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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 2 EmptySab 26 Maio 2018, 15:06

Relembrando a primeira mensagem :

Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador de Recompensas Coldraz Anne Stine. A qual não possui narrador definido.


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Coldraz
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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 2 EmptyQua 20 Jun 2018, 22:27


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Round 1 - FIGHT!


Eu poderia falar da minha surpresa ao ver que haviam sobreviventes naquele navio, ou quem sabe do espanto que senti quando eles avançaram na nossa direção em um piscar de olhos. Mas nada disso fazia a menor diferença para mim, na verdade, aquele momento inteiro foi marcado por uma única ação: um soco tão forte que arremessava Marianna para longe.

Alguns podem pensar que eu era do tipo cavalheiro, o que não é de todo errado, eu realmente não gostava de bater em mulheres, tão pouco me sentia bem vendo elas sendo machucadas, mas naquele momento, eu só queria esmagar o crânio daqueles idiotas.

— Desgraçados. Como ousam bater na minha Marianna ! — Diria enquanto empunharia meu jutte apontado para a garota loira que, admito, tinha um belo corpo. Não que isso fosse diminuir a força dos meus golpes.

Meus adversários pareciam bem rápidos e pelo que pude notar pelo golpe de alerta, eles eram realmente fortes. Pelo menos, eu parecia ser capaz de bloquear um soco do rapaz e duvido que eles sejam mais rápidos que um disparo da arma da Marianna. Se tudo desse certo, nós estávamos em vantagem.

A primeira coisa a se fazer era chamar a atenção dos meus oponentes, fazê-los se moverem um pouco e esquecerem da Marianna. Ela era forte, e inteligente, certamente se recuperaria daquele golpe e entenderia o que eu estava tentando fazer sem precisar que eu alertasse aos nossos oponentes de nossa tática.

Começaria avançando contra o adversário que estivesse mais próximo, usando a minha técnica Golpe na Cabeça ou então contra a garota, no caso de ambos estarem a mesma distância de mim. Mas apesar desse golpe ter toda a intenção de acertar e causar o máximo de dano que eu era capaz, ainda era apenas o primeiro golpe, meu objetivo ainda era apenas chamar a atenção de um e, na melhor das hipóteses, do outro, que tentaria ajudar seu companheiro, deixando maiores aberturas para a Marianna efetuar um disparo certeiro.

Por esse motivo, faria questão de sempre deixar uma brecha pela qual ela pudesse ver os oponentes e ter uma linha de tiro clara. O meu ataque seguinte seria um golpe vertical, feito de baixo para cima com o meu jutte e tinha como intuito acertar o queixo do meu oponente mais próximo, no caso do meu alvo anterior ter se afastado ou eu acabar sobre o ataque do outro adversário durante a execução do meu primeiro movimento.

Por fim, eu terminaria disferindo uma "estocada" com meu jutte, que visava acertar o olho do meu oponente mais próximo. Novamente, isso se deve no caso deles decidirem revezar ou me atacarem ambos ao mesmo tempo. Sendo sempre uma situação de atacar o oponente mais próximo de mim, sendo este sempre o primeiro ou então tendo de mudar o alvo durante a minha sequência de ataques.

Minha defesa seria um pouco simples também, pelo que pude notar, ambos eram pugilistas e não aparentavam portar armas. Mas como seus golpes eram bem fortes, eu tentaria defletir seus golpes para outra direção usando meu jutte em um movimento horizontal da direita para a esquerda, afim de acertar seus punhos, pés ou qualquer outra coisa que eles tentassem usar para me acertar.

A princípio, eu tentaria apenas desviar o golpe para longe de mim e da Marianna, mas sempre deixando o adversário em uma linha de visão boa para a Marianna acertar um tiro. Porém, se em algum momento surgisse uma oportunidade de defletir o golpe de um deles, na direção do outro que estivesse próximo, eu assim tentaria fazer, mesmo que tivesse de mudar a forma de mover o jutte horizontalmente durante o processo.

Thanks Akacchi



Objetivos:
 

Histórico:
 

Golpe na cabeça:
 

Marianna:
 
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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 2 EmptySab 30 Jun 2018, 12:35

Coldraz havia ficado PUTO DA CARA, meus amigos. Isso mesmo, ele via o golpe que sua companheira Marianna recebia e só conseguia pensar em bater naquelas duas figuras inimigas ali presentes. É claro, contudo, que ele imaginava que a garota conseguiria se recuperar e voltar rapidamente para a luta, e a verdade é que ele estava certo.

O caçador de recompensas avança com um salto na direção da inimiga feminina, girando seu jutte no ar como que querendo acertá-la em sua cabeça. Rápida, porém, a inimiga cruzava seus braços em um X a frente e acima do corpo, para bloquear o golpe do Stine.

No momento do impacto, notava-se que o golpe do Cold era mais forte do que se esperava. Era uma técnica, com mais poder de dano, e quando atingia a tentativa de bloqueio da adversária, fazia ela ser arrastada, ainda em pé, para trás. O bloqueio havia sido efetivo, apesar de por pouco.

E ela não se deixava levar, pois logo no instante que bloqueava o golpe, abria seus braços com fúria, ao quanto que levantava sua perna para aplicar um chute frontal em Coldraz, no mesmo instante em que este pousaria no chão. Cold, contudo, tinha habilidades de bloqueio melhor do que a média, e conseguia movimentar sua arma bojutsu de maneira rápida, bloqueando também o ataque.

No mesmo instante, o barulho de dois tiros. Marianna parecia ter entendido a ideia do caçador de recompensas de se manter um pouco de lado diante do campo de visão da mesma, e ela usava daquilo para mirar dois projéteis precisos na adversária loira.

Foi então que o adversário masculino, com seus cabelos escuros, avançou na direção da companheira, erguendo a mão ao seu lado, enquanto ao estranho acontecia. Era como se a mão dele se desmontasse e montasse diferente em instantes de segundo, e Coldraz parecia ver aquilo em câmera lenta, notando cada detalhe: como os dedos se retraiam, e a palma da mão crescia em um efeito mecatrônico (pense em Transformers), adquirindo 3 vezes seu tamanho normal. Ela havia se tornado uma espécie de escudo

E este escudo era utilizado para bloquear os dois tiros de Marianna contra a loira. Logo em seguida a mão se retraia no movimento contrário que fizera, e tornava-se novamente, de verdade, uma mão. Algo estranho havia ali, aquelas pessoas com estilos tão robóticos, e agora uma coisa daquelas, seriam mesmo humanos?

Pra finalizar, o inimigo de cabelos escuros produzia novamente o barulho de impulsão, e se lançava na direção de Marianna, próxima ao parapeito do navio. Desta vez Coldraz conseguia perceber que uma espécie de gás parecia sair de seus pés empurrando-o para frente com velocidade, mas agora não havia tempo para pensar naquilo, a inimiga loira estava a sua frente e parecia que iria atacar.

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Mikhail Vermillion
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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 2 EmptyTer 03 Jul 2018, 18:44


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Trabalho em Esquipe


Eu não sabia dizer ao certo o que eles eram, mas definitivamente não eram humanos. Nunca ouvi falar de tamanhos avanços tecnológicos, mas o mais surpreendente era o fato de estarem localizados em um navio naufragado em uma ilha desabitada. Aquilo era surreal demais para se acreditar. Felizmente, eu parecia ser capaz de acompanhar o ritmo da garota, embora não pudesse fazer mais do que me manter em uma eterna anulação de golpes.

Para piorar, eles não estavam se concentrando apenas em mim, já haviam decidido que a melhor abordagem seria confrontar cada um de nós separadamente. — Não tem como a gente vencer desse jeito. —

Não tinha como derrotar a loira antes do parceiro dela esmagar a Marianna com sua força sobre-humana. Mas talvez não fosse necessário, para começar, eu precisava fazer a garota me atacar. Viraria meu corpo de forma que o rapaz que investiu contra a Marianna ficasse do meu lado direito, mas ao mesmo tempo, tentaria não deixá-lo muito na linha de visão da loira, mantendo sempre meus olhos nela.

No caso desta resolver não me atacar primeiro, eu avançaria em sua direção usando o meu jutte para disferir um golpe vertical de baixo para cima, visando acertar o seu queixo. Em seguida eu tentaria disferir um outro golpe, desta vez girando meu corpo 90º para a direita, antes de disferir um ataque horizontal feito da direita para a esquerda, visando acertar sua cabeça, mais especificamente na região do ouvido. Para terminar eu fingiria uma estocada com meu jutte, para realizar uma finta e me colocar atrás dela, e uma vez lá tentar prender seu pescoço, segurando o jutte com as minhas mãos e apertando com força, a princípio, apenas o bastante para prendê-la, mas aplicaria mais força no caso dela começar a se soltar.

Mas, como eu disse, não era apenas questão de derrotar minha adversária, eu precisava ajudar a Marianna. Todos esses meus ataques tinham como objetivo pressioná-la a me atacar. Assim que ela tentasse disferir um soco ou um chute em minha direção, eu interromperia meus ataques e tentaria agarrar sua perna/braço e girar meu corpo rapidamente para a direita, com o intuito de jogá-la na direção do rapaz que atacava a Marianna. E se eu conseguisse, começaria a correr na direção da Mari imediatamente afim de deixá-la atrás de mim, enquanto nos afastava dos adversários.

Porém, talvez o destino decidisse me sacanear e me ajudar de forma assombrosa, talvez eu fosse capaz de acertar todos os golpes antes que a oportunidade para arremessá-la surgisse, se fosse esse o caso e eu conseguisse prender minha adversária, eu então gritaria para o seu companheiro — EI, IDIOTA! É melhor você se afastar dela, antes que eu quebre o pescoço da sua namoradinha — em seguida apertando um pouco mais o pescoço da loira, na esperança de que ela demonstrasse alguma dor e isso convencesse meu oponente a prestar atenção em mim e dar uma oportunidade para a Marianna escapar, ou até mesmo revidar.

Claro que tudo também podia dar errado, vai ver eu não fosse capaz de prender minha oponente e nem arremessá-la no rapaz, nesse caso eu avançaria na direção de quem estivesse atacando a Marianna no momento e tentaria utilizar minha técnica Golpe na Cabeça para chamar sua atenção.

De resto, minha defesa não seria nenhum mistério muito grande. Como meu plano era agarrar e arremessar minha adversária no rapaz, no caso dela tentar disferir um chute ou soco em mim, eu tentaria agarrar estes, usando meu jutte para parar o movimento e minha mão direita para segurar o membro, para enfim tentar arremessa-la.

Esta seria minha defesa, até eu conseguir jogá-la. Porém, se essa tática se provasse impossível, ela utilizasse alguma arma que tinha escondida ou eu já houvesse conseguido arremessá-la, minha defesa mudaria eu passaria a mover meu jutte na diagonal, de baixo para cima, visando acertar o que quer que usassem para me atacar em uma direção, enquanto jogava meu corpo na direção oposta. Meu objetivo agora seria bloquear e mudar a trajetória do golpe.

Thanks Akacchi



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Marianna:
 

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"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 2 EmptyQua 04 Jul 2018, 01:24

O duelo travado naquele estranho convés daquele estranho navio não havia acabado, e talvez estivesse longe de acabar. Agora com um dos inimigos avançando na direção de Marianna, Coldraz tinha mais preocupações do que simplesmente se proteger. Ele precisava proteger sua amada.

Com isso em mente, e ainda em sua luta, ele avançava na direção da inimiga de cabelos loiros que, em resposta, fazia o mesmo, se lançando na direção do caçador de recompensas. O embate vinha e o caçador conseguia acertar um golpe no queixo da antagonista, que fazia ela por um instante levantar a cabeça(ainda sem demonstrar reação facial), mas não parar a cinética de seu movimento.

Coldraz recebia no abdome uma poderosa cotovelada que fazia ele sentir o gosto de sangue subindo na boca no mesmo instante. Uma certa dor o incomodava abaixo do peito, na boca do estomago, onde havia sido acertado, de maneira brutal.

Mas isso não impedia ele de se defender do próximo golpe da adversária: um soco em sua face, que com certeza arrancaria pelo menos um dente, a julgar pela força da inimiga, mas que era parado com um movimento com sua arma bojutsu.

A parte plana do Jutte se encontrava verticalmente com o punho da inimiga pouco antes do rosto do rapaz, fazendo com que o herdeiro Stine ouvisse até um som parecido com um tilintar metálico no momento do impacto. Era a oportunidade perfeita, aproveitada por Coldraz, para agarrar o braço da inimiga, e girar sobre o próprio eixo, lançando-a na direção do companheiro de lenço alaranjado.

Coldraz por um instante estranhava o peso mais elevado da garota que parecia tão magra, mas isso não o impedia de conseguir lançá-la na direção do companheiro da mesma, que vendo aquilo parava um golpe uma sequência de golpes que tentara aplicar contra Marianna - tendo ela desviado de dois socos seguidos já -, ao perceber a aproximação, esticando a mão na direção do corpo da aliada.

Ela se chocava com sua mão e parava no ar, dando uma cambalhota para parar de pé. Desta vez o som do choque entre os dois produzia realmente um barulho metálico inconfundível, o que deixava a dúvida no ar. Os inimigos agora estavam ambos juntos, de costas um para o outro, o homem voltado para Marianna, bem a sua frente.

A loira, que estava virada agora na direção de Coldraz de novo, esticava seu braço na direção dele, e eis que ele via a mão da mulher se projetar em sua direção. Ela estava unida ao resto do braço por uma espécie de corrente, e se projetava para frente surpreendendo o caçador, que não esperava algo vindo de longe, agarrando seu pescoço e o puxando, rapidamente, para perto de si.

Por um instante ele sentia-se sufocado, não tendo a passagem de ar para seus pulmões, até que uma voz diferente era ouvida. - Dezoito, Dezessete. - Era um tom feminino, mas com um certo grave que poderia confundi-la com uma voz masculina. Alias, sua fala parecia ter até um certo sotaque. Vinha da porta, agora aberta, que dava passagem para a parte interior do navio. O pescoço de Coldraz era solto, e ele caia no chão.

Ao olharem, uma bela figura loira, em seus 1,70 m, com um cigarro entre os dedos da mão direita, soltando uma breve quantidade de fumaça por suas narinas. Bem vestida, a mulher tinha certa imponência, e aparente respeito das figuras. - Senhorita Mirella... - Ambos diziam, em coro, de posicionando um ao lado do outro, quase que em sentindo, como que se esquecendo da luta. - Temos invasores.

- Não se prreocupem, minhas crrianças, eu cuidarrei disso. - Ela sinalizava para eles, dando um bom trago em seu cigarro, enquanto as duas figuras andavam rapidamente para os lados da porta, um de cada lado, de um jeito robótico, mantendo agora olhares compenetrados para os dois, mas sem expressão ainda. A mulher voltava a falar, enquanto a fumaça escapava de seus lábios de um jeito bonito. - Perdidos em Berlinque...? Vamos, entrrem, vamos tomarrr une taça de chá. - Era evidente a educação cortesia, além é claro do R puxado na fala.[/color][/b]
Mirella:
 

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 2 EmptyQua 04 Jul 2018, 19:45


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Succubus


O lado bom era que eu havia conseguido jogar a garota em seu companheiro, como havia planejado. O lado ruim é que eles tinham reflexos muito bons e o resultado era que nada havia mudado. Eles definitivamente eram muito melhores do que nós em trabalho em equipe.

Vou admitir, fiquei um pouco preocupado quando aquela garota agarrou meu pescoço. Já estava vendo as portões do Inferno quando aquele demônio sedutor saiu pela porta demonstrando sua imponência ao comandar a dupla. Por um segundo eu até formulava uma teoria: ela uma cientista e eles uma dupla de soldados de elite vindos de um país tecnologicamente avançado.

Mas largava as teorias para focar no que importava: observar a ausência de sutiã da succubus. Quero dizer, me concentrar para proteger Marianna e não sermos pegos de surpresa em alguma armadilha.

— Perdidos em Berlinque...? Vamos, entrrem, vamos tomarrr une taça de chá —

Tudo bem, eu não sei se devia me sentir um pouco ofendido com isso. Quero dizer, tá legal que ela tinha parado o tico e o teco ali, e eu até podia estar levemente atraído por suas curvas e um pouquinho hipnotizado pelo seu decote, mas não era tão estúpido de entrar em uma sala fechada com ela, pelo menos, não sóbrio.

— Adoraria ouvir o que tem a dizer, mas prefiro ficar aqui fora. Você sabe, onde eu tenho uma visão mais ampla da garota que quase quebrou meu pescoço e o amiguinho dela. — Diria em resposta a proposta da succubus loira.

Claro que tudo nessa vida é negociável, ainda mais quando se está lidando com uma garota bonita, afinal, a última garota que tentou me matar estava agora me acompanhando em uma jornada pela Grand Line. Por isso, eu escutaria atentamente a resposta da moça.

No caso dela decidir simplesmente começar a falar ali mesmo, eu apenas escutaria ela atentamente, mas sempre prestando a atenção para não ser atacado nem por ela, nem pelos seus guarda-costas. Porém, se ela insistisse que entrássemos, minha resposta dependeria da forma como ela falasse:


  • Se ela conseguisse me provar que não se tratava de uma armadilha, fosse mandando eles irem para outro lugar, se matarem ou qualquer coisa que me mostrasse que eles seriam incapazes de lutar comigo. Eu então aceitaria o seu convite e diria para a Marianna — Vamos dar uma chance, mas esteja pronta para atirar a qualquer momento. —

  • Porém, se ela mandasse os irmãos me atacarem, nos ameaçasse ou simplesmente desistisse de conversar conosco. Eu apenas diria — Sabe, eu gostei do seu decote, mas ele não é mais o suficiente para me prender aqui, então acho melhor nós irmos andando — e então tentaria atravessar pelo navio, assim como planejava antes de sermos atacados. Sempre prestando atenção para qualquer possível ataque surpresa.


E é claro que eu preciso explicar minha tática, afinal, era bem provável que eles nos atacassem, fosse por pretenderem isso desde o começo ou pelo meu modo de falar. Nesse caso, o meu primeiro movimento seria esperar o primeiro deles se aproximar a 7m ou menos e então tentar efetuar minha técnica Golpe na Cabeça, em seguida partindo para o oponente mais próximo da Marianna, fosse o meu primeiro alvo ou outro. Desta vez, eu tentaria virar meu copro 90º para a direita antes de disferir um ataque horizontal feito da direita para a esquerda com meu jutte, afim de acertar a cabeça do meu adversário. Para terminar, eu tentaria disferir uma estocada com meu jutte, visando acertar o olho direito do oponente mais próximo da Marianna.

Durante os meus ataques, eu tentaria sempre me manter um pouco mais para o lado esquerdo do meu oponente, afim de dar um ângulo melhor para a Marianna efetuar um disparo se possível, mas não deixaria que seus tiros interrompessem minha sequência de golpes, confiaria em suas habilidades como atiradora e continuaria atacando.

Meu bloqueio seria semelhante ao anterior, eu tentaria bloquear segurando meu jutte verticalmente para parar o ataque, enquanto usava minha mão direita para segurar o ataque, em seguida, tentaria mais uma vez erguer meu adversário, mas ao invés de lançá-lo na direção de seu companheiro, eu tentaria jogá-lo no chão com toda a minha força, e então seguir para o meu próximo movimento.

Ficaria atento para o caso deles usarem aquelas turbinas de novo ou se projetassem seus punhos/pés em minha direção novamente. Mas a defesa descrita anteriormente serve especificamente para socos, chutes e semelhantes. Ainda era possível que eles usassem algo como uma cotovelada ou uma arma, o que seria mais difícil de segurar e arremessar, por isso, nesse caso, eu moveria meu jutte verticalmente de cima para baixo, visando acertar o que quer que tivessem usado para me atacar, afim de desviar sua trajetória, ao mesmo tempo em que tentava disferir um chute em seu pé mais próximo, afim de fazê-lo perder o equilíbrio.

Thanks Akacchi



Objetivos:
 

Histórico:
 

Golpe na cabeça:
 

Marianna:
 

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— Henry Avery, 1694 —

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 2 EmptyQua 04 Jul 2018, 22:52

- Adoraria ouvir o que tem a dizer, mas prefiro ficar aqui fora. Você sabe, onde eu tenho uma visão mais ampla da garota que quase quebrou meu pescoço e o amiguinho dela. - Proferia Coldraz, em resposta ao convite da mulher seduzente, já tendo ele, como bom galanteador, reparado em suas belas curvas.

- Oh... Me parrdoem os maus modos... - Ela caminhava lentamente na direção do Stine, se aproximando do mesmo e dando um singelo beijinho em sua bochecha. - Muito prrazer... Eu sou Mirrella Blanchard. Sou uma cientista que estuda... Biotecnologias. - Marianna parecia um pouco acoada, mas se aproximava, recebendo um beijo de cumprimento praticamente igual ao que o caçador de recompensas recebera. - Não se prreocupem com mias crrianças, eles não irão os incomodar mais, não é verdade 18?

- Sim, Senhorita Mirella. - Para variar, o tom robótico era usado na resposta da figura loira. Ela nem se movia, só abria um pouquinho a boca para responder.

- Virram? Eu insisto parra que entrrem. Esta ilha no é muito segurra, como já devem ter notado. - Ela estendia a mão na direção da porta, convidando-os para adentrarem o interior da embarcação.

Caso Coldraz aceitasse adentrar o local, a mulher esperaria eles entrarem, e então entraria, fechando a porta. Notaria, então, que o local por dentro com certeza não parecia um navio. Alias, era todo requintado, com detalhes finos, e até mesmo uma pequena lareira ali ao lado, que por sinal não estava acesa. Até os ares ali dentro pareceriam diferentes, era como se fosse até mais fresco.

- Sentem-se, garrotos. São mi convidados hoje. - Diria Mirella, puxando as cadeiras para que se sentassem, enquanto servia o chá de um bule para xícaras, ambos com um estilo granfino. Ainda assim, Marianna parecia acanhada.
Interior:
 

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 2 EmptyQui 05 Jul 2018, 19:08


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Nostalgia


Como eu imaginava, a falta de confiança era mútua, eu não podia simplesmente acatar todas as ordens dela só por ser bonita, aqueles caras eram realmente fortes e rápidos, provavelmente era uma estratégia para nos deixar sem escapatória agora que estávamos *SMACK* (som de beijo).

...

Então, acho que ela falou algumas coisas depois de me beijar na bochecha, deu pra ver os lábios dela se moverem, mas eu não estava prestando TANTA atenção assim, sabe. Apenas retomei o controle sobre minhas emoções alguns instantes depois, foi quando eu escutei.

— Eu insisto parra que entrrem. Esta ilha no é muito segurra, como já devem ter notado. —

— Ela parece legal, acho que podemos confiar nela. — Dizia para a Marianna.

Ah, vamos lá. Eu e duas beldades em uma sala fechada, o que poderia dar errado ?! Não via nenhum problema em dar uma chance para ela, quero dizer, não tinha como ela ser tão ruim e acho que todos merecem o benefício da dúvida. Era o que eu pensava enquanto seguia a cientista de uma distância que tornasse a visão de suas curvas mais ampla. Sempre tentando disfarçar para que a Marianna não notasse.

— Sentem-se, garrotos. São mi convidados hoje. — Dizia a Mirella, decotes de falcão. Eu gosto de dar apelidos para pessoas que conheço, ajuda a me lembrar deles mais facilmente, mesmo que eu não tenha muita criatividade: vide a "loira" de antes e o rapaz que eu sequer me esforcei para nomear. Enfim, a partir de agora seria assim que eu a chamaria em minha mente.

Aquele lugar fazia eu me sentir como se tivesse 5 anos de novo, aquele ar de nobreza, cheiro de limpeza e detalhes em tudo que se podia colocar detalhes. Era como se os ricos quisessem saber que até suas privadas demoraram décadas para serem feitas. Mas ainda parecia um lugar aconchegante e as lembranças de infância davam um ar ainda mais confortável.

O único problema era a palavra "chá". Estou nostálgico hoje, aquele lugar me trazia muitas lembranças, mas a mais marcante delas era o porquê de eu amar bebida alcoólica. Aqui vai a bomba, crianças odeiam chá, principalmente quando conhecem a regra do "chá da tarde". E eu achei que qualquer coisa que não fosse água era horrível, até que aos 13 anos conheci uma garota ruiva de nome Marianna que mostrou o contrário com uma garrafa de rum no telhado da escola. Fim do momento nostalgia.

Uma vez na sala, faria como a decotes de falcão disse, me sentaria em uma cadeira, já que a moça me retirou a possibilidade de puxar a cadeira da Marianna e parecer um cavalheiro. E então recusaria educadamente o chá enquanto tentava ser o mais direto possível.

— Desculpe, não gosto de chá, mas aceito uma garrafa de rum se tiver. Mas, indo direto ao ponto, o que uma cientista faz em uma ilha desabitada ? — Eu podia chutar algumas coisas: teste de armas, busca por minerais raros, naufrágio, etc, mas era melhor me concentrar em obter respostas e juntar as informações.

Esperaria então pela sua resposta, mas, eu não me importava muito com nada disso. Eu só queria saber que tipo de pessoas eles eram, e se em algum momento ela perguntasse sobre quem nós éramos, eu responderia — Apenas um casal de exploradores que foram abandonados aqui por alguns marinheiros babacas que nos ajudaram a cruzar o Calm Belt — e esperaria para ouvir sua resposta, e prestar atenção na sua reação, em seguida, completaria
Nós chegamos aqui a pouco tempo, mas estamos ansiosos para sair, e acho que você também. Talvez possa nos ceder uma carona, quem sabe em algum navio que estejam trazendo para resgatá-la ou algo do tipo —


Todo esse falatório não passava de um interrogatório, sendo sincero. Uma cientista abastarda com guarda-costas fortemente armados em uma ilha desabitada ? Nem sonhando que ela não teria um modo de deixar aquele lugar. Apesar de não se parecer com uma criminosa procurada, isso não queria dizer que a possibilidade de eu ter de fazê-la refém ou até matá-la simplesmente desapareceu.

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 2 EmptySex 13 Jul 2018, 19:04

Diante dos desenrolares inesperados depois daquela confusão no convés, agora o caçador de recompensas e sua companheira Marianna estavam dentro daquela sala tão rústica e com um ar de riqueza. Coldraz não podia ser mais direto, se sentando, e, com educação, falando sobre não beber chá, mas pedir por uma garrafa de rum.

- Eu aceito o chá... - Dizia Marianna, apesar de ainda estar demonstrando certo receio em estar ali, apesar da confiança que o bojutsu depositara na cientista. O chá era servido para a atiradora, e a mulher também alcançava uma garrafa dentro de um pequeno armarinho de madeira logo ao lado da lareira, colocando sobre a mesa e servindo a bebida turva num copo arredondado para Cold. Era rum.

- A trranquilidade é um dos prrincipais motivos. Além, é clarro, de um objetivo específico: reunir parrtes de animais da ilha, para um novo prrojeto. - Respondia Mirella ao questionamento, bebendo um gole, de forma a fazer uma pausa dramática, e então voltar a falar. - E vocês? O que dois jovens fazem em uma ilha como essa?

Coldraz respondia sobre marinheiros babacas terem deixado eles ali, e que eram "um casal de exploradores". Mirella estava acendendo um cigarro quando ele respondeu, e ela pareceu surpresa com a resposta, apesar de não realmente esperar algum motivo específico para alguém estar num lugar como aquele. Um trago, e a resposta: - Sainte Marrie! E como vocês pensam em sairr daqui? - Logo em seguida, o Stine aproveitava da sequência da conversa para pedir uma carona com quem quer que estivesse ali para resgatá-la "ou algo do tipo". - Oh garroto, ninguém virrá. Eu prretendo ficar por aqui por mais algum tempo, trabalhando em mi prrojeto. Alias, por que não me ajudam? Se estiverrem dispostos, eu posso pagar pela carcaça de uma mandrragorra... Se tiverrem corragem...

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 2 EmptySex 13 Jul 2018, 20:25


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A ilha do céu - Família Anne Stine


— Oh garroto, ninguém virrá. — Nesse momento, um calafrio percorreu a minha espinha enquanto chegava a conclusão: nós estávamos ferrados. Na verdade, o problema se intensificou a tal ponto que eu mal prestava atenção nas suas palavras, até ouvir algo que atiçou minha curiosidade — Se estiverrem dispostos, eu posso pagar pela carcaça de uma mandrragorra... Se tiverrem corragem... —

Aquela proposta era o bastante para colocar um sorriso no meu rosto, quanto dinheiro uma cientista como aquela poderia me pagar ? Pela tecnologia dos guarda-costas dela, talvez o suficiente para encontrar alguma... pista, quanto aos meus... pais. Na verdade, eu deveria estar mais preocupado em como deixar aquela ilha, já que dinheiro não me faria a menor diferença se eu ficasse preso naquele lugar para sempre, mas ainda assim, um pensamento ecoava ainda mais forte na minha mente.

— Será que ela... sabe, alguma coisa ? —

Na verdade, a entrada brusca de Marianna na minha vida, o clima daquela ilha deserta e os inimigos que eu não parava de encontrar ocuparam tanto a minha mente, que acabei me esquecendo até mesmo do motivo de eu ter me tornado um caçador e estar desesperado ao ponto de colocar dinheiro como algo mais importante do que uma rota de fuga de uma ilha completamente isolada. Achar meus pais.

Não havia uma alma viva que soubesse ou mesmo acreditasse na existência de uma ilha acima das nuvens quando estava no East Blue, mas agora estávamos na Grand Line, cruzamos um mar onde serpentes marinhas gigantes são tão rotineiras que marinheiros não se espantam e agora estava na presença de uma cientista que tinha em posse uma tecnologia décadas a frente até mesmo de Loguetown, a cidade mais importante e influente do East Blue. Ela tinha que saber de alguma coisa, eu precisava de informações.

Sem dúvida essa reflexão foi um choque na minha mente, em questão de dias eu havia me perdido em meio aquele mundo enorme e fui preenchido pela sede de aventura a tal ponto de me esquecer do motivo de sair de casa. Mas agora eu estava voltando a mim. Não era apenas uma aventura em bares e becos sujos, fazendo todo o tipo de trabalho sujo por dinheiro e mulheres. Não, era uma operação de resgate que eu tinha em mãos, por isso eu não iria apenas me levantar e sair andando daquela sala, fosse com um "SIM" ou um "NÃO" para a sua proposta, eu precisava saber.

Faria então uma pausa e diria olhando fixamente nos olhos de Mirella — Me desculpe, eu acabei me perdendo em pensamentos por um instante. Claro que ficaríamos felizes em ajudar, mas eu queria saber... — daria uma pausa novamente, para respirar e formular minha pergunta da forma mais clara possível — Você parece uma pessoa inteligente, com recursos e ouso dizer; influência. Por isso eu preciso perguntar: você sabe alguma coisa sobre uma ilha acima das nuvens ? — Uma vez perguntado, manteria meu olhar firme para ver a expressão dela e o resto seria intuição, eu queria saber se ela tinha informações, mesmo que fosse apenas paranoia minha e eu estivesse errado.

No caso dela ficar em silêncio por algum tempo ou se me questionasse sobre os meus motivos, eu então responderia — Eu sei que ela existe, apenas não sei como encontrar. Meus pais são Nathan e Lara Anne Stine, não acho que os conheça, mas eles eram exploradores e desapareceram pouco depois de descobrirem a localização para a ilha do céu, esse é o motivo de eu ter vindo para a Grand Line em primeiro lugar. — e então esperaria por sua resposta.

Independente do rumo da conversa ou da resposta que a cientista me dessa a respeito das minhas perguntas, eu apenas agradeceria e então diria — Então, quanto a sua mandragora. De quanto dinheiro estamos falando ? — e esperaria sua resposta e uma explicação para o que deveríamos fazer com relação a criatura.

No caso dela não me dar informações a respeito do animal e apenas me respondesse qual seria o pagamento, eu então perguntaria — Tem mais alguma coisa que devamos saber sobre esse animal ? Localização ? Aparência ? Habitat ? — e esperaria por sua resposta.

Se ela me desse uma direção, fosse em forma de bússola, mapa ou apenas indicando com o dedo para norte, sul, leste ou oeste, eu então seguiria pelo caminho indicado. Porém, se esse não fosse o caso, eu precisaria seguir minha intuição, e minha intuição me dizia que o animal era perigoso, senão ela não pagaria para 2 completos estranhos rastrearem o objeto de pesquisa dela. E numa floresta, quanto mais adentro, mais perigosos são os animais, por isso caminharia de forma cautelosa floresta a dentro, sempre me mantendo a frente de Marianna e nunca perdendo ela de vista, para sempre poder ajudá-la caso algum imprevisto ou perigo surgisse.

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 2 EmptyDom 22 Jul 2018, 15:17

Uma pausa curta era feita por Coldraz, deixando um silêncio de instantes enquanto a mulher esperava uma resposta dele, bebendo um gole de sua xícara de chá. Entre palavras e palavras, o caçador de recompensas buscava mais do que simplesmente uma recompensa pela caça da mandrágora: ele via a oportunidade de, quem sabe, saber mais sobre o paradeiro de seus pais, questionando sobre a existência de uma ilha acima das nuvens.

O semblante de Mirella caiu. Ela arqueava as sobrancelhas de maneira pensativa, levando a mão ao queixo por um instante, para então responder. - Ilha acima das nuvens...? - Ela levantava seu olhar, fitando o garoto. - Ecxiste uma lenda sobrre uma cidade etérrea, onde deuses sobrre-humanos reinam. É chamada de Skypiea. Alguns loucos afirrmam já terrem ido parra lá, mas ninguém sabe ao cerrto... - Aquela questão parecia, de certa forma, intrigá-la.

De qualquer maneira, Coldraz então dizia o porquê de estar perguntando sobre aquilo, e reparava que quando dizia o nome de seus pais, um certo brilho vinha no olhar de Mirella, enquanto sua boca se mexia, de forma muito sutil, a repetir a palavra "Stine". Ela até tentava disfarçar, e talvez Marianna não percebesse mesmo, mas Coldraz notava aquilo pela fascinação que o fazia olhar, mesmo que involuntariamente, com mais atenção para a cientista.

- Eu não sei outrras informações, garroto, parrdon. - Ela contrariava, puxando um cigarro do maço em seu bolso e acendendo-o com um isqueiro, para dar uma longa tragada enquanto o caçador de recompensas prosseguia falando.

- Depende do tamanho. Pode varriar entre dez e vinte miliones de berries. Isso se você trouxer ela aqui parra mim... - Ela voltava ao ar natural de antes, tendo passado aquela assunto que parecia a incomodar, mesmo que ela tentasse disfarçar. - As mandrragorras são serrpentes enorrmes, que vivem em uma region chamada de "Covil da Mandrragorra". Dependendo do tamanho, poderemos negociar um bom pagamento. Siga o caminho de pedrras depois do navio e chegarrá la.

A dupla estava para deixar o navio, tendo saído da parte interior, reencontrando as figuras com quem batalhavam antes no convés paradas, estáticas, com seus olhares robóticos, quando Mirella segurou no ombro de Marianna. - Não, não. Eu vou prrecisar de você. Com cerrteza o Stine sabe se virrar sozinho. - E sorria para ele de forma misteriosa, se virando junto de Marianna, que parecia não saber exatamente o que dizer.

O caminho de pedras era totalmente visível além do barco, seguindo agora não pelo leito de um rio, mas por entre a floresta densa da ilha. E o calor insuportável de estar ali fora novamente incomodava Coldraz, além dos mosquitos a sua volta.

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva - Página 2 EmptyDom 22 Jul 2018, 16:21


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Caçada Pela Mandragora


Skypiea! Depois de tantos anos, finalmente minha primeira pista. Apenas um nome e boatos sem a menor base concreta, mas para alguém que passou 10 anos sendo motivo de piada por procurar informações sobre uma ilha acima das nuvens, saber que eu não era o único a acreditar nela era de fato um alívio.

Queria ter passado mais algum tempo conversando a respeito de Skypiea, principalmente após ver o brilho nos olhos de Mirella ao saber o meu sobrenome, uma reação bem incomum, mas desde que cheguei na Grand Line, parece que o normal e a lógica eram coisas que esta parte do mundo desconheciam, provavelmente esse seria meu estilo de vida daqui pra frente.

Com todas as informações que eu poderia esperar e mais algumas, já estava pronto para partir na minha caçada pelas Mandragoras quando a cientista interrompeu nossa partida, impedindo que a Marianna fosse comigo enquanto dizia — Não, não. Eu vou prrecisar de você. Com cerrteza o Stine sabe se virrar sozinho. — Como de costume, minha mente procurava por razões para confiar em uma moça bonita como a Mirella, da mesma forma que meu instinto de proteção para com donzelas disparava criando contra-argumentos para proteger Marianna.

Apesar desse conflito, eu tinha certeza de 3 coisas: 1) se Mirella quisesse nos matar, já estaríamos mortos; 2) aquela ilha estava repleta de animas gigantes; 3) eu não poderia garantir que seria capaz de proteger a Marianna naquela floresta.

Então, a pesar de bem relutante, eu suspirava e dava minha resposta — Acho que não tem problema, mas nem pensem em fazer uma festinha enquanto eu estiver fora. — Marianna era uma garota forte, entre ser criada por um capitão da marinha e caçar criminosos ao lado de um psicopata mentalmente instável e obcecado por armas de fogo, a maior preocupação que ela já me deu era sua péssima intuição para fazer amizades, caso contrário, jamais teria deixado Loguetown para viajar o mundo ao meu lado.

Finalmente, depois desse episódio dramático e reflexivo digno de um adolescente, estava na hora de começar a caçada. Eu, um jovem sem qualquer conhecimento em caça ou rastreio, crescido em berço de ouro, frequentador de uma escola de arqueologia e totalmente alienado da natureza, se aventurando por uma ilha que é um pântano em sua totalidade, caçando cobras gigantes com um juitte... o que diabos poderia dar errado ?

Faria como Mirella havia me instruído, seguiria pelo caminho de pedras, prestando atenção ao meu redor para qualquer predador que eu pudesse encontrar, observando o solo e o topo das árvores, talvez eu achasse alguma dessas cobras Mandragoras enroscada em uma. Também ficaria atento a sinais de civilização, afinal, ainda não tinha um meio de sair daquela ilha.

Continuaria pelo caminho de pedra até que ele terminasse e então seguiria em frente, ou então iria atrás de qualquer coisa rastejante que me lembrasse uma cobra, ou sinais de vida inteligência como fogueiras, barulho de equipamentos, armas e coisas do tipo. E se caso ficasse escuro demais, tentaria ascender um fósforo, em seguida procuraria por um galho pelo chão, e se encontrasse, rasgaria um pedaço da minha camisa e enrolaria no galho, em seguida colocando fogo neste para fazer uma tocha, como aquele aventureiro bacana de quem eu lia a respeito as vezes, Indiana algumas coisa.

Se eu fosse atacado a qualquer momento, fosse por um animal, humano, máquina ou sabe-se lá que criatura espreitasse por aquela floresta, eu tentaria bloquear o ataque movendo meu jutte na diagonal em um movimento feito de baixo para cima, visando acertar o que quer que meu adversário usasse para me atacar, tentando desviar o ataque para um lado enquanto jogaria meu corpo para o outro. Independente do sucesso ou fracasso desse movimento, eu tentaria me afastar para ter noção do ambiente e números dos meus oponentes.

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