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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Ascensão de um Bando sem Nome

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 8 EmptyDom 07 Maio 2017, 13:39

Relembrando a primeira mensagem :

A Ascensão de um Bando sem Nome

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Aleister Theophrastus Flamel e Layla Morningstar. A qual não possui narrador definido.


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Bread
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 8 EmptySab 24 Jun 2017, 00:22




METZA



CONOMI ISLAND / POST 09





*Como ele é... bonito!* As bochechas de Metza vão enrubrecendo conforme ela se aproxima do rapaz que agora a ajudava a abrir mais um barril para beber. Todos naquela sala pelo visto gostavam de bebidas alcoólicas... aparentemente estava presa em boa companhia pelo menos.


Após Metza se empolgar com o plano de usar a escuna do Kuro na empreitada, e voltar suas lembranças da época em que velejava e bebia com seus amigos, tendo apenas o mar, boas histórias e boa música à sua frente. Ela esbarra no barril que teoricamente deveria ter cidra, mas ao invés disso revela uma passagem secreta. A loira de cabelos curtos e pés descalços fica boquiaberta por alguns instantes, tentando assimilar sua descoberta totalmente acidental, a ponto de nem chegar a perceber Bijin a puxando e pedindo para tomar cuidado. - Cuidado para que ninguém de fora veja. dizia ela.


Metza torce o nariz para a possibilidade de fuga e fita o solo com as mãos na cintura. Sabia muito bem que se fossem capturados em fuga pelo Grambus suas poucas chances de convencê-lo com seus dons manipulatórios iriam completamente por água baixo. Mas caso o novo preso que fora baleado entrasse nesse meio tempo trazido pelo próprio Grambus, Metza pensaria consigo: *Não tem jeito... ele vai nos manter pra sempre aqui se dermos sorte. É melhor aproveitar que esse cara é de confiança da Bijin e do Poo pra fugir da alçada desse revolucionário de uma figa!*


Metza ouviria atentamente a apresentação de Bijin. O rapaz chamado Khrono deu uma nova versão da história... *Baleado por homens com máscaras de corvos? Que loucura isso está se tornando...* - Bom... com certeza tentaram fazer uma queima de arquivos mal improvisada, ainda bem! Ela piscaria e sorriria de forma tão simpática para o rapaz recentemente baleado que até uma piada sem graça contada por aquela moça poderia ser considerado algo fantástico. - Já sabemos que são pelo menos três, mas... por que corvos? Alguém reconhece esse tipo de máscara? Metza perguntaria para o grupo tentando realizar um brainstorm coletivo de ideias. Grande parte do grupo ali presente parecia ser formado por pessoas inteligentes... mais que ela própria inclusive.


Por fim, ao ouvir a ideia de Bijin sobre comprar fantasias que ela pagaria para todos, Metza abre um largo sorriso pois desejava há muito tempo ter roupas novas e é sua vez de ir abraçar a loira louca, não de uma forma sexy, mas como uma amizade de longa data que havia acabado de começar. Metza repousa suas palmas em cima dos ombros da louca e com olhos marejados e um largo sorriso agradece com sua bela voz: - Muito obrigada de novo Bijin!


Metza apenas encara a passagem ainda com as mãos sobre os ombros de Bijin e pronuncia, agora decidida em partir o quanto antes em sua nova jornada embasada por sua voz encantadora e suas palavras fortes e motivantes de uma líder nata: - Vamos então pessoal, para o clube da luta!




Historico:
 
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 8 EmptySeg 26 Jun 2017, 11:04



   
UNNAMED

Alones


Um pequeno sobressalto no coração de Bijin lhe faz avançar rapidamente na direção da garota descalça quando a passagem pelo barril se revela. O mesmo se localizava na mesma parede da porta, mas no lado oposto, ficando a porta no canto mais a direita e o barril no canto mais a esquerda da parede, tornando assim difícil para os guardas de fora enxergarem aquela porção da sala, mas de igual modo Buki puxa sua amiga para longe do mesmo.

Ao lado os olhos de Levi brilham para essa possibilidade, pois ao menos para ele os deuses da cachaça sorriam, os deuses do álcool afinal eram sempre bondosos.... sqn...

- Se vocês queriam saber porque eu e o Poo estávamos tranquilos, ai esta a resposta. - nesse momento, por sorte o grupo é avisado da aproximação dos guardas pelos protestos de um preso inconformado. O jovem blackout reclamava da sua maré de azar enquanto pensamentos homicidas ameaçavam tomar conta de seu julgamento.

Imediatamente Levi se debruça sobre o barril fingindo passar mal, Poo não se mexe, continuando entretido com sua bebida, Bijin puxa Metza para um pouco mais longe do barril quando um indignado Khrono é empurrado para dentro da sala. O mesmo sem se dar tempo de avaliar a sala se joga novamente para a saída, não havia porta trancada, mas sim agora seis guardas em frente a saída.  No exato momento que Khrono ameaça a avançar três revolvers são apontados para ele impedindo-o de prosseguir com o que quer que pensasse em fazer.

Indignado o jovem se volta para dentro da sala e em surpresa seus olhos se arregalam. Exclamando o nome de seus amigos o jovem segue em direção ao panda que sentava na parede oposta a porta e jogasse sobre o mesmo abraçando-o.

- AHHHH, você ta bem cara... Não vai desmaiar de novo vai? Hahahaha. - dizia enquanto tentava se levantar, apoiando-se na parede. Khrono acaba lhe oferecendo a mão e o grande panda se ergue....

-Ohhhh, calma, vamos com calma.... -  E após um momento para se equilibrar o panda abraça o jovem, fazendo-o obviamente gemer com o abraço de urso do panda. Separando-se do abraço, Khrono luta para respirar novamente antes de continuar a falar.

── Oe, oe, vamos com calma, são muitas perguntas. - mas antes que o jovem tivesse tempo para continuar Levi se manifestou.

-- Está vendo essa mulher? Você pode não a conhecer, mas ela é perigosa! Então acho melhor você nos ajudar em algo! Se eu fosse você, não brincaria com ela!  Eu falo sério, não brincaria! Eu sei muito bem do que ela é capaz! - A voz ainda soava normal, mas a língua levemente engrossada pelo álcool deixava algumas das palavras levemente alongadas.

Buki, Khro, Poo e Metza olharam para Levi naquele momento, uma das sobrancelhas de Bijin chegou realmente a se erguer em um olhar questionador. Poo que entendeu a confusão apenas segurou o riso achando divertido o rompante de Levi. Fosse o que Khrono fosse dizer morreu naquele momento, quando Bijin assumiu novamente a palavra explicando o que haviam encontrado. A explicação permitiu que Levi e Metza entendessem que o jovem recém-chegado era conhecido do panda e da louca e que os três ali sabiam do túnel abaixo do bar.

Levi havia caminhado novamente para perto do barril, mais uma vez chamando a atenção de Khro com suas perguntas.

o cara lá fora está bastante irritado, me acusando de ter participado do que quer que esteja acontecendo. Eu fui baleado por três homens estranhos com máscaras de corvos no rosto.

- Turma, esse é o Khrono, um antigo companheiro de luta. Acho que sempre que te vejo estamos em meio a uma confusão. Mas olha, acusaram a gente de envenenar a bebida que o Bruce usou na festa, não sei se viu alguém ou não, mas alguém aqui te pegou de jeito, e vamos pegar essas pessoa também. Estamos saindo pelo clube da luta, onde nos conhecemos, você pode ajudar a guiar a turma também, o que acha de ir conosco? Se sim, pode nos dizer o que exatamente esta acontecendo lá fora?

Mas a verdade era que o jovem nada sabia e tudo que conseguiu informar foi que Grambus havia saído para conversar com um tal de Leroy.

Levi enquanto isso, havia terminado de pensar e com isso ele e a louca trocavam algumas ideias sobre o que fazer. Ambos estavam concordando bastante um com o outro ultimamente. Poo começava então a pegar os mantimentos essenciais, pois era a escolha mais obvia deixar o Panda que adora bebida escolher os mantimentos mais necessários, do outro lado Levi fazia o mesmo, pois este também era bem sensato em escolha de mantimentos. A própria Bijin acabava por ignorar comida e servia-se de mais uma garrafa de vinho antes de prosseguir.

Ainda assim o grupo terminou com um saco de batatas carregado pelo panda, garrafas de saque por Levi, junto com um queijo grande e redondo. Por sorte as prateleiras próximas a porta limitavam bastante a visão dos revolucionários, e o grupo, conseguiu juntar algumas coisas sem serem vistos.

O saco de batata foi jogado para baixo e depois o próprio Poo foi, incrivelmente o barril tinha a boca larga o suficiente para ele passar. Havia uma escada interna na vertical, pela qual todos foram descendo. INCLUSIVE A RUIVA que estava quieta na sua. Que desceu logo após o panda. Ainda com algumas dúvidas Metza foi a seguir, depois Khrono, Bijin e por ultimo levando outras 2 garrafas de saque, além da que já carregava pela metade. E claro, um queijo grande e redondo que iria harmonizar muito bem com vinho desceu o Levi, o gênio incompreendido.

Lá, embaixo estava obviamente escuro. Poo, o primeiro a descer ainda tateava para alcançar o local onde poderia ligar a iluminação. A porta do barril foi então empurrada novamente para cima, produzindo um suave clique. Segundos mais tarde Poo achou a luz. Varias lâmpadas na sequencia foram sendo ligadas.

Varios e vários pilares de madeira, um chão feito de tabuas poeirentas, cheiro de umidade, e de álcool derramado. Não era um ambiente higiênico, nem mesmo aconchegante. Era um pardieiro. Sujo, e ‘masculino’, embora esse não seja um adjetivo que englobasse tudo ali.

Próximo a essa entrada junto a parede 4m atrás do grupo haviam alguns armários. 10 m a frente havia uma secção com menos pilares onde um ringue de madeira se erguia a 1m do chão.
O chão ao redor do ringue continha consideravelmente menos pó, onde os espectadores se concentravam. Mais adianta, olhando através do ringue se enxergava uma porta dupla de madeira.

Aproveitando a calmaria momentânea, Bijin começou a falar sobre um novo plano, ou quase um fetish que ela tinha. Começou explicando para os presentes sua ideia de todos usarem fantasias, as quais ela se dispunha a pagar. Ao menos o básico para todos.

Ela já começava a andar em direção ao ringue. Os outros ficaram um pouco mais para trás, mas Metza logo lhe acompanhou agradecendo a proposta dela sobre pagar pelas fantasias e talvez armas, embora a jovem lutadora gostasse de estar descalça, usar uma bota de combate talvez viesse a ser desconfortável para ela.


No final, quando o grupo resolvesse sair dali, poderiam seguir pelas portas duplas, as mesmas estariam trancadas por dentro por uma barra de madeira, que após ser removida permitiria que as portas abrissem para dentro. Do outro lado encontrariam um corredor escuro, sem iluminação e aberto direto na terra. Após quarenta metros pelo corredor escuro e cheios de incerteza chegariam a uma nova parede de madeira. Está após aberta revelar-se-ia uma porta secreta em um galpão. Galpão que seria encostado em um barrando, quase fora da cidade.

Nesse galpão haveria principalmente sacas de arroz. Uma carroça para carregar os sacos, arreios para cavalos, e não muito mais, além é claro de dois lampiões a óleo. Mas obviamente as opções do grupo poderiam ser outras antes disso.



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Bread
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 8 EmptySeg 26 Jun 2017, 22:44




METZA



CONOMI ISLAND / POST 10





Depois que Khrono contou parte do acontecido, que mesmo baleado ele fora incriminado como os outros, Metza decide desistir de vez de tentar convencer Grambus da inocência do grupo quando a porta para o Clube da Luta de Bruce aparece em um momento bem oportuno: *Será uma mensagem? O jeito é prosseguir...*


Após o rapaz algemado que estava levemente embriagado desce, Metza se aproximaria dele com um sorriso no rosto e colocando a mão no seu ombro de uma forma bem amistosa e aconchegante. Querendo ter o rapaz ao seu lado. *Como ele é bonito!* pensava consigo enquanto inclinava levemente o seu pescoço para o lado: - Você... qual seu nome mesmo? Ela franze a testa, ainda com um sorriso encantador e chamativo na face - Eu sei que você está acorrentado, mas nesses armários podem ter algo para te ajudar a se livrar e nos ajudar na viagem que está por vir...


Agora ela voltava-se para Khrono, ainda com sua bela voz e sorrisos amigábilíssimos, mas sem remover a mão do ombro do rapaz algemado: - Khrono, certo? Bem... você pode por favor ajudar o rapaz (caso ainda não saiba seu nome) a procurar algo nos armários já que possui suas mãos livres? Obrigada! Seu sorriso seria extremamente simpático e suas palavras convincentes, de uma forma quase mágica de confiança e liderança que partiam de dentro do âmago da loira descalça.


- Adorei a ideia Bijin! Não que iremos passar despercebidos fantasiados, mas é um excelente modo de criar um laço entre nós todos, não é? Seria muito legal se você pudesse bancar essas fantasias... Seu sorriso amigável atacava novamente, Metza utilizaria de suas habilidades de convencimento até pelo menos conseguir corar o rosto de Bijin com suas palavras. - E após isso vamos buscar armas e a escuna do Kuro para resgatá-lo seja lá onde ele esteja.


Sua expressão mudaria agora para uma mais séria, com a testa franzida e uma voz um pouco mais grave e imponente, apesar de continuar plástica e bela: - Pessoal... não vamos enrolar muito, o Grambus e esse tal Leroy cedo ou tarde vão encontrar essa passagem aqui para baixo. A saída é atrás daquela porta dupla né Bijin? Metza apontava com o indicador olhando para a louca e aguardando uma resposta.


Ao atravessarem a porta dupla de madeira e encontrarem a carroça, Metza voltaria-se para a ruiva: - Ouvi dizer que você é navegadora certo? Não tem nada a ver eu sei... mas acredito que você seja a mais indicada para conduzir a carruagem! Metza solta uma risada após sua tentativa de piada sem graça, mas que com sua aura contagiante ficaria difícil de perder a simpatia mesmo assim, enquanto continuaria solicitando à ruiva: - Aliás, qual seu nome mesmo? Ela franziria a testa da mesma forma que fizera outrora com o rapaz embriagado e algemado, mas sem perder sua pose.


Haviam ali também dois lampiões próximos à carroça. Metza pensaria duas vezes caso o belo rapaz de outrora continuasse algemado. Mas pelo que ela já tinha presenciado do rapaz, ele iria procurar uma forma de se soltar com ou sem suas instruções. Portanto de qualquer forma ele era a pessoa que faltava para investigar o longo corredor escuro, já que agora tinham luz à sua disposição: - Ei rapaz (caso ainda não soubesse seu nome), nós passamos pelo menos uns 40 metros em um corredor sem iluminação nenhuma... você poderia por gentileza pegar um desses lampiões e se certificar que não deixamos nada de importante para trás? Agora sua expressão não era de amizade, mas de uma pessoa desamparada necessitando de ajuda. Seus olhos pensos, arregalados e quase lacrimejados tentavam fazer com que o belo cara algemado cumprisse essa tarefa por Metza.


Ela sabia no fundo que seu jeito de ser, apesar de manipular as pessoas como peões em um jogo de xadrez para se favorecer acima de tudo, criaria laços importantes entre o grupo que estava se formando ali. Os integrantes não pareciam ser fáceis de controlar (principalmente a louca Bijin) mas era necessário cada um contribuir como podia, e a melhor forma que Metza sabia que poderia contribuir era usando seu dom de líder agregadora.



Historico:
 

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FICHA~~~~~~~~~~~~~~~~~~AVENTURA

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Legendas:
 


Última edição por Bread em Ter 27 Jun 2017, 00:44, editado 1 vez(es)
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Alê
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 8 EmptySeg 26 Jun 2017, 23:10




A Ascensão do Bando sem Nome


Dungeon do Bar do Bruce




“Realmente aquele rapaz que surgia ali naquela falou algo interessante, quem será esse Leroy? Deve ser alguém importante para o Grambos ou para a situação, para fazer o rabugento largar essa missão por minutos, isso realmente deve mexer com ele. Será que devo me preocupar com esse sujeito? Acho que não, por agora não, vamos ver o que temos aqui” – pensaria.

Em certo momento, sentiria um leve calor em meu ombro e quando notei era a bela Metza. Ela colocava a mão em meu ombro e me perguntava o nome. Isso era uma coisa bem inesperada, mesmo ali, naquela situação, ela não deixava de ser bela, seu olhar dizia muito de sua personalidade e de sua ambição.

- Me chamo Aleister, porém pode me chamar de Levi, é um apelido que me traz boas lembranças... - colocaria a mão no queixo - Porém, pode me chamar de Aleister também, não vejo problemas! - riria.

Uma vez lá embaixo sabia que explora todo o local era uma parte importante de qualquer reconhecimento, os livros de exploração falavam isso claramente, então ali não seria diferente. Primeiro iria em direção aos pilares do local, tentaria ver se eles eram realmente firmes e se tinha a chance de quebrarem e tudo aquilo nos soterrar e morremos dolorosamente. Bateria levemente apenas para saber se era oco ou não, caso não houvesse problema algum ali, partiria para minha outra dúvida.

Enquanto andasse pelo local, tentaria sentir se aquele piso poderia ser seguro para caminharmos. Passagem com piso de madeira sempre davam errado nas histórias do Norland, isso sempre acabava mal para o protagonista. Não teria algum lugar específico para olhar, apenas tentaria pisar mais fortemente por algum tempo enquanto andava pelo local. Ao dar uma boa olhada no local, algo me chamara à atenção. Alguns armários estavam próximo onde estávamos. Não pensaria duas vezes, talvez tivesse algo interessante ali.

- Eu vou dar uma olhada naqueles armários. Não faça muito barulho e cuidado para não se machucarem! – alertaria.

Andaria apressadamente até o local dos armários. Primeiro olharia para ver se não possuía alguma tranca ou coisa do tipo. Na possibilidade de haver tranca ou cadeado, tentaria quebrar com a mão, puxando, porém, se não conseguisse, tentaria pegar algum objeto que pudesse bater e abri aquela trava. Olharia pelo solo ou em cima do mesmo armário algo que servisse e então tentaria abrir. Na possibilidade de conseguir abrir os armários, olharia seu interior por completo. Faria uma busca total e guardaria tudo aquilo que encontrasse, não iria dar uma olhada agora, apenas pegaria tudo para depois analisar melhor.

- Estamos em uma situação bem complicada... – falaria caso alguém tivesse tido a mesma ideia que eu – Mas, nós vamos escapar, eu garanto isso! Nem que seja a última coisa que eu, digo, nós façamos! – sinalizaria positivamente com o punho.

Caso não conseguisse abrir, voltaria para onde o pessoal estava. Ouviria qualquer informação que eles tivessem e analisaria se isso seria válido ou não. A cena da loira falando em comprar fantasias me tirava leves sorrisos. Realmente ela era bem louquinha, mas ela tinha uma grande garra de lutar e não fugir, isso realmente era admirável, porém burrice, em certos casos.

Olharia agora o outro lado do local, se ali era um local de lutar, certamente teria algum ringue, então era nesse local que iria. Tentaria olhá-lo por completo, sua estrutura, se havia espaço abaixo para guardar algo, se havia algo guardado em baixo do ringue, todas essas informações julgariam importantes para nossa situação. Feito isso, olharia por perto e tentaria ver alguma arma, acho que o foco do local não era esse, mas não custava arriscar. Olharia também o restante do local, a porta de madeira me chamaria à atenção, então iria até ela.

Aquelas algemas estavam me incomodando bastante, não via a hora de me livrar delas. Caso houvesse encontrado algo que me auxiliasse nisso, tentaria me livrar das presilhas ou pediria a alguém para me auxiliar nisso. Chegando às portas, olharia elas com cuidado, tentaria ver por alguma brecha se o outro lado estava visível, se não, apenas tentaria as levantar e sentir seu peso. Caso conseguisse, voltaria a falar para o pessoal.

- Encontrei uma porta aqui, acho que vou abrir, já abri! – falaria.

Tentaria abrir elas e ver o que estava no outro lado. Caso alguém já tivesse feito isso, apenas caminharia até próximo a ela aberta e olharia o que tinha ali. Após fazer uma análise inicial, voltaria para onde o grupo estava e falaria o que havia visto.

- Está bem escuro, acho melhor usarmos a mesma formação. Eu e a Bijin na frente, Metza, Layla e ele atrás, e o Panda por último. Desculpem, não sei vossos nomes, mas teremos bem muito tempo

após sairmos daqui!
– afirmaria – Se sairmos... – falaria para mim mesmo - Não acredito que seja problema, garota, eu já estou em uma enrascada, não quero colocar vocês também, é melhor um soldado ferido se arriscando do que um soldado com toda sua energia e vitalidade. Em casos extremos, temos que arriscar 50% ao invés de 100%, entende? - explicaria após o questionamento da jovem ruiva.

Caminharia calmamente, sempre atento para possíveis imprevistos ou ataques surpresa. Não queria demonstrar para os outros, mas estava mais nervoso que de costume. Toda aquela escuridão era uma coisa bem chata de se caminhar, de se viver, mesmo que por poucos instantes. Estar acompanhado deles ali era uma boa ajuda.

- Desde que eu encontrei vocês, tenho uma pequena dúvida, como você consegue andar por aí descalça? – me voltaria para a loira – Isso é bem doloroso, não?

Tentaria conversar para o tempo passar mais rápido e chegarmos logo ao fim do túnel, ou algo parecido. Ao chegar ao outro lado, olharia cuidadosamente o cenário onde estávamos. Poderia ter alguma vigia ou algum inimigo, ou até um chacal! Malditos animais! Andaria cautelosamente, ou pelo menos o que pudesse ser, tentaria indicar com a mão o momento dos outros virem ou pararem. Uma vez fora, aquelas sacas de arroz eram bem familiares, possivelmente estávamos em Hirotown. Uma vez no galpão, Metza havia comentado sobre voltar atrás e, com a iluminação dos lampiões, olhar alguma coisa no corredor. Realmente achei uma ideia arriscada, já que nosso objetivo era escapar rapidamente dali, mas toda informação seria bem vinda. Relutaria um pouco para ir, porém daria meu braço a torcer e iria. Caminharia até o corredor que havia passado, se estivesse ainda aberto, olharia o seu interior com o lampião. Paredes, teto, piso, olharia tudo e tentaria achar alguma coisa anormal para o local.

Uma vez olhado, pegaria alguma coisa que tivesse achado e voltaria para onde o pessoal estava. Caso ouvisse alguém vindo também, correria o máximo que pudia e avisaria a todos que tínhamos visita ali. Porém, se não ouvisse ninguém, voltaria calmamente e diria o que havia achado seguido do que havia analisado naquele galpão.

- Esse arroz é produto de Hirotown, então não estamos tão longe do perigo. Sugiro que peguemos esses lampiões e essa carroça, coloquemos nossas coisas e vamos até onde o Kuro foi sequestrado, talvez consigamos informações lá! O que acham? Lembro que vocês querem fantasias, podemos passar por alguma lojinha, porém não todos, digamos que essa carroça chamaria bem muita atenção, mais do que já temos. Se pretenderem pegar as fantasias, aconselho a nos dividirmos, é arriscado, porém a única chance – falaria – Porém, se não quiserem agora, podemos partir para onde ela foi atacada e acabar com esses caras logo! Poo acho que é esse seu nome, não é? Podemos revezar e levar essa carroça. Metza se quiser poupar seu pés, pode subir.

Caso decidissem o que fazer, tentaria reunir todos e fazer uma saudação incentivadora. Caso eles não quisessem fazer e passasse vergonha, apenas tentaria ignorar o corrido e agir. Caminharia lentamente segurando um dos lampiões. Tentaria olhar para ambos os lados e caminhar pelos lugares mais escuros da ilha. Tentaria conseguir informações com a ruiva do local onde estava antes de ser atacada. Mesmo que ela não soubesse, possivelmente saberia por estar algum tempo na ilha, ou pelo menos esperaria saber.

- Não se preocupe, salvaremos o Kuro! É uma ideia arriscada, mas é a única chance de mudarmos toda essa história. O lugar de onde eu vim é complicado de se achar e de chegar lá, então a melhor saída é você. Confio em ti! – afirmaria para a ruiva tentando acalmá-la.

Histórico do Alencar:
 

Objetivos da Aventura Atual:
 

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SUPER IMPORTANTE:
 


Última edição por Safadown em Qua 28 Jun 2017, 00:52, editado 1 vez(es)
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Layla Morningstar
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 8 EmptyTer 27 Jun 2017, 12:20

A Ascensão de um Bando sem Nome/ Post15

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A ruiva estaria quieta durante a descida perdida ali em seus pensamentos, ela tinha muitas coisas em mente e o principal era como seria ao outro lado, não demorava muito para que a resposta se fizesse aos seus olhos, inicialmente ela veria a penas a escuridão do lugar que logo fora tomada pôr a luz “Que faça-se a luz” que o panda havia acendido, ela caminharia pelo local e logo partiria até os armários sua curiosidade se fazia forte naquele momento, ela tentaria abri-los caso estivessem trancados ela procuraria alguma chave ali por perto talvez em baixo dos armários ou em cima, se houvesse alguma falha em alguma tábua que pudesse ser notada ela olharia também, assim como tatearia perto do ring, como aquelas cenas de anime onde alguém está procurando algo de forma cômica, indo de lugar em lugar rapidamente. Se estivesse sem tranca apenas abriria eles, de qualquer forma se conseguisse abrir de alguma maneira pegaria o que encontrasse lá dentro, caso não conseguisse abrir de nenhuma forma seguiria os outros ainda pensando no que poderia estar lá, ela chegaria a pensar em chutar e sabia que existiam outras formas de abrir, mas não queria arriscar fazer muito barulho e chamar atenção desnecessária.

Ao se aproximar do armário, ouviria a fala de seus amigos tanto a loira quanto o algemado falavam seus planos sobre pegar coisas e vazar dali, ela então ouvia Levi falar mais próximo dela, parecia que os dois haviam ido para o mesmo lugar, como fruto de curiosidade ou de genialidade talvez, ela não sabia ao certo, e mesmo que Metza não tivesse vindo ordenaria alguém pro caso, apesar de a pessoa na verdade ser o garoto baleado, ele estava ainda em recuperação e a ruiva pensando em ajudar diria. -Eu já to aqui, nós damos conta.- Se referiria ao fato de Aleister que provavelmente já estaria por lá, ou mesmo por ela tê-lo ordenado a vir também, ela parecia no mínimo esperta, não havia dúvidas de que sabia comandar, e fazia isso de maneira habilidosa, a garota não estava a questionando mas ela queria auxiliar o ferido, o intelecto de Layla ainda assim estava em outro patamar, porém ela não expunha isso e nem mesmo ligava pra tal, ela não era uma pessoa muito orgulhosa, talvez um pouco.

Enquanto os desejos da loira fossem os mesmos que o dela isso não se tornaria um problema, no entanto ela sabia que em um conflito de ideias seria difícil de lidar para com ela principalmente pela sua facilidade em influenciar as pessoas, mas aquele não era o momento certo para pensar nisso, e caso vinhe-se a ocorrer a ruiva teria apenas a sua inteligência para contar. O outro homem que ali estaria era Aleister, aquele sim era sagaz e tinha uma mente escorregadia, ela não tinha plena certeza do que ele estava pensando, e seria um problema para se lidar no futuro caso os seus desejos divergissem, já Bijin aparentava ser mais difícil de se lidar no sentido físico da coisa, apesar de ela haver demostrado ser capaz de fazer bons planos, o que mais seria complicado era o martelo Enorme. Cada pessoa ali era única, e de fato Layla estava se afeiçoando aos poucos, apesar de ainda estar um pouco desconfiada.

Caso Levi falasse quando estivesse perto dos armários com ela, ela olharia pra ele e balançaria a cabeça concordando e eventualmente responderia. - É estamos numa situação problemática, mas eu já estive em lençóis piores.- Ela soltaria um pequeno sorrisinho quando falasse isso, e apenas voltaria ao trabalho nos armários, após terminar com os armários, tendo ou não conseguido ela rondaria a sala rapidamente, para fazer uma espécie de reconhecimento local, ela pensaria em revistar o ring também, mas caso Levi fosse antes ela deixaria que ele o fizesse, se ela fosse mais rápida começaria observando por baixo do ring, ela se curvaria quase que deitando sobre o chão e tentaria levantar um possível pano que pudesse estar ali ou mesmo apenar olhando, posteriormente observaria as laterais, e por último subiria, observando também o interior, se nesse tempo Aleister vinhe-se também ela não se importaria, e deixaria que ele fizesse a maneira dele, mas continuaria a observação em conjunto.

Após fazer essas coisas ela se dirigiria as duas loiras, independente dos resultados ela falaria olhando para elas, enquanto jogava o cabelo para trás e estufava o peito.- Bem quanto as fantasias, eu tenho uma máscara, acho que posso achar algo que combine, acho que terminamos a vistoria podemos partir.- E logo caminharia para a porta, caso Levi tivesse aberto a mesma esperaria que as outras duas tomassem a frente adentrando ou mesmo o Aleister, considerando a ideia de formação que ele havia falado apesar de descordar em parte dele já que ela era uma combatente física de curto alcance e não se sentiria em muito conforto ao meio, porém algo era bom na ideia, se alguém fosse tomar dano inicialmente provavelmente não seria ela, mas, mesmo assim, ela ficaria apreensiva e falaria. - Rapaz, você tem certeza de ir na frente mesmo algemado? Se houver algo perigoso a frente serão os primeiros a serem atacados. - Ela diria com o olhar preocupado mas se não houvessem objeções seguiria eles.

Após isso se tudo corresse normal no corredor chegariam a sala, se chegar a sala ela primeiramente observaria as carroças e os arreios, e ouviria a Metza perguntar sobre seu ofício, e se ela poderia guiar a carroça, sendo que Aleister já falaria sobre o ocorrido, propondo uma parceria de carga com Poo, independente de Aleister ter falado primeiro ou não ela soltaria sua fala para sobre a ideia das carroças. - Bem, eu sou uma navegadora sim, como falei la em cima e sei pilotar mas, só seria necessário carregar até la em cima já que se tem arreios, provavelmente tem cavalos, não só isso mas com a velocidade dos cavalos poderíamos escapar mais rápido, além de poupar tempo, poupa esforço.- Ela daria um leve sorriso olhando para a moça descalça.

Logo então soltaria outro complemento após Levi jogar suas ideias, caso ele o fizesse. -Sim eu concordo, acredito que talvez ainda hajam rastros do ocorrido, e voltando lá poderia haver algo, mas talvez ficasse obvio para onde estaríamos indo e daria brechas ao Grambus pra nos achar, ou seja, é arriscado, mas um bom ponto pra começar, não é um lugar muito longe de onde vocês quase foram linchados.- Ela então passaria a mão nos cabelos e apenas esperaria a reação de todos.

Objetivos:
 

Histórico de Layla:
 

Legendas:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 8 EmptyQua 28 Jun 2017, 12:31



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Buki "A Louca" Bijin



Descendo pela passagem, tendo Poo liderando a turma e apenas com Levi nas minhas costas, logo o local foi iluminado por Poo, que conhecia o lugar melhor, logo uma sequencia de lâmpadas foram acesas. Os meus olhos sentiram um baque pela rápida aparição da luz, mas logo se acostumaram a iluminação local.

O local que estávamos era velho, estava sujo e com um cheiro que misturava o álcool, que eu não sabia se vinha do Levi, Poo ou do local mesmo e mofo. Dando uma olhada melhor no local reconheci o lugar do qual já estive antes, a arena onde arranquei os dentes do tal Alexie em uma luta. Mas reparei que a parede um pouco atrás possuía alguns armários e mais a frente, passando o ringue nossa porta de saída.

Metza começou então a orientar Levi e Khrono em algumas coisas, ela tinha um brilho natural e assumia uma liderança pelo carisma e carinho, diferente de mim mesma, que provavelmente seduziria os homens para fazer o que eu queria, não sabia exatamente qual era o melhor método, mas me sentia bem quando ela falava, não era autoritária, mas alegre.

Então quando propus a compra das fantasias, obtive apoio da Metza, ela estava mais uma vez do meu lado, a pouco quando Grambos me ameaçou, depois diante da multidão e agora com minhas ideias malucas, por isso posso dizer que estava feliz de ter ela aqui, desde que a encontrei ela não havia me abandonado em nenhum momento, e para alguém que tinha a minha fama isso era realmente difícil de encontrar, assim como Poo, ela ganhava um lugar especial no meu coração.

- Obrigada Metza! - Dizia com sinceridade e um sorriso no rosto. - Achava que para mim iria ser difícil encontrar pessoas como você.

Logo depois veio a misteriosa ruiva que nunca dizia o nome dela, depois que felei que poderia me chamar como quisesse e perguntei o seu nome (ver post anterior) ela até agora mantinha-se em silêncio, mas agora ela também veio falando da fantasias.

- Certo! – Disse empolgada! - vamos achar uma fantasia bem legal para voce também.
Vi que o tal Alister estava examinando tudo detalhadamente, passando de coluna a coluna e fui na direção dele.

- Você sabia que é bem atraente? - Usaria a voz mais doce que eu possuia, com o sorriso mais simpático e com uma leve inclinação na cabeça ao falar com Alister nesse momento. Acho que posso te tirar essas algemas, não que eu não goste de homem algemado, - mudaria para uma cara de safadinha - Mas podemos colocar a corrente na borda da arena ou alguma quina rochosa e em uma ou duas marteladas podemos resolver tudo isso. - Voltaria para uma carinha simpática. - O que acha?

Caso ele aceitasse a ideia iria ajuda-lo com as algemas, não deveria ser difícil achar uma quina dura para que pudesse apoiar a corrente. daria golpes fortes e firmes, com alavanca longa para dar maior força na martelada, tipo de coisa que dificilmente acertaria em uma pessoa, mas forte para quebrar uma corrente.

Então a jovem descalça perguntou para mim se a saída era através daquela porta dupla mas a realidade é que não havia nenhum outro lugar para ir e por isso a resposta era meio que óbvia, mas ainda assim gostava demais da Metza para ser sarcpastica com ela.

-Sim, a saída é por aquela porta! - Afirmei como resposta a pergunta de Metza. - vamos tirar aquela barra de madeira e ver o que tem depois. – Então olharia para o Poo. – J.J.! Vamos abrir aquela porta, me da uma ajuda com essa madeira.

Enquanto o pessoal terminava de revirar o local em busca de alguma coisa, fui até a porta e com o Poo e quam mais quisesse ajudar e com cuidado tiraria a trava de madeira para abrir a porta. Havia então um corredor escuro. Alister sugeriu de ir na frente, porém a RUIVA QUE NUNCA DIZ O NOME sugeriu que ele ficasse para trás por estar algemado, caso ainda realmente tivesse algemado, mas caso ele tivesse algemado inda isso seria arriscado demais.

- Deixem que eu e o Poo vamos na frente, estou armada e ele é um excelente boxeador e forte como um touro. - Diria com convicção olhando para Levi. - Afinal não queremos esse rostinho bonito amassado por ai. – E daria uma piscadinha para ele.

Seguindo o corredor vi um galpão com coisas que pareciam uteis, uma bela saca de arroz, uma carroça para carregar as coisas que achamos e ainda uma saída discreta, quase fora da cidade. havia ainda dois lampiões a óleo, o que pode nos ajudar se tivermos que caminhar a noite, só que eu não tinha nada para acender eles e não vi ninguém fumando até agora, por isso acho que ninguém aqui deveria ter um fósforo.

No galpão Metza sugere que a Layla puxasse sua corroça devido sua habilidade de navegadora. Queria morrer de rir, imaginar aquela ruivina puxando a carroça, só se eu tivesse em cima da carroça dando umas chbatadas na ruiva, ia me sentir poderosa. Eu ria por dentro. Mas Layla já sugeriu outra coisa também, procurar cavalos, talvez tivesse algo fora.

- Poo, esqueci de agradecer por toda a força que me deu desde que se iniciou essa cofusão, obrigada! Mas você já veio aqui antes? Sabe se tem algum cavalo por aqui? – Diria para o Poo vendo Latla e Levi se agitando para dar uma melhor examinada no corredor. - Me ajude e vamos colocar tudo em cima da carroça. – Me viraria para o Khrono. - - Khrono, você esta ferido, melhor seguir o caminho em cima da carroça? – Me voltaria para o Poo. - Você conseguiria puxar a carroça se necessário?

O tempo estava curto, e começava a colocar todas as coisas para cima da carroça, claro que tudo com cuidado, mas estaria sentindo falta de carne, caso não tivessemos encontrado.

- Mas vamos passer a ser fugitivos. - Diria a todos. - Temos que ser rápidos e discretos. Mas para onde vamos agora? Para a loja de fantasias?


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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 8 EmptyQui 29 Jun 2017, 22:19



   
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Alones


O local era amplo, com o teto não muito alto. Estendia-se por baixo do bar do Bruce e seguia além deste para o lado contrario ao cento da cidade. Mesmo assim, o local por onde desceram e os armários que estavam mais atrás ficavam bem abaixo do bar do Bruce.

Layla foi a primeira a chegar aos armários, impulsionada por sua curiosidade havia ido para lá quando as luzes haviam sido recém acessas.  Os armários eram de uma madeira opaca e empoeirada. Ouviu-se um ranger das tabuas no teto acima e uma nuvem de pó caiu sobre Layla. A qual observava os armários. Haviam nestes uma tranca simples, um pequeno pedaço de lata em um encaixe com um cadeado. Nada que algumas porras não fizessem ceder.

Do outro lado, desatento a tudo isso e tomando a frente o grande e gordo panda seguia para a porta. Carregava em suas costas o saco de batata e em sua cintura preso em suas calças as bebidas. Alcançou rapidamente a porta, deixando o grupo para trás. Metza que trocava uma ideia com Levi, apresentavam-se e sugeria ao jovem que procurasse nos armários algo para se libertar. Seguindo a seguir para falar com a louca.

Havia já um certo sentimento fraterno entre ambas. Algo como um santo que bateu, amor a primeira vista. Ou apenas duas malucas que se dão bem só por serem doidas. Fosse o que fosse, a generosidade inicial de Bijin havia conquistado a simpatia de Metza e a continua generosidade da mesma só havia servido para reforçar isso, por outro lado a lealdade e companheirismo demonstrado por Metza começavam a conquistar Bijin, que devido ao seu passado sabia muito bem prezar pessoas leais.

Com sinceridade a louca agradecia a descalça, teria feito o mesmo com o grande panda, mas este já não estava por perto, mas isso era algo que ela também não precisava se preocupar, pois os amigos sabem dessas coisas, mesmo que estas não sejam ditas o tempo todo.

A ruiva procurava por uma chave quando Levi chega ao seu lado, Khrono havia seguido a frente com Poo, afinal havia uma ligação próxima entre eles. xD

Levi ajuda a jovem a procurar, mas logo se dão conta de que não há chave ali e que a mesma estaria provavelmente com Bruce, e assim abandonando o bom senso Levi procura algo para bater contra a fechadura, umas vez que não teve onde firmar as mãos para apenas puxar a porta.

Mais poeira caiu sobre eles.

Levi por fim achou um cepo de madeira, muito parecido com a tranca que havia na porta, embora menor. Ergueu-o e se preparou para o serviço.

Pouco a frente, as jovens que já pareciam melhores amigas começavam a seguir para a porta, Metza dando um aviso para que não se demorassem, afinal os revolucionários logo poderiam encontrar a passagem.

Pó caiu sobre elas.

Mais a frente Poo erguia a tranca e olhava preocupado para cima. Ele ia-se virando para falar algo para o grupo quando seus olhos se arregalaram ao ver Levi e a ruiva prontos para arrombar os armários. Então em desespero, ele tentou saltar, um salto impossível que atravessasse todo o recinto, de sua boca saiam um som, mas que pelo desespero era difícil de entender. Poo caiu de barriga no chão, quase em câmera lenta, com o braço esticado como se pudesse assim impedir a dupla.

Levi acertou o primeiro golpe, seguido de Layla que chutou a porta ao lado. Arrombar armários, com certeza não era a tarefa mais silenciosa. Ambos deram mais um golpe cada e assim os dois armários que tentavam abrir se abriram.

- NÂOOOOOO!!!! - dessa vez Poo conseguiu gritar. Mas já era tarde, os sons haviam chamado à atenção dos revolucionários. Uma correria no piso de cima fez chover fortemente a poeira sobre a cabeça deles. Se seguissem o rastro e calculassem direito perceberiam que haviam corrido para a dispensa. Porqueeeeeee???

Ouviram-se vozes vindas de cima, abafadas pela tampa fechada do barril tornando-as difícil de entender, mas seu significado era bastante claro. Haviam percebido a fuga. Novas nuvens de poeira se seguiram, agora indo para fora do estabelecimento. Provavelmente Grambus seria reportado em breve.

Quando se voltaram para os armários que lhes haviam denunciado viram algumas espadas dentro do local. Havia alguns bastões também. E para sorte de Levy uma adaga.

- Vamos logo!!! - gritou o panda, que se levantava e juntava o saco de batatas seguindo a seguir correndo pelo corredor. O jovem desligado foi logo atrás dele e sem tempo e agora preocupadas as duas garotas seguiram logo atrás.

Levi e a ruiva se olhavam com olhares preocupados, haviam sido eles a denunciar o grupo afinal, isso é claro fruto da incrível curiosidade. E assim, com Levi pegando a adaga eles correrem. A ruiva acabou saindo com uma das espadas e um bastão curto de 50cm.

Poo foi o primeiro a chegar e no desespero se jogou contra a parede do celeiro sem pensar, derrubando-a com seu peso e revelando para o grupo o novo galpão. A tortura que Levi sentia até então devido ao álcool havia sido varrida pela adrenalina, e ali, mais uma vez em um ponto momentaneamente seguro o grupo se pôs a dialogar.

- Não cheguei a passar aqui. Não que me lembre. - respondeu o panda quando Bijin lhe falou.   - Mas não devem deixar a carroça tão longe dos cavelos, certo? - perguntou, embora soasse meio dubio quando a isso.

Levi por outro lado, expunha um plano que sugeria a voltarem até onde Kuro sumiu, ou talvez até mesmo se dividirem. Poo logo ali do lado olhava Bijin com olhos arregalados, negando a possibilidade dele conseguir puxar a carroça muito menos com Khrono em cima.

Bijin já havia colocado seus pertences em cima da carroça, enquanto Layla e Levi ainda dialogavam sobre o que poderiam fazer. Segundos mais tarde, Levi depositava suas próprias coisas na carroça e permanecia com um dos lampiões na mão, embora nenhum deles tivesse até então fogo.....

Levi sugeria que Metza também devia subir na carroça para poupar seus lindos pés, enquanto ele e o panda se revezariam para empurrar a mesma... Esse sim seria um meio de transporte rápido...

Após terem seguido pelo corredor não era mais possível ouvir os revolucionários, mas uma coisa era certa. Estariam lhes procurando, por inocentes ou não eles agora eram fugitivos.

Ao seguirem para fora, abrindo a porta da frente do celeiro se dariam para uma bela vista. Estavam no alto de um morro, embora houvesse um morro mais alto logo atrás... Mas dali onde estavam podiam ver os campos de arroz, que agora já haviam sido colhidos se estendendo mais abaixo. Dali daquele galpão seriam capaz de seguir por uma estrada que serpenteava pelas bordas dos campos e que chegaria próxima ao porto no seu final.

A lua brilhava no céu e quase não havia nuvens. Tendo assim aquele belo ser seu reflexo nas aguas calmas do mar mais a frente.

- Aquele deve ser o navio que disseram ter partido? - perguntou Poo, embora não fizesse sentido, pois já havia tempo que estavam presos e qualquer navio que tivesse partido antes já teria sumido de vista, mas de todo modo, havia realmente um navio partindo do porto, ou melhor dizendo, que havia partido a pouco tempo e ainda era visível no horizonte.

- Onde será que eles foram??? Você consegue enxergar algo dai? - a voz foi ouvida por todos do grupo. No morro acima do celeiro em que haviam saído parecia haver uma dupla de revolucionários procurando na borda do morro.

- Daqui nada, vamos descer. Olha no estabulo, vou ver o celeiro.



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 8 EmptySab 01 Jul 2017, 14:36




METZA



CONOMI ISLAND / POST 11





Metza devolve o sorriso de Levi, contente de fato por finalmente saber não só o nome do rapaz algemado, mas também sabia agora seu apelido carinhoso e como gostava de ser chamado. Ele estava tratando ela com intimidade e isso era bom pois ampliava o nível de confiança dele para ela. - Ok, Levi então será! Metza riria e inclinaria o pescoço levemente para a esquerda com os olhos cerrados em expressão de contentamento. Sua voz estonteante e sua beleza tornavam aquela sua atitude algo extremamente agradável de presenciar. Logo após, Bijin agradeceria a moça descalça pelo seu apoio incondicional até o momento. Metza sabia que já havia conquistado completamente a lealdade da louca e, de fato por ser definitivamente a mais inconstante dali, era a que mais necessitava de atenção de sua parte.


Uma pequena veia salta na testa de Metza conforme Poo pulava inutilmente tentando parar Levi e a ruiva há alguns metros de distância, caindo no chão. O canto de seu rosto inclinava-se para cima e sua testa franzia. Era a clara expressão de que sabia que sua idéia de pedir para Levi procurar algo para se soltar tinha dado o mais errado possível.


O pó do teto cai como chuva conforme os guardas eram alertados pelo barulho e corriam no andar de cima procurando pelos fugitivos *Não temos mais tempo... como conseguimos chegar a esse ponto de nos tornar fugitivos dos revolucionários?* - Vamos logo! Como se Poo tivesse lido parte do pensamento de Metza, ele pede para o grupo se apressar antes que entregassem definitivamente sua posição. Ela balança a cabeça saindo de seu transe mental pessoal e correria em direção a porta, tentando frear rapidamente quando o panda mink derruba a porta dupla *Situações emergenciais requerem atitudes emergenciais...* Ela volta a correr atrás de Poo após a passagem ser liberada.


Após encontrarem as carroças, Aleister diria um plano complexo com o qual Metza concordaria afirmativamente com a cabeça e uma expressão séria na face *Ele é de fato muito inteligente, mais do que eu inclusive... ele tem todo o potencial para bolar planos e estratégias que eu mesma não tenho. Ele será um excelente braço direito meu junto com Bijin*. Ele rapidamente lhe pergunta por que anda descalça e ela sorri caminhando ao seu lado encarando Levi com sua mais pura sinceridade: - Me lembra liberdade, me lembra infância... várias boas sensações gostosas que são inibidas quando uso botas que nem mais me incomodo com a situação. Mesmo assim ele lhe sugere que suba na carroça para se poupar, sendo que Metza se limita a responder aceitando a gentileza: - Obrigada!. No seu âmago Metza sabia muito bem que a lealdade de Levi estava em uma ascendente exponencial e chegaria muito próxima da de Bijin, podendo ultrapassar até a mesma. Ela já lidava com Aleister com mais intimidade e despreocupação.


O caminho em direção ao porto era simples e eficaz. Mas faltava ainda os cavalos para puxarem a carroça. Por mais que Metza estivesse lembrando seus dias de princesa em Prodence, ser carregada em uma carroça era um tanto quanto cruel e ela mudaria rapidamente de ideia: - Deixe Levi, não quero que se esforce tanto por mim... eu acompanharei a pé até acharmos cavalos para conduzir a carroça. Apesar de estar com pena de manipular o grupo a sua volta, Metza acaba sempre tentando conquistar a simpatia dos presentes, e era puramente nato dela... sem pensar estava dizendo palavras de compaixão e de interesse na saúde de Levi mesmo tendo abusado do pobre coitado por alguns instantes em cima da carroça.


- Acredito que não Poo... mas de qualquer forma cedo ou tarde iremos descobrir. Responderia para o mink panda sua pergunta completamente genérica. De qualquer forma eles escutariam a conversa de dois revolucionários. De fato havia um estábulo próximo *Tomara que alguém aqui saiba cavalgar... talvez a ruiva... Mas seu pensamento se esvai e ela deveria pensar rápido em um plano, apesar de não ser tão boa quanto Levi, mas sabia que se ele bolasse um plano inteligente, conseguiria convencer os outros com sua aura de liderança a seguirem sua ideia.


Murmurava um pouco inclinada com o tronco para baixo e com o dedo indicador na frente da boca,
tentando amenizar o volume de sua voz: - Pessoal está vindo um guarda para cá. Acredito que o Levi por ter escolhido uma adaga com arma seja o mais qualificado para incapacitá-lo sorrateiramente. Não temos certeza de quantos guardas próximos temos por aqui... você tem alguma ideia? Ela olhava de relance para Levi, de um modo que ele conseguisse quase sentir um arrepio de presença das palavras de Metza solicitando que ele bolasse algo para continuarem sua jornada até o porto.



Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 8 EmptySeg 03 Jul 2017, 09:29



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Buki "A Louca" Bijin



  A situação não estava fácil, o Levi e a Layla de certa maneira alertaram os revolucionários nossa fuga, talvez o mais fácil seria voltar para onde viemos, mas agora estávamos ali em uma situação complicada, acreditava na inocência da Metza, Poo, Layla e minha, mas mantinha minhas suspeitas sobre o Levi e ele ter alertado todos aos revolucionários nossa presença simplesmente por descuido foi o fim.

  Poo acertadamente e agora sob efeito da adrenalina e não da bebida apressou todos nós para seguirmos e fomos para o galpão com a carroça, isso me deu a ideia de que onde a carroça a cavalos, provavelmente próximos, mas a voz de dois revolucionários me chamou a atenção, primeiro porque eles afirmavam a existência de um estábulo e segundo, que não eram muitos que estavam vindo na nossa direção, então a situação era ainda facilmente contornável, estávamos em maioria e isso seria facilmente contornável, desde que agíssemos como grupo e não cada um fazendo o que pensa.

  Então ouço as orientações da Metza mas ainda acho que todos precisamos de um plano e era justamente isso que estava faltando e precisava ser feito rapidamente para começarmos a sair dali rapidamente, o navio onde provavelmente Kuro estava tinha partido e ainda estava a vista, mas se eles chegasse muito cedo em Louguetown talvez nunca mais iriamos conseguir nossa inocência, mas o que eu sabia é que agora eramos fugitivos e isso também era divertido.

  - Pessoal, vamos voltar todos para dentro do galpão! – Começaria a dar orientações. – Agora precisamos agir rápido e em grupo para sair dessa. Esta tudo escuro e vamos nos esconder na sombras e então atacamos todos de uma vez o revolucionário quer vai entrar aqui. Vale lembrar que somos fugitivos em busca de inocência, não vale a pena matar esse sujeito. Depois de pegarmos ele, eu, Poo e mais alguém vamos pára cima do segundo guarda, os outros três foquem em pegar os cavalos e montem a carroça, coloquem tudo em cima dela e vamos partir o mais rápido.

  Agora que era uma fugitiva tinha que agir rápido, talvez a ideia da fantasia devesse esperar para a próxima ilha, mas agora precisávamos partir e seguir o maldito navio e resgatar Kuro.

  Logo que dei as instruções fui para as sombras, o mais perto da entrada e aguardaria em silêncio a entrada do revolucionário e no momento que sentisse que ele não tivesse olhando para mim partiria para cima dele sem pensar, e agiria conforme eu visse a situação, mas o primeiro golpe que aplicaria seria no sentido de desarmar o revolucionário, procuraria acertar sua mão ou braço que estivesse carregando uma arma. Se depois ele ainda tivesse acordado, pois imagino que todos atacariam naquele momento, atacaria com a intenção de desacordar o revolucionário, não me importara de o machucar, isso na verdade iria distrair ainda mais os revolucionários.

  Assim que esse homem estivesse neutralizado o homem caído partiria em direção ao celeiro o mais rápido que podia.

  - Poo venha comigo. – Diria para meu amigo peludo e caso mais alguém se voluntariasse também o chamaria. – Temos que pagar o segundo homem rapido, pessoal montem a carroça, precisamos voar.

  Agora não é mais um ataque surpresa, mas um ataque mas ainda assim era um ataque covarde, como foi o primeiro que fizemos, mas agora não seria um ataque surpresa, seria um ataque de carga, onde três lutariam contra um.

  - Vamos acabar com esse sujeito rápido. – Falava para manter a atenção de todos. – Precisamos apenas nocautear ele, não somos culpados de nada aqui e estamos na jornada para provar nossa inocência e não fugir como bando de covardes.

  Não é que eu acreditasse que matar um inimigo era errado, mas eu simplesmente não enxergava os revolucionários como inimigos, mas como pessoas que estavam em meio ao caos como eles também estavam e no momento o vento da culpa soprava na minha direção e de certo modo minha fama proporcionava essas coisas e muito provavelmente não seria a ultima vez que isso aconteceria.

  Assim que avistasse o revolucionário tomaria nota da arma que ele estaria usando, até porque saberia como agir melhor, caso fosse uma arma de fogo seria correr em uma espécie de zig zag para dificultar a mira na direção dele, mas caso fosse uma outra arma branca seguiria em linha reta.

  - Quando acordar de um recado meu ao Grambos. – Diria sorrindo para o revolucionário. – Diga a ele que o plano esta saindo conforme ele planejou.

  Claro que isso era para colocar dúvida no coração dele sobre Grambos, talvez essas simples palavras poderiam ajudar a queda de Grambos, afinal auxiliar a nossa fuga não cairia bem para ninguém.

  Mas a luta teria início e eu olharia a posição e Poo e atacaria no sentido oposto que Poo estava em um golpe diagonal de cima para baixo, da meu lado para o lado do Poo. A intenção era clara, empurrar o cara para a direção do Poo e diminuir as chances dele se esquivar. Forçar ele a ficar na frente daquele mink poderia ser a melhor jogada, mas talvez não fosse a única necessária e continuaria atacar novamente até ver o revolucionário cair.

  Se estivéssemos em dois ou três sabia que poderíamos tirar a diferença desde que esse revolucionário não fosse um monstro na luta, mas assim que a luta acabasse minha atenção se voltaria para a carroça. Será que já estava pronta, tomara que sim e caso tivesse subiria para seguir até o porto. Caso negativo ajudaria ainda no que poderia.

  - Metza! Pessoal! – Falaria olhando para todos na carroça. – Acho que nossas fantasias terão que esperar mais um pouco, mas na próxima ilha vamos ter que comprar.


Histórico:
 

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Última edição por Bijin em Qua 05 Jul 2017, 15:40, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 8 EmptySeg 03 Jul 2017, 10:16




A Ascensão do Bando sem Nome


Cenários diferentes, atitudes iguais. Problemas? Espero que não!




Toda aquela situação havia ficado complicada, parte era minha culpa, não podia negar, quem sabia que aquele simples armário ia ocasionar todo esse problema, porém ali tínhamos dois extremos até então. Metza, que aparentava ser a mais sensata, porém ainda se enganava em suas ideias, e Bijin, que era extrema em suas decisões. Não sabia se ela tinha que provar algo ou tinha quer ser uma “heroína” em toda a ocasião, fazendo o que bem entende e esquecendo do grupo. Isso era arriscado.

Metza aparentava não confiar muito em suas habilidades, não havia visto ela sugerir combate a envolvendo. Ou seria isso ou ela apenas queria nos usar. Poo me parecia o mais robusto e forte do grupo, porém ele mesmo não poderia manter a carroça com suas mãos. Combater aqueles revolucionários era uma faca de dois gumes. Estávamos sendo induzidos, pelos pensamentos d Bijin, que haviam apenas dois revolucionários, mas se houvessem mais? Realmente a ideia dos cavalos era boa, porém, será que valeria tanto apostar nisso? Será que alguém teria habilidade em comandar esses animais de tal maneira? Rezava que sim.

Havia lido certo dia um livro que falava mais ou menos que “Nunca faça apostas. Se sabes que vai ganhar, és um patife. Se sabes que não, és um tolo”. Realmente nessa situação seríamos patifes ou tolos, a questão é, qual seria o melhor? Toda essa tensão, a Bijin se dirigindo em direção ao que havia falado, isso me deixaria completamente louco, curiosamente, a adrenalina tomava conta do meu corpo e da minha mente, era hora de apostar tudo.

- Nunca faça apostas. Se sabes que vai ganhar, és um patife. Se sabes que não, és um tolo. Estou começando a contestar se esse autor pensaria isso ao passar um dia conosco. É hora de fazer uma grande aposta, colocar meu Rei em cheque e ir para o tudo ou nada. Vamos lá!






Daria um tapa na minha cara, faria isso para voltar minhas atenções para a situação, e caminharia em direção ao interior do galpão enquanto fazia o meu sinal costumeiro, me relaxava e me ajudava a pensar. Em certo momento pararia, me voltaria para o restante e explanaria o meu ver da situação, salientando os pontos necessários para toda aquela loucura.

- Concordo com a Bijin. Em maior número poderemos garantir menores baixas. Vamos todos para o celeiro. Eu tenho alguns assuntos a tratar, digo, a procurar, então vamos todos. Não poderei ajudar de início, porém tentarei encontrar algum isqueiro ou fósforos, precisamos do brilho do lampião para enxergarmos melhor o nosso caminho.

Dito isso seguiria a Bijin. Ao chegar no celeiro, tentaria ir até onde havíamos encontrado os lampiões e procuraria por algum isqueiro ou fósforo. Caso não encontrasse, tentaria procurar pelo local próximo. Na hipótese de encontrar, me manteria abaixado e olharia a resolução da situação que a loira havia previsto. Com minha guarda alta, manteria minha atenção para alguma intromissão de última hora ou alguma armadilha. Ao notar que eles haviam acabado com o primeiro inimigo, partiria na direção que eles haviam ido e os ajudaria dessa vez.

- Acho melhor Metza e Layla irem pagar os cavalos. Metza pode conseguir acalmá-los com sua bela voz e a Layla é quem vai pilotar essa danada dessa carroça.

Minha sugestão viria de acordo com que andássemos até o local onde se encontrava o estábulo. Deixaria a Bijin ir na frente para poder enfim analisar o oponente. Não que estivesse com medo, apenas saberia que ela tomaria a iniciativa e nada que falasse ali a pararia. Olharia o tipo de arma que o mesmo usaria enquanto tentaria o cercar. Tentaria sinalizar para o Panda me seguir enquanto andaria envolta do inimigo.

Uma vez cercado o inimigo, esperaria o momento de início da batalha. Ao ver o primeiro sinal de movimento, seja do inimigo ou da Bijin, partiria na direção e usaria de minha técnica apurada Smart Strike! para tentar acertar o joelho inimigo e assim atrapalhá-lo ou distraí-lo. Caso errasse, esperaria que aquele momento tivesse sido o suficiente para a loira ou o Panda poder atacar com mais facilidade e assim dar um fim no homem. As palavras da loira haviam me colocado uma pulga atrás da orelha. Teria ela algo a ver com o Grambos ou apenas estava brincando com o psicológico do homem? Isso me deixava com dúvida, porém nada que me distraísse do combate.

Uma vez terminado o combate, eu apenas correria como uma lebre salta do seu predador e pularia na carroça, esperaria que ela já estivesse pronta. Procuraria algum lampião e tentaria o acender caso tivesse encontrado alguma maneira de acendê-lo. Olharia para o caminho e rapidamente levantaria minha mão e apontaria para o porto.

- Para lá! Vamos à liberdade! Um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para nós! Você sabe pilotar isso, né? – falaria para quem estivesse com as rédeas.

Histórico do Alencar:
 

Objetivos da Aventura Atual:
 

Smart Strike!:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 8 EmptyTer 04 Jul 2017, 09:45

A Ascensão de um Bando sem Nome/ Post16

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Era uma grande confusão que esperava por eles, claro que já era esperado que algo acontecesse, tudo estava correndo bem demais, aquele barulho era o preludio do apocalipse, Layla podia enxergar bem o futuro por ali, mas dessa vez ela não estava tão preocupada, eles poderiam até encontrar ele, mas as chances de eles estarem em maior número eram grandes, porém até o momento apenas duas vozes foram ouvidas, talvez eles estivessem subestimando os garotos, Layla inicialmente ouviria o que os outros têm a dizer sobre tal, ouviria o que a Bijin diria e mesmo o que o Levi passa-se sobre a situação e as ideias para com o que fazer ela primeiramente falaria sobre a ideia da Bijin, sempre tomando o tom de voz baixo, para que não se espalha-se muito pelo local. - Eu acho que sim, em maior número há mais chances, podemos tentar, mas precisamos ser rápidos, não será necessário abater completamente, apenas derrubar ao chão deixando a passagem livre e depois vazar daqui.- Ela falaria isso com um olhar sério, pensando nas possibilidades de realmente não termos vos subestimado.

Ela olharia para a carroça e falaria sobre a ideia de pegar os cavalos, apenas dando informações extras sobre si mesma e suas habilidades para com tais coisas. - Bem eu nunca pilotei uma carroça exatamente, mas já andei em várias com meu pai, assim como também ouvi explicação sobre como fazer ele, não parecia realmente difícil, era como guiar um barco com vida. - Ela falaria essa péssima comparação já que era isso que ela tinha como experiência, para ela parecia simples de entender, por sua mente trabalhar rápido. Então ela prosseguiria encerrando, suas falas para com isso. - Cavalgar montada parece mais difícil do que usar a carroça. Eu concordo em ajudar a pegar os cavalos e há, Layla Morningstar, será um prazer trabalhar com vocês.- Ela falaria isso ajudando a já se preparando para atacar o homem quando entrasse.

Ela se posicionaria próxima a Metza, e ficaria no aguardo, ela realmente esperaria para atacar por último, não por hesitação mas uma curiosidade rondava a mente dela, quais as capacidades dos outros presentes ali no grupo, ela queira analisar um pouco de cada um, observaria bem o que os outros fariam, caso ao fim dos ataques o homem ainda estivesse de pé sua tentativa seria avançar com um chute baixo na altura do joelho do meliante, tentando bater por trás de tal local, visando realmente derrubá-lo ao chão. Caso os ataque o derrubassem mas não desmaiassem ela tentaria terminar o serviço (NÃO É MATAR O MALUCO TIO Ç.Ç) e daria um chute mirado na cabeça do homem tentando desmaiá-lo, visando que ele estava no chão, independente do resultado do chute era hora de correr para o estábulo. Ela esperava que a atitude inicial de corrida fosse de Metza, então ela faria um leve sinal com a cabeça confirmando a corrida, até o passaporte pra fora.

Ela então após tudo iria para o estábulo, lá ela confiaria os inimigos aos seus companheiros, já que nesse momento seu foco são os cavalos, ela correria para o local com as rédeas para colocar nos bichos e tentaria ser rápida ao fazer isso, claro que confiaria em Metza pra ajudá-la no trabalho, caso notasse a loira descalça com dificuldades ajudaria a mesma a colocar as redeas, o tempo era precioso, não se sabia quando mais guardas poderiam vir, e muito menos quanto tempo eles tinham, apenas uma coisa era certa para Layla, o tempo era curto, era como um jogo, e as chances de perder se faziam frente aos olhos dela, mas por algum motivo ela não mais temia a derrota, ela só queria fazer o que tinha vontade agora, sua determinação se mostraria maior, dessa maneira.

Mesmo tento em vista que o combate poderia não chegar até ela algumas precauções seriam tomadas, ela primeiramente focaria em esquivar de possíveis ataques vindos de fora, para ataques de curto alcance com os punhos ela daria pequenas esquivas para o lado, movendo o dorsso completo e dando um ou dois passinhos para tal, se esses fossem na altura do torax, aproveitando a brecha, tentaria chutar o homem nos braços, que seriam sua possível arma de combate, caso ele segurasse uma adaga ou coisa parecida a tentativa seria de desarmá-lo. E assim que possível ela tentaria se distanciar do combate voltando ao seu foco que eram os cavalos. Após isso ela tentaria trazê-los para fora do estábulo e colocá-los na carroça, caso houvessem muitos cavalos, Layla os soltaria deixando apenas o necessário para que ela pudesse mover a carroça, isso visando que os Revos não pudessem usar de sua mesma vantagem e além disso instaurar o caos, tornando uma possível perseguição mais difícil.

Caso conseguissem subir na carroça com todos os membros, e Levi a questionasse se ela dabe pilotar aquilo sua resposta ia ser rápida e simples. -Eu dou meus pulos- e puxaria as redeas visando por a carroça em movimento.

Objetivos:
 

Histórico de Layla:
 

Legendas:
 

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