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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [Divine Tools] II - Juntando as peças!

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MensagemAssunto: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! EmptySab 12 Maio 2018, 18:34

[Divine Tools] II - Juntando as peças!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Karyo Shen. A qual não possui narrador definido.


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Ficha | Aventura

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! EmptySeg 14 Maio 2018, 20:00


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O caminho até a cidade havia sido longo. Nada comparado ao quano havia andado nesses últimos dias, mas para uma reta final, com todo o desgaste - físico e emocional - que já havia sofrido, as duas horas que se passaram pareciam ter sido mais longas e onerosas do que eu desejaria que fossem. Por todo o caminho, o Agente Pika havia me acompanhado, da forma silenciosa que Matty Tuudus me falara lhe pertencer. O homem fazia jus à reputação que possuía, sem esquivar-se um tanto daquilo que era esperado. Até em nossa despedida o silêncio reinou. Não que eu pudesse exigir algo por parte dele; afinal, havíamos nos conhecido de forma breve, e o nosso contato cessava ali. No entanto, uma palavrinha sempre caía bem.

Até mais, senhor. Fico grato pela escolta - dirigia-lhe a palavra. Não era devido ao seu silêncio de sarcófrago que eu deixaria de apreciar o seu trabalho. A partir dali, eu estava por conta própria. Uma inquietação crescente fazia o meu coração palpitar um pouco mais célere do que deveria. Não sabia o que esperar daqui pra frente. O que estava por vir era um imensa incerteza. Já teriam eles me identificado? Se sim, corria grandes riscos até mesmo dentro do Quartel General, onde as garras de Elena balançavam as suas marionetes, com movimentos vis e lubriosos. "Eu não posso deixar isso barato, quantos que nem Gunter estão sendo coagidos por aquela mulher para atender aos seus planos cruéis?" - só de pensar, meus nervos beiravam à flor da pele.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Me dirigi, de imediato, ao Quartel General, meu único amparo naquela cidade - e agora já não me passava mais a sensação confortável de outrora; aquele sentimento materno e idílico de pertencimento. Aquele lugar era um genuíno ninho de cobras, que agora me denegriam essa sensação que me era de direito. Eu pertencia àquele lugar, como o verdadeiro filho da casa; enquanto eles que deveriam ser expulsos, para que nosso teto fosse purificado de suas malevosidades. Não deixei de notar, ao passar pela entrada do QG, que o local estava reforçado em seu poderio. Me perguntava se aquilo era obra de Elena ou do Capitão Mario. As duas hipóteses me eram assustadoras.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Deveria ir de encontro ao Capitão sem mais tardar; logo, caminharia até os seu aposento. Apesar dos avanços que havia feito recentemente, pois sentia o meu corpo mais forte, apesar da fadiga, após toda aquela árdua empreitada, reconhecia que eu ainda era fraco. Sentia a impotência em minhas mãos, pois nada podia fazer. Nada podia fazer sozinho. Mas nunca fui um individualista; reconheço o trabalho em grupo, e assim reconheço as minhas falhas e acertos, de forma que meus companheiros me complementam, e o contrário também se faz verdade. Para dar fim a uma injustiça tão grande quanto aquela que assolava a marinha, serião necessários os esforços de várias mãos para brandir a espada da justiça.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Chegando lá, bateria em sua porta de forma característica - que já me pertencia -, com três leves batidas respeitosas, esperando até que me fosse anunciado para entrar em seu recinto — Karyo Shen apresentando-se novamente ao Capitão. Desta vez, com um imenso prazer a mais - faria questão de ressaltar a última frase, após saber de toda a conjutura que permeava a marinha. Bateria a minha continência, fazendo um reverência logo em seguida — O Soldado Gunter encontra-se acompanhado do Agente Matty Tuudus e companhia, a missão foi um sucesso. Gostaria que eu elaborasse um relatório completo da missão? - perguntaria ao meu superior, prosseguindo logo em seguida — No que mais posso o servir, Capitão? - indagava-o, esperando que ele possuíse algum pedido.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O Capitão Eric era o homem, dentro da marinha, pelo qual eu possuía maior estima no presente momento. O seu senso de justiça era forte o suficiente para se opor àquela temível realidade. A sua coragem era resiliente o bastante para perdurar naquele ambiente hostil, sem nunca recuar. Era com esse tipo de companhia que eu apreciava ter, o que me lembrava dos novos companheiros que estavam para chegar no QG de Lvneel — Capitão, me permita fazer uma pergunta. O Agente Matty Tuudus me informou que estão para chegar novos soldados, os quais já lutaram contra um dos braços de Elena, e que eles nos auxiliaram nessa nova jornada. O senhor poderia me falar mais sobre eles? - a minha curiosidade estava sedenta, em busca de justiceiros que portavam os mesmos ideais que eu possuía.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por aquele momento, restaria-me ficar em sua sala, para que a situação me fosse melhor elucidada. Contra o mau que se erguia diante de nós, aquele era o lugar mais seguro dentro de nossas instalações, no momento. Todavia, se fosse seguro, seguiria até as forjas, onde buscaria o Mestre-Ferreiro do lugar, para auxiliar-me na confecção de uma nova arma. Era preciso sempre estar afiado, aprimorando as minhas habilidades. Buscaria apenas chegar ao local, de forma a observar como as coisas ali aconteciam. Não esperava que o sistema de Wars Island, em sua pequenez amigável, fosse o mesmo de um QG tão grande como era aquele.



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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! EmptyQui 17 Maio 2018, 16:56

O soldado Shen havia chegado a cidade, o agente que permaneceu em silêncio o tempo todo se manteve assim té o final. Mesmo quando o Karyo o cumprimentou ele apenas acenou com a cabeça e saiu tão silenciosamente quanto havia chegado.

Passando pela guarda da cidade e indo em direção a base a segurança era notável e Shen poderia perceber que apesar da paz que a cidade estava soldados estavam mais do que bem preparados. Entretanto isso não afetou a passagem de Shen que ainda estava vestido de civil, quando iria ser barrado na porta a moça reconheceu o soldado e não impediu sua entrada, que partiu direto para a sala do Capitão Eric.

A sala era grande e espaçosa e o capitão estava sentado nela sozinho. Se levantou batidas da porta do soldado e respondeu com um sinal positivo para que ele entrasse. Mas antes que Karyo pudesse falar alguma coisa o capitão começou a falar mais alto apontando para o ouvido esperando que Shen entendesse o sinal.

- Muito mal soldado! - Disse em tom severo. - Dei uma ordem simples para você encontrar um colega, passa dias sem relatar nada, fico imaginando que mais um soldado morreu e aqui aparece você sem estar ao menos com o uniforme da Marinha. Como deveria punir você?

O capitão escrevia em um papel enquanto conversava com o soldado e assim que terminava de falar entregava a folha para o soldado, havia algumas instruções ali escritas, mas o capitão não deu tempo de Shen ler o conteúdo e continuou a falar.

- Você vai agora tomar um banho! - Ordenou o capitão. - Vai se arrumar vai limpar os banheiros do quartel. Depois vou te encaminhar para receber alguns recrutas que estão chegando na cidade. E esta terminantemente proibido de sair deste quartel sem minhas ordens. Mesmo tenente, papa ou que o quartel esteja em chamas, você não deve sair. Fui claro?

Bilhete:
 


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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! EmptySab 19 Maio 2018, 14:10


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Chegando na sala do Capitão Eric, os eventos passavam pela minha cabeça, como se trilhados em um filme. Diante da porta, era como se tudo pertencesse a um passado distante, mas que ainda podia me ferir. Finalmente sentia que um capítulo daquela trama havia se encerrado, e que agora dávamos mais um passo adiante. E era assim que haveria de ser, passos a passos comedidos, a fim de chegar o mais próximo possível das bases de Elena, para que ela sequer soubesse o que a atingiu. Juntos, podíamos derrubar até o maior dos gigantes. Por fim, podia abrir aquela porta, a qual me era uma entrada para a segurança.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao menos, era isso que eu pensava. Havia muito a ser dito. Estava com as palavras presas na garganta, que seriam sair a todo custo. Precisava de alguém para escutar tudo que havia acontecido, como um ombro amigo. Relatar a missão para o Capitão seria mais do que uma mera formalidade. Seria tirar aquela agonizante sensação que me arranhava por dentro. No entanto, antes que pudesse dizer uma palavra, meu superior me interrompia apressadamente, de forma que não passou despercibida por mim. Engoli em seco, reprimindo tudo que gostaria de falar. Aquilo me doeu mais do que deveria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Todavia, o Capitão fazia um sinal, o qual me dava a entender que poderíamos estar sendo escutados. Não estávamos seguros. Havia me enganado em dizer que ali poderia ser como um forte para nós. A verdade era mais temível do que eu poderia supor. Nenhum local, dentro do QG, podia-nos oferecer a devida segurança. Qualquer deslize e estaríamos em grandes apuros. Eu havia, de fato, adentrado em um covil de cobras - e das mais venenosas possíveis. Na verdade, nunca havia sido picado por uma cobra, ou algo semelhante, mas já podia sentir na carne o veneno maligno da maldade humana.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Escutei em silêncio os seus desaforos - os quais não passavam de uma encenação, mas uma ardil estratégia diante da realidade que nos era imposta - como um bom soldado faria, apenas consentindo, com os olhos baixos, mas ainda o olhando — Envergonho-me, Capitão! A missão foi um fracasso, não consegui traças os rastros do Soldado Gunter, mesmo após procurar muito. Aceitarei qualquer punição que o senhor achar adequada, para assim me redimir de minha incompetência - me curvava para o Capitão, de forma respeitosa, aceitando a sua proposta de encenação. Para sobrevivermos, tínhamos que pensar e agir contra as víboras que ali habitavam.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mesmo diante daquela situação, via alguma graça enquanto o Capitão dava o seu falso carão em mim. Afinal, havia cumprido a minha missão com diligência. Ainda estava com a roupa de civil que havia usado, a qual - não precisava dizer - estava pútrida, motivo pelo qual me era ordenado um belo banho, o que era o meu maior desejo no momento. Depois de toda aquela empreitada, necessitava de um grande refresco — Tão claro quanto poderia ser, Capitão. Desculpe-me pelo trabalho - faria uma reverência, batendo continência — Estarei me retirando para cumprir o meu papel, com a sua permissão. Requisito que, caso os soldados demorem, eu possa me valer das forjas para treinar o meu ofício. Os homens fracos devem otimizar o seu tempo para suprir a distância que os separam dos grandes homens - faria o meu pedido, esperando acalento de sua parte.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]As armas da marinha eram boas, mas comuns; já as minhas, eram obras de arte mais letais do que aquelas providas aos soldados. Podia fazê-las com as minhas próprias mãos, e quanto mais eu treinava as minhas habilidades, mais afiado os seus fios ficavam. Para me preparar para o iminente embate, cada vantagem a mais era de essencial importância a fim de alcançar a vitória.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Destarte, me dirigiria para as duchas, onde poderia tomar algum tempo para mim. Até um soldado necessita de cuidados para consigo mesmo. Despiria-me, entrando debaixo do chuveiro e tomando um renovador banho quente, para relaxar-me os músculos. Demoraria algum tempo a mais que o normal, para me certificar de higienizar-me adequadamente; além disso, havia coisas para se pensar, as quais, via de regra, eram menos enfadonhas quando sentia-se a água escorrer-nos o corpo. Ao fim, secar-me-ia e trajaria o meu uniforme, do qual tanto me orgulhava. "Assim, as coisas começam a voltar para os devidos lugares; eu só não desejo mais ter que me ausentar dessa veste - deslizaria os dedos sobre o símbolo bordado no peito.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo, voltaria ao encontro do Capitão Eric, para me informar se o dito grupo já estava pronto para ser recepcionado. Não havendo eles chegado, rumaria até a forja, ao meu passo natural, procurando o oficial responsável pela ala — Soldado Karyo Shen se apresentando; possuo a permissão do Capitão Eric para utilizar as forjas, desejo produzir uma ou duas armas, mas também gostaria, é claro, da sua devida permissão. Estou apto a pegar os recursos necessários? - perguntaria, da forma mais educada que conhecia. A última coisa que queria era criar mais inimigos dentro da marinha.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma vez que me fosse permitido, juntaria os materiais necessários para forjar uma foice. Buscaria por um lingote de ferro, a princípio; entretanto, por estar em Lvneel, diferente de minha terra natal, esperava encontrar algum minério de maior qualidade, como o aço. "Uma arma de aço, isso seria perfeito" - já podia imaginar até a sua forma, a qual começava a nascer em minha mente. Até já possuía um nome para ela. "13's Jason, esse será o seu nome".



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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! EmptyDom 20 Maio 2018, 16:44

Após fazer suas coisas, o soldado volta a presença do capitão e diz gostaria de trabalhar um pouco na forja, o que foi deveras interessante, pelo menos era o que o semblante de Eric demonstrava.

- Soldado Karyo isso é uma surpresa! - Dizia o capitão. - Não sabia que possia um ofício como esse, se soubesse estaria aproveitando melhor seus talentos.

O capitão então pega um pequeno bloco de papel e olha para algumas folhas, elas possuíam fotos e
Shen poderia jurar que algumas eram justamente das mesmas pessoas que ele tinha a foto, o grupo que deveria chegar a cidade a qualquer momento.

Muito bem! - Disse o marinheiro. - Então vou fazer uma encomenda para ajudar alguns soldados. Você deve fazer uma nova arma para você, não temos foices para fornecer, pelo menos nada com qualidade. Vamos receber um recruta que usa tonfas e também somos militados com esse tipo de armamento, por isso essas são sua prioridade, depois se hover tempo pode fazer mais duas espadas.

De fato o capitão parecia esta pensando bem sobre o tipo d armas que ele queria que Karyo fizesse. Ele realmente parecia bem focado e cada detalhe parecia bem importante. Por isso ele vai a mesa e escreve uma pequena autorização e entrega a Shen.

- Aqui está o papel! - Passava a folha para o soldado. - Você tem autorização para usar a forja e não há necessidade de repor o material, mas tirando a sua foice deve me entregar as outras armas que você vai produzir. Agora esta dispensado e pode começar o trabalho.

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! EmptyDom 20 Maio 2018, 21:51


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O Capitão parecia se surpreender com a minha revelação. Para mim, não era nada de especial, se não pelo sentido que o ofício tinha em minha concepção. Havia vindo de uma família de ferreiros, era mais do que natural que pudesse exercer a profissão — Essas cicatrizes não são de guerra, meu senhor - levantaria as mãos, virando-as brevemente para mostrar-lhe as marcas que haviam se perpetuado em meu corpo devido ao trabalho duro. Sabia que havia ganho alguns créditos com o Capitão, algo que me agradava bastante. Diante daquela situação em que estávamos, estreitar os laços era de suma importância para a nossa sobrevivência.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo, o Capitão Eric se deu a remexer nas papeladas em cima de sua mesa, pegando um bloco de notas em meio ao fuzuê. De soslaio, pude ver rapidamente familiares imagens. Tinha certeza de que eram as mesmas pessoas que o Agente Matty Tuudus havia me mostrado. Aqueles seriam, em breve, os meus mais novos companheiros, os quais lutariam ao meu lado para derrubar aquele maldito esquema corrupto dentro da marinha — Pois não, Capitão, as farei com todo gosto. Venho de uma família que possuía um pequeno negócio, mas um negócio tradicional em minha ilha, quando se trata de armas. Em Wars Island, essa é a principal fonte de renda - me apressava a dizer, recebendo a autorização escrita em um papel, o qual dobrei cuidadosamente e guardei em meu bolso — Obrigado pela dispensa - faria uma continência ao meu aclamado superior, finalmente me retirando de sua sala.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Destarte, me dirigiria para as duchas, onde poderia tomar algum tempo para mim. Até um soldado necessita de cuidados para consigo mesmo. Despiria-me, entrando debaixo do chuveiro e tomando um renovador banho quente, para relaxar-me os músculos. Demoraria algum tempo a mais que o normal, para me certificar de higienizar-me adequadamente; além disso, havia coisas para se pensar, as quais, via de regra, eram menos enfadonhas quando sentia-se a água escorrer-nos o corpo. Ao fim, secar-me-ia e trajaria o meu uniforme, do qual tanto me orgulhava. "Assim, as coisas começam a voltar para os devidos lugares; eu só não desejo mais ter que me ausentar dessa veste" - deslizaria os dedos sobre o símbolo bordado no peito.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo, rumaria até a forja, ao meu passo natural, procurando o oficial responsável pela ala — Soldado Karyo Shen se apresentando; possuo a permissão do Capitão Eric para utilizar as forjas, desejo produzir uma ou duas armas, mas também gostaria, é claro, da sua devida permissão - requisitaria, apenas por educação. As pessoas gostam de ser tratadas bem, que reconheçam a suas devidas importâncias. A apatia é uma porta de entrada para criar-se novos inimigos. A última coisa que queria era criar mais inimizades dentro da marinha.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma vez que me fosse permitido, juntaria os materiais necessários para forjar uma foice. Buscaria por um lingote de ferro, a princípio; entretanto, por estar em Lvneel, diferente de minha terra natal, esperava encontrar algum minério de maior qualidade, como o aço. "Uma arma de aço, isso seria perfeito" - já podia imaginar até a sua forma, a qual começava a nascer em minha mente. "Pois agora, mão na massa" - estralaria meu pescoço, com o auxílio de minha mão; em seguida, os meus dedos, tomando um breve ar e estando pronto para o trabalho.

~ Início: Post de Forja (Foice Assassina) ~


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Acendia à minha frente as cálidas brasas que alimentavam o voraz fogo que cintilava em meus olhos. O carvão negro incendiava-se, tornando-se cada vez mais brilhante. "Cresçam e dancem, pequenas labaredas" - lembrava daquelas palavras infantis que havia pensado outrora, quando forjara a Sinfonia. Agora, a situação requeria mais seriedade, mas estar nas forjas me revigorava com um novo ânimo, quase imaturo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]As condições já pareciam adequadas; as brasas já flutuavam e o calor abrasador me secava os lábios. No pouco tempo em que eu estava ali, já me fora o suficiente para sentir a pele arder, como era costumeiro. Desta vez, as forjas de Lvneel eram mais aprimoradas; os materiais disponíveis, tanto para a segurança como para a produção estavam em maior disponibilidade, diferente do que havia visto no QG de Wars. Cobri-me com as luvas e o avental de forja, assim estaria precavido contra alguma intempére. Até mesmo o melhor dos ferreiros podia cometer deslizes, então por que não eu?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A priori, era preciso tornar do metal sólido em líquido, elevando-o a altíssimas temperaturas. Minhas mãos calejadas, já adornadas de cicatrizes - mediante as sucessivas falhas que me levaram a aprender o ofício -  enchiam o balde de pedra, já chamuscado em um negrume de tão usado, com o lingote de ferro necessário para dar estrutura à arma, com a grande pinça que o introduzia na fornalha. "Irá levar algum tempo, enquanto isso arruamarei os moldes"" - deixava as moldeiras em uma linha simétrica, na ordem das armas que eu intentava produzir, para melhor me organizar. "Estas aqui estão ótimas - dizia para mim mesmo, satisfeito.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Vislumbrava com o mesmo encanto de sempre o líquido incandescente. Era belo por si só, mas só um ferreiro como eu poderia dar-lhe forma em algo com um quê artístico. Já dada a hora, retirei o balde das chamas e despejei com cautela o seu conteúdo naquela fôrma. Logo o líquido ajustou-se ao formato de uma foice, fazendo os meus olhos brilharem em um intenso rubro; o processo de criação era algo além do magnífico.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dei algum tempo para o líquido repousar, guardando o dito balde. A próxima etapa era arrefecê-lo, mergulhando o molde no tanque d'água com o cuidado que uma mãe tem com o filho. Afastei-me do tanque, pois o vapor mais quente que saia desse processo poderia queimar facilmente a pele e me causar prejuízos. Era, de fato, aprazível de se ver, mas como várias coisas bonitas, também tinha os seus perigos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Parecia estar feita, tinha a forma que eu desejava, mas o processo não havia acabado. Era preciso elevar a sua flexibilidade e resistência, para que não quebrasse nos momentos mais inoportunos. E ainda era preciso dar fim as imperfeições, tão indesejadas. Para isso, era preciso empregar-se o martelo de forja; com duras pancadas que uma arma se pode fazer forte.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com o devido aparato da pinça, deixei a foice nas chamas até um estado cadente, tirando-a apenas para martelá-la com minhas hábeis mãos, evitando quaisquer protuberâncias e endireitando o corpo, para mais uma vez arrefecê-la e retornar para as chamas, repetindo o processo até que ela estivesse livre de imperfeições notáveis e angariado as suas características próprias e especiais. Afinal, também queria dar-lhe um aspecto especial.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Passava a mão na foice, já fria e moldada após muito esforço. "Está boa, flexível e resistente" - pensava, o sabia pelo som que o ferro produzia, algo que apenas os ferreiros sabiam identificar. No entanto, ainda não havia acabado. Era necessário afiá-la para torná-la uma genuína arma. Com a pedra de amolar em mãos, comeceu a lixá-la, afiando-a até ganhar um exímio fio. Passei a mão na área cortante, traçando uma linha de sangue em meu dedo. "Mortífera" - pensei. E realmente o era.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Estava pronta, bastava polir a arma para emitir um digníssimo brilho metálico, e assim procedi. Com o corpo todo metálico, estava feita a minha mais nova arma, que brandiria com orgulho nos campos de batalha.


~ Término: Post de Forja (Foice Assassina) ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Terminado o meu trabalho, me escoraria próximo à fornalha, tomando fôlego; até mesmo alguém habituado, como eu, ao vapor das forjas precisava de um tempo para se recompor. O calor que emanava daqueles fornos abrasados drenavam as energias tão rápido que em questões de instantes qualquer pessoa estaria ensopada de suor. Não era diferente comigo; por isso, logo tiraria o suor acumulado de minha teste, esperando a minha respiração se restabilizar, mas sem deixar o meu corpo e mente esfriar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Esse era apenas o início de um longo trabalho; apenas uma arma havia sido feita, estava-a deixando de repouso, para que pudesse alcançar o seu equilíbrio de forma mais natural. Entretanto, não tardaria para apreciar a minha obra-prima, e já estava ansioso para contemplar melhor o resultado de meus esforços. Todavia, ainda havia muito a ser feito. Tiraria a camisa, pendurando-a em um local próximo, como sempre fazia nas forjas. "Assim está bem melhor" - respirava fundo, me preparando para as próximas encomendas.

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IV - Diante da Lei
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VI - Caos em Utopia!
VII - [LB] O Florescer de Utopia
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Última edição por Kekzy em Qui 07 Jun 2018, 17:20, editado 1 vez(es) (Razão : Post de Forja)
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! EmptyTer 22 Maio 2018, 16:54

Depois de forjar a arma o soldado estava cansado quando uma mulher muito atraente entra na sala da forja, era uma pessoa que ele já havia visto de longe, sabia também o seu nome, ela era o motivo da desgraça de muitas pessoas, seu nome era Elena, seu posto, o de tenente.

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Ela era realmente bonita, desejável e de presença muito forte. Ela trazia com ela dois copos de suco bem gelado sobre uma bandeja e colocou sobre o balcão.

- Prazer em te conhecer soldado Shen. - Disse ela sem nenhuma formalidade típica do exército. - Vim aqui para te conhecer mas para te fazer algumas perguntas, mas primeiro se sirva de um suco. - Disse ela calmamente esperando Karyo ter a iniciativa de pegar um copo para depois ela pegar o que ficasse. - Mas não quero demorar muito. Estou encarregada de procurar o soldado Gunther, que chegou a ilha com você, e imagino que você tenha alguma pista ou tenha encontrado alguma cosa nesses dias. Poderia me relatar a sua missçao?

Obviamente ela estava sendo educada, bebia o suco que ficou na bandeja, ouviria tudo o que o soldado tinha a dizer. E depois sairia de lá, claro que a reação dela dependeria do comportamento do
próprio subordinado (vai ficar para o próximo post).

- Obrigada pela resposta. - Dizia ela na porta da sala de forja. - Pode voltar ao seu trabalho.

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! EmptyQua 23 Maio 2018, 22:24


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Havia acabado de forjar a minha arma. Estava um pouco cansado, a fadiga acumulada ainda era um problema àquele ponto. Nunca tinha feito um trabalho tão bem feito quanto acabava de fazer. Finalmente me dava a contemplar a peça que produzi. O aço reluzia a luz, resplandecente; ajustando no ângulo certo, até o meu próprio reflexo era possível de ser visto. A imagem não era tão nítida, mas ainda assim mostrava os meus avanços. "Agora eu preciso nomeá-la... - me dava a pensar. Os nomes eram algo importante. Toda boa arma possuía um nome; com a minha não seria diferente. Fui buscando em minha mente uma série de significados, a fim de concebê-la um nome que me tivesse sentido. "Já sei! - a erguia para o alto, apreciando-a de baixo. "Seu nome será... !! " - de soslaio, vi uma figura se aproximar. Parei imediatamente, sentindo o desastre que estava por vir. Mesmo com a pouca visão que tive, podia-a reconhecer, tanto a sua aparência como a sua presença eram únicas. Elena Eisenberg. A cabeça por trás de tudo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aquele movimento me pegava de surpresa. Jamais esperaria que ela viesse ao meu encontro pessoalmente. O que aquilo significava? Ele já saberia de tudo? Não. Não podia ser. O Capitão Eric  havia tomado as providências necessárias. Eu havia de confiar nele. Eu tinha que confiar nele. Era a minha única opção. Ela havia me encurralado, e agora eu estava em posição de cheque. Um movimento em falso e ela garantiria não só a minha cabeça, mas também a do Capitão. As nossas vidas estavam em jogo. Não me restava escolha senão agir naturalmente, como se não a conhecesse e de nada soubesse - o que implicava dizer: eu teria que reconhecê-la como Tenente. Mesmo que me doesse muito, pois havia dito para mim que jamais a reconheceria como tal, minha displicência havia me botado nessa situação.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Diante disso, eu só poderia supor que ela suspeitava de mim, uma vez que houvesse checado as informações. Afinal, não era difícil saber que eu havia sido enviado em missão. Todavia, não havia formas dela afirmar que eu tinha obtido algo. Partindo da premissa de que ela não tinha certeza sobre os meus atos, eu era apenas um potencial suspeito. Destarte, ela só poderia estar ali para... para me testar. "Sendo assim, não irei recuar. Tudo que preciso fazer é despistá-la. Posso não conseguir mantê-la longe da verdade por muito tempo, mas posso atrasá-la. E é tudo que precisamos." - me preparava. Logo, a mulher estava em minha frente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Engoli em seco. Como recém chegado, era necessário mostrar que sequer a conhecia. Olharia para a medalha dela, o indicativo de sua patente, esperando encontrar, da mesma forma, o seu nome — Pois não, Tenente... - se o seu nome estivesse identificado no uniforme, o proferiria como estivesse escrito. Nenhuma palavra a mais ou a menos; da exata forma em que se encontraria — Soldado Karyo Shen à sua disposição - responderia. "Não, eu não estou à disposição para uma pessoa como você - em meu foro interno estava com um misto de raiva e, por mais que doesse admitir, sentia um pouco de medo. Não por agora, mas pelos desdobramentos após o nosso encontro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Estava ansioso para que ela fizesse o seu próximo movimento. O que poderia esperar dessa mulher? Para o meu infortúnio, mais uma vez ela me encurralava contra a parede; mais uma vez, eu não tinha para onde fugir. "São doi-" - parei de pensar; reagiria de prontidão ao pedido dela. Mais do que uma pessoa intelectual, eu era alguém intuitivo. Naquele momento, havia sentido a armadilha, como uma pontada que alfinetava a minha cabeça. Tomaria o copo da esquerda, sem hesitação. Tudo aquilo era um teste — Obrigado, Tenente... - beberia metade de seu conteúdo, deixando-me soltar um longo suspiro — Estava realmente com sede. Bastam alguns minutos aqui na forja o meu corpo para o meu corpo ressacar por completo. Muito obrigado pela gentileza, Tenente. Na minha cidade natal, não tínhamos esse tipo de tratamento por parte de nossos superiores; mas, permita-me perguntar, ao que devo a honra de ter desperto o seu interesse? - faria uma sutil reverência. "Isso poderia estar envenenado... Mas era a minha única opção. Se eu demorasse demais, ela acabaria por notar que estava hesitante diante dela, o que se daria por um motivo, o qual ela bem saberia... Essa mulher é mais perigosa do que imaginei" - refletia; todavia, ela não poderia me matar, não ali, não daquela forma - foi o que a minha intuição rapidamente me disse.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu não era bom nesses jogos. Esse tipo de sutilidades nunca foram o meu ponto forte. "Se ao menos se mantesse assim... - mas é claro que não seria apenas isso. Aquilo era apenas o início de seus joguinhos. O que vinha adiante me deixava em uma situação ainda mais alarmante.

"Estou encarregada de procurar o soldado Gunther"

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu podia escutar o baque que tais palavras causavam em mim. Não havia problemas em deixar aquilo transparecer. Só de lembrar de todo o sofrimento e angústia de Gunter, aquilo me fazia esmaecer; para logo em seguida ficar enfurecido - parte que repreendi — É meu amigo, senhora... - deixaria claro o pesar em minha voz, que era, senão, a verdade — Minha missão já acabou. Desculpe-me por isso, por te causar trabalho, mas eu encontrei uma pista, Tenente - reviraria meus bolsos, a procura da imagem da caverna — Isso foi a única coisa que ele deixou antes de sumir - a relatava. Não poderia revelar muito a ela, mas também não podia mentir; ainda que a desprezasse, corromper-me com mentiras era um passo que nos aproximava - e da laia dela, eu só queria distância. Assim, não me daria a mentir, mas não me cabia falar toda a verdade. Ser sincero em entregar-lhe a pista era um dos pontos para ganhar pontos com Elena.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Claro que posso, Tenente. No entanto, o relatório completo está com o Capitão Mario, a melhor versão é sempre a mais fresca, caso queira entrar em detalhes. Como não desfruta de muito tempo, serei breve... - gesticularia um pedido de desculpas formais para ela com as mãos — Vamos ao que interessa. Assim que acordei, encontrei essa imagem caída próxima a cama de Gunter, foi a única pista que ele deixou. Me dei a procurar pela cidade. Não sabia o que essa imagem queria dizer, e havia acabado de chegar à ilha, então me restou traçar o nosso caminho de forma contrária, o que nos levou a uma biblioteca. Lá procurei por pistas. Posteriormente, entrei em contato com um geógrafo, me esforcei muito para preparar tudo. Havia concluído que Gunter não poderia estar na cidade, mas sim fora dela, pelas poucas coisas que a imagem podia me falar. Passei dias perambulando pelos arredores da cidade, em sua procura, mas o meu amigo... - mordia os lábios, fazendo-me lembrar das cenas pesadas as quais assisti — Não... não pude fazer muita coisa... não tenho mais sequer a única coisa que ele me deixou, o Capitão Eric me repreendeu, mas... - abaixava a cabeça, soltando um pouco da raiva que sentia — Estou preso aqui, agora, em trabalho disciplinar, com as mãos atadas. Vim para as forjas, meus pai me cultivou aqui; aqui posso ser útil, e também me alivia a cabeça estar em um ambiente familiar, mesmo tão longe de casa - a relatava, adentrando em detalhes pessoais e revelando-a meus sentimentos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Elena devia ter uma escuta na sala do Capitão Eric. Não duvidava que fosse capaz disso. No entanto, assim ela só pregava contra ela. Todo o meu relato era verdade, o que deixava tudo ainda mais verídico, quer ela possuíse ouvidos onde não deveria ou não. Havia jogado bem, disso eu sabia - desde que voltei da missão, estava em estado de alerta, o que me ajudara imensamente. Entretanto, daquela mulher, não sabia mais o que esperar, restava-me esperar por sua resposta.  

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E a aguardava como se esperasse o grande veredito.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao confirmar a sua retirada, me veria livre para voltar aos meus afazeres. "Isso foi perigoso. Preciso contatar ao Capitão logo que possível, mas antes preciso cumprir com os meus deveres aqui na forja - decidia. Assim, começaria o trabalho.

~ Início: Post de Forja (Espada) ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mais uma vez haveria de martelar incessantemente aquele valioso metal, dando-o vida e forma, para que então mais uma obra-prima pudesse surgir. Todos os meus anos de experiência naquelas cálidas fornalhas se traduziam nesses momentos. Um ferreiro possuía um maior valor quando o seu trabalho era destinado a uma causa específica; quando as suas armas eram utilizadas para servir aos justos e a um grande propósito. Para ser sincero, mais me entristecia ter de vender todas as minhas criações e, assim, desperdiçar o meu potencial criativo. Agora eu podia empregar todo o meu esforço sem nenhum receio e sem nenhum pesar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Começaria novamente processo semelhante. O trabalho manual e repetitivo era a minha praia, por mais que fosse fatigante e, às vezes, entediante - mas nas forjas as coisas eram diferentes para mim. Com vontade alimentaria as brasas já acessas, pegando punhados de carvão para jogar no fogo. Como sempre, assistiria as pequenas labaredas crescerem, até que estivessem fortes o suficiente para chamá-las genuinamente de fogo. Aquele ambiente de trabalho me era mais propício e havia mais a oferecer a mim do que jamais tive, produzir armas aqui era como soprar uma sutil brisa, enquanto antigamente eu me via obrigado a criar ventos e, dependendo das épocas, tempestades.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ainda com os materiais de proteção trajados, senão a luva, que agora vestia, pois até as mãos de um ferreiro possuíam o direito de respirarem o ar livre vez ou outra. Devidamente preparado, para o meu alívio, pois quando comecei o meu trabalho, sequer o material essencial para a minha proteção possuía - na verdade, não podia utilizá-lo, pois senão o meu velho descobriria as molequices que eu fazia. Destarte, peguei aquele bruto e pesado lingote de aço. "Esse irá servir bem! - o ânimo me tomava. Criaria, dessa vez, uma espada; mas não uma mera arma, seria A Espada; pelo menos, dentro de todo o meu leque de produtos já confeccionados.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aquele balde de pedra logo era preenchido com o metal, sendo levado à fornalha para que aquecesse e virasse uma substância líquida, na qual eu poderia trabalhar. "Até as coisas mais duras hão de ser amolecidas para serem bem trabalhadas..." - pensava agora em como aquilo se aplicava às pessoas. Acabada a minha espera ansiosa, mais uma vez peguei a grande pinça, retirando o balde do fogo com toda a cautela que poderia ter. Não tardei para despejar o seu conteúdo dentro do molde que havia pego, lentamente, para que ele pudesse se alocar sem nenhuma deformação. já podia vislubrar ali o nascimento da espada. Ela brilhava em meus olhos, enquanto o metal derretido descansava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo chegou uma das etapas que mais me dava prazer, mas também a que eu mais possuía cautela. Era o momento de arrefecer o dito metal, para que ele ganhasse todas as propriedades que um bom espadachim poderia reivindicar. Mergulhei o molde no tanque d'água, com ajuda dos equipamentos, evitando o repentino vapor quente tocar-me a pele diretamente, como sempre fazia. Todavia, o processo estava longe de ser acabado. Era necessário aquecê-lo, trabalhá-lo e arrefecê-lo novamente, diversas vezes, para que pudesse considerá-lo acabado. E assim, faria, pondo a molderia nas quentes chamas, até que o metal brilhasse, ficando mais maleável, mas ainda sólido. Golpearia-o o quanto achasse necessário, a minha própria intuição de ferreiro me diria o momento de parar, para que deixá-lo mais denso, mas não tanto, pois ao exceder as medidas certas poderia-o deixar rígido demais, levando-o a torná-lo quebradiço aos grandes impactos - uma boa flexibilidade e resistência eram sempre as soluções.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Me livrando das protuberências e das deformações indesejáveis, pude garantir que ela seria uma ótima arma. Mas mais do que isso, era necessário ser uma arma única. Um trabalho único, para uma pessoa única. Comecei a trabalhar em seus detalhes, como se fosse um escultor, e em muito tínhamos de parecido, trabalhando no metal maléavel as suas artes. Não obstante, precisava polí-lo e afiá-ló algumas vezes, para que se tornasse uma arma superior, tanto em beleza quanto em letalidade. Só quando todos os procedimentos estavam realizados que pude soltar um grande suspiro de alívio, tão satisfeito com a minha mais nova criação. Aquela arma era, de fato, bela, mas não me cabia dar-lher um nome. Era um presente, e até tinha inveja da pessoa que a brandiria.

~ Término: Post de Forja (Espada) ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uffh - soltaria o ar quente acumulado em meus pulmões. Era necessário se dar algum tempo paara recuperar as energias, o trabalho era mais exaustivo do que se podia imaginar; só adentrando no labor das forjas para saber o quão excruciante é fazer armas. "Ficou um bom trabalho, no final das contas - tinha a certeza que, ao menos, estava dando o melhor de mim a cada peça produziada, como um verdadeiro ferreiro deveria fazer. Cada peça devia ser única, não uma mera reprodução; a forja, antes de tudo, é uma arte, não um instrumento.


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Última edição por Kekzy em Sex 03 Ago 2018, 12:28, editado 3 vez(es) (Razão : Post de Forja)
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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! EmptyQua 30 Maio 2018, 08:50

Elena recebe a foto e houve todo o relato de Kairo e não esboça reação nenhuma, fria como gelo, linda como a neve, ela apenas se despede e vai a direção da porta abre a mesma e para, olha para Shen.

- Soldado Shen. - Falou ela com calma. - Acho que sei onde pode ficar essa caverna, vou providenciar que você vá comigo na busca de seu amigo. Pode ficar tranquilo.

Havia algo estranho no rosto dele, como um leve sorriso, uma leve alegria, ela olhava para os copos vazios e voltava para sala e com um sorriso infantil foi pegar.

- Ops! - Exclamou ela. - Estava esquecendo isso.

Passado cinco minutos da tenção a porta volta a se abrir, era um soldado que trazia uma mensagem, era um envelope com o selo da marinha.

Carta:
 

Agora Shen estava só, poderia voltar ao seu trabalho com muita tranquilidade.

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MensagemAssunto: Re: [Divine Tools] II - Juntando as peças!   [Divine Tools] II - Juntando as peças! EmptyQui 31 Maio 2018, 03:49


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não sabia bem como era um inverno, não um inverno rigoroso, propriamente dito, com neve e temperaturas tão gélidas quem podiam me queimar as orelhas e o nariz, além de me ressacar os lábios e os olhos; mas sabia que aquela mulher devia ter nascido no ambiente mais inóspito e frio que poderia ter em nosso mar. A sua frieza era incompassível, conferindo-lhe aquele tom infindável. Não podia extrair nada de sua expressão, pois agia como quem bem conhecia as artiminhas dos dissimuladores. Era uma verdadeira aranha, em toda a sua natureza.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Elena Eisenberg. Até onde suas artimanhas podiam alcançar? Jamais que arreadaria o pé daqui. Não direto para a morte. "Me toma por tolo?" - gostaria de falar-lhe, mas por motivos óbvios não podia fazê-lo — Aguardarei o nosso próximo encontro... Tenente - ainda me pesava pronunciar tais palavras. Pessoas como Elena não deveriam vestir o nosso manto sagrado, tão pouco ostentar nossas medalhas de honra.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"Por agora, é melhor eu me concentrar na tarefa que me foi passada. Aqui dentro da marinha, ao menos, estou minimamente protegido, acredito; do contrário, ela não precisaria que eu fosse até a caverna junto a ela para me causar algum mal" - refletia sobre suas ações. Precisava ser esperto, tentar estar um passo a frente de meu oponente, o que seria uma demanda extremamente árdua. "Tenho ordens estritas do Capitão Eric de não deixar os limites do Quartel General até segunda ordem, estou em sua tutela direta, o que nos compra alguma resistência. Assim que terminar aqui irei direito ao encontro do capitão, só assim podemos traçar melhor uma resposta e fazer o nosso movimento - ponderava. A situação ia ficando cada vez mais crítica, para nosso infortúnio. Teria Elena descoberto a verdade?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não tardou para a porta abrir novamente. Por um momento pensei que poderia ser Elena novamente, com mais uma de suas maquinações. No entanto, o que me chegava era um carta, uma mensagem do Capitão Eric. Abri ela e a li imediatamente  — Obrigado - saudaria o meu companheiro marinheiro, agradecendo-o. O seu conteúdo era claro, os novos soldados estavam para chegar no QG, e eu seria responsável por mantê-los longe das garras de Elena tanto quanto possível. Sem perceber, soltava um leve riso. "Mal consigo escapar de suas perversidades, quem dirá afastá-las dos outros..." - começava a pensar que aquilo seria complicado e, talvez, longe de minhas capacidades; todavia, jamais deixaria de cumprir o meu dever, daria tudo de mim para mantê-la tão longe quanto possível dos novatos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ademais, pensaria sobre o teste que haveria amanhã, o qual vinha em momento oportuno. "Finalmente poderei subir de patente, assim damos um passo a mais no combate contra Elena. De passo em passo conseguiremos destruir todo esse esquema perverso" - pensava, resoluto. Olharia o fogo crepitar intesamente na fornalha, jogando a carta em suas chamas. "Assim, se suas mãos sujas tentarem nos alcançar, queimarão até terem o que merecem". Olharia novamente para as ferramentas, preparando-me para mais um round de trabalho duro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Bateria o martelo no balde, ressoando o início de mais uma empreitada, e minha última. "Esse é o meu último esforço aqui, por hoje, vamos fazer valer a pena" - umificaria os beiços, fazendo os preparativos para começar a forja. "Uma arma, hmm... Vamos ver o que sai daqui". Já estava bastante cansado do ritmo frenético que havia empregado ali, naquele ambiente abrasador, sem ter me recuperado totalmente da empreitada nas montanhas. Porém, apenas o trabalho duro podia compensar a diferença de forças existentes entre mim e Elena.

~ Início: Post de Forja (Pistola) ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mergulharia agora por um caminho que eu ainda não poossuía grande confiança, mas tinha convicção que meus treinos e meu aprendizado haviam sido sólidos o suficiente para que agora pudesse dar vida a mais do que apenas armas corpo-a-corpo. Adentrando as maquinárias mais complexas, estava prestes a dar vida ao que considerava as armas mais letais, uma vez que o seu uso era potencialmente mais perigoso do que as demais. Armas de fogo. O nome por si só já me causava certo impacto, como ferreiro. De toda forma, era um desafio que eu possuía pela frente; já havia produzido armas assim, mas agora sentia que era para valer, uma vez que um presente não poderia deixar de ser bom, qualquer coisa abaixo em qualidade seria uma desonra para o meu nome e para os meus mestres.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O interessante de forjar uma arma era a divisão do processo, evento díspar ao da criação de armas brancas e de outras lâminas. De toda forma, as moldeiras estavam sempre ali para nos auxiliar. Tinha certeza que, sem elas, o trabalho de um ferreiro seria mais infernal do que já podera ser considerado. Sendo assim, seguindo as instruções do Capitão, me dei a valer-me de mais um pouco dos recursos que a marinha havia a oferecer. Com o lingote em mãos, deposite-o naquel balde rabugento, dando às brasas o carvão que elas clamavam para que crescessem vívidas. Apesar de me considerar melhor trabalhando com ferro, eu já estava começando a engajar, mais ainda, no trabalho com o aço. Recomeçaria aqueles processos exaustivos, recolocando o balde no fogo com a pinça apropriada, para que não me queimasse as mãos as voraz chamas que subiam ali.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Observando o metal derreter, logo o retiraria assim que desse o tempo, levando o metal derretido até as moldeiras. Diferentemente dos outros tipos, essa possuía diversos espaços, sendo maior que as anteriores, para que pudesse comportar os moldes de cada peça, dando o espaço de segurança necessários para que nenhum desastre acontecesse entre elas. Despejei o líquido em cada uma delas, com a devida cautela, sempre sem pressa, esperando-o se acomodar ao seu tempo. Até o metal precisava do seu espaço, e não poderia negá-lo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ali nada faltava, estava o cano, a massa e alça de mira, o tambor, o cão e o dedal serrilhado, a vareta do extrator e a base que levava a guarda mato, tal como o corpo do cabo. Mas estava faltando algo, o que seria? "Droga, quase me esquecia! São pistolas duplas! Como as das histórias de cowboy, creio..." - tendo isso em mente, repetiria todo o processo de agora a pouco, com uma nova e idêntica molderia - na marinha eles possuíam aos montes - para criar uma nova arma. Com os meus produtos ali, iria arrefecê-los um a um, mantendo o ritmo do trabalho, esquentando-os e trabalhando-os em conjunto; enquanto um esquentava, eu trabalha no corpo do outro, e assim ai construindo a minha própria harmonia. Esquentar, martelar e arrefecer, essa era a tríade que repetia incessantemente. Mesmo sendo pequenas, aquelas armas me requeriam bem mais esforço manual, uma vez que havia de ser mais delicado ainda, para que não estragasse as pequenas peças.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após os longos e árduos processos de martelar e a dicotomia de esquentar e arrefecer as peças, para que se conferisse ao metal as melhoras das qualidades que se pudesse pedir de um ferreiro como eu, começava a trabalhar na parte que mais me exigia mentalmente, que eram os detalhes. Martelar cada peça à parte me fora extremamente desgastant, mas tomava gosto por fazê-los, mais aumentava a preciosidade que era aquela arma. Ainda havia de aclopar devidamente cada peça, fazendo um último processo de esquentar e arrefecer nas peças que possuíam a intríseca necessidade de fazerem parte do corpo principal da arma, não sendo as peças substituíveis. Por fim, quando terminado, pude dar um breve sopro em cada, após polí-las para que emitissem aquele brilho sutil e montá-las devidamente, em seus respectivos lugares, imitando os ditos cowboys, em minha passando os seus icônicos "Ihaaa!"

~ Término: Post de Forja (Pistola) ~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"Está acabado! Essa a última, definitivamente - me escoraria contra a parede, deixando-me deslizar até o chão, após acabar todo o processo. Estaria acabado, exausto até a alma, demasiadamente suado, de forma que precisava tomar fôlego e recobrar as energias para poder até me levantar. Aguardia algum tempo, até por fim levantar. "Os esforços de hoje foram produtivos, espero que o capitão aprove o meu trabalho" - juntaria as armas ali feitas, pegaria a minha camisa e me dirigiria até as duchas, novamente. Tomaria um aprazível banho, me libertando daqueles odores indesejados e do aspecto sujo que sentia desgosto de sentir. Só assim estaria apresentável, e poderia finalmente me apresentar novamente ao capitão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"Agora devo ir ao seu encontro" - planejaria, pegando os meus pertences após vestir-me adequadamente, indo de encontro à sala do Capitão Eric. Bateria em sua porta modestamente, da forma que ele já conhecia, em exatas três batidas espaçadas com a mesma força — Me apresento novamente ao senhor, como solicitado. As armas foram produzidas, como solicitado - diria, batendo uma continência ao meu superior e mostrando-as logo que possível. Gesticularia com a boca, dando a entender que perguntava sobre as possíveis escutas naquela sala. À essa altura, provavelmente o capitão já teria averiguado cada centímetro daquele lugar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Esperava novas ordens, mantendo a compustura enquanto aguardava ser instruído sobre os novatos que haviam chegado na ilha. Estava ansioso para conhecê-los. Mal podia esperar para unir-mos forças.

Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 05
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia.
Ofício: N/A
EdC: Ceifador

Ganhos: 13's Jason
Perdas:

NPC's:
Extras:
















Off




Spoiler:
 




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Ficha - Karyo Shen, Ceifador Branco
I - Goatman Kill Streak
II - Do Espírito das Leis
III - [Divine Tools] Juntando as peças!
IV - Diante da Lei
V - Zarpando para Utopia!
VI - Caos em Utopia!
VII - [LB] O Florescer de Utopia
VIII - [LB] O Florescer de Utopia II


Última edição por Kekzy em Sex 03 Ago 2018, 12:54, editado 2 vez(es) (Razão : Conclusão do Post de Forja)
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