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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva

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MensagemAssunto: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva EmptySab 26 Maio 2018, 15:06

Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador de Recompensas Coldraz Anne Stine. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva EmptySab 26 Maio 2018, 15:20


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Que comece a aventura


Para ser um aventureiro e um explorador, primeiro você precisa ter sérios problemas mentais, só assim para alguém deixar o conforto de sua casa e trocar uma cama quente por uma floresta lamacenta e desabitada. Minha jornada mal havia começado e já me deparava com uma situação terrível, ser abandonado a própria sorte em uma ilha deserta, sem navio, log pose ou qualquer meio de deixar o local.

Bom, mas eu sou um cara que sempre busca ver o lado positivo e, acredite, mesmo naquele lugar terrível ainda existia uma coisa boa: Marianna. Acho que ninguém se incomodaria de ficar preso em uma ilha deserta com uma garota daquelas, ela conseguia transformar aquele lugar em algo suportável.

A vista teria ficado ainda melhor se ela houvesse aceitado minha proposta para nos despirmos afim de evitar o risco de desidratação naquela floresta densa e quente. Enfim, provavelmente já era hora de começarmos a buscar algum sinal de civilização ou meio de deixar aquele local o quanto antes. Depois de ver o meu primeiro rei dos mares durante a travessia pelo Calm Belt, minhas noções de realidade foram por água abaixo e apenas esperava pela próxima criatura anatomicamente incorreta que cruzaria meu caminho.

Eu então começaria a minha busca por aquela floresta, diria a Marianna — É melhor começarmos a nos mover, espero encontrar algum sinal de civilização antes que algum animal estranho cruze o nosso caminho — e então começaria a caminhar em volta da ilha afim de encontrar algum sinal de vida inteligente, sempre andando de forma lenta, tomando cuidado para não cair, esbarrar em algum animal rastejante ou afundar em alguma poça mais funda do que realmente aparentava ser. Sempre tomando a dianteira na busca, para que qualquer obstáculo que cruzasse nosso caminho, tivesse de passar por mim antes de chegar à Marianna.

Eu não fazia ideia de para onde ir, mas precisava chegar à algum lugar, de preferência um que tivesse alimento e abrigo, ou uma rota de fuga, isso definitivamente seria melhor. Começaria explorando a orla da floresta e só depois disso me aventuraria entrando nesta. Procuraria por qualquer sinal de civilização: vozes humanas, barulhos de equipamentos e armas que pudessem ser ouvidos, ou qualquer outro sinal de vida inteligente, como fumaça por exemplo, e faria desta a minha direção, até que continuar seguindo a fonte se mostrasse impossível ou perigoso demais, nesse caso, eu procuraria por outro caminho, seguindo a mesma forma de locomoção precavida de antes.

Caso encontrasse algum outro ser inteligente, eu imediatamente o analisaria. Se este não se mostrasse hostil, eu apenas manteria minha guarda levantada e perguntaria — Estamos perdidos, sabe como podemos sair dessa ilha ? — E esperaria sua resposta. Porém, se este acabasse se mostrando uma ameaça para a nossa segurança; um pirata, ser monstruoso ou coisas do tipo por exemplo, eu tentaria manter distância e segui-lo para ver se este possuía algum modo de deixar a ilha: se ele me visse e não me atacasse de imediato, eu então diria — Só estamos de passagem, mas o que você acha de dar uma carona pra gente ? — E esperaria sua resposta. Independente do tipo de indivíduo que eu encontrasse, se tentasse me atacar, eu o trataria como uma criatura hostil.

No caso de encontrarmos alguma criatura hostil, fosse animal ou humano, no momento em que este tentasse nos atacar, eu imediatamente avançaria usando minha técnica Golpe na Cabeça se o meu alvo estivesse a pelo menos 2m de distância de mim, ou então executando um golpe vertical, feito de cima para baixo com meu jutte, visando acertar seu queixo, no caso do meu oponente estar a menos de 2m de mim.

Independente do golpe que eu utilizasse ou do sucesso em executá-lo, uma vez que terminasse meu movimento, me afastaria para ver o resultado do golpe e avaliar a situação do meu adversário. No caso de haver mais de um oponente, eu faria do meu alvo a criatura hostil mais próxima de mim, mas o tipo de golpe que eu utilizaria para neutralizá-lo continuaria sendo o mesmo e seguindo os mesmos critérios de utilização.

Além disso, meus movimentos de defesa seriam simples. Se eu estivesse distante da Marianna, eu apenas me esquivaria dando três passos para o lado ou para trás, o que fosse mais conveniente. Porém, se ela estivesse próxima de mim e o fato de me esquivar pudesse acarretar nela sendo atingida, eu então tentaria bloquear o ataque com meu jutte usando um movimento horizontal da direita para a esquerda, visando acertar o que quer que meu adversário (humano ou não) utilizasse para me atacar. E esta seria minha defesa.

Claro que eu não era estúpido de tentar atacar uma criatura que aparentasse ser visivelmente superior a mim: uma cobra gigante, um monstro de pedra ou qualquer coisa que aparentasse ter a pele mais dura do que concreto ou fosse maior do que 3m de altura. Seria suicídio tentar confrontar algo do tipo, logo, minha reação não seria lutar e sim fugir; primeiro tentaria voltar pelo lugar do qual havia vindo, mas caso não fosse possível, eu tentaria seguir por uma rota alternativa que não apresentasse nenhum perigo visível.

Lutar com um oponente que estivesse em alguma dessas categorias, só seria uma opção caso fugir se mostrasse impossível, fosse pelas condições ou pelo fato da Marianna ser incapaz de me acompanhar. Nesse caso, eu tentaria correr ao redor do meu alvo, mantendo uma distância de pelo menos 2m e então atacar usando uma estocada com meu jutte, visando acertar a cabeça ou o tórax do meu adversário, o que fosse mais fácil, enquanto diria para a Marianna — ATIRA! — Na esperança de que seus tiros fossem mais eficazes do que meu jutte.

Thanks Akacchi



Objetivos:
 

Histórico:
 

Marianna:
 

OFF:
 

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"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva EmptySab 02 Jun 2018, 16:23

A vida de Coldraz estava realmente NA MERDA. Desculpem começar deste jeito, mas é a única definição que eu consigo encontrar para definir a situação daquele jovem: perdido numa ilha deserta, pantanosa e esquisita, sem qualquer sinal de vida inteligente além da bela Marianna que estava com ele, e aparentemente um pouco assustada com aquele local.

A verdade é que a ilha de Berlinque era realmente muito esquisita. Desde que colocaram os pés no local, eles sentiam que seus sapatos afundavam no terreno lamacento, e era difícil reconhecer aquele local onde estavam como uma praia. Na verdade, tudo que eles conseguiam ver era um enorme pântano, com árvores esquisitas, e um cheiro totalmente estranho no ar.

Como se não bastasse, aquele lugar tinha um calor dos infernos. O sol no topo do céu, indicando horário próximo ao meio-dia, liberava tanto calor que era possível ver como que ondas se formando no ar. Até a respiração era estranha, o ar parecia não ser suficiente mesmo enchendo o pulmão. Por sorte, o caçador de recompensas possuía um chapéu que tampava a luz do sol de seu rosto, mas suas roupas já o faziam sentir calor, tendo ele na última aventura inclusive proposto tirar as mesmas.

Naquela situação em que se viam, o jovem Stine decidia que eles não poderiam ficar somente ali, e deveriam se mover a procura de algum sinal de civilização. Marianna apenas concordava com a cabeça, sem dizer nada, olhando em volta. O local em específico onde estavam era quase que a entrada da floresta, mas já com aquele terreno lamacento e úmido, nojento.

A dupla seguia então com Coldraz tomando a dianteira, sentindo que a cada passo que dava seus pés. afundavam na lama e sujavam cada vez mais seus calçados. Era de fato uma situação muito esquisita. De qualquer maneira, passos após passos, e eles visualizavam uma espécie de rio que ia para dentro da ilha. Na verdade, por todo lado haviam alguns focos de água, mas naquele em especifico tinha-se a impressão de que era possível navegar.

Não só era possível, como havia ali um pequeno bote. E eis que neste bote, alguma figura humana, por sorte. O homem na embarcação era um senhor mais velho, de um metro e sessenta, cabelos brancos e profundas olheiras. Trajava uma capa verde que cobria todo seu corpo, estando surrada e aparentemente velha.

Ele não conduzia o barco. Estava sendo levado pela correnteza, como se tivesse acabado de chegar na ilha. Seu olhar demonstrava desespero, ele não sabia o que fazer, e mais ainda quando o bote atolou em uma camada de lama ali. Ele olhava para os lados assustado, mas aparentemente não via a dupla, nem sequer uma outra figura que olhava para ele de longe.

A outra figura também não parecia ter visto Coldraz e Marianna. Era difícil de reconhecer o que era. Talvez um monstrinho, algo assim, um animal, mas era pequeno, e não parecia demonstrar perigo. Mesmo assim, seu olhar tinha certa desconfiança.

O homem do bote, não conseguindo mais utilizar seu pequeno barquinho de madeira, tentava descer e sentia seus pés afundarem na lama, ainda extremamente assustado. Eis que uma figura de um animal reptiliano surge, enorme, e tenta abocanhar o velho. Era um jacaré, e percebendo esse ataque, o homem saltava, e conseguia se esquivar, contudo, uma batalha iria se iniciar. Iriam os intervir naquilo ou continuar sua passagem, que teria que atravessar o riozinho que ia para dentro da ilha?
Velho:
 

Situação:
 

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva EmptySab 02 Jun 2018, 18:00


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
O primeiro desafio


A cada segundo que passava naquela ilha, sentia como se a companhia da Marianna não fosse mais o suficiente. Aquele solo lamacento era terrível de se andar, e não tinha como não associar isso com a pior coisa do mundo naquele instante, se algum animal acabasse nos vendo, eu não tinha esperança de conseguir me esquivar a tempo.

Sem contar no calor e no odor terrível daquele lugar, eu me sentia como se tivesse sido jogado no forno velho de alguma bruxa do pântano daquelas histórias infantis que os pais contam para as crianças. — Caramba, em que merda eu fui me meter ?! —

Enquanto atravessava aquele pântano, finalmente conseguia avistar algum sinal de vida. Um pequeno bote que atravessava o rio, o simples fato de haver pessoas naquela ilha já me animava, mas logo essa animação morria quando descobria se tratar de um velho assustado, sem contar que era apenas um bote; na melhor das hipóteses, ele era um exilado de algum navio que acabou ficando preso floresta à dentro, no pior: não havia um navio.

Sinceramente, ele não me parecia uma ameaça, talvez tivesse informações, mas aquele crocodilo tentando abocanhá-lo e aquela figura misteriosa que observava de longe tiravam completamente minha vontade de dialogar com o viajante. Ele não me parecia ser um marinheiro, tão pouco um agente do governo, talvez algum mercador que deu azar ou um pirata bem charlatão.

— Se ele está navegando por aqui, talvez ele tenha um log pose. No mundo ideal, talvez ele tenha até mesmo um navio. — Minha visão se voltava então para o crocodilo enorme e a sensação dos meus pés naquele lamaçal, chegava então a conclusão, uma bússola não valia nada se estivéssemos mortos, e nem sequer podia ter certeza de que ele possuía mesmo um log pose, ou um navio.

Sem contar naquela silhueta estranha que observava de longe. Aquela era uma situação complicada, o ideal seria apenas esperar até que o velho morresse e seguir mata à dentro em busca de algum navio que pudesse haver nas proximidades, ou mesmo ir atrás daquela figura misteriosa, e era exatamente isso que eu faria, nem pensar que eu arriscaria a vida da Marianna de forma tão desnecessária, principalmente quando eu tinha certeza da minha incapacidade de derrotar a criatura.

Por isso, eu observaria os meus arredores para ter certeza de que não havia nenhum outro animal vindo em nossa direção e se não houvesse, diria bem baixinho para a Marianna — Precisamos tomar cuidado, pode ter outros animais na região, deixe sua arma preparada — e observaria a situação atentamente para que não fosse pego de surpresa.

Porém, se o crocodilo que estava atacando o velho, ou qualquer outra criatura hostil (mesmo humanoide) tentasse nos atacar, eu não teria escolha a não ser entrar em combate.

Para começar, me esquivar seria uma tarefa complicada naquele terreno, por isso eu optaria por bloquear o ataque do meu oponente, em um primeiro momento, eu via duas possibilidades de como fazer isso e optaria para a mais adequada diante da situação:


  1. Eu poderia juntar meu braço ao corpo enquanto segurava meu jutte com a ponta para fora, de forma a apenas reduzir o impacto do golpe enquanto usava meu corpo como escudo para que a Marianna pudesse efetuar um disparo com sua arma. Optaria por isto se o meu adversário utilizasse alguma arma, pata, rabo, etc.

  2. Ou então efetuar um golpe horizontal com meu jutte, feito da direita para a esquerda enquanto tentava atingir o que quer que meu oponente tenha usado para me atacar. Essa seria minha preferência caso o meu adversário tentasse efetuar uma mordida por exemplo, nesse caso, meu alvo seria sua cabeça, obviamente.


Uma vez realizada minha defesa, independente desta ter sido bem sucedida ou não, eu tentaria efetuar meu ataque. Começaria avançando na direção do meu adversário e com meu jutte, atacaria com um golpe vertical, feito de cima para baixo, visando acertar a cabeça do meu adversário, seguido por uma "estocada" com a arma, visando novamente atingir sua cabeça, mais especificamente, seu olho. Por fim, eu me afastaria para ver o resultado do meu ataque.

A princípio, eu apenas lutaria se fôssemos avistados e atacados em algum momento, mas existiam outras 2 coisas que me fariam entrar em combate: a Marianna tentar proteger o velho ou aquela figura misteriosa tentar realizar tal proeza.


  1. Sendo sincero, eu realmente não me sentia bem em simplesmente assistir alguém morrer. Se fosse apenas eu naquela situação, talvez já até houvesse tentado ajudar o velho, mas não podia simplesmente arriscar a vida dos meus amigos de forma desnecessária. Por isso, se a Marianna quisesse proteger o velhote, eu não teria nenhuma objeção contra isso, pegaria meu jutte e entraria no combate utilizando o mesmo método de ataque descrito anteriormente: golpe na cabeça seguido por uma estocada.

  2. Agora, no caso da figura misteriosa tentar ajudar o velho, era uma situação mais delicada. O motivo dessa reação influenciar minha entrada na batalha era simples: a índole do desconhecido. O velho havia se provado um medroso inútil, mas se a figura misteriosa tentasse ajudá-lo, provavelmente era alguém disposto a ajudar pessoas perdidas, e nós bem que precisávamos de alguém assim, por isso era uma boa ideia causar uma boa primeira impressão.

    Nesse caso, eu observaria para ter certeza de que ele pretendia ajudar o velho, afinal, ainda havia a possibilidade dele ser o dono do crocodilo e estar indo se vangloriar disso, nesse caso, eu não entraria no combate. Mas se ele demonstrasse querer proteger o velho e enfrentar o crocodilo, eu então o ajudaria, atacando o animal com o já enfatizado: golpe na cabeça seguido por uma estocada.


Uma última possibilidade seria a de que nenhum de nós resolvesse ajudar o velho, o que na verdade, era bem provável. Nesse caso, eu prestaria atenção na figura misteriosa e assim que o crocodilo deixasse o local, tentaria procurar por algum caminho que eu pudesse usar para segui-lo, ou pelo menos, ir na mesma direção em que este se dirigia.

No caso disso ser impossível, eu apenas iria floresta à dentro, talvez o velhote possuísse algum navio. Se eu tivesse sorte, ele ainda poderia ter alguma coisa que nos ajudasse: um mapa, log pose, comida ou, mais importante ainda, alguma bebida bem forte para me desligar daquele lugar horrível.

Thanks Akacchi



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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva EmptyQua 13 Jun 2018, 18:24

Coldraz vendo aquela situação em que estavam, parecia realmente não querer ajudar o pobre e velho homem. Marianna também parecia não fazer questão de ajuda não, desta maneira, mesmo que com armas já empunhadas, eles prefeririam esperar a passagem do crocodilo ali.

O que acontecia era que o homem era quase abocanhado mais uma vez, mas conseguia rolar na lama e não ser pego. Ele saia correndo adentro da floresta, e o jacaré vinha atrás, determinado em conseguir sua janta com aquela caça. O velho puxava algumas folhas e adentrava na densa vegetação, e o jacaré também. Talvez fosse difícil segui-los, ou talvez não, não tinha como ter certeza.

De qualquer forma, a figura pequena que antes observava de longe sumia. E assim o casal tomava seus rumos. Haviam então três maneiras de se seguir adentro da floresta, e eles teriam que escolher uma: Uma delas seria fazer como o homem, e se esgueirar e mexer com algumas folhas por dentro da densa vegetação, fosse na direção que ele havia ido, fosse outra; Outra forma seria acompanhando o curso do rio, que tinha agora algumas pedras repletas de musgos e que poderiam ser usadas, talvez, na locomoção; A última maneira era seguir por um caminho um pouco mais aberto, mas mais lamacento ao que parecia, de forma que eles não tinham certeza se conseguiriam mover suas pernas muito bem ali, mas neste caminho haviam ele conseguia ver, um pouco mais a frente, um lugar com cores diferentes da do típico verde-pântano: haviam gigantescas flores vermelhas, azuis, violetas, verdes, e de todas as cores que se podia imaginar. Algumas eram realmente enormes, mas também as pequenas, e algumas em formatos inclusive engraçados. De qualquer forma, bastava a Cold escolher, pelo que Marianna parecia esperar alguma decisão por parte dele.

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva EmptySex 15 Jun 2018, 18:47


~ Bem-vindo a pior ilha do mundo ~
População: depressiva
Continue a andar para achar a solução


No fim das contas, nada aconteceu. Acho que já era de se esperar, só um idiota iria arriscar sua própria vida para ajudar um velhote desconhecido. Ele estava condenado no momento em que se classificou como: "não é uma garota bonita".

Bom, isso não importava mais. Me sentia mal por não ter ajudado ele, mas talvez ainda sobrevivesse. O que eu precisava mesmo era descobrir o que fazer naquela situação, eu não tinha mais certeza da inteligência da figura misteriosa que havia visto, já que esta não demonstrou nenhuma habilidade anormal além de olhar fixamente, qualquer animal poderia fazer isso.

Não fazia sentido seguir o velho e simplesmente não tinha como eu ir na direção daquelas flores chamativas, eu não sou nenhum herbologista nem nada, mas elas praticamente berravam serem venenosas, ir até elas seria inútil e até perigoso. Logo, a única opção que me restava era também a única que ainda me parecia inteligente: procurar pelo possível navio daquele velhote.

Por isso eu seguiria próximo ao leito do rio, de forma lenta e cuidadosa para não escorregar ou ser pego de surpresa por algum animal. O caminho que eu buscava seguir era a direção pela qual o velhote havia vindo, mas também prestaria atenção em busca de alguma forma de atravessar para o outro lado do rio, onde a figura misteriosa estava; se minha busca não desse em nada, talvez eu ainda pudesse procurar por ele.

Eu não tinha nenhuma habilidade de rastreamento e o mais perto que já cheguei de caçar algo, foi quando deixei aquela tetuda dos cães me levar até a floresta onde decapitei meu primeiro pirata. Então não fazia questão de me apressar em procurá-lo, não conseguiria seguir nenhuma pista mesmo, o máximo que eu poderia fazer seria ir na mesma direção que ele.

Eu então continuaria seguindo o rio em busca do navio, sempre me mantendo atento para o caso de encontrar algum modo de atravessa-lo, e caso encontrasse uma forma, eu então tentaria passar e abandonar minha busca pelo navio, focando agora em ir na mesma direção que a figura misteriosa de antes, talvez conseguisse encontrar alguma coisa que valesse a pena e não apenas uma esperança inútil.

No caso de encontrarmos o navio, eu daria uma olhada em seu estado e se não houvesse virado território de algum animal ou bando de animais perigosos, eu tentaria adentrar nele em busca de qualquer coisa que pudesse nos ajudar: mapas, anotações, comida, meios de comunicação, cerveja. E então pegaria tudo que parecesse útil.

No caso de encontrarmos com algum animal ou pessoa, eu tentaria me manter escondido para ter certeza de suas intenções e sua força. No caso de sermos atacados, eu imediatamente tentaria bloquear o ataque:


  1. Eu poderia juntar meu braço ao corpo enquanto segurava meu jutte com a ponta para fora, de forma a apenas reduzir o impacto do golpe enquanto usava meu corpo como escudo para que a Marianna pudesse efetuar um disparo com sua arma. Optaria por isto se o meu adversário utilizasse alguma arma, pata, rabo, etc.

  2. Ou então efetuar um golpe horizontal com meu jutte, feito da direita para a esquerda enquanto tentava atingir o que quer que meu oponente tenha usado para me atacar. Essa seria minha preferência caso o meu adversário tentasse efetuar uma mordida por exemplo, nesse caso, meu alvo seria sua cabeça, obviamente.


Uma vez realizada minha defesa, independente desta ter sido bem sucedida ou não, eu tentaria efetuar meu ataque. Começaria avançando na direção do meu adversário e com meu jutte, atacaria com um golpe vertical, feito de cima para baixo, visando acertar a cabeça do meu adversário, seguido por uma "estocada" com a arma, visando novamente atingir sua cabeça, mais especificamente, seu olho. Por fim, eu me afastaria para ver o resultado do meu ataque.

Thanks Akacchi



Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva EmptySab 16 Jun 2018, 14:35

A decisão era tomada. Não seria inteligente seguir pelo mesmo caminho do velho e do jacaré, e talvez as flores tão diferentes do outro caminho pudessem apresentar certo risco para a dupla e, com isso em mente, Coldraz tomava a frente seguindo pelas pedras que contornava o caminho do rio, adentro da ilha.

Eram passos difíceis, as pedras eram escorregadias, mas mesmo assim com certo cuidado eles conseguiam se mover, com o caçador de recompensas a frente, e Marianna atrás, apenas seguindo seus passos. Em dado momento, ela até dava um passo em falso, escorregando e quase caindo, mas conseguindo se apoiar em um galho ali ao lado, o que a salvava de ser jogada para dentro do rio lamacento.

Quanto mais eles andavam, menos luz eles viam. Percebiam que, quanto mais dentro da floresta, mais densa era a vegetação, e as árvore agora, altíssimas, formavam uma abóboda no céu que tornava difícil a passagem de raios de luz, mas apesar disso sentiam cada vez mais calor. Por baixo de suas roupas, eles escorriam suor, e já começavam a sentir certa sede. Os corpos estavam um pouco cansados, e o som típico de pântano estava mais alto. Marianna parecia estar um pouco assustada.

E quanto mais eles andavam, mais parecia que ia ficando escuro, e difícil a caminhada. A impressão que se tinha era de não sair do lugar, pois a vegetação parecia se repetir a cada dez passos que eles davam. Mosquitos rondavam seus corpos, mas eles seguiam o curso do pequeno riozinho, que agora se tornava um pouco menos estreito do que antes. Em alguns momentos eles viam sapos, e até alguns animais maiores, e lacrais, aranhas, passando ali próximos. Um escorpião até se aproximava deles e, sem tempo para que Coldraz fizesse algo, Marianna disparava, derrubando o bicho na mesma hora; - C-Cold... S-será que n-nós... N-nós vamos morrer aqui...? - Quase que instintivamente, neste instante, o garoto desvia seu olhar de novo para frente, e vê então uma luz saindo de uma estrutura esquisita.

Parecia uma espécie de barco, um pouco maior que uma escuna, mas que estava parado e coberto por algumas vegetações. Talvez estivesse ali a muito tempo, mas uma coisa denunciava estar, de certa forma, em operação: uma breve fumaça negra saía de uma das duas chaminés. Não havia ninguém no convés, aparentemente. Talvez, passando por ele, desse para passar para a outra margem do rio.

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva EmptyDom 17 Jun 2018, 17:49


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O Navio Naufragado


Um calor insuportável que apenas aumentava, insetos por todos os lados e uma escuridão que nos consumia cada vez mais. Talvez eu devesse estar reclamando de todas essas coisas, mas depois de ter visto aquele jacaré colossal alguns instantes atrás, eu estava até que bem feliz de ainda não ter cruzado o caminho de nenhum animal feroz.

Mas ainda assim, estávamos ficando em uma péssima situação, o tempo estava passando e levando nossas energias com ele, logo estaríamos cansados e famintos, sem contar nessa leve sensação de que estávamos perdidos. Já fazia algum tempo que todas as árvores começaram a se parecer com, bom, árvores!

Era muita coisa na minha cabeça e, confesso, estava começando a ficar um pouco pessimista quanto as nossas chances. PA! esse foi o som que me trouxe de volta a realidade, resgatado do meu transe e tomado por um desespero que só podia ser resumido a uma palavra:

— Marianna! — Se o desespero que tomou conta de mim ao ouvir o disparo já era difícil de descrever, sequer tentava buscar palavras para explicar o alívio que senti quando vi que ela estava bem e tinha apenas atirado em um escorpião que se aproximava. Eu sequer havia notado o bicho.

— C-Cold... S-será que n-nós... N-nós vamos morrer aqui...? —

— Nem pensar que eu vou deixar uma donzela morrer nesse lugar. Eu vou tirar a gente daqui. — Voltava então minha atenção para aquela faísca de esperança que tomava a forma de um navio diante de nós e completava — Vai ser moleza, quer ver ?! —

O navio parecia bem detonado e, mesmo que funcionasse, eu precisaria de um belo manual de instruções para conseguir pilotar aquela lata-velha, mas eu precisava acalmá-la. E um pouco de otimismo não faz mal para ninguém.

Desse modo, eu diria para a Marianna me seguir e então adentraria no navio. Seria bem cauteloso ao fazer isso, não tinha como saber o que habitava aquela ilha: jacarés gigantes, canibais, piratas náufragos. Qualquer coisa poderia ter feito daquele navio sua casa.

Se eu conseguisse entrar sem nenhum problema, começaria a investigar cada porta destrancada e até aquelas que pudessem ser derrubadas com um pequeno empurrão. Procuraria pelo de sempre; mapas, anotações, comida, cerveja, ferramentas de caça.

Uma vez que terminássemos de vasculhar pelo navio, eu perguntaria para a Marianna — O que você encontrou ? — E faria o mesmo, informando a ela o que havia achado. Por fim, diria para ela — Vamos andando, ainda está cedo, precisamos seguir em frente — e usaria o navio como ponte para atravessar o rio, meu objetivo era ir na mesma direção que a figura misteriosa de antes havia tomado. Como eu não sabia rastrear, eu apenas seguiria mata a dentro, caminhando em diagonal, para o lado em que havíamos começado nossa caminhada, como se voltando para o mesmo lugar, mas entrando pela floresta.

A todo momento prestaria atenção à barulhos e sinais de vida inteligente como disparos, máquinas, fumaça, canções, instrumentos tocando e coisas do gênero. Se eu conseguisse notar alguma destas coisas, faria a direção da qual os sinais vinham, a minha trajetória.

Se conseguíssemos encontrar qualquer criatura que demonstrasse o mínimo de inteligência como: usar roupas, conversar, tocar instrumentos, cozinhar, empunhar armas, operar máquinas, etc, mesmo que não fosse humana, manteria uma pequena distância para prestar atenção no que fazia e decidir se era ou não uma ameaça.

No caso de sermos atacados, a qualquer momento e por qualquer um: humano ou não, eu começaria, como sempre, tentando bloquear o seu ataque com meu jutte da forma mais simples e funcional de sempre, juntando o meu braço ao corpo enquanto segurava o jutte com a ponta para fora, sempre mantendo a Marianna atrás de mim, mas tentando manter a linha de visão dela livre para efetuar um disparo. Sua segurança podia ser minha prioridade, mas ela ainda era minha maior e única aliada.

Uma vez efetuado o bloqueio, bem sucedido ou não, eu tentaria avançar na direção do meu oponente mais próximo, no caso de haver mais de um, e então disferiria um golpe com meu jutte, feito de baixo para cima, visando acertar o maxilar do meu oponente, ou qualquer outra parte exposta, como o tórax por exemplo, no caso disso não ser possível.

Assim que terminasse meu ataque, independente do resultado, eu apenas recuaria para próximo da Marianna e manteria a minha tática de bloqueio até pensar em uma estratégia mais elaborada para superar meu(s) oponente(s).

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— Henry Avery, 1694 —

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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva EmptyDom 17 Jun 2018, 21:53

A verdade era que aquele navio era até certa fonte de luz em meio ao ambiente com tão baixa luminosidade A verdade era que Coldraz já estava até perdendo as esperança, imerso em um transe de seguir em frente no piloto automático, quebrado pelo tiro. A verdade é ele não podia deixar Marianna naquela situação, amedrontada, tinha que consolá-la e, em um momento que alguns chamariam de milagre, ele avistou aquela verdade a sua frente: O navio.

"Vai ser moleza, quer ver?" Ele disse, orgulhoso. Talvez fosse verdade, talvez não. De todo modo, o caçador disse para a garota trêmula o seguir, e ela não parecia ter muito mais opções, apesar de não ficar claro se para ela essa história de moleza parecia verdade.

Seguiam então, subiam na embarcação. A madeira de seu convés era toda escura, e haviam algumas tochas penduradas que produziam aquela primeira verdade, da luz. Eles poderiam passar, achar várias coisas interessante e riquezas, e se darem muito bem, além de conseguirem forma talvez de deixar a ilha, não é? Pena que isso não era verdade.

O que encontravam, na verdade, eram dois indivíduos que os olhavam com semblante totalmente neutro. Em seus olhos, alias, parecia não haver vida, como se fossem até mesmo máquinas. Até seus dizeres eram meio robóticos. - Intrusos detectados. - Dizia a figura de cabelos mais escuros, aparentemente masculina.

- Executar módulo de defesa, 17? - Respondia a outra, loira, em tom igual ao outro, sem vida. Apesar da tonalidade, as vozes eram perfeitamente cabíveis para um garoto e uma garota um pouco mais velhos que Coldraz.

- Afirmativo, 18. - Ambos direcionavam o olhar para o casal, no convés. Inclinavam o corpo para frente, sincronizados, e então realizavam seus movimentos.

Você que está lendo isso. Você mesmo. Abra somente um pouco sua boca, fazendo uma espécie de bico, quase como se fosse assobiar. Faça, faz parte da verdade desta cena. Feito isso, produza um rápido sopro de ar saindo como um som de S. Algo com o sssss, rápido, que não dure mais de um segundo. Chamaremos este barulho de "som de propulsão", okay?

Pois então, este era o som que Coldraz e Marianna ouviam. Quando se davam conta, os adversários avançavam de forma muito rápida, como se tivessem sido lançados para frente, e cada um vinha com um dos punhos no rosto de nossos protagonistas. A garota na garota, o garoto no garoto. Coldraz, é verdade, estava preparado para bloquear ataques e assim, com um ágil levantar de seu jutte, ele bloqueava o golpe, sentindo que era realmente um ataque poderoso. Já Marianna, pra falar a verdade, não estava tão preparada assim para aquilo, e não teve reação. Recebeu um socão no meio da cara.

A atiradora voou para trás e chocou suas costas com a madeira do parapeito do navio, mas tentou se levantar rápido. As duas novas figuras saltavam para trás e se colocavam eretos novamente. - Vão embora, forasteiros. - Começava um, robótico ainda.

- Ou seremos obrigados a matá-los. - E completava a outra, da mesma forma. Diante de tantas verdades e tantas dúvidas, o que aconteceria logo em seguida?
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MensagemAssunto: Re: Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva   Bem-vindo a pior ilha do mundo - População: depressiva EmptyQua 20 Jun 2018, 22:27


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Round 1 - FIGHT!


Eu poderia falar da minha surpresa ao ver que haviam sobreviventes naquele navio, ou quem sabe do espanto que senti quando eles avançaram na nossa direção em um piscar de olhos. Mas nada disso fazia a menor diferença para mim, na verdade, aquele momento inteiro foi marcado por uma única ação: um soco tão forte que arremessava Marianna para longe.

Alguns podem pensar que eu era do tipo cavalheiro, o que não é de todo errado, eu realmente não gostava de bater em mulheres, tão pouco me sentia bem vendo elas sendo machucadas, mas naquele momento, eu só queria esmagar o crânio daqueles idiotas.

— Desgraçados. Como ousam bater na minha Marianna ! — Diria enquanto empunharia meu jutte apontado para a garota loira que, admito, tinha um belo corpo. Não que isso fosse diminuir a força dos meus golpes.

Meus adversários pareciam bem rápidos e pelo que pude notar pelo golpe de alerta, eles eram realmente fortes. Pelo menos, eu parecia ser capaz de bloquear um soco do rapaz e duvido que eles sejam mais rápidos que um disparo da arma da Marianna. Se tudo desse certo, nós estávamos em vantagem.

A primeira coisa a se fazer era chamar a atenção dos meus oponentes, fazê-los se moverem um pouco e esquecerem da Marianna. Ela era forte, e inteligente, certamente se recuperaria daquele golpe e entenderia o que eu estava tentando fazer sem precisar que eu alertasse aos nossos oponentes de nossa tática.

Começaria avançando contra o adversário que estivesse mais próximo, usando a minha técnica Golpe na Cabeça ou então contra a garota, no caso de ambos estarem a mesma distância de mim. Mas apesar desse golpe ter toda a intenção de acertar e causar o máximo de dano que eu era capaz, ainda era apenas o primeiro golpe, meu objetivo ainda era apenas chamar a atenção de um e, na melhor das hipóteses, do outro, que tentaria ajudar seu companheiro, deixando maiores aberturas para a Marianna efetuar um disparo certeiro.

Por esse motivo, faria questão de sempre deixar uma brecha pela qual ela pudesse ver os oponentes e ter uma linha de tiro clara. O meu ataque seguinte seria um golpe vertical, feito de baixo para cima com o meu jutte e tinha como intuito acertar o queixo do meu oponente mais próximo, no caso do meu alvo anterior ter se afastado ou eu acabar sobre o ataque do outro adversário durante a execução do meu primeiro movimento.

Por fim, eu terminaria disferindo uma "estocada" com meu jutte, que visava acertar o olho do meu oponente mais próximo. Novamente, isso se deve no caso deles decidirem revezar ou me atacarem ambos ao mesmo tempo. Sendo sempre uma situação de atacar o oponente mais próximo de mim, sendo este sempre o primeiro ou então tendo de mudar o alvo durante a minha sequência de ataques.

Minha defesa seria um pouco simples também, pelo que pude notar, ambos eram pugilistas e não aparentavam portar armas. Mas como seus golpes eram bem fortes, eu tentaria defletir seus golpes para outra direção usando meu jutte em um movimento horizontal da direita para a esquerda, afim de acertar seus punhos, pés ou qualquer outra coisa que eles tentassem usar para me acertar.

A princípio, eu tentaria apenas desviar o golpe para longe de mim e da Marianna, mas sempre deixando o adversário em uma linha de visão boa para a Marianna acertar um tiro. Porém, se em algum momento surgisse uma oportunidade de defletir o golpe de um deles, na direção do outro que estivesse próximo, eu assim tentaria fazer, mesmo que tivesse de mudar a forma de mover o jutte horizontalmente durante o processo.

Thanks Akacchi



Objetivos:
 

Histórico:
 

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