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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Flagelo de Lvneel

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MensagemAssunto: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 4 EmptyTer 08 Maio 2018, 16:33

Relembrando a primeira mensagem :

O Flagelo de Lvneel

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Jurgen E. Rutherford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 4 EmptySab 09 Jun 2018, 20:11

Farol

Um mar de satisfação inundava minha alma ao enxergar aquele imponente farol, que erguia-se na entrada da Grand Line, o mar mais perigoso de todos, e palco onde seriam realizados todos os meus objetivos. Estava prestes a respirar de alívio por ter concluído a travessia sem grandes perdas, porém resisti a vontade de respirar quando percebi que o maldito navio da marinha continuava em meu encalço, disparando contra o navio dos revolucionários, aparentemente o único jeito que sair daquela situação era se livrar definitivamente daquelas pulgas, não que isso fosse algum problema para mim.

Enquanto estivesse no navio, ficaria sempre de olho na aproximação de inimigos, caso avistasse algum inimigo aproximando-se do navio ao longe, eu logo gritaria: - Inimigo se aproximando! - na tentativa de alertar os revolucionários. Também me agacharia no convés e colocaria o meu escudo em frente ao meu corpo, e tentaria bloquear a trajetória de qualquer ataque, seja corpo a corpo ou projétil, que lançassem contra o navio. Caso o navio fosse abordado por um ou mais inimigos eu tentaria lutar, também lutaria caso fosse atacado fora do navio. Se por acaso eu fosse atacado por algum marinheiro, ou pelo próprio sargento ou o capitão, faria o possível para bloquear os ataques com meu escudo e, caso não fosse possível, resistir aos danos da melhor forma possível mais continuar lutando. Na primeira chance que eu tivesse, contra atacaria o(s) meu(s) adversários com uma sequência de cortes sucessivos horizontais e diagonais com a minha naginata, buscando sempre colocar o máximo de força nos músculos dos braços, para causar maior dano aos inimigos atingidos pelos meus golpes, caso algum deles tente se aproximar para acertar pelas pernas, desferiria uma furiosa porretada com o cabo da lança de preferência na cabeça do adversário, apenas para impedi-lo(s) de causar danos naquela região.


Primeiramente, me dirigiria a Simba, e falaria, com uma voz série e determinada, porém não alarmada: - Não adianta, teremos que exterminar aqueles vermes se quisermos continuar. - Então viraria as costas, sem se preocupar com sua resposta. - Se quiser que seus homens sobrevivam, sugiro que lutem comigo, pois eu não serei capaz de proteger todos. - dito isso, e procuraria Hakuei e a chamaria para vir comigo: - Venha, vamos esmagar aqueles insetos. Entã verificaria se o navio estava em uma posição onde fosse possível eu pular e cair em terra firme, caso sim, eu pularia do navio e iria em direção ao tal Karthus e qualquer outra pessoa que estivesse no local. Caso não fosse possível pular em terra firme, eu gritaria para o timoneiro: - Atraque logo esta banheira se não quiser morrer, seu louco! - meu objetivo seria intimidá-lo para que atraque o navio logo.

Uma vez em terra firme e tendo me dirigido andando para onde Karthus e os outros hipotéticos residentes se localizavam, eu apontaria com a minha naginata para o navio da marinha e falaria: - Não se preocupem com aqueles vermes, logo irei detetizar aquele navio, mas sintam-se livres para lutar comigo se quiserem. - E então, me viraria para onde estariam os marinheiros, com lança e escudo em punho. Meu objetivo era fazê-lo(os) juntar-se a batalha para que menos dos meus tripulantes revolucionários serem alvo dos marinheiros, mas não contava que eles fossem alguma ajuda decisiva na batalha, afinal, eu poderia vencer todos os inimigos muito facilmente.

Caso seja possível derrotar os marinheiros, eu ficaria de pé e ergueria minha naginata ao alto, e então faria minha última provocação aos marinheiros de Lvneel - Tal qual como em Micqueot, vocês, vermes da marinha, falharam miseravelmente em me capturar, não que isso seja alguma surpresa. - Então verificaria se algum deles continuava vivo, caso estivesse, falaria para os revolucionários. - Talvez levá-lo vivo possa ser do interesse de vocês, não que eu me importe. - Sugeriria isso pois qualquer dano causado ao governo mundial iria, inevitavelmente, me beneficiar a longo prazo.  Então, recolheria minha naginata e viraria minhas costas, para então me dirigir ao velho e mais alguns outros hipotéticos residentes do farol. - Eu falei que venceria, agora, estou curioso sobre uma coisa. - faria uma pausa, e então continuaria, com minha voz séria e uma expressão impassível. - O que um velho faz, morando neste lugar longe de tudo? e na entrada da Grand Line? - Então aguardaria sua resposta.

Caso fosse atacado pelo velho ou por algum residente do farol, faria o possível para bloquear os ataques com meu escudo e, caso não fosse possível, resistir aos danos da melhor forma possível mais continuar lutando. Na primeira chance que eu tivesse, contra atacaria o(s) meu(s) adversários com uma sequência de cortes sucessivos horizontais e diagonais com a minha naginata, buscando sempre colocar o máximo de força nos músculos dos braços, para causar maior dano aos inimigos atingidos pelos meus golpes, caso algum deles tente se aproximar para acertar pelas pernas, desferiria uma furiosa porretada com o cabo da lança de preferência na cabeça do adversário, apenas para impedi-lo(s) de causar danos naquela região.


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Última edição por TerryBogard em Ter 12 Jun 2018, 01:49, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 4 EmptySeg 11 Jun 2018, 01:43



Narração


Jurgen chegava ao farol junto com o grupo de Revolucionários, Karthus achava divertido a chegada dos Marinheiros e propunha um desafio as pessoas presentes. “ – Aquele que derrubar os marinheiros primeiro, ficará com o Log Pose.” Rapidamente o homem alto se virava, assim como os seus companheiros de viagem, mas havia outros piratas que também queriam o log Pose, qual seria a estratégia a ser tomada para conseguir o tal objeto. Um dos piratas tinha quase a mesma altura do Jurgen, só que parecia ser um pouco tímido, além de uma mulher extremamente bonita, um ninja, entre outros. Belzebu se animava com a situação. “– Parece que um banho de sangue vai rolar aqui.” Simba mostrava suas garras enquanto o marinheiro bravamente dizia que iria prender todos, completando perguntando a Karthus. “– Prendendo todos podemos ficar com Log Pose, com isso chegaremos a 1º ilha e lá podemos chamar reforço para leva-los.” O Velho dizia. “– Certo, acho justo.” Um tiro de revolver era disparado de cima do navio da justiça.

“ – Ah como uma dama eu deveria ter a preferência.” Dizia a pirata, que logo ouvia a resposta grosseira do ninja. “- Só se for para o inferno.” Com isso eles começavam a brigar entre eles, enquanto o outro homem alto começava a caminhar na direção do navio da marinha, alguns membros de outras tripulações atacavam os Revolucionários. Enquanto o velho apenas assistia e se divertia com toda aquela situação e briga, era uma chance talvez única para prosseguir para a Grand Line, sabe-se quanto tempo os outros piratas estão esperando para conseguir ter um Log Pose.



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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 4 EmptySeg 11 Jun 2018, 03:31

Farol 2

Eu ouvia o desafio do velho, eu realmente não teria problemas em simplesmente atacá-lo e levar o log pose a força, porém qualquer situação que me incentivasse a esmagar mais cães do governo como os insetos que eles são não poderia ser desperdiçada de forma alguma. Pensei por alguns segundos na estratégia que utilizaria, a melhor situação seria eu conseguir o log pose para mim mesmo, porém também seria aceitável caso os revolucionários o conseguissem pois poderiam me levar junto para a próxima ilha, o que eu não poderia deixar acontecer de forma alguma era um desses piratas de ralé levarem o objeto.

Pensei em atacar também esses outros piratas no meio da confusão, mas concluí que isso tinha altas chances de criar uma bagunça ainda maior, e eu queria manter as coisas o mais simples possível, então cheguei a uma conclusão. Inflaria o peito e gritaria ordens para os revolucionários, ainda mantendo o disfarce de que eles seriam a minha tripulação: - HOMENS! - berraria, para chamar sua atenção, e então continuaria: - Derrubem primeiro os marinheiros mais fracos! deixem os líderes por último! - ordenaria, esperando que eles me ouvissem devio a meus talentos em liderança.

Após isso, era chegada a tão esperada hora de espalhar o sangue desses vermes da marinha mais uma vez. Partiria com um rugido para cima dos meus adversários, procurando o primeiro marinheiro de baixa patente que eu conseguisse achar, e então, começaria a atacar o(s)  adversário(s) com uma sequência de cortes sucessivos horizontais e diagonais com a minha naginata, buscando sempre colocar o máximo de força nos músculos dos braços, para causar maior dano aos inimigos atingidos pelos meus golpes, caso algum deles tente se aproximar para acertar pelas pernas, desferiria uma furiosa porretada com o cabo da lança de preferência na cabeça do adversário, apenas para impedi-lo(s) de causar danos naquela região. Caso fosse atacado pro algum pirata, marinheiro de baixa patente ou pelo sargento ou capitão, faria o possível para bloquear os ataques com meu escudo e, caso não fosse possível, resistir aos danos da melhor forma possível mais continuar lutando. Na primeira chance que eu tivesse, contra atacaria o(s) meu(s) adversários com uma sequência de cortes sucessivos diagonais com a minha naginata, buscando sempre acertá-los como fosse possível.

Caso eu me visse cara-a-cara com o sargento, eu provocaria: - Ainda não desistiu? - perguntaria, em um tom de deboche - É tão persistente quanto uma mosca que insiste em pousar sobre um almoço, mas já aviso que desta vez irei exterminá-lo de vez! - Então, ergueria meu escudo e minha lança, respirando fundo e flexionando um pouco minhas pernas, preparado para a luta que estaria prestes a começar. Na primeira oportunidade que tivesse, partiria para o ataque com o escudo levantado, e desferiria uma barragem de cortes verticais, diagonais ou horizontais, buscando acertá-lo em qualquer lugar possível e tentando não dar aberturas para que ele contra ataque, caso ele se esquive ou bloqueie, eu continuaria batendo, e caso ele venha me acertar nas pernas, desferiria uma furiosa porretada com o cabo da lança de preferência na cabeça do adversário, apenas para impedi-lo(s) de causar danos naquela região. Também tentaria bloquear com o escudo qualquer tiro de projétil, e resistir aos danos que eu viesse a sofrer, tentando ignorar a dor e continuar lutando.

Caso em algum momento da luta o sargento viesse me contra atacar, aproveitaria para responder com a minha técnica mais poderosa, durante ou após a realização do ataque dele, posicionaria o meu braço direito ao lado do corpo, erguendo minha lança e tentando estendê-la na direção do oponente, então, com uma mão erguendo o escudo a e outra a lança, avançaria em linha na direção de seu adversário, encarando-o nos olhos com o objetivo de intimidá-lo, e então colocaria toda a minha força nos músculos do braço que seguram a lança, para desferir uma série de estocadas furiosas em qualquer parte do corpo do adversário que estiver no alcance, da cabeça às pontas dos pés, sem se preocupar em acertar qualquer parte em específico, batendo como um touro enfurecido. - Jigoku Hadou! Getsuga Setsuha!

Caso seja possível derrotar os marinheiros, eu ficaria de pé e ergueria minha naginata ao alto, e então faria minha última provocação aos marinheiros de Lvneel - Tal qual como em Micqueot, vocês, vermes da marinha, falharam miseravelmente em me capturar, não que isso seja alguma surpresa. - Então verificaria se algum deles continuava vivo, caso estivesse, falaria para os revolucionários. - Talvez levá-lo vivo possa ser do interesse de vocês, não que eu me importe. - Sugeriria isso pois qualquer dano causado ao governo mundial iria, inevitavelmente, me beneficiar a longo prazo.  Então, recolheria minha naginata e viraria minhas costas, para então me dirigir ao velho e mais alguns outros hipotéticos residentes do farol. - Eu estou curioso sobre uma coisa. - faria uma pausa, e então continuaria, com minha voz séria e uma expressão impassível. - O que um velho faz, morando neste lugar longe de tudo? e na entrada da Grand Line? - Então aguardaria sua resposta. Também pegaria o log pose caso me fosse oferecido e pediria aos revolucionários que me deixassem na primeira ilha da rota que eu cair.


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Última edição por TerryBogard em Ter 12 Jun 2018, 01:52, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 4 EmptyTer 12 Jun 2018, 00:49



Narração


Jurgen falava com os Revolucionários e pedia para que eles atacassem os soldados da marinha, porém alguns deles estavam bem ocupados contra outros piratas. Era uma situação a qual eles não podiam ignorar ou simplesmente dar as costas, aquelas pessoas ali no farol estavam entre a vida e a morte. O gigante, assim como sua companheira começava seus movimentos e atacavam alguns marinheiros, seguindo em batalha o mink leão então pulava na direção de um soldado pronto para devorá-lo. Quando um barulho de revolver tomou conta do ambiente, o sangue espalhava bastante, pedaços do cérebro também voava, o tiro vinha da arma do Mestre das Armas. A cabeça de Simba totalmente estraçalhada, alguns piratas achavam aquilo bem divertido enquanto os Revolucionários sentiam a perda de um amigo, até belzebu que sempre costumava fazer comentários sarcásticos, até mesmo quando Katy perdeu o braço, ficava em silencio, que era quebrado pelas palavras do ninja. “ – É um a menos pelo Log Pose.”

Jurgen usava seu escudo rachado para bloquear os ataques dos soldados da marinha, porém era golpeado pelas costas no ombro, pela pirata de aparência bonita. “ – Não pense que ficará com Log Pose.” O outro homem de estatura alta impedia que o Ninja atacasse a mulher, com um golpe poderoso o jogando contra parede. Mais disparos eram feitos alguns membros de tripulação caiam do chão, a garota de cabelos pretos começava uma onda de ataques contra alguns marinheiros. S o navegador usava sua diferente arma para atacar, Katy com apenas um braço também não fugia do combate e iniciava uma luta contra outro espadachim. A situação não era nada boa, muita confusão pessoas morrendo, Karthus se divertindo. Quando Jurgen ouvia a voz do sargento. “ – Não me importo, você me desonrou com o capitão Eric dificilmente poderei voltar ao QG sem sua cabeça, então prepare-se.” Ele finalmente fazia seus movimentos saindo do navio.

A garota que golpeou o gigante era quase surpreendida por Rise e começava a combater a companheira de Jurgen, a pirata parecia estar levando uma boa vantagem sobre a pequenina. “ – Pobre coitada é tão fraquinha HAHAHAHAHAHAHA” O ninja voltava para o combate. “ – Homens não desistam, ataquem sem piedade.” Podia ouvir os gritos dos homens eufóricos, com suas armas para o alto. O Revolucionário mudo, finalmente saia do navio, pegava uma faca e fazia um corte em seu próprio braço, apontava para o ninja e fazia um rápido movimento iniciando um combate contra ele.

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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 4 EmptyTer 12 Jun 2018, 01:16

Farol 3

O ferimento que eu recebera no ombro ardia e tirava um pouco minha concentração no combate, sentiria a ânsia de praguejar mas manteria minha compostura, ainda não conseguiria acreditar que havia sido pego pelas costas, porém, tratando-se de uma situação de batalha como essa, não era tão impossível ser atingido pelas costas, de qualquer forma, me lembraria de prestar mais atenção em meus arredores. Eu via a maldita pirata que me atacara iniciar um combate contra Hakuei, eu decidi então não me preocupar muito pois Hakuei sabia se virar, e além disso, meu maior objetivo era eliminar os marinheiros, em particular o verme do tal mestre das armas, que finalmente fazia seu movimento.

Escutaria a declaração dele e então bufaria determinado, para então responder: - Muito bem, verme. - Ergueria a naginata e o escudo, mostrando que aceitaria o desafio dele - Por que não me ataca e tenta tomar a minha cabeça agora mesmo? - provocaria, colocando minha estratégia em andamento. Eu esperava que ele me atacasse ou contra-atacasse, para então eu tentar bloquear com meu escudo, e então responder com minha técnica mais poderosa enquanto ele estivesse próximo a mim.

Então, ergueria meu escudo e minha lança, respirando fundo e flexionando um pouco minhas pernas, preparado para a luta que estaria prestes a começar. Na primeira oportunidade que tivesse, partiria para o ataque com o escudo levantado, e desferiria uma barragem de cortes verticais, diagonais ou horizontais, buscando acertá-lo em qualquer lugar possível e tentando não dar aberturas para que ele contra ataque, caso ele se esquive ou bloqueie, eu continuaria batendo, e caso ele venha me acertar nas pernas, desferiria uma furiosa porretada com o cabo da lança de preferência na cabeça do adversário, apenas para impedi-lo(s) de causar danos naquela região. Também tentaria bloquear com o escudo qualquer tiro de projétil, e resistir aos danos que eu viesse a sofrer, tentando ignorar a dor e continuar lutando.  Caso ele viesse me atacar pelas costas e eu conseguisse perceber sua aproximação, tentaria girar os calcanhares e acertá-lo furiosamente com o cabo da lança, caso ele atacasse por baixo e eu percebesse, tentaria acertá-lo com a parte de baixo da minha arma, enfim, ficaria sempre atento à ataques vindos de qualquer inimigo.

Caso em algum momento da luta o sargento me atacasse e eu conseguisse bloquear usando o meu escudo, aproveitaria para responder com a minha técnica mais poderosa, durante ou após a realização do ataque dele, posicionaria o meu braço direito ao lado do corpo, erguendo minha lança e tentando estendê-la na direção do oponente, então, com uma mão erguendo o escudo a e outra a lança, avançaria em linha na direção de seu adversário, encarando-o nos olhos com o objetivo de intimidá-lo, e então colocaria toda a minha força nos músculos do braço que seguram a lança, para desferir uma série de estocadas furiosas em qualquer parte do corpo do adversário que estiver no alcance, da cabeça às pontas dos pés, sem se preocupar em acertar qualquer parte em específico, batendo como um touro enfurecido. - Jigoku Hadou! Getsuga Setsuha!

Se por acaso eu percebesse algum outro pirata ou marinheiro a me atacar, tentaria bloquear seus golpes e me focar na luta contra o sargento, afinal, os outros revolucionários poderiam me cobrir, também não daria muita atenção para a morte de Simba por enquanto, pois haviam muitas coisas mais importantes em jogo naquele momento.

Caso eu conseguisse vencer os marinheiros, partiria para cima da pirata que estava lutando com Hakuei, claro, se elas ainda estivesse lutando, se esse fosse realmente o caso, tentaria atacá-la com um corte vertical de lança e falaria: - Sinta-se livre para enfrentar a nós dois se quiser, sua verme. - falaria tentando intimidá-la, pois eu teria vencido o sargento da marinha. Caso ela parasse de lutar, deixaria-a para lá, mas mesmo assim ficaria atento para bloquear com o escudo qualquer golpe vindo das costas, em caso de batalha ou não. E também tentaria atacá-la com cortes de naginata em todas as direções até vencê-la.

Caso seja possível sair vitorioso, eu ficaria de pé e ergueria minha naginata ao alto, e então faria minha última provocação aos marinheiros de Lvneel, caso eles ainda estivessem vivos, claro. - Tal qual como em Micqueot e Lvneel, vocês, vermes da marinha, falharam miseravelmente em me capturar, não que isso seja alguma surpresa. - Então verificaria se algum deles continuava vivo, caso estivesse, falaria para os revolucionários. - Talvez levá-lo vivo possa ser do interesse de vocês, não que eu me importe. - Sugeriria isso pois qualquer dano causado ao governo mundial iria, inevitavelmente, me beneficiar a longo prazo.  Então, recolheria minha naginata e viraria minhas costas, para então me dirigir ao velho e mais alguns outros hipotéticos residentes do farol. - Eu estou curioso sobre uma coisa. - faria uma pausa, e então continuaria, com minha voz séria e uma expressão impassível. - O que um velho faz, morando neste lugar longe de tudo? e na entrada da Grand Line? - Então aguardaria sua resposta. Também pegaria o log pose caso me fosse oferecido e pediria aos revolucionários que me deixassem na primeira ilha da rota que eu cair.


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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 4 EmptyQui 14 Jun 2018, 02:29

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Narração


Jurgen acreditava no potencial de sua companheira e ficava absolutamente no seu adversário, estava completamente determinado a vencer esse combate. “– Verme da Mongólia.” (Verme gigante do deserto, existência não provada.) Eu a tomarei e assim poderei pisar no QG novamente com honra.” O sargento caia na provocação do gigante e então atacava com tudo, com sua clava, o pirata usava seu escudo para bloquear. O mesmo havia um rachado após o disparo contra o barco dos Revolucionários, agora ele quebrava ao meio. A arma daquele homem tinha um brilho diferente, roxo, chamava a atenção. Não só quebrava a defesa, como acertava em cheio o peito de Rutherford, que chegava a se ferir. Podia ver sangue escorrendo do local acertado, será que o mesmo já viu isso alguma vez? Thomas O mestre das Armas colocava um sorriso no rosto esbanjando uma boa confiança.

Alguns marinheiros começavam a pular no homem alto tentando segurar os braços dele, mas isso não era o suficiente conseguia ainda assim erguer sua lança. Além de contar com uma boa ajuda de Belzebu. O pequeno lutador finalmente entrava em combate e ajudava a tirar alguns marinheiros, aproveitava o momento e desferia vários cortes na vertical, com isso acertando meros soldados e o líder ali da marinha. Então Thomas tentava desferir um novo golpe, agora acertava a boca de Jurgen, que com o cabo da sua lança acertava a cabeça do sargento que caia no chão, inconsciente. O pirata podia cuspir sangue e quando passou a língua pelos dentes, sentia falta do terceiro molar superior. Porem o homem da marinha não tinha mais condições de combate. Varios marinheiros e piratas morriam ali no campo de batalha e o cheiro da morte tomava conta do ambiente.

Enquanto Jurgen estava lutando contra sargento da marinha, Rise lutava contra uma linda pirata, tomava toda a pressão que a mulher podia aplicar na garota, com seu estilo ninja se divertia com o combate. Rise acertava um corte no rosto da mulher, que ficava extremamente enfurecida. “ – Sua piranha, filha da puta, cometeu o pior dos pecados.” Então enquanto ela estava com uma mão no rosto, por conta do sangramento, a parceira do pirata tentou aproveitar para finalizar o combate. Quando foi com tudo, experiente em combate a criminosa percebeu e atravessou a barriga de Hakuei, podia se ver um monte de sangue. Ela tirava a espada lentamente e preparava para um golpe final, no momento do ataque a Revolucionária de cabelos negros entrava na frente recebendo em cheio a espadada. Foi aí que S entrou em ação usando sua arma, as partes da corrente enrolando na espada e tirando da mão da pirata. Enquanto o mudo parecia que havia vencido o ninja sem problemas, se aproximava pegava a espada de sua falecida companheira e cravava na garganta da pirata, enquanto se banhava com o sangue dela.

Os Revolucionários sentiam a perda de seus companheiros um clima um pouco tenso tomava conta, Hakuei estava bem feria. Karthus recolhia as armas ali do chão que achava interessante. “ – Bom leva-lo não é interessante para nós, nossa briga é com Governo Mundial e com os Nobres que os controlam. Estamos indo para atender um chamado e destronar alguém importante.” O velho do farol se aproximava e declarava como vencedor da aposta. “ – Bom cuidarei desse homem e o mandarei de volta aos blues.” Dava uma pequena risada. “ – A aposta era quem o derrubava primeiro, não significa mata-lo, com certeza ele irá atrás de você até o fim do mundo.” Colocava um sorriso maior e sagava um log pose, entregando a você. Para qual ilha o destino apontaria? Rise será que se recuperará? O que se passa na cabeça de Jurgen?

OFF:
 


Quantidade aleatória (1,7) :
6

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Última edição por Punk em Qui 14 Jun 2018, 02:30, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 4 EmptyQui 14 Jun 2018, 03:50

Farol 4

A batalha havia finalmente chegado ao seu final, o odor de morte vindo dos cadáveres me incomodava um pouco, porém eu não demonstraria meu incômodo, isso seria uma clara amostra de fraqueza, que era a última coisa que eu precisava demonstrar naquele momento. Eu estava ferido, provavelmente mais ferido do que eu jamais estive. Eu havia acabado de adentrar a Grand Line e já havia recebido esses danos, humpf, mas acho que isso é algo com o que terei de me acostumar. O meu peito sangrava e eu tinha um dente faltando, mas contanto que eu ainda pudesse lutar e cumprir meus objetivos, não me importava com a perda de algo como um mero dente.

Apesar disso, Hakuei havia se ferido muito mais do que eu, eu não possuía conhecimentos de medicina, mas qualquer leigo conseguiria notar que aquele era um ferimento grave, e que ela precisava de cuidados. Normalmente eu não me importaria com uma coisa dessas, mas sentia um aperto no peito ao ver Hakuei sofrendo daquela forma, era um sentimento que eu não conseguia explicar, mas nada muito forte ou que fosse mudar minha personalidade ou jeito de ser, tanto que eu rapidamente esqueci disso ao perceber que ainda tinha coisas para fazer naquele local.

Eu pegaria Hakuei nos braços e levaria ela para onde estão os revolucionários, então falaria: - Ela precisa de cuidados, algum de vocês é médico? - perguntaria, Hakuei ainda era uma peça importante eu meu plano e eu não planejava perdê-la agora, embora não me importasse tanto caso isso acontecesse. Caso eles tivessem um médico, eu deixaria a moça a seus cuidados, caso não tivessem, eu tentaria levá-la comigo. - Aguente firme. - falaria num tom sério e estóico - Não quero que morra ainda, você ainda possui um papel a cumprir.

Então eu me dirigiria a quem quer que fosse o líder dos revolucionários atualmente, suspiraria e falaria, novamente de forma séria: - Humpf! até que não são maus lutadores. - reconheceria, a contra gosto. - E tem minha simpatia se estão querendo derrubar algum governante. Podem me deixar na próxima ilha habitada que passarmos. - eu então olharia para o log pose. - Não sei usar essa coisa, mas pelo que entendi precisam disto para navegar, então vamos logo com isso. - Então, me dirigiria para o barco, onde sentaria e suspiraria fundo, para descansar após a batalha, faria muito tempo que eu não descansava, eu haveria até mesmo esquecido de que preciso disso.


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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 4 EmptySex 15 Jun 2018, 21:26



Narração


O gigante via sua pequena amiga precisando de cuidados urgente, era muito cedo para perde-la então um dos revolucionários sendo belzebu disse: “– Bom leve ela ao navio, farei os primeiros socorros, porém ela precisará de um médico de verdade.” S completava o dizendo que o médico oficial do grupo tinha acabado de falecer, sendo a garota de cabelos negros. Era uma dura batalha que talvez poderia acontecer novamente. Rise colocava um pequeno sorriso antes de fechar seus olhos e cair em sono. O estranho garoto(a) então confortava dizendo que ela ainda estava viva. “ – Bom podemos deixar na próxima ilha sim, até porque temos uma guerra contra o governo para vencer.” O navegador dizia indo para sua posição no navio pronto para seguir em frente. O navio da marinha então começava a afundar, mas uma coisa era quase certa, não seria a ultima vez que Jurgen encontraria com esse sargento, pois o mesmo tem uma reputação a zelar.

O navio zarpava enquanto S usava o Log Pose de Jurgen, o mar era bem mais calmo que a subida e decida da reversa, deixava aquele monte de caverna. Com uma boa história para contar, uma vitória no meio de uma guerra, algumas baixas, amigos feridos e muito sangue. Além de sair sem a resposta do porque Karthus ficava ali no farol, aquele velho apostador extremamente misterioso. Belzebu fazia os primeiros atendimentos a companheira do pirata, Katy com apenas um braço ficava praticando com sua espada, o mudo estava lendo um livro, S guiava o navio. Pareciam estar com um semblante mais sério, pois haviam perdido dois parceiros de guerra, será que o gigante sabe realmente o significado da palavra liberdade? Será capaz de sobreviver a Grand Line?

Viagem para 1 º ilha 6 rota 1/3

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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 4 EmptySab 16 Jun 2018, 05:33

Viagem 1

Finalmente o meu grupo havia zarpado daquele atribulado farol e deixado a reverse moutain definitivamente para trás. O tempo que havia passado naquele lugar havia sido de certo bastante proveitoso para mim; fui capaz de obter um Log Pose e uma carona para a primeira ilha da Grand Line, assim, finalmente eu poderia navegar naquele tão famigerado mar, e me aproximar cada vez mais de realizar meu objetivo final, minha ambição máxima: derrubar o governo e instalar uma ditadura mundial controlada pormim mesmo, em décadas de preparação, o gigante nunca esteve tão próximo de realizar este tão complexo objetivo.

''Parece que finalmente as coisas estão se encaminhando do modo que eu quero, não esperava menos depois de tantos anos de preparo, logo, a Grand Line será minha.’’ Eu pensava pensava em quais seriam seus próximos passos na próxima localidade em que aportasse, a primeira coisa seria conseguir um tratamento médico de verdade para Hakuei, afinal, ela ainda poderia se mostrar bastante útil na minha missão. Também logo notei que estava novamente sem um escudo, parte importante de seu estilo de combate, então decidi que procuraria roubar um na próxima ilha que eu fosse, já que não estava muito disposto a gastar mais dinheiro com isso.

Eu estaria sentado no convés do navio, ainda descansava das batalhas que havia enfrentado contra a marinha eno farol, com elas, eu sinceramente sentia que havia ganhado mais experiência e que estava mais poderoso, eu havia treinado por muitas décadas sozinho porém a experiência real de combate ainda assim é insubstituível. Porém, achei que seria interessante ficar sabendo de algum detalhe sobre sua missão na primeira ilha, visto que ela poderia me ajudar ou atrapalhar na realização de meu objetivo. Eu iria até onde S estava e falaria, descontraídamente: - Conte-me mais sobre isso de derrubar o governo da próxima ilha. - eu então pausaria, e continuaria - Não creio que serão capazes de fazê-lo com esses números, como pretendem conseguir mais pessoas? - Eu ouviria a resposta, caso ele não quisesse responder, eu bufaria e sairia de perto, então, eu descansaria sentado no convés até que algo acontecesse.

Caso fosse atacado por alguém, faria o possível para bloquear os ataques com meus braços e com o cabo da minha lança e, caso não fosse possível, resistir aos danos da melhor forma possível mais continuar lutando. Na primeira chance que eu tivesse, contra atacaria o(s) meu(s) adversários com uma sequência de cortes sucessivos horizontais e diagonais com a minha naginata, buscando sempre colocar o máximo de força nos músculos dos braços, para causar maior dano aos inimigos atingidos pelos meus golpes, caso algum deles tente se aproximar para acertar pelas pernas, desferiria uma furiosa porretada com o cabo da lança de preferência na cabeça do adversário, apenas para impedi-lo(s) de causar danos naquela região, caso viessem pelas costas e eu não percebesse, viraria os calcanhares e tentaria acertar um corte giratório com minha naginata.


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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 4 EmptyDom 17 Jun 2018, 20:25



Narração


O Gigante pensava qual seria seu próximo passo, as não fluíam exatamente planejava sua pequena parceira ferida, o mesmo tinha alguns ferimentos. Mas Jurgen conseguiu um grande aprendizado, caminhava até o navegador e fazia perguntas ao mesmo, que respondia falando um pouco sobre seus planos futuros. “ – Bom não é bem na próxima ilha, estamos indo para pedir apoio a um outro grupo. Na sequência entrarei em contato com o grande líder o homem que pretende acabar com aqueles que controlam os agentes da CP. Ele vem fazendo movimentos pelo mundo e mais pessoas vem se reunindo a causa, todas aguardando o chamado para a guerra. “ Ele fazia uma pausa colocava um sorriso de esperança no rosto, mostrando também sinceridade nas suas palavras, então completava a sua resposta para a pergunta do pirata. “ – Nosso objetivo é derrubar o rei de Climax Island tirá-lo a força do trono, também passaremos por Parthenon para acabar com a escravidão. Sei que somos um bando de esquisitos, mas todos aqui fomos escravos e não foi o exercito revolucionário que nos libertou, foi nada mais que nossa própria força. Mas a causa deles, é a mesma que a nossa, ou seja, tínhamos inimigos incomum então decidi me juntar a eles, ainda estamos aprendendo algumas coisas.” Completava o navegador, falando um pouco da história da sua horripilante célula conhecida como Sexta Feira 13.

Jurgen descansava um pouco no convés, enquanto podia observar o movimento das pessoas ali presente Hakuei ainda desacordada, porém com o sangramento estancado. Belzebu conversava um pouco com Katy, a loira que havia perdido um braço. “ – Ei, você está bem, tivemos algumas perdas mas saímos vitoriosos.” A mulher como sempre um pouco agitada respondia o garoto(a) “ – Isso foi só uma vitória, pois quero vencer a guerra!!!” O mudo estava tranquilo no navio, apenas lendo, S concentrado em guiar o navio. “ – Bom pelo menos não fomos conhecidos como Revolucionários, chegar em Climax como piratas irá até chamar a atenção. Mas como membro do exército, o rei não seria burro ao ponto de não perceber o que vai acontecer.” Uma pausa. “ – Bom a questão é será que eles vão se aliar a gente? Não somos populares dentro do grupo, somos feios, monstros e novatos.” Ambos suspiravam, mas a mulher mostrava determinação. “ – Bom se eles não quiserem, vamos por conta própria, sei que somos capazes.” Dizia com um sorriso no rosto. “ – Ainda tem muita confiança mesmo sem um braço.” Ela dava uma boa risada. “ – Uma lembrança de uma vitória, bom o grupo que vamos encontrar é conhecido como Os Imortais.” Dizia com um tom assustador. O mudo fechava seu livro e olhava para os dois.

A viagem continuava estava tranquila, o navegador se mostrou bastante habilidosos desde a subida da reverse e já era possível ver ao longe a ilha da grand line. O que será que espero pelo gigante e sua colega.

Viagem para 1 º ilha 6 rota 2/3

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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Lvneel   O Flagelo de Lvneel - Página 4 EmptyDom 17 Jun 2018, 21:14

Viagem 2

Talvez não fosse o melhor, o maior ou o mais imponente dos navios, mas realizar a travessia da Reverse Mountain com ele a salvo foi uma conquista e tanto, devo admitir, por mais que comigo, o salvador do mundo, em sua tripulação, não houvesse chance alguma de falha de qualquer tipo. Estava junto dos demais integrantes do bando/célula revolucionária, embora não planejasse continuar com eles por muito mais tempo.

Eu estaria sentando descansando, em uma das laterais do navio, sem apoiar-em lugar algum devido ao meu peso,  enquanto observava o mar passar, devo admitir, eu era muito jovem para a minha raça, e ainda assim ele me levava consigo, enquanto trazia a tona lembranças de um passado árduo de esforço e treinamento, eu passaria minha mão direita sobre as cicatrizes que havia conseguido nas últimas batalhas, eram provas de que eu havia saído vitorioso, provas de que meu treinamento estava dando frutos.

Eu estaria, como sempre, impassível quando virasse de costas olhando para quem estivesse ali, aquela mesma expressão sisuda de sempre. Não falaria nada, pois não iria gastar minha saliva com conversas que não facilitassem a resolução dos meus objetivos.


E já pensava também, a respeito do que faria ao chegar em nosso destino, eu não sabia qual seria a ilha onde iríamos parar, porém lá seria, muito provavelmente, o lugar onde eu começaria de fato a colocar a mão na massa para realizar meus planos. Aquela ilha seria o verdadeiro início de minha jornada, a qual ainda perduraria, ao que tudo indica, por muitos e muitos anos.


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