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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato III: Not Fast but Furious

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 5 EmptySex 08 Jun 2018, 15:58

Relembrando a primeira mensagem :

Ato III: Not Fast but Furious

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Piratas e Revolucionário Mephisto Redgrave, Yamazaki Raizo, Nerockiel Schwarz, Katherine Silverstone, Ryujin, Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.



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Mephisto
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 5 EmptySex 20 Jul 2018, 17:17

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V -Vagabundos também tem seus dias ruins.


Vivo a vida que eu sempre quis e já estou velho pra mudar
Não me arrependo de quase nada que eu fiz
Saiba disso quem irá me enterrar

Depois de mais um momento de aprendizado com Athena nos guiava por as sinistras vielas que as ruas podiam nos mostrar, era uma cidade tão clássica quanto aquela que eu nasci e me criei Micqueot, bem não era como se eu já esperasse mais que isso do North Blue, não é como se ele fosse o exemplo de grande mar que eu gostaria de estar agora, mas sabe, era um lugar perigoso cheio de malandros, cheio de gente ruim, e eu não tinha muito pra onde correr quando olhava para os lados. Até que finalmente eu me sentia de fato um rato, andando pelo esgoto, é… não era meu ambiente favorito mas o se a vida te joga num mar de merda, vá e nade nele, essa é a lei não é?

Caminhando até o local finalmente estávamos na região desejada, olhando pelo lugar existiam muitos pontos que deveríamos usar, e bem… era hora de começar o plano estratégico. - Bem, quando olho o lugar minha ideia é a mais simples possível, dividir as pessoas de maneira estratégica pra que fique mais difícil serem capturados.- Instintivamente levaria a mão ao queixo o coçando, enquanto olhava mais uma vez em volta, me manteria sempre controlando o tom de voz, para que não saísse alto, e alguém pudesse ouvir. A visão estaria atenta o tempo inteiro sempre focando para que não fosse surpreendido ali, eu sabia que o mundo não é gentil com pessoas que se distraem no meio da guerra. - Primeiro de tudo, a Katherine precisa fazer o trabalho mais difícil, mas o mais natural pra ela, Kath sabe qual vai ser sua função? ela é a mais difícil de todas. Você só precisa fazer o que faz de melhor… Ser bonita. - Sorriria olhando pra ela com um rosto provocativo.

Bem após provavelmente falhar na minha possível tentativa de conquista, era hora de passar para o segundo passo da explicação agora sendo mais sério, quer dizer, na medida do possível do sério. - Eu quero que você pegue seu instrumento e comece a partir por ali passando com ele e tocando, e começe a chamar atenção dos guardas, tente se possível fazer com que eles se afastem um pouco do portão, pra que estejam com você na cabeça, e não prestem atenção em qualquer coisa de fora.- meu tom de voz sempre baixo mais firme, passava um pouco da certeza do que estava falando. A ideia me parecia verdadeiramente plausível, claro que eu tinha noção de que eu ia me foder pra caramba com esse plano, mas antes eu me ferra do que deixar a Kath ou a Athena em apuros. Bem com o escudo talvez se torne um pouco mais fácil, ou não, afinal quantos agentes tem ali dentro? chamar a atenção deles pode ser um semi suicídio, ou no caso, ao menos da forma que eu quero sim.

Olharia nesse momento para nosso famigerado artista de rua prosseguindo com a ideia. - Testa de espelho, com você eu quero furtividade, tem uma carroça na lateral do muro, se você usar ela corretamente pode subir sem mais problemas, mas lembre, não de uma de macaco adestrado, suba e confira a situação de quem está ali dentro, não chame atenção inicialmente.- olhando pra ele era difícil lembrar que o homem era um ninja, eu só conseguia ver ele como uma estátua humana com sérios problemas financeiros, sabe é como dizem a primeira impressão é a que fica, e foi essa que me marcou sobre o tal homem com testa brilhante. - Bem tente ser o máximo furtivo que conseguir e pegue aquilo que der, já pra Athena, imagino eu que o ideal fosse que ela adentrasse por outro ponto, isso pra garantia de que algum consiga fazer algo, o ideal era que ela indo pela árvore que tem do outro lado, subisse pouco após o Raizo, e ambos ficariam responsáveis por remover dali os mantimentos.- falava completando minha ideia sobre o que eles fariam, mas claro essa ideia era para com eles, eu teria uma outra função diferente claro que repassarei isso agora ao final mas não antes de me preparar.

Antes de finalizar a estratégia, pegaria o escudo das costas e seguraria ele na esquerda, enquanto com a direita, manteria a espada em mãos, pra mim o combate era inevitável eu seria a máquina de combate de hoje. - Já eu, precisarei de mais algum momento, eu pretendo arrombar o portão da frente, vou tentar chamar atenção dos soldados, batendo com força por aqui. E fingindo uma entrada forçada pelo portão da frente, nisso os soldados ficariam no maluco de 1,95 tentando arrombar tudo, deixando esse trabalho furtivo mais “facil” pra vocês- Falaria fazendo aspas com os dedos, eu tinha ciência que essa coisa poderia dar completamente errado, mas eu confiava na ideia, por fim diria. - Kath, faça seu show.- e me posicionaria melhorando meu ponto de visão para ter certeza de quando agir, primeiro de tudo esperaria que os homens se afastassem da porta, seja isso por a música, ou qualquer método que a diabinha decidisse usar, meu olhar se voltaria rapidamente para o ambiente e era hora de usar o que a mamãe me ensinou.

Lentamente começaria a caminhar, usando principalmente a ponta do pé para pisar ao chão,enquanto o calcanhar descia devagar para fazer o apoio completo, ao diminuir a pressão, do contato, logo reduziria o barulho que minhas botas pudessem fazer ali naquele momento, era algo que eu tinha visto ser feito por carmem varias e varias vezes e assimilei pra minha vida, me lembro de quantas vezes precisei sair dos lugares escondido, ou entrar sorrateiramente. Diminuiria também meu ritmo respiratório, para que o barulho produzido fosse o mínimo possível. Não era a parte mais fundamental ali, afinal o que faria depois disso talvez até mesmo removesse essa necessidade.

Caminharia desse modo até notar que estava numa distância agradável para usar um dash, eu não usaria ele pra atacar mas apenas como meio de aproximação do meu alvo, pra isso flexionaria as pernas colocando força na base, enquanto pressionava o chão, flexionando os joelhos, dobrando meu torax para frente, pra que direcionasse o movimento, assim como uma flecha, logo com toda a força possivel me impulsionaria para perto do inimigo, mas não a ponto de me chocar com tal, assim que notasse essa possibilidade usando dos dois pés no chão, moveria o corpo ficando na lateral e usando o atrito nos dois pés de uma vez para parar antes de acertar ele.

Após isso novamente me abaixaria o mais rápido que conseguisse, colocando o escudo a frente do corpo, e segurando ele firmemente com a esquerda, enquanto já me preparava para o giro com a espada na outra mão, flexionada novamente os joelhos mas dessa vez não para um dash apenas queria pegar a altura necessária para o que desejava fazer, então com toda a força que ainda pudesse restar nos braços e pernas subiria com o escudo batendo contra as costas do oponente, de preferência pegando de baixo, pouco abaixo da região glútea, forçando para que ele fosse lançado para cima com o escudo.

Nesse exato momento, giraria meu corpo em 180º, vindo para o outro homem com a espada direcionada ao seu peito em um corte horizontal, no momento do corte, já aproveitaria o momento para dar dois passos pra trás, posicionando o escudo fronte ao corpo, avançando de uma única vez contra o inimigo, usando o escudo para fazer um golpe de corpo onde depositaria a força das pernas e o peso do próprio corpo na pancada contra o peito de tal.

A ideia era usar o elemento surpresa ao menos nesses 2 guardas já que depois daquilo tudo devia foder. - Diabinha acho que agora seria viável pra ti sair daqui, não da pra garantir sua segurança, em 100%- diria com olhar sério nesse momento mas sem perder a postura assumindo a frente dela, me colocando de frente pra os inimigos, me preparando para os possíveis ataques que pudessem me vir posicionando o escudo fronte ao corpo não ficando reto para eles, mas estaria com a parte esquerda inclinada pra frente e o lado direito com a espada ficando para trás. A base que tomaria era ofensiva, sabia que podia acabar sendo acertado meio a isso, minha prioridade era unicamente a missão, tentaria inicialmente prestar atenção nos meus inimigos e em seus padrões eu não sabia se aqueles dois golpes tinham sido suficientes, e por isso tal cautela.

Mas havia outra coisa ali, se eles realmente tivessem caído, agora que o plano começava de verdade, avançaria de uma única vez contra o portão, para tentar quebrar ele, um gigante dash, seguido de uma pancada com o escudo contra ele, colocando todo o peso do corpo no golpe, e se ainda estivesse de pé após o impacto daria um chute pra finalizar. Agora sabia exatamente o que fazer, usaria a entrada do lugar como porto seguro, já que imaginava estar em menor número, o ideal pra mim era que mantivesse a entrada em minha posse pois o pouco espaço do portão poderia me ajudar a evitar ser flanqueado.


Histórico:
 

Objetivos:
 

OFF:
 




Última edição por ADM.Mephisto em Sab 21 Jul 2018, 17:33, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 5 EmptySab 21 Jul 2018, 00:43



Ato III: Not Fast but Furious



~~Ventus~~


Os dois se encaravam com os seus olhares assassinos, ambos pensavam em matar um ao outro em uma batalha sangrenta e nada poderia impedir a ação daqueles dois. Com a espada em mãos e uma postura ofensiva, o primeiro movimento pertencia a Ryujin, fortalecendo as suas panturrilhas e partindo em uma boa velocidade num rápido salto em direção ao roedor, o animal percebia aquela ação e tinha uma resposta imediata de pular para um dos lados, nesse caso, o direito. Com mais experiência em combate do que podia contar, o espadachim estendia toda a sua lâmina junto com o seu corpo para estender o seu corte, aplicando um belo de um ferimento no peito do animal que gritava fortemente e pássaros podiam ser ouvidos ao longe voando de suas árvores. Antes que o moreno pudesse continuar a sua sequência, o pequeno pulava em sua direção, resistindo com forças o ferimento de que o incomodava.

O seu alvo era exatamente o pescoço de Ryujin que percebia que não conseguiria se esquivar com sucesso daquele golpe, restando-o colocar seu braço em meio ao caminho invés de sua espada e os dentes do animal cravavam-se no seu antebraço, uma porrada não era o suficiente para soltá-lo e tinha que ter mais do que duas para finalmente conseguir um espaço e cravar a sua arma no estômago do animal que gritava até que seus olhos perdiam as cores, seus movimentos paravam e sua língua repousava-se do lado de fora de sua boca. O braço do espadachim formigava, o sangue escorria pelo menos e isso atrairia mais predadores, mas o jovem parecia não se importar com aquilo, recolhendo o corpo da raposa de antes e do coelho, começava a seguir seu caminho em direção ao seu norte sem pensar duas vezes.

O rastro que deixava não era mais apenas rastreável por um humano, dando-se ao fato de que os animais sentiam o cheiro do sangue e começavam a serem atraídos por isso, mas para a sorte de Ryujin, ele havia chego ao reino daquela ilha. Atiradores de prontidão disparavam contra algumas raposas que perseguiam o rapaz e eles gritavam de cima para o jovem se apressar. Uma das raposas conseguia passar a garra na panturrilha do jovem. O espadachim passava o portão e um dos soldados do mesmo parava ele. Olhando com curiosidade toda a extensão do corpo dele e o que trazia consigo. - Não sabia que agora estavam contratando novos caçadores. Tome mais cuidado a partir de hoje, essa floresta é traiçoeira. Aliás, você deve tratar esses ferimentos logo. – Parecia ser o dia de sorte do rapaz, os soldados deixavam ele passar enquanto cuidavam do lado de fora de sua fortaleza. O reino era feito de casas simples, com uma grande muralha da qual haviam atiradores do lado de cima, soldados faziam a ronda pela cidade e não pareciam haver marinheiros a vista.

Caminhando do lado de dentro da cidade, não encontrava uma hospedaria tão perto da entrada, o que o fazia olhar com curiosidade para uma forja vinte e quatro horas, era possível ouvir o som do martelo batendo sobre o aço e sentir um pouco do calor provindo da forja, do lado de fora havia uma placa escrita: “Forja do Alemão, 24/7.” Ao chegar mais próximo, conseguia ver que eles vendiam diversos armamentos, materiais para forja, ferramentas e utensílios dos quais poderiam ser do interesse do assassino de animais fofos. Os seus ferimentos ardiam e era uma reação estranha, o espadachim já havia se ferido de forma pior e pelo seu conhecimento, aquela dor não era normal.


~~Revolucionários – Time 1 ~~


Os revolucionários planejavam a maneira da qual atacariam aquele lugar, o plano era mais voltado com as ordens de Mephisto, mas Raizo não deixava de dar uma ideia ao homem que apenas a entendia e nada retrucava começando a dizer as funções de cada um, começando com Katherine que ainda estava meio atraída pelos instrumentos musicais próximos. A celestial teria a função de tentar seduzir e atrair o máximo que conseguisse dos guardas, enquanto que o testa brilhante(como apelidado por Mephisto) utilizaria de sua flexibilidade e furtividade para conseguir pular o muro e tentar conseguir retirar o tanto de suprimentos que conseguisse do lado de dentro, assim como Athenas, para ele, restava um trabalho ainda mais difícil de todos, a luta. Chamar a atenção daqueles guardas tentando arrombar o portão era a ideia mais perigosa de todos, das quais provavelmente atrairia mais guardas para si e a situação ficaria mais desfavorável para o revolucionário.

O plano havia seu início quando todos estavam posicionados, Katherine era a primeira a se mover, com o seu violino em mãos e chamando a atenção dos vigias que pareciam entretidos ouvindo a bela música da bela moça que caminhava na direção de ambos. - Oh! Agracie nossa noite, bela moça, qual seu nome?! – Eles estavam afastados um pouco mais do portão que o esperado e era o momento em que Raizo e Athenas aproveitavam-se para subirem através do muro em seus devidos pontos e ao observarem que não há guardas do outro lado, eles pulavam para o lado de dentro. Ainda do lado de fora, Mephisto começava agir abusando de sua furtividade, com passos lentos, trabalhados e uma respiração controlada, ele se aproximava sem que ambos guardas distraídos pudessem notar a sua presença e quando notavam, era tarde demais. Redgrave usava de seu escudo para acertar o primeiro que dava um belo de um voo para alguns metros ao lado enquanto que o segundo era acertado de surpresa quando virava para ver o que estava a atacar ambos e após ser recebido pelo corte, era empurrado com toda a força possível com o escudo do revolucionário. Ambos estavam caídos, não nocauteados, mas atordoados pelos golpes provocados, o que havia sido acertado pela lâmina do revolucionário se contorcia de dor no chão, este parecia que demoraria para levantar, mas o primeiro acertado logo estaria de pé.

Com os dois caídos, Mephisto avançava contra o portão, usando de toda a sua velocidade, peso e força para se chocar com o portão usando do seu escudo para proteger a maior região de seu corpo, tal golpe não fora necessário para derrubá-lo de primeira, mas o chute que vinha em seguida havia força o suficiente para arrebentá-lo, gritos do lado de dentro pareciam ser chamados para acordar aqueles que estavam a dormir ou alertá-los. Pareciam haver vários guardas do lado de dentro e os seus passos poderiam ser ouvido de longe, organizando-se para sair do galpão em direção ao portão, para proteger a área. Os dois guardas derrubados haviam vestes parecida com a de civis, mas ao olhar por dentro das mesmas, encontravam-se parte de seu uniforme branco e azul.

Voltado aos infiltrados, Raizo estava escondido atrás de uma das árvores que continham do lado de dentro, vestindo toda a sua roupa ninja para ficar ainda mais oculto no escuro que fazia aquela parte do lugar, daquele lado, era possível ver algumas carroças usadas para transportar os carregamentos, mas não haviam cavalos, caso fossem usar, necessitariam do trabalho braçal. Athenas era bem escondida e não era possível ser vista pela posição em que o revolucionário estava. Os guardas ao saírem eram surpreendidos pelo lançamento de shurikens realizado por Raizo em quais as primeiras cincos acertavam dois alvos diferentes. - Estamos sendo atacados por ninjas!! – A distância do portão até onde os guardas estavam eram de cinco metros, uma trilha de pedra levava até o galpão, do lado de fora da trilha era preenchido por um grande espaço aberto coberto de grama bem aparada, algumas árvores e as carroças estacionadas. Mephisto conseguia ver alguns sacos de alimento do lado de dentro, mas não tinha tempo para se preocupar com isso, pois os guardas saiam se protegendo das shurikens com pedaços de madeira, deviam ser o total de oito guardas, mais ou menos, todos bem armados com espadas, machados, martelos e das diversas armas que um marinheiro pudesse utilizar. Eles preparavam-se para enfrentar o escudeiro que estava entre os portões e o primeiro guarda derrubado por Redgrave estava de pé novamente, sacando uma adaga de sua cintura, Katherine estava a três metros dele e o revolucionário à quatro.


~~ Revolucionários – Time 2 ~~


Nerockiel percebia pelo mapa de que não havia quartéis próximos, haviam diversos becos dos quais poderia usar para a sua fuga, mas o mapa não era tão específico para esconderijos. A espada tinha um peso equilibrado, não era das mais leves, mas também não das mais pesadas, parecia haver um certo desequilíbrio entre a sua ponta até o cabo, de maneira que parecesse não haver o peso distribuído corretamente, mas era de se esperar para uma arma não muito boa.(Ela é level 2, mas é uma arma da loja, então..) O homem fazia uma reverência com seu chapéu em sinal de “Não há de que”. - Um isqueiro? Tome. – Ele jogava na direção do revolucionário que conseguia pegar. - Estarei do lado de fora observando a movimentação escondido, caso ouça um apito bem forte, fuja da casa de onde estiver, é o sinal de que tudo vá ocorrer mal e que chegaram mais guardas. – Lon parecia se preocupar com o agente e ambos saiam do estabelecimento para ir em direção a casa.

As ruas da cidade estavam vazias diante do horário que se encontravam, apenas as luminárias em postes era o que iluminavam as ruas, não demorava para eles chegarem até a esquina da casa, eles observavam os guardas circulando com bastões em mãos, prontos para conter qualquer agressão e quando ambos viravam-se para conversarem, Nero conseguia ver a oportunidade de atravessar a rua e entrar no duto que avistara anteriormente. Com agilidade, ele conseguia subir pelo duto que era bem estreito, como Garçe havia dito anteriormente, o lugar era claustrofóbico, mas não demorava até que ele saia na cozinha do lado do fogão, rapidamente, o revolucionário buscava cobertura atrás de uma mesa. Uma das portas era aberta. - Ah! Mas que fome! O que será que tem?! – O homem parecia ter um metro e meio de altura, era quase um anão e vasculhava alguns dos armários, ele não havia notado a presença de Nerockiel até o momento.


~~ Siegfried e Rurik ~~


Do outro lado da cidade, estava Siegfried e seu companheiro, Rurik. O pirata havia seus planos em mente e queria que os seus companheiros revolucionários de qual compartilhara a viagem sobrevivessem, com ambos no beco, era nostálgico aquele momento, do qual planejaram uma invasão há poucos dias quando se conheceram e antes de continuarem, o Frey interrompia para contar o seu plano ao tritão. - Gostei desse plano! Vou matar cada humanozinho bosta que entrar em meu caminho! – Era incrível como que a gargalhada do tritão nunca chamava a atenção de ninguém, mas ele gargalhava mais uma vez da maneira mais estranha possível. - Netuno esteja contigo, verme! – O tritão era o primeiro a sair do beco, com a sua capa na cabeça tentando esconder o seu rosto e Siegfried tentando ocultar a sua aparência mais atrás e do outro lado da rua. Ambos caminhavam pelas ruas vazias da noite naquela cidade, o lugar eram bem simples, com casas bem espalhadas, quintais e alguns estabelecimentos noturnos(esses mesmo) e alguns bares. Embora os olhos de Sieg desviam-se de seu trajeto após ver deliciosas mulheres naqueles estabelecimentos, ele prosseguia o seu caminho em direção ao armazém, não demorava até que os dois chegassem ao armazém e Rurik já se distanciava avançando por uma das laterais tentando ser furtivo por ali. O tique-taque do relógio de Uller parecia ser a única coisa em sua cabeça e não demorava até que um grande barulho soava, o machado batendo contra alguma coisa e três dos cinco guardas que faziam a segurança do portão principal corriam em direção ao barulho. Era o momento do Frey, que com a sua molotov acesa em mãos jogava em direção aos guardas, pegando um deles em cheio que começava a gritar desesperadamente, rolando no chão para tentar apagar as chamas, o anúncio do gradalhão servia como uma ótima cartada para assustar aqueles e um dos guardas saia correndo do recinto, passando por Siegfried antes que o mesmo percebesse.

A sua machadinha acertava a perna de um dos guardas que gritava de dor, os guardas estavam dispersos em meio ataque de ambos lados e alguns atiravam com suas armas, mas o medo combinado a agilidade do gordo acabavam errando os vários, o mais próximo de acertar pegava de raspão por cima do ombro de Siegfried, tirando a sensação de queimadura e uma leve dor, o machucado era como um arranhão para o grandalhão. Ele se aproximava do guarda ferido por uma de suas machadinhas, mas o homem resistia mais do que era imaginado por Frey, ele conseguia se esquivar e tomar uma distância do mesmo, deixando o homem vulnerável de ataques à distância, mas Rurik impedia que os atiradores disparassem suas armas, se aproximando através de sua retaguarda.

O combate tinha sua parte estendida a partir dali, várias esquivas e bloqueios sendo usadas e alguns guardas machucados pelos piratas que tentavam fugir o mais rápido possível, tendo um leve tempo para quebrar o portão do armazém sem ter as suas machadinhas mais em mãos devido a jogar na direção de um dos guardas, Siegfried aproveitava daquilo para destruir a porta do armazém, usando do seu martelo e toda a extensão de sua força para quebrá-lo. O mesmo estourava após uma única martelada e caia no chão para trás, o lugar se revelava um gigantesco arsenal, rifles, espadas, machados, martelos e outras armas dos mais variados tipos se encontravam ali, alguns explosivos, pólvora e bastante munição. Em meio a tudo aquilo, era possível se observar um homem sentado em uma cadeira no centro, ele parecia dormir até o momento em que o portão caia, a sombra sobre o seu rosto e a fumaçava revelava um homem gordo se levantando. - Mas já é hora de acordar? – A fumaça ia embora e com as luzes acesas novamente depois do impacto, revelava-se o marinheiro. – Inimigo?! – Ele entrava em uma posição de batalha levantando o seu joelho esquerdo mais a frente e com sua perna esticada, seus dedos em uma postura diferente da qual Siegfried estava acostumado a ver contra homens que lutavam usando de suas mãos. Devido ao sono, ele dava alguns pulos para tentar recuperar o seu equilíbrio, mas ele acabava caindo no chão de bunda. - É.. pera um pouco! – Ele se levantava do chão, adotando a mesma postura novamente como se nada tivesse acontecido.



Considerações:
 

Ferimentos:
 

Obs:
 

Legenda:
 


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Ficha na Sign

Aventura - 01
Aventura - 02


Última edição por Achiles em Sab 21 Jul 2018, 23:33, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 5 EmptySab 21 Jul 2018, 14:38



Ferro & Sangue


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VII. Eu preciso de uma chupada.

O que acontecia ali era o exemplar perfeito da demonstração de força criada pelos seres existentes na cadeia alimentar, animal contra animal, matar ou morrer, a verdadeira essência do ser humano representada em apenas um conflito que poderia parecer de um simples homem contra uma simples lebre mas que na verdade ia além de mera percepção, ali havia eu um samurai que estava vivendo sua vida seguindo seus instintos e ideais que hoje poderiam soar conflitantes com os acontecimentos recentes contra um predador local buscando manter seu lugar na hierarquia regional. ~ Ai vou eu! ~ Avancei rápido sendo o primeiro no ataque liberando toda minha vontade assassina diante de pobre e fofa criatura, o coelho esquivou, corrigi minha trajetória, ele atacou e eu defendi, revidei e ele morreu, um duelo rápido com movimentos precisos de ambas as partes, dois assassinos buscando a vitória que havia sido conquistada por mim. - Merda... - Praguejei olhando o ferimento que o coelho tinha transferido em mim. ~ Filho duma put.. ~ Segui pegando meus troféus pensando no que faria com os mesmo sem ainda ter nenhuma ideia concreta do que poderiam se tornar.

O caminho restante me parecia tranquilo comparado a desventura anterior mesmo sofrendo com o duelo eu mantinha minha calma afinal já tinha presenciado coisas horríveis em minha vida e sempre meditado sobre elas buscando a calma e clareza que portava hoje em minha mente quase perturbada, o plano não tinha mudado, buscar civilização e me estabelecer assim que possível, carregando os troféus eu via de perto os desafios que aquela ilha trazia e mesmo parecendo algo bobo eu não consegui evitar de pensar naqueles que tinham chegado ali comigo, eu não tinha controle sobre tal pensamento quando me dei conta eu estava imaginando como os demais estavam se saindo, se estavam bem ou feridos, se estavam se divertindo como o Sr. Redgrave tinha planejado ou se apenas seguiam ordens daquela mulher. ~ Tsc… Ainda não acabou né? ~ Minha imaginação era cortada quando parei ao perceber a aproximação de mais uma ameaça e ao olhar os animais que eu carregava que percebi o sangue que escorria dos mesmo. - Muito bom… Muito bom... - Olhei para trás buscando uma maior noção do que me seguia e percebi mais dos exemplares da raposa que eu carregava, olhei para todas de cima a baixo. - Bom… Muito bom mesmo… - Era óbvio que o risco de enfrentar todas ali era alto e por isso me virando lentamente sem executar movimentos bruscos eu voltei a minha rota e com toda a aceleração Mestre Ketsuo me forçou a desenvolver eu comecei a correr, ah mas como eu corri, atrás de mim eu ouvi as raposas fazendo os sons provenientes da raça.

~ Sinto muito cães imundos mas esses aqui são meus, vão buscar o de vocês em outro lugar! ~ Gritei em minha mente cerrando o meu olhar encarando minha rota em meio ao breu da floresta iluminado apenas pela lamparina carregada com dificuldade dado a todo o peso que eu carregava, era uma realidade complicada mas já começava a considerar em ideias para despistar os seguidores, talvez dividi-los para que pudesse ter um duelo mais justo. ~ Não, não é possível, vacilei e agora devo arcar com as consequências, o que fazer agora? Pense! ~ Minhas pupilas dançavam pelo cenário buscando uma possibilidade, uma chance de vitória enquanto minhas pernas mantinham o movimento veloz e foi então em meio de minha corrida que vi. ~ Civilização! ~ | - AMÉM! - Corrigi minha rota em direção aos portões da cidade atendendo o chamado dos atiradores com um sorriso no rosto, não sou uma pessoa de sorrisos ou de demonstrar muito o que costumo sentir mas aquele sorriso era uma expressão de puro alívio, um símbolo que se tornava quase invisível em meio de minha corrida, me impulsionando e saltando para dentro da cidade eu chego em segurança com os atiradores fazendo o chumbo de suas armas chover para cima dos caninos furiosos que antes achavam terem se dado bem. -Não sabia que agora estavam contratando novos caçadores. Tome mais cuidado a partir de hoje, essa floresta é traiçoeira. Aliás, você deve tratar esses ferimentos logo.- Ainda me levantava do chão recuperando os corpos sem vida do que um dia tinham sido seres inocentes quando percebi o ferimento em minha panturrilha indicado pelo guarda. - Outro? - Falei para mim mesmo um tom de voz neutro e baixo olhando o filete de sangue escorrer panturrilha abaixo.

Agora que tinha parado e inevitavelmente relaxado os músculos eu podia sentir certa ardência de meus ferimentos acompanhada de um desconforto que talvez me fosse familiar mas ainda era cedo demais para conclusões precipitadas, preocupado com o ferimento eu sequer percebia que tinha passado por uma hospedagem se não essa sim seria minha primeira parada levando em consideração minha situação, durante a caminhada eu apagaria a lamparina com um sopro em sua chama ou o girar de um interruptor caso houvesse e se ainda estivesse comigo, a prenderia na cintura para continuar a caminhada, levaria o antebraço machucado com a mordida até a boca para chupar um pouco do sangue para logo em seguida cuspir no chão enquanto caminhava considerando a possibilidade de ter sido envenenado mas parei antes que meus lábios entrassem em contato com o ferimento quase como um click soando em minha mente. ~ Não… Tenho que considerar que possa ser uma infecção… Nesse caso eu poderia só alastrar a infecção certo? Criando uma nova via para ela ou algo do tipo... ~ Considerava imaginando qual das possibilidades estariam corretas, não entendia muito de medicina mas imaginava que o raciocínio poderia estar correto… ou não. Em meio à devaneios de minha mente com agora um novo objetivo eu comecei a sentir um calor familiar, algo externo que me trazia de volta a realidade, o som do aço sendo martelado fazia meus olhos focarem ao nada, arregalados encarando um passado onde as coisas eram diferentes, cada batida uma cena diferente, o aço sendo ecoado em sincronia com os pulos que meu coração dava. ~ Forja do alemão, 24/7... ~ Lia em pensamento diante da placa buscando em minha memória alguma coisa que pudesse me falar sobre tal forja ou o ferreiro que administrava a mesma, como um aprendiz em Wars Island o lar dos grandes ferreiros era comum ouvir cochichos na forja do clã sobre profissionais de outros lugares ou sobre dos próprios moradores da ilha ou funcionários da forja que estavam tentando a sorte em outras regiões do mundo, imaginei se poderia estar diante do comercio de algum conhecido de meu passado talvez um velho companheiro de trabalho. ~ Sonhos e mais sonhos... ~ Refletia reconhecendo a impossibilidade de tal evento.

Adentrava a forja sem nem mesmo me perceber o que estava fazendo, supostamente meu novo objetivo era encontrar tratamento não tinha tempo para vagar por aí de maneira aleatória e… - Uoooou... - Balbuciei para mim mesmo admirando o interior da construção e toda os recursos existentes ali, as armas em exposição a decoração, nunca tinha me considerado um ferreiro de fato pois durante a infância tinha executado apenas serviços de aprendiz e assistente. ~ Infelizmente queimei a forja e matei seus funcionários antes de ser considerado um ferreiro de verdade ou terminar meu treinamento... ~ Ainda passava os olhos pelo lugar brincando tentando identificar todos tipos de armas e as ferramentas ali, analisaria armaduras se tivesse também, o que eu não percebia e que tinha um certo sorriso saudoso em meus lábios enquanto passava os dedos no aço composto de alguma armadura. ~ Tsc, não tenho tempo para isso. ~ Me viraria de volta para porta para sair do estabelecimento.  - E- eu… voltarei mais tarde, mantenha a fornalha aquecida e a bancada limpa por favor... - Diria seguindo em direção a porta falando de costas para quem tivesse falado comigo caso o mesmo tivesse ocorrido, pararia com a mão na maçaneta porta. - Eu prefiro forjar minhas próprias armas… Desculpe, não queria insultá-lo… É só meu orgulho estúpido de ferreiro, espero que entenda. - Dizia em um tom de voz suficientemente alto para que o responsável pudesse ouvir, o fato de não encará-lo nos olhos acabava tornando o diálogo mais fácil para mim, dito essas últimas palavras eu sairia da forja e seguiria para uma clínica 24hrs pois aqueles ferimentos estavam começando a me preocupar.

Encontrando tal clínica ou qualquer outra coisa que desse indícios ser capaz de tratar um fudido como eu fora uma clínica psiquiátrica eu entraria com minha faceta neutra de paisagem como de costume, caminharia até o balcão e colocaria os cadáveres dos animais caçados enquanto olhava o(a) atendente nos olhos. - ...... - Analisaria a pessoa assim como todo o lugar e o ambiente em que me encontrava me dando tempo para pensar melhor em minhas palavras e em como me expressar com a pessoa. - Se incomoda se eu colocar isso aqui? - Perguntaria mesmo já tendo colocado dois corpos ensanguentados no balcão. - Preciso de tratamento… Fui ferido... - Diria com poucas palavras mas sendo direto em um tom de voz baixo e apático de qualquer emoção ignorando completamente a resposta da pergunta anterior, olharia para os cadáveres lembrando que era bem mais tranquilo para mim conversar quando não se tinha contato visual direto com os olhos da pessoa. - Acredito eu que os ferimentos estão no mínimo infeccionados… ou talvez envenenados? Sinto ardência e uma péssima sensação de desconforto, cansaço e vontade de morrer… mas acho que isso já é normal para mim... - Diria ainda no balcão esperando que isso gerasse alguma preocupação ou senso de urgência no meu atendimento, atenderia qualquer pedido racional do(a) doutor(a), como seguir, sentar em um canto, ficar quieto, esse último não era nada difícil para mim, deixaria meu troféus no balcão por enquanto esperando recuperá-los na saída assim que me sentisse melhor.


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 5 EmptyTer 24 Jul 2018, 10:55

A estrategia para invasão parecia estar sendo um sucesso. Eu podia sentir isso. O pavor que os guardas estavam ao serem surpreendidos em uma noite aleatória por bárbaros como nós, principalmente a entrada sendo realizada por Rurik, a porra de um tubarão de 3 metros de altura. Serio, quem não cagaria com isso?

E então vem eu tacando fogo e machados nos malucos, e apesar de seus tiros, quase não conseguiam me ferir. Repare então no termo "quase", pois um projétil raspava em mim e dava uma sensação ruim de queimadura, mas que, com o costume de ferimentos em batalha, não me parecia além de um arranhão. Entre as movimentações de batalha, jogadas de machadinha e bloqueios bem realizados, encontrava um momento propício para arrombar a porta.

- OOOOOOOOOOOOOEEEEEAAHH! - Meu martelo acima da cabeça, apertado em seu cabo por minhas mãos, como se fosse uma pura extensão de meus braços, descia sobre a porta estourando-a com um só golpe.

Os olhos verdes percorriam o ambiente maravilhados pela infinidade de armas, explosivos e munições por ali. Mentalmente, estava até já fazendo uma lista das coisas mais importantes para se pegar. "Explosivos, armas bárbaras, armas de fogo e munições" nesta ordem de importância, tinha em mente.

Notava então aquela figura acordando, assumindo sua postura de batalha, me fazendo já segurar o martelo a frente do corpo, rodando-o como um taco de baseball, pronto para entrar em um combate. Contudo, o inimigo caia no chão, se mostrando atrapalhado, e admito que por um segundo o subestimava pensando que seria fraco.

Mas não fazia sentido. Se ele fosse fraco não seria o ÚNICO guarda dentro daquele arsenal. Talvez, apesar de atrapalhado, aquele indivíduo fosse poderoso, e na verdade isso era bem provável. Desta maneira, não podia subestimá-lo.

Além do mais, ele possuía aquele estilo de combate diferenciado, que eu apesar de não conhecer reconhecia como alguma arte marcial, algo assim. Não que já tivesse visto alguém batalhar daquela maneira, mas eu sabia que existiam diversas variações de estilos de combate corpo-a-corpo, e que artes marciais como o kung-fu podiam ter posicionamentos bem "estranhos". Enfim, realmente não o subestimaria.

Já com ele de volta a posição, o sorriso de canto de rosto brotava nos meus lábios, de maneira provocativa, apertando mais ainda o cabo do martelo em excitação. Diria: - Um único guarda pra proteger a porra de um arsenal inteiro? - Passaria rapidamente os olhos de um lado pro outro, contemplando-o novamente. - Parece que teremos uma boa briga, marinheiro desgraçado... - O sorriso se intensificaria um pouco, e então finalizaria. - Mas o último que se opôs a Siegfried Uller Frey perdeu a cabeça!

E então, com a aceleração, partiria em corrida com cerca de 3/4 de minha velocidade, envergando levemente o tronco para frente, e martelo segurado na vertical ao lado do corpo. Desta maneira, avançaria até certa proximidade do inimigo, quando pararia apoiado sobre o pé esquerdo, esticando esta perna num curto salto que me lançaria com o máximo da velocidade - por conta da aceleração - em sua direção, atacando com um movimento em arco com os braços, em diagonal, que descia a cabeça do martelo contra o marinheiro gordo.

Tão longo pousasse os pés no chão, tendo acertado ou não a martelada no marinheiro, me impulsionaria um pouco para o lado para não ser acertado por contra-ataques, enquanto poderia utilizar do martelo, com seu cabo ou sua cabeça, para bloquear possíveis ofensivas contra mim. Desta maneira, tendo me impulsionado, tentaria girar em meu próprio eixo enquanto faria mais um dash, na direção do adversário, subindo agora o martelo no movimento contrario ao que fizera anteriormente.

Desta maneira, seguiria então tentando golpeá-lo, girando o martelo ao redor do corpo após cada ataque para que a cinética deste movimento não me atrapalhasse tanto e fizesse perder tempo, pois sabia que poderia ser atacado também. Então, em meio a golpes, usaria de bloqueios, com a arma bárbara, posicionando-a contra a ofensiva, ou até rebatendo o ataque - visto que, como aparentava, ele usava um estilo sem armas, apenas com o corpo, então "atacando seu ataque" eu poderia também causar dano no mesmo. E também ficaria esperto para casos em que os bloqueios não fossem possíveis, amparado ainda na aceleração para me impulsionar na direção contrária de golpes, saltando, com passos, com giros, além é claro de poder movimentar o corpo, as pernas e os braços, me abaixando, ou inclinando o tronco para trás., por exemplo, para evitar ataques.

Neste primeiro momento estaria além de atacando para acertar, analisando também o oponente, observando sua postura e sua forma de lutar, para poder me adaptar em certa necessidade. Terminando esta primeira trocação de golpes, me afastaria com saltos, na direção de alguma parte do arsenal onde estivessem armas bárbaras de uma mão(machados de preferência), se fosse possível, tentando disfarçar esta ação.


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 5 EmptyTer 24 Jul 2018, 11:01

Os últimos serão os primeiros


As coisas aconteciam de maneira rápida e assim, como num piscar de olhos haviam guardas por todos os lados. Eu havia obtido sucesso em atrair os guardas e conseguira afastá-los do portão até um pouco mais que o esperado, com isso o albino utilizava de seu escudo para arremessar um dos guardas a alguns metros, já o outro ele usava sua lâmina. Logo em seguida, Mephisto se voltava para arrombar o portão com toda sua força, enquanto o Raizo juntamente de Athena se infiltravam dentro do local. A gritaria e o caos se instalavam pelo lugar de forma que os homens saíssem dali desesperados ou apenas espantados com a velocidade que aquela sequência de fatos ocorria. Por um momento, eu estaria vibrando de emoção, já que uma batalha estava prestes a ocorrer e com toda certeza não perderia de qualquer forma esta luta ”Olha ai, como essas missões são extremamente perigosas, já viu o tanto de guardas?” ela voltava a querer me fazer desistir de realizar algo que ao seu ver era “arriscado” ”Contra fatos não há argumentos, mas eu realmente quero lutar!” responderia com empolgação "Se você morrer, não venha reclamar comigo depois, tudo bem? Por que eu avisei” acho que de tanto fracassar, ela cansou de ficar toda hora tentando me convencer do contrário em algo. A situação atual era no mínimo desfavorável para nós, enquanto uma grande quantidade de guardas ia na direção de Mephisto, o primeiro, que ele havia feito voar, se levantara após algum tempo sacando uma adaga, aliás o homem aparentemente estava mais próximo a mim do que do branquelo.

Assumiria uma posição de luta de frente para o guarda - Ei, eu vou lutar com ele está bem? diria sem virar de costas para Mephisto - Vou tentar dar o meu melhor! exclamaria ainda de costas para o albino. De primeiro momento, esperaria pelas movimentações do homem procurando analisar calmamente suas ações e assim poder me esquivar de seus golpes. Caso ele tentasse algum corte com a adaga de frente ou na diagonal buscaria me esquivar jogando o corpo na direção contrária ou então saltando para trás me distanciando aos poucos de seus ataques e dele mesmo.  Sem perder tempo, tentaria algum contra-ataque com algum chute na altura de sua costela para desequilibrá-lo e em seguida giraria todo o corpo num pulo encaixando um outro golpe com a perna oposta que utilizara no primeiro ataque. Falhando ou não, recuaria mais uma vez assumindo uma posição defensiva, já que se errasse ele poderia aproveitar disto para conseguir me atingir e consequentemente me deixar em “desvantagem”.  Se ele tentasse algum golpe na horizontal na altura do tronco ou então nas pernas visando a minha instabilidade, de forma que eu caísse ao chão, buscaria repetir minhas movimentações para os lados, mas desta vez tentaria também girar o corpo para evitar que fosse atingida - Vamos lá, eu sei que você pode fazer melhor do que isso diria em tom de brincadeira, caso fosse bem sucedida - Droga, você realmente é bom nisso falaria em frustração se fosse atingida ”Não fique tentando provocar a fúria dos outros, você pode acarretar sérias consequências!” a voz ressoava sobre a minha mente ”Fica tranquila, eu sei o que eu estou fazendo" diria confiante eu mesma.

O combate ainda não havia começado, assim eu poderia utilizar algo que porventura viesse a funcionar com o guarda. As incertezas nesse momento cobririam meus pensamentos, mas é claro que se obtivesse êxito poderia ter alguma vantagem no embate e bem, tentar não custa nada.  A chave para que eu conseguisse o que queria era ser rápida e não perder tempo com futilidades ou até mesmo distrações que estivessem ao meu redor naquele ambiente, assim procuraria me concentrar somente em meu oponente. Nesse instante, aguardaria que ele realizasse algum ataque contra mim ou então começasse a se movimentar em minha direção e com isso analisar o tempo que ele levaria para chegar até a mim, além de seu tempo de reação a algum contra-ataque que eu realizasse. A paciência teria de ser minha aliada neste momento, já que precisaria de um certo tempo para conseguir chegar a exatidão de sua velocidade máxima, pois poderia acabar falhando se ficasse muito impaciente, todavia eu sabia que não iria aguentar por muito tempo e por isso, em alguns momentos propositalmente erraria ataques no mínimos fáceis demais para fazê-lo pensar que eu estava cansada ou então qualquer outra coisa que ele viesse a imaginar. Quando finalmente eu conseguisse saber a velocidade máxima do guarda, aguardaria por mais um avanço para realizar uma esquiva interligada com um contra-ataque, já que possivelmente saberia seu tempo de reação e com isso ele teria menores chances de se esquivar. Se fosse um ataque na altura do meu rosto, movimentaria todo o meu corpo para o lado rapidamente, de forma que seu ataque “passasse” diretamente por mim e eu lhe derrubasse com alguma rasteira juntamente com um chute no rosto ou costas para facilitar ainda mais a queda do homem. Caso ele tentasse algo na região do tronco, eu visaria realizar um giro na direção da contrária e assim faria o mesmo contra-ataque para que ele fosse ao chão ”É oficial: você se arrisca demasiadamente demais!” ela se sente incomodada com tudo o que faço, mas sou eu quem verdadeiramente se irrita com seus comentários e outras palavras que induzem que estou errada ”É oficial: você nasceu pra me irritar de todas as formas” repetiria parcialmente sua frase e modificaria com o que estava sentindo no momento da conversa.

Havia também a possibilidade mesmo que remota do guarda ter a mesma ideia que eu e também quisesse esperar que me movimentasse primeiro que ele. Desta forma, não teria outra alternativa senão atacá-lo e apesar disso ao meu ver a ideia não era tão ruim, já que eu poderia vencer o embate sem precisar esperar muito ou aguardar por contra-ataques. Tudo se iniciaria do meu jeito, por isso primeiramente tomaria cuidado em não acabar me precipitando em alguma movimentação descuidada e que pudesse me trazer alguns problemas no combate, assim correria na direção do guarda tomando algum impulso. Faria uma movimentação em ziguezague, já que com isso poderia conseguir confundi-lo sobre o lado que eu atacaria e também evitar surpresas, se por acaso ele possuísse mais adagas, de forma que as arremessasse contra mim, enquanto avançava em sua direção. Quando chegasse a uma boa distância do meu oponente apoiaria meu pé esquerdo na frente do direito e assim saltaria realizando um chute chamado de gancho voador, golpe em que se consiste em se apoiar em um dos pés e assim saltar girando todo corpo chutando com o outro pé, com isso procuraria acertar o rosto do meu oponente. Caso o guarda se esquivasse ou então bloqueasse meu golpe, assim que conseguisse encostar no chão emendaria um chute lateral na região de seu tórax. A partir daí recuaria alguns passos para trás, com isso buscaria evitar algum contra-ataque que o homem pudesse realizar, caso me distraísse por alguns instantes quando finalizava meu ataque contra ele. Se ele tentasse algum ataque debaixo para cima e vice-versa, procuraria nesse momento dar alguns saltos para trás ou para os lados acompanhados de rolamentos, de forma que eu conseguisse escapar totalmente de seus golpes com a adaga, além disso caso ele tentasse algo enquanto estivesse rolando jogaria minhas pernas em sua direção, assim chutaria sua mão com o máximo de força que o fizesse largar a arma branca no chão.

Era possível que ainda que Mephisto, não me deixasse lutar sozinha e viesse até a mim para me “proteger”, de certa forma seria algo que renderia algum incômodo - Ei, eu consigo me virar sozinha por aqui sorriria ao tentar convencê-lo, mas caso o albino não arredasse o pé teria de pensar em alguma outra solução - Façamos assim então, eu vou tentar tirar a concentração dele da luta e você dá uma surra nele manteria o sorriso, enquanto me posicionaria como anteriormente quando fizera a mesma coisa momentos antes de nossa situação atual - Dessa forma, a gente pode tentar fazer com todos os outros e vencer eles mais facilmente não? perguntaria calmamente independente de sua resposta. Se todo o jeito, ele me pedisse para sair dali suspiraria em frustração - Tudo bem seguiria até a onde estava a loja de instrumentos e ficaria ali aguardando o retorno de todos, enquanto olhava mais uma vez para a vitrine do local. Se ele dissesse que tentaria fazer o que eu havia sugerido sorriria - Fez a escolha certa! riria em empolgação pela luta que estávamos prestes a enfrentar ”Se você conseguir esse feito, só digo apenas uma coisa: que molenga esse rapaz” a minha paciência não serve pra ser tão testada a esse ponto ”Fique quieta logo de uma vez!” diria já sem mais o que chamam de paciência. Lentamente começaria a tocar a Música - That one instant in a scene of the dramatic film acompanharia o violino com o som da minha, já que poderia acabar sendo mais efetiva assim. Se não funcionasse, retiraria o relógio de bolso e utilizaria o plano B, lentamente balançaria na frente do homem - Fique parado ai diria em um tom de voz que calmo e que induzisse o guarda a permanecer estático onde estava. De toda forma, daria meu máximo para continuar ajudando na missão, o que eu não queria no momento era ficar sem fazer nada e não demonstrar meu valor.

Histórico Vincentão:
 

Objetivos:
 

Offzão:
 

Situação:
 

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Ato I: Uma nova vida
Ato II: Revolução em Lvneel
Ato III: Buscando a cura
Ato IV: Aranhas e mais aranhas
Ato V: Fim precoce
Ato VI: Passo adiante


Última edição por Vincentão em Dom 29 Jul 2018, 14:49, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 5 EmptyQua 25 Jul 2018, 21:43

Yamazaki Raizo
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Os guardas aprendiam rápido, pois após perceberem que estavam sendo atacados pelo celestial, rapidamente se protegeram com pedaços de madeira. Ao ver que os guardas iam em direção à Mephisto e Katherine, um pensamento passou como um relâmpago pela mente do ninja - De novo não! O carma dele está se manifestando outra vez, se eu não fizer nada ele será espancado de novo e dessa vez levará Katherine com ele! - e rapidamente, enrolando sua trança num coque, vestiria o capuz carmesim e sacaria sua ninjaken - Dessa vez não vou permitir! - o ninja não conseguia localizar Athena do lugar que estava, então não poderia lançar mais shurikens para não correr o risco de acerta-la sem intenção, então Raizo esperaria os guardas passarem por ele, completamente oculto atrás da árvore, até estar posicionado atrás do grupo de guardas, e então iria iniciar seu ataque.

Nos breves instantes que estivesse escondido esperando o momento certo, a pulsação dos batimentos cardíacos do ninja podia ser sentida em cada centímetro do seu corpo graças à adrenalina do momento, porém Raizo não sentia insegurança, pois sua vontade de ajudar seus companheiros superava o medo de falhar na missão. Quando o grupo de guardas estivesse posicionado no lugar certo, Raizo daria um suspiro descarregando toda a tensão de seu corpo e daria início ao ataque. O ninja iria se movimentar silenciosamente o mais rápido que pudesse, sem ser detectado, até alcançar o guarda que estivesse por último do grupo, iria se aproximar dele pelas costas e então daria um corte horizontal, rápido e profundo, mirando na parte detrás das duas coxas do homem para impedi-lo de se movimentar, e então Raizo iria segurar a boca do guarda com sua mão esquerda, e iria posicionar a ninjaken no pescoço do mesmo, e caso o guarda estivesse armado, o ninja gritaria com o tom de voz mais ameaçador possível - Largue as armas agora ou arranco sua cabeça!

O celestial tinha em mente que se não conseguisse convencer os guardas de se renderem, as vidas de Mephisto e Katherine estariam em jogo, a empatia por seus amigos era tanta que o fazia esquecer de se preocupar com a própria vida, mesmo também estando em perigo caso falhasse. O celestial não sentia nenhum prazer em tirar a vida daquele guarda, mas se o restante do grupo de guardas não baixasse a arma o ninja não hesitaria em degola-lo ali mesmo. Caso conseguisse render o primeiro guarda e chamar a atenção dos outros com seu grito, Raizo diria aos outros guardas com o tom de voz mais sombrio que conseguisse - Joguem as armas no chão e deitem-se, ou vejam seu companheiro sangrar até a morte - e caso os guardas hesitassem em obedecê-lo, o celestial forçaria a ninjaken no pescoço do guarda com intenção de fazê-lo sangrar um pouco, e então diria lentamente - Eu não vou repetir! - Nesse momento, caso os guardas se rendessem e largassem as armas, o celestial diria à Mephisto - Talvez minha testa não esteja tão brilhante agora! - Para que o albino entendesse quem era debaixo da máscara, e então esperaria que Mephisto também ajudasse a manter os guardas rendidos de alguma forma. Caso os guardas não se rendessem, e estivessem armados com armas de fogo, Raizo iria utilizar o guarda que rendeu primeiro, como escudo humano até voltar para a árvore da qual estava escondido, ou qualquer objeto sólido que pudesse servir como proteção, e então se manteria escondido para pensar numa nova tática. Caso os guardas o atacassem com armas de combate corpo-a-corpo, o celestial tentaria apenas esquivar-se com acrobacias, evitando os ataques dos guardas e observando o padrão e a força com que atacavam para descobrir o nível de habilidade dos oponentes. Caso o plano do celestial desse certo, após renderem os guardas, o ninja ficaria pronto para ouvir novas ordens de Mephisto.



Histórico:
 


Objetivos:
 

Thankz Mirai

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~A vida é apenas um fenômeno superestimado...~


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Ficha  |  Mini-aventura

Gods Slayers
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From the ashes, we will be reborn


- Fala -
* Pensamento *
~ Flashback ~

Objetivos:
[x] Entrar no exercito revolucionário
[  ] Declarar guerra ao governo mundial
[  ] Organizar um ataque à marinha que entre para a história
[  ] Libertar os escravos das mãos dos tenryuubitos
[  ] Obliterar Mariejoa com uma arma apocalíptica
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Mephisto
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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 5 EmptyDom 29 Jul 2018, 00:09

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VI -Vagabundos também tem seus dias ruins.


Vivo a vida que eu sempre quis e já estou velho pra mudar
Não me arrependo de quase nada que eu fiz
Saiba disso quem irá me enterrar

Depois de mais um momento de aprendizado com Athena nos guiava por as sinistras vielas que as ruas podiam nos mostrar, era uma cidade tão clássica quanto aquela que eu nasci e me criei Micqueot, bem não era como se eu já esperasse mais que isso do North Blue, não é como se ele fosse o exemplo de grande mar que eu gostaria de estar agora, mas sabe, era um lugar perigoso cheio de malandros, cheio de gente ruim, e eu não tinha muito pra onde correr quando olhava para os lados. Até que finalmente eu me sentia de fato um rato, andando pelo esgoto, é… não era meu ambiente favorito mas o se a vida te joga num mar de merda, vá e nade nele, essa é a lei não é?

Caminhando até o local finalmente estávamos na região desejada, olhando pelo lugar existiam muitos pontos que deveríamos usar, e bem… era hora de começar o plano estratégico. - Bem, quando olho o lugar minha ideia é a mais simples possível,  dividir as pessoas de maneira estratégica pra que fique mais difícil serem capturados.- Instintivamente levaria a mão ao queixo o coçando, enquanto olhava mais uma vez em volta, me manteria sempre controlando o tom de voz, para que não saísse alto, e alguém pudesse ouvir. A visão estaria atenta o tempo inteiro sempre focando para que não fosse surpreendido ali, eu sabia que o mundo não é gentil com pessoas que se distraem no meio da guerra. - Primeiro de tudo, a Katherine precisa fazer o trabalho mais difícil, mas o mais natural pra ela, Kath sabe qual vai ser sua função? ela é a mais difícil de todas. Você só precisa fazer o que faz de melhor… Ser bonita. - Sorriria olhando pra ela com um rosto provocativo.

Bem após provavelmente falhar na minha possível tentativa de conquista, era hora de passar para o segundo passo da explicação agora sendo mais sério, quer dizer, na medida do possível do sério. - Eu quero que você pegue seu instrumento e comece a partir por ali passando com ele e tocando, e começe a chamar atenção dos guardas, tente se possível fazer com que eles se afastem um pouco do portão, pra que estejam com você na cabeça, e não prestem atenção em qualquer coisa de fora.- meu tom de voz sempre baixo mais firme, passava um pouco da certeza do que estava falando. A ideia me parecia verdadeiramente plausível, claro que eu tinha noção de que eu ia me foder pra caramba com esse plano,  mas antes eu me ferra do que deixar a Kath ou a Athena em apuros. Bem com o escudo talvez se torne um pouco mais fácil, ou não, afinal quantos agentes tem ali dentro? chamar a atenção deles pode ser um semi suicídio, ou no caso, ao menos da forma que eu quero sim.

Olharia nesse momento para nosso famigerado artista de rua prosseguindo com a ideia. - Testa de espelho, com você eu quero furtividade, tem uma carroça na lateral do muro, se você usar ela corretamente pode subir sem mais problemas, mas lembre, não de uma de macaco adestrado, suba e confira a situação de quem está ali dentro, não chame atenção inicialmente.- olhando pra ele era difícil lembrar que o homem era um ninja, eu só conseguia ver ele como uma estátua humana com sérios problemas financeiros, sabe é como dizem a primeira impressão é a que fica, e foi essa que me marcou sobre o tal homem com testa brilhante. - Bem tente ser o máximo furtivo que conseguir e pegue aquilo que der, já pra Athena, imagino eu que o ideal fosse que ela adentrasse por outro ponto, isso pra garantia de que algum consiga fazer algo, o ideal era que ela indo pela árvore que tem do outro lado, subisse pouco após o Raizo, e ambos ficariam responsáveis por remover dali os mantimentos.- falava completando minha ideia sobre o que eles fariam, mas claro essa ideia era para com eles, eu teria uma outra função diferente claro que repassarei isso agora ao final mas não antes de me preparar.

Antes de finalizar a estratégia, pegaria o escudo das costas e seguraria ele na esquerda, enquanto com a direita, manteria a espada em mãos, pra mim o combate era inevitável eu seria a máquina de combate de hoje. - Já eu, precisarei de mais algum momento, eu pretendo arrombar o portão da frente, vou tentar chamar atenção dos soldados, batendo com força por aqui. E fingindo uma entrada forçada pelo portão da frente, nisso os soldados ficariam no maluco de 1,95 tentando arrombar tudo, deixando esse trabalho furtivo mais “facil” pra vocês- Falaria fazendo aspas com os dedos, eu tinha ciência que essa coisa poderia dar completamente errado, mas eu confiava na ideia, por fim diria. - Kath, faça seu show.- e me posicionaria melhorando meu ponto de visão para ter certeza de quando agir, primeiro de tudo esperaria que os homens se afastassem da porta, seja isso por a música, ou qualquer método que a diabinha decidisse usar, meu olhar se voltaria rapidamente para o ambiente e era hora de usar o que a mamãe me ensinou.

Lentamente começaria a caminhar, usando principalmente a ponta do pé para pisar ao chão,enquanto o calcanhar descia devagar para fazer o apoio completo, ao diminuir a pressão, do contato, logo reduziria o barulho que minhas botas pudessem fazer ali naquele momento, era algo que eu tinha visto ser feito por carmem varias e varias vezes e assimilei pra minha vida, me lembro de quantas vezes precisei sair dos lugares escondido, ou entrar sorrateiramente. Diminuiria também meu ritmo respiratório, para que o barulho produzido fosse o mínimo possível. Não era a parte mais fundamental ali, afinal o que faria depois disso talvez até mesmo removesse essa necessidade.

Caminharia desse modo até notar que estava numa distância agradável para usar um dash, eu não usaria ele pra atacar mas apenas como meio de aproximação do meu alvo,  pra isso flexionaria as pernas colocando força na base, enquanto pressionava o chão, flexionando os joelhos, dobrando meu torax para frente, pra que direcionasse o movimento, assim como uma flecha, logo com toda a força possivel me impulsionaria para perto do inimigo, mas não a ponto de me chocar com tal, assim que notasse essa possibilidade usando dos dois pés no chão, moveria o corpo ficando na lateral e usando o atrito nos dois pés de uma vez para parar antes de acertar ele.

Após isso novamente me abaixaria o mais rápido que conseguisse, colocando o escudo a frente do corpo, e segurando ele firmemente com a esquerda, enquanto já me preparava para o giro com a espada na outra mão, flexionada novamente os joelhos mas dessa vez não para um dash apenas queria pegar a altura necessária para o que desejava fazer, então com toda a força que ainda pudesse restar nos braços e pernas subiria com o escudo batendo contra as costas do oponente, de preferência pegando de baixo, pouco abaixo da região glútea, forçando para que ele fosse lançado para cima com o escudo.

Nesse exato momento, giraria meu corpo em 180º, vindo para o outro homem com a espada  direcionada ao seu peito em um corte horizontal,  no momento do corte, já aproveitaria o momento para dar dois passos pra trás, posicionando o escudo fronte ao corpo, avançando de uma única vez contra o inimigo, usando o escudo para fazer um golpe de corpo onde depositaria a força das pernas e o peso do próprio corpo na pancada contra o peito de tal.  

A ideia era usar o elemento surpresa ao menos nesses 2 guardas já que depois daquilo tudo devia foder. - Diabinha acho que agora seria viável pra ti sair daqui, não da pra garantir sua segurança, em 100%- diria com olhar sério nesse momento mas sem perder a postura assumindo a frente dela, me colocando de frente pra os inimigos, me preparando para os possíveis ataques que pudessem me vir posicionando o escudo fronte ao corpo não ficando reto para eles, mas estaria com a parte esquerda inclinada pra frente e o lado direito com a espada ficando para trás. A base que tomaria era ofensiva, sabia que podia acabar sendo acertado meio a isso, minha prioridade era unicamente a missão, tentaria inicialmente prestar atenção nos meus inimigos e em seus padrões eu não sabia se aqueles dois golpes tinham sido suficientes, e por isso tal cautela.

Mas havia outra coisa ali, se eles realmente tivessem caído, agora que o plano começava de verdade, avançaria de uma única vez contra o portão, para tentar quebrar ele, um gigante dash, seguido de uma pancada com o escudo contra ele, colocando todo o peso do corpo no golpe, e se ainda estivesse de pé após o impacto daria um chute pra finalizar. Agora sabia exatamente o que fazer, usaria a entrada do lugar como porto seguro, já que imaginava estar em menor número, o ideal pra mim era que mantivesse a entrada em minha posse pois o pouco espaço do portão poderia me ajudar a evitar ser flanqueado.


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 5 EmptyDom 29 Jul 2018, 01:04



Ato III: Not Fast but Furious



~~Ventus~~


Nada vinha na cabeça do espadachim ao se perguntar da “Forja do Alemão”, era a primeira vez ele havia aquele nome e sem perceber direito, estava dentro da forja olhando para algumas das armaduras prateadas que os homens forjavam ali, haviam uma boa quantidade de trabalhadores com as mais diversas ferramentas que se poderia encontrar. Os materiais usados pelos homens eram de características bastante diferentes, haviam aço damasco, o metal puro, barra de ouro e outros tipos de que usavam na criação de armas e equipamentos. Muitos deles olhavam para o espadachim que se encontrava vendo tudo aquilo e o mesmo chegava a encostar em uma das armaduras criadas pela forja, era possível sentir como o material era resistente apenas em seu toque, era de fato, um trabalho bem-feito. Era como se ele estivesse vendo o paraíso para ele, mas a sua consciência voltava-se para ele, assim que um homem ia atendê-lo para perguntar o que ele estava fazendo, Ryujin interrompia-o e com uma certa dificuldade para dialogar, dizia que voltaria mais tarde. - Quando quiser, garoto. – Era possível escutar uma risada de fundo, mostrando que haviam estranhado o jovem e antes mesmo que eles pudessem voltar a sua atenção ao trabalho em que faziam, o pirata dizia que preferia forjar as próprias armas de uma maneira rude, mesmo que não fosse a sua intenção. - Que seja, garoto. – Eles não pareciam se importar com Ryujin que saia de sua loja em seguida começando a procura por uma clínica 24hrs, estava se sentindo estranho em relação aos ferimentos.

A cidade parecia estar do seu lado e não demorava muito até que encontrasse uma, entrando na mesma conseguia ver algumas pessoas nas filas, outras sentadas com ferimentos diversificados, membros fraturados ou feridas abertas, algumas pareciam estar apenas com uma leve gripe, mas o espadachim não saberia diferenciar um resfriado, uma gripe ou algo pior. Ele ia até o balcão colocando os dois animais mortos no mesmo e perguntando em seguida se havia problema em colocar aquilo lá, a balconista com um olhar assustado acenava a cabeça em um sim, quase que gritando em desespero e um homem de jaleco branco se aproximava com uma prancheta em mãos. - O que você sente? – E o espadachim respondia olhando para os corpos dos animais no balcão como meio de conseguir um melhor diálogo e explicar o que estava sentindo. - Pelo jeito andou se aventurando na floresta, venha. – Quase que como uma ordem, o doutor implicava que ele o seguisse, um dos guardas do estabelecimento pegava os dois corpos mortos colocando-os em um saco que ficava perto da entrada e seguindo um corredor, ele chegava até a sala da clínica. - Sente-se ali. – O homem apontava para uma maca enquanto colocava duas luvas de plástico em suas mãos. E a partir dali, o médico começava a fazer só seus procedimentos, analisando bem a ferida para começar a tratá-la, alguns medicamentos que ele aplicava fazia arder ou uma sensação de como estivesse pegando fogo, mas ele pedia para o espadachim ser forte e aguentar a dor, aos poucos, ele ia costurando a ferida dando uma cinta para que o jovem pudesse morder. - Os animais da floresta comem uma planta chamada Ares, ela costuma causar o comportamento agressivo deles e após um bom tempo, a sua morte. Eles acabam levando isso para suas garras e presas e o efeito em humanos é pior, em pouco tempo, a ferida infecciona e o comportamento fica mais raivoso. Mas você não sentirá esses efeitos. – Ele dava uma pílula para que o garoto tomasse por último, o gosto era terrível, mas parecia que ele melhoraria.

O homem se dirigia até atrás de sua mesa, olhando diretamente para o espadachim. - O tratamento custa duzentos mil berries, não precisará de retorno, os pontos sairão com o tempo. – E ele esperava a resposta do espadachim.



~~Revolucionários – Time 1 ~~


O clima estava ficando cada vez mais tenso para aquele time de revolucionários, os guardas saindo do galpão e começavam a montar defesas para se proteger dos ataques do ninja, enquanto que mais a frente, Mephisto estava paralisado, não respondendo a garota que pretendia lutar contra o guarda que o revolucionário havia derrubado mais cedo. As ações começavam com Katherine esperando o ataque do gatuno que rapidamente vinha em sua direção, ele tentava um golpe diagonal onde a garota conseguia se esquivar com uma maior facilidade e antes que ele pudesse continuar uma sequência, vinha um chute em sua costela conseguindo impedir o segundo golpe de sua adaga, a celestial não pretendia parar por aí dando um giro para tentar aproveitar do impacto do golpe, mas o homem conseguia ver o golpe e se abaixar bem na hora que o mesmo era feito. Com aquele primeiro round de golpes tendo término, Silverstone recuava para conseguir se manter uma posição defensiva, mas acabava que Redgrave não havia movido um músculo desde então. A celestial via o ataque do marinheiro vindo em sua direção e rapidamente se levantava do chão tecendo a sua movimentação de esquiva, mas desta vez, sem ter tempo para atacar.

O homem ignorava as provocações da garota e rodava a sua adaga entre seus dedos começando a esperar pelo ataque da celestial que também esperava os dele, sem ter uma movimentação de ambos após certo tempo, Raizo aproveitava para agir furtivamente por trás dos guardas, eles haviam perdido um pouco de atenção com Athenas aparecendo em meio ao portão para proteger que passassem por ali já que o espadachim de cabelo platinado parecia estar no mundo da lua. A garota era mais forte do que qualquer um ali e conseguia se esquivar com velocidade dos golpes, ela se movia de uma forma espetacular como se dançasse e ao mesmo tempo, desviava dos ataques. Tendo uma brecha na atenção dos guardas e devidamente arrumado com toda a sua veste, o ninja se aproximava sorrateiramente para cima do guarda que estava mais atrás e rapidamente aplicava um corte em suas coxas que soltava um gemido de dor rapidamente ocultado pela mão em que o ninja colocava na boca do homem tentando impedir que ele propagasse qualquer som, anunciando que havia pego o marinheiro de refém fazendo ele largar a espada em suas mãos no chão. Os guardas estavam relutantes em relação a largarem as suas armas, era como se o objetivo maior daquilo fosse proteger o galpão mesmo que viessem a ter baixas. Para o azar de Raizo, Katherine e o outro guarda estavam fora de seu campo de visão, acabando não degolando o primeiro homem.

Voltando ao combate que estava acontecendo do lado de fora do muro, a garota perdia a sua paciência em esperar um ataque do homem, sendo ela quem tomava a iniciativa para cima dele, em uma movimentação de zigue-zague, a celestial fazia seu avanço e tentava atacar com um golpe rodado para cima de seu inimigo, ele conseguia enxergar o golpe e se esquivar no momento em que a perna de Katherine passava por cima de sua cabeça, como uma sequência, o golpe de Silverstone vinha como um golpe chave para cima do gatuno que pegava em cheio e fazia o mesmo dar alguns passos para trás, mas o homem estava com uma fúria a mais em seus olhos, partindo para cima igual um trem desfreado e tentava pegar a celestial em meio aos seus rolamentos no chão para desviar, a garota percebia que seria pega e chutava as suas pernas o mais forte que podia para tentar desarmar o homem, mas a lâmina acabava fazendo um corte quase que superficial no pé esquerdo da garota, mas era o bastante para que ele recuasse mais uma vez, estando a uma distância de cinco metros dela.

Um homem que ainda estava dentro do galpão, saia rapidamente e chutava Raizo sem que o mesmo tivesse chance de se defender, fazendo com que o mesmo rolasse para trás e ficasse uma distância de três metros do homem, este era diferente, ele possuía uma tatuagem de peixe em seu rosto, era careca com um cavanhaque ruivo, seus olhos azuis mostravam-se bastante furiosos naquele momento, assim como uma grande veia pulsando em sua testa. Ele vestia um terno e parecia ser um agente do governo. - Esse conseguiu te render dessa maneira fácil?! E por que vocês não reagiram?! – Ele estava visivelmente irritado e sacava um bastão pronto para batalhar contra o ninja, os guardas voltavam ao ataque para cima de Athenas.



~~ Revolucionários – Time 2 ~~


O homem continuava vasculhando os armários enquanto que Nerockiel continuava parado.


~~ Siegfried e Rurik ~~
     
O homem olhava para os lados assim que o grandalhão falava que ele era o único homem no arsenal. - Pera ae, o único? Cadê os outros?! – Ele parecia um tanto assustado com aquilo, suas bochechas estavam meio avermelhadas e seu bafo cheirava a álcool. E sem ter tempo para o gordo analisar o local procurando pelos seus companheiros, Siegfried avançava com uma corrida seguida de um salto usando de toda a sua velocidade independente de quanto pesava, o pirata era rápido e o marinheiro se sentia assustado ao ver aquilo vindo em sua direção, com uma velocidade ainda maior, o grandalhão se movia para trás em um salto e conseguindo escapar do primeiro golpe que o Frey efetuava e o pirata dava um pulo para trás, mas o gordo não fazia nada além de olhar para ele, ficando parado exatamente na mesma posição de antes. Com o impulso realizado pelo golpe, Sieg girava e partia para cima com um golpe inverso ao de antes e o homem  jogava toda a extensão do seu corpo para trás em uma estrela se mostrando mais acrobático do que sugeria. E ao parar da sua estrela, ele agia como se fosse atacar subindo a sua perna esquerda mais uma vez e de costas virada para o grandalhão, soltava um grande pum fedorento.

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O cheiro acabava por desestabilizar um pouco do pirata que seguia tentando golpeá-lo, mas o homem parecia bem ágil e experiente em combates para conseguir escapar daqueles golpes, seus movimentos eram estranhos, como se ele estivesse embriagado e era como se o mesmo dançasse em meio aos golpes do bárbaro, até o momento, ele não realizava um único ataque sequer e sua forma de lutar resumia as suas esquivas e soltar puns em meio ao combate, com a primeira troca de golpes finalizada, ou melhor, a ofensiva unilateral do pirata finalizada, ele se afastava em saltos para perto de uma área de machados de tamanhos variados. O homem se virava por um momento colocando a mão em sua barriga e vomitando um líquido marrom. - Aah! Isso estava me incomodando, Hicks! – O homem soluçava, limpando a sua boca com a manga da sua blusa e agora assumindo a postura novamente, desta vez, ele se encontrava mais sério em relação ao combate, parecia ser diferente, não se sabia ao certo, mas algo bom não estava por vim daquela postura.




Considerações:
 


Ferimentos:
 


Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 5 EmptySeg 30 Jul 2018, 19:37

- Mas que porra...?! - No momento em que o gás metânico adentrou em minhas narinas, só conseguia sentir meus olhos um pouco mais úmidos e uma sensação horrível de tontura. "Ele PEIDOU em mim? Sério?" Não conseguia me conformar que, em meio a batalha, o oponente além de se esquivar de todos os meus golpes ainda fazia uma coisa daquelas, totalmente caçoando de mim. Alias, talvez nem estivesse realmente caçoando, mas era estranho, parecia totalmente despreocupado com a batalha, como se não estivesse tendo que conter uma invasão pirata repentina.

Golpes meus, e esquivas deles. O adversário se mostrava, apesar do jeito esquisito, um combatente de não se jogar fora, vide sua agilidade para escapar de minhas cruéis marteladas. Afasto-me. "Preciso mudar minha estratégia."

Agora mais perto da área de machados daquele arsenal, eu contemplava as belas armas bárbaras, enquanto um curto e simples brilho radiava nos meus olhos, uma sensação interessante de prazer em contemplar tais objetos de destruição.

Eis então que o inimigo marinheiro vomita algo marrom no chão, me fazendo no mesmo instante direcionar meus olhos - que tinham se distraído momentaneamente - para ele, vendo-o marrom regurgitado, em um levantar de minhas sobrancelhas involuntário, pela surpresa. Parecia, talvez, bêbado, pensava eu, mas não fazia sentido ele manter aquela agilidade toda sobre efeito forte de álcool. "Isso está estranho..."

Contudo, ele assumia sua postura novamente, agora diferente: parecia mais sério, e talvez um combate de verdade fosse se iniciar. Sorria. Apertava o cabo do martelo. Mas não o usaria. Guardaria arma bárbara nas costas, pegando meu escudo que seria empunhado pela mão esquerda. Com a direita agora livre, tentaria pegar dois machados pequenos, poderiam ser machadinhas como as minhas, sendo que um seria preso ao meu cinto próximo da reta do braço, para facilitar sua sacada. É claro que isso tudo o mais rápido possível.

Agora estaria então com um machado na mão direita e o escudo na esquerda. O semblante demonstraria determinação num sorriso de quem esperava agora uma batalha de verdade. - CAI DENTRO, PORRA! - E na mesma que dissesse, sairia em arrancada com um impulso inicial dado pela minha perna esquerda.

Meu corpo se envergaria um pouco para a frente em meio a corrida, o braço destro para baixo, apenas um pouco levantado acima da cintura, e o escudo a frente do peito, com o esquerdo retraído para mim de maneira a formar uma ângulo reto(90°) entre o braço e o antebraço. A corrida, como antes, seria utilizando não minha potencialidade máxima de velocidade, mas algo como 3/4 do meu total. Pretendia assim, iniciar meus

Desta forma, quando estivesse a cerca de um metro e meio do adversário, lançaria o machado na direção de sua perna de apoio no chão. Não pretendia necessariamente acertar, mas forçar uma movimentação defensiva, e quando isso acontecesse, pisaria com uma perna como apoio no chão, me impulsionando em máxima agilidade contra o inimigo, já sacando a outra arma bárbara de uma mão deixada na cintura. Mas não a usaria.

Este impulso seria dado na direção em que o inimigo fosse, pressionando-o com uma investida ao mesmo tempo que levaria o braço esquerdo um pouco mais para frente, para chocar-me com o escudo contra seu corpo. Se em meio a isso ele tentasse uma ofensiva, usaria do próprio escudo para defender e empurrar o membro utilizado no ataque contra mim.

A partir de então, possuía duas estratégias principais que definiriam os rumos de minhas movimentações, tentando utilizar de meus conhecimentos de batalha e estratégia para determinar, durante as trocações rápidas, qual tornaria-se mais propício para ser utilizado em cada momento:

  1. Seguiria forçando e pressionado o inimigo com investidas, utilizando de dashs rápidos em sua direção, tentando chocar meu escudo contra seu corpo de alguma forma que pudesse desestabilizá-lo. Na verdade, nesta possibilidade, não pretendia essencialmente causar dano com o escudo em si - apesar de não recusar, na possibilidade. Na verdade, a ideia era realmente criar uma certa pressão que obrigaria, em algum momento, o adversário a realizar uma ofensiva contra mim, e neste momento que ele seria atacado com um corte horizontal ou diagonal com meu machado diretamente no membro utilizado para me golpear. Aparentemente o inimigo utilizava de seu corpo, visto que não havia demonstrado nenhuma arma, o que tornaria ainda mais propício esta espécie de contra-ataque, visto que não haveria tempo hábil para uma resposta defensiva de tal ataque. Além disso, enquanto atacava, tentaria se possível utilizar de meu escudo a frente de seu golpe para evitar que fosse aplicado dano contra mim contudo, se tal movimentação pudesse de alguma forma comprometer a possibilidade de acertar o inimigo, ignoraria tal defesa, enrijecendo os músculos do local que seria acertado para suportar o máximo de dano. O foco aqui seria realmente acertar o adversário a todo custo com o golpe mais devastador possível, que não visava simplesmente cortá-lo, mas rasgar sua carne com o machado ao máximo e até, em um caso "extremo", possível e propício, arrancar-lhe o membro utilizado na ofensiva contra mim;

  2. Utilizaria ainda do escudo para impor a certa pressão com dashs mencionada na estratégia de movimentação a anterior, mas percebendo a possibilidade de não simplesmente impor-lhe um ritmo que obrigaria sua ofensiva, tentaria curvar o escudo a 45°, com sua parte de cima mais próxima a mim e a de baixo mais longe, flexionando em certa quantidade minhas pernas para tentar "entrar" de vez em sua guarda. Basicamente, com o escudo curvado desta maneira, tentaria, com um movimento um tanto quanto imprevisível, contornar-lhe por baixo e então esticar as pernas subindo com o escudo por cima de mim, empurrando-o para cima. Visava, assim, tentar levantá-lo, ou ao mínimo tirar seu equilíbrio. E, caso conseguísse, mesmo que parcialmente, realizar tal coisa, utilizaria do machado então para golpear-lhe na região que ficasse mais exposta em sua guarda. Diferente da estrategia anterior, aqui visaria não só o lacerar da carne inimiga, mas também cortes que, de mesma forma, seriam brutais, tentando causar-lhe o maior dano possível nas oportunidades que tivesse.


Vale citar que não me limitaria as duas possibilidades de movimentação e, caso no sucesso - total ou parcial - de alguma das formas de ataque, e consequente causamento de dano contra o inimigo, não pararia, aplicando mais golpes com o machado o quanto fosse possível, além de me amparar em golpes com as pernas como chutes, que seriam utilizados muito mais para dar sequência ao combo de golpes e não perder o flow, encaixando outras machadadas e até golpes com o próprio escudo.

Dentro de necessidades que não fossem supridas pelas estratégias já citadas, estaria também atento para possibilidades defensivas, utilizando-me sempre que possível do escudo para defender meu corpo, enrijecendo os músculos de meus braço braço e antebraço para absorver o máximo do impacto possível, além de impor uma força contrária com minha movimentação, não só deixando que o golpe do inimigo viesse de encontro com meu escudo, mas que o escudo fosse de encontro para com o golpe. E é claro, sempre tomando o máximo de cuidado para que isso não fosse utilizado contra mim - por exemplo, batendo o escudo contra meu próprio corpo por uma estratégia do inimigo de golpear-me "indiretamente".

Também, poderia em casos necessários, utilizar-me de esquivas que dependeriam do tipo de ofensiva contra mim, amparado em passos, saltos, giros, e movimentações com o corpo que incluíam jogar do quadril e do tronco para os lados, ou tirar da trajetória de ataques braços, pernas e cabeça, retraindo-os para trás, para mais junto ao corpo ou mais distante, esticando-os(no caso de braços e pernas eles em si, e no caso da cabeça o pescoço) ou qualquer outra forma de saída da linha do golpe.

Ficaria esperto com peidos, como antes, prendendo a respiração quando fosse necessário para não ser atingido por coisa tal, além é claro de outros artifícios estranhos que o oponente poderia se utilizar, como vomitar em mim(?????). Para estes, usaria das defesas já citadas, e caso de alguma forma viessem a ter contato diretamente comigo, tentaria suportar-lhes ao máximo e não permitir que atrapalhassem minha movimentação.

É claro, como estava em um arsenal, ficaria atento também as possibilidades do ambiente ser utilizado contra mim, de forma que manteria os olhos abertos e atentos para a direção em que o adversário fazia suas movimentações, contornando ou passando por cima de possíveis objetos no caminho. De igual forma, tentaria utilizar do cenário ao meu favor com minha movimentação e pressão, visando induzir a movimentação do oponente para direções em que ele ficaria, talvez, encurralado, o que facilitaria minha estratégias ofensivas.

Após esta trocação, tentaria novamente recuar, tentando desta vez ficar mais próximo ou de munições que poderiam possivelmente serem utilizadas em minhas duas armas de fogo, ou de explosivos, procurando aqueles mais simples que possuíssem pavio, por exemplo, os quais eu não teria dificuldades em utilizar mesmo sem um conhecimento aprofundado. Alias, tentaria analisar o arsenal como um todo e perceber a disposição das armas, absorvendo o máximo de informações possíveis para serem utilizadas em futuras estratégias. De qualquer maneira, fitaria o oponente, atento a seus próximos movimentos.


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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 5 EmptyTer 31 Jul 2018, 17:01



Me explique melhor...


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VIII. Não toca nos meus trecos!

Aquela ilha apresentava aspectos diferentes de Wars Island e claro eu já esperava por isso, conhecer e aprender coisas novas já que minha criação tinha sido desprovida de estudos ou incentivos à criatividade e isso nunca tinha me incomodado na verdade ou pelo menos não até agora, eu era um estranho em uma ilha completamente diferente a de minha origem se talvez conhecesse melhor os animais daquela floresta eu não teria sido emboscado ou se talvez conhecesse melhor a geografia local eu teria conseguido caminhar pela selva sem mais problemas, o fato é que se eu tivesse sido esperto não teria acabado em uma clínica repleta de pessoas moribundas em uma bela noite quanto à de hoje. ~ Muito bem Senhor, ótima noite de estréia… Ao menos agora já sei onde fica a Clínica e a Oficina local. ~ Pensei me auto repreendendo e me consolando ao mesmo tempo com uma grande sensação de estupidez me preenchendo enquanto estava ali naquela clínica, em Wars Island eu era temido como o Dragão do Norte, O Dragão de Negro Ryujin ou o Espadachim Silencioso e aqui eu tinha sido emboscado quase devorado por algumas raposas por causa de um deslize que nunca cometeria em serviço ao clã. ~ Aah se meu mestre me visse agora... ~ Continuava com a auto repreensão até ouvir a ordem médica. - Pelo jeito andou se aventurando na floresta, venha. - Comecei a seguir o homem sem me atentar em mais nada pois já tinha coisa demais na minha cabeça.  ~ Acho que dá para se resumir nessas palavras sim... ~ Refletia referindo-me ao comentário “...se aventurando na floresta…” ~ Mas as pessoas podem entender isso errado também... ~ Imaginei as maneiras e as interpretações que tais palavras poderiam surgir sem nenhum motivo ideal enquanto seguia o médico até perceber estar em seu consultório.

- Sente-se ali… - Seguia como o instruído me sentando na maca deixando o homem seguir com os procedimentos. - É… Hmm… Como se diz mesmo? Sarável? - Fazia pausas longas enquanto minha visão buscava palavras ideais no teto do consultório como se as mesmas estivessem escritas ali, abaixando minha visão fitando meu ferimento e as mãos do médico em meio ao procedimento eu terminava minha frase dando de ombros evitando o contato visual nos olhos do doutor com genuína curiosidade sobre o ferimento, não tinha muito conhecimentos médicos para não dizer nenhum, o homem poderia me falar que tinha me curado com magia que muito provavelmente eu acreditaria em suas palavras e por isso minha curiosidade era bem evidente em meu semblante com uma das sobrancelhas arqueada dando quase um fim completo a minha expressão neutra de sempre. - Os animais da floresta comem uma planta chamada Ares, ela costuma causar o comportamento agressivo deles e após um bom tempo, a sua morte. Eles acabam levando isso para suas garras e presas e o efeito em humanos é pior, em pouco tempo, a ferida infecciona e o comportamento fica mais raivoso. Mas você não sentirá esses efeitos. - Isso me passava um certo conforto e tranquilidade mas também atiçava mais minha curiosidade, o homem me dava uma pilula que tomei na mesma hora enquanto eu voltava a encarar o vazio naquela sala fazendo mais perguntas em minha mente. ~ Ares... ~ Indagava ainda pensando no assunto.

Já estava ciente que existem milhares de ervas no mundo e ciente que muitas portavam de efeitos variados em humanos, animais e etc, mas estar tão próximo de algo tão curioso e interessante atiçava minha curiosidade em um sentimento similar ao que tinha quando era um mero aprendiz de Ichaku. - O tratamento custa duzentos mil berries, não precisará de retorno, os pontos sairão com o tempo. - | - O que? - O informativo do médico me trazia de volta para a realidade pois por alguns segundos tinha me esquecido que estava sentado em um consultório médico recebendo tratamento, eu tinha apenas me desligado das coisas ao meu redor procurando em minha cabeça informações para se associar ao nome daquela planta e tudo que o médico tinha falado. ~ Ares né? Outro Deus parece. ~ Refletia me levantando enquanto inconsequentemente lembrava de Zeuç e seu filho Hefesto ou Herfestus já sequer lembrava do nome do garoto mas conseguia associar seus nomes com o Deuses assim como de tal planta que o médico acabava de falar. - Certo... - Falei agora em pé passando a mão em meus bolsos. - Posso pagar direto com você ou pago na recepção? - Perguntava evitando o contato visual mirando meu olhar nos lábios do homem - Entendi... - Fazia uma pausa ainda parado na frente do doutor enquanto formava as palavras em minha mente. - Me desculpe mas antes de ir posso lhe fazer uma pergunta? - Esperaria a resposta mas como antes eu faria a pergunta independente do que o homem dissesse. - Essa tal planta… Ares como ela funciona basicamente? Tipo o que você me deu para anular seus efeitos, tem algum livro que fale sobre botânica ou será que o senhor tem algum tempo para me instruir melhor sobre isso? - Estava realmente curioso sobre o assunto mas caso a resposta fosse negativa então eu sairia sem falar mais nada depois de pagá-lo ou pagar o caixa conforme ele havia instruído, pegaria meus troféus e seguiria para a forja como já planejado.
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Na conjuntura do homem desejar me instruir melhor sobre o tema ou me fornecer apenas um conteúdo sobre o mesmo então eu o pagaria ou pagaria no caixa e me sentaria na recepção do local buscando desfrutar da minha literatura em algum lugar vago longe de todas as pessoas moribundas que estivessem ali, não teria mínima pressa e não teria problema em reler as partes de difícil entendimento e caso algum tema me parecesse mais complicado então eu entraria no consultório do médico ignorando qualquer um que tentasse me interromper ou me impedir e lá dentro iria direto ao homem ignorando seja lá o que ele estivesse fazendo ou seja lá quem ele estivesse tratando. - O que isso aqui quer dizer… Pode me explicar melhor? - Perguntaria de maneira apática perante a situação em caso de conseguir uma resposta satisfatória então eu iria sorrir com genuína felicidade de entender tal tema. - Obrigado doutor. - Me afastaria um pouco nervoso pela conversa mas voltaria ao lugar adotado por mim para que pudesse voltar a minha leitura.
~ ÉÉééhh~~~... Cadê meus cadáveres? ~ Diria fechando o livro quando terminasse de compreender seu conteúdo, me levantaria e caminharia até o balcão onde iria apoiar meus cotovelos e inclinar meu corpo tentando ver o que teria do outro lado e não encontrando nada eu começaria a olhar trás dos móveis, debaixo das cadeiras ou possíveis mesas de centro, atrás de plantas ou qualquer outro tipo de decoração - que nem quadros - caso alguém questionasse minha busca eu me viraria com a pessoa com a certa suspeita pela mesma. ~ Alguém pegou… o maldito falou que eu poderia deixar ali que ninguém mexia! ~ moveria as pupilas de um lado para o outro analisando possíveis suspeitos sem muita certeza se aquelas tinham sido as exatas palavras que o homem tinha dito quando perguntei se poderia deixar os corpos no balcão. - Alguém pegou os bichos fofinhos que eu matei... - Diria em um tom de voz quase como um sussurro permitindo apenas quem tivesse me perguntado escutasse, estava sim incomodado em responder tal pergunta para um estranho mas a indignação com acontecimento era maior que minha timidez e não era loucura imaginar que alguém tinha pego minhas caças em busca de conseguir algum dinheiro por sua pele, dentes e etc, o próprio guarda anterior tinha me confundido como um caçador o que indicava que ali existia de tal grupo. ~ Caçador cuz*# ~ Pensei imaginando que um canalha estaria feliz agora com todo o meu esforço e crédito.

Se o guarda que tivesse guardado minhas coisas devolvesse o que tomou sem as devidas autorizações então eu abriria a maior expressão de espanto e surpresa que eu poderia. - Ah há! - Diria ainda imerso em tal sentimento, após ouvir tal explicação que justificaria tais ações eu me acalmaria e seguiria para a forja mas antes de passar pela porta eu me viraria para o mesmo guarda e apontaria os dedos indicador e o mindinho para os meus olhos e em seguida os pontaria em direção ao guarda enquanto eu esboçava um semblante sério e firme indicando que eu estava olho afinal não gostava da ideia de estranhos tocando nas minhas coisas, ele que arranja os bichos mortos dele para que esconda por ai.
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Yamazaki Raizo
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Yamazaki Raizo

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MensagemAssunto: Re: Ato III: Not Fast but Furious   Ato III: Not Fast but Furious - Página 5 EmptyTer 31 Jul 2018, 22:02

Yamazaki Raizo
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Não havia hora melhor para Athena criar uma distração do que o momento que a major escolheu para enfrentar o grupo de guardas, logo render o último guarda do grupo se tornou uma tarefa mais fácil que o esperado pelo celestial, porém, como em todas as missões sempre acontece um imprevisto e a missão toma uma guinada inesperada, Mephisto e Katherine estavam fora do alcance de visão do ninja, e o Albino não pôde ajudar Raizo à rendê-los. Percebendo que talvez não conseguisse render todos os guardas com sua tática, pois se mostravam relutantes em se desarmar, o celestial já pensava em se unir à Athena e enfrentar todos de uma vez, mas antes que pudesse colocar seus pensamentos em prática, Raizo foi surpreendido por um golpe vindo do ponto cego do ninja, um chute indefensável fazia com que Raizo rolasse alguns metros de onde estava, e ao observar o que havia lhe acertado, uma visão intimidadora surpreendeu o rapaz.

Um homem careca, com uma tatuagem no rosto, e com toda a sua fúria brilhando junto com o azul dos seus olhos. Além da tatuagem, seu cavanhaque e cabeça brilhante o deixava ainda mais intimidador, seu primeiro golpe mostrou que ele sabia bater bem, e suas palavras depois do golpe confirmaram para Raizo que o homem era um oponente perigoso. Treinado para absorver todo tipo de informação, o ninja se concentrou para memorizar cada detalhe do homem em frações de segundo, cada detalhe de sua tatuagem, cada detalhe da sua roupa, sapatos, se haviam cicatrizes em alguma parte do corpo, além de prestar atenção nas palavras do homem também. Após o homem expressar seu desapontamento pelos subordinados, rapidamente Raizo mentalizou uma estratégia - Conseguiu render fácil ? Talvez para ele seja fácil mesmo ser furtivo já que nem eu consegui detectá-lo. E ainda questionou os soldados sobre não reagir, o que significa que ele não hesitaria em atacar, mesmo que custasse a vida do seu aliado. Esse cara pode ser um problema... -

Sem demorar, Raizo se levantaria do chão, e sem dizer nada Raizo empunharia a sua ninjaken com a mão direita, e com o movimento mais rápido que conseguisse o celestial iria puxar quantas shurikens conseguisse com a mão esquerda e lançaria no homem, tentaria lançar na direção do seu rosto, para bloquear seu campo de visão. O ninja tentaria lançar as shurikens para acertar o alvo, porém elas eram apenas uma finta, logo após que lançasse as shurikens Raizo iria endurecer os músculos da suas pernas e iria dar um impulso com toda força que conseguisse na direção do homem, e iria posicionar a ninjaken à sua frente, com intenção de dar uma estocada no lado esquerdo do tórax do homem.

Representação Visual:
 

Raizo ficaria atento para esquivar-se com uma acrobacia dando um mortal para trás para tomar distância, caso o homem contra-atacasse. Se o homem conseguisse bloquear ou esquivar-se do primeiro ataque, e até mesmo se o celestial tivesse conseguido acertá-lo, caso o homem ainda estivesse em pé, o ninja iria se preparar para o seu segundo movimento.

No seu segundo movimento, o celestial iria andar lentamente ao redor do oponente, resvalando levemente a ninjaken no chão, avaliando se ele iria fazer o mesmo, caso o homem também começasse à rodeá-lo, seria um sinal de que ele vê o ninja como um oponente à altura, caso ele posicionasse o bastão à sua frente se defendendo e acompanhando o movimento de Raizo, tal comportamento levaria o ninja à acreditar que o homem está se sentindo pressionado após o primeiro contato, e por último, caso o homem iniciasse uma corrida em direção à Raizo ou se ele permanecesse imóvel, isso podia significar que ele pensar ser muito mais habilidoso que o celestial, e nesse caso o ninja teria uma brecha. Em qualquer caso, até mesmo se o homem iniciasse uma corrida em sua direção, Raizo iria correr em direção à ele também e quando se aproximasse iria saltar em sua direção com intenção de atacá-lo frontalmente, na vertical de cima para baixo, para forçá-lo à se defender com seu bastão ou esquivar. Raizo tinha intenção de atacá-lo dessa forma e passar por cima dele, para cair na lateral do homem, ou no melhor dos casos, atrás dele. Caso o celestial conseguisse se posicionar na lateral ou atrás do homem, Raizo iria rotacionar seu corpo e realizar um golpe horizontal, mirando no pescoço do homem com intenção de decaptá-lo.

Segundo Movimento:
 

O ninja sabia que dessa vez seu oponente não seria derrotado tão facil, então após o último movimento, Raizo tentaria pular para trás dando mortais para tomar distância rapidamente. O celestial ficaria atento para ler o padrão de movimento do seu oponente, e se concentraria completamente no seu oponentes e nos arredores, para se esquivar caso fosse atacado por terceiros.






Histórico:
 


Objetivos:
 

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Gods Slayers
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* Pensamento *
~ Flashback ~

Objetivos:
[x] Entrar no exercito revolucionário
[  ] Declarar guerra ao governo mundial
[  ] Organizar um ataque à marinha que entre para a história
[  ] Libertar os escravos das mãos dos tenryuubitos
[  ] Obliterar Mariejoa com uma arma apocalíptica
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