma batalha um contra um. Rurik lutará com seus soldados enquanto isso. - Sorriria de canto de rosto, direcionando por um instante o olhar para o tubarão, para então voltar a Eric. - Eu quero ver se o famoso Capitão Eric é tão forte quanto dizem... - Já desamarraria minha capa, deixando-a no chão, consequentemente deixando quase que todos meus pertences com exceção do machado, do escudo, do relógio e do martelo, além é claro do dinheiro e dos equipamentos de navegação. Era somente o que eu precisava. O martelo, inclusive, já seria empunhado, é claro que tentando apoiar a maior parte do peso na mão direita, visto que o pulso esquerdo doía e eu não sabia as dimensões daquele ferimento e como poderia me atrapalhar. - Ou vai passar vergonha diante de seus subalternos, capitão?

Se o marinheiro aceitasse tal batalha, o sorriso seria grande em minha feições. Me posicionaria a alguns metros dele, e então o encararia, com o martelo a frente do corpo e as pernas um pouco flexionadas e separadas, pronto para "o começo do fim". - Eu o farei sentir o peso do legado que o nome de Siegfried Uller Frey carrega, desgraçado.

É claro que em todo momento estaria atento para possíveis reações, fosse do capitão, fosse de alguns de seus soldados, fosse com golpes diretos, fosse com golpes a longa distância, ou qualquer outra coisa que atentasse contra minha integridade física. Para tais, usaria de bloqueios com o cabo do martelo, colocando-o a frente na vertical ou horizontal, e enrijecendo os músculos dos braços, além de forçar um pouco o punhos, até mesmo o esquerdo se necessário, para reter o golpe, ou mesmo com a cabeça do martelo, colocando-a a frente do ataque e inclusive rebatendo-o, para assim impor minhas próprias forças destrutivas no bloqueio. Estando sem o martelo, usaria de esquivas no que fosse necessário, e quantas vezes fosse necessário, amparado em saltos, giros, passos, abaixadas, e movimentos com qualquer parte do corpo, como o tronco, braços, pernas, cabeça, para fora da trajetória do que atentava contra mim.

Se tentassem me prender ou me interromper enquanto falava, usaria das defesas já citadas se necessário e, se fosse uma interrupção física, como um soldado tentando me algemar, talvez, martelaria ele no tronco com o intuito de empurrá-lo. Se estivesse sem o martelo, apenas tentaria contornar o movimento do inimigo e segurá-lo pelo pescoço, lançando-o em uma direção qualquer. É claro que não o faria se fosse por parte do capitão, sendo apenas defensivo nestes casos. De qualquer forma, se a interrupção viesse a cortar minha fala, em meio a uma movimentação ou não, diria. - NÃO OUSE ME INTERROMPER! - E fitaria o inconveniente com o semblante mais demoníaco que pudesse, retornando no exato ponto onde havia parado, como se não tivesse feito aquilo.


Spoiler:
 

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Mikhail Vermillion
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