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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Corvo

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MensagemAssunto: O Corvo   O Corvo - Página 12 EmptySex 26 Maio 2017, 11:57

Relembrando a primeira mensagem :

O Corvo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Doppio Pannacotta, Draguren Hynno, Jurgen E. Rutherford e Arcangelo Ambrosio Kenway. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 12 EmptySex 18 Ago 2017, 21:55

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    Eu sou um maldito cagado mesmo, puta que o pariu. — Se eu acreditasse em sorte ou destino, a única resposta pela minha sobrevivência os envolveria, parece que esses amigos imaginários estão do meu lado. Meu corpo ainda estava um pouco tremido quando me joguei de pés no convés e tentei pegar — com a mão esquerda — algumas cordas para segurar das mãos de um dos aliados, sem escolher qual; se conseguisse, envolveria o antebraço com elas para ter mais firmeza e força.

    O local tinha uma calmaria tormentosa, e isso me incomodava. Deixei que meus olhos se deleitassem; uma vista cinza, mas assustadora e extremamente rara. Eu estava, de fato, no topo do mundo. Meu corpo se arrepiava. Sorri por trás do colarinho alto e aumentei a firmeza com que segurava Silentia, com o dedo indicador esticado ao lado do gatilho. Olhei para Hynno, Kenway, Uvogin e, por fim, Frische — não estava concentrado no que diziam, por isso não respondi nada a Hynno ou aos demais. Notei coisas necessárias, que não existiam ainda. Guardei para mim.

    Tem luz lá em baixo. — Foi tudo que comentei antes de ouvir e ver que tínhamos companhia. Vinham de baixo. Um homem à proa, bradando; obteve resposta dos céus, junto com um clarão que fez meus tímpanos doerem. Não me dei o luxo de massagear a região com as mãos, mas fiz questão de tatear a cicatriz com o médio e o indicador da mão armada. Me senti melhor.

    Aquelas pessoas significavam duas coisas para mim. Eu encarei o homem à frente da nau e me abracei ao mastro após o comando do tritão. O mais certo é que esse bosta seja inimigo e tente nos saquear; se forem muitos a bordo daquela coisa, seria um problema. Pisquei. Se pudermos lidar com eles, mesmo nesse estado, teremos uma nau inteira pra saquear e afundar. Esse é o melhor cenário. De toda forma, eu — que não sou um sujeito nem um pouco amigável — não conseguia vê-los como algo além de inimigos. Inspirei fundo, olhando para a tripulação do próprio navio. Voltei a olhar pra trás.

    Eu vou colocá-los abaixo durante a descida. Kenway, que me diz? — Sabia que Silentia estava viva. Tateei o bolso da perna direita, na bunda. Estava lá. Aproveitei os últimos momentos de estabilidade para trocar as munições. Pressionei a coronha na perna e o cartucho se soltou com um clique. Coloquei a pistola entre os dentes e rapidamente fisguei um carregador do bolso, ele tinha munições dentadas; encaixaria-o no orifício da arma até ouvir o clique, depois voltaria a segurá-la normalmente. Focaria o olhar na embarcação; procurava pessoas (estimaria uma quantidade e diria aos aliados quantos eram), provisões, armas e qualquer coisa relevante.

    No mais, quando a descida começasse, já me posicionaria de costas para baixo e com o campo de visão voltado pro topo; o braço das cordas junto com minha perna esquerda estavam "agarrados" ao mastro, de modo que a força da descida não me fizesse perder estabilidade ou sair voando pra cima. Consegue segurar aqui por um minuto, Uvogin? — Se ele afirmasse que sim, deixaria que pegasse minhas cordas e me dedicaria totalmente à função de atirador. Estava me preparando para uma batalha num tipo de lugar extremamente inusitado.

    Não tinha sanidade o suficiente pra ter medo daquilo; meu foco era avante. De volta ao mar do qual eu fugi. Rumo ao meu objetivo como homem. Estava ciente de que podia morrer ali, assim como estive ciente de que poderia ter morrido em dezenas de outras situações anteriores mas não o fiz. Não morri na invasão de Wars Island, não morri quando incendiei a Kurama Factory completamente destroçado, não morri quando encarei Pollyana, não morri quando desafiei um regente, quando o extorqui, não morri quando lutei contra um capitão da Marinha.

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 12 EmptySab 19 Ago 2017, 15:09


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Post: 25 | Localização: Na Reverse



O destino era inexorável, o que tendia a continuar a velejar, continuava. O navio prosseguia com a subida, graças ao próprio espadachim, a corda era recuperada, após a tentativa inútil do nanico e do brutamontes, mas claro, os dois tinham seus créditos por serem um impulso para o psicopata recuperar a corda e naquele instante, tudo voltava para seu ritmo normal, se é que poderia chamar aquilo de normal, parecia mais uma embarcação em chamas subindo uma escada rolante, também em chamas, pois estávamos no inferno. Chegou em um certo momento, que tudo parava. A chuva, a embarcação, se bobeasse, até os batimentos do coração havia parado e por alguns instantes, sentia um calafrio, o que poderia ser? Se questionava, enquanto percebia um resquício de luz logo abaixo, sabia que alguém estava lá embaixo, esperando quem sobrevivesse com a viagem da Reverse Mountain. E foi então, com a fala do tritão, que Hynno entendia a sensação de calafrio. A embarcação começava a descer e no mesmo instante, via que logo atrás, outro navio havia conseguido chegar no topo e estava prestes a descer.

Era bem claro quem eram, piratas ou caçadores, mas a certeza era: Eles iriam atacar a embarcação assim que possível, mais provável que fosse na parada final, quando a descida finalmente acabasse. E como uma contramedida, Doppio pretendia ataca-los durante a descida, pois o navio deles estava praticamente na mira certa já que, o do grupo de piratas estava à frente, atirar não seria um problema. Não era só o lunático que havia sacado a intenção daquela embarcação, pois como havia percebido com a fala do nanico, Doppio tinha o mesmo pensamento do espadachim. Uma outra coisa interessante que podia reparar, enquanto se agarrava na corda, era que, o suposto capitão da outra embarcação, estava sentado em um ponto à frente da embarcação, fazendo o espadachim sorrir diante a loucura daquele sujeito.

Estava de mãos amarradas perante a situação, Doppio queria atacar a embarcação que vinha logo atrás, Ambrosio poderia fazer o mesmo, mas o rapaz de olhos escarlates não podia fazer nada além de se segurar na corda, pois seu estilo de luta era diferente, era com espadas, uma arma branca. Uvogin era a mesma coisa, se quiséssemos lutar, teríamos que esperar chegarmos em terra firme para o embate, mas, o brutamontes ainda se sairia melhor do que o piromaníaco, pois o mesmo usava os punhos, já o espadachim, uma espada. Teria que achar rapidamente uma arma branca para se juntar na confusão, onde, em sua nova localização, derramaria a cor escarlate por todo local, esta era sua ideia para onde quer que a embarcação parasse, mas é claro, precisaria tratar do seu ferimento na perna, assim como Kenway. Mas este, não precisava muito, pois seu estilo era de luta á distância, já Draguren, utilizava-se de sua agilidade e exímia maestria na espada para lutar e com uma perna incapacitada de utilizar seu máximo, diminuiria sua efetividade no combate, por isso, esperava tratar de sua perna antes de um futuro embate.





Objetivos:
 

Histórico:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 12 EmptySab 19 Ago 2017, 18:02


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O desespero corria pelo meu corpo fazendo cada um de meus fios de cabelo arrepiarem, o que sentia era medo e não mais adrenalina, por dentro estava praticamente quebrado com a morte iminente, mas um resquício de esperança ainda aquecia o meu corpo esfriado pelo horror do mar que me preenchia. Essa esperança mantinha meu sorriso, ainda que menos aparente, não queria morrer ali, não iria morrer ali. Suava frio, as mãos tremelicavam e os joelhos tremiam implorando para cederem.

De uma hora para outra o sorriso esvaia-se e não era trocado pela expressão de pavor, mas sim para algum sentimento mais próximo da satisfação ainda que mesclada com a curiosidade e certa apreensão do desconhecido. Estava no topo do mundo ao lado daqueles que se juntaram a mim em minha jornada. Meu olho brilhava ao ver o céu pintado em tons de cinza e preto, horas sendo respingado em branco pelas trovoadas imponentes que vociferavam para quem quisesse ouvir. Se tivesse espaço para fazê-lo, esticaria minha mão para o horizonte e a fecharia, como quem tentasse agarrar algo.

Suspirei e voltei a mim. Olhei para todos que ali estavam, desesperados, felizes, apreensivos, sérios… porém o que mais me importava eram outros “alguens” olhava meus antebraços, avistava o volume de Bloodmary e sorria sem mostrar os dentes, uma expressão de satisfação, sentia o peso das armas em minha cintura e tinha certeza de que seria capaz de enfrentar qualquer perigo. Encarando novamente a paisagem, enquanto trovejaria, avistaria a visão de alguém há muito morto, meu pai. O vento logo soprava a visão de longe da minha vista, uma alucinação breve mas que me fazia ficar atônito.

Voltaria ao chão ao ouvir o que Doppio dizia, até então nem sequer me dava conta a quem ele se referia, até que os encarei, outra nau, provavelmente inimigos. Sorri contente mais uma vez. — Acho uma ótima ideia. Mostre a eles o poder de uma revoada de corvos. — respondi ao pequeno atirador.

Imaginava que teria uma descida problemática e, por isso, tentava me posicionar próximo ao mastro do navio ou qualquer estrutura — incluindo Uvogin se necessário — para apoiar-me enquanto seguraria firmemente as cordas que fossem deixadas sob minha responsabilidade. Giraria o braço em seu eixo fazendo com que a corda se enrolasse em meu antebraço provindo assim uma maior firmeza ao agarrar do objeto, a ponta da sola do pé direito se apoiaria em o que achasse enquanto jogaria uma pequena porção de meu peso para trás a fim de usar aquilo no qual colocasse meu pé como apoio.

Se, em algum momento, Doppio tivesse qualquer dificuldade no que diz respeito sobre falta de munições, gritá-lo-ia para chamar sua atenção e daria o meu melhor para arremessar minhas pistolas para ele, confiava em sua habilidade com armas de fogo e, por isso, não via tal ação como algo muito arriscado.



OFF:
 
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 12 EmptySab 19 Ago 2017, 21:16




O Corvo


Em busca da Reverse perdida!




O topo do mundo. Era onde Doppio e seu grupo estavam. Após subir, eles teriam de descer, essa era a lei universal que regia todos os corpos. SEM OUVIR NADA além do barulho do mar e trovões, o atirador pediu para Uvogin segurar suas cordas também, que não foi dificuldade para o Brutamonte, e focou apenas em se preparar para o que viria a seguir, o desconhecido. Munido de sua arma querida, Doppio mirava o além, o futuro, o devir.

A embarcação então desceu. A velocidade era exponencialmente maior que a subida, assim como o chacoalhar do barco. Os danos eram logo vistos, rachaduras, velas começando a rasgar, era um cenário caótico. A água debatia na proa do velejante com tudo, espirrando no rosto dos aventureiros.  O tritão usava toda sua força para manter o meio de transporte no trajeto correto. Uvogin tinha seus braços puxados totalmente, o que lhe causava uma dor considerável, porém o homem estava focado em suas ações. O restante mergulhava em devaneios e sentimentos de realização. Ao longo do trajeto, os aventureiros poderiam ver carcaças de navios, assim como esqueletos, tudo bem rapidamente, seus pés algumas vezes não tocariam o piso e isso poderiam lhes causar uma sensação estranha. A velocidade aumentava cada vez mais até chegarem.

- Segurem-se! – bradou o tritão.

Um baque. A mudança de velocidade era insana, poderia fazer qualquer um quebrar ossos facilmente. O navio então havia descido a grande montanha e agora estava em águas novas, águas da Grand Line. Os resultados eram severos. Uvogin estava com seus braços com ferimentos de grau médio, sua pele estava trucidada devido a ter agarrado mais cordas do que devia. O tritão estava com severos calos nas mãos, além de alguns dedos torcidos. O loiro havia torcido o pé durante a queda, mas nada que algum tempo não passasse. O espadachim estava com ferimentos parecidos com o de Uvogin, só que o solavanco havia deslocado seu ombro que segurava as cordas. Enquanto a Doppio, sua fixação por cuidar dos inimigos havia lhe feito sofrer pequenas consequências, um tornozelo torcido e um cotovelo luxado, devido ao impacto da queda. Esses eram ferimentos leves comparado ao que teria acontecido se não houvessem pegado a corda solta.

- Estão todos bem? – questionou o tritão.

Spoiler:
 

O clima mudava rapidamente, as nuvens tempestuosas ficavam para trás, dando lugar ao veraneio que eles haviam visto antes de se aproximar da montanha. Próximo ali havia um farol, que se destacava em meio ao nada. Nas paredes da grande muralha que dividia o mundo, chamada Red Line, havia cavernas que se estendiam por certa parte do monumento. Alguém com uma visão boa poderiam avistar um homem sentado na área externa ao farol. Próximo a ele não se tinha como parar o navio.  Próximo onde estavam, assim como do farol, haviam duas embarcações aportadas. Se olhassem nas cavernas, ao longe, poderiam avistar uma criatura que logo se esconderia antes que pudessem ver qualquer coisa chamativa, era uma espécie de vulto.

- Irei aportar o barco junto aos outros, se preparem para qualquer luta, agora estamos em território novo, novos inimigos! – afirmava o tritão. De fato, não havia outro local para aportar, as cavernas estavam a uma distância considerável, apenas se houvesse alguém com perícia em escalada serviria averiguar lá. Em certo local da região, um grupo de humanos avistava a chegada de Hynno e Cia. Um deles olhava por uma luneta que logo era guardada.

- Capitão! Um novo barco acabou de chegar! O que faremos? – questionou um homem com longos braços.

- O que faremos? – falou o aparente capitão antes de beber um longo gole de bebida – Faremos o que piratas fazem e o que sempre fazemos, vamos destruí-los! Girahahaha! – afirmou batendo fortemente a garrafa de saque no solo de uma das cavernas.

Mais ao longe, sentado à borda do farol, um homem loiro aparentava esperar por Ambrosio e companhia. Seus cabelos loiros balançavam com o vento os soprando, sua aparência era serena e calma.

Spoiler:
 

Com ele estava outro homem que não parava quieto. Ele mexia cabeça, corpo, dedo rangia dentes, porém estava preso em uma camiseta de mangas longas, que era utilizada em centros médicos mentais.

Spoiler:
 

- Ora, ora, temos carne nova, hihihi, eles serão bem úteis... – comentava o loiro enquanto acariciava seus cabelos.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 12 EmptyDom 20 Ago 2017, 00:28

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    Dor, frio e uma visão lúgubre e de pouca luz. Me senti mais próximo de casa do que nunca. Cuspi de dentro do navio, na direção das cavernas. Chupem meu saco, fracassados inúteis e incapazes de atravessar a Montanha Reversa! — Apesar da má decisão e das consequências dela (o cotovelo e o tornozelo), ainda conseguia me orgulhar; mesmo com o barco machucado, mesmo com os aliados machucados, ainda havia do que me orgulhar. Eu passei, nós passamos, e continuamos inteiros e com nosso navio. Estamos em outro patamar. Mesmo assim... Olhei para o cotovelo luxado e fiz questão de chamar por Ambrosio, aproveitando que o tritão ia estacionar.

    Caolho! Dá uma força aqui. — Esperava que aquele loiro apagado soubesse consertar pelo menos o braço; se ele conseguisse, estaríamos melhor situados em qualquer batalha que travássemos. Seguiria quaisquer instruções me fossem dadas durante o procedimento. Não gritaria ou reclamaria, só um "tsc". Não me veriam sofrer por dor. Caso o membro voltasse ao pleno estado, flexionaria e estenderia o cotovelo, para checar. Não soltaria Silentia de maneira alguma. Parece que tem algo errado com meu pé, devo ter torcido... Ou algo do tipo. — Olharia em volta, depois para Kenway. Tem algo a se fazer pra isso? — Se sim, faria; se não, caminharia mancando e apoiando o corpo minimamente naquele pé. Mas prosseguiria. Sem agradecer o camarada, óbvio.

    Assim que o navio parasse, tentaria descer, e o faria da maneira mais cuidadosa possível, com movimentos bem selecionados e executados. Uma vez em terra firme, procuraria não me separar de maneira alguma do resto do bando ao passo que também procuraria um trajeto a pé até o farol, pois o local aparentemente mais certo a se ir, era pra lá. Eu acho que devemos chegar ao farol, lá deve ter algo que nos guie adiante. — E seguiria. Caso fosse acompanhado, sorriria por baixo do colarinho.

    Com a mão livre da arma, ajeitaria o cabelo; dei um ar mais rebelde, ranzinza e perigoso a ele. Fios desgrenhados, ressecados, caídos sobre o rosto. A face moldada numa expressão de soberba, seriedade e determinação, além de interesse. Todos que encontrasse, olharia nos olhos; não era de meu feitio me abaixar perante os outros ou deixar de me mostrar graças às suas presenças. Tenho minha própria marra, e quem não for me engolir vai ter que conversar com o aço. Eu sorri. Se tivesse encontrado um caminho pro farol e agora lá estivesse, me atentaria ao ambiente; os olhos viajariam todo o espaço possível numa velocidade sublime, analisando rostos, estruturas, quantidade de pessoas, seus trajes, suas expressões...

    Isso é ruim. A cada rosto a mais que enxergasse, mais esse pensamento cresceria. Quanto mais pessoas, mais inimigos pra lidar. E na nossa situação atual... Olharia para mim e pros companheiros. De Hynno a Uvo, o único que estava nas melhores condições era Berthuls Evustro Frische, o príncipe exilado dos mares de não sei das quantas, e ele não era um exímio combatente. Se encontrasse o loiro e seu companheiro bizarro com os olhos, repararia em sua feição. Ele parecia convidativo. Precisamos de aliados. Olharia para Hynno e pro homem esquisito, alternando entre os dois por alguns segundos até travar em Hynno.

    Draguren, acho que preciso de você. — Deixaria o indicador direito descansar ao lado do gatilho de Silentia e ajeitaria o colarinho com a outra mão. Precisamos amenizar a quantidade de inimigos que temos aqui, ou vai ser um inferno; tá vendo aquele louco lá? — Apontaria-o, discretamente. Minha intuição diz que cês se dariam muito bem, então quero que cê convença ele a não nos matar pelo menos por agora. Eu, Uvogin e o Ambrosio falamos com o loiro, mas estaremos todos lá. — Fungaria. Que me diz? — Se aceitasse, mancaria até perto do loiro e seu amigo insano.

    Cê é o cara que veio sentado na proa, né? — Apontaria na direção da montanha, sem tirar os olhos do homem. Maluco pra caralho; cê tava numa posição muito exposta ali, cara... — Reprovei-o, com um aceno de cabeça negativo. Se tivéssemos demorado um pouco mais pra chegar, teria chovido bala no navio de vocês. Nada pessoal. — Olharia para o outro homem periodicamente, meio incomodado. Tem pessoas nessas cavernas ao longo da Red Line até certo ponto... Fracassados e incompetentes, mas eu também vi alguns navios lá atrás, e não vamos conseguir saqueá-los sozinhos ou na situação atual, então... — Em momento algum Silentia saiu do lado da minha coxa, muito embora qualquer fagulha de tensão me fizesse apontá-la para a testa do loiro. Eu o olhava fixamente, olhos negros como o mar noturno contra os olhos verde musgo daquele homem. Fitando-o como o abismo fita a quem o encara. Se estiverem de acordo, temos a porra de um trato; que vai durar até colocarmos os pés nos navios outra vez, pra zarpar adiante.

    Se colaborassem, acenaria positivamente com a cabeça e leria as primeiras páginas do caderno que Kalif havia me dado. Depois, esperaria que alguém conseguisse me dizer como seguir adiante.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 12 EmptyDom 20 Ago 2017, 02:31


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Após ter chegado no topo da Reverse, a descida chegava e a água era jogada em seu rosto, parecia o fim pela velocidade que a embarcação estava durante a parte final daquela montanha, mas, o tritão parecia saber como navegar e aquilo era crucial para o grupo que, após a descida, não apenas ele, mas Uvogin parecia ferido com o resultado. Hynno já estava com sua perna ferida, agora, tinha seu ombro deslocado e também, ferimentos iguais aos do brutamonte. – Se estamos bem?! É claro que não! Boa parte de nós temos ferimentos que não vão passar do nada, precisaremos de um médico específico aqui neste local, para tratar de nossas feridas. Respondia para o tritão, enquanto percebia que o clima daquela nova região havia mudado. Antes, tinha nuvens tempestuosas, agora, tais nuvens não estavam mais. A imagem do farol era bonita, imagina se botássemos fogo na ponta dela? Era como em outras ilhas, teriam que procurar uma espécie de porto para atracar e foi então, ao contar, notava que tinha duas embarcações nela. Dois grupos perambulavam pelo farol e um pouco atrás, tinha destroços de navios que não foram tão sucedidos na passagem.

O tritão alertava sobre o novo ambiente, além de avisar que iria botar a embarcação ao lado das outras duas, poderia botar fogo na do lado, se não tivesse ferido. Precisava tratar de seus ferimentos e quando estivesse melhor, poderia pensar em algo, mas por enquanto, precisava apenas ficar na dele e achar um médico. Ficava na sua, na espera do peixe atracar a embarcação, notava o início da conversa do nanico com o caolho, sabia que Ambrosio poderia ajudar naquele tipo, mas, em ombro deslocado provavelmente ele não seria uma melhor escolha. – E de ombro deslocado e derivados que consegui graças a esta subida e descida? Se ele pudesse ajudar em seu ombro e ele conseguisse, procuraria não gritar, mas se percebesse que gritaria, o espadachim contornaria o grito com a sua risada. Assim como Doppio, quando a embarcação atracasse, desceria logo após o nanico, assim como ele, cautelosamente por causa de sua ferida na perna. Escutava as palavras do supostamente líder do infame grupo, Doppio. – Ah, não me diga.. Precisamos achar uma pessoa neutra, que possa nos guiar, sem querer nos esfaquear por trás. Falando em esfaqueamento, se lembra do tritão rosa, Ambrosio? As últimas palavras, o lunático olhava de esgueira para o caolho e logo após, voltava a atenção para o novo terreno, onde espalharia sangue e chamas enquanto seguiria o nanico.

Durante seus passos, o psicopata prestaria atenção nos concorrentes, não olhando como se fossem pedaços de carne ou algo para comprar, apenas queria ver como eram as pessoas do farol, o porte, o estilo de luta, o de andar, o de se vestir. Não, não era estilista ou vendedor. – Ah, se eu tivesse minha espada e em boas condições.. Sussurrava bem baixinho para si mesmo e ao mesmo tempo, para a plateia. **Uma pena que aquele sujeito mascarado tenha confiscado ela.** - Além de ter ferrado com minha perna. Prosseguia com o sussurro, respondendo eles. **Agora, você terá que esperar até encontrar alguém que te ajude realmente com suas feridas.** Ao invés de responder, o espadachim apenas assentia com a cabeça. Do nada, de repente, algo inesperado ocorria: O nanico dizia que precisava do piromaníaco. Aquela fala fazia o espadachim erguia uma de suas sobrancelhas e dizia. – Diga, depois eu te cobro o retorno. E foi então, que a ideia do atirador era explicada para o pirata. Ele queria amenizar a situação, fazer o inferno virar apenas um deserto. Hynno dava de ombro, com o seu bom. E então, quando percebia o apontar discreto do nanico, percebia algo nostálgico em um deles, algo que já havia visto e vestido antigamente. Era uma camisa branca de manga longa. Nunca mais voltei e nem voltarei.

Doppio parecia querer se aliar com eles, mas aquele novo terreno era grande, não sabia quanto tempo iria ficar por lá e uma aliança com apenas duas pessoas, num local imenso como aquele? Não serviria muito. – Você está tentando me associar com aquele de branco? Sussurraria para o atirador de forma um pouco agressiva. – Saiba que tem razão. E com um sorriso, seguiria o nanico, esperando que o brutamontes e Ambrosio os seguissem. Enquanto Doppio tratava de puxar papo com o loiro, Hynno buscava olhar para o outro e com um sorriso, começava a falar. **Cuidado com o que irá falar, está desarmado e um pouco incapacitado de correr ou se defender** - Sim, eu sei. E foi então, que limpava sua garganta e voltaria o foco. – Sou Draguren Hynno e este é Edgar Allan Poe. Daria uma pausa, apontando com o indicador para o corvo, que deveria estar próximo de seu dono. – Percebi algo familiar em você. Esta camisa. Eu também vesti uma por quase um ano, mas não, eu não fui dispensado por boa conduta ou estabilidade. Fugi. E você?

Esperava que aquele homem respondesse o lunático, se respondesse, escutaria com atenção o que ele tinha para falar e então, prosseguiria. – O que acha de nos unirmos? Uma aliança entre meu grupo e vocês. Prosseguiria com a tal fala, mesmo se o homem não respondesse, mas antes, iria pigarrear e então, diria. Esperava que aquilo funcionasse, uma aliança prematura entre dois loucos, acabaria em confusão, mas até o final, todos os lados conseguiriam o que queriam e seguindo a ideia do nanico, assim que os pés tocassem a embarcação, tudo aquilo iria por água abaixo, não existiria mais aliança. Havia arquitetando um plano, adoraria ver um navio queimando e se, um dos navios fosse daquela dupla, o que estava querendo fazer, poderia dar certo. Apenas precisaria de duas coisas: Material inflável e tempo a sós na embarcação deles.




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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 12 EmptySeg 21 Ago 2017, 17:20


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Luxações e torções, em diversas áreas do corpo dos tripulantes, lembrei-me da minha infância com o doutor, quando aprendi o básico sobre os primeiros socorros, sabia como tratar aquilo? Sabia. Havia como tratar aquilo no momento? Não tinha a mínima ideia. Doppio foi o primeiro a chamar, iria até ele apoiando-me no que fosse possível para não apoiar o meu pé machucado e tampouco movê-lo de forma brusca, estirei a manga de seu casaco para verificar o local do ferimento, examinando o quão grave era a luxação apenas para ter ciência do quanto seria dolorido para ele. Torcia para ser uma luxação isolada, ou seja, sem fraturas.

Encarei os olhos do garoto, uma cara um tanto quanto pessimista — Provavelmente vai doer bastante — olhei a minha volta e tentei pescar em minha memória lugares onde teriam pequenos pedaços de madeira ou qualquer outro objeto que pudesse ser usado junto de panos para imobilizar o membro, semelhante a uma compressão, se necessário, pediria auxílio ao tritão que parecia menos ferido. Se conseguisse o necessário faria a redução e imobilizaria o membro — Não há muito o que fazer com o tornozelo — disse e prossegui para o próximo infeliz.

Por Uvogin não havia muito que fazer, ele não poderia pôr muito esforço nos braços e no máximo poderia tomar remédios para diminuir o incômodo, coisa que eu não tinha no momento. Por Hynno, tinha de fazer o mesmo que fiz com o atirador, o ombro é um tanto quanto mais simples de tratar do que o cotovelo, pois geralmente não envolvem fraturas, realizaria a redução novamente e tentaria arranjar uma tipoia improvisada assim como fiz com Doppio. Encarei os feridos — Se tivermos sorte, pode ser que tenha plantas medicinais no farol, ao menos para reduzir a dor. — disse, a expressão era sempre de quem sentia um certo incomodo, a dor em meu tornozelo não poderia ser completamente ignorada.

Olharia para Hynno, sorri ainda que estivesse com dores, até dei uma breve gargalhada — Como esquecer? As vezes penso que seria divertido topar com ele de novo — pausei, ainda rindo — Se acharmos alguém que queira nos ajudar, sinceramente não terei plena confiança nos sujeitos — cessei a risada.

Meu olho fitaria o chão ora ou outra sendo minucioso, vendo dentre as pedras, locais expostos ao sol e chuva, próximo a borda e qualquer pedaço de terra que possuísse mato, na esperança de identificar qualquer tipo de planta medicinal, tanto para reduzir a dor quanto para apressar o processo de recuperação… talvez até algo alucinógeno servisse. Caso o achasse, colheria e guardaria comigo. Queria acender um cigarro, tragar para esquecer a dor, mas a chuva era um empecilho ainda que fosse agradável sentir a água cair sobre a cabeça.

O pequeno comentava sobre o quão arriscado era o loiro ter ficado sentado na proa, gargalhei em tom baixo — Eu teria achado legal. — não havia visto o que o atirador comentou, ele que tinha a visão aguçada afinal, não eu. Não tinha mais nada o que comentar por ora, a destra estava a todo momento próxima ao revólver em seu coldre, a canhota se mantinha no bolso, não pretendia exibir Bloody Mary no momento, queria manter o elemento surpresa.



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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 12 EmptyTer 22 Ago 2017, 01:34




O Corvo


Problemas no Farol




Enfim e com sucesso o grupo de piratas aportava na ilha. Tanto o tritão quanto Uvo aliviavam-se por terem superado a subida pela grande montanha, realmente havia sido uma viagem e tanto. As lesões eram muitas, Doppio não titubeava e solicitava os cuidados do outro atirador naquele momento, oras, era o único que poderia ajuda-los ali. Hynno por sua vez, não gostava da pergunta do tritão, era difícil alguém estar bem depois de tantos apuros, porém, o espadachim não deixou de notar que ali havia mais duas embarcações. Aproveitando a deixa, o espadachim também se aproximou do loiro, os machucados eram incômodos para ele, além de estar desarmado.

O loiro então examinava o grupo. Para Doppio, ele lembrou que havia alguns pedaços de madeira que estavam jogados no convés após a torturante viagem. Ele pegou um dos que, mesmo não sendo o tamanho ideal, serviram como imobilização para os seus ferimentos. Para Uvogin, não havia muito que se fazer, nenhum antibiótico havia ali, então mesmo querendo ajudar, o loiro não pode fazer nada. Uvogin entendeu. Para Hynno, o loiro colocou um pedaço de madeira em suas costas e amarrou com pedaços de tecido velho que haviam vindo junto com as coisas que os cavaleiros haviam colocado lá. Hynno se lembrava do tritão róseo que haviam conhecido o que tirava alguns sorrisos do atirador loiro. Antes de sair, Uvogin sentou-se na borda, ele aparentava não estar bem. O tritão, mesmo não gostando de humanos, solicitou que o médico ficasse ali – Olha, esse grandalhão vai acabar quebrando todo o meu barco dessa maneira, melhor cuidar dele!

Uma vez no solo, Doppio acreditava que no farol algum bom samaritano os guiaria, inocência do rapaz? Talvez. O pequeno homem estava certo que ali, a situação não era das mais favoráveis, a maior parte de seus aliados estava machucada, o tritão que era o que estava em melhor estado não era lá um bom combatente, então Doppio não perdeu a chance de formar aliados, a dupla que estava à frente de seus olhos se mostrou um bom alvo. Hynno havia descido em seguida. Ele desconfiava da boa sorte em encontrar alguém neutro, de fato após as palavras do tritão, ele havia ficado mais atento.

Com uma ideia em mente, Doppio chamou Hynno e o perguntou a respeito do diálogo com um dos homens estranhos, que apenas observava os movimentos do grupo balançando a cabeça de um lado a outro. Hynno por usa vez observava tudo falando consigo mesmo, digo, com sua plateia. Doppio estranhava, mas por estar tanto tempo com o rapaz já ignorava seus trejeitos. O objetivo dado ao espadachim era simples, falar com o outro sujeito, coisa que deixou Hynno animado, estranhamente animado.

Todas aquelas conversas de Doppio eram recebidas por uma reação calada do homem loiro. Ele, com a mão no queixo e um olhar sereno, ouvia tudo que o baixinho falava e acenava confirmando com a cabeça. Ao ouvir a informação de que choveria balas, o loiro soltava uma leve risada, que aumentava de acordo com que a conversa prosseguia, até chegar ao seu ápice quando o atirador falava sobre um trato. – Essa brisa do mar trás muito desse líquido – falou mostrando a língua e pegando gotículas de água do mar – O gosto da porra de um macaco é algo que todos deveriam experimentar ao acordar... – comentou o loiro ao degustar as gotas – Mas, acho que você está errado, já faz uma semana que estou nesse farol! – deitou no piso – E realmente tem pessoas lá nas cavernas, porém, não são nada gostosas... De um jeito... – coçou o saco – Ou de outro! Porém! – levantou-se rapidamente e pegou a mão de Doppio - Eu aceito sua proposta! Vocês me parecem bem gostosos, digo, fortes!

- Eu estou com sede... Sede de álcool. Você fede, fede muito! Agora me diga o que essa sua história do passado me interessa? Eu estou com sede de álcool! SEDE DE ÁLCOOL! – bradava o homem tentando se soltar – Eu quero beber, qualquer coisa, você fede, estou com sede! SEDE! – bradava o homem – Aliança? Tudo bem. Arranje-me bebida, qualquer uma, mas me traga uma bebida que faço o que quiser! Estou com sede! Quero Álcool! – gritou o louco enquanto tentava se soltar.

Enquanto isso, após a dupla já estar a certa distância, Ambrosio, o homem peixe e Uvogin foram surpreendidos pela invasão de um homem no local. Uma personalidade mascarada surgia as vossas frentes, deixando-os sem saída – por estarem na borda da embarcação – o mascarado olhava pra o trio pirata calado enquanto soltava algumas correntes de sua manga – Se vocês mexerem um dedo se quer, eles te matam! – falou a voz um tanto quanto “fina”. Se os piratas olhassem em cada lado, poderiam ver dois homens, um em cada lado. Um mascarado estava sentado, muito relaxado segurando seu bastão. Podia se perceber que ele era careca e estava preparando uma rápida refeição, era macarrão. O outro era mais quieto, apenas observava tudo calado, segurando sua arma, uma grande e longa katana. – Vocês vão me passar o ouro de vocês agora mesmo, antes que eu mate vocês, procurados! – bradou a primeira voz.

Enquanto isso, Doppio e Cia podiam ouvir certo barulho vindo do farol, eram socos sendo trocados? Urros de dor podiam ser ouvidos, além de longas e doentias gargalhadas. O loiro já aparentava estar acostumado com tais coisas, apenas fazia silencio para ouvir. – Ah, esse som, não me é familiar... Antes de sermos traídos, sentíamos a porra do macaco em um trio bem amoroso, agora estamos aqui, só eu e meu irmão, onde será que está ele... Se fosse você não iria nesse farol, o velho não é a melhor Pessoa do mundo... – comentou o loiro. Após falar tais palavras, um barulho de disparo pode ser ouvido, logo uma grande circunferência caiu próximo aos protagonistas, na água, molhando todos. Havia sido um disparo de canhão. Se tentassem observar quem disparou, poderiam ver apenas uma embarcação pirata vindo da direção das cavernas. – E lá vamos nós! – afirmou o loiro levantando-se e correndo em zigue zague sem ir para lugar algum.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 12 EmptyQui 24 Ago 2017, 01:35


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Podia se conformar com aquele tratamento medíocre por enquanto, aquilo não ajudaria muito, mas parecia ser o que tinha para aquele momento e não podia reclamar da escassez de kit médico ou de um médico competente. E no final das contas, apenas o psicopata, Edgar e Doppio saíam da embarcação, indo explorar o local desconhecido, desbravadores. O Cabral do Farol, ou Dom Pedro I, isto é, se a dupla fosse os primeiros no local, que não era o caso. Com Doppio sendo o guia turístico, a dupla, Edgar e Hynno, seguiam com o nanico, sua missão era com o que usava uma camisa de força, animado com aquilo, a dupla ia na direção dele, também havia notado que o louco estava observando a dupla, parecia estar atento com as pessoas diante de seus olhos e não poderia bobear. O início do diálogo com aquele sujeito não era fácil, sabia que não seria, mas ele nem se apresentava. Apenas exclamava estar com sede, que Hynno fedia e ainda por cima, queria saber se algo do meu passado interessava ele, com um sorriso, Draguren respondia. – Ambos fugimos de um local indesejado e não sei você, mas eu, matei diversas pessoas em poucas semanas, e você? Me fale sobre ti.

Não era só de enfeite, era realmente uma camisa de força que o sujeito usava, mas porquê? Bem, ele mudava um pouco suas falas, quando o espadachim comentava sobre aliança, o desconhecido parecia estar de acordo, mas ele queria que o pirata descolasse bebida para ele, o sujeito faria o que Hynno quisesse. O psicopata então, com um sorriso aberto, diria. – Meu caro amigo, eu lhe proponho um desafio, ou uma competição como queira chamar. Quem mata mais? Uma competição ou desafio, entre eu e você. E no final do dia, quem matou mais, vence. Pigarreava, limpando a garganta e então, continuaria. – Só que tem condições. A primeira, é: Não vale atacar o grupo do outro. A outra condição é: Você tem que esperar eu me tratar das feridas e obter uma espada. Aí sim, a gente começa. Mas relaxa, o início só terá começo, quando eu obter a espada e for tratado.

Se o sujeito fosse realmente louco como Hynno, ele entraria em êxtase com a proposta do pirata. Mas, enquanto ele não dava a resposta, o lunático escutava coisas interessantes, como risadas doentias, fazendo o espadachim replica-las, rindo também. Se estivesse próximo para escutar as palavras do loiro sobre o velho no farol, o piromaníaco responderia. – Nós também não somos as melhores pessoas do mundo. Acho que irei até este velho, Doppio. Diria para o nanico, enquanto procuraria a direção onde o tal velho do farol estaria, mas antes, de repente, repentinamente, água molhava o grupo e quando prestava melhor atenção, um navio pirata era o responsável por atirar aquela bala de canhão, mas sem muito com o que se preocupar, iria até o da camisa de força e diria. – Suponho que você saiba o caminho para este tal velho do farol, vamos lá? Se tudo der certo, nossa brincadeira pode começar mais rápido do que imagina. Se ele soubesse, seguiria o outro lunático. Se ele não soubesse, perguntaria ao loiro a direção e se ele soubesse, iria na direção apontada.

Caso não conseguisse escutar toda a fala do loiro, apenas ficaria na sua, observando o loiro e aquela embarcação pirata. – Suponho que você não conheça alguém, que possa me ajudar? **Seja mais específico, se ele for louco igual você, ele pode achar outra coisa** - Sim, concordo... Bem, quando eu quis dizer me ajudar, digo sobre meus ferimentos. Se ele soubesse, Hynno buscaria seguir o lunático número dois. Se o segundo não soubesse, suspiraria e diria. – Pelo menos, você sabe o que precisa para prosseguir após este local? Se ele soubesse, pediria para o mesmo mostrar o caminho e vir com o espadachim, se não soubesse, daria um longo suspiro e diria. – Ai ai, isto vai ser complicado..



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MensagemAssunto: [color=#802b00][/color]   O Corvo - Página 12 EmptySex 25 Ago 2017, 19:49

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    Eu dei umas risadinhas enquanto o loiro falava (faz mais meu estilo rir assim, eu acho); algumas eu forcei, mas duvido que ele tenha percebido. Sujeito maluco. Alguns chamariam de hipocrisia, mas eu realmente não me importo. Ele é maluco mesmo. Hynno comentou algo, me virei um pouco pra olhar. Porra, boa ideia, cara. Quebra a cabeça de quem tiver lá dentro e vamo embora. — Voltei a olhar pro loiro. E ele acha que nós somos? Sujeito maluco. Não precisei falar nada; o Piromaníaco já o fizera. Dei um sorrisinho, aceitando a derrota. Ele roubou a cena. Filho da puta do caralho.

    E do nada. Água. Precedida por sons de... batalhas? Acho que sim. Meu único reflexo fora tentar esconder as armas atrás do corpo. Aquilo foi uma bala de um maldito canhão. Pus o pote pra pensar, pra achar um bom lugar pra não comer chumbo e poder encher eles de azeitona ao mesmo tempo. Não me importei muito com o loiro, eu acho. Mas eu olhei pra ele. Nos olhos, esperava; o olhar noturno realmente parecia dizer "sai daqui, porra!", de uma forma melancólica e fofinha. Brincadeira, eu tava com cara de cu pra ele. Assim que encontrasse um ponto proveitoso, seria pra onde iria correr. Se fosse um terreno alto, procuraria um morro, escadaria ou subida (mesmo que comum) que não tivesse um percurso acrobático pra realizar, e subiria, posicionando-me posteriormente no ponto que achara. Caso não consiga subir, escolheria um ponto onde conseguisse chegar.

    Em todo caso, enquanto minhas pupilas dilatavam e a parte branca do olho mostrava sinais de agitação, junto com o pulsar das veias pelo corpo e os pelos eriçando, a breve coceira na cicatriz, o cabelo agitado, eu procuraria. Tentava achar a embarcação ou as, que fossem responsáveis pelo disparo no farol; queria um dos canhões. Iria fazer algo que já fizera antes, na porra do olho de um tritão. Mas a distância era... bem menor. Respirei. Troquei de arma; Carniceria vinha como uma louca. Comia munição pontiaguda, coisa minha.

    Aqui vai um maldito bullseye, porra. — Apoiaria o braço no chão ou onde pudesse, encostando a maçã do rosto, do lado sem cicatriz, e alinhando a pupila que parecia nem existir naquele mar negro das iris, e forçaria. Queria enxergar, precisava enxergar, e era que isso que fazia; a cada segundo, esforçaria-me mais para enxergar o mais longe ou melhor possível, até doer os olhos. Mesmo que sangrassem, mesmo que caíssem. Ninguém ia me colocar no chão fácil assim.

    Assim que mirasse estavelmente NA BOCA de um dos canhões, focaria o ponto verde na ponta da arma. Puxei um pino e girei um reloginho. "Single shot", dizia. Abri a boca como se fosse fazer um boquete, mas sem forçar. Foi aí que acariciei o gatilho, antes de traí-lo. Isso me dói muito. O movimento parecia uma facada pelas costas; assim que percebesse um canhão que estivesse prestes a disparar, golpearia o gatilho. Um único projétil, confiante, rasgaria os ares até a bala dentro do canhão e a faria explodir dentro dele. Pow.

    Vai pro caralho, caralho. — Falaria, caso acertasse; ainda mantendo posição e preparando outro tiro, aproveitaria o prazer do momento. São pra eles que eu vivo, experimentar essas coisas, saciar o que minha alma pede. Fiz cara de bunda por uns segundos. Outro deja-vu.


Estou em Wars Island, num ponto estratégico, mirando um alvo muito pequeno. É difícil, é arriscado e é gratificante. Perigoso. Eu arrisco e puxo o gatilho. Na mosca. E aí minha mente começa a ter umas ondas existencialistas e o caralho.


    E cá estou eu, fazendo e sentindo a mesma coisa. Em outro lugar. Caso errasse o primeiro tiro, repetiria o processo, adaptando as ações de acordo com meus instintos. Olharia em volta periodicamente, pra checar se ainda era seguro ficar por ali; isso incluiria pedras caindo ou coisas do tipo, que eu tentaria desviar assim que notasse - por som, sombra e etc. Me preocupava Ambrosio e os caras. Esse lugar é tão traiçoeiro quanto... Sacolejei a cabeça pra esquerda e pra direita. Tomara que esses merdas ainda não tenham morrido. Preciso do navegador, do médico e do maluco pra ir adiante.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 12 EmptySeg 28 Ago 2017, 23:29



O Corvo


Treta no Farol: o velho, o caolho e os caçadores.




As palavras do espadachim faziam os olhos do maníaco brilharem a cada palavra proferida. Hynno realmente sabia manipular pessoas tão loucas quanto ele, porém, o que o rapaz faria ao se deparar com um ser mais insano que o próprio ator de delírios? Insano era a palavra certa para descrever aquele diálogo. – Não estou interessado! – afirmou o homem, voltando seu olhar para o mar – Não quero competições sem sentido, a vida não é tão simples ao ponto de consistir apenas em disputas sem método ou fundamentos. O que eu quero neste exato momento é bebida, das mais fortes, entende? Por isso eu aceito seu desafio! – afirmou o homem tentando apertar a mão de Hynno, porém lembrou-se que estava com a camisa de força.

Após ouvir as palavras do loiro, Hynno então caminhou em direção ao Farol, e consigo levou consigo o homem que estava preso a uma camisa de força. A dupla ignorava o fato de chegar ali um navio atirando contra quem estava ali no porto do farol, indo em direção ao dito “velho do farol”. – Bem, já que existem tantas regras, se eu ganhar, eu quero uma bebida alcóolica que vicie aquele que ingerir apenas um gole. Ouvi falar que existe isso no East Blue! – afirmou louco enquanto saltitava – Porém, não gosto de matar... Mas, é prazeroso ver outros agonizando. Isso deve ser legal, não? – questionou o homem enquanto caminhava até o farol.

Enquanto isso, Doppio corria para se esconder atrás de alguns caixotes que havia na longa passarela até o farol. Enquanto o homem mirava no inimigo, poderia avistou o louco ainda correndo de um lado a outro, como se estivesse em um completo tiroteio, uma loucura total. – Corra, segurem, agarrem, capturem! – bradava o loiro. Sem dar a menor bola para isso, o pequeno atirador disparou com sua amada arma um projétil que atingiu o interior do canhão, que demorou alguns instantes para disparar, instigando a dúvida do atirador se havia conseguido ou não atingir o local desejado. Porém, após um súbito instante, o canhão explodiu, fazendo aquele que o manuseava voar pelo impulso. Antes mesmo de relaxar, Doppio já era surpreendido por outro disparo que atingia os caixotes a frente do rapaz, que faziam os resquícios caírem nos olhos do rapaz, dificultando totalmente sua visão.

Enquanto isso, Hynno e o louco – outro louco – se aproximavam do farol e lá podiam avistar uma cena um tanto quanto peculiar. A cena era um tanto quanto brutal. Um forte velho espancava um homem de cabelos cinzentos. – Isso era o que queria? Aí está a surra! Vou acabar com você e ver o que está acontecendo no meu porto! – bradava o velho. Ao redor havia um grupo um tanto quanto peculiar, porém a distância era grande para notarem algo mais nítido. O louco sussurrava algo que o espadachim não podia ouvir apenas as palavras finais foram audíveis. – Matar, matar, matar... – sussurrava o homem se contorcendo todo por sua camisa especial. Enquanto isso, no porto, o navio inimigo enfim aportava bruscamente. O loiro parava enfim de correr e sentava-se no solo, a frente do navio. De lá, descia um homem. Moreno, bandana vermelha, caolho, suas vestimentas era um tanto quanto brilhosas e um sorriso sádico estava estampado em seu rosto. – Não me diga que está me esperando? Brahahaha! – bradou o moreno. Doppio não conseguia ver anda disso, o ângulo no qual o rapaz estava não ajudava, o navio estava a frente de seu alvo de localização.

Velho:
 

Homem espancado:
 

Pirata caolho:
 

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