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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 5 EmptySab 26 Maio 2018, 15:06

Relembrando a primeira mensagem :

Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador de Recompensas Coldraz Anne Stine. A qual não possui narrador definido.


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Coldraz
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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 5 EmptyQui 30 Ago 2018, 15:24


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Uma boa e velha troca de socos


Leitura vem, leitura vai e eu finalmente terminava os livros de meteorologia. Devo admitir que algumas ideias surgiam em minha mente durante a leitura, imaginava como poderia usar o que aprendi em batalhas navais. Coisas como usar redemoinhos para alavancar um navio e usar a variação do vento para surfar nas ondas em meio à uma frota inimiga, surgiam na minha mente — Será que daria certo ? —

Ah, também tinha a coisa do brutamontes que me encarava, esperando até chegar "a hora". Não demorava muito para que eu ligasse os pontos e começasse a criar algumas teorias, tais como a Mirella pretender me transformar em um daqueles robôs. Nem pensar que eu ia me transformar em uma coisa tediosa e inexpressivas daquelas... Mas o compartimento de café seria legal, era só substituir por rum e ficava tudo legal.

Enfim, eu até tentava me livrar do guarda-costas para explorar o local um pouco e descobrir o que se passava naquele lugar, mas dessa vez ele foi bem mais rápido em seu retorno, trazendo consigo sua chefe antes que eu tivesse a oportunidade de escapar da sala.

— Estava procurando um chuveiro, queria tirar esse fedor de pântano do corpo. —

— Poderá se banhar depois de nosso exame. Venha comigo. —

Não tinha muito o que fazer depois disso, apenas acataria as ordens da decotes de falcão e a seguiria pelo extenso corredor até a sala específica que ela me guiava. Como ela sabia a sala certa era um mistério, para mim aquele lugar era um labirinto, tudo parecia igual e sem graça, menos aquele jutte que ficava na prateleira.

Não demoraria muito para mim considerar aquela minha rota de fuga no caso da Mirella tentar me transformar em um de seus escravos. Um plano já até passava pela minha cabeça, usaria a caixinha preta ao qual os eletrodos da minha cabeça se ligavam para atacar ela e fazer os cyborg's defenderem-na enquanto eu quebrava o vidro e pegava a arma. O único problema seria chegar a superfície, bom, um passo de cada vez, eu nem sabia se isso seria necessário.

— Demonstre o máximo de suas habilidades corpo-a-corpo, Coldraz. Minhas maquinas irão avaliá-lo. — O jeito que ela falava enquanto eu encarava aquele engomadinho do outro lado da plataforma, soava como um mestre dizendo ao seu macaco "dance!" Resumindo, eu não gostei muito, mas ela era definitivamente uma 10/10 por isso deixaria passar.

PARA TUDO! Esse pensamento me faria lembrar uma coisa extremamente importante, eu já estava ficando preocupado com a situação da Marianna. Eu não liguei para isso antes por que pensei que ela poderia estar com a Mirella, mas nas horas que eu passei estudando e até mesmo agora, ela sequer apareceu. Claro que se eles quisessem nos matar, teriam feito antes, mas e se ela passou pelo mesmo procedimento que eu estava passando e agora estava numa incubadora prestes a se tornar uma cyborg sexy e sem emoção ?!

Claro que eu não podia simplesmente dizer — Ei, Mirella, você transformou a futura mãe dos meus filhos em uma máquina de café ambulantes ? — Duvido que ela diria sim, a menos que pretendesse me matar ou me prender imediatamente depois, por isso seria mais sutil e perguntaria com meu famoso tom lúdico e olhar sedutor — Para quê serve essa avaliação exatamente, quer me transformar em uma máquina de café ambulante também ? — e esperaria por sua resposta.

Independente do que ela respondesse, eu não tinha muito o que fazer. Garotas bonitas sempre me deixaram meio paranoico, provavelmente a Marianna estava em algum lugar estudando ou praticando tiro-ao-alvo. Além do mais, essa seria uma boa oportunidade para aprender um estilo de luta de rua clássico, que poderia vir a calhar se eu perdesse meu jutte ou acabasse em uma briga de bar. E o fato de poder socar a cara daquele engomadinho era um bônus.

Sem nenhuma arma, eu não via nenhuma saída a não ser usar o que sabia, e eu não sabia nada. Tentaria usar apenas os movimentos mais básicos que eu conhecia das brigas de colégio, a boa e velha luta sem regras. Tentaria evitar usar o braço esquerdo, já que este ainda não estava 100%, acho que nem 5% estava pra falar a verdade. Tentaria me manter do lado esquerdo do cyborg e realizar golpes nas suas costelas e cabeça, chutar seu joelho, dar uma cabeçada em seu nariz, cuspir nos seus olhos, você sabe, usar o que eu conseguisse, revezando entre ataques de alturas diferentes: cabeça, peito, virilha e joelhos.

ENTRETANTO, isso obviamente não se aplicaria se eu descobrisse que a Marianna estava em perigo, fosse por uma afirmação da Mirella ou um evidente som de grito, nesse caso eu pararia imediatamente o que estava fazendo e tentaria pegar o jutte que havia visto antes, tentando derrubar o vidro no chão afim de que quebrasse ou socando até que eu ouvisse um estalo, do vidro ou da minha mão. Também jogaria o aparelho ligado aos eletrodos e qualquer coisa que eu tivesse em mãos, em qualquer um que tentasse entrar em meu caminho.



Objetivos:
 

Histórico:
 

Marianna:
 
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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 5 EmptySeg 03 Set 2018, 22:10

- Parre de bobagem, Coldrraz. Pode ficar trranquilo. - Respondendo aquilo, ela, de certa forma, deixava de responder as perguntas do garoto, apesar de haver ficado de certa forma meio estranho.

De qualquer maneira, o Stine não notou isso naquele instante. A batalha se iniciou, e o ciborgue tinha muito mais condições de lutar daquela maneira que o jovem caçador de recompensas, de forma que ele era sempre acertado por um golpe ou outro, mas não conseguia contra-atacar ou emendar qualquer tipo de golpe.

Foi a oportunidade perfeita para começar a aprender Luta de Rua. O robô pareceu diminuir um pouco o ritmo vendo que Coldraz não estava conseguindo acompanhá-lo sem habilidades corpo-a-corpo desarmado, e assim foi como que ensinando, mesmo que sem palavras, o menino a lutar o velho estilo das ruas. É claro que o Stine nunca aprenderia desta forma se fosse alguém comum. Consideremos sua genialidade.

Minutos passados, ele ia se aprimorando naquela espécie de aprendizado, enquanto também era avaliado. Via no relógio em seu pulso que seus batimentos aumentava, e Mirella seguia anotando coisas e mexendo nas maquinas. Ele já havia praticamente dominado a Luta de Rua, quando uma explosão aconteceu.

Na parede ao lado da plataforma onde estava, um rombo se abriu, e do buraco de onde saia grande fumaça, estava ali também Marianna, com duas armas, já atirando na direção de Mirella e do ruivo de verde.

Coldraz corria e quebrava o vidro que guardava aquele jutte todo adornado, e no momento que o tocava, sentia o apertar de um botão, de forma que a arma se retorcia, dobrava e redobrava de um jeito mecatrônico até virar um belíssimo cajado de batalha, com o mesmo estilo branco e belo de quando era jutte.

- Não dá tempo de explicar, venha! - Ela continuava atirando, enquanto o ciborgue de cabelos negros avançava na direção dela, e um compartimento começava a se abrir no peito do ruivo revelando uma espécie de canhão que aos poucos iam se iluminando, prestes a estourar.

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 5 EmptyQui 06 Set 2018, 17:21


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Uma fuga inesperada


Soco na cara, chute no joelho! Fui brincar de lutinha e surraram meu traseiro. Quando o primeiro golpe me acertou, era como se tivessem jogado um tijolo em mim. Claro, eu já esperava que seus punhos tivessem esse peso e força esmagadora, afinal, tinha visto estes em primeira mão assim que cheguei ao navio, por isso eu era capaz de dizer — Ele está se segurando! —

Eu vi aquele engomadinho correr como um flash e escapar praticamente ileso dos golpes com meu jutte. Não sabia dizer se ele estava treinando, me testando ou apenas tentando prolongar a batalha para que a Mirella continuasse suas anotações, o fato era: isso me permitia analisar e replicar os golpes. Longe de mim saber os nomes técnicos do que estava fazendo, mas conforme a luta prosseguia, ficava mais rápido e natural para mim decidir o movimento mais eficaz para acertá-lo.

Vou ser sincero, isso realmente abriu um sorriso no meu rosto. O cheiro de sangue, suor escorrendo, pequenos hematomas pelo corpo (ou só estava doendo ?! Sei lá, não sou médico) alimentavam minha determinação conforme eu o acertava. Afinal, já estava machucado mesmo.

— Não me leva a mal, mas eu tô SUPER afim de esmagar esse seu crânio no chão com as minhas próprias mãos — acho que as palavras expressam por si mesmas o que eu estava sentindo naquele instante. Meu coração batia rápido e ficar parado já estava se tornando impossível. Não sei dizer se eu estava pensando pouco ou era minha imaginação, mas parecia que meu corpo se movia sozinho enquanto tudo que eu fazia era encarar meu adversário.

Talvez esse modo "desligar" da realidade fosse uma coisa boa, meu corpo parecia estar no automático, e isso, somado as minhas suspeitas anteriores quanto a Mirella me transformar em uma geladeira ambulante, foi o que me ajudou a entender rápido a situação quando a Marianna apareceu do nada explodindo a parede próxima de onde eu lutava.

Vendo aquela cena, eu não tinha dúvidas, minhas princesa de armadura havia vindo me resgatar, por isso já colocava meu plano em prática imediatamente. — Não dá tempo de explicar, venha! — Enquanto ela dizia essas palavras, disparando contra Mirella e seu guarda-costas, eu já explorava os recursos daquele jutte mecanizado que havia visto quando entrei naquela sala. Com o apertar de um botão ele se tornava em um bastão 3x maior que o seu tamanho original.

*Assovio*. Uma arma bem interessante aquela, mas não era o momento, nem o lugar para isso, já que o grandalhão começava a correr na direção da Marianna naquele instante, com um... canhão ?! Então tá, com um canhão saindo do seu peito. Realmente, uma geladeira multifuncional.

Meu cérebro estava a todo o vapor àquela altura. Era fácil perceber que o melhor plano seria sem dúvida alguma fazer a Mirella de refém. Me aproveitar da distração dos ciborgues diante do ataque surpresa de Marianna. Provavelmente eu seria capaz de sobrepujar fisicamente a Mirella e imobilizá-la, o resto seria fácil, o plano perfeito, uma curta corrida e um agarrão por trás, dito isso, eu avançaria com meu bastão na direção do ciborgue ruivo com o canhão e tentaria acertar seu pé em um movimento diagonal feito de cima para baixo em forma de meia-lua, como se efetuando uma rasteira afim de derrubá-lo.

Representação:
 

Mas, por que diabos eu faria essa merda ?! É claro que fazer a Mirella de refém seria a saída mais lógica e fácil, é claro que a Marianna era mais do que capaz de derrubar o grandalhão sozinha, mas também é claro que eu não ia simplesmente arriscar a segurança dela por uma tática tão suja e dissimulada quanto esta. Além do mais, meus instintos sempre falaram mais alto que a minha lógica.

Enfim, se eu efetuasse o primeiro golpe contra o grandalhão do canhão, tentaria usar o balanço do bastão para efetuar um novo golpe, completando o movimento de meia luta vertical feito para derrubar o meu oponente, independente do sucesso, eu tentaria completar o círculo, puxando o bastão para cima enquanto girava meu corpo em seu próprio eixo para efetuar novamente um golpe vertical feito de cima para baixo; meu alvo seria sua cabeça. No caso de ele ainda estar de pé eu faria o movimento vertical para cima, ao invés de para baixo.

Por fim, eu tentaria dar um chute no meu oponente afim de empurrá-lo para longe, no caso dele estar de pé. Ou se ele estivesse caído no chão, apertaria novamente o botão, se a arma se transformasse em um jutte novamente ou qualquer outra arma de pequeno porte, eu elevaria minhas mãos acima da cabeça, segurando a arma, e então desceria violentamente, afim de acertar suas costas ou peito, com a ponta da arma e por fim me afastar. Se ela continuasse em sua forma de bastão, eu faria o mesmo movimento, mas elevando apenas a ponta de trás do bastão.

Claro que, durante uma luta, defesas são algo sempre indispensável, e agora eu tinha algumas opções bem mais interessantes para defesa. Fazia um tempo que não lutava com um bastão, por isso queria dar uma olhada na sua qualidade. Para as defesas, tentaria me manter em movimento, dando passos curtos para o lado oposto ao do golpe, levando a minha cabeça para a lateral correspondente antes do resto do corpo (no caso do ataque ser direcionada ao meu rosto), ao mesmo tempo em que girava meu bastão para ganhar velocidade e assim que visse a trajetória do golpe, tentaria acertá-lo com a ponta do bastão afim de desviar o golpe para o lado oposto ao que eu desviava, tentando fazê-lo seguir pela trajetória inicial, mas afastado de mim.

Representação:
 

Assim que fosse possível, tentaria me aproximar de Marianna e perguntar — E então ? Vai me contar por que eu estou tentando matar esses caras ? — E esperaria sua resposta, não hesitando em segui-la a onde quer que ela me levasse, independente do que a Mirella dissesse ou alegasse.



Objetivos:
 

Histórico:
 

Marianna:
 

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"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 5 EmptyDom 09 Set 2018, 11:34

Do nada a situação havia ficado hostil. Com a chegada em grande estilo de Marianna, o inimigo de cabelos negros avançava em alta velocidade na direção dela, amparado por aquela mesma impulsão que saia de seus pés no primeiro contato que tiveram com ele. O ruivo abria um compartimento no centro de seu abdome e uma espécie de canhão começava a brilhar, mirando na direção da parceira romantica de Coldraz.

E o caçador de recompensas não poderia deixar por isso. Mesmo sem entender realmente o que estava acontecendo, ele avança na direção do grande homem de verde, que não nota sua aproximação por conta da concentração para o poderoso ataque.

O bastão do Stine acerta a perna do homem no instante que seria o disparo. Apesar da força e maestria do golpe, Coldraz sentia que a perna do homem era feita de algum material metálico resistente. Mesmo assim, o golpe era o suficiente para desestabiliza-lo e fazer com que perdesse sua mira original.

Uma esfera azul-brilhante foi liberada e correu pelo ar acertando uma série de tecnologias ali, e abrindo outro rombo, num brilhar incrível e uma explosão catastrófica, apesar de bela. Marianna, se esquivando dos golpes do garoto de cabelos negros saltava na direção do rombo, enquanto Coldraz seguia com o movimento e tentava acertar novamente o grandalhão ruivo, que desta vez conseguia se esquivar saltando para trás, e tentava agora golpear o caçador.

Contudo, o herdeiro Stine estava preparado para aquilo, e com um misto de esquiva e bloqueio conseguia sair da trajetória do poderoso soco do inimigo, empurrando-o para o lado. Vale lembrar que o garoto estava com o braço quebrado e, se tivesse utilizado somente do bloqueio, provavelmente não seria tão efetivo.

Coldraz ia se aproximando de Marianna no rombo aberto, e então perguntava para ela o porquê de estar tentando matar aqueles caras, enquanto ela ainda desviava de outra sequência de socos de seus inimigo de cabelos negros e atirava com suas duas armas.

- ELA QUER NOS TRANSFORMAR EM ROBÔS LOBOTOMIZADOS COMO ELES, COLDRAZ! - Ela apontava com uma das pistolas na direção de Mirella, que havia desde o primeiro instante corrido na direção da porta.

Pelo rombo onde eles estavam, conseguiam ver o lado de fora do navio, e uma breve quantidade de água começava a molhar o chão daquela sala. Pelo visto, estavam na parte interna do navio, e a água do pequeno córrego adentro da ilha encharcava o piso. O ruivo novamente abria o compartimento com seu canhão e começava a preparar outro tiro, brilhando como antes. O moreno continuava tentando golpear a garota. E Coldraz sentia uma enorme fraqueza: era como se estivesse propenso a desmaiar em poucos instante. Talvez fosse a hora da fuga.

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 5 EmptyDom 09 Set 2018, 15:18


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Um homem de verda não foge dos inimigos


— ELA QUER NOS TRANSFORMAR EM ROBÔS LOBOTOMIZADOS COMO ELES, COLDRAZ! —

Podem me chamar de Sherlock Cold, assim que eu ensinar uma lição naquela caloteira de uma figa. Ao ouvir a confirmação das minhas teorias, não havia outra reação senão dizer da forma mais ultrajada possível — AQUELA CALOTEIRA! Eu quebrei meu braço por causa dela —

Bom, acho que isso seria uma lição para mim no futuro: sempre peça um adiantamento de 50% por qualquer serviço que vá fazer, ANTES de fazer. — Eu vou atear fogo nessa merda de navio — pensava enquanto me afogava mais um vez nos meus famosos monólogos estratégicos de genialidade duvidosa.

Analisando bem o cenário, era de se supôr que ainda estivéssemos dentro do navio ou, pelo menos, em uma instalação abaixo do nível da água, já que um buraco na parede fazia com que o local começasse a se encher de água, mas não em um ritmo alarmante.

Mirella já se dirigia a porta, provavelmente fugindo ou se preparando para iniciar medidas de contingência. Independente do que fosse, não era uma boa ideia deixá-la sair daquela sala. Por fim, aparentemente havia um pequeno número de tripulantes no navio: Mirella, a loirinha, o grandalhão e o cabelo oleoso. Levando em consideração que a Mirella não parecia nenhuma guerreira e todos eles pareciam mais preocupados em protegê-la, se pegássemos ela, seria fim de jogo.

Uma vez tomada as devidas notas da situação, estava na hora de colocar meu plano em prática. Para começar, eu apertaria o botão do bastão e se ele se transformasse em um jutte novamente, eu tentaria atacar o robô que tentava atacar a Marianna usando minha técnica Golpe na Cabeça enquanto dizia para a mesma — Vai atrás da Mirella, eu cuido deles ! — Se o bastão não se tornasse um jutte, eu apenas atacaria em um movimento vertical de cima para baixo, mirando na cabeça do meu alvo.

Eu não aceitaria que a Marianna dissesse para irmos embora ou que era melhor fugirmos. Não por raiva, mas por saber que estaríamos em uma situação bem delicada se o fizéssemos, por isso, tomar a Mirella como refém e controlar aquele lugar era a melhor saída, logo, se ela me questionasse eu insistiria dizendo —Não temos tempo para discutir! Pegue ela, RÁPIDO!  —

Em seguida, independente do resultado do meu golpe anterior, assim que eu terminasse, tentaria um novo ataque, desta vez contra o oponente mais próximo da Marianna, independente de se fosse o grandalhão ou o engomadinho, e meu alvo continuaria sendo o oponente mais próximo da Marianna, até que esta deixasse a sala. Isso também valeria para se novos combatentes surgissem durante a batalha, como a loirinha por exemplo.

Meus ataques seguintes, independente do alvo, seriam uma estocada com o jutte, apertando o botão no último instante para transformá-lo em um bastão e aumentar o alcance no último instante. Se o meu alvo fosse o grandalhão ruivo, eu tentaria mirar no compartimento em seu estômago, porém, se fosse o magricela moreno ou qualquer outro adversário novo, eu tentaria fazer esse mesmo movimento mirando no olho do meu oponente.

Meu movimento final seria me aproximar com o bastão a frente do meu corpo, com a ponta para o alvo, e assim que me aproximasse, puxá-lo de volta, com a ponta agora levantada e atrás da minha cabeça. Apenas uma distração para o meu real movimento, assim que levantasse a ponta do bastão, atacaria com um chute no joelho do meu adversário. Por fim me afastando.

Minhas defesas precisariam ser melhores pensadas agora que estava ferido. Tentaria transformar a arma em um jutte para a defesa e empunharia com a minha mão direita, segurando próximo ao meu corpo com a ponta para fora enquanto esperava o ataque. Assim que o ataque viesse, eu esperaria a arma entrar em contato com o objeto que meu oponente usasse para atacar (arma-branca ou membros do corpo) e começaria a virar levemente a arma, de forma que fizesse a trajetória do golpe se afastar de mim enquanto jogava meu corpo para a direção oposta.

Representação:
 

Claro que isso não se aplicaria para tiros e disparos daquela energia estranha que o grandalhão era capaz de soltar. Nesse caso eu me jogaria no chão e rolaria para a direção mais aparentemente segura, me levantando logo em seguida e começando a correr ao redor do meu alvo para continuar meus ataques.



Golpe na cabeça:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

Marianna:
 

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"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 5 EmptyDom 09 Set 2018, 16:05

Coldraz ficava extremamente irritado ao saber que Mirella estava dando um calote nele, e que não pagaria a recompensa pela serpente-filha da Mandrágora. Com uma análise rápida, e o apertar do botão de sua arma, que se transformava novamente em jutte, ele lançava um Golpe na Cabeça na direção do ciborgue de cabelos negros que tentava atacar Marianna.

O inimigo se defendia colocando o braço a frente do golpe, mas ao que parecia, pela excepcionalidade daquele ataque, conseguia causar um breve dano no pulso do adversário, que recuava com um curto salto para trás por um instante. O Stine dizia para a atiradora para seguir Mirella, e ela relutava. - Coldraz, nós precisamos fugir daqui! Você está doente, olhe pra você! - E eis que tudo fazia sentido. A fraqueza, as dores de cabeça. E agora, mesmo com a pouca percepção, Coldraz notava que sua pele estava amarelada. De fato, estava doente.

Mas ainda assim ele insistia para que Marianna seguisse a cientista, e ela, apesar de ficar sem reação por alguns pouquíssimos instantes, implicava corrida, sendo barrada, por um instante, pelo jovem de cabelos negros.

Coldraz, contudo, lançava um golpe contra ele, dando uma estocada com seu jutte e apertando o botão na mesma hora, de forma que ele via a arma se expandir e montar como cajado novamente, surpreendendo, de certa forma, o inimigo, que era empurrado para trás.

A atiradora estava para correr, quando o disparo foi realizado pelo ruivo, na direção de Coldraz. O ciborgue de cabelos negros conseguia saltar para o lado, mas Coldraz não tinha NENHUMA habilidade de evasão, e seria simplesmente explodido por aquela arma.

Isso se não fosse a percepção de Marianna daquela situação, dando meia volta e empurrando, no último instante, Coldraz para o lado, impedindo que fosse acertado. Ela era pega pela bela explosão, e por um segundo o caçador de recompensas tinha certeza que ela havia sido morta.

Contudo, a poeira rapidamente abaixou, e ele viu que ela estava viva, mas não inteira: a explosão arrancou-lhe um dos braços, o direito, e causou sérias queimaduras neste lado do corpo. Uma parte de seu cabelo estava queimada, e as chamas havia pego até um de seus olhos. Era uma cena horrível.

Coldraz, cada vez mais fraco e debilitado, via o olhar da garota ainda consciente, soltando muitas lágrimas pelo olho que ainda lhe restara, e com um semblante expondo muita dor. Ela estava no chão, e a explosão havia aumentado ainda mais o rombo de antes, e agora a água começava a entrar em um nível, de certa forma, preocupante. O ruivo, depois do tiro, fica inerte, enquanto o garoto de cabelos negros novamente avançava na direção de Coldraz.
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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 5 EmptyDom 09 Set 2018, 17:13


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Pecado


Eu ainda estava um pouco zonzo depois do que havia acabado de acontecer, tudo foi tão rápido. Um clarão, bastante fumaça e cheiro de carne queimada. Por um segundo eu achei que estava morto, mas a dor que eu sentia dizia o contrário. — Não tenho tempo para isso, eu preciso continuar lutando, senão a Mirella vai escapar — tentava colocar as prioridades em ordem, mas então, a fumaça baixou.

Um frio anormal percorreu meu corpo e eu não conseguia parar de tremer quando vi a cena. Marianna estava caída no chão — É mentira —  o lado direito de seu corpo foi completamente marcado por queimaduras — Isso não pode estar acontecendo — seu braço direito não estava lá. Lágrimas começavam a escorrer dos meus olhos — Não! — Ela chorava enquanto olhava para mim.

— NÃOOOO!!!! — Gritava com todas as minhas forças ao perceber que, o que eu via, era real. Enquanto me lembrava de todas as vezes que ela me salvou e de todas as coisas horríveis que aconteceram com ela por causa disso.

— Por que ela ? Fui eu que a convenceu de vir para a Grand Line. Ela é só uma garota que confiou em um porco maldito e insensível — imagens do rosto sorridente dela e dos momentos que passamos nos últimos dias, desapareciam da minha mente como uma fotografia queimada, dando espaço apenas para a cena que, sem dúvidas, me amaldiçoaria pelo resto da minha vida.

Não tinha o que fazer naquela situação. Eu começaria a andar na direção da Marianna, tinha medo de correr, tinha medo de chegar até ela e tornar aquilo uma realidade. Um mundo onde eu joguei uma garota inocente no Inferno. Então eu caminharia, não desviaria o olhar dela, não atacaria ninguém, nem me defenderia, eu apenas... caminharia até ela.

Caso alguém tentasse me atacar, eu apenas me deixaria acertar e tentaria continuar indo na direção da Marianna, me arrastando se fosse preciso, mas eu não pararia enquanto tivesse forças para continuar.

Se eu conseguisse chegar até a Marianna, me ajoelharia e abraçaria ela com todas as minhas forças, falando quase que como um sussurro enquanto chorava — Me desculpe! É tudo culpa minha. Me desculpe! — Engolindo o choro, eu me viraria para quem quer que estivesse na sala, todos que estivessem lá, e gritaria se todos saíssem — Ela precisa de ajuda, por favor! Eu faço qualquer coisa! Qualquer coisa! —

Porém, se eu não fosse capaz de chegar até ela por algum motivo, eu apenas gritaria o mais alto que eu conseguisse — SALVEM ELA, POR FAVOR! EU ESTOU IMPLORANDO! EU FAÇO QUALQUER COISA! —

Por fim, no caso de todos deixarem a sala sem nos ajudar, eu pegaria Marianna no colo e tentaria levá-la até o convés do navio, procurando Mirella enquanto o fazia, e se a encontrasse, voltaria a implorar, exatamente como descrito no trecho anterior. E se ela resolvesse me bater, eu deixaria, mas protegeria a Marianna com meu próprio corpo se alguém tentasse machucá-la.



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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 5 EmptySeg 10 Set 2018, 00:00

Os olhos cheios de lágrimas de Coldraz demonstravam toda a melancolia daquele momento. Ver a sua amada, que ele tirara do berço do pai e trouxera para aquela ilha terrível, naquelas condições era, no mínimo, desesperador. Ele gritava, e começava a correr na direção da garota.

Um chute então acertava seu abdome, e uma cotovelada no topo de sua cabeça. Coldraz cai no chão com o golpe do garoto de cabelos negros. Ele se levanta, e tenta ignorar aquilo para continuar, mas recebe um soco em suas costelas, que o faz parar de novo. Um poderoso soco em sua face joga seu rosto para o lado, mas ele não desiste.

Quase próximo da garota, uma rasteira o acerta, fazendo com que fosse de cara para o chão. Estava cheio de dores, mas seus sentimentos juvenis o moviam naquele momento a se arrastar até ela. O ciborgue de madeixas negras parava, e pela primeira vez havia algo próximo a algum sentimento nele: a dúvida. O garoto simplesmente não o combatia, apenas recebia os golpes e continuava a ir na direção da garota.

- C-C-Coldraz... - Ela diz, estando ele agora próximo o suficiente para escutá-la, mesmo em seu tom baixo e fraco. Ele lançava milhares de desculpas, dizendo que era tudo culpa dele. Ela colocava um dedo da mão que lhe restara na boca dele para que parasse com aquilo, mesmo havendo esforço da parte dela para realizar tal movimento.

O androide de cabelos negros ficava por mais alguns segundos observando, com aquele ar de dúviida, e então se virava de costas, saindo a andar pelo mesmo caminho que Mirella havia sumido. Coldraz grita por ajuda, dizendo que faria qualquer coisa, para o ruivo, distante, apático, o único naquela sala.

Em passos lentos, o grandalhão começava a andar na direção deles, enquanto Marianna tenta o esforço de se apoiar no Stine para ficar de pé, mas era tanto esforço. O ruivo então se aproximava, e olhava para os dois.

- N-Nós... Precisamos... - Em um só movimento, ela levanta novamente o braço que restara, e em sua mão o revólver, que se aponta para o ruivo, colocando o cano na direção de sua cabeça e disparando. - ...Fugir. - O ruivo caia para trás com um buraco na testa, sem sangue, sem expressão. Não se sabia se estava morto ou o que.

Marianna se joga na direção do rombo na parede, como se desejasse sair dali, e Coldraz vê ela se lançando para as águas daquele rio esverdeado, aos poucos começando a afundar, sem muita reação, com um caminho de sangue que marcava sua submersão. Em instantes, se não fosse salva, sumiria nas águas, mas talvez ainda houvesse tempo para salvá-la.

Ou talvez não. A fraqueza no corpo do garoto se intensifica mais ainda. Ele sabe que talvez não dure nem mais um minuto em pé. Era um risco tentar salvar a menina, mas talvez valesse a pena. Será que valia?

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 5 EmptySeg 10 Set 2018, 11:05


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
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Salve a Marianna


— C-C-Coldraz —

Ela era tão frágil, a sensação de segurá-la em meus braços, era como segurar uma boneca de porcelana, como se ela fosse quebrar a qualquer instante. E era uma sensação horrível, eu não sabia o que fazer, apenas conseguia chorar e abraçá-la com força. Seria lindo, se não fosse tão patético, e ela também devia estar pensando o mesmo; com sua mão esquerda ela colocava um dedo na minha boca, como se mandando que eu parasse meu momento de autopiedade.

Eu nem notava, mas quase que como um reflexo, estava sorrindo, não de alegria, eu não sabia o por quê. Mesmo naquele estado, ela ainda era mais forte do que eu, ela ainda estava viva e continuava sendo a mesma garota, isso era uma pequena fagulha de esperança para mim, e como toda pequena labareda, ela desapareceu tão rápido quanto surgiu.

Eu não podia ajudá-la, mas naquele navio, e com a ajuda da Mirella, certamente eles poderiam fazer alguma coisa. O magricela já havia saído da sala, mas o grandalhão ainda estava lá, então eu implorava — Por favor, salve ela! Eu faço qualquer coisa! —

Mesmo dizendo isso, eu jamais esperaria que ele, que qualquer um deles nos ajudasse, por isso quando ele começou a caminhar na nossa direção, meus olhos se encheram de esperança — Ele vai ajudar! É isso, a Mirella pode salvar ela, eu sei disso !—


— N-Nós... Precisamos... — Eu então voltava minha atenção para a Marianna e o que ela dizia com sua voz fraca, e quase que como em um piscar de olhos, ela disparava na cabeça do ruivo, que caia para trás, pego de surpresa pelo tiro — ... Fugir —

Aquilo me pegou de surpresa por um instante — O que ela está fazendo ? Ele ia nos ajudar — mas repetindo essas palavras na minha cabeça, um pensamento perturbador vinha a minha mente — Ele não ia nos ajudar, não é ?! — Não fazia sentido, afinal, eles não eram mais do que máquinas, desde que nos conhecemos, nenhum deles demonstrou qualquer sentimento ou vontade própria, além disso, foi ele quem quase matou ela — Ele estava vindo, nos matar ! — Chegava a conclusão.

Quando eu finalmente entendi a situação em que estávamos, as coisas ficaram ainda piores, Marianna se jogava no rio pelo rombo que havia na parede. Talvez ela soubesse que não havia outro modo de escapar, quem sabe ela quisesse me tirar daquele navio antes que eu me matasse e sabia que não faria isso a menos que ela me obrigasse, não importava, eu não podia deixar as coisas acabarem desse jeito, então começaria a correr o mais rápido que pudesse até o buraco pelo qual ela se jogou, e mergulharia atrás dela. Não parando e nem me importando com qualquer ataque que viesse de dentro do navio, tentaria seguir em frente.

Quando mergulhasse, tentaria manter meus olhos abertos e procurar por qualquer sinal dela. Me manteria submerso até encontra-la, prendendo a respiração o máximo possível, subindo para respirar apenas quando não conseguisse mais aguentar prender a respiração E se eu NÃO estivesse vendo ela. Nesse caso eu continuaria mergulhando atrás dela até que a encontrasse e se achasse, pegaria ela e subiria para a superfície, nadando atrás de qualquer pedaço de terra que houvesse por perto, desde pedras até terra firme propriamente dita.

Se fôssemos atacados debaixo d'água, eu tentaria agarrar a Marianna e usar meu corpo como escudo (caso estivesse com ela ou próximo dela), enquanto mirava meu jutte para quem quer que nos atacasse e então, quando se aproximasse o bastante, apertaria o botão para transformá-lo em um bastão, mirando na sua face ou o que meu oponente usasse para me atacar. Uma defesa bem fraca, mas debaixo d'água, era o que eu podia fazer.

No entanto, se fôssemos atacados em terra firme eu, novamente e sempre, me colocaria entre a Marianna e o que nos atacasse, como um escudo para protegê-lá, enquanto movia meu bastão em movimentos diagonais afim de acertar o que usassem para me atacar e desviar a trajetória para longe de mim e da Marianna. Claro que se desviar um ataque fizesse ele acertar a Marianna ou defleti-lo não fosse possível, eu apenas levaria o golpe, se este fosse acertar ela, caso contrário eu tentaria me mover em ziguezague e avançar na direção do meu oponente, transformando minha arma em um jutte que eu usaria para efetuar um ataque vertical feito de baixo para cima, ou de cima para baixo caso meu oponente fosse menor do que eu ou rastejasse, mirando na sua cabeça.

Se eu tivesse a opção de escapar e evitar conflitos desnecessários, eu assim o faria, seguindo para o local mais seguro enquanto carregava a Marianna.

Vale lembrar que, como meu braço esquerdo ainda não estava totalmente recuperado, minha mão direita seria a mão mestra. Ou seja, quando empunhasse a arma com uma mão, esta seria a direita, e se precisasse usar as duas, eu usaria a esquerda de apoio e a direita para controlar.

Se conseguisse chegar a terra firme e não estivesse sobre o ataque de nada nem ninguém, eu tentaria deitar a Marianna com o peito para cima e dar uma olhada em seu estado físico, especialmente para ver se ela estava consciente, caso contrário, eu checaria se ela ainda estava respirando, colocando meu ouvido próximo ao seu nariz e peito, respectivamente. Em seguida, abriria sua boca para ver se havia algo em sua garganta que a impedisse de respirar.

Mas eu não saberia como reagir se ela não voltasse a respirar, então eu tentaria colocar minhas mãos em seu peito e pressionar 3 vezes, em seguida tapando seu nariz com a minha mão direita e pressionando minha boca contra a sua boca aberta enquanto soprava tentando mandar ar. Repetiria o processo até ela esboçar alguma reação ou até algum evento externo exigir minha atenção imediata, como a iminência de um ataque por exemplo, caso contrário continuaria repetindo o processo até não aguentar mais.



Objetivos:
 

Histórico:
 

Marianna:
 

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 5 EmptySeg 10 Set 2018, 15:41

O sentimento que movia Coldraz era tão forte a ponto dele, sem pensar, nem pestanejar, saltava a dentro do mesmo buraco onde Marianna saltara. Seu corpo mergulhava nas águas turvas e verdes daquele pequeno rio de aspecto pantanoso.

As águas eram um pouquinho mais densas que a água do mar. Na verdade, eu diria que elas pareciam mais "pesadas", mais grossas. Coldraz tinha um certo esforço para tentar nadar para baixo, e principalmente pela debilitação de seu braço dominante, ainda engessado.

Ele não estava encontrando ela, e aos poucos o ar ia faltando em seus pulmões. Mas não podia desistir, não podia deixar que sua amada simplesmente afundasse naquelas águas mortais. Passou a mão direita pela frente do rosto no tentar nadar, e sentiu a mão da garota. Se aproximou dela vendo o rastro de vermelho pelas águas, e quando a segurou...

Não teve ar e forças pra subir. Tentou, mas como tentou. Sua vida, e a vida de Marianna dependiam dele. Foi, foi, foi, mas não foi. A pressão fora forte, e a boca involuntariamente se abriu, fazendo com que litros d'água entrassem, em um afogamento terrível. A visão de Coldraz foi ficando branca, branca, branca, até que a consciência se foi, cessando também o sofrimento.
...


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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 5 EmptySeg 10 Set 2018, 17:04


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Isso é tudo por hoje, pessoal


...

.........

Então, tá. Acho que foi realmente isso que aconteceu. Em um instante eu estou mergulhando em um pântano, desesperado por encontrar uma garota que deveria pensar um pouco mais em si mesma e menos nos outros. No outro, eu estou me afogando. A pressão da água me esmagando enquanto eu afundava como uma pedra, água entrando em meus pulmões enquanto eu tentava respirar.

Alguns podem pensar que naquela situação, não valia a pena arriscar a sua vida por uma garota que provavelmente morreria de hemorragia ou coisa parecida. Mas eu não pensava nisso, na verdade, eu não conseguia pensar em nada. Apenas segurava ela com toda a minha força enquanto tentava subir e via o mundo ao meu redor embranquecer e desaparecer, como se ele se desfizesse bem diante dos meus olhos.

— Porra Coldraz — dizia o tenente Cruzis, com aquele penteado ridículo, inconfundível.

Infelizmente, essa aparição não tinha o mesmo impacto que da primeira vez que um homem imaginário me deu bronca — Primeiro meu pai, agora o Cruzis, não dá pra eu sonhar com aquela minha empregada gostosa ? — aquele lugar era realmente calmo, e estranho, eu não entendia direito o que estava acontecendo, eu sabia quem era, ao mesmo tempo em que me conhecia tão bem quanto à um estranho. Era como saber e não saber ao mesmo tempo, como se tudo estivesse nublado na minha cabeça.

— Por que você não está protegendo a Marianna ? Deixou que ela perdesse um braço! Você merece morrer! —

— De quem ele está falando ? Parece importante — tentava forçar a minha memória e lembrar. Era como quando alguém te interrompe quando você está prestes a dizer algo importante, e então esquece. Mas desta vez, a lembrança voltava a mim, com força e rapidez, como um tiro que me trazia de volta a realidade — Marianna! —

Eu estava me afogando, e se aquele não era o Inferno, isso queria dizer que eu ainda estava vivo e ELA ainda precisava da minha ajuda. Se bem que até parecia um pouco com o Inferno, só eu, um cara de meia-idade e uma vastidão sem nada para fazer, enfim, prefiro acreditar que aquele NÃO era o Inferno, e nesse caso, eu precisava sair dali, AGORA!

— Como eu saio dessa merda ? — Começaria a olhar ao meu redor, procurando alguma saída, quem sabe uma brecha ou algo que não fosse, você sabe, branco! Mas logo cansaria, e se não encontrasse quase que imediatamente, avançaria contra o Cruzis e tentaria segurá-lo pela gola da camisa enquanto gritava — EU NÃO TENHO TEMPO PARA ESSA MERDA! COMO EU SAIO DAQUI ? A MARIANNA ESTÁ MORRENDO! — Eu esperaria a resposta do tenente à minha pergunta, mas mesmo que fosse uma resposta positiva, eu sabia que não ficaria menos estressado. Se ele não respondesse imediatamente, eu gritaria ainda mais alto — ME RESPONDE! —

No caso dele me dizer o que eu precisava fazer para sair daquele lugar, eu obedeceria imediatamente e faria o que ele me mandasse o mais rápido possível. Não teria paciência nesse momento, se eu ainda estivesse naquele lugar logo após fazer o que ele me disse, eu ficaria mais irritado e começaria a gritar — NÃO ESTÁ FUNCIONANDO! COMO EU SAIO DESSA MERDA ? —

Porém, se ele alegasse ser impossível sair daquele lugar, eu apenas daria um sorriso irritado e diria — Tá de sacanagem com a minha cara ? Se não tem uma saída... — avançaria na direção do Cruzis, caso estivesse longe, ou apenas daria um soco no rosto dele com a minha mão direita, caso já estivesse perto dele, e então diria — ... Então eu vou arrebentar a sua cara até você fazer uma! —

Se ele continuasse falando sobre a Marianna e em como eu devia tê-la protegido, eu ficaria mais irritado, desta vez não apenas com ele, mas comigo também, engoliria em seco por um instante e diria — Eu sei que fiz merda, eu devia ter escutado ela, eu devia ter escutado ela várias vezes. A culpa é minha, mas eu não vou deixar ela morrer por minha causa, não desse jeito, agora me fala como eu saio daqui! — Se eu precisasse dizer isso, seria o único momento em que eu daria mais tempo para o Cruzis responder, também seria a única vez em que eu me importaria com algo que ele dissesse e não fosse sobre como sair dali. Também não me repetiria, se ele insistisse nessa tecla, eu apenas diria cada vez mais irritado — EU QUERO SAIR DAQUI! AGORA! —

Como eu sou um homem de palavra, bom, mais ou menos, enfim, como eu TENTO ser um homem de palavra, se o Cruzis insistisse que não havia como sair daquele lugar, eu começaria a bater nele. Começaria tentando utilizar a minha técnica Golpe na Cabeça caso estivesse com a minha arma ou, se estivesse sem nenhuma arma, eu tentaria dar um soco em seu queixo, fazendo um movimento vertical de baixo para cima.

Se meus ataques fossem realizados com o jutte, no ataque seguinte eu tentaria me aproximar e realizar um movimento diagonal feito de baixo para cima com meu jutte, apertando o botão para que este virasse um bastão no último instante. Meu último ataque seria pular em cima do meu oponente com minha arma transformada em jutte empunhada na mão direita, tentando atacar seu pescoço enquanto segurava seu ombro com a mão direita e jogava meu joelho direito em seu estômago, tentando derrubá-lo.

No caso dos meus ataques serem feitos de mão limpa, eu tentaria puxar meu braço esquerdo para trás e usar o balanço do meu corpo para então trazê-lo rapidamente para frente, tentando desferir um soco no nariz do tenente. Por fim, tentaria me aproveitar do movimento anterior para emendar um chute com minha perna esquerda como uma extensão do golpe anterior, meu alvo seria seu estômago.

Quanto as minhas defesas, eu não tentaria nenhuma muito grande, não interromperia meus ataques para me defender, se ele me atacasse enquanto eu o atacava, não me defenderia, continuaria o golpe. Caso contrário eu tentaria segurar o jutte com as duas mãos, próximo ao meu corpo e com a ponta para fora enquanto esperava o golpe, me abaixando se necessário.



Golpe na cabeça:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

Marianna:
 

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