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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Corvo

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MensagemAssunto: O Corvo   O Corvo - Página 6 EmptySex 26 Maio 2017, 11:57

Relembrando a primeira mensagem :

O Corvo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Doppio Pannacotta, Draguren Hynno, Jurgen E. Rutherford e Arcangelo Ambrosio Kenway. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: [color=#802b00][/color]   O Corvo - Página 6 EmptyDom 25 Jun 2017, 20:36

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[Nota do ReiDelas] Não prego o ódio ou a intolerância religiosa; meu personagem e eu são pessoas diferentes, então, desde já peço desculpas aos que se sentirem ofendidos pelas palavras e atos do Doppio, obrigado pela compreensão.




Estava suando outra vez. Fios negros e finos grudavam numa testa molhada e um pouco cintilante. O olhar escuro fitava os arredores; desdém. Por mim mesmo, pela situação em que estava, pelos inimigos, pelas armas "furtadas". Cuspi no chão, tava cagando pro que o fodido do Khalif tava falando, exceto uma coisa.

Cara... — Nojo e raiva; veias esverdeadas na testa, grossas e pulsantes. Pupilas dilatadas, olhos no discursante. Morte a Khalif. Mordi os lábios. — Cristãos e malditos crentes em qualquer que seja a porcaria da religião... Todos têm um papo escroto, batido e cagado. — Cuspi outra vez; o alvo estaria entre os pés de Khalif. — Eu não quero ficar perto da porcaria do seu Deus, cabeça oca. — Eu parecia uma criança emburrada; mal-encarada e com tendências assassinas, porém, criança. Não ligava pra porcaria da consequência que viria das minhas palavras. Queria gritar uma torrente de palavrões, mas meu autocontrole falou mais alto. Isso é novo por essas bandas. Forçaria as algemas durante todo o ato, a raiva misturada com o humor nada doce estavam me deixando puto pra burro.

Um cacete pro teu Deus, mano. — Receberia de bom grado qualquer golpe que recebesse por esses atos. Se fosse forçado a caminhar por aí em penitência, caminharia, se fosse condenado à fogueira por isso, queimaria; cuspo na cara de Deus e ainda faço engolir, se ele me jogar no inferno eu faço amizade com o Cão. Ele ia gostar de mim, se existisse. Se inspiraria em mim. Seríamos amigos fodas.

Apesar de tamanha relutância e raiva com a ideia de ser arrastado pr'uma igreja para orar, eu nada podia fazer ao montante de guardas inimigos que provavelmente me levariam à força. Acima do eu imprudente, inconsequente, foda, baixinho e marrento, ainda estava o sensato. Bem preguiçoso esse aí, só aparece de vez em quando pra fazer uma graça e some de novo. É o Golfinho Pannacotta.

Não resistiria caso fosse "gentilmente guiado" até algum local religioso; templo, capela, igreja, catedral. Não ligava. A mente trabalhava numa maneira bem infantil de dar uma cagada nos ícones que os cristãos adoravam adorar Cambada de chupa bife jesuíta, odeio essa rapazeada. Durante o trajeto, fosse ele cheio de pancadas, surras e ofensas verbais, me manteria quieto; os traços físicos ainda cuspindo ódio, desprezo e nojo. Por fora, sofria; por dentro, sou fria. Não que estivesse mentindo ou forçando tudo aquilo ao corpo; era natural. No entanto, a sensatez pré-cagada era mais forte. Caramba, ser eu é difícil, mas é do caralho.

Assim que chegasse no local, ainda apresentando todas as características físicas anteriores mas sem proferir palavra alguma, uma alma morte num corpo vivo, talvez. Mentira, porra. Eu tava bem vivo, morto tava era o Messias da rapazeada. Daria gargalhada de qualquer imagem de Jesus que encontrasse. Se me mandassem rezar, encararia quem o fez, vomitando ódio das estranhas. Me ajoelharia, um joelho apenas. Sorriso.

Ó, Senhor Deus... — O sinal da cruz seria feito com as algemas mesmo, de cabeça para baixo. No momento, estava sem prestar atenção em Marvolo, o "invasor", ou nas palavras de Arcangelo, ou no resto do grupo por ali; o foco era cagar na cruz e ver a reação dos retardados ao redor. — Rogo-lhe que crave fundo essa cruz na bunda desse cara que prendeu a gente, que envie seu filho pra morrer por um bando de gente imbecil, que permita novamente que amigos traiam amigos — A bochecha com a cicatriz retorceu, a maçã do rosto pulou e a cicatriz coçou forte. — e os matem por motivos fúteis, que permita atrocidades, estupros, matanças, genocídios e o caralho a quatro. — Cuspiria no altar, ou algo que o "representasse". — Senhor Deus dos hipócritas porcos, pregue sua bondade falsa e seletiva no meio da testa de seus seguidores com um prego de aço do tamanho do meu braço, PORRA! — Cuspiria seguidas vezes, mais e mais, até que me parassem ou minha boca secasse. Queria arrancar o pau pra fora e esfregar no maldito altar. QUE MERDA.

SENHOR. — Tentava me levantar. — SE VOCÊ ESTIVESSE AÍ. — As veias do pescoço dilatavam-se. Alguém deveria me botar pra dormir. — EU IA ENFIAR UM CANO DE PISTOLA NO SEU INTESTINO E METER BALA, SEU IMBECIL DE MERDA! — Eu realmente falaria algo que não deveria (na concepção deles, claro). Me viraria para Khalif. Sorriso torto e regado a suor, minha cabeça rodava um pouco, o pescoço e trapézio tensos. A garganta incomodada pela potência do grito. — F-... — Respirei fundo, oxigênio estava me fazendo falta no momento. Senti os pulmões enchendo e nutrindo o corpo, um breve alívio. — Ficar mais próximo de Deus? — Deus. Essa palavra gerava um incômodo fodido em mim. Me lembro de como os pais do bastardo Vinegar enchiam a casa de luzes em dezembro, de como cagavam cruzes por aí. E ainda assim, o filho de merda deles... Coceira na cicatriz. Eu deveria esfregar o dedo. A algema impedia. Esfreguei a madeira na cara enquanto mordia os lábios com força. É frio.Fe eu chegar perto demais do feu Feus, ele vai fomefar a botar um "a" no final do fífulo, feu fofido. — O atrito da madeira contra a pele fez com que sangrasse, ferisse, machucasse; doía pouco. Os lábios recebiam os dentes internamente. Mais sangue; pingava do queixo, sujava as roupas, sujaria até mesmo as algemas. A criança perturbada, como um duende encurralado, sentia as dores do passado se manifestarem aos poucos, forçadas a subir á superfície por conceitos que eu acreditava ter banido dos meus pensamentos.

Nunca perdoarei.

Objetivos:
 

Histórico:
 

Observação.:
 



Última edição por ReiDelas em Dom 25 Jun 2017, 20:51, editado 1 vez(es) (Razão : Alterações no code, correções ortográficas e gramaticais, adição do campo "Observação" e a nota no topo.)
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 6 EmptyDom 25 Jun 2017, 22:26

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A investida teve seu desfecho e enfrentamos nossos respectivos destinos. Não poderia lhes contar os dos demais mesmo que quisesse, já que o meu os ofuscou. Tudo aconteceu num lampejo e antes que pudesse reagir me vi cruzando o ar até os três rapazes, rendidos como pinos de boliche. Strike. Agora tente imaginar meus cem quilos esmagando o trio e definindo a batalha. Não parece bom, certo? Mas meu orgulho não iria definhar. Havia quebrado a guarda de meu oponente e lhe golpeado com todas as forças; aquilo acendeu-me uma centelha de esperança e fui ao chão com certa confiança no olhar.

Você deve imaginar que meu corpo não acompanhou a mente já que acabei enfileirado como um porco indo pro abate, mas naquela situação degradante eu entendi que havia algum tipo de determinação no ar. Não eram centrados e meu combustível era um propósito nobre; nisso nos diferíamos. Contudo algo parecia movê-los em direção ao abismo que é combater o governo e suas pragas; decidi descobrir a razão.

Aquele que mais tarde eu conheceria como Kallif era uma incógnita até então, e a irrelevância se quebrou quando o homem discursara aos moldes de um fanático. Eu conhecia aquele tipinho. Não eram tiranos como a marinha e seus homens, mas a fé em algo irracional me parecia nebulosa; terras que eu nunca explorei. Decidi usar do seu próprio veneno. — SOU CHARLES MARVOLO! — Franzi o cenho e a voz soou estridente. — Esses são meus homens e os coagi a tudo que vieram a fazer até então. — Além das expressões, fiz uso de um dom pessoal para que o tom soasse o mais ríspido e imponente possível. — Poupe-nos de nossas penas e eu lutarei sob o estardante de seu deus... — Uma mentira tão bem contada que por um instante acreditei. Para que a tragédia me trouxesse algum bem, aquele era o fardo a se carregar. — Deixe de lado a performance desse miserável leprechaun e leve em conta o que propus, punirei eu mesmo a todos quando convir. A imagem de um líder que converte seus inimigos é poderosa, mas há uma condição... — Ergui os olhos. — Não envolva esses ratos do governo. — Por fim uma verdade.

Estava disposto a me sujeitar às condições do homem caso ele demonstrasse interesse, e o faria com prazer; preferia as garras de um louco às de um marinheiro. Havia também o intento de inspirar confiança aos demais, assim como razões para que me tomassem como líder. Minha chegada não havia sido triunfal e estávamos em território inimigo, mas com um pouco de lábia eu faria o jogo virar.

Quando a hora chegasse, lá estaria eu. — CIDADÃOS! Perdoem-me e a meus companheiros. Perdoem também este herege boca suja e o garanhão devasso e depravado pois, pai, o homem é falho e não sabe o que faz. Eu usei de meu dom, bom senhor, para convencê-los a lutar em meu nome. Mas isso acaba aqui. Farei justiça assim como os cavalheiros desta igreja o fazem, como um Inquisidor. — Levei as mãos ao peito e esbocei uma expressão extremamente intensa e que exalava fé; os olhos se fecharam, contraí as sobrancelhas e meu rosto enrugou. A linguagem corporal também era de acordo, com movimentos bruscos que diferiam a cada sílaba. O fiz sem delongas, afinal, fanáticos amam redenção.




Objetivos:
 

Histórico:
 


Última edição por Marvolo em Seg 26 Jun 2017, 11:15, editado 1 vez(es) (Razão : Ortografia)
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 6 EmptyTer 27 Jun 2017, 00:44


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"Uma mentira só é uma boa mentira quando até você acredita nela."
Post: 11 | Localização: Lvneel



Aquele agente respondia sua dúvida sobre o que estava acontecendo em relação ao próprio espadachim, como eles conheciam o rapaz e tudo mais. Quando escutava os feitos que havia feito, Draguren sorria diante daquilo, mas seus planos seguintes não eram muito sucedidos e no final, o chicoteador estragava boa parte de suas ideias e o atirador finalizava dando um pisão no joelho esquerdo do piromaníaco, que gritava de dor naquele instante. O agente mascarado parecia não estar propenso a fazer algo contra Hynno, o que dava uma chance futura para o espadachim tramar algo. O atirador se aproximava do pirata e confiscava sua espada e o vidro, mas quando o sujeito tocava no vidro, parecia sentir algo, fazendo o pirata sorrir diante daquilo. Ainda próximo do espadachim, o mascarado dizia para o pirata. – Acho que não devemos nos meter nessa confusão, não é o nosso papel. Creio que deixar você desarmado nesse cenário e sem poder se mover com facilidade seja uma punição adequada. Dou um conselho, esse pessoal é bem difícil de lidar, principalmente a guarda real oficial, então acho melhor saírem dessa rapidamente. Aproveitem e deem uma passada na capela e rezem por suas almas, principalmente no altar de lá, talvez fiquem mais próximos de “Deus”.

As palavras do agente não faziam muito sentido, porque Hynno iria para uma igreja e ia até o altar e rezaria para tal? Se tivesse chance, sairia daquele local e procuraria algum médico sem ser Ambrosio, pois o mesmo notava o caolho conversando com Kaliff. Mas, não sabia o que eles estavam falando e com o joelho quebrado, o pirata não conseguiria se movimentar livremente. Parecia o fim, pois Ambrosio parecia desistir, Doppio havia caído ao lado de Hynno e a cavalaria havia chegado. Um joelho fraturado, Uvogin desmaiado, Doppio sem armas, um novo sujeito havia se juntado a luta, mas rapidamente era jogado para longe. Nunca havia pensado que, de Malkiham, onde havia sido cercado e depois torturado, chegaria em Lvneel e seria derrotado por três sujeitos, que agora, eram dois e deixado para ser preso pela guarda real. Não tinha como resistir, sua espada havia sido levada, seu joelho fraturado, apenas se deixou levar pelo momento. Os cavaleiros faziam uma revista em Hynno e nos outros, retirando todos os pertences do pirata, que apenas suspirava e olhava para o céu, procurando por Edgar.

Agora, à mercê de Kaliff, obedeceria ao mesmo, mas antes de começar a caminhar, assoviaria para Edgar, seu corvo, seguisse seu dono, Draguren Hynno. Caminharia calmamente para onde ele fosse levar o grupo, havia fraturado o joelho e não conseguiria caminhar normalmente, por isso, levaria o tempo que fosse preciso, mas caso alguém da guarda poupasse o tempo e ajudasse o jovem pirata com aquele problema no andar, daria um sorriso para o guarda e aguardaria chegar no local, enquanto que, fitava o novo sujeito durante todo o trajeto que fosse feito por Kaliff e seus homens. Ao chegar no local que o sujeito quisesse levar o grupo e fosse pedido para se ajoelhar, pois segundo o que Kaliff havia dito, iriamos se aproximar de deus e o mascarado havia dito algo sobre rezar no altar, Hynno diria, ainda esboçando seu típico sorriso. – Não me ajoelharei, pois, meu joelho está fraturado. Ambrosio havia dito também quase a mesma coisa, mas logo depois começava a falar diversas coisas, algumas estranhas, fazendo o espadachim olhar para o atirador e então, voltava o olhar para Kaliff, pois era ele, o cabeça dentre os tais guarda real.

Se Edgar conseguisse entrar no local que Hynno e os outros tivessem entrado, faria o mesmo pousar em seu ombro e olharia nos olhos de Edgar e cochicharia com o mesmo, como se ele estivesse conversando com o pirata. – Ah, você acha? Acha que eu deveria acabar com todos daqui? Se eu tivesse em condições e com armas, acho que eu conseguiria. Em cada fala, Hynno daria uma pausa de dois segundos, como se o corvo realmente estivesse falando com o piromaníaco, sendo assim, cada parte da fala de Draguren, seria uma resposta para uma pergunta imaginária de Poe.


Objetivos:
 

Histórico:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 6 EmptyQui 29 Jun 2017, 23:41




O Corvo


Se aproximem de Deus, falem com Deus e adentrem em sua fortaleza.




Em contrapartida ao que Kallif havia falado Marvolo se mostrava um rato mais traiçoeiro do que os “ratos” que ele queria destruir. Tentando enganar ou coagir Kallif, o rapaz argumentava de maneira inábil e Kallif apenas o ignorava assim como todo restante da população que ali estava. A proposta de seguir o estandarte da guarda real deixava Kallif irado, mas o mesmo se controlava de maneira esplêndida, apenas soltando leves sorrisos.

- CIDADÃOS! Perdoem-me e a meus companheiros. Perdoem também este herege boca suja e o garanhão devasso e depravado, pois, pai, o homem é falho e não sabe o que faz. Eu usei de meu dom, bom senhor, para convencê-los a lutar em meu nome. Mas isso acaba aqui. Farei justiça assim como os cavalheiros desta igreja o fazem, como um Inquisidor.

Kallif cansado do jeito falastrão do rapaz, apenas lhe deu uma coronhada que o fez apagar. Os demais tiveram suas cabeças colocadas em um saco e foram colocados para fora e assim lhes monstra o local onde eles pagariam seus pecados na terra e teria a punição divina. A população se manteve atenta por alguns segundos aos dizeres do rapaz.

Uma igreja. Este era o local onde o grupo de piratas fora levado para pagar pelos seus pegados da maneira divina antes da humana. Kallif não se encontrava com eles, havia ficado na ilha e averiguado tudo para que toda a paz se restaurasse. Quem cuidava do problemático grupo eram seus três homens de confiança, cavaleiros que utilizavam cavalos de cores escuras, mais que o normal.

Peter Simunn, um dos doze cavaleiros que protegiam o Rei e organizavam e gerenciavam a guarda real. Era conhecido por sua grande habilidade de nado e pesca, mostrando ter um porte robusto e uma longa barba. Era moreno, cabelos e barba de cor negra. Era o mais forte fisicamente dos três cavaleiros reais.

Levi Alfeuson, cobrador de impostos reais e o cavaleiro real que mais conhecia a população. De tempos em tempos ele levava informações para o Rei a respeito do boletim de ocorridos em que a guarda entrou em ação. É um dos mais inteligentes cavaleiros, inteligência essa que compensa sua falta de aptidão física, é um dos mais letárgicos cavaleiros, além de um dos menores.

Santiago Boanerge, o cavaleiro mais experiente e mais velho dos doze. Foi escolhido por deter consigo uma grande experiência de vida além de uma grande experiência de combate. Era o antigo treinador da nova guarda, agora é encarregado de organizar a comissão para o torneio que o Rei realizar para selecionar novos membros da guarda real rebaixada.

A igreja era simples, uma capelinha onde apenas havia uma cruz no centro. Os piratas foram colocados ajoelhados, próximos ao patamar da igreja. Os três generais estava colocados na saída/entrada principal, lado a lado. Os demais membros da guarda real estavam colocados dois em cada saída secundária, que no total eram quatro, duas de cada lado da capela. Um falatório feminino poderia ser ouvido para aqueles que tivessem audição aguçada ou que estivessem realmente concentrados. Não havia objetos próximos aos mercenários, apenas o altar, a mesa da ceia, ou pelo menos uma representação e um belo tapete vermelho que ficava em baixo do trono e algumas cadeiras.

Doppio, que desde o centro da cidade, tagarelava e mostrava seu arsenal de xingamentos e reclamações, agora estava ali, ajoelhado perante a figura mais importante daquela população, vosso Deus. Não conseguindo manter seu ímpeto ajoelhado, o rapaz levantou-se se começou a proferir palavras amargas e completamente incredíveis para com a santidade maior enquanto tentava coçar sua cicatrize acabava por machucar sua pele devido as algemas de madeira. Algumas pessoas que estavam passando por ali, indo embora do local se assustavam e partiam com medo das palavras do rapaz.

Intrigado com seu futuro que estava nas mãos de seu inimigo, ironias a parte, Ambrosio se perguntava o que “estar mais próximo de Deus” significava. Com tantas dúvidas, mais uma surgia em sua mente genial. De uma maneira um tanto quanto amigável, beirando a botheragem, o loiro se apresentou para o então desconhecido Marvolo.

Uma vez no local onde havia sido levado, o loiro manteve sua ironia, pelo menos era algo que ele podia mantes, já que sua vergonha e seu “orgulho de atirador” havia sido corrompido antes mesmo que sua masculinidade. Em meio ao seu juramento divino, Ambrosio tentava passar uma mensagem subliminar para seus então aliados indicando que Kallif estava os ajudando, de alguma maneira.

Hynno, assim como Ambrosio, foram colocados de joelho, não importando seus ferimentos. O espadachim estava ali, esperando a chegada de seu tão amado amigo Edgar. Havia o chamado antes, porém o corvo não havia surgido. Ao badalar do sino, um grunhido era ouvido e Edgar adentrava no local, voando e pousava em cima do longo tapete vermelho. Passados alguns instantes ali, o pássaro defecou no tapete e então voou até os ombros de Hynno, que estava feliz por ver seu aliado junto consigo novamente. O espadachim falava com o corvo como se falava com o humano, coisa que deixava os homens curiosos, mas ainda mantinham sua postura séria e imponente. Em certo momento, cada espadachim se entreolhou e saíram do local. Os piratas não podiam ver tal coisa, apenas ficaram ali, sozinhos, desarmados, sem objeto algum por perto além de bancos de igreja, velas, castiçais e o que já havia sido visto.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 6 EmptySex 30 Jun 2017, 18:01

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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu ia de uma situação bizarra à outra em um ritmo constante, me sentia um nômade peregrinando de um local ao outro, sendo cada localidade onde eu parava mais estranha que a anterior. Em especial, agora na capela, era tratado como o lixo que sou, ao menos do ponto de vista da sociedade, era forçado a ajoelhar-me mesmo com o joelho quebrado inclusive; agonizante.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao menos o local se mostrava bonito, contudo, havia feito minhas preces e agora apenas com meu bando me fazendo companhia, me levantaria evitando forçar o joelho ruim. De pé, olharia mais uma vez ao redor, nunca havia estado em uma igreja anteriormente se bem me lembro, valia a pena apreciar o momento. O olho bom fitaria cada detalhe de madeira ou artes penduradas nas paredes, tentando captar o que as pessoas crentes em Deus sentiam em um local como esses.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao menos é um lugar bonito — disse, uma observação óbvia e inútil, proferida enquanto olhava os cantos da capela — Muito bonita para falar a verdade — o tom agora era carregado de malícia enquanto eu me aproximaria do altar, dizendo para os demais piratas. Khaliff disse que ia auxiliar e nos deixou aqui, sozinhos, à mercê apenas de guardas medíocres, ele sequer possuía qualquer motivos para mentir. as palavras ecoavam em minha cabeça, uma em específico reverberaria mais que as outras Porquê?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Passos lentos e calmos, respiração rítmica a fim de recuperar o fôlego, aliviar a dor, organizar os pensamentos e acalmar a mente conturbada. Inspiraria e expiraria, com um breve intervalo entre cada ato, aquilo me trazia paz, sentir o vento adentrar e escapar entre os lábios.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Chegando ao altar, que não deveria estar muito longe dali, analisaria o mesmo com meu único olho que ainda podia realizar sua função primária de enxergar, o que Khaliff fez me deixou assombrado por questionamentos e talvez a igreja guardasse as respostas. Procurava por auto-relevos e decorações diversificadas no superfície e no pé do objeto, evitando agachar-me, apenas inclinando meu torso para o lado e a cabeça junto, adquirindo visão de partes mais baixas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Passava a mão no local sagrado, de forma cuidadosa porém desrespeitosa, era de se esperar que apenas santidades poderiam fazer tal coisa, contudo não podia me conter, era tudo novo para mim e eu precisava encontrar algo que ao menos servisse para iluminar minimamente meus pensamentos, um feixe de luz ínfimo e quase insignificantes já bastaria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não encontrando prosseguiria de forma analítica aos outros elementos do cenário, a mesa da ceia primeiro, qualquer coisa que chamasse mais atenção, que parecesse ser melhor trabalhado, que reluzisse, que se destacasse de qualquer maneira, eu tocaria, levemente com as mãos ou com a ponta das algemas, evitando ser brusco demais a ponto de estragar meu movimento. Me dava conta agora do novo integrante com quem falei mais cedo, o homem de cabelos castanhos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Então, Marvolo, o que verdadeiramente te traz aqui?... creio que não seja fazer novas amizades correto?  — disse, não prestando total atenção ao homem, ainda estava pensativo, procurando algum resquício de lógica naquela situação complexa. — Não fumo há tanto tempo  — disse, sussurrando, sem a intenção de ser escutado pelos outros.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] A única coisa que poderia fazer qualquer sentido mesmo que de forma estranha era uma passagem secreta, mas eu duvido que fosse encontrar se procurasse por algo que não tinha pleno conhecimento, a única alternativa que tinha era seguir a corrente de vento, que naturalmente procuraria por saídas, mas não seria capaz de realizar tal feito, eu sequer poderia ter plena concentração para tentar fazer algo tão absurdo.


Citação :
Vício:13/15  
Isqueiro:5/10  
Maço de Cigarros:15/20

Objetivos:
 
   
Histórico:
 
 
Spoiler:
 

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Última edição por Kenway em Sab 01 Jul 2017, 14:40, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 6 EmptySab 01 Jul 2017, 00:07

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Bonito? Olhei para Arcangelo com os olhos negros e bem abertos. Não pisquei por uns segundos. Eu achava que esse imbecil era mais sensato do que o resto. Pisquei. Girei o corpo e olhei ao redor; minhas pernas tremiam de raiva e desprezo. Eu tava errado pra burro. Havia um vermelho sob o olho esquerdo que ia até o queixo. As roupas também tinham uns respingos. Isso era bonito. Lúgubre, pútrido e bonito.

Cês são idiotas assim mesmo ou só fingem?! — Ainda haviam veias verdes visíveis pela testa; as do pescoço já se punham a dormir outra vez. A sensação pós-berro ainda incomodava, mas era suportável. O calor sob as roupas escuras começa a fazer minha pele coçar um pouco. Quis esfregar as algemas encrustadas de água carmesim, mas não o fiz. Bufei. — Vão ficar tagarelando ao invés de dar um jeito nessa bosta de situação? — Não tava nem aí pro volume da voz; cagava pra quem escutasse, queria meter o pé, ir embora daquela porcaria de templo religioso. Os fios escuros que grudavam testa e rosto afora pareciam grama feita de piche; esguia, negra e bonita. Mas eu tava feio. Havia um contraste sombrio e aflitivo entre o branco da pele, o escarlate do sangue e o negro dos cabelos. Os olhos quebrados pareciam vidro trincado. Como criança, eu queria fechar os olhos e gritar até explodir as veias do pescoço; como homem, queria gritar até explodir as veias do pescoço e quebrar toda aquela merda.

Não tem ninguém nessa merda além de nós, porra. — Eu não via ninguém, mesmo que tentasse; semicerrei as pálpebras de neve e olhei mais ao redor. Vasculharia centímetro por centímetro do local que pudesse chegar com os olhos, e me atentaria às partes mais escuras que o normal; não esperava encontrar nada interessante, mas o hábito de observar tudo sempre esteve presente em mim; parecia uma mania. Cada ícone, imagem ou porcaria cristã que encontrasse, me deixaria mais irritado. Eu podia sentir o sangue percorrendo o corpo como um trem bala de glóbulos vermelhos. As pernas ainda tremiam. Não queria ficar parado. — Vou unir a porcaria do útil à merda do agradável, fodam-se vocês. — A ira não parecia estar mais nas palavras; estava no sangue, nos músculos, nas articulações, nos ossos.

Estava na porcaria do meu coração. Coma merda, Deus. Arrastaria os pés pelo chão para me mover; não por querer, mas a tremedeira parecia não me deixar mexer as pernas normalmente. Iria pelo tapete. Os pés tiniam, mas não por frio ou medo, e não pareciam sair do chão. Nem sequer tomaria cuidado para não pisar na merda do corvo ou sair arrastando o tapete por aí. Braços aos céus e depois ao inferno; impactaria a parte das algemas em tudo que encontrasse pela frente: os bancos, as velas, os candelabros e principalmente imagens de entidades religiosas, caso achasse. O intuito estava no ponto exato entre tirar as algemas e quebrar tudo; uma iconoclastia explícita, boiando num copinho de interesse próprio. Uma mistura que só ia surgir ali, mas não morreria ali.

Coma merda, Deus! — Continuaria o espetáculo; arremataria os pulsos cobertos pela madeira contra os bancos, contra os candelabros e contra as velas; se acesas, ainda miraria o tapete para botar fogo naquela porcaria. Se eu morresse queimado, ou se meus "aliados" o fizessem, não me importava muito. No momento.

Caso errasse a mira dos golpes com as algemas e chocasse as mãos ou braços em qualquer coisa que fosse, morderia os lábios já machucados pelos dentes e suportaria uma dor com outra. Coisa de louco; meu aspecto deplorável degradar-se-ia mais e mais. Os olhos lacrimejavam; eu afirmo que não chorava, mesmo que dentro da minha cabeça eu soubesse a verdade. Eu podia sentir.

Eu sentia que ele ria de mim em algum lugar. Ele gargalhava enquanto alguma garota que crescera conosco em casa lhe chupava os bagos. O filho da puta deve estar comendo do bom e do melhor no Andar-de-Cima, às custas do sangue dos amigos. Isso só me irritava mais. Hipócrita. Tudo isso vangloriando-se da maldita criação cristã, da maldita família cristã, das malditas celebrações de Natal e Páscoa, das malditas sentenças de amor ao próximo e compreensão. Não ligava se tropeçasse e caísse, se batesse de cara no chão, se babasse na cara sangrando, se machucasse os braços ou mãos; olhar ao redor daquele templo torpe de hipocrisia e ódio disfarçado me dava náuseas. Iguais às que senti naquele dia. Talvez, se conhecessem isso, tachariam-me como tão hipócrita, sujo e podre quanto ele, se não mais, no entanto...

Eu não mascarava meu ódio sob o véu de um amor falso, nem sequer pregava amor. Graças ao maldito Vinegar,
o bom Doppio morreu. Agora, tudo que restava era um grande pedaço de lixo, merda e sangue, que tinha a porcaria de um maldito objetivo fixo.


Matar, estripar, dilacerar, esmagar, estraçalhar, queimar, esquartejar e destruir um maldito Vinegar.
Contudo, não podia fazê-lo no momento, então me contentava em destruir um dos templos daquele que ele tanto adorava. Repetirei tudo isso em toda maldita capela ou igreja que encontrar. O cristianismo me enoja.

Comam merda, Deus e Vinegar. — Murmurei.

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 6 EmptySab 01 Jul 2017, 00:50


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Não havia encontrado Edgar durante o percurso, também não sabia o caminho que estava tomando pois botavam algo no rosto do psicopata, impedindo-o analisar o caminho. Quando o que cobria o rosto era retirado, Hynno notava que estava em uma igreja, seria a mesma que havia visto mais cedo, onde havia encontrado a Madre Carmem? Notava que aquele superior, Kaliff não estava dentre os soldados que estavam dentro da igreja, pois não escutava a voz dele se sobressaindo, na verdade, nem dos outros. Precisaria se levantar primeiro, pois havia sido forçado a se ajoelhar, ferindo-o ainda mais o joelho esquerdo. O movimento de suas mãos era limitado graças à aquela algema de madeira que Kaliff havia feito os soldados botarem no grupo. Havia também ficado intrigado com o novo sujeito, pois havia escutado o que ele havia dito antes, havia se auto intitulado líder do grupo, mas não era verdade, nem o bando sabia quem era o líder. Pelo menos, Hynno não.

O lunático notava que na igreja, tinha uma capela onde lá, havia uma cruz no meio. O espadachim então, se erguia novamente quando notava o badalar de um sino e a chegada de seu fiel companheiro. Edgar Allan Poe. Era engraçado o que estava vendo, quando o corvo pousava no tapete vermelho, deu alguns minutos depois e ele voava na direção do espadachim, deixando um presente na igreja, fazendo o psicopata sorrir, enquanto batia um belo diálogo com Edgar. – Quem você pensa que é, para se auto intitular líder? Nem conhecemos você.  Diria para o novo rapaz, enquanto procurava pelo altar da capela. Aquele agente mascarado havia dito que lá, ficaríamos mais próximos de “Deus”. E se “Deus” fosse um código para túnel? Para fuga? Arrastaria a perna esquerda, enquanto caminharia até o altar, procurando desviar do feito de Edgar no tapete. Ao chegar no altar, procuraria alguma coisa, tocaria, empurraria para o lado, para trás, derrubaria se fosse necessário. Procuraria ficar próximo de “Deus” que na verdade, poderia ser: “Fuga” ou “Túnel”. – Acorda o Uvogin, Ambrosio.

Se o caolho não acordasse o brutamontes e o boxeador ainda estivesse desacordado, faria com que Poe levantasse voo até Uvogin e faria o mesmo bicar o brutamontes até que ele acordasse e então, quando ele acordasse, Edgar voltaria a voar até os ombros de Hynno, que buscava alguma saída no altar. Caso durante a ida de Edgar até Uvogin, o brutamontes acordasse, o corvo faria o contorno e pousaria novamente nos ombros de seu dono. Se não conseguisse achar uma fuga ou túnel no altar, empurraria qualquer coisa que conseguisse sem esforço por causa de seu pulso que havia sido atingido por um tiro. – O que você viu lá de cima? Perguntava para Edgar, enquanto virava seu rosto para encara-lo. – Viu alguma coisa de interessante? Um QG, um tritão rosa? Daria uma pausa curta, um segundo e meio e então, voltaria a falar, como se o corvo estivesse respondido à pergunta de seu dono. – Que pena.



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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 6 EmptySab 01 Jul 2017, 01:16

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Confiem em mim, crianças, eu não daria um bom déspota. Tive fé em minha lábia, afinal, o gado sempre se encantou com as palavras de quem vos fala. Mas eu não conhecia aquela cidade, assim como os homens ao meu redor; a coronhada na nuca pôs meus pés no chão. Supondo que não tenham partilhado de tão infame experiência, posso esclarecer: foi mais brutal que qualquer soco e de imediato senti meu cérebro balançar como um navio em águas turbulentas. Levei, ainda que instintivamente, a nuca até os ombros e esfreguei a região no intuito de amenizar a dor à um patamar aonde pudesse postergá-la.

Kallif levou consigo toda a sapiência e esperança que me restavam, o que eu sentia agora era um emaranhado de sentimentos se transmutando em raiva no meu gênio. Mas eu não daria àqueles homens sinais de fraqueza; não era um luxo que podia bancar. — Então é esse o seu método? Vocês não são melhores do que os tiranos da marinha, e eu não faço vista grossa para tipos assim. — Me mantive cabisbaixo. Os dentes rangiam por debaixo do lábio semicircular que, combinado aos olhos esbugalhados, deu-me um semblante voraz. — A sua sorte, meu bom homem, é que as garras do seu bichinho me deixaram nessa situação. Tenha certeza de que essas algemas estão bem apertadas. — Tornou-se pessoal.

Diferente do duende boca suja o grisalho de tapa-olho parecia paciente e calculista. Foram poucas as palavras, mas a amistosidade caiu bem num ambiente como aquele; as vezes você encontra bondade no inferno. Teria retribuído os cortejos de há pouco se não fosse pela ocasião em que estávamos; a heterossexualidade me parecia um conceito irracional. Por que não aproveitar os dois gumes da espada? — Eu já disse, não? Sou seu líder. — O tom enraivecido desapareceu aos poucos. Fiz um breve intervalo, suspirei e dei voz: — Não vou fazer disso um confessionário, mas tenho meus impasses com esses vermes e vou destruir suas forças em cada oportunidade que com a sorte vier. — Olhei-o de soslaio, deixando um sorriso tímido brotar no canto da boca. — E é bom que saiba desde já: eu faço minha própria sorte.

O bando parecia estar em outro ritmo. A conduta do nanico não era uma surpresa, seu tipo era marcante. Nada respeitável mas, de certa forma, divertido. Foi quando me vi procurando respostas para o fato de que mesmo o de tapa-olho fazia uma busca incessante que ouvi a voz do lunático soar. Seu tom era diferente, ameaçador. Mas não me intimidei. — Você é um dos durões, não é? Que ótimo, preciso de gente assim. — Levei os olhos até o homem e lancei-lhe a expressão mais severa de meu acervo. — Eu não menti. O que fiz foi prever o futuro. — Gargalhei — Vocês serão meus homens, isso eu já decidi. É só questão de tempo. Vociferei num timbre farto de determinação. Havia ferro em meus olhos.

Um leigo diria que ter encontrado vocês foi só coincidência. Eu discordo. Também foi assim com os revolucionários, mas não tive muita sorte com eles. — A voz tornou-se um sussurro no instante em que mencionei a célula, inseguro quanto a reação de Kallif e companhia caso constatassem o fato. — Vamos ver o que é que o destino nos proporciona de bom, rapazes.




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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 6 EmptySeg 03 Jul 2017, 09:36




O Corvo


Dungeon da Igreja. Fé no Pai que o inimigo cai.




Ambrosio se levantou e admirou a pequena igreja no qual estava. Por mais que fosse simples, bem simples, o rapaz havia a achado bonita, talvez fosse a falta de experiência nesse tipo de local. Uma vez em pé, com muita dificuldade, o rapaz iniciou um discurso explicando o que havia lhe acontecido anteriormente. Diversos questionamentos vinham em sua mente e estes eram expostos para com o grupo. O loiro tentava se manter o mais calmo possível, todos haviam passado por momentos bem inconvenientes e corridos, então era algo normal tentar recuperar um pouco da sanidade mental perdida.

Doppio, por sua vez, não acreditava na puta falta de sensatez que o loiro havia demonstrado ao elogiar aquele antro sagrado. Ele estava irritado. Decidido em ele mesmo resolver tudo, Pannacotta partiu em direção ao altar, porém em lugares mais escuros, de preferência. Por mais que estivesse claro ainda, o rapaz procurava por locais escuros que indicassem alguma coisa que chamasse a atenção, mas de início não encontrou nada. Ao ver que não encontrava nada, o ápice da insanidade de Doppio chegou e se mostrou doentio. O rapaz começou a destruir todo o local, quebrar decorações, chutar objetos, era uma cena totalmente louca.

Hynno por sua vez aparentava estar feliz com as ações de Edgar, porém algumas ações incomodavam o rapaz, sim, as ações de Marvolo que havia dito anteriormente que era o líder do bando. Hynno não sabia quem era de fato o líder, mas a atitude de soberba do estranho rapaz havia o incomodado. Enquanto esperava as respostas, Hynno enviou Edgar para acordar o brutamonte que estava ajoelhado, ainda dormindo. O corvo então chegou no ombro esquerdo de Uvo e o beliscou a orelha, acordando-o. Marvolo então manteve seu discurso e afirmou o que já havia falado, que seria o líder do bando e isso era apenas questão de tempo.

- Onde.... Onde estou? Que algemas são essas? Me soltem! – Bradava Uvogin.

Uma vez expostas suas dúvidas, o loiro então se dirigiu, com dificuldades, ao altar onde o sacerdócio realizava as missas, por mais que o loiro não soubesse disso. As palavras de Kallif ainda ecoavam em sua mente, essas palavras, essas dúvidas, tudo isso deixava o loiro intrigado e curioso. Devido a isso, o rapaz começou a investigar o local. Inclinado, o rapaz apalpou toda a superfície do altar, porém nada foi encontrado, por mais que o rapaz não soubesse como era um altar de uma igreja, ele não achou nada alarmante. Não encontrando nada, o loiro então foi analisar a mesa que havia ali, porém o resultado foi o mesmo, havia apenas uma taça com pequena quantidade de vinho.

Em meio as buscas, Ken havia lembrado que tinha um novo integrante no cenário, Marvolo. Curioso com seus motivos, o atirador questionou o novo aliado, ou não, a respeito de seus reais motivos, sussurrando suas lamentações quando possível. Marvolo por sua vez respondia o loiro de maneira dura, por mais que tivesse gostado da abordagem do mesmo. O rapaz explicava, como queria, os motivos do que havia feito e do que iria fazer dali em diante.

Doppio por sua vez, em meio ao seu ataque chutou o tapete e, curiosamente encontrou uma passagem, uma espécie de alçapão, porém não havia modos de entrar por fora, nem uma alça, nem locais para colocar chaves, nada, apenas um alçapão. Hynno, após ter ouvido sua resposta, começou uma busca. Ao ver que Doppio havia achado algo no chão, o rapaz começou a mexer nas figuras que havia ali e, ao afastar uma figura divina, um pequeno clique se ouviu e o alçapão se abriu.

Lentamente aquela escotilha, na qual todos conseguiam passar tranquilamente, se abriu. Lá embaixo era escuro, porém com o brilho da igreja podia se ver uma escada que não havia fim, pelo menos não podia se ver, talvez que tivesse uma visão aguçada poderia ver as pequenas chamas de castiçais que havia lá em baixo, ao longe. Os barulhos eram mínimos, até para quem tinha audição avançada, cheiro apenas de mofo e papel humedecido, além de um leve teor de barata.

Ao descer as escadas, o grupo demoraria cerca de quinze minutos para chegar até o fim delas. Se corressem, demorariam de cinco a seis. O local era apertado e abafado. Iluminação apenas ao sair das escadas, porém no decorrer da aproximação o caminho ia clareando. Lá embaixo, outro caminho se mostrava, agora iluminado. Era um corredor com quartos em suas laterais. Haviam quatro quartos a direita e três quartos a esquerda. No fim do corredor havia apenas uma porta, com uma grande cruz de ponta cabeça dentro de um círculo. Um pouco abaixo, havia um símbolo que continha um G em meio a objetos cartográficos. Todas as salas estavam escuras, a iluminação do corredor não era o suficiente para iluminá-las por inteiro. De alguma maneira teriam que procurar métodos de acendê-las.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 6 EmptyTer 04 Jul 2017, 22:27

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De fato, eu não havia sido atraído por um bando de debilóides. Levei alguns instantes para me pôr a par da situação e entender que a arruaça do nanico não fora em vão. O "click" provindo da abertura do alçapão me soou quase cômico; gargalhei entre os dentes cerrados produzindo uma espécie de rugido quase inaudível que percorreu pela garganta até ser obstruído por meus lábios. A cada nova surpresa eu me sentia mais instigado a lutar ao lado daqueles rapazes e virar de cabeça para baixo o mundo como nós conhecemos. Dessa vez não houve exceção; Kallif e seus homens, vermes prepotentes, pagariam por deixar seu próprio povo sob os caprichos da marinha.

Ainda que instintivamente tomei a iniciativa que nos tiraria de lá. Fechei ambos os punhos e apoiei-me neles, algemados, para me levantar e rolar os olhos pelo local em busca das manoplas perdidas. Meu intento era encontrá-las e me pôr em disparada para então abrir ambas as mãos e abocanhá-las com a palma do membro; não obstante, o faria apenas numa hipótese aonde minha investida não pudesse ser comprometida, abandonando a ideia caso o objeto estivesse em locais pouco acessíveis como à posse de Kallif ou dos demais.

Tendo ou não êxito em recuperar a aquisição de há pouco, meu foco se voltaria ao uso da passagem encontrada pelos companheiros do Piromaníaco. Alcunha curiosa, a propósito, mas esses não eram os tempos ideais para se matutar acerca disso; eu eventualmente viria a compreender seu renome. Uma vez de pé eu cruzaria o salão até as escadas da passagem, evitando movimentos desgarrados para manter o equilíbrio e deixando um assovio escapar entre os lábios como forma de alerta aos rapazes.

Toda seita tem seus segredos e os daquela vieram a calhar, assim como a iluminação medeval que nos revelou o ambiente grotesco feito aos moldes de um clássico de terror. Cruz contrária, o breu, múltiplas portas; nada daquilo parecia certo, mas a mão agora era nossa e o resto não parecia importar. — Então, Hynno? — Dei modos à entonação para que soasse como um sussurro. — O piromaníaco. Essa é uma alcunha e tanto, não é? Como se cuspisse fogo e desmembrasse cadáveres. Imagino o que foi que aprontou pra te chamarem assim. — O tom de voz tornou-se ainda mais suave e ganhou um riso como companhia, dando à abordagem uma aura amistosa e de curiosidade infantil.

Eu me encaminharia até a porta principal do alçapão e giraria sua maçaneta, andando a passos largos para fora do local e a deixando entreaberta na espera dos demais.  Na provável hipótese de me dar de cara com uma fechadura trancada, moveria aleatoriamente os objetos pendurados na porta no intento de reverter a condição, mesmo que pouco esperançoso. Cristãos pareciam ser amantes de uma boa cerimônia; eu não. Faria também uma coleta de informações ao vasculhar as demais portas para então aguardar a conclusão do grisalho, que parecia ser o cérebro do bando. — E aí, alguém trouxe o baralho? Esse vai ser um dia e tanto.




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Última edição por Marvolo em Qua 05 Jul 2017, 12:43, editado 1 vez(es) (Razão : Ortografia)
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 6 EmptyQua 05 Jul 2017, 00:53


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Edgar fazia o que Hynno havia pedido, havia voado até Uvogin e com um beliscão, o mamute finalmente acordava. Doppio e sua sessão de insanidade havia tido sua primeira sessão, estava louco, depois, era o espadachim que era louco. – Não podemos te soltar, Uvogin. Estamos algemados também. Só que, nossas mãos estão ao contrário das tuas. Respondia para o brutamontes, enquanto olhava a sessão de Doppio continuar com um sorriso no rosto e o corvo voltando para o ombro do dono. Foi em um momento, que o nanico havia encontrado algo de interessante, algo que poderia usar para sair daquela igreja e com aquilo, começava a fazer sua própria busca e foi em uma daquelas figuras “divinas” que Hynno, escutava um barulho. Graças ao lunático, a rota de fuga havia sido aberta. Realmente, “Deus” parecia significar figura divina, túnel e fuga.

Assim que o alçapão se erguia, o piromaníaco caminhava para aquela entrada e notava que a descida não era muito visível pois estava escuro após aquela entrada, mas podia perceber uma escada que poderia ser usada para descer. Antes de prosseguir aquilo, o psicopata olhava em volta, não para ver seus colegas de bando e o estranho e sim, para ver se Kaliff havia deixado os pertences de Hynno e dos outros naquela igreja. Se por algum acaso, ele não tivesse deixado lá, apenas prosseguiria e desceria lá para baixo do alçapão, descendo com cautela por causa de seu tornozelo quebrado. Agora, já lá embaixo, ele notava que após o término da descida, aquele local abaixo se mostrava iluminado e com quartos para os dois lados. Quando se aproximava de uma das portas, notava uma cruz ao contrária e mais abaixo, o que parecia ser uma letra G. Tinha uma ideia e iria explanar para o grupo, mas o novo sujeito cochichava com Hynno, que apenas escutava no momento.

Quando ele terminava de cochichar, o psicopata olhava para Marvolo e respondia. – Bem, eu botei fogo em um bar, massacrei outro bar, botei fogo numa parte do zoológico de Malkiham, matei uma caçadora, enfrentei um Tenente, um capitão e sai vivo. Feri uma tenente que estava amarrada. Diria para o sujeito, retribuindo o cochicho. O pirata então, voltava para a cruz invertida e diria, agora para todos, enquanto tentava botar aquela cruz de volta para cima. – Olha, tinha um “T” invertido e este T, pode significar que temos um Traidor entre nós ou pode significar traição... Então, quem é? Dava uma rápida olhada para todos, com um sorriso e então, continuava. – Ou então, pode significar túnel.



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