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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Chapter IV: Love and War

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MensagemAssunto: Chapter IV: Love and War   Chapter IV: Love and War EmptyQui 10 Maio 2018 - 16:39

Chapter IV: Love and War

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador de Recompensas Akihiro Yoshida. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Chapter IV: Love and War   Chapter IV: Love and War EmptyQui 10 Maio 2018 - 18:59

A última coisa que vi antes de apagar foi Sven se jogando no mar, levando consigo o pirata que nos causou tantos estragos. Eu seria para sempre grato à ele e nada que eu fizesse na vida iria pagar esta dívida. Foi com a última lembrança em vida do jovem tenente em minha mente e lágrimas nos olhos que acordei no convés de minha escuna com uma voz preocupada chamando por mim. Era Tyla e a garota foi a primeira a perceber que eu havia recobrado a consciência. Foi bom vê-la acordada e com boa saúde. Percebi que só poderíamos estar dentro da ilha, ou seja, tínhamos conseguido escapar dos piratas, mesmo que tenhamos pago um preço extremamente alto por este feito. Tyla estava bem agitada, a situação dos outros não devia estar melhor do que a minha. Tentaria tranquilizá-la, já que não havia ninguém sentindo mais o peso da culpa do que eu naquele momento:

— Não se martirize Tyla, você fez tudo o que pode, a culpa é toda minha. Eu que dei as ordens, mesmo sabendo que seria extremamente difícil. Vocês me seguiram e acabamos todos assim. — Minha voz saia bem mais rouca que o normal, já que minha garganta estava seca e meus lábios rachados, devia ser por causa do clima quente da ilha em que estamos, bem diferente do que passamos no North Blue e no farol. — Quer dizer que todos ainda estão desacordados? — Eu estava realmente preocupado. Se eles morressem por conta de minhas ordens egoístas, eu nunca me perdoaria. Jewel se aproximava de mim e segurava minha mão num gesto afetuoso e agradecia pelo meu “ato heroico” mesmo sabendo que nenhum caçador teria a obrigação de arriscar a vida por um marinheiro, mas eu fiz questão de refutar aquela opinião: — Todos tem uma grande parcela nisso tudo e eu não podia simplesmente deixá-la para morrer. Só espero que eles acordem e se recuperem. Tenho algo à dizer, mas só falarei quando estiverem todos conscientes.

Haidee estava por lá também e pelo que dizia Tyla, havia feito um ótimo caldo e a cozinheira até perguntou se eu queria alguma outra coisa, mas eu apenas balancei a cabeça em negação. — Já elogiaram esse caldo, estou com muita fome e agora curioso também. Meu braço direito não parece estar muito bom, então se puder me ajudar a me sentar, eu agradeceria. — Quando a cumbuca chegasse eu me ajeitava, botaria-a entre as minhas pernas e começaria a comer. Jewel estava cuidando do Warren e eu só podia pensar no que havia acontecido. Nesse momento uma ideia começou a crescer dentro de mim. Era algo que eu recusei no início de minha jornada, mas seria um ótimo jeito de pagar minha divida com todos. Eu tinha fé que todos iriam acordar, tanto Warren quanto Faoni eram pessoas fortes e mesmo não sendo muito crente, rezaria para vê-los outra vez de pé. Nesse tempo, uma dúvida que já a um tempo crescia dentro de mim enfim vem a tona, depois que fiquei mais consciente: — Por quanto tempo fiquei desacordado? Onde diabos estamos? — Começava a expressar todas as minhas dúvidas às pessoas que me rodeavam, pelo que percebi, estávamos num lugar quente e com árvores que pareciam tocar os céus de tão longas e raízes que subiam acima da terra. Parecia um lugar selvagem e bem perigoso, deveríamos ficar atentos a qualquer coisa que saísse de lá.

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MensagemAssunto: Re: Chapter IV: Love and War   Chapter IV: Love and War EmptySex 11 Maio 2018 - 15:39


Sim, os outros estão desacordados. Faoni foi deixado lá dentro, pois seu corpo estava um pouco frio. – A situação na embarcação estava se tornando melhor conforme o tempo passava, pois todos iam se recuperar em algum momento e assim poderia partir daquele local para explorar melhor a ilha. Haidee ajudava Akihiro no que era necessário, entregando ao mesmo a comida que ia sendo comida em seu próprio tempo. – Os ferimentos deles foram mais profundos, acredito que até amanhã eles acordem. Se não acontecer precisaremos encontrar algum lugar onde eles podem descansar melhor. – O tempo que havia se passado durante o descanso de ruivo tinha sido longo, e todos sabiam que naquela ilha as coisas não ficariam tão paradas quanto agora. – Um dia e meio, você é mais do tipo resistente, consegue aguentar os golpes. Os dois garotos não são tão preparados assim. – A ilha pântano era estranha e silenciosa, pouco se via e ninguém tinha surgido em tanto tempo.

Jewel estava um pouco preocupada, retirava seu baby den den mushi do bolso, mas não conseguia ligar para ninguém de onde estava. – Não tem ninguém da marinha nessa ilha, isso complica um pouco a nossa situação. – Com cuidado a marinheira trocava os curativos de Warren, aplicando uma pomada sobre o ferimento já costurado e assim envolvendo novamente com bandagens. – Sven estava com o eternal pose dessa ilha... Ela se chama Berlinque, é bem conhecida por ser "a pior ilha do mundo". Ouvi falar que só existe um morador nessa ilha e é exatamente por isso que estávamos vindo para este lugar. Conhecer o morador e explorar a ilha, ter um melhor conhecimento sobre ela e passar tais informações à marinha. – Só de observar o local e sentir aquele clima quente ficava claro o motivo de ser a pior ilha do mundo. Durante todo aquele tempo nenhum deles tinha percebido, mas sobre as árvores existiam diversos macacos, cobras, gorilas e outros que não podiam ser identificados. Jewel foi quem observou melhor tal coisa e falou ao grupo. – Existem animais estranhos por aqui, nenhum deles se aproximou, mas a ilha parece ter mudado e transformado os animais que conhecemos. São um tipo evoluído, por isso precisamos tomar cuidado. – Assim que ela terminou de falar um uivo foi escutado, parecia longe, porém fora tão forma que os barulhos na floresta surgiram e todos conseguiam ouvir que as coisas complicariam daquele momento em diante.

Ao longe o grupo da embarcação conseguiu ver um lobo verde andando no meio das árvores, saltando tão alto que atravessa as águas sem tocar nelas. A atenção dele não estava voltada ao grupo e mesmo vendo os humanos por ali, não pareceu ligar e continuou andando por seu caminho, atravessando aquela região até desaparecer da visão deles. Passando por esta situação outra surgiu. Na borda direita do barco pousou uma grande coruja preta que não parecia ter olhos. Ela tinha seu rosto virado ao grupo e focava muito neles, permanecendo na embarcação sem fazer nenhum movimento. – Essa coisa é meio estranha. – Observando os buracos que pareciam ser os olhos dela podia enxergar um pequeno brilho dourado no fundo deles, algo estranho que não poderia ser normal. Até mesmo o tamanho era estranho das corujas normais e foi ai que eles conseguiram ver que não era uma coruja, mas sim alguém. Lentamente o animal mudou de forma, transformando-se em um garoto de olhos dourados e cabelo preto, vestindo roupas totalmente pretas. Ele sentou-se na borda e continuou observando o grupo de Akihiro sem dizer uma única palavra ou mesmo se mover, permanecendo sentado como se tudo ali estivesse sendo normal. As garotas se prontificavam para ficar à frente do ruivo, pois ele ainda estava ferido e enfrentar alguém naquele momento não parecia bom.

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Coruja:
 
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MensagemAssunto: Re: Chapter IV: Love and War   Chapter IV: Love and War EmptySab 12 Maio 2018 - 18:04

— Zhahaahaha, o que você disse? Pior ilha do mundo?! — Eh, realmente estávamos com sorte. Todo mundo ferido, nenhuma base na marinha para nos ajudar, uma ilha inexplorada e com um título tão forte. Parecia que as coisas iam piorar muito antes de melhorar. Assim que Jewel terminava de falar sobre os animais estranhos e evoluídos que viviam ali, um uivo sinistro de gelar a espinha era ouvido talvez por todos os que estivessem acordados ali naquele momento. Parei com a colher próxima da boca, abobadado por ver um lobo tão gracioso quase flutuar enquanto aproveitava das raízes das árvores para não tocar no pântano. — Que animal fantástico. — Falava para todos que pudessem ouvir, mas antes que a minha surpresa acabasse, outro lindo espécime apareceu diante de nós. Era uma PUTA coruja, muito maior do que todas as que eu vi no North Blue em toda a minha vida. Ela pousou na amurada do barco e ficou olhando para nós, seu rosto parecia não ter olhos e ela era negra como a noite, salvo alguns detalhes de sua plumagem.

Mas estávamos na Grand Line, coisas fantásticas iriam acontecer muitas vezes e seríamos surpreendidos por sua beleza e impiedade muitas vezes nessa jornada, ao menos estava feliz por dessa vez, ser relacionado à beleza. Porém, mesmo estando onde estávamos, aquela coruja tinha um quê misterioso. Enquanto prestamos atenção nela, e ela em nós, algo começou a acontecer com seu corpo. Num ritmo devagar ela começou a perder suas penas, seu corpo começou a se ajeitar e depois de certo tempo, um humano, como todos nós, estava sentado no lugar da grande coruja. Ele continuava a olhar fixamente para todos e eu não conseguia esconder a surpresa que sentia. Eu estava completamente estarrecido, nunca havia visto uma bruxaria daquela na vida. Ele não havia falado nada, então para quebrar o clima eu decidia falar primeiro:

— Vocês não precisam me defender, acho que se ele quisesse me atacar, faria isso desde o início. —
Eu podia estar meio preocupado, mas a minha curiosidade sobre aquela pessoa, ou animal, era muito maior do que o meu medo de morrer. — Como… Como você fez aquilo de agora a pouco?! Você era uma coruja ainda agora a pouco. O que diabos você fez?! — Não me importava se aquilo era engraçado, parecia uma pergunta que uma criança faria, mas em Malkiham Island eu nunca vi ninguém capaz de fazer aquilo, muito menos na minha jornada até agora. Assim que terminei a pergunta, acabei pensando no quão eu havia sido mal educado até aquele momento. — Ah, desculpe me por ser tão apressado. Acabei pulando as apresentações. Eu sou Akihiro, as três mulheres que me defenderam são respectivamente Haidee, Tyla e Jewel. Quem é você afinal? A depender de suas intenções, talvez não saia vivo daqui.— Um largo sorriso de orelha a orelha cortava meu rosto, não podia lutar, mas duvidava muito que o trio de garotas perderia, não importa quem fosse o oponente.

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MensagemAssunto: Re: Chapter IV: Love and War   Chapter IV: Love and War EmptySab 12 Maio 2018 - 19:23


A pior ilha do mundo não parava de surpreender o ruivo, mostrando até mesmo uma coruja que poderia virar humana. Tal ser estranho deixava Akihiro animado como uma criança e seus companheiros preocupados apenas o protegiam, tomando a frente em tal situação esquisita. Por ser uma criatura quieta, não pareci existir qualquer chance dela atacar o caçador e por conta disto todas as mulheres se afastaram um pouco para deixar a conversa do líder rolar. – Comi uma Akuma no Mi. É um fruto do diabo, algo místico que dá a quem come poderes e habilidades. No meu caso me deu a habilidade de me tornar uma coruja. – Com uma explicação bem básica sobre seus poderes ele conseguia deixar o clima mais tranquila, porém Akihiro estava interessado na identidade daquele garoto e isso definiria as próximas ações do ruivo. Por um longo tempo o garoto-coruja ficou quieto em sua observação, sem mover-se ele parecia analisar as pessoas na embarcação, tomando todo o tempo necessário para tal ação. Por fim o garoto fechou os olhos e suspirou.

Sou um olheiro, observador... Possuo um chefe que gosta de saber das coisas, então sempre estou procurando todas as informações nas ilhas por onde passamos. – Abria os olhos e a expressão de seu rosto não mudava em nenhum momento, friamente ele continuava falando e acabava por apontar na direção de Jewel. – Por exemplo, eu sei que essa garota é do marinha, também sei que sua frota foi destruída por um pirata bem conhecido e que vocês a salvaram. Para fazer algo assim, só podem ser... – Novamente ele fechava os olhos e prosseguia após algum tempo pensando. – Caçadores... Esse é o meu trabalho, saber das coisas e contar ao meu chefe. – As garotas estavam um pouco assustadas com as informações que ele tinha e também por não saberem quem é o chefe dele. – Sei que buscam nomes, mas eu não possuo um. Meu chefe também não me chama de nada especifico, então não sei como poderia dizer isso para vocês. – Finalmente ele se movia, ficando de pé ainda observando o grupo. – Aconselho a vocês desaparecerem desse lugar, pois meu chefe não gosta muito de marinheiros e caçadores. Eu cheguei a ilha antes, em algumas horas ele deve estar por aqui. Se encontrarem ele, provavelmente vão morrer, principalmente o ruivo. – Antes que qualquer um pudesse falar algo ele saltou, transformando-se em coruja no meio do ar e assim voando para longe até desaparecer da vista do ruivo.

Tsc... Piratas. – A conclusão surgia e Haidee estava certa. Aquela atitude e um provável chefe definia que eles eram piratas, pois os revolucionários não usam estas nomenclaturas. – É. Precisamos nos mover, ele sabe nossa posição e vai contar ao capitão deles. Se estivermos longe eles podem demorar a nos encontrar. – O maior problema nessa situação seria Warren. O navegador permanecia desacordado e mesmo com alguns movimentos em seu sono, não parecia que acordaria em breve. – Bom, o garoto recebeu golpes de perto, é melhor deixar ele descansar. – Atrás de onde todos estavam surgia Faoni, andando tranquilamente como se seus ferimentos já estivessem curados. – Como vão? – O músico não tinha como ajudar naquela situação, mas estava bem e isto importava mais do que suas habilidades no controle da embarcação. – A escuna não deve aguentar mais do que uma batida, provavelmente afundaremos se tentarmos arriscar qualquer viagem sem Warren. Ele precisa acordar antes das quatro horas acabarem ou teremos que enfrentar os piratas. – Novamente o clima no local se tornava mais tranquilo, sem ninguém por perto, nem mesmo animais mostravam-se nos arredores. – Piratas? Aconteceu algo de interessante enquanto eu dormia? – Faoni perguntava isto diretamente ao ruivo, buscando ter uma conversa com seu líder agora que ambos estavam acordados. – Pode me pegar algo para comer? – Haidee aceitava e saia para trazer a comida ao músico, entregando esta assim que estava quente e pronta para se comer. Aquele era um bom momento para se ter uma interação entre o grupo e conhecer melhor um ao outro, além de criar laços e definir os objetivos antes de mais nada. Aprendizados também poderiam surgir em tal situação e Akihiro precisava decidir o próximo rumo deles.

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MensagemAssunto: Re: Chapter IV: Love and War   Chapter IV: Love and War EmptySex 18 Maio 2018 - 20:32

Eram muitas novidades para eu digerir em tão pouco tempo. Um fruto do demônio que dava poderes para um garoto se transformar em uma coruja. Um bando pirata que se aproximava e já sabia de minha existência na ilha, justamente por causa desse moleque coruja sem nome. Ele sabia informações demais, quem a Jewel era, o que fizemos ao resgatá-la e quem nós éramos. Não sabia o quão forte o garoto era e eu não estava em condições de lutar naquele momento. Então mesmo com suas ameaças, decidi não dar a ordem de atacá-lo. Antes que pudesse me opor a algo que o jovem falou ele me deu as costas e voltou a se transformar em uma grande coruja, alçando voo na nossa frente e se perdendo de nossa vista.

Todos os que estavam ali perceberam que estávamos correndo riscos estando no mesmo lugar, o garoto era de um bando pirata e não demoraria muito para o seu capitão chegasse na ilha. Se continuássemos ali, com certeza morreríamos. A partir dali houveram notícias boas e ruins. Faoni acordara e estava bem melhor, mas tínhamos um tempo curto para nos movermos e Warren ainda continuava desacordado. Como o garoto era o único que sabia pilotar a escuna e ela não podia tomar mais danos, só havia uma única coisa para se fazer: — Que bom que está bem Faoni, estamos correndo risco de vida como sempre, mas você tem tempo suficiente para comer e recuperar suas forças. — Tentaria levantar do chão apoiando minha mão esquerda, então daria minhas ordens: — Preparem uma maca para levarmos Warren. Iremos nos afastar o máximo possível da costa. — Virava para a cozinheira e falaria: — Haidee, pegue o máximo de suprimentos que conseguir. E Tyla, junte todos os suprimentos médicos que conseguir. Decidam por si quem tem condições de levar o garoto e vamos nos embrenhar na mata.

Se o garoto-coruja não nos avisa dos perigos de ficar parados ali, estaríamos todos mortos antes de nos ver completamente recuperados. Ele foi ingênuo e aquilo nos deu uma chance de escaparmos. Enquanto andávamos pela floresta eu seria o cabeça da fila e tentaria prestar atenção sempre nos arredores, nos animais que podiam aparecer e nos possíveis perigos que podiamos enfrentar. Eu não sabia realmente para onde estávamos indo e aquilo me dava mais medo do que me inquietava, não por mim, mas por todos que seguiam a minha liderança. Faria o máximo possível para que todos saíssem dali vivos, a pior ilha do mundo não teria o prazer de enterrar meus companheiros. Procuraria sempre por uma caverna ou buraco num grande tronco ou até raízes que abrigassem a todos. Não achando tal abrigo, simplesmente pararia num canto menos pior onde desse para deixar Warren descansar confortável e daria a última ordem do dia. — Vamos parar por aqui, tentem acender uma fogueira e vamos todos descansar. Eu ficarei acordado e cobrirei o primeiro turno de guarda. O resto pode ir dormir. — Falaria de um jeito que não desse escolha para retrucar e me aconchegaria em algum ponto que desse para deixar minhas costas eretas, meus companheiros dependiam de mim e eu não fraquejaria perante o sono.

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MensagemAssunto: Re: Chapter IV: Love and War   Chapter IV: Love and War EmptyDom 20 Maio 2018 - 18:45


Seguir mais a fundo na ilha foi a melhor escolha feita pelo ruivo, pois assim eles poderiam se esconder e procurar algum lugar seguro onde não seriam encontrados tão cedo pelos piratas. O maior problema dessa decisão foi deixar a embarcação para trás, Warren estava ferido e ninguém conseguiria controlar ela tão bem, obrigando o grupo a deixar algo tão valioso de lado. – Precisamos de comida, mas temos de tomar cuidado com o que vamos caçar... Talvez a ilha tenha mudado os animais tanto que eles não sejam melhores para a nossa saúde. – Haidee estava preocupada e em suas mãos não restava mais nenhum alimento. – Nossos suprimentos acabaram, todos estragados e sem uso. Precisamos encontrar esse único morador, sem ele para nos ajudar nesses assuntos vamos acabar morrendo antes mesmo de encontrar os piratas. – Jewel e Tyla retornavam com alguns itens interessantes para a viagem, tudo que poderiam precisar sem ser comida. – Todos ainda precisam descansar, podemos andar algum tempo e logo depois precisaremos parar em algum lugar onde iremos passar a noite. – Tyla, Haidee e Jewel cuidavam de carregar Warren, fazendo turnos para que todas estivessem descansadas e pudessem ir o mais longe possível da escuna.

No caminho o grupo encontrou diversos animais, alguns até pareciam com vontade de avançar, mas por estarem sozinhos não tinham coragem de fazer tal coisa. Raposas com pelos esverdeados se aproximavam do grupo sem medo algum, cheirando todos, além de sentir a pele dos mesmos. Ao sentir a raposa encostando-se a seu braço direito Akihiro pode perceber que os pelos dela não eram tão macios quanto parecia, sendo rígidos de uma maneira estranha. Era como se aquilo não fosse natural, parecendo mesmo uma mudança causada por viverem naquela ilha. – Cuidado com qualquer animal aqui, essas raposas eu não vejo muito problema, mas como todos os animais dessa ilha são diferentes eu imagino que algum deles podem ter veneno... Mesmo aqueles que não parecem ter nada de estranho, fiquem atentos e não baixem a guarda. – A preocupação da garota tinha fundamentos. De todos os animais que eles tinham passado, alguns possuíam essa coloração verde e os venenos mais normais possuem tal coloração. – Se alguém for envenenado eu duvido que vamos conseguir encontrar algo aqui que poderá curar isso. – Antes de terminar ela apontava para a água lamacenta e deixava que todos pudessem ver que uma sombra movia-se por lá, podiam ver o movimento e também a forma grandiosa do peixe que estava ali. – Ainda que perder o barco seja ruim, navegar nessas águas poderia nos matar ainda mais rápido... Nunca cheguem perto dela. – Concluiu, partindo ao encontro de Warren, trocando de lugar com Jewel.

O tempo andando foi longo e levou horas até encontrarem um ponto onde poderiam descansar sem problemas, fazendo o grupo encostar no primeiro buraco dentro de uma árvore encontrado. As grandiosas árvores podiam abrigar todos, mesmo que talvez fosse ficar meio apertado, eles conseguiriam dormir ali até o próximo dia, isso se eles soubessem quando era dia e noite em um lugar com uma floresta tão densa. – Podem dormir, ficarei cuidando do navegador até eu ficar com sono. – O ruivo também ficava acordado, porém sua missão era tomar conta do que podia passar fora da árvore. – Você está bem? – Andar por muito tempo podia até incomodar as pernas de Akihiro, mas o maior problema estava no braço direito que não se movia exatamente como ele queria. Os cortes pelo corpo já não causavam tanta dor e estavam bem próximos de melhorar, isso se o caçador continuar cuidando de seu corpo sem fazer nada que consiga abrir os ferimentos. – Já sabe o que vão fazer após sairmos dessa ilha? – As perguntas podiam até importar um pouco, só que Jewel estava apenas querendo conversar com alguém para não ficar pensando em coisas desnecessárias.

Durante a vigia do ruivo ele via diversos animais, porém nenhum destes se aproximou do local onde eles estavam. O que mais existia de estranho era um barulho que começou longe, porém foi se aproximando de onde eles estavam. Era o barulho de madeira batendo no chão de pedra e isso continuou por um bom tempo até que Akihiro finalmente observou de onde tal som estava vindo. Ao longe ele conseguia enxergar um ser bem baixo e que parecia ser humano, este usava um chapéu bem grande e tinha um bastão em mãos. O bastão batia no chão, ajudando este a caminhar e conforme ele se aproximava, Akihiro começou a perceber que aquilo não era um humano. A aparência estranha daquela coisa provou ser um animal, porém este andava e tinha uma aparência quase humana, possuindo apenas mais pelo e se assemelhando à um gato. – Desculpe incomodar... – O gato falava. – Sabem onde encontro Oni, o Pessimista? – Peguntou à dupla. Jewel não teve reação, ela estava surpresa e não conseguia dizer uma palavra. Marinheiros provavelmente conheciam minks, mas no meio da noite em uma ilha onde não existe nenhum morador é estranho surgir um gato que anda e fala perguntando algo. Pessoas normais que nunca passaram por esta situação não conseguiriam responder de imediato algo assim, pois é uma situação estranha.

Gato preto com chapeu:
 
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MensagemAssunto: Re: Chapter IV: Love and War   Chapter IV: Love and War EmptyDom 3 Jun 2018 - 20:31

Tanto Haidee quanto Tyla estavam certas nos pontos que levantaram enquanto adentrávamos naquele pântano sinistro. Não conhecíamos os espécimes que viviam naquela ilha, então caçar qualquer animal, ainda mais no estado que a maior parte da tripulação se encontrava, era algo bem arriscado e precisávamos também encontrar o único habitante da ilha para podermos cuidar de nosso barco e da questão dos alimentos. Só que andar num pântano praticamente desconhecido no escuro seria arriscado demais, já que não dá pra saber se conseguiríamos encontrá-lo antes de anoitecer. — Ambas estão certas, mas pra falar a verdade, duvido muito que encontremos esse tal morador hoje. No menor sinal de escurecer, iremos mudar o foco para procurar um abrigo. — Dito e feito, passamos um bom tempo andando e nada de achar nada além dos animais estranhos que povoavam a “pior ilha do mundo”. Vimos como as espécies dali podiam ser magníficas e também assustadoras e perigosas. — Você tem razão Tyla, se alguém aqui for envenenado, duvido muito que se salve. Tomem cuidado por onde andam e por favor, nada de tomar banho nessa água.

Podemos até não ter achado o habitante da ilha, mas pelo menos encontramos um lugar para descansar num tronco oco. Eu e Jewel ficamos de guarda por escolha própria e aquela foi a primeira vez que ficamos “sozinhos” desde Micqueot. E eu até estava calmo, mas só precisou de um “Você está bem?” para meu coração aumentar drasticamente a velocidade. — Estou bem sim, minha prioridade era você, então esses ferimentos não são nada. — E abria um largo sorriso, já que vê-la assim, linda e em segurança, era a maior das conquistas para mim. Quando perguntado sobre o que eu faria quando saíssemos da ilha, decidi soltar de uma vez a notícia que seria uma bomba à todos. — Quando sairmos daqui, poderia me levar à um QG? Abandonarei essa vida errante de caçador e irei me alistar na marinha. Se estiver de acordo, claro.

Na maior parte da vigia nada aconteceu, salvo alguns animais estranhos aparecendo de vez em quando sem se aproximar muito. Então algo chamou minha atenção. Batidas, como se madeira estivesse batendo em madeira num som rítmico. “Toc… Toc… Toc… Toc…” A cada batida o som se aproximava mais de onde estávamos. Eu olhava para Jewel e sacaria a espada com a mão/braço que estivesse em melhor estado e aguardava agachado à espera desse nosso “visitante”. Por mais incrível que pudesse parecer, ele era um gato que andava por duas pernas, apoiado em um cajado (esse era o motivo das batidas) que ainda por cima falava a nossa língua. Jewel se assustou, mas em minha primeira aventura antes de encontrá-la, eu tinha justamente matado um procurado da mesma espécie que ele, só que com a diferença que era um porco extremamente desagradável. Um gatinho vestido daquele jeito era até fofinho. — Não há incômodo nenhum. — Dizia enquanto guardava a espada. — Estamos justamente procurando por esse tal de Oni, mas paramos para descansar um pouco. Entramos em uma confusão com uns procurados e a maior parte de nós ainda está se recuperando dos ferimentos. Creio que você não é nosso inimigo, certo? — De qualquer forma eu ficaria atento. Guardar a espada foi apenas um sinal fantasioso de paz, já que Jewel conhecia como eu lutava, esperava que entendesse isso. — Quer se juntar a nós e contar o mais baixo possível a sua história? Daqui a pouco irei dormir, mas quando todos estiverem descansados, sairemos em busca desse tal Oni. — Assim que o turno trocasse, eu avisaria à pessoa que assumiria a vigília sobre o gato e explicaria que até agora ele não parecia ser um inimigo. Assim poderíamos sair todos juntos quando estivéssemos completamente descansados.

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MensagemAssunto: Re: Chapter IV: Love and War   Chapter IV: Love and War EmptyQua 6 Jun 2018 - 23:11


Jewel com toda a certeza estava surpresa sobre Akihiro querer entrar para a marinha, porém a chegada do gato falante foi algo que impactou ainda mais a garota, fazendo-a ficar quieta, sem tempo algum para conversar com o ruivo sobre a possibilidade de ele entrar para a mesma organização que ela. – Inimigo? – Por alguns segundos o mink pensou ao observar todos ali, imaginando o que eles eram se tinham por terem se envolvido com piratas. – Sou apenas um explorador, não gosto tanto de lutar, estou procurando coisas novas e interessantes pelo mundo, apenas isto. – A tranquilidade de ambos os lados deixava claro que ninguém ali estava pronto para lutar, nem mesmo se conheciam, mas tinham o mesmo objetivo e isso ajudaria futuramente. – Eu entendo o que estão fazendo, só que estão indo para um lado errado. Eu já chequei a maioria das partes do litoral desta ilha, restou apenas um, que é o litoral sul. – O grupo estava indo muito mais para o centro da ilha, pois seria o mais óbvio onde poderiam encontrar um morador, só que isto se provava incorreto pelas palavras do gato.

Podem me chamar de Linus, sou um mink, como podem ver... Ando com esse pedaço de madeira por pura necessidade, conheço alguns estilos de luta, só não busco lutar. Minha vida é uma simples aventura, não quero arrumar problemas, estou viajando tranquilamente pelo mundo para encontrar e descobrir os mais diversos segredos deste local onde vivemos. O meu trabalho pode ser conhecido como o de um Arqueólogo. – Com calma Linus sentava encostado na entrada do buraco na árvore, observando os dois que estavam acordados enquanto o bastão repousava ao seu lado esquerdo. – É um trabalho interessante, Linus, mas você faz isto por qual motivo? A maioria das pessoas que conheço ou conheci procuram apenas dinheiro, dificilmente encontro arqueólogos interessados na história do mundo ou em se aventurar. – Um pouco mais calma, Jewel tentava conversar com o gato, iniciando com uma questão bem básica. – É o amor pelo desconhecido. – Ao dizer isto ele não conseguia parar de sorrir, dando leves lambidas em suas mãos antes de voltar a falar. – Gosto de encontrar coisas que outras pessoas nunca acharam, guardar tudo e compartilhar isto apenas com aqueles que realmente gostariam de ouvir. Aventurar-me é apenas uma pequena parte deste trabalho, já tentei encontrar companheiros de viagem, porém todos que possuem o gosto de viajar estão em alguma organização. Por conta disto eu resolvi me manter distante, talvez um dia consiga encontrar uma pessoa com o mesmo gosto pela tranquilidade de aventurar-se. – Linus mais uma vez parava de falar, pegando em sua pequena bolsa algo semelhante a uma garrafa, porém sendo de aço.

A garrafa parecia manter a temperatura do que tinha dentro, sendo algo gelado e que ajudava em uma ilha tão quente. Linus bebia um pouco do que tinha ali, guardando logo em seguida sua pequena garrafa. – Oni é uma das pessoas que vive de forma tranquila. Esta ilha é tão perigosa e ele consegue se manter vivo aqui, algo bem incrível. Berlinque é horrível, ninguém gostaria de ficar muito tempo aqui, mas Oni permanece nesse lugar e eu gostaria de conversar um pouco com ele, compartilhar nossas histórias e entender como ele consegue se manter aqui. – O gato tinha falado bastante, talvez muito mais do que era necessário e isso poderia ou não incomodar Jewel e Akihiro. – Acho que está bom por hoje, posso contar mais a vocês amanhã, se estiverem dispostos a me acompanhar até o litoral sul. – Sem mais o que ser dito, Linus apenas escutaria as palavras do ruivo se houvesse alguma e deitaria em um canto do local, encolhendo-se como um verdadeiro gato. Já a marinheira deixava de lado o mink para conversar com o caçador. – Me desculpe por antes, fiquei muito surpresa e perdi o momento para falar sobre a marinha. – Para não incomodar mais ninguém, Jewel deslizou até Akihiro e continuou a falar baixinho. – Vai mesmo abandonar os companheiros que conseguiu a tão pouco tempo? Eu realmente me sinto feliz de termos mais uma pessoa para adicionar à marinha, mas você construiu algo interessante sendo um caçador. – Deixar para trás o grupo de caçadores formado poderia ser algo que incomodaria eles, mesmo que a decisão fosse apenas do ruivo, ninguém gostaria de perder um líder bom e justo tão cedo na aventura prometida da Grand Line.

Jewel escutaria o que o homem tinha para falar, ficando quieta enquanto ele dizia seus motivos ou se explicava, esperando que o momento certo para dormir fosse dado. Por fim ela daria um beijo na bochecha esquerda de Akihiro, dando também dois tapinhas nas costas do mesmo. – Vai ser bom ter você na marinha comigo. – Sorria, indo até um canto livre para descansar até o próximo dia. Tyla era acordada, sendo a próxima que ficaria de vigia, sendo bem pouco surpreendida pelo gato no canto do buraco. – Eu cuido das coisas até amanhã cedo, descanse. – A médica ficava na entrada do local observando a movimentação do lado de fora, procurando qualquer coisa estranha que poderia ocorrer ali. No fim nada aconteceria, deixando todos terem um belo descanso, além da melhora nos ferimentos por terem ficado quietos por algum tempo. O primeiro a acordar no dia seguinte seria Akihiro, que de imediato podia ver uma movimentação mais interesse por parte de Warren, pois o navegador estava agora se movendo e em poucos minutos seria o segundo a acordar, ficando um pouco atordoado com todas as informações visuais dadas a ele. Tyla permanecia tranquila na entrada do buraco, seus olhos trabalhavam para ver todas as direções e mesmo com a movimentação dos companheiros ela conseguia se manter focada.

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MensagemAssunto: Re: Chapter IV: Love and War   Chapter IV: Love and War EmptyDom 17 Jun 2018 - 21:13

Escutando a história do gato Linus, me identifiquei muito, já que sai para o mar justamente para explorar, conhecer mais pessoas, etc. Virei caçador de recompensas por querer ajudar as pessoas e para enfrentar bons oponentes (sendo esse último o mais importante entre os dois), mas mesmo acabando de conhecê-lo, já tinha uma pequena admiração pelo mink: — Somos caçadores de recompensa Linus, será bem vindo se quiser vir conosco. E já que o nosso destino é o mesmo, não seria problema nenhum irmos juntos até o paradeiro do Oni. Aí você nos conta suas histórias no caminho, todo mundo sai ganhando. — O cansaço já estava batendo e minhas pálpebras ficando cada vez mais pesadas, então só confirmava as coisas que o nosso “novo companheiro” (caso ele aceitasse) falava e me arrumava para dormir. Nesse momento Jewel se aproximava aos poucos de mim, ficando relativamente “sozinha” comigo pela primeira vez desde o momento que nos reencontramos. Ela perguntava os motivos por eu querer mudar para a marinha e isso era bem simples de responder: — Você é o meu maior motivo, quero ser tripulante do seu barco. Se você não ver problemas, claro. — Eu esticava o braço para fazer um cafuné em sua cabeça enquanto continuava a falar: — Eles vão se sair bem sem mim, se conseguirmos consertá-lo, deixarei o barco para eles e seguirei com você, se não ver problemas.

Guardei para mim um dos principais motivos para entrar na marinha, o sacrifício do Sven. Ele fez de tudo para proteger a vida de sua companheira e foi um ótimo marinheiro. Tentar continuar o legado dele era o mínimo que eu podia fazer. Antes de cair completamente no sono, recebia um beijo afetuoso da Jewel e Tyla acordava para seu turno, o que me fazia agradecer antes de cair em sono profundo. Após um sono tranquilo, me espreguiço enquanto vou despertando. Era o primeiro a acordar e o primeiro a perceber que o Warren começava a retomar sua consciência, o que me fazia ir em sua direção, perguntaria como ele se sentia e chamaria a Tyla para ver sua atual situação.

Então esperaria todos acordarem para tomarmos o café, ou os restos aproveitáveis dele, e tentaria seguir rumo ao encontro do Oni com a ajuda do Linus. — Linus, agora que estamos todos prontos, pode levar a gente ao encontro do Oni? — Caso o gato aceitasse, iríamos todos seguí-lo, mas sempre com cuidado, ao menos eu teria, não tive boas experiências com o último grupo de minks que eu me encontrei. Fora isso, prestaria atenção no percurso em que estávamos tomando, aquilo podia ser uma armadilha. Esse seria o teste de confiança que eu daria ao gato, se ele falhasse eu não seria tão piedoso se conseguisse pôr minhas mãos nele. — Será que conseguimos chegar hoje à morada do Oni Linus? Se não teremos que achar outro lugar para descansar.

A depender de sua resposta, começaria a pensar como o único morador da ilha iria reagir com a visita de tantas pessoas de uma única vez. Tentaria ser o primeiro da fila, atrás únicamente do Linus, que nos mostrava o caminho, se ele decidisse atacar, eu estava numa boa situação para tentar, mesmo com meus ferimentos, intercepta-lo. Ás vezes me viraria para perguntar se o Warren se sentia bem ou se ele precisava ser carregado e se eu percebesse que o esforço da caminhada estivesse sendo demais para ele, iria simplesmente por (mesmo com todas as reclamações) ele na “cacunda” (botá-lo em cima dos meus ombros). Se ele se movesse muito e reclamasse eu falaria: — Você não tem o direito de escolher, não podemos fazer sua situação piorar. Apenas aceite e fique quieto para seus ferimentos não abrirem. — Não importa o que havia acontecido, o garoto ainda era uma criança e nosso dever era cuidar, na medida do possível, dele. Além do mais ele era nosso querido navegador. Caso conseguíssemos achar o Oni, eu tentaria começar a conversa, até porque a ajuda dele era extremamente necessária não só para a nossa sobrevivência, mas para nossa saída da ilha.

— Oni, meu nome é Akihiro e junto com minha tripulação, fomos atacados por um bando pirata extremamente forte que não só quase nos aniquilou, mas deixou nosso barco seriamente avariado. Precisamos de sua ajuda e sabedoria como morador dessa ilha. Sabe de um jeito para consertarmos o nosso barco e sairmos dessa ilha? — Nossa saída da ilha dependia dessas respostas. Mesmo que o tempo passasse e o Log Pose acertar os ponteiros para a próxima ilha, sem consertarmos o barco seria impossível de chegar lá.

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