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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [Divine Tools] II - Juntando as peças!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 2 EmptySab 12 Maio 2018, 18:34

Relembrando a primeira mensagem :

[Divine Tools] II - Juntando as peças!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Karyo Shen. A qual não possui narrador definido.


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Ficha | Aventura

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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 2 EmptyQui 31 Maio 2018, 03:49


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não sabia bem como era um inverno, não um inverno rigoroso, propriamente dito, com neve e temperaturas tão gélidas quem podiam me queimar as orelhas e o nariz, além de me ressacar os lábios e os olhos; mas sabia que aquela mulher devia ter nascido no ambiente mais inóspito e frio que poderia ter em nosso mar. A sua frieza era incompassível, conferindo-lhe aquele tom infindável. Não podia extrair nada de sua expressão, pois agia como quem bem conhecia as artiminhas dos dissimuladores. Era uma verdadeira aranha, em toda a sua natureza.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Elena Eisenberg. Até onde suas artimanhas podiam alcançar? Jamais que arreadaria o pé daqui. Não direto para a morte. "Me toma por tolo?" - gostaria de falar-lhe, mas por motivos óbvios não podia fazê-lo — Aguardarei o nosso próximo encontro... Tenente - ainda me pesava pronunciar tais palavras. Pessoas como Elena não deveriam vestir o nosso manto sagrado, tão pouco ostentar nossas medalhas de honra.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"Por agora, é melhor eu me concentrar na tarefa que me foi passada. Aqui dentro da marinha, ao menos, estou minimamente protegido, acredito; do contrário, ela não precisaria que eu fosse até a caverna junto a ela para me causar algum mal" - refletia sobre suas ações. Precisava ser esperto, tentar estar um passo a frente de meu oponente, o que seria uma demanda extremamente árdua. "Tenho ordens estritas do Capitão Eric de não deixar os limites do Quartel General até segunda ordem, estou em sua tutela direta, o que nos compra alguma resistência. Assim que terminar aqui irei direito ao encontro do capitão, só assim podemos traçar melhor uma resposta e fazer o nosso movimento - ponderava. A situação ia ficando cada vez mais crítica, para nosso infortúnio. Teria Elena descoberto a verdade?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não tardou para a porta abrir novamente. Por um momento pensei que poderia ser Elena novamente, com mais uma de suas maquinações. No entanto, o que me chegava era um carta, uma mensagem do Capitão Eric. Abri ela e a li imediatamente  — Obrigado - saudaria o meu companheiro marinheiro, agradecendo-o. O seu conteúdo era claro, os novos soldados estavam para chegar no QG, e eu seria responsável por mantê-los longe das garras de Elena tanto quanto possível. Sem perceber, soltava um leve riso. "Mal consigo escapar de suas perversidades, quem dirá afastá-las dos outros..." - começava a pensar que aquilo seria complicado e, talvez, longe de minhas capacidades; todavia, jamais deixaria de cumprir o meu dever, daria tudo de mim para mantê-la tão longe quanto possível dos novatos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ademais, pensaria sobre o teste que haveria amanhã, o qual vinha em momento oportuno. "Finalmente poderei subir de patente, assim damos um passo a mais no combate contra Elena. De passo em passo conseguiremos destruir todo esse esquema perverso" - pensava, resoluto. Olharia o fogo crepitar intesamente na fornalha, jogando a carta em suas chamas. "Assim, se suas mãos sujas tentarem nos alcançar, queimarão até terem o que merecem". Olharia novamente para as ferramentas, preparando-me para mais um round de trabalho duro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Bateria o martelo no balde, ressoando o início de mais uma empreitada, e minha última. "Esse é o meu último esforço aqui, por hoje, vamos fazer valer a pena" - umificaria os beiços, fazendo os preparativos para começar a forja. "Uma arma, hmm... Vamos ver o que sai daqui". Já estava bastante cansado do ritmo frenético que havia empregado ali, naquele ambiente abrasador, sem ter me recuperado totalmente da empreitada nas montanhas. Porém, apenas o trabalho duro podia compensar a diferença de forças existentes entre mim e Elena.

~ Início: Post de Forja (Pistola) ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mergulharia agora por um caminho que eu ainda não poossuía grande confiança, mas tinha convicção que meus treinos e meu aprendizado haviam sido sólidos o suficiente para que agora pudesse dar vida a mais do que apenas armas corpo-a-corpo. Adentrando as maquinárias mais complexas, estava prestes a dar vida ao que considerava as armas mais letais, uma vez que o seu uso era potencialmente mais perigoso do que as demais. Armas de fogo. O nome por si só já me causava certo impacto, como ferreiro. De toda forma, era um desafio que eu possuía pela frente; já havia produzido armas assim, mas agora sentia que era para valer, uma vez que um presente não poderia deixar de ser bom, qualquer coisa abaixo em qualidade seria uma desonra para o meu nome e para os meus mestres.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O interessante de forjar uma arma era a divisão do processo, evento díspar ao da criação de armas brancas e de outras lâminas. De toda forma, as moldeiras estavam sempre ali para nos auxiliar. Tinha certeza que, sem elas, o trabalho de um ferreiro seria mais infernal do que já podera ser considerado. Sendo assim, seguindo as instruções do Capitão, me dei a valer-me de mais um pouco dos recursos que a marinha havia a oferecer. Com o lingote em mãos, deposite-o naquel balde rabugento, dando às brasas o carvão que elas clamavam para que crescessem vívidas. Apesar de me considerar melhor trabalhando com ferro, eu já estava começando a engajar, mais ainda, no trabalho com o aço. Recomeçaria aqueles processos exaustivos, recolocando o balde no fogo com a pinça apropriada, para que não me queimasse as mãos as voraz chamas que subiam ali.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Observando o metal derreter, logo o retiraria assim que desse o tempo, levando o metal derretido até as moldeiras. Diferentemente dos outros tipos, essa possuía diversos espaços, sendo maior que as anteriores, para que pudesse comportar os moldes de cada peça, dando o espaço de segurança necessários para que nenhum desastre acontecesse entre elas. Despejei o líquido em cada uma delas, com a devida cautela, sempre sem pressa, esperando-o se acomodar ao seu tempo. Até o metal precisava do seu espaço, e não poderia negá-lo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ali nada faltava, estava o cano, a massa e alça de mira, o tambor, o cão e o dedal serrilhado, a vareta do extrator e a base que levava a guarda mato, tal como o corpo do cabo. Mas estava faltando algo, o que seria? "Droga, quase me esquecia! São pistolas duplas! Como as das histórias de cowboy, creio..." - tendo isso em mente, repetiria todo o processo de agora a pouco, com uma nova e idêntica molderia - na marinha eles possuíam aos montes - para criar uma nova arma. Com os meus produtos ali, iria arrefecê-los um a um, mantendo o ritmo do trabalho, esquentando-os e trabalhando-os em conjunto; enquanto um esquentava, eu trabalha no corpo do outro, e assim ai construindo a minha própria harmonia. Esquentar, martelar e arrefecer, essa era a tríade que repetia incessantemente. Mesmo sendo pequenas, aquelas armas me requeriam bem mais esforço manual, uma vez que havia de ser mais delicado ainda, para que não estragasse as pequenas peças.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após os longos e árduos processos de martelar e a dicotomia de esquentar e arrefecer as peças, para que se conferisse ao metal as melhoras das qualidades que se pudesse pedir de um ferreiro como eu, começava a trabalhar na parte que mais me exigia mentalmente, que eram os detalhes. Martelar cada peça à parte me fora extremamente desgastant, mas tomava gosto por fazê-los, mais aumentava a preciosidade que era aquela arma. Ainda havia de aclopar devidamente cada peça, fazendo um último processo de esquentar e arrefecer nas peças que possuíam a intríseca necessidade de fazerem parte do corpo principal da arma, não sendo as peças substituíveis. Por fim, quando terminado, pude dar um breve sopro em cada, após polí-las para que emitissem aquele brilho sutil e montá-las devidamente, em seus respectivos lugares, imitando os ditos cowboys, em minha passando os seus icônicos "Ihaaa!"

~ Término: Post de Forja (Pistola) ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"Está acabado! Essa a última, definitivamente - me escoraria contra a parede, deixando-me deslizar até o chão, após acabar todo o processo. Estaria acabado, exausto até a alma, demasiadamente suado, de forma que precisava tomar fôlego e recobrar as energias para poder até me levantar. Aguardia algum tempo, até por fim levantar. "Os esforços de hoje foram produtivos, espero que o capitão aprove o meu trabalho" - juntaria as armas ali feitas, pegaria a minha camisa e me dirigiria até as duchas, novamente. Tomaria um aprazível banho, me libertando daqueles odores indesejados e do aspecto sujo que sentia desgosto de sentir. Só assim estaria apresentável, e poderia finalmente me apresentar novamente ao capitão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"Agora devo ir ao seu encontro" - planejaria, pegando os meus pertences após vestir-me adequadamente, indo de encontro à sala do Capitão Eric. Bateria em sua porta modestamente, da forma que ele já conhecia, em exatas três batidas espaçadas com a mesma força — Me apresento novamente ao senhor, como solicitado. As armas foram produzidas, como solicitado - diria, batendo uma continência ao meu superior e mostrando-as logo que possível. Gesticularia com a boca, dando a entender que perguntava sobre as possíveis escutas naquela sala. À essa altura, provavelmente o capitão já teria averiguado cada centímetro daquele lugar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Esperava novas ordens, mantendo a compustura enquanto aguardava ser instruído sobre os novatos que haviam chegado na ilha. Estava ansioso para conhecê-los. Mal podia esperar para unir-mos forças.

Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
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Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
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Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia.
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EdC: Ceifador

Ganhos: 13's Jason
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Última edição por Kekzy em Sex 03 Ago 2018, 12:54, editado 2 vez(es) (Razão : Conclusão do Post de Forja)
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 2 EmptyQua 06 Jun 2018, 13:36

Se passaram mais algumas horas, desde que a carta havia feito e o soldado teve tempo de fazer mais uma arma, mas a fome já era grande, desde que chegou a fornalha nada havia comido, mas a porta foi aberta novamente e o soldado pode sentir a brisa gelada de fora.

- Soldado Shen! - Era o capitão Eric que entrava no local. - Trabalhou muito bem soldado. - O capitão observava as armas feitas. - Os soldados que mencionei antes já estão na cidade e foram beber em uma taverna, além de Elena, Mizzu, Karkarov, Lucy e Kairo, cujas as fotos você possui, estão Jordan e Mike. Eles também estão limpos. - O capitão dava mais algumas informações. -
Elena não esta aqui, mas esse quartel não é seguro, entretanto vamos usar uma base do governo, um laboratório construído por agentes.

O capitão passava um pequeno mapa da cidade com o local onde os soldados estavam e onde o laboratório dos agentes ficavam. Não era muito detalhado, estava feito a mão.

- Agora vai lá. - Disse o capitão com um sorriso e passando 20.000 berreis. - Come alguma coisa. Fala com os soldados e leve todos ao laboratório, o agente Matty Tuudos, que você conheceu, estará lá. Ele deve dar melhores informações para vocês sobre a situação. Mas amanhã às 14:00 vocês devem estar todos no quartel fazendo exame da Marinha para sargentos. - O capitão já estava saindo quando parou e olhou para o ceifador. - Leve as armas que você fez, o pedido que fiz é para eles. A espada é para Elena, as tonfas para Kario e a pistola para Mizzu.

O Capitão sai da sala.

____________________________________________________

OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 2 EmptyQui 07 Jun 2018, 15:20


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Só me faltava mais uma demanda para arcar com todas as minhas responsabilidades ali. "Só mais um pouco..." - estava cansado, mas ainda havia energia para mais uma. Se esforçando cada vez mais, é assim que poderia superar os meus limites.

~ Início: Post de Forja (Tonfas) ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não me recordava, em minha carreira, ter feito mais de dez tonfas. Não era uma arma muito habitual, sendo pouquíssimo utilizada. Gerava-me até estranheza fazê-la, uma vez que não possuía gravado em meu corpo como fazê-la perfeitamente, me sendo sempre um desafio produzir aquele tipo de armamento. Aliás, pelo próprio estilo em que eram empregadas, as armas deveriam possuir um certo equilíbrio, estando conectadas por uma harmonia e balanço compatíveis a cada uma.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dessarte, comecei novamente - e aquela seria a minha última demanda do dia -, já aliviado, mas sem relaxar, pois doava muito de mim em cada trabalho. E não poderia ser diferente. O trabalho duro era sempre recompensador, e disso sabia até os miolos. Abastada como era Lvneel, peguei mais um dos lingotes de ferro que ali residiam, esperando para serem utilizados pelas mãos hábeis de um bom ferreiro. E ali estava eu, pondo-o aquele premiado lingote dentro do balde de pedra, condenando-o às fornalhas infernais que o aguardavam ansiosamente após serem alimentadas com carvão negro. O metal derretia, à medida que a minha ânsia para terminar aquele trabalho crescia, mas havia de me conter, para que meus defeitos não fossem transmitidos para as tonfas, só as minhas qualidades. "As armas que um ferreiro cria são o seu próprio reflexo" - pensava nas palavras de meu pai. Talvez fosse por isso que existiam tantas armas medíocres e comuns mundo afora.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mesmo tendo a sua dificuldade, não considerava uma incumbência mais complexa do que forjar uma arma de fogo. Já estando muito bem afiado, sabia que esse trabalho seria mamão com açúcar. Com a pinça retirei o balde do fogo, despejando o seu conteúdo nos moldes das tonfas, até que se acomodasse como água parada, adaptando-se perfeitamente aos conformes que ali eram propostos. Assim que apropriado, mergulhei o molde preenchido no tanque d'água, fazendo-o esfriar subitamente. Sentia o vapor quente passar perto de meu rosto. Por um momento quase havia me descuidado. Podia não parecer, mas um pequeno vacilo podia acarretar em algumas queimaduras de primeiro e de segundo grau.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Retirei a moldeira submersa, erigindo-a acima da água, para conduzí-la até o calor abrasador que estava aquela fornalha. Já em atividade a algum tempo, aquela beleza emitia mais calor agora do que em minhas tentativas anteriores. O metal aqueceu um pouco mais rápido, mas dando-me tempo o suficiente para tomar algumas golfadas de ar revigoradoras. Retirei-o daquele inferno escaldante, começando a martelar o objeto para que ganhasse a sua resistência e flexibilidade. Um bom metal precisava ser precisamente martelado. Logo depois, chegava o momento de arrefecê-lo novamente. E foi nesse processo repetitivo que me mantive durante algum tempo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Só então, depois de algum tempo, podia considerar aquela etapa como conclusa. Agora era hora de trabalhar os detalhes da tonfa, realizando a minha última repetição da dupla impecável de aquecer e arrefecer, trabalhando com minuciosa atenção os detalhes da tonfa, para que fosse especial. Seu dono poderia-lhe dar um nome, tal como os meus outros trabalhos; afinal, elas mereciam ter o seu reconhecimento. Chegada a hora de polí-la, para que ficasse mais apresentável e surpreendese mais ainda os ânimos, além de livrar-sedas imperfeições, pude relaxar ao terminar com o meu dever.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O suor pingava por todo o meu corpo, o qual encontrava-se imensamente cansado. Já havia produzido mais armas em um único dia, mas nunca me exigira tamanho esforço tão poucas peças. Era um trabalho para demônios, mas extremamente gratificante.


~ Término: Post de Forja (Tonfas) ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O meu grande intensivão nas fornalhas haviam me rendido belas peças, as quais estava extremamente satisfeito de tê-las produzido. "O trabalho duro sempre compensa" - era o lema de meu finado pai, o qual nunca falhara comigo. Mais uma vez, pude sentir na pele o ardor que emanava das escaldantes fornalhas; trazia-me aquela idílica sensação de pertencimento, a tenra sensação de partilhar um pedaço de casa. A algidez com que me tocava o ar frio, em meu corpo quente, refrescava-me por inteiro. Sempre preferi os dias mais gelados, pois me eram como um chá reverdecente após exaustivas horas árduas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era bom estar ali. O Capitão Eric, desde que eu havia abarcado em Lvneel, havia se tornado um ponto de referência para mim. Não só isso, mas também um exemplo a ser seguido; era a prova cabal de que a justiça podia resistir contra tudo e todos. O homem me informava da chegada dos demais manheiros, aqueles que eu tanto aguardava. Mais pessoas que botavam as suas vidas em jogo em nome da justiça. As nossas forças aumentavam; tinha certeza de que seriam soldados excepcionais, mais isso seria suficiente? — Irei recebê-los adequadamente, Capitão! - respondia, exultado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Desde que Matty Tuudus havia me mostrado as fotos dos marinheiros em questão, certo ânimo havia me tomado. Mesmo vendo apenas suas imagens, algo me dizia que eles não eram simples soldados. Podia ser apenas um anseio de minha parte, mas considerava que minha intuição me dizia; estava ali, estampado nos rostos de cada um. "Esse grupo será de grande ajuda, tenho certeza..." - gostaria de compartilhar os meus pensamentos com o Capitão, mas havia de me apressar. "Jordan e Mike... esses não estavam inclusos" - lembrava-me; todavia, confiava em meu superior, de forma que, se eles haviam sido escalados para o time, não havia razão para temer as suas credibilidades.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eram-me passadas as devidas instruções; entre elas, a que me chamava mais atenção era o fato de Elena não estar dentro do Quartel General. Não sabia se aquilo podia ser bom ou ruim, pois pouco tempo atrás ela estava onde a minha visão a alcançava. Por mais controverso que fosse, a preferia por perto, pois assim podíamos acompanhar os seus movimentos. Em contrapartida, quando ela sumia, coisa boa é que não podia ser. Havia de relatar o meu encontro com Elena, antes de partir — Capitão... enquanto estava nas forjas, Elena veio ao meu encontro. Tenho fortes razões para acreditar que ela duvida de minha participação na missão, aproveitando a ocasião para me estudar e analisar as minhas reações. A mulher me fez tomar um copo de suco, entre dois. Parece pouca coisa, mas entendi o que representava de imediato. Qualquer hesitação podia me condenar, por isso o tomei sem nem pensar duas vezes. Entreguei a imagem da caverna para ela, pois não tive opção. Em seguida, ela declarou que havia encontrado pistas sobre o meu amigo Gunter, afirmando que me levaria para a caverna, em uma missão, junto a ela - relataria, solene, os eventos que haviam me acontecido há pouco.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Receberia de bom grado o mapa e os vinte mil berries, os quais guardaria com cautela dentro de meu bolso. Faria uma reverência aos cuidados do Capitão, batendo continência logo em seguida — Estarei me retirando. Às 14:00 acontecerá o teste para sargento, não me esquecerei - reiterava. Dito isso, deixaria a sala, indo de encontro ao local onde os marinheiros estariam, como me informava o mapa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Como eles realmente eram? Que tipo de justiça eles defendiam? As perguntas me passavam pela cabeça, pois desejava sabê-las em breve. Chegando lá, abriria a porta da "S.O.S Marinha", já distribuindo olhadelas para os lados, a fim de encontrar os meus mais novos companheiros. Sabia que não era preciso muito esforço para identificá-los; afinal, eu já possuía até uma imagem mental dos referidos. Dado o teor de meu aviso, e as memórias que vinham à tona, a minha expressão era austera, mais carrancuda do que deveria — Boa noite - aproximaria-me por trás deles, pronunciando em tom audível o suficiente para interromper a conversa entre eles, com as mãos para trás — De antemão, desculpem-me pela intromissão, a conversa devia estar boa - faria uma pausa, olhando bem nos rostos de cada um deles, identificando-os — Me chamo Karyo Shen. O Capitão Eric me deu a tarefa de recebê-los, além de transmití-los alguns avisos pertinentes - procuraria alguma cadeira vazia próxima a eles. Estava cansado e com fome, saciar as minhas necessidades era algo primordial para manter o bom desempenho.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Permitam-me sentar próximo a vocês - pediria, fazendo-o assim que me permitido. Apesar de ter sido incubido com a tarefa, ser incisivo ao momento grupal era um desrespeito ao qual eu não me prestava a fazer. Pediria uma janta e um chá - depois de conhecer Bolton, havia tomado grande gosto pela bebida - antes de tudo, para já adiantar o pedido. Viraria para os soldados, limpando a garganta e cerrando os cenhos para passar mais seriedade ao assunto — O Capitão me encarregou de levá-los até outro destino, devido ao malgrado da situação em que nos encontramos. Acredito que vocês já estejam a par da grande desavença em nossa organização... mas irei entrar em maiores detalhes em momento oportuno - faria um lance com a cabeça, para indicar que o local não era propício para se falar sobre o assunto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Todavia, iremos trabalhar juntos daqui para frente. Fico feliz em poder prestar meus serviços junto a vocês, o Capitão Eric me falou muito bem de todos aqui - daria mais uma pausa, oferecendo-lhes um sorriso amistoso. Estava cansado, e logo o sorriso se esmaeceria, mas nem por isso deixava de ser sincero — Em razão disso, trouxe três presentes, a pedido do Capitão. Infelizmente o tempo hábil não me deixou fazer uma para todos - tiraria as armas que havia forjado de seus recintos, estendendo-as com ambas as mãos para os seus respectivos donos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Primeiro, as pistolas - a ofereceria para aquele chamado Mizzu — Foram recém produzidas, nunca utilizadas, espero que as dê bom uso - daria-o a arma. Em seguida, viriam as tonfas — Tonfas com o balanço e peso adequado para um bom lutador - entregaria-o, me dirigindo à Elena, que tinha uma aura mais especial que os demais — Agora, a espada, que mais simboliza a justiça - a estenderia para a mulher chamada Elena — Uma arma para proteger, não para ferir - repetia as palavras de meu pai. Assim, estava feito — Quando houver mais tempo, poderei fazer mais armas, se assim desejarem. Cada uma delas foi feita com grande cuidado, então peço que as dêem a mesma cautela - pediria; como criações minhas, nutria um grande carinho por elas — Ainda não possuem nome, pois o dono que devê nomeá-las... - estava curioso para saber como elas se chamariam.  

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Destarte, esperaria a minha comida chegar, para introduzir-me na conversa e estreitar os laços. Esperava que cada um deles pudesse se apresentar propriamente, além de compartilhar os seus feitos, os quais eu possuía grande interesse — Contem-me sobre a "Batalha das Cobertas", por favor! - puxaria o assunto. Com certeza havia sido um confronto digno de ser contado - e eu estava atento para escutá-lo.

Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
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Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia.
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Ganhos: 13's Jason; Espada, Pistola Dupla e Tonfas.
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Ficha - Karyo Shen, Ceifador Branco
I - Goatman Kill Streak
II - Do Espírito das Leis
III - [Divine Tools] Juntando as peças!
IV - Diante da Lei
V - Zarpando para Utopia!
VI - Caos em Utopia!
VII - [LB] O Florescer de Utopia
VIII - [LB] O Florescer de Utopia II


Última edição por Kekzy em Sex 03 Ago 2018, 13:14, editado 2 vez(es) (Razão : Post de Forja Concluído)
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 2 EmptyQui 07 Jun 2018, 23:41


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A bela jovem Elena, primogênita e herdeira natural da família nobre Selene, viu-se expulsa de seu convívio familiar pelo irmão mais novo e Rei - apontado pela cultura machista e antiga dos nobres - Heitor. O baque só não foi maior, pois conseguiu ter a própria vida preservada por seus súditos leais, os quais arriscaram as suas para garantir uma nova à antiga princesa. O que aconteceu com eles? Ninguém sabe, mas a mais nova deserdada sabia em seu interior que seriam mortos quando os conselheiros reais descobrissem. Atormentada pela culpa e desolada, apenas uma coisa a manteve sã: o espírito nobre e superior da sobrevivente.

O desejo de ajudar os inferiores (pessoas incapazes de se defender ou debilitadas de alguma forma) sementou uma vontade de servir na Marinha, pois, era a única força militar onde poderia proteger os cidadãos de bem. O alistamento não foi difícil, apenas demorado, e não tardou até sua personalidade nobre influenciar os militares ao seu redor. Após uma grande batalha, ela tornou-se líder entre os soldados e pessoa de confiança para os Sargentos do QG de Micqueot. A vida poderia fluir bem naquela ilha, mas o senso de Justiça aliado à necessidade de ajudar fomentou uma nova ambição na espadachim: tornar-se Almirante da Marinha e mudá-la de cima para baixo, fazendo com que a corporação trabalhe para ajudar a população de verdade.

A busca pelo seu maior objetivo consistia de pequenas metas para facilitar a sua conquista. Subiria os degraus da Marinha enquanto ficaria forte; forte o bastante para exercer sua autoridade, seja pela influência ou pela força física. Ela teria suas ordens obedecidas, porém, o caminho era longo e cheio de obstáculos. O primeiro deles era conquistar a ilha do North Blue mais próxima da Grand Line: Lvneel. Uma vez que tivesse feito fama, poderia, em tese, ser promovida e enviada para a Grande Rota, onde perigos maiores a esperavam. Todavia, ela não estaria sozinha nessa empreitada. Aqueles soldados eram sua nova família e todos tinham se entregado ao laço sagrado da amizade e prometido devoção à causa, cada um com seus motivos, mas todos liderados pela ex-princesa.

...And now!

A confraternização no bar alcançava o clímax após a formação do mais novo grupo dentro da Marinha. As ferramentas, como apontado pelo galhardo Mizzu, seriam uma força independente dentro da própria corporação. O objetivo era trabalhar em conjunto para que possam alcançar objetivos pessoais por meio da união entre os membros. A Marinha, é claro, estaria acima deles, entretanto, estariam sempre juntos para terminar as missões e evoluir como equipe e militares. Na mesa, onde todos bebiam e comiam sob a tutela da jovem nobre - a qual não se importava em gastar seu dinheiro com os amigos - eles comemoravam a união e a chegada em Lvneel, bebendo e comendo sem preocupações. Tudo o que ela precisava, já tinha: aliados e lâminas. O resto era superficial.

- Elena, queria falar um pouco com você. Assim como você nasci em uma família nobre, também fui abandonado pelo destino e não tenho ambições de me tornar um rei ou uma figura parecida como poderia ter acontecido no passado, mas eu reconheço uma nobre de longe, não sei sua história, mas vou te acompanhar por onde você for. Serei leal enquanto mantiver seus ideias de hoje.

As palavras de Jordan entravam no coração da líder, mexendo com as lembranças de seu único amigo e mordomo, o qual ela foi impedida de saber o nome verdadeiro - mais um dogma idiota da família Selene. O ar nostálgico emitido pelo soldado a acalmava e gerava uma grande sensação de confiança para com o subordinado, fazendo com que ela o aceitasse prontamente. Com um leve sorriso e um olhar brilhante e amoroso, a jovem alva de cabelos negros acenou positivamente com a cabeça e daquele momento em diante, ela o teria como companheiro de confiança, tanto quanto os demais presentes na mesa.

Espero que tu não vaciles igual a última vez. ” As palavras esnobes e sem carinhos eram facilmente reconhecidas pela ex-princesa.

Deixa de ser ruim, mulher sem coração...  ELEEEEEEEEEEEE-CHAAAAAAAAAAAN… Não ligue pra sua mãe, ela está com inveja por você ter amigos de verdade. Não se esqueça que o seu papai tem muito orgulho!  ” As palavras do Pai sempre aqueciam o coração solitário da nobre, contudo, ao observar a mesa cheia, ela não tinha motivos para sentir-se só e pela primeira vez na vida, ela olhava para os seus pais sem ter medo de ser julgada, afinal, já tinha revelado para os companheiros de sua estranha habilidade (ou insanidade, diga-se de passagem) e podia sorrir para o casal, algo que deixava o Rei com a cabeça pegando fogo de alegria e a Rainha raivosa, tentando menosprezar a atenção recebida, embora por dentro estivesse tão feliz quanto o marido. Aquele momento era especial para a moça de olhos vermelhos e ela aproveitava cada segundo como se fosse o último.

Boa noite! -  

Elena virou-se imediatamente em direção ao som emitido pelo belo rapaz que se apresentava aos marinheiros na mesa. Era uma voz encantadora e irresistível, algo que causou um movimento tão brusco de seu corpo que a deixou levemente envergonhada pela precipitação. Em seguida, o rapaz se apresentava como Soldado Karyo Shen e sob às ordens de um Capitão (Eric) ele pedia para sentar e explicar. A espadachim acenaria positivamente com a cabeça e comeria alguns petiscos enquanto o monólogo do soldado se seguia.

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As palavras do intruso eram boas o bastante para serem críveis e para completar, ele ainda trouxe presentes para os membros, inclusive para a líder do grupo, cujo agrado foi uma nova katana, esta melhor trabalhada que as duas armas que possuía e bem mais poderosa, algo que ela sentiu ao desembainhar e analisar a pegada e o fio. — Uma arma para proteger, não para ferir - Disse ele enquanto entregava o mimo e a espadachim analisava. A nobre sentiu um leve calor ao notar a presença daquele colega de farda, mas talvez fosse a bebida ou a comida apimentada, entretanto, ela não negava algo para si mesma: Shen era alguém interessante!

- Le Protecteur!   - Disse Elena ao terminar a análise da nova katana e repousá-la horizontalmente sobre as pernas. Este fora o nome escolhido pela espadachim para sua nova lâmina, uma arma potente e letal, porém, em suas mãos era nada além de um instrumento feito para pregar a Justiça, liberdade e proteção daqueles em necessidade.

Contem-me sobre a "Batalha das Cobertas", por favor! -

A pergunta sobre o feito daquele pequeno grupo causou um leve espanto na nobre, pois ela não imaginava que aquela missão ficaria conhecida em outras ilhas. Portanto, sentia um misto de orgulho e preocupação, visto que os olhares dos superiores estariam ainda mais atentos em seus movimentos e precisaria ter cuidado se precisasse agir por vontade própria igual fizera no barco diante do Agente Tuudus. Ela colocava a mão no queixo e olhava para a mesa para refletir sobre os seus próximos passos, deixando a função de contar histórias para alguém mais desinibido, alguém capaz de inventar uma alcunha para todos do grupo em uma só noite: Mizzu. Outro membro que tinha sua confiança era Karkarov e este por ser um ferreiro precisaria de materiais para criar, então, tentando ser útil de alguma forma, Selene entregaria suas duas lâminas mais antigas, ficando com apenas ao invés de três. Talvez o ferreiro as reciclasse, vendesse ou até melhoraria as espadas, não importa. O desejo de ajudar falava mais alto e ela sabia que ele faria algo relevante com aquelas doações.



”Objetivos”:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 2 EmptySex 08 Jun 2018, 02:04


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Cinco ferramentas, um objetivo!



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quando poucas rochas – Pesadas e imóveis por excelência – ao sopro de um mero capricho vital, ou quiçá de uma ação inconsequente do destino, tocam-se no alto de uma montanha; uma avalanche aterradora pode ocorrer. Quando uma borboleta pousa em cima de uma mina terrestre, exibindo viçosa e nada tímida toda a sua natural e pueril beleza; seus quase inexistentes miligramas podem ser o suficiente para acarretar uma explosão sem precedentes. Quando um único passo infantil, despreocupado e irresponsável, é dado sem se avaliar as possíveis consequências; este pode vir a ser o último...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]...Mas, quando cinco ferramentas são, finalmente, reunidas... Só existem espaços para uma única e irrefutável certeza: Um novo futuro está prestes a ser construído.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A realidade me tragou de volta de toda aquela atmosfera de euforia e felicidade na qual a comemoração relativa ao sucesso da missão passada havia me embebido. Agora, era encarado por uma abordagem pouco, ou melhor, permita-me corrigir, nada esperada. Um soldado de queixo proeminente e cabelos tão negros como as crinas dos lobos da montanha, aproximava-se. Por razões óbvias, minha atenção foi prontamente direcionada a ele e ao que falava. Algo na sua métrica de fonética e vocalização me irritava. Havia simetria demais para o meu gosto bárbaro e quase caótico; mas digamos que, a essa altura do campeonato, já havia aprendido a não julgar as pessoas tão rápido assim.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sua educação lhe fez ganhar pontos instantâneos comigo. Não, talvez não a sua educação em si, mas sim a evidente humildade. Por mais que o rapaz parecesse um robô – E sim, eu seria para sempre chato ao bater nessa tecla – Ele parecia ser legítimo em tudo o que dizia; e já sabemos que legitimidade, para mim, é uma das características mais basilares e preponderantes quando o assunto é a confiabilidade de um Homem, seu valor, e sobretudo a sua potencial capacidade de se tornar um valoroso irmão-em-armas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sentaí, engomadinho! Gostei de ti! Quer algo pra beber? Encher o bucho? Tá magrim demais, só os ossos! Yarr! – E, se ele quisesse, faria a questão de oferecer-lhe uma rodada. O meu semblante largo e feliz, entretanto, foi mudando conforme o moço dava detalhes sobre o que realmente o havia trazido até ali – Por mil alces espectrais! – Xinguei dando um gole na minha bebida, antes de prosseguir – Confesso que tinha esperanças que era só uma visita social, yarr... Mas já vi que essa situação toda é um vespeiro que não vai embora até que seja corretamente ateado em fogo...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Limpando a boca com as costas da mão calejada e musculosa, os olhos esbugalharam-se quando vi os presentes conferidos pelo rapaz – QUÊ? Esperem! Deixem-me ver a qualidade desse metal! – Praticamente arrancaria das mãos de Mizzu as pistolas recém-feitas, para analisa-las – Ei, isso está muito bom! Tem certeza que não foi um Durmstrang que fez? O aço parece ter sido cuidadosamente talhado e temperado... Não foi você que fez, foi? Não pode ser! Com esse jeitinho de bom moço? Eu só acredito vendo! – A sensação era a mesma de encontrar um coleguinha que gosta de brincar da mesma brincadeira: Uma felicidade nítida e genuína, quase infantil, característica paradoxal e contrastante, considerando o monstro que reside dentro de mim até os dias atuais.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Passado o primeiro momento de espanto e de troca de figurinhas, ouvia agora a voz da pequena-grande líder. O tom para com ela era outro: Um cuidado que beirava a superproteção, e que se pautava linearmente pelo respeito adquirido em campo de batalha – Você me honra, pequenina... E eu acho que tenho a ideia perfeita do que fazer com esse aço... – Meus olhos entraram nos dela, enquanto um sorriso de canto de boca rasgava minha bochecha direita; a visão contornando a região da sua testa – Toda rainha precisa de uma coroa, certo? Que tal uma que não caia em batalha, e que ainda possa salvar sua vida ante um golpe assassino? Sempre quis fazer algo assim, e acredite... Eu tenho o design perfeito... – A imaginação já ia longe; misturando-se com sonhos de forja, fogo, calor e metal; mas esforcei-me para manter-me focado, enquanto acompanhava com os devidos cuidados tudo o que se desenrolava ali.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Fico feliz que não tenha trazido nenhum presentinho pra mim, Karyo! Um Durmstrang só usa as armas que ele mesmo faz! – Lhe apresentaria a imponência massiva do Tomahawk, deixando-o manusear um pouco, caso desejasse – Como deve ter percebido, eu sou Karkarov Von Durmstrang! Meus amigos e inimigos me conhecem como O Titã, mas cada um sente um calafrio diferente ao ouvir esse título! HAHAHAH – O ar de bonachão era tão simplesmente impossível de se conter – Na batalha das cobertas, eu fui o responsável por tratar de um inimigo de longa data da minha família... Brian... "O Matador de Durmstrangs" uma ova... – O ódio ainda corria forte em minhas veias – Ele fugiu, covarde que é, escapando por entre meus dedos como areia fina... Mas um dia... Ahhh... Um dia a desforra vem! A vingança é um prato que se come frio, e de onde eu venho TODO prato é frio... – Um grande gole seria dado em seguida, para arrefecer o ódio e, concomitantemente, dar tempo aos demais para que se pronunciassem como achassem melhor.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por fim, após todas as interações devidamente concebidas, bateria forte com a caneca na mesa – E então, o que estamos esperando? Vamos? Tomahawk já tem sede de ação!


Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 

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Ficha | Aventura
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Never Forget!:
 

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Última edição por Skyblazer em Sex 08 Jun 2018, 12:48, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 2 EmptySex 08 Jun 2018, 12:02

PAZ
&
SERENIDADE
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Me permitia mais um gole da caneca, a bebida era assim como a vida, doce e amarga, me deixando cada vez mais feliz por estar entre amigos. Apesar das frustrações, um sentimento de felicidade estava estampado no semblante dos presentes. A maioria de nós havia compartilhado suas histórias e agora se deleitava da bonança antes da tempestade.

"Nossas jornadas nos trouxeram até aqui, erros foram cometidos, pessoas morreram, mas tudo isso foi importante para o crescimento, não somente como pessoas, mas como servos da justiça, nós somos a Marinha."

Um rapaz alto, cabelos negros e que trajava nossas cores, entrava no bar e parecia carregar algo consigo. Sua entrada era percebida, assim como sua aproximação premeditada. Se apresentou com Kairo Shen, estava a mando do responsável pelo QG de Lvneel, Capitão Eric, e seria nosso contato nesta nova ilha. Prontamente se aproximou e foi recebido por Karkarov, apesar da balbúrdia eu mantive meu silêncio, como se analisasse o rapaz e não era o único a fazê-lo.

Introduzido, ele revelou o conteúdo do pacote que carregava consigo, armas, aparentemente recém produzidas. Três delas, entregou um par de pistolas para Mizzu, um par de tonfas para mim e uma espada para Elena. Eram feitas de metal, perfeitamente balanceadas, era estranho depois de todos estes anos segurar armas produzidas com aquele primor. Estava acostumado com armas improvisadas e mesmo aquelas obtidas em Micqueot não eram completamente adequadas. Consenti com a cabeça agradecendo-o, enquanto proclamava os nomes delas.

Heiwa. Pois será um instrumento para a Paz. — Dizia enquanto erguia a direita. Erguendo a outra, concluía. — Shijima. Representando a Serenidade que terei ao utilizá-la. Agradeço mais uma vez, Kairo Shen. — Estava ansioso para utilizá-las, mas não queria ser o estraga prazeres de me ausentar com a chegada de Kairo, então coloque elas na bainha presa nas costas estendendo-lhe a mão. — Kurai Hoshiken.

Como Karkarov já o havia convidado para uma bebida, me ateria a minha caneca tomando pequenos goles da caneca pelo resto da noite, escutando o que os outros tinham a dizer, respondendo as perguntas de Kairo ou dos outros companheiros. Acompanharia os demais na volta para o QG, se preparando para acordar o mais cedo possível no dia seguinte, a fim de lhes preparar o café da manhã.

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OFF:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 2 EmptySex 08 Jun 2018, 15:23

BANG! BANG!




A alegria estava sobrecarregada na vista de todos ali, não era para pouco, muitos ali já não se sentiam daquela forma a muito tempo, e eu era uma dessas pessoas. Amigos, companheiros, irmãos, existiam tantas palavras que poderiam resumir aquilo, com pouco tempo parecia que o destino havia conseguido mais uma vez deixar a sorte a nossa mercê, pois não era só em combate que estávamos todos em harmonia, e sim também nas personalidades, tal qual juntas criavam o que era idealizado por nós como o senso de justiça inabalável.

- Campai! Ou sei lá que porra vocês nobre falam quando bebem... Me desculpe a palavra Helena... Vamos beber, acho que hoje será um dia que lá na frente lembraremos como o início de uma fraternidade! – Falava em alto e bom som, não tentava por nenhum momento esconder a felicidade, como também me soltava até diante de todos ali, mostrando quem eu realmente era! Um copo não era nem o começo para a minha embriagues chegar ali, ou eu já estava bêbado, mas isso não contava, uma coisa era certa, eu havia acabado de virar mais um copo de sake, e isso não me saciava. Poderia ser a alegria de ver todos juntos ali comemorando, ou até mesmo só o prazer da fragrância do arroz – que cai pra nós, é a melhor comida feita pelo homem – dentro da bebida ali, que me fazia novamente pegar mais bebidas, não só pra mim, mas para todos.

Sentado novamente, tentava maneirar nos goles, pois como uma pessoa normal que eu era, poderia estar bêbado, e qual o bêbado que sabe que está bêbado? Naquele momento os goles já não estavam mais extravagantes como antes, parecia que a fase eufórica que o álcool me proporcionava havia passado, e dando brechas para a segunda fase da minha embriaguez, a fase que eu encarecidamente chamo de: Fase O Pensador!

Como se bebida de rico fosse, os goles que eu dava eram simples e sutis, e enquanto eu demorava para levantar a mão com a bebida eu encarava um por um ali, poderia ser estranho, mas de um certo modo era engraçado, meu rosto estava um pouco rosado e com os olhos um pouco fechados demais, eu enrijecia os lábios enquanto percebia um jovem de cabelos negros com um belo de um tompete se aproximar. – Karaio? Kaio Ken? É o que rapaz? ta me esculhambando é?! Capitão Eric? Vei... Karkarov, o que esse cara ta dizendo hein, não tou entendo nada! – Falava de forma um pouco grosseira, para todos que estivessem ali, perceberiam que talvez fosse por causa do estado de embriaguez que eu estava no momento, mas para o marine que atendia pelo nome de Karyo Shen eu poderia está sendo apenas um arrogante. Alguns segundos depois me tocava o que o jovem queria dizer ali, e pelo o mesmo já está sentado, parecia que todos já aprovavam que o mesmo era confiável. – hahahaha, relaxa ai parceiro, estava só te zoando! É que ninguém sabe aqui... eu estou um pouco bêbado! Xiiiu, mas não espalha ok. – Falava, enquanto tentava diminuir o tom de voz para contar um segredo a Karyo que creio eu todos já sabiam.

Mesmo que em um estado um tão deplorável, os modos e a educação não se afugentavam de mim ali, aquele marine estava ali com uma missão, e depois daquele fuzuê todo da minha parte, me aquietava e ouvia o mesmo, não largando a mão do famoso sake. – Pftch!! Que fodas cara! – Meio que me espantava ao termino de suas falas, por um momento aquilo sobre a real intenção de sua vinda, como o que estava acontecendo com a organização naquela ilha ao qual eu trabalhava, sumiam por completo. Por muito anos, ou acho que só apenas uma vez havia ganhado um par de pistolas, e foi do meu mestre e amiguíssimo Connel, e não era isso que o jovem estava a me dar ali? Ao ouvir as palavras presente e pistolas, a bebida que estava descendo em minha língua era atirada para fora, poderia ser que eu acertasse algum companheiro ali, mas só o fato de ganhar novas armas me espantava a tanto quanto me entusiasmava, e sem paúra eu pegava as duas pistolas ali.

- Pourra Meu! Eu que vou estrear essas belezuras? Valeu cara, foi você que fez? Se foi, mano você tem meu respeito! Olha isso karkarov, esse cara esta querendo me fazer enfartar! Dereshshishishi! Os detalhes do ferro! A empunhadura preta! O modelo Magnum! Cara você é um tipo de chaman ou sei lá o que, como você sabia que esses eram os meus gostos? Deu até medo hein, mas é aquele medo bom! – Falava diretamente para o jovem marine, enquanto olhava detalhadamente as duas pistolas idênticas ali. Como eu não sabia ou talvez nunca saberia, mas aquelas pistolas estavam totalmente no que eu estava a procurar futuramente, e o moreno ali havia saciado um dos meus mais singelos desejos. Com bastante habilidade e também conhecimento, eu brincava com as mesmas, mostrando ser parecido com um cowboy nato, girava elas com o dedo dentro do guarda mato, em seguida tirava a pistola que estava em meu coldre na axila, e a colocava sobre a mesa. – Tome, não sinto mais a necessidade de usar mais essa pistola, se quiser reciclar era fica ao seu gosto! E eu já sei os nomes que vou da a elas, A da minha direita vou chamar de Des e a da esquerda vou chamar de troe! – Em seguida as guardava uma no coldre e a outra na cintura.

Os nervos se acalmavam, e conversa vai, conversa vem, o mesmo perguntou sobre a batalha das cobertas, coisa que me surpreendeu pois como é que ele em outra ilha já sabia da notícia tão rápido. “Como é que ele já sabe sobre isso?” Esperaria alguém mais falar, pois já estava muito linguarudo ali, só que o plano parecia ser falho ao ver a líder helena pedir para eu responder à pergunta do marinheiro ali. – Justo eu... Assim se a helena pediu né... Cara nós tínhamos uma missão se entregar cobertores para os habitantes da ilha ali, o clima da mesma estava muito severo e como marines nós não poderíamos de deixar de ajudar os necessitados. Como em todo lugar, sempre tem aqueles que querem se favorecer subindo em cima dos outros, e não era por menos, alguns piratas ali queria roubar as cobertas, como era nossa missão, não hesitamos em combater com os mesmos, sendo um deles um pouco forte, levando a ter um pouco mais de trabalho na luta ali, mas para felicidade nossa conseguimos neutralizar a investida deles e mesmo com alguns danos, nós saímos por vitoriosos! É, acho que foi só isso né Senhor Tarado... Ops Titã, Dereshishishi – Resumiria de forma rápida o que foi a batalha das cobertas, enquanto em seguida caçoava do karkarov após perceber que o mesmo iria comentar sobre o brian.

Meu corpo já estava um pouco que exausto, muita bebida, muita festa e além de tudo presente, aquele bar ali já dava sinais que deveríamos sair e procurar outra coisa, como ir de encontro aquele que mandou o marinheiro, ou pelo menos voltar para o Qg. O tempo se passava, e a terceira e ultima fase da embriagues tomava-me conta, era a fase da chateação, onde eu não me agradava mais de nada. Sem beber mais, ficava quieto no canto, sentado eu esperava alguma ação ou iniciativa dos presentes ali.


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Objetivos:
 

Historico:
 





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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 2 EmptySex 08 Jun 2018, 16:11

. A conversa estava boa. Mike e Jordan participavam alegremente daquele momento. Mas como nem tudo é eterno e todas as coisas passam , o momento do grupo foi interrompido. Um novo soldado chegou a mesa.

Esse soldado era nada menos que o até então protagonista da história, Kario Shen. O soldado trazia presentes aos seus companheiros que reagiam a presença dele de maneira diferente. Alguns mais sérios e analíticos, outros mais Mizzu.

Logo veio um servente do SOS Mariners e atenderia Shen em seu pedido é logo traria seu pedido. Ninguém ali parecia incomodar o grupo, hora já avançava e a taverna ficava cada vez mais vazia, basicamente eram os marinheiros que estavam ali.

Mike então se levanta e vai ao banheiro, diz que precisava esvaziar a bexiga. Jordan se mantinha do lado de Helena, sério, parecia analisar também o novo integrante da mesa.


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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 2 EmptySex 08 Jun 2018, 19:34


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Estagnava em meu assento por um momento, sem reação, diante da calorosa recepção que recebia daquele grupo. Não esperava por tamanho acalento, e naquele pouco tempo que havia passado com eles, já podia perceber personalidades notáveis e excêntricas. Se não fosse por minhas recentes experiências em conhecer um pouco mais sobre o mundo, aquilo deixaria-me mais supreso ainda. Agradava-me muito, mas não sabia como reagir adequadamente àquela situação. A cada minuto que passava Elena tramava mais e mais de seus planos ignóbeis, os quais eu só podia crer que não cairiam sobre nós agora. E mesmo assim, festejava-se como se o amanhã não fosse chegar. Entretanto, eu sabia... sabia que ele chegaria e, com ele, cada erro, cada dia de treino, cada momento disperdiçado seria cobrado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu não podia relaxar a respeito dos fatos se mostravam diante de mim. Não estávamos na frente de Elena, mas atrás, muito atrás, de forma que eu só podia enxergar as suas costas. Essa distância que existia entre nós... ela devia ser superada, vencida o quanto antes, para que assim tivessemos uma chance. Talvez por eu não ter explanado toda a situação para eles que os fazia agir despretenciosamente assim — Sinto dizer qu- - era interrompido pelos ânimos que se tomavam ali. As ordens do Capitão Eric tinham sido de guiá-los até o laboratório, se eu não as cumprisse... Suspirava. Se eu não podia contra eles, era melhor juntar-me; afinal, havia recebido ordens para tomar alimentar-me propriamente - usaria desse tempo para adentrar aquele mundo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Havia de falar sobre os nomes que haviam dado às armas as quais concebi. Como o criador delas, certo jubilo me tomava em presenciar a nomeação de cada uma delas. Pelo que me lembrava das lições de meu pai, as palavras mais espontâneas eram aquelas que refletiam a essência da alma. Não duvidava daquilo naquele momento — Os nomes que vocês deram para as suas armas, eu os agradeço por isso - faria uma pequena reverência, curvando-me sutilmente, para demonstrar o quão grato estava por aquilo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"Le Protecteur", assim se chamaria a espada daquela que se chamava Elena. Um nome digno. De ínicio, ao primeiro contato com o seu nome, já havia me impactado profundamente, por razões incontroláveis que já estavam impregnadas em minha mente. Não poderia chamá-la assim. Uma pessoa justa e tranquila, pois era a aura que ela transmitia, ciente da responsabilidade de proteger, não podia ser associada a uma figura tão vil como a de Elena Eisenberg. Pelo menos, eu não cometeria esse ultraje — Há alguma forma que eu poderia me referir a você, senhorita? Trago más lembranças do nome Elena, e inevitavelmente o associo ao indevido. Seria injusto e me desagradaria ficar rememorando eventos passados dessa forma - a perguntaria, com toda modéstia e as devidas vênias. Diante de uma dama era necessário agir ainda mais polidamente, como bem me ensinara meu mestre.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Algo que me surpreendia de súbito era a intervenção que o robusto homem fazia. "Este deve ser o Karkarov, sem sombra de dúvidas". A sua abordagem me pegava desprevinido, e por um tempo eu estava sem respostas — Magrinho demais... - olhava para os meus braços, deslizando os olhos para o resto do meu corpo. Havia emagrecido, de fato, mas nada tão notório que se enquadrasse no diminutivo. Já havia tido uma forte impressão do homem pela imagem que me foi oferecida; agora, em carne e osso, podia sentir toda a pujança do dito cujo. Seu corpo era robusto, muito bem encaixado em seu perfil bárbaro. Além de tudo, o bendito era um ferreiro, um colega de profissão — Você achou?! Eu botei bastante esforço nessas, levou um bom tempo para ficarem prontas! Os Durmstrang também trabalham com aço? De quais tipos? - me animava com a conversa, sem sequer notar. Logo ele me deixava ver a sua arma, nomeada cariosamente de "Tomahawk" — Deseje-me ver o seu balanço, por favor - contemplaria-a; era uma arma incrível para a minha experiência como ferreiro — Que equilíbrio! - a giraria, sentindo a leveza com que o ponto de gravidade da arma era trocado — E que peso, você realmente anda com isso por ai? - me divertiria. Para alguém como Karkarov, moleza parecia um eufemismo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao que tudo indicava, me daria muito bem com Karkarov; o vigor de seu ânimo era algo que até me alcançava. No entanto, no momento, precisavamos de soldados fortes, e eu queria saber o quão forte ele era, devido a todo o seu aspecto corpulento — Karkarov! - chamava-o atenção novamente, com um timbre forte e resoluto, mas amistoso - um convite para uma disputa amigável. Botaria o cotovelo na mesa, estendendo a mão para ele — Eu gostaria de ver o quão forte és, se me conceder a honra. Uma disputa amigável, para nos conhecermos - daria um sorriso risonho, ensejando a pequena peleja de braços.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não obstante, o grupo ainda era composto por mais membros, os quais também haviam-me captado o interesse. "Heiwa e Shijima. Paz e serenindade..." - olharia profundamente nos olhos daquele que se chamava Kurai, estendendo a mão - a que não estivesse dolorida - firmemente para o rapaz — Eu que agradeço - agradeceria-o. Observava bem o perfil do mancebo, que aparentava ser alguns anos mais novo. O seu semblante era diferente dos demais, era como um lago tranquilo e cristalino, oculto pelas copas das árvores, no qual podia-se ver uma sólida rocha em seu centro. Chamava-me atenção algo que parecia sair de seu peito; fincaria o olho na projeção negra que estava um tanto exposta — Isto em seu peito? - perguntaria-o. Coçaria a garganta, pela falta de respeito empregada. Havia-me deixado contagiar pelos ânimos do lugar — Perdão. Fiquei curioso a respeito do que poderia ser isso. Se me permite perguntar, seria uma tatuagem? - indagaria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por último, havia o que parecia ser o fanfarrão do grupo. "Mizzu..." - era uma extrovertividade distanta da de Karkarov. Particularmente, nunca fui grande apreciador de algazarras e não nutria grandes simpatias por aqueles que me pertubavam demasiamente a paz. Em períodos dedicados à meditação, por exemplo, tais pessoas sempre atrapalhavam os meus planos. Todavia, Mizzu não parecia ser esse tipo de pessoa. Aliás, podia notar a grande transparência que ele portava em sua fala. Eu teria que ser tolo para ignorar o fato de que pessoas assim costumam ser as mais leais e confiáveis. Porém, eu realmente não era um grande fã de piadas do tipo - como a que ele fazia no prezado momento. Não queria deixar um clima estranho ou causar algum desentendimento, ou algo do gênero, logo limitei-me a cumprimentá-lo e agradecê-lo pela nomeação das armas que havia produzido. Considerava a fatídica realidade em que ele estava bêbado, passando a relevar suas palavras. "Senhor tarado... é melhor eu não dar bola" - pensei.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não havia esquecido dos outros dois soldados que o Capitão Eric havia me informado. Inclusive, um deles parecia estar disposto de pé logo ali, ao lado de Elena. Embora gostaria de conhecê-los melhor, postergaria a oportunidade, uma vez que nosso tempo hábil se encurtava cada vez mais rápido. Portanto, após comer o meu pedido, recusando respeitosamente a bebida ofertada por Karkarov, pois não via no álcool nada compatível com o perfil de um marinheiro, anunciaria — Peço a atenção de todos - falaria de forma audível, esperando que todos se atentassem à minha fala — Como havia dito, o Capitão Eric pediu para que os levasse até outra localidade. Lá, o Agente Tuudus nos passará informações importantes a respeito de nossa missão - revelaria para eles — Temo que devamos ir ao seu encontro com certa urgência, pois a situação apenas se complica - os dizia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aproveitando a deixa, já emendaria as demais instruções do Capitão Eric para o grupo — E aconselho não beberem tanto, pois amanhã às 14:00 teremos todos um teste de promoção para Sargento. Não será um mero teste para subirmos de patente, mas algo primordial para nós. Vocês entenderão melhor logo mais, quando todos os repasses tiverem sido feitos - tirava do bolso o mapa, entregando-o nas maõs de Elena — Me corrija se estiver errado, mas creio que é a líder desse grupo - faria uma breve pausa, esperando por uma confirmação — Por favor, guie os seus homens para a localidade destinada. Eu estarei os acompanhando - requiria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dito isso, uma vez que o meu pedido fosse acatado, daria-me a andar junto ao grupo em direção ao laboratório do Governo Mundial, onde era o nosso destino final. Quitaria a minha conta no bar, dando uma gorjeta de 10% para o garçom, pelo rebuliço. Agora, eu não tinha dúvidas; Elena Eisenberg não perdia por esperar.


Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 07
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia.
Ofício: N/A
EdC: Ceifador

Ganhos: 13's Jason
Perdas:

Players: Elena Selena; Karkarov Von Durmstrang; Kurai Hoshiken; Mizzu S. Hayha.
NPC's: Mike; Jordan.
Extras:



Off


Spoiler:
 




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Ficha - Karyo Shen, Ceifador Branco
I - Goatman Kill Streak
II - Do Espírito das Leis
III - [Divine Tools] Juntando as peças!
IV - Diante da Lei
V - Zarpando para Utopia!
VI - Caos em Utopia!
VII - [LB] O Florescer de Utopia
VIII - [LB] O Florescer de Utopia II
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Skyblazer
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 2 EmptySex 08 Jun 2018, 22:35


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Braço-de-ferro, Determinações de Aço!


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Adquirir e cultivar bons aliados de batalha são os primeiros alicerces conceituais que um Homem aprende a construir, quando apropriadamente inserido e versado nos ideais pétreos da gloriosa cultura Durmstrang. Ironicamente, o nosso jeito bruto e rústico de viver não sobrevive em um meio antissocial, e encontra seu pior inimigo na solidão. A nossa força vem não apenas dos números que temos, mas do poderio incomensurável gerado pelos elos que ligam tais números! Sentimentos como lealdade, respeito mútuo e disciplina são geradores tão poderosos quanto o próprio coração de uma estrela que explode para tornar-se uma eterna e intangível poeira cósmica. Dito isto, é fácil de entender o porquê de Karyo e eu termos nos tornado amigos tão rápido como foi.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]É feito de um metal simples, extraído diretamente de uma das incontáveis montanhas de Fernand Ice Island... – Eu lhe disse, saudoso, por um momento, antes de continuar – ...Sim ...Poderia tê-lo feito mais leve, mas preferi deixa-lo assim! Pesadíssimo! Para lembrar-me do tamanho das responsabilidades e esperanças que carrego comigo! – Eu lhe expliquei, apaziguando parte de sua curiosidade enquanto, orgulhoso, o assistia manusear minha obra de arte – Por falar nisso, somos de lá! Digo... Nós, os Durmstrang! A história da nossa linhagem se confunde com a da própria ilha gelada, e nosso Clã é famoso por proteger e resguardar aquela área esquecida pelos deuses... E, se me perguntar, o fazemos muito bem, obrigado! HAHA! – Estendia a mão, recebendo o Tomahawk com o carinho de quem acolhe um raro tesouro que permitiu que outros vislumbrassem também, mesmo que por míseros segundos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]HAH! Agora você está falando a minha língua! – Gritei, tomado pela testosterona e virilidade que estavam contidas naquela proposta. Uma queda de braço para alguém como eu diferenciava-se muito pouco de um aperto de mãos! Posicionei-me à mesa, flexionei o braço e ajustei minha mão à do colega; pedindo audivelmente para que algum dos demais companheiros desse o “start”. Mesmo amistosamente, a força que eu faria não encontra respaldo ou descrição que lhe faça jus, dentro do irrisório vocabulário deste que vos fala. Iria até o máximo para vencer a disputa, mas, independentemente de resultados, findaria a competição com um grande sorriso no rosto – Ei, você até que é forte para um magrelo!Per finito direcionaria algumas tapinhas fraternas ao ombro de meu amigo e, agora, também rival.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por mais divertido que, de fato, o sejam; momentos de descontração encontram o seu irremissível fim mediante o início de toda séria decisão que seja. Recobrando minha postura, sabia que agora era hora para fechar o semblante e encarar a gravidade dos motivos que haviam trazido Shen até ali. Dando-lhe a atenção desejada, o ouviria com ambos – Coração e mente – Abertos. A mente, em especial, fora a mais atingida. Sentir era o meu ponto forte; raciocinar, não.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Temos novas ordens, então, homens... – O tom de voz agora distanciava-se dos usuais gritos, dando passagem à sonoridade de uma obsessão absoluta pelo cumprimento dos objetivos - ...Estamos seguindo as suas diretivas, pequenina! – Virar-me-ia para Elena, cumprimentando-a com o discriminativo e inconfundível gesto de “Sentido!”; desfazendo a postura momentos depois para abordar Mizzu - ...Isso de não beber vale, especialmente, para você; Oh Senhor das Felicidades Noturnas, Oh Grandioso Mizzu!... HAHAH! – Mesmo solene, como conter as risadas? Como conter a felicidade que estar circundado por aquele tipo de gente trazia ao coração? Como conter a satisfação de estar em família? Pros infernos com a cautela militar! Nós éramos – Não, nós SOMOS – As Ferramentas Divinas! Não vai ser um conjunto estoico de padrões comportamentais que vai me impedir de demonstrar o quão grato estou por isso!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após estragar a felicidade alcoólico-noturnal de meu amigo atirador, trataria de seguir a movimentação do grupo. Durante este período, partiria para um diálogo de tom pessoal com Kurai – Ei, Hoshiken! Esse cara parece confiável, e na queda de braço pude sentir em primeira mão toda a sua força... Será que a chefinha vai chama-lo para trucidar alguns fora-da-lei conosco? Com certeza seria um show que valeria a pena o ingresso ein... HAHA! Ah, vamos lá, larga mão de ser tão comedido! Compartilhe comigo o que acha disso tudo... O que será que vem pela frente? Espero que aja combate! E sangue! E ei, você ouviu que tem um teste de Sargento! Já imaginou, nós, Sargentos da Marinha?! HAHAHA – A postura era, novamente, a de uma criança; animada com uma nova aventura na qual vai embarcar com os seus melhores amigos para sempre.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Entre sonhos e delírios de um futuro aonde todos ouviriam o sobrenome Durmstrang ecoar pelos salões dourados de Mariejoa, e a indelével existência de uma crescente preocupação em meu âmago; era o momento de pedir um pouco mais do que nos foi dado. Se alguém já o houvesse perguntado antes, apenas ouviria as explicações dadas; mas, caso contrário, iria perguntar enquanto andávamos em direção ao nosso objetivo – Karyo, isso é tudo que você sabe mesmo? O Capitão Eric não deixou escapar nenhum detalhe adicional sobre o que estamos enfrentando de verdade aqui? – A curiosidade era mais que curiosidade, era a mais verdadeira preocupação para com o bem-estar de todos as ferramentas ali presentes; e mais...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De todas as que um dia iriam, imperativamente, vir.


Objetivos na Aventura!:
 

Ponto-Situação do Personagem:
 




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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! - Página 2 EmptySab 09 Jun 2018, 18:26

BANG! BANG!




À atenção parecia ser redobrada, como ante eu não dava muito a importância para o que karyo havia dito, aguardava atentamente sentado na cadeira próxima, com um copo de sake na mão, mas só na mão mesmo, não chegava a levar à boca; sentia um pouco de suor descendo do começo das minhas costas até as partes mais intimas, não sabia se era devido ao álcool ou se estava realmente com calor, tudo estava totalmente mudado ali, ao olha ao redor as vezes via embaçado como também girando. “Cara, o que colocaram nessa bebida? Só não está pior que lá em Micqueot!” Pensava enquanto colocava o copo na mesa e o afastava, fazendo assim uma cara de desgosto. – Pessoal! me lembrem de nunca mais beber assim! Cara eu estou mal, me perdoe aí Karyo, não sou assim... Elena preciso descansar, não acha melhor irmos aonde esse soldado está dizendo logo não? No meu caso se tiver algo aqui eu estou meio que com problemas, desculpe-me. – Falava meio que rabiscado, virando a atenção para karyo e posteriormente para a nossa líder Elena.

Não sentia vergonha, mas também o orgulho desaparecia ali diante daquela cena; não sabia se foi por conta do soldado, ou pelo simples fato de ter parado de beber, o álcool já tinha saído do meu corpo e mente, deixando apenas a famosa ressaca que todo ser que bebe muito sente. Levava a mão esquerda à boca e dava uma baforada; aquele cheiro de álcool era totalmente podre, me fazendo até careta de meu próprio hálito. “Cara, que bafo miserável” Sentia que a merda estava próxima de chegar, mas não a merda literal, e sim o pensamento de pessimista sobre o que o karyo havia acabado de falar, a urgência que o mesmo tratava parecia estar anos luz de dificuldade diante do problema das cobertas, mas agora estávamos mais fortes.

Uma promoção não seria lá tão ruim, não diria que seria mais que justo, mas também seria um pouco injusto com todos ali e também com a responsabilidade que havia nos sido posta nas outras missões. “Não me importo muito em ser sargento, queria que pelo menos a Elena fosse promovida, ela merece!” Pensava a respeito sobre o mencionado teste para sargento dito pelo karyo. Seria as 14 horas, e como era noite já estava na hora de irmos descansar, o mesmo (karyo) nos aconselhava não beber mais, conselho mais de correto devido ao que iria ocorrer na manhã seguinte. – Hopee! Já parei! – Levantando a mão direita, sinalizava ali para dar-se entender que não estava bebendo mais, logo eu o que estava mais exaltado ali, em seguida colocava a cobertura da marinha cobrindo um pouco os olhos, e cruzando os braços em seguida.

Esperaria todos se aprontarem ali, de fininho ou na surdina tentaria ir diretamente ao balcão, e pagaria a bebida de todos, pedindo ao garçom posteriormente para recusar qualquer tipo de tentativa de pagamento de todos ali, até do novo integrante da baderna ali, tentava de algum modo fazer que me perdoassem devido a algazarra que fizemos ali, mais eu é claro. Esperaria assim as ordens ou até mesmo o bom senso de todos ali para sairmos do bar, pois pelo visto já não tinha muita gente no mesmo. – OAAHHH – Bocejava enquanto ficaria de pé na frente de todos ali aguardando novamente a movimentação do grupo.

De forma que todos saíssem do bar, seguiria os mesmos, com as mãos nos bolsos de trás da calça e andando com o corpo um pouco inclinado, tentava fazer com que não parecesse que eu estava totalmente desgastado devido a bebida, e o que eu mais queria no momento seria uma cama. Ficaria um pouco mais atrás de todos ali, pois não sabia muito onde iríamos e como também eu era novo naquela ilha, não sabendo nem onde eu estava exatamente; olharia sempre para o karyo e para elena, mesmo que a elena fosse nossa líder, o karyo parecia já conhecer a área e assim ter mais experiencias de armadilhas ou qualquer coisas que fosse de ruim naquela localidade. “Gostei desse cara, ele parece ser bem simples e fez duas pistolas fodas para mim, tomará minha atitude mais cedo não tenha afetado muito na minha primeira impressão, que merda! Por isso que eu não sou muito de beber, mas fazer o que né, era comemoração!” Pensava enquanto observava dos pés a cabeça do soldado karyo shen, e é claro que era perceptível ver que os outros membros do grupo gostaram do soldado ferreiro ali.

Tentaria de alguma maneira após chegar ao lugar marcado procurar um abrigo, uma cama ou até mesmo o chão (se caso não fosse perigoso) e desabaria no mesmo, o meu mal naquele momento era sono, e nada que algumas horas hibernando não curasse aquele enxaqueca que estava já começando a incomodar, e mesmo com as armas e roupas, não me importava tanto. A busca era incansável para descansar, e nem ao menos me despediria ou me apresentaria do grupo e de alguma pessoa nova que estivesse no local destinado, apenas acenaria com a mão direita, prestando continência e assim desmaiando.


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