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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Corvo

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MensagemAssunto: O Corvo   O Corvo - Página 2 EmptySex 26 Maio 2017, 11:57

Relembrando a primeira mensagem :

O Corvo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Doppio Pannacotta, Draguren Hynno, Jurgen E. Rutherford e Arcangelo Ambrosio Kenway. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: [color=#802b00][/COLOR]   O Corvo - Página 2 EmptyTer 30 Maio 2017, 23:42

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Muito pra mim? — Movi os olhos em direção à mulher. A expressão carrancuda era menos infantil que o normal; os olhos negros estavam com as pupilas pequenas, como as de um felino com os olhos em sua presa. Respirei pesado. — Parece que vocês já esqueceram quem foi que encarou aquele Stuart pau e pau e tá aqui com o rabo respirando ainda. — A mão direita parecia palpitar. Queria pegar logo uma arma e explodir a cabeça de Rise com uma bala; me contive.

Por um momento, me vi na escuridão. Mas ainda havia alguém que podia me dar um voto a mais. — Berthuls, seu pedaço de cocô marítimo. — Esperaria que o tritão olhasse. — Em quem é que você vai votar pra ser o capitão inicial desse inferno? — Caso a resposta fosse "em você" ou "Doppio", ou algo do tipo, sorriria e deixaria no ar a vantagem numérica, além dos fatos apresentados. Olharia para Lvneel quando tudo acontecesse, varrendo a cidade com os olhinhos de breu em busca de auto-localização: procurava encontrar alguns pontos de referência como lojas ou coisas do tipo.

Nós somos a porra de um bando, é certo que eles vão caçar a gente igual ratos; precisamos de um nome, e... — Subiria na mureta da lateral do navio, olhando o que quer que estivesse abaixo. — Um símbolo. — Checaria as finanças para saber exatamente quanto dinheiro eu ainda tinha; olhei bolsos exclusivos à reserva de berries. Se abaixo de mim houvesse o porto, me jogaria para lá e me esforçaria para manter uma posição dinâmica o suficiente para que eu caísse em pé. Caso caísse, manteria pernas firmes e contraídas; se caísse no chão, me levantaria e fingiria que nada aconteceu. — Vou conseguir dinheiro; você pode vir comigo se quiser, homem-sereia. — Olharia para qualquer restante do navio e daria de ombros. — Cê fica pra tomar conta dessa merda. — Com ou sem Berthuls, seguiria cidade adentro; os olhos atentos à placas e ao movimento de pedestres seriam responsáveis por procurar alguma casa de moeda ou banco pelo lugar; se encontrasse, não chegaria perto demais, preferindo me manter em pontos não muito fáceis de enxergar e tentaria avaliar o quão bem defendido o lugar era.

Cê acha que a gente consegue dar um jeito nesse inferno? — Diria para Evustro se estivesse comigo. Por um momento fugaz, toquei a cicatriz com indicador e médios esquerdos; direitos estavam grudados à coronha de aço de Silentia. Recarregaria a pequena cuspidora de metais e deixaria que repousasse no bolso direito, junta ao meu punho.
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 2 EmptyQua 31 Maio 2017, 14:19




O Corvo


Enfim, Lvneel! O Último passo antes da Grand Line.




A bela manhã para os fora da lei já iniciava com confusões. Doppio se segurava para não fazer mais uma merda perante a provocação de Rise. Ambrosio, não ajudando na situação respondeu o pequeno homem com outra ironia relacionada ao seu tamanho e aparência, reforçando seu ponto de vista para sua candidatura ao posto de capitão. Hynno, chegando ao diálogo, votou na opção do bipolar Uvogin para o posto, comentário esse que pegou o homem de surpresa.

- Bem, isso me pegou de surpresa, não esperava ter algum voto. Porém, acredito que, pela figura, o nosso capitão deveria ser o Gigante.

Terry, ignorando as palavras de Uvogin, afirmou não ter o mínimo interesse nisso, mas se fosse pra escolher alguém, votaria no tritão pelo mesmo saber pilotar o navio. O pequeno ferreiro, aproveitando da citação do tritão, o questionou a respeito de quem ele considerava o ideal para se tornar capitão do complexo grupo.

- Bem, não me importo com nenhum de vocês, humanos, lixo do mundo, mas, simpatizo com o Doppio, então acredito que se não fosse votar em mim, votaria nele.

Já confiante que a decisão iria o favorecer, Doppio não estava preparado para tal resposta. Ambrosio segurou o riso enquanto o pequeno homem se mordia por dentro. O gigante então reforçou que mesmo decidido algum capitão, ele não o obedeceria de maneira alguma. Rise, por sua vez estava na borda do navio, vendo o tritão ancorá-lo distante do porto.

- Muito bem, escuna devidamente ancorada! – afirmou cheio de si.

- Pelo menos alguém que faz algo relevante, por mim o capitão era o grandalhão – afirmou Rise.

Terry então, vendo que a escuna agora estava “em terra firme”, alertou que teria alguns assuntos para resolver, então convidou a mulher, que aceitou. Doppio, que estava analisando a ilha enquanto o tritão parava o navio, afirmou que havia a necessidade de um símbolo para o bando, além de um nome. Após pensar isso de maneira alta, saltou da escuna para terra firme, tentando cair sobre uma pedra, mas indo direto na água. Terry por sua vez, não viu muito problema com isso, apenas molhando seus pés. Rise descia no ombro do gigante, mesmo não sendo convidada para isso.

O grupo então se dividia. Doppio afirmava que iria conseguir dinheiro para manter essa porra de grupo e para isso convidou o tritão, que recusou. O amor do tritão pelos navios humanos o impedia de deixar a escuna sozinha, a mercê de vândalos humanos. Ambrosio, em terra firme, após soltar uma piada para o gigante e a mulher, partiu em direção aos seus objetivos, encontrar alguma casa medicinal. Hynno, por sua vez, partiu em busca de um bar. Uvogin relutou, pensou bastante e então resolveu seguir Ambrosio por julgar que com ele teria menos problemas.

O local onde estavam estava em um nível abaixo do nível normal da ilha devido ao pequeno número de montanhas da ilha. As construções que mais se destacavam na ilha eram uma grande construção e o Bando Mundial que movimentava a ilha. O gigante tomou destino junto com a inconstante mulher. Durante o caminho de ambos, crianças passavam com materiais escolares. Detalhes como cruzes em seus pescoços ou o jeito formal de se despedir de seus pais reforçava a ideia do regime catolicista da ilha, que ainda era desconhecido pelos recém-chegados. O tamanho do gigante era alvo da atenção das crianças e de alguns habitantes que não estava acostumado com tal altura. Após uma recente busca, o gigante não encontrou área comercial, por assim dizer, apenas uma calma região da ilha onde o regime patriarcal dominava. Um barulho de ferro batendo podia ser escutado em meio a tantas conversas paralelas que estava ocorrendo.

Hynno por sua vez, durante sua busca de um bar avistou um local onde diversas mulheres se reuniam com trajes longos, negros e padrão entre elas. Todas seguravam em suas mãos terços e cadernos e, após o badalar de um pequeno sino, entraram em certo local. Mais a frente, o homem avistou uma placa que indicava o bar, porém era um pouco distante de onde estava. Em contra partida, um amontoado de mesas era visto pelo homem um pouco isolado do caminho da ilha, onde o homem se dirigiu. As mesas ficavam ao ar livre, embaixo de um grupo de árvores. Assim que sentou no local, o barman olhou de relance para Hynno e se aproximou do rapaz.

- Vai querer o que hoje? – limpava uma caneca enquanto falava.

Ambrosio, por sua vez se encontrava em uma área um tanto quanto movimentada. Era próximo a um restaurante intitulado “Bar”. O caolho também podia ver algumas mulheres caminhando juntas com cestas repletas de vegetais e ervas. Um velho também passava no local com uma carroça e diversos sacos de ervas vinham no meio de transporte, que era puxado por ele mesmo. Certo estabelecimento era avistado pelo home um pouco mais a frente, possuía algumas plantas, ervas e vegetais em seu exterior e uma cobertura na fachada.

- O que estamos procurando mesmo? – questionou Uvogin, se distraindo com a passagem das molieres.

Enquanto isso, Doppio se encontrava em um aparente campo de treinamento. Diversos homens passavam correndo e agrupados, calados, concentrados em suas atividades. À direita o caminho prosseguia, seguindo em linha reta, o rapaz daria de cara com os homens em pelotão. Ao longe, a figura da pequena casa, vista anteriormente se transformava em uma vista de uma enorme mansão que estava distante, sob o maior morro da ilha.  A presença do rapaz incomodava certo homem, que se aproximava do rapaz, sem camisa, completamente suado, usando um óculo preto e calças de cor vermelha.

- Algum problema, soldado? – de braços cruzados para trás, o homem questionava de maneira imponente.




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Última edição por Alencar em Sab 03 Jun 2017, 13:59, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 2 EmptyQua 31 Maio 2017, 16:14

Acompanhado de Hakuei, Jurgen andou pelas ruas de Lvneel a procura de algum tipo de distrito comercial, onde ele pudesse conseguir um escudo, sem ter sucesso em sua busca, o gigante acabou entrando em uma região mais calma da ilha, mas ainda sem ter sinal algum de lojas de armas para o seu tamanho, ou ferreiros. O lanceiro não se incomodava com os olhares curiosos das crianças e dos passantes que provavelmente estranhavam seu tamanho, por ter vivido mais de uma centena de anos, o gigante já havia se acostumado com esse tratamento diferenciado e seria preciso muito mais do que aquilo para incomodá-lo.

Enquanto caminhava, Jurgen escutou o barulho de ferro batendo, por um momento, ele refletiu se esse som poderia se originar de um ferreiro moldando suas ligas metálicas, após alguns instantes, o gigante decidiu que valia a pena verificar a origem daquele barulho.

- Esse barulho provavelmente é o de um ferreiro - avisava para Hakuei no seu ombro - Aconselho que se prepare para uma possível luta, não planejo ser bonzinho dessa vez.

Então, o gigante rumaria a passos largos em direção do som que havia escutado, segurando com força o cabo da lança que carregava, ele não tinha dinheiro, então planejava intimidar o comerciante até que o entregasse o escudo que precisava, Jurgen não estava disposto a sair daquela ilha sem um escudo, ele estava até mesmo preparado para matar caso precisasse. Ao chegar na origem do som, o gigante verificaria se ela se tratava de um ferreiro ou de uma loja de armamentos, caso fosse esse o caso, o lanceiro aproximaria-se do dono do estabelecimento olhando-o com um olhar intimidador, como se enxergasse o fundo da alma do seu interlocutor, também trataria de deixar clara a diferença de tamanho entre os dois, e o fato de Jurgen estar armado, após isso, o gigante perguntaria:

- Preciso de um escudo para o meu tamanho, tem algum desses por aí? - questionaria de uma forma fria e impassível, tentando tornar o tom intimidador.

Caso a resposta fosse afirmativa, o gigante continuaria:

- Ótimo, acontece que estou sem dinheiro no momento e só poderei pagar amanhã, mas tenho certeza que você pode me entregar esse escudo agora mesmo pois estou precisando dele, não acho que seja uma boa ideia recusar isso, porque quando sou contrariado, as vezes faço coisas das quais me arrependo.

Se ele insistir em não entregar o escudo, o lanceiro colocaria a sua lança perto do pescoço do interlocutor e continuaria:

- É melhor que me entregue logo esse escudo, saiba que sou um pirata e não tenho medo de tirar uma vida ou duas para satisfazer meus objetivos, e sinta-se livre para acionar a marinha depois que eu sair daqui, só não espere sobreviver mais um dia após isso.

Se ele reagir ou relutar, Jurgen avançaria a passos pesados em direção do comerciante e enfiaria a ponta da lança no ombro dele com o objetivo de tirar um pouco de sangue, caso ele não ataque de volta ou grite por socorro, o gigante avisaria:

- Última chance, me entregue esse escudo por bem, ou reduzo você a um monte de sangue e orgãos aí mesmo.

Caso o comerciante dê o escudo, o gigante equiparia-o em seu braço esquerdo e sairia da loja procurando voltar até o navio, se por acaso Jurgen for atacado ou o comerciante reagir de qualquer forma agressiva ou alarmista durante a ''negociação'', o gigante rapidamente agarraria o cabo da lança, suspiraria para liberar oxigênio, e desferiria diversas estocadas com a lança mirando o corpo do seu interlocutor, caso ele esquive, o gigante continuaria a sequência até acertar, se o inimigo contra-atacar ou atacar primeiro, o gigante tentaria bloquear o(s) golpes com o cabo da lança, e seguiria com seus ataques até que vencesse a batalha.

Caso vencesse a possível batalha, Jurgen equiparia o escudo e sairia do estabelecimento procurando voltar ao barco. Se por ventura o comerciante não ter um escudo disponível naquele momento, o lanceiro falaria:

- Em quanto tempo um ficaria pronto, então?


Objetivos:
 

Legenda escreveu:
Fala: vermelho
Pensamento: marrom

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MensagemAssunto: [color=#802b00][/color]   O Corvo - Página 2 EmptyQua 31 Maio 2017, 19:04

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Não, valeu pela porra da preocupação. — Nem sequer olhei nos olhos do homem que me questionara, acredito que não tenho tempo pra doentes sem camisa. Mantive Silentia no bolso e continuaria andando por aí; não me importava em entrar demais no campo de treinamento, analisaria tudo e todos que pudesse encontrar com os olhos e tentaria guardar tudo que notasse na memória, desde cores de uniformes, número de pessoas ou alojamentos (caso houvesse algum), modo de treinamento até movimentações estranhas, discretas demais ou simplesmente que não deveriam ser notadas.

Por fim, daria um pouco mais de foco à construção magnânima que se erguia esbelta ao longe; semicerrei as pálpebras, estreitando o espaço entre elas. A visão, naturalmente hábil em grandes distâncias, deveria se aprimorar com aquela "postura", de modo a me dar um pouco mais de detalhes sobre o grande edifício. É bom eu conhecer um pouco o lugar, mesmo que não vá passar muito tempo por aqui.

Caso o mesmo homem de antes voltasse a me perturbar, chegando ao ponto de me tocar ou não, alteraria a posição de Silentia dentro do bolso, de modo que a boca ficasse virada na direção dele, formando uma "silhueta" dela sob o tecido: isso deveria prevenir que pessoas mais ao longe vissem-na. Olharia para o rosto do homem, com uma expressão carrancuda; cenho franzido, olhos caídos e cheios de desprezo que se estendia até pelos lábios finos, que davam o toque final na expressão, que mixava desprezo, desinteresse e até nojo. Os cabelos negros como noites no mar invadia algumas partes do rosto como lesmas de piche, ondulando à medida que eu me mexesse ou respirasse. — Você tem duas opções de merda, seu merda. — Cagava pro fato de ser um procurado, não tava nem me fodendo pra ele me reconhecer ou não. Esperava que o fizesse. — Cê pode me deixar ter um pouco da porcaria de uma paz ou pode ir encontrar a porra do Jesus mais cedo que o esperado e com mais orifícios que o esperado. — Deu pra ouvir o clique da trava de Silentia; meu polegar havia se movido. — Escolhe. — Eu não tinha intenção alguma de atirar em alguém, mas se a situação ou o arrombado me obrigassem, não hesitaria em puxar o gatilho.

Obrigado, caralho. — Diria ao homem caso colaborasse; travaria outra vez a arma e ela voltaria a descansar de boca pra baixo no bolso. — Se você quiser tratar de alguma coisa com o mini pica de mel aqui... — Nesse instante, passaria ao lado do cara, seguindo um pouco adiante sem tirar os olhos da frente. — Seja mais educado. — Caso ele fosse polido, se apresentasse ou coisa do tipo, faria o mesmo também, não me importando com o nome. — Sou Doppio "Muito Foda" Pannacotta, e não é um prazer te conhecer.

Na situação em que o maldito homem não fosse sensato o suficiente, puxaria o gatilho à queima roupa e dispararia entre suas pernas, no chão. Só pra dar um sustinho. O buraco da bala ficaria no bolso, mas o som não seria alto como as armas comuns. — O próximo não vai ser aí. — Aparência infantil, voz carrancuda e meio rouca, ardilosa e traiçoeira; um conflito óbvio entre o externo e o interno – talvez o efeito disso não me favorecesse e tornasse todas as minhas palavras tão engraçadas quanto o peido colorido de um saltimbanco, ou tornasse tudo tão ambíguo e difícil de engolir que chegaria a balançar o homem. Eu não sei.

Caso algo dê errado e o homem, com ou sem os outros no campo de treino, me ataque(m), buscaria evitar golpes corpo a corpo na base dos recuos simples ou sofisticados, dependendo do golpe aplicado. Saltos curtos com flexão e relaxamento das juntas do joelho ou simplesmente agachamentos para evitar golpes altos; o corpo também se inclinaria para direções que livrassem-no de injúrias, sempre e em todos os casos, buscando distância. Porra, já fiz merda nesse caralho; ser capitão é foda. Foi aí que me dei conta que aparentemente, eu havia ganhado a votação. — Valeu, homem-peixe-fodido. — Se tudo fosse desvantajoso, usaria a estratégia suprema:
NIGEROOOOOOOOOOOOOOOOOOO. E dispararia correndo para longe dos inimigos, sempre tentando encontrar lugares que pudesse despistá-los com tempo suficiente para que eu me disfarçasse; jogaria os cabelos em frente ao rosto e enrolaria as calças até o ponto do buraco no bolso; pareceria um short. Abriria a parte superior das roupas e abaixaria as golas, ficando com a parte do rosto geralmente oculta, exposta. Assim, caso o disfarce funcionasse, seguiria caminhos diferentes dos homens, tentando agir de maneira bem infantil no trajeto. Buscaria qualquer lugar interessante, que pudesse oferecer dinheiro em grandes quantidades ou algum tipo de novo conhecimento.

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 2 EmptyQui 01 Jun 2017, 00:51


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Post: 03 | Localização: Lvneel



Após a separação, tal como havia feito ao chegar em Micqueot, mas naquela vez, havia sido com Uvogin e Arcangelo, agora, o grupo era mais extenso. Durante sua jornada em busca de um bar, o psicopata junto com Edgar, encontravam mulheres, do sexo feminino, usando um traje negro e longo e aquilo parecia um padrão entre aquelas mulheres que Hynno avistava. Elas tinham cadernos e outra coisa que não sabia o que era em mãos, eram secretárias? Foi então, que escutava um barulho. Toque de recolher? Pensava o lunático. **Não, se fosse, todos estariam entrando em seus locais, mas só elas estão entrando, deve ter alguma coisa lá, vamos lá.** Dizia algumas pessoas da plateia, mas o espadachim retomava o caminho para a busca dor bar, que parecia um pouco distante. – Não. Respondia em um tom normal, como se a plateia estivesse presente e continuou andando.

Encontrava um local diferente, próximo do pirata, então, ao invés de continuar a caminhar para chegar num bar, decidia pegar aquele caminho e parecia fresco, pois havia arvores fazendo sombra em algumas mesas. Quando se sentava, logo em seguida era atendido por alguém. Garçom? Bartender? Gerente? Mas aquele sujeito parecia trabalhar no estabelecimento.  – Vai querer o que hoje?  Perguntava o sujeito, como se Hynno viesse sempre naquele local. Com um sorriso psicótico de sempre, se ajeitava na cadeira, botando as pernas no chão e diria. – O que quero? Caos, destruição, morte, desespero, fogo e mulheres, mas não para satisfazer o carnal. Você já foi apunhalado pelas costas?  Perguntava como se não fosse nada demais, ignorando o que o próprio pirata havia dito antes e sem dar tempo de reação para o garçom, voltaria a falar. – Eu já fui. Não é legal. Então, se levantaria da cadeira e encararia o sujeito à sua frente, ainda com seu sorriso no rosto. – Este é Edgar Allan Poe. Apontava para o corvo em seu ombro. Procuraria por uma porta, para adentrar o bar adentro e se conseguisse, olharia para ele todo, procurando se conhecia alguém, pois falar sobre ser apunhalado, fazia o lunático relembrar o incidente em Malkiham, envolvendo um tritão rosa.

Ao vasculhar o bar todo com sua visão, Hynno adentraria ainda mais o estabelecimento e diria, para eles. – Atenção pessoal, tenho uma coisa que vá interessar vocês..  Draguren ainda estava com seu sorriso psicopata em seu rosto enquanto pronunciava aquelas palavras. – Eu estou procurando um tritão, a cor dele é rosa e ele possui algo na cabeça que ilumina as coisas, a espécie dele acho que é alguma que ilumina com aquilo. Olhos pretos, é alto e da última vez que vi ele, tinha uma Ninjaken com o mesmo. O nome desse tritão, é: Donl Killmurk ou algo do tipo, sei que o primeiro nome é Donl, mas o segundo não tenho certeza. Daria uma breve pausa e então, começaria novamente. – Ah! Esqueci de falar.... Estou pondo 6.000.000 para quem entregar ele para mim. Vivo e com todos os pertences, mas apenas um vai levar, nada de vir com dupla, trio, quinteto e falar que vai dividir, pois o prêmio será apenas para uma pessoa e se essa pessoa quiser dividir, beleza, mas não venha clamar a recompensa falando: “Nós capturamos ele com trabalho em equipe”. Pois não engolirei esse papo... E também, não ficarei parado aqui, portanto, passearei pela ilha, mas meu corvo, Edgar, estará no céu e poderão se guiar por ele para vir até mim com o que quero.

Esperaria pelas reações dos membros daquele bar, se fosse positiva, pelo lado de Hynno claro, esperaria os sujeitos saíssem do bar e então, sairia logo em seguida do bar, agora, rumando ao desconhecido, procurando por algo que pudesse fazer, queria ganhar dinheiro também. Se a reação fosse negativa, como eles rindo da proposta de Hynno, o pirata sairia do bar, ainda com um sorriso no rosto. Após sair do estabelecimento, procuraria algo para ganhar dinheiro, precisava ainda mais de dinheiro para o que estava por vir, por isso, começaria a caminhar por Lvneel, enviando Edgar para os seus em busca de algo.

Caso no local que havia ido não tivesse muita gente para fazer a proposta, ao invés de entrar, perguntaria para o garçom após introduzir o corvo. – Estou procurando alguém, alguém que espalhe informações pela ilha, pois estou procurando uma pessoa e estou oferecendo 6.000.000 pelo sujeito vivo. Caso o garçom soubesse de alguém e pedisse a descrição da pessoa que o lunático estava procurando, começaria a descreve-lo, igual ao caso de entrar no bar e lançar a proposta para todos, diria tudo que diria naquele caso. Caso ele não conhecesse ninguém, faria a descrição e tudo mais, a mesma coisa do caso de fazer a proposta no bar.  Ele conhecendo alguém ou não, perguntaria para o garçom sobre aquele local de antes, onde havia visto algumas mulheres de preto, com cadernos e outra coisa que não sabia o que era. Estava curioso para saber porque elas estavam vestidas daquele jeito e porque aquele sino havia tocado.

Por isso, obtendo resposta do garçom sobre aquilo ou não, refaria o seu caminho, até chegar ao ponto que havia visto aquelas mulheres e então, ao encontrar o ponto que havia avistado elas, procuraria entrar onde as moças haviam entrado, na maior inocência e com Edgar em seu ombro, tentaria não demonstrar perigo. Por enquanto.



Objetivos:
 


Histórico:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 2 EmptyQui 01 Jun 2017, 00:59


03. Bruno


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mulheres bonitas, tranquilidade, estabilidade… Se eu não estivesse a procura de fama através de caos e desordem como meu pai uma vez fizera, eu ficaria feliz em morar aqui em Lvneel. Mas não era a realidade.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era pego de surpresa pela pergunta de Uvogin, enquanto permanecia distraído, observando o fluxo de belas damas que ali ocorria, quase que isento de qualquer noção do que estava a procura no momento. Mas me veio logo em mente meu objetivo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Estou a procura de um local para lhe comprar flores não se lembra? -brinquei com o grandalhão, sorrindo- Falando sério, quero achar um lugar para aprender sobre botânica e farmácia, a fim de poder produzir remédios e venenos. Vou entrar ali, se quiser ficar por aqui e apreciar a vista fique a vontade, te chamarei se precisar de sua delicadeza excessiva. -esclareci a Uvo-

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dito isto, adentraria o local que aparentava vender produtos provenientes da terra, como ervas e derivados. Já dentro do local, procuraria por algum indivíduo que, para mim, fosse um funcionário, de preferência uma mulher, para que com o mesmo(a) eu pudesse sanar minhas dúvidas, torcendo para conseguir o que queria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Olá, estou de passagem pela ilha, pode me dizer onde não posso deixar de visitar como turista? -diria- A propósito, sou Bruno, poderia tornar meu dia melhor dizendo-me seu nome -continuaria, caso fosse uma mulher-

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Inicialmente estava ali apenas para aprender algumas informações úteis para mim, porém, julguei necessário conhecer melhor a ilha e suas peculiaridades, a fim de estar avisado para caso eu ou os demais membros possuísse a necessidade de causar caos também naquela ilha. Só então, após obter as informações necessárias, prosseguiria com o que estava ali para fazer. Menti meu nome apenas para garantir, caso precisasse de um disfarce, apenas um pseudônimo por ora deveria bastar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enfim, sou um médico então é meio óbvio o porquê de eu vir até aqui. -diria- Bem, onde estão as flores? O funeral é ainda hoje -complementei, sendo irônico- Falando sério, preciso de alguém para me ensinar sobre botânica e farmácia, estou disposto a pagar quanto for necessário.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tendo aprendido botânica ou farmácia -ou ao menos adquirido o necessário para tal-, questionaria à quem tivesse me atendido como poderia ter conhecimento do que faltava, caso já tivesse a informação para tal, seguiria as instruções para que pudesse completar minha tarefa por ora.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 2 EmptySab 03 Jun 2017, 13:58




Desventuras em Lvneel


Terceira idade reina e a madre da bagaceira.



Jurgen

O local onde o gigante Jurgen estava não era tão grande. Algumas poucas casas, uma lojinha de comida e um Quartel General da Marinha, apenas isso tinha no local. O gigante realmente chamava a atenção, a cada passo, o grande homem atraia os olhares mais perdidos para si. Amigável? O gigante afirmava para a mulher que isso não existia em seu vocabulário naquele instante. Atraído pelo barulho, o gigante então caminhou em direção ao local e lá encontrou apenas um homem de uma idade já avançada, sentado em um pedaço de madeira bem moldado, martelando um sabre. O gigante planejava usar de sua intimidação natural, o fator tamanho, para conseguir o que queria do velho. Rise gostava da atitude imponente do gigante e apenas apreciava a situação calada. Por mais que o gigante questionasse o homem, o mesmo não falava nada, apenas olhada no fundo dos olhos do gigante.

- Você falou pirata?  Lamento não posso te dar nada, meu jovem – falou o velho com a lança em sua garganta.

Ouvindo tal negativa, o gigante então tentou atacar o velho com uma estocada de sua lança, mas aparentemente o gigante errou o golpe e o mesmo passou ao lado do homem. Jurgen não entendia o que tinha acontecido, porém Rise sim. Ela estava com um semblante diferente. Ela demonstrava medo, tremia e o gigante sentia isso.

- E-Ele... Ele desviou do seu golpe pouco tempo antes de encostar...

O velho então sorriu para o gigante e sua parceira e, rapidamente golpeou o gigante. O golpe era insanamente rápido para os olhos do grande ser. Um golpe, um único golpe, Jurgen não havia sido ferido, pelo contrário, estava inteiro, mas sua lança, não podia se dizer o mesmo. Com um rápido golpe o velho partiu a lança do gigante em duas e ao mesmo tempo se locomoveu para trás do mesmo, há cerca de 4 metros do gigante.

- Faz muito tempo que não sou desafiado, pensei que nunca mais iria utilizar minha Ketsui hōrī em um combate novamente. O último foi aquele garoto cabeça dura, hoje ele deve estar na Grand Line, mas isso não vem ao caso. Acho que temos uma situação um tanto quanto curiosa. Ou eu tenho muita sorte de capturar um pirata assim, na minha frente, ou você tem um grande azar de ser capturado antes de ir à Grande Line – afirmou vestindo seu casaco.

Era um roupão de samurai, porém adaptado com os dizeres da marinha. “Determinação Sagrada” estava escrita na roupa. A área onde estavam era amplas. Não tinham residências e era afastada das poucas casas. O capitão estava em direção às casas e a dupla de fora-da-lei estava de costas para o mar. Não tinham objetos, não tinham pedras, o terreno de grama baixa era um belo cenário para um descanso, diferente do que aparentava se iniciar ali.

Doppio

Longe dali, Doppio negava qualquer contraste com o homem sem camisa. O mesmo observou o rapaz partir durante alguns segundos e voltou a fazer o que estava fazendo. O garoto andava pela ilha, mergulhado em seus pensamentos. Alguma movimentação era notada pelo rapaz. Alguns homens olhavam alguns papéis e apontavam para o pequeno rapaz, porém ficava por isso mesmo o ocorrido. O local era calmo. A ilha em si era calma. Pessoas vagam de um lado para outro. Alguns homens de paletó estavam conversando encostados abaixo de uma árvore. Dois homens trajando vestes de guarda conversavam enquanto vinham na direção contrária do jovem atirador mal educado. Mais um grupo de quatro homens olhava outro papel enquanto o comparavam com Doppio.

Hynno

- Acho que você não encontrará isso nessa ilha de merda, ou talvez encontre, essas santinhas do pau oco devem gostar de um pelo torrone. Meu caro amigo, eu sou um queijo suíço – mostrou as diversas marcas e cicatrizes em seu abdômen e costas – Mas agora eu sosseguei.

O rapaz então se levantava e informava a todos os presentes no local a respeito da sua busca por um tritão cor de rosa. Os dois homens que estavam totalmente bêbados ouviram o que o rapaz disse, ou estavam bêbados demais para refutar. O restante estava desacordado. O barman soltou um leve sorriso para as palavras ditas por Hynno.

- Você é bem específico no que procura – riu – Já ouvi boatos dessa criatura, mas nunca o vi. Se encontrar, me informe, quero um autógrafo dele.

Dito o que pretendia Hynno então saiu do estabelecimento sem consumir nada, coisa que deixou o barman irado quando percebeu, mas já era tarde. Soltando seu corvo, Hynno mandava-o pelos ares e o pegava novamente perto do aparente convento onde as aspirantes a freira entraram. Enquanto o rapaz se aproximava, uma mulher rapidamente se aproximou do rapaz sem o mesmo perceber.

- Posso te ajudar em algo, rapaz? Acho melhor não entrar aí.

Uma mulher com algumas tatuagens em seu braço e pescoço, mas devidamente cobertas, não em sua maioria, falava com o garoto. O bafo de cigarro poderia ser sentido pelo rapaz devido a ela aproximar o rosto do rapaz. Seu rosto já era desgastado, talvez pela idade avançada, mas seu corpo estava bem cuidado para sua aparente idade, pelo menos a de sua face.

Kenway

Ambrosio era muito irônico em sua resposta à Uvogin. Após explicar seus objetivos ali, caminhou até o estabelecimento onde aparentava estar instalada uma floricultura. No local estavam apenas alguns hippies que carregavam mochilas, aparentavam estar de passagem, e uma velhinha que os atendia. Ela era baixinha, um pouco menos de um metro e meio de altura, mais ou menos.

- Você não tem cara de Bruno, meu jovem, diria que seu nome poderia ser Arcangelo Ambrosio Kenway, certo? Você me lembra muito o seu pai – respondeu a mulher após a abordagem do loiro.

O loiro então explicou ainda surpreso com a informação da mulher, os seus motivos para estar ali. Talvez após ter sido descoberto, a razão de falar a verdade se tornaria maior, não havia mais motivos para esconder sua identidade. A mulher ouvia atentamente o que o loiro dizia, enquanto o casal atrás dela tentava roubar algumas ervas.

- Acho melhor vocês só levarem o que precisam! – bradou.

Estranhamente a mulher havia percebido a ação do casal, que rapidamente soltou as ervas e saíram da loja com medo. A mulher passa a maior parte dos momentos sorrindo e isso era uma coisa bem estranha. Após ouvir o que o loiro havia dito, ela se dirigiu até o balcão e o ultrapassou, deixando a dupla de piratas no outro lado. Rapidamente ela pegou apenas um papel que tinha embaixo do balcão. Era o cartaz de procurado do loiro. Ela o colocou sobre a mesa.

- Você é a cara de seu pai, garoto.

- Senhora você é uma bruxa? – questionou Uvogin.

- Não, ainda não – sorriu – O que precisa saber sobre botânica? Acho que tenho algumas coisas interessantes aqui atrás. Grandão, cuida da loja enquanto voltamos.



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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 2 EmptySab 03 Jun 2017, 15:25

Um violento deja-vú abatia-se sobre o gigante Jurgen, não só sua arma havia sido novamente quebrada por um oponente, mais um capitão da marinha havia aparecido em seu caminho, e desta vez, o lanceiro não planejava deixá-lo viver, não, ele era aquele que fora escolhido para guiar o mundo até uma nova era, Jurgen era imbatível, indestrutível, invencível, o pensamento de fugir não havia passado sequer uma vez na mente daquele que seria o grande salvador do mundo, ele lutaria, e nada iria impedi-lo de vencer.

O pirata começaria a pensar em estratégias para vencer aquele temido oponente, ele havia tido sua lança partida naquele momento, porém mesmo apenas com parte do cabo, o gigante era capaz de usá-lo como uma arma mortal, suas décadas de treinamento com os mais variados tipos de arma não haviam sido atoa, mas claro, se houvessem armas em melhor estado disponíveis, Jurgen não hesitaria em utilizá-las. O lanceiro olharia de relance para sua discípula, ele iria precisar da ajuda dela naquela luta.

- Hakuei, hora de mostrar se tomei a decisão certa em te aceitar no grupo, lute com tudo o que você tem, não deixe que ele escape da minha investida quando eu avançar.

Em seguida, Jurgen iria rapidamente analisar os seus arredores em busca de coisas que poderia usar como arma, ele ainda tinha o cabo da lança que facilmente poderia ser usado como porrete ou adaga, mas o gigante ainda buscava um equipamento mais apropriado para o combate, caso ele encontre tal coisa, ele manteria a informação da localização daquela coisa guardada em sua mente, provavelmente o capitão não deixaria Jurgen pegá-la se tentasse ir de imediato, o gigante precisaria de um plano.

- Você é um capitão da marinha não é mesmo? - diria reconhecendo o casaco como parecido com o de Stuart - Saiba que você não é o primeiro que eu enfrento, um inseto capitão como você já tentou me capturar em Micqueot, ele usava um chaco, mas como pode ver ele não teve muito sucesso.

- Já que não vai me dar esse escudo por bem, espalharei suas tripas por este chão e tomarei a força, agora MORRA!!!

O gigante avançaria com as pernas flexionadas em direção ao capitão, os braços abertos, com o objetivo de usar seu tamanho para impedir que seu inimigo escape pelos lados, enquanto fazia isso, o gigante balançaria o cabo da lança dando estocadas e golpes em arco mirando o capitão, faria isso sempre avançando para que uma hora possa encurralar seu adversário em alguma casa ou parede do tipo, caso o capitão tentasse escapar pelos lados, Jurgen aproveitaria o seu tamanho e alcance para tentar interceptá-lo com o braço ou o cabo, e então continuar a fazer o que fazia antes, se ele tentar fugir por baixo das pernas do gigante, ele tentaria acertá-lo com seu cabo de lança bem na cabeça, como um martelo na toupeira, se ele visse que isso não foi suficiente, tentaria pisar no capitão, para então continuar avançando, se o inimigo tentar fugir para cima, o gigante faria o mesmos golpes mas mirando na trajetória do pulo do capitão.

Também havia a possibilidade de seu inimigo tentar partir para a ofensiva e atacar o gigante de frente, o lanceiro sabia que possuía uma resistência e capacidades de bloqueio acima do normal, então faria o possível para aguentar os golpes na raça e continuar avançando, bloqueando com o cabo ou os braços todos os ataques possíveis, sempre indo na direção do capitão, com o objetivo de encurralá-lo, mesmo que Jurgen seja atingido diversas vezes por ataques de seu oponente, ele não cessaria sua investida, o gigante se achava invencível, e não seria parado por um mero cão do governo, não importa o quão forte ele fosse.

Jurgen também contava com ataques vindos de Hakuei, ela era bastante rápida e precisa, poderia auxiliá-lo em sua luta. caso ele conseguisse encurralar o seu inimigo em alguma parede, o gigante desferiria sua maior e mais poderosa barragem de porretadas e estocadas possíveis com o cabo da lança, faria-o de forma incessante, sem parar mesmo que ele recebe contra ataques do maldito capitão, ele atacaria com tudo o que tivesse.

Se ele não fosse capaz de encurralar o capitão, Jurgen continuaria tentando sua estratégia anterior, até que algo acontecesse. Caso até mesmo o cabo da lança fique inutilizável, ele contaria com Hakuei para segurar o capitão enquanto ele ia procurar uma outra arma corpo-a-copro na oficina de seu inimigo, caso achasse a que havia visto antes ou qualquer outra, o gigante voltaria para a luta e para sua estratégia anterior, sempre tentando bloquear ou aguentar qualquer dano que sofresse.


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Última edição por TerryBogard em Sab 03 Jun 2017, 19:55, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 2 EmptySab 03 Jun 2017, 16:04

Continuaria andando por aí, despreocupado; ao notar algumas poucas atenções voltadas a mim, mantive a empunhadura de Silentia firme no bolso e destravei-a. Estava me preparando para qualquer coisa que viesse a acontecer.

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 2 EmptySab 03 Jun 2017, 19:51


04. Mãe Dináh Deus Usopp


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tirando o fato de que eu havia acabado de presenciar o acontecimento mais bizarro e sobrenatural da minha vida, estava tudo bem. De primeira eu achei que de fato estava envolvido em algum tipo de magia negra, mas a verdade é que meu cartaz já havia sido visto pela mulher, porém… Depois voltava a acreditar que era de fato algo sombrio, principalmente depois da resposta dado à Uvogin.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu seguia a mulher conforme a mesma me orientava e… Deixava a loja sob os cuidados de Uvogin, um completo estranho para ela. Eu possuía muitas perguntas para fazer e ao mesmo tempo não queria fazer nenhuma, me intrigava ela citar meu pai e eu tinha curiosidade para saber quem era ela.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu não estava escondendo meu nome por ser um procurado, senhora, apenas não digo meu verdadeiro nome para as mulheres -brinquei- Então… Conheceu meu pai? E… Se sabe que sou um procurado por quê me recebe deste jeito ao invés de me denunciar ou algo do tipo? -perguntava, em verdade eu não queria papo furado, mas não podia me controlar e agia como uma criança-

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aguardaria pela resposta da estranha mulher, era estranho não ser evasivo mas não podia fazer nada quanto a isso. Observaria até onde ela estava me levando e, quando ela terminasse sua fala, eu esclareceria a ela sobre o que ela perguntou mais cedo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A verdade é que eu vou desistir de ser pirata e vender flores, obviamente -diria, ironicamente- Quero uma forma rápida de aprender sobre plantas e flores, medicinais, venenosas, tudo. Estou disposto a pagar quanto for necessário. -diria, em um tom calmo, não sendo irônico dessa vez-

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Esperaria então que ela me respondesse a respeito disso também e pagaria o que ela pedisse em troca do que eu necessitava no momento. E, mesmo se ela não fornecesse, eu faria mais uma pergunta.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sobre a ilha, quem protege ela? Com quem devo me preocupar e quem eu devo matar primeiro? -diria, sorrindo, deixando ela interpretar como ela quisesse-


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 2 EmptySeg 05 Jun 2017, 00:20


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"Uma mentira só é uma boa mentira quando até você acredita nela."
Post: 04 | Localização: Lvneel



Aquele garçom era diferente, não tão diferente quanto Uvogin, que parecia uma bola de destruição quando está em uma luta. O garçom, pelo que Hynno conseguia entender, havia tido outra vida antes de ser um garçom. O pirata notava cicatrizes e marcas nas costas e abdômen. Havia feito a oferta irresistível, 6.000.000 pelo tritão rosa, mas naquele bar poucas pessoas estavam acordadas, deveria ser quantos? Dois? Deviam estar bêbados, pois não falaram nada sobre a proposta feita pelo procurado. Não queria perder tempo procurando por Donl, por isso havia ofertado aquele valor, mas no estabelecimento, ninguém faria aquilo. Não sabia se ele também estava na ilha ou não, até que o garçom falava com o espadachim sobre boatos do tritão, mas ele se referia sobre ele estar na ilha, ou sobre a espécie dele? Tirando aquela dúvida que tinha ao escutar o que ele havia dito, o pirata saia do bar, sem lucro.

Havia entrado em busca de informações e estava saindo sem comprar nada ou com as informações que o pirata tanto queria. Donl vivo e em sua frente. Edgar voava, enquanto Draguren caminhava. A dupla refazia o caminho até a parte que havia visto aquelas mulheres de preto com o caderno e aquela outra coisa. Edgar retornava para seu ombro quando Hynno chegava no local que havia visto antes. Ele e seu corvo se aproximavam do local, mas de repente, uma pessoa surgia perto do pirata. Uma mulher, aquela pessoa tinha algo por debaixo de sua veste, principalmente em seu pescoço e braços e também, a moça tinha um bafo com um cheiro familiar, cigarro. Arcangelo também fumava pelo que recordava.

O rosto da mulher parecia desgastado, mas ao contrário do pescoço para cima, do pescoço para baixo estava melhor, poderia ser usado. Era só tampar o rosto e poderia ser negociado algo. – Posso te ajudar em algo, rapaz? Acho melhor não entrar aí. Havia ficado intrigado com aquilo, porque não era para entrar? **Entra aí, queremos saber o que tem por trás dessa porta. E ela?** Era o que a plateia falava com Hynno, que ainda com seu sorriso psicótico, dizia em voz alta, ao invés de falar em seu pensamento. – Calma, vou falar com ela. Notando que havia novamente falado alto, limpava a garganta e recomeçava. – Pode, começa com: Quem é você e porque eu não deveria entrar ali?

Estava em uma ilha desconhecida, com companheiros piratas, mas todos estavam separados pela ilha em busca de algo. Hynno havia se deparado com um garçom com marcas e cicatrizes e agora, uma mulher misteriosa havia surgido do nada e falando para não entrar naquele local. A galera queria que Hynno entrasse para ver e Draguren, queria descobrir mais sobre aquela mulher misteriosa antes de entrar lá, ou matá-la. Aquela ilha tinha QG? Marinheiros? Caçadores? Era uma cobra em um ninho de aves, que matá-lo-iam, caso vissem ele roubando seus ovos. Os ovos representavam as pessoas da ilha, roubar poderia servir tanto para furtar coisas quanto causar na ilha e quebrar os ovos. A mulher, era um ovo ou uma ave? Ou seria uma cobra também? Com esta incerteza em mente, deixava sua mão pousada no cabo de sua espada.




Objetivos:
 


Histórico:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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